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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Numa cidade hoje pouco conhecida, mas que foi um importante centro cultural da Europa de Leste, "a pequena Paris da Ucrânia", a um tempo chamada de Lemberg, Lwów, Lvov ou Lviv, consoante a potência ocupadora, uma estrada percorria-a de leste a oeste. Ao longo dessa estrada, em momentos diferentes, moraram três homens: Leon Buchholz, avô do autor, Hersch Lauterpacht, que viria a cunhar a expressão crimes contra a humanidade, e Rafael Lemkin, que criaria o conceito de genocídio, apresentados pela primeira vez nos julgamentos de Nuremberga. Este livro narra a evolução pessoal e intelectual de Lauterpacht e Lemkin, ambos estudantes de Direito na Universidade de Lviv, cada um dos quais considerado o pai do moderno Direito Internacional, ambos presentes em Nuremberga, alheios ao facto de que o homem que julgam - Hans Frank, governador-geral da Polónia ocupada - pode ter sido o responsável pelo assassínio da quase totalidade das suas famílias. Mas este livro é também a memória de uma família, com o autor a traçar a história do seu avô, uma vida envolta em segredos, com muitas perguntas e poucas ou nenhumas respostas, e da sua fuga pela Europa em face das atrocidades nazis.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Numa cidade hoje pouco conhecida, mas que foi um importante centro cultural da Europa de Leste, "a pequena Paris da Ucrânia", a um tempo chamada de Lemberg, Lwów, Lvov ou Lviv, consoante a potência ocupadora, uma estrada percorria-a de leste a oeste. Ao longo dessa estrada, em momentos diferentes, moraram três homens: Leon Buchholz, avô do autor, Hersch Lauterpacht, que viria a cunhar a expressão crimes contra a humanidade, e Rafael Lemkin, que criaria o conceito de genocídio, apresentados pela primeira vez nos julgamentos de Nuremberga. Este livro narra a evolução pessoal e intelectual de Lauterpacht e Lemkin, ambos estudantes de Direito na Universidade de Lviv, cada um dos quais considerado o pai do moderno Direito Internacional, ambos presentes em Nuremberga, alheios ao facto de que o homem que julgam - Hans Frank, governador-geral da Polónia ocupada - pode ter sido o responsável pelo assassínio da quase totalidade das suas famílias. Mas este livro é também a memória de uma família, com o autor a traçar a história do seu avô, uma vida envolta em segredos, com muitas perguntas e poucas ou nenhumas respostas, e da sua fuga pela Europa em face das atrocidades nazis.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 440
Sinopse:
"É possível, senhor, que para se castigar qualquer delinquente, posto que notoriamente o seja, e para se condenar alguém em quatro ou seis mil réis, não podem as justiças e não costuma Vossa Alteza dar sentença, nem tomar resolução, sem ouvir ou sem citar as partes ambas; e agora se castigam tantos milhares de pessoas na perda da honra, da pátria, dos ofícios e da fazenda, sem os ouvir, e sem lhes mandar que respondam? Sirva-se Vossa Alteza de considerar que quando se procede contra partes não ouvidas, ainda que se pronuncie o que é justiça, sempre se procede sem justiça." Padre António Vieira
Nº Páginas: 440
Sinopse:
"É possível, senhor, que para se castigar qualquer delinquente, posto que notoriamente o seja, e para se condenar alguém em quatro ou seis mil réis, não podem as justiças e não costuma Vossa Alteza dar sentença, nem tomar resolução, sem ouvir ou sem citar as partes ambas; e agora se castigam tantos milhares de pessoas na perda da honra, da pátria, dos ofícios e da fazenda, sem os ouvir, e sem lhes mandar que respondam? Sirva-se Vossa Alteza de considerar que quando se procede contra partes não ouvidas, ainda que se pronuncie o que é justiça, sempre se procede sem justiça." Padre António Vieira
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Este instinto para recorrer a todos os meios, mesmo os mais violentos para defender o povo judeu está incrustado no ADN de Israel. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, proteger a nação constitui a responsabilidade dos serviços secretos e das forças armadas, e existe uma arma no seu vasto arsenal que tem sido usada para eliminar as ameaças mais graves: os assassínios seletivos foram utilizados com frequência, contra inimigos de todas as dimensões, umas vezes em resposta a ataques contra o povo israelita, outras como medida preventiva. Bergman contou com a colaboração extraordinariamente rara de muitos dos atuais e antigos membros do governo israelita, como os primeiros-ministros Shimon Peres, Ehud Barak, Ariel Sharon e Benjamin Netanyahu, assim como de altos quadros dos serviços militar e de espionagem do país: Forças de Defesa de Israel (FDI), Mossad (os serviços secretos mais temidos do mundo), Cesareia (uma «Mossad dentro da Mossad» que realiza os ataques aos alvos mais mais relevantes) e Shin Bet (uma agência de segurança interna que realizou a maior campanha de assassínios seletivos de sempre, de maneira a pôr cobro a algo que parecia imparável: o terrorismo suicida). Incluindo histórias até hoje desconhecidas sobre os bastidores de operações especiais e baseando-se em centena de entrevistas oficiais e em milhares de arquivos aos quais Bergman teve acesso exclusivo durante décadas de experiência jornalística, este livro leva-os ao cerne das atividades mais secretas de Israel. Da fundação do Estado de Israel à atualidade, Bergman evoca os acontecimentos terríveis e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassínios seletivos, que marcaram a nação israelita, o Médio Oriente e o mundo inteiro.