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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Em 1917, a guerra na Europa parecia ser eterna. Os dois contendores procuravam armas, táticas e ideias novas para quebrar o impasse. No governo alemão, um pequeno grupo de homens teve uma ideia brilhante: porque não semear a confusão numa Rússia cada vez mais caótica? E se se arranjasse uma maneira de Vladimir Ilitch Lenine, o mais célebre extremista revolucionário, que se encontrava então retido na Suíça neutra, voltar a casa? Este livro recria a extraordinária viagem de Lenine a partir do exílio em Zurique, cruzando uma Alemanha a desmoronar-se devido às privações da guerra, em direção ao norte até à orla da Lapónia, até à extática receção final, pelas multidões de revolucionários, na Estação Finlândia de Petrogrado.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Em 1917, a guerra na Europa parecia ser eterna. Os dois contendores procuravam armas, táticas e ideias novas para quebrar o impasse. No governo alemão, um pequeno grupo de homens teve uma ideia brilhante: porque não semear a confusão numa Rússia cada vez mais caótica? E se se arranjasse uma maneira de Vladimir Ilitch Lenine, o mais célebre extremista revolucionário, que se encontrava então retido na Suíça neutra, voltar a casa? Este livro recria a extraordinária viagem de Lenine a partir do exílio em Zurique, cruzando uma Alemanha a desmoronar-se devido às privações da guerra, em direção ao norte até à orla da Lapónia, até à extática receção final, pelas multidões de revolucionários, na Estação Finlândia de Petrogrado.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Béria é uma das figuras mais tenebrosas da História do século XX, sendo recordado como o sinistro chefe da polícia secreta de Estaline, o fiel instrumento de terror do ditador vermelho disponível para realizar qualquer tarefa por mais negra que fosse. O seu nome está para sempre associado a violência, terror, ambição e sadismo, e o seu percurso fala por si. "Lavrenti Béria" é a história da vida desta criatura contada por José Milhazes. Baseado em documentos oficiais, nas memórias e testemunhos de várias figuras soviéticas da época, em cartas pessoais do biografado e na transcrição do interrogatório, o livro procura fazer justiça ao homem cujo legado ainda hoje causa controvérsia na sociedade russa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Béria é uma das figuras mais tenebrosas da História do século XX, sendo recordado como o sinistro chefe da polícia secreta de Estaline, o fiel instrumento de terror do ditador vermelho disponível para realizar qualquer tarefa por mais negra que fosse. O seu nome está para sempre associado a violência, terror, ambição e sadismo, e o seu percurso fala por si. "Lavrenti Béria" é a história da vida desta criatura contada por José Milhazes. Baseado em documentos oficiais, nas memórias e testemunhos de várias figuras soviéticas da época, em cartas pessoais do biografado e na transcrição do interrogatório, o livro procura fazer justiça ao homem cujo legado ainda hoje causa controvérsia na sociedade russa.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 888
Sinopse:
KL, Konzentrationslager, designa o sistema dos campos de concentração nazis. É também o título da primeira história geral desta realidade trágica que importa conhecer. Nesta notável obra de referência histórica, Nikolaus Wachsmann oferece o primeiro relato, sem precedentes, dos campos de concentração nazis, desde a sua concepção, em 1933, até ao seu encerramento, na primavera de 1945. O Terceiro Reich é o período mais estudado da História, e no entanto faltava até agora escrever uma história geral do amplo sistema de campos de concentração, bem como das experiências quotidianas dos seus habitantes - perpetradores, vítimas, e todos aqueles que viviam naquela área que Primo Levi designou como "zona cinzenta". Com "KL - Uma História dos Campos de Concentração Nazis" Wachsmann preenche esta lacuna evidente no nosso entendimento do passado. Ele não sintetiza apenas o trabalho académico de uma geração, uma parte importante do qual desconhecida até agora fora da Alemanha, como também faz revelações surpreendentes, baseadas em muitos anos de pesquisa arquivística, sobre o funcionamento e a extensão do sistema de campos. Ao examinar, em detalhe, a vida e a morte dentro dos campos, e ao adoptar uma abordagem mais panorâmica para mostrar que o sistema era moldado pela evolução das várias forças políticas, legais, sociais, económicas e militares, Wachsmann produz uma imagem unificada do regime nazi e dos seus campos de concentração nunca antes vista. Uma obra de grande ambição e importância, "KL" está destinada a tornar-se um clássico da história do século XX.