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Este instinto para recorrer a todos os meios, mesmo os mais violentos para defender o povo judeu está incrustado no ADN de Israel. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, proteger a nação constitui a responsabilidade dos serviços secretos e das forças armadas, e existe uma arma no seu vasto arsenal que tem sido usada para eliminar as ameaças mais graves: os assassínios seletivos foram utilizados com frequência, contra inimigos de todas as dimensões, umas vezes em resposta a ataques contra o povo israelita, outras como medida preventiva. Bergman contou com a colaboração extraordinariamente rara de muitos dos atuais e antigos membros do governo israelita, como os primeiros-ministros Shimon Peres, Ehud Barak, Ariel Sharon e Benjamin Netanyahu, assim como de altos quadros dos serviços militar e de espionagem do país: Forças de Defesa de Israel (FDI), Mossad (os serviços secretos mais temidos do mundo), Cesareia (uma «Mossad dentro da Mossad» que realiza os ataques aos alvos mais mais relevantes) e Shin Bet (uma agência de segurança interna que realizou a maior campanha de assassínios seletivos de sempre, de maneira a pôr cobro a algo que parecia imparável: o terrorismo suicida). Incluindo histórias até hoje desconhecidas sobre os bastidores de operações especiais e baseando-se em centena de entrevistas oficiais e em milhares de arquivos aos quais Bergman teve acesso exclusivo durante décadas de experiência jornalística, este livro leva-os ao cerne das atividades mais secretas de Israel. Da fundação do Estado de Israel à atualidade, Bergman evoca os acontecimentos terríveis e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassínios seletivos, que marcaram a nação israelita, o Médio Oriente e o mundo inteiro.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Saberá o leitor quem foi, de facto, Viriato? O que trazia a Rainha Santa Isabel no regaço aquando do milagre das rosas, sabe? E o feito de Martim Moniz, será lenda? Conhece a verdadeira história de brites de almeida, a padeira de Aljubarrota? Este livro não tem como missão (se alguma missão tem) revelar quaisquer falsificações, omissões, ocultações ou erros que os historiadores pratiquem, consciente ou inconscientemente. Nem para tal eu tenho competência ou mandato. Este livro tem outro objetivo. É o de esclarecer temas e assuntos da História portuguesa que são popularmente alvo de erros, de preconceitos e de equívocos na sua interpretação comum. Dito de outra forma, o objetivo deste livro é o de afirmar a verdade histórica de determinados assuntos que têm sido alvo de deturpação ao longo do tempo. Não se pretende desfazer alegadas falsidades forjadas pelos historiadores por motivos tenebrosos, mas antes repor os factos tal como são (à luz dos atuais conhecimentos historiográficos) desfazendo mitos vulgares, que popularmente sobre eles ainda pendem.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Saberá o leitor quem foi, de facto, Viriato? O que trazia a Rainha Santa Isabel no regaço aquando do milagre das rosas, sabe? E o feito de Martim Moniz, será lenda? Conhece a verdadeira história de brites de almeida, a padeira de Aljubarrota? Este livro não tem como missão (se alguma missão tem) revelar quaisquer falsificações, omissões, ocultações ou erros que os historiadores pratiquem, consciente ou inconscientemente. Nem para tal eu tenho competência ou mandato. Este livro tem outro objetivo. É o de esclarecer temas e assuntos da História portuguesa que são popularmente alvo de erros, de preconceitos e de equívocos na sua interpretação comum. Dito de outra forma, o objetivo deste livro é o de afirmar a verdade histórica de determinados assuntos que têm sido alvo de deturpação ao longo do tempo. Não se pretende desfazer alegadas falsidades forjadas pelos historiadores por motivos tenebrosos, mas antes repor os factos tal como são (à luz dos atuais conhecimentos historiográficos) desfazendo mitos vulgares, que popularmente sobre eles ainda pendem.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 262
Sinopse:
Prefácio de Fernando Rosas Trata-se de uma compilação das célebres entrevistas do futuro "ministro" da propaganda do Estado Novo a Salazar que vieram ao lume no "Diário de Notícias", na década de 30. Esta publicação tem oito entrevistas realizadas a Salazar, os anexos "O Ditador e a Multidão" e "A Política do Espírito", para além de integrar também alguns textos do estadista.
Nº Páginas: 262
Sinopse:
Prefácio de Fernando Rosas Trata-se de uma compilação das célebres entrevistas do futuro "ministro" da propaganda do Estado Novo a Salazar que vieram ao lume no "Diário de Notícias", na década de 30. Esta publicação tem oito entrevistas realizadas a Salazar, os anexos "O Ditador e a Multidão" e "A Política do Espírito", para além de integrar também alguns textos do estadista.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que têm em comum Manuel Gomes de Elvas, o escravo que se tornou fidalgo, Francisca Coronel, a freira insubmissa encarcerada no convento, Luís Gomes da Mata, o correio-mor e Anne Armande du Verger, a espia francesa, amante do rei D. Pedro II e avó do primeiro duque de Lafões, Pedro Henrique de Bragança? São todos membros de uma família a quem os portugueses devem parte do seu património e cuja história é o tema deste livro. Nele se incluem alguns episódios surpreendentes do passado português: desde a peculiar obsessão do herdeiro da coroa, D. Sebastião, que o levou ao desastre de Alcácer-Quibir até ao fascínio da família real pelos autos de fé, passando pelos amores licenciosos nos conventos e os horrores da Inquisição - e, como pano de fundo, os esforços e o engenho de uma família que conseguiu sobreviver aos tumultos da nossa história. Assente em factos verdadeiros, numa investigação que levou a autora aos Arquivos Secretos do Vaticano e a outros arquivos nacionais e internacionais, o livro acompanha diversos momentos marcantes da história de Portugal, como a batalha de Alcácer-Quibir e as suas funestas consequências, a dominação filipina que se lhe seguiu, a ação persecutória do Santo Ofício, as invasões francesas e as guerras liberais.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que têm em comum Manuel Gomes de Elvas, o escravo que se tornou fidalgo, Francisca Coronel, a freira insubmissa encarcerada no convento, Luís Gomes da Mata, o correio-mor e Anne Armande du Verger, a espia francesa, amante do rei D. Pedro II e avó do primeiro duque de Lafões, Pedro Henrique de Bragança? São todos membros de uma família a quem os portugueses devem parte do seu património e cuja história é o tema deste livro. Nele se incluem alguns episódios surpreendentes do passado português: desde a peculiar obsessão do herdeiro da coroa, D. Sebastião, que o levou ao desastre de Alcácer-Quibir até ao fascínio da família real pelos autos de fé, passando pelos amores licenciosos nos conventos e os horrores da Inquisição - e, como pano de fundo, os esforços e o engenho de uma família que conseguiu sobreviver aos tumultos da nossa história. Assente em factos verdadeiros, numa investigação que levou a autora aos Arquivos Secretos do Vaticano e a outros arquivos nacionais e internacionais, o livro acompanha diversos momentos marcantes da história de Portugal, como a batalha de Alcácer-Quibir e as suas funestas consequências, a dominação filipina que se lhe seguiu, a ação persecutória do Santo Ofício, as invasões francesas e as guerras liberais.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A actualidade deste livro não resulta somente da crise do tempo presente. Desde a Antiguidade se sabe que o compromisso com a "coisa pública" exige desinteresse e virtude, ética frequentemente desmentida pela história concreta do Homem. Daí a permanente tensão entre a idealidade e a prática, pano de fundo que possibilita avanços e recuos num percurso em que, entre o consenso e a contradição, o optimismo épico da aventura humana não raro desagua no seu oposto. O livro que agora vem a lume constitui uma síntese desse itinerário, tendo como eixo a história da ideia de "res publica", bem como as suas relações com todas as demais que, combatendo o que conduz ao arbítrio e ao servilismo perante os poderes, potenciam a elevação dos indivíduos à participação cívica.