Nº Páginas: 888
Sinopse:
KL, Konzentrationslager, designa o sistema dos campos de concentração nazis. É também o título da primeira história geral desta realidade trágica que importa conhecer. Nesta notável obra de referência histórica, Nikolaus Wachsmann oferece o primeiro relato, sem precedentes, dos campos de concentração nazis, desde a sua concepção, em 1933, até ao seu encerramento, na primavera de 1945. O Terceiro Reich é o período mais estudado da História, e no entanto faltava até agora escrever uma história geral do amplo sistema de campos de concentração, bem como das experiências quotidianas dos seus habitantes - perpetradores, vítimas, e todos aqueles que viviam naquela área que Primo Levi designou como "zona cinzenta". Com "KL - Uma História dos Campos de Concentração Nazis" Wachsmann preenche esta lacuna evidente no nosso entendimento do passado. Ele não sintetiza apenas o trabalho académico de uma geração, uma parte importante do qual desconhecida até agora fora da Alemanha, como também faz revelações surpreendentes, baseadas em muitos anos de pesquisa arquivística, sobre o funcionamento e a extensão do sistema de campos. Ao examinar, em detalhe, a vida e a morte dentro dos campos, e ao adoptar uma abordagem mais panorâmica para mostrar que o sistema era moldado pela evolução das várias forças políticas, legais, sociais, económicas e militares, Wachsmann produz uma imagem unificada do regime nazi e dos seus campos de concentração nunca antes vista. Uma obra de grande ambição e importância, "KL" está destinada a tornar-se um clássico da história do século XX.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Do Alcorão a Shakespeare, esta cidade dos três nomes - Bizâncio, Constantinopla, Istambul - foi o centro do mundo, durante grande parte da sua história, sendo conhecida apenas por A Cidade. Mas, como a historiadora Bettany Hughes nos revela, Istambul não é apenas uma cidade, mas uma história global. Posicionando-se como o ponto de ligação entre o Oriente e o Ocidente, o Norte e o Sul, foi, durante os seus mais de oito mil anos de história, a capital dos Impérios romano, bizantino e otomano, onde se estabeleceram fenícios genoveses, venezianos, judeus e vikings. Nesta extraordinária biografia, Bettany Hughes leva-nos numa viagem histórica desde o Neolítico até ao presente, pelas muitas personificações de uma das maiores cidades do mundo - explorando as formas como a influência de Istambul se estendeu para moldar o mundo. Com uma escrita enérgica e apaixonante, a galardoada historiadora Bettany Hughes conduz o leitor com destreza pelas ricas camadas de história de Istambul, contando a história não só de imperadores, vizires, califas e sultões, mas também dos pobres e de pessoas sem voz, de homens e mulheres cujos sonhos e aspirações reinventaram a cidade.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Do Alcorão a Shakespeare, esta cidade dos três nomes - Bizâncio, Constantinopla, Istambul - foi o centro do mundo, durante grande parte da sua história, sendo conhecida apenas por A Cidade. Mas, como a historiadora Bettany Hughes nos revela, Istambul não é apenas uma cidade, mas uma história global. Posicionando-se como o ponto de ligação entre o Oriente e o Ocidente, o Norte e o Sul, foi, durante os seus mais de oito mil anos de história, a capital dos Impérios romano, bizantino e otomano, onde se estabeleceram fenícios genoveses, venezianos, judeus e vikings. Nesta extraordinária biografia, Bettany Hughes leva-nos numa viagem histórica desde o Neolítico até ao presente, pelas muitas personificações de uma das maiores cidades do mundo - explorando as formas como a influência de Istambul se estendeu para moldar o mundo. Com uma escrita enérgica e apaixonante, a galardoada historiadora Bettany Hughes conduz o leitor com destreza pelas ricas camadas de história de Istambul, contando a história não só de imperadores, vizires, califas e sultões, mas também dos pobres e de pessoas sem voz, de homens e mulheres cujos sonhos e aspirações reinventaram a cidade.