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A actualidade deste livro não resulta somente da crise do tempo presente. Desde a Antiguidade se sabe que o compromisso com a "coisa pública" exige desinteresse e virtude, ética frequentemente desmentida pela história concreta do Homem. Daí a permanente tensão entre a idealidade e a prática, pano de fundo que possibilita avanços e recuos num percurso em que, entre o consenso e a contradição, o optimismo épico da aventura humana não raro desagua no seu oposto. O livro que agora vem a lume constitui uma síntese desse itinerário, tendo como eixo a história da ideia de "res publica", bem como as suas relações com todas as demais que, combatendo o que conduz ao arbítrio e ao servilismo perante os poderes, potenciam a elevação dos indivíduos à participação cívica.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A 27 de Maio de 1977, uma manifestação contra o MPLA levou ao massacre de milhares, senão dezenas de milhares, de pessoas. Hoje, praticamente não se fala desta tragédia em Angola; no estrangeiro, ninguém sabe sequer da sua existência. A jornalista Lara Pawson investigou os acontecimentos, e considerou-os em tudo equivalentes "aos massacres ordenados por Robert Mugabe, [...] e aos assassínios em massa da ditadura de Pinochet". Entre Londres, Luanda e Lisboa, Pawson conseguiu o que até aqui nunca fora possível: passados 40 anos, vítimas e testemunhas - ainda hoje sob a tensão do medo -, e até mesmo alguns dos carrascos, decidiram falar sobre o massacre, numa série de empolgantes entrevistas. João Van Dúnem, irmão de José, um dos líderes da revolta, bem como actuais membros da elite angolana - por exemplo, Ndunduma Wé Lépi, ex-director do Jornal de Angola, ou Aníbal João da Silva Melo, deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA - contam-se entre os muitos testemunhos que a autora reuniu. Uma leitura indispensável para a história do massacre e suas sequelas, mas também para o melhor entendimento da actualidade angolana.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A 27 de Maio de 1977, uma manifestação contra o MPLA levou ao massacre de milhares, senão dezenas de milhares, de pessoas. Hoje, praticamente não se fala desta tragédia em Angola; no estrangeiro, ninguém sabe sequer da sua existência. A jornalista Lara Pawson investigou os acontecimentos, e considerou-os em tudo equivalentes "aos massacres ordenados por Robert Mugabe, [...] e aos assassínios em massa da ditadura de Pinochet". Entre Londres, Luanda e Lisboa, Pawson conseguiu o que até aqui nunca fora possível: passados 40 anos, vítimas e testemunhas - ainda hoje sob a tensão do medo -, e até mesmo alguns dos carrascos, decidiram falar sobre o massacre, numa série de empolgantes entrevistas. João Van Dúnem, irmão de José, um dos líderes da revolta, bem como actuais membros da elite angolana - por exemplo, Ndunduma Wé Lépi, ex-director do Jornal de Angola, ou Aníbal João da Silva Melo, deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA - contam-se entre os muitos testemunhos que a autora reuniu. Uma leitura indispensável para a história do massacre e suas sequelas, mas também para o melhor entendimento da actualidade angolana.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 608
Sinopse:
O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente. É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar. "Em Nome da Pátria" aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma "grande traição"? Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea História Viva portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a "história oficial" nos apresenta relativamente a este tema.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente. É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar. "Em Nome da Pátria" aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma "grande traição"? Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea História Viva portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a "história oficial" nos apresenta relativamente a este tema.