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No interior deste livro vai encontrar capítulos com títulos tão surpreendentes como estes: "Fazer a corte: como conquistar o coração de um homem sem abrir a boca", "A noite de núpcias, ou um ganso mal afogado" e ainda "O teu útero gordo e preguiçoso precisa de amor". Este não é um livro de mexericos, é uma viagem à vida quotidiana das mulheres na época vitoriana. É uma obra inteligente que espreita pelo buraco da fechadura. E que se vê do lado de lá da porta? Donzelas trituradas por espartilhos, espigas de milho para limpar as vergonhas, púdicas e quietas virgens na noite de núpcias. E quando a ti'Xica descia para lhe fazer uma visita? Um desastre completo! Não chega? Ainda há mais. Camas separadas para evitar a tentação. Cosméticos à base de chumbo. Enfim, um sem número de loucuras inventadas por sisudos doutores, cuja única preocupação era as partes íntimas da pobre mulher vitoriana. Esta foi uma época retratada romântica e sonhadoramente em filmes, livros e séries de televisão. Com este livro, chega-nos uma visão delirante. Leia e descubra se ainda quer ser uma princesinha adorável enrolada em incontáveis folhos? Pense duas vezes.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No interior deste livro vai encontrar capítulos com títulos tão surpreendentes como estes: "Fazer a corte: como conquistar o coração de um homem sem abrir a boca", "A noite de núpcias, ou um ganso mal afogado" e ainda "O teu útero gordo e preguiçoso precisa de amor". Este não é um livro de mexericos, é uma viagem à vida quotidiana das mulheres na época vitoriana. É uma obra inteligente que espreita pelo buraco da fechadura. E que se vê do lado de lá da porta? Donzelas trituradas por espartilhos, espigas de milho para limpar as vergonhas, púdicas e quietas virgens na noite de núpcias. E quando a ti'Xica descia para lhe fazer uma visita? Um desastre completo! Não chega? Ainda há mais. Camas separadas para evitar a tentação. Cosméticos à base de chumbo. Enfim, um sem número de loucuras inventadas por sisudos doutores, cuja única preocupação era as partes íntimas da pobre mulher vitoriana. Esta foi uma época retratada romântica e sonhadoramente em filmes, livros e séries de televisão. Com este livro, chega-nos uma visão delirante. Leia e descubra se ainda quer ser uma princesinha adorável enrolada em incontáveis folhos? Pense duas vezes.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Celebraram-se, a 30 de abril de 2015, os setenta anos sobre o suicídio de Hitler. No entanto, terá Hitler realmente morrido no seu bunker? Os seus restos mortais nunca foram encontrados… Eric Frattini teve acesso a numerosos testemunhos e documentação da época que demonstram a incerteza que rodeia a sua morte e as pistas sobre a suposta fuga de Hitler e da sua esposa, Eva Braun, colocando-as agora, pela primeira vez, ao dispor dos leitores. O autor consultou mais de duas mil páginas de documentos que falam da fuga de Hitler nos arquivos do FBI, CIA, MI6, OSS, KGB, FSB e CEANA (Comissão de Esclarecimento das Atividades Nazis na Argentina). Ficará nas mãos do leitor decidir se o homem mais odiado do mundo acabou os seus dias com um disparo na cabeça fechado num bunker obscuro ou numa confortável casa nalgum local perdido na Patagónia.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Celebraram-se, a 30 de abril de 2015, os setenta anos sobre o suicídio de Hitler. No entanto, terá Hitler realmente morrido no seu bunker? Os seus restos mortais nunca foram encontrados… Eric Frattini teve acesso a numerosos testemunhos e documentação da época que demonstram a incerteza que rodeia a sua morte e as pistas sobre a suposta fuga de Hitler e da sua esposa, Eva Braun, colocando-as agora, pela primeira vez, ao dispor dos leitores. O autor consultou mais de duas mil páginas de documentos que falam da fuga de Hitler nos arquivos do FBI, CIA, MI6, OSS, KGB, FSB e CEANA (Comissão de Esclarecimento das Atividades Nazis na Argentina). Ficará nas mãos do leitor decidir se o homem mais odiado do mundo acabou os seus dias com um disparo na cabeça fechado num bunker obscuro ou numa confortável casa nalgum local perdido na Patagónia.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
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