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Em que consiste de facto a História? Séculos de pessoas no seu quotidiano: a dormir, a comer, a fazer sexo, a tentar viver confortavelmente. E onde acontece tudo isso? Em casa. Foi este pensamento que inspirou Bill Bryson a fazer uma viagem pela sua própria casa, uma velha reitoria em Norfolk, andando de divisão em divisão a pensar como tinham início os acontecimentos banais da vida. E o que descobriu foram espantosas ligações entre tudo, desde o Palácio de Cristal à Torre Eiffel, do escorbuto à profanação de cadáveres, dos percevejos à Revolução Industrial, da crinolina às retretes, e praticamente tudo o resto que alguma vez aconteceu. Se Breve História de Quase Tudo nos dava um panorama abrangente do mundo, do Universo e de tudo o mais, "Em Casa" espreita a vida privada pelo microscópio. Bryson emprega a mesma curiosidade insaciável, o mesmo humor irresistível, a mesma prosa estilizada e o mesmo poder narrativo, o que torna este livro um dos mais lúdicos e esclarecedores acerca da maneira como vivemos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Em que consiste de facto a História? Séculos de pessoas no seu quotidiano: a dormir, a comer, a fazer sexo, a tentar viver confortavelmente. E onde acontece tudo isso? Em casa. Foi este pensamento que inspirou Bill Bryson a fazer uma viagem pela sua própria casa, uma velha reitoria em Norfolk, andando de divisão em divisão a pensar como tinham início os acontecimentos banais da vida. E o que descobriu foram espantosas ligações entre tudo, desde o Palácio de Cristal à Torre Eiffel, do escorbuto à profanação de cadáveres, dos percevejos à Revolução Industrial, da crinolina às retretes, e praticamente tudo o resto que alguma vez aconteceu. Se Breve História de Quase Tudo nos dava um panorama abrangente do mundo, do Universo e de tudo o mais, "Em Casa" espreita a vida privada pelo microscópio. Bryson emprega a mesma curiosidade insaciável, o mesmo humor irresistível, a mesma prosa estilizada e o mesmo poder narrativo, o que torna este livro um dos mais lúdicos e esclarecedores acerca da maneira como vivemos.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Sir Francis Drake, explorador e almirante, ficou conhecido como o pirata mais bem-sucedido e esquivo de sempre, pilhando navios portugueses e espanhóis carregados de ouro e prata do Novo Mundo e acumulando uma vastíssima fortuna, partilhada com a Coroa inglesa. Para Isabel I, Drake tornou real o que se julgara impossível, foi o instrumento perfeito da sua ambição para transformar Inglaterra de uma ilha-estado de terceira categoria numa potência imperial global. A vida de Drake está repleta de aventuras, e muitas delas tiveram lugar nas costas e nos mares portugueses. Em 1580, a mando de Isabel I e em total segredo, Drake tornou-se o primeiro comandante a circum-navegar o globo (Magalhães morreu antes de completar a sua viagem). Quase dez anos depois, promovido a vice-almirante da frota inglesa, Drake derrotou a Armada Invencível, a gigantesca frota espanhola reunida em Lisboa para invadir a Inglaterra, humilhando o rei Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal) e impulsionando a ascensão de um novo império. "Em Busca de Um Reino" combina num relato histórico a crónica de jogadas arriscadas e paixões arrebatadoras, abrindo uma janela narrativa sobre o momento crucial do alvor do Império Britânico.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Sir Francis Drake, explorador e almirante, ficou conhecido como o pirata mais bem-sucedido e esquivo de sempre, pilhando navios portugueses e espanhóis carregados de ouro e prata do Novo Mundo e acumulando uma vastíssima fortuna, partilhada com a Coroa inglesa. Para Isabel I, Drake tornou real o que se julgara impossível, foi o instrumento perfeito da sua ambição para transformar Inglaterra de uma ilha-estado de terceira categoria numa potência imperial global. A vida de Drake está repleta de aventuras, e muitas delas tiveram lugar nas costas e nos mares portugueses. Em 1580, a mando de Isabel I e em total segredo, Drake tornou-se o primeiro comandante a circum-navegar o globo (Magalhães morreu antes de completar a sua viagem). Quase dez anos depois, promovido a vice-almirante da frota inglesa, Drake derrotou a Armada Invencível, a gigantesca frota espanhola reunida em Lisboa para invadir a Inglaterra, humilhando o rei Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal) e impulsionando a ascensão de um novo império. "Em Busca de Um Reino" combina num relato histórico a crónica de jogadas arriscadas e paixões arrebatadoras, abrindo uma janela narrativa sobre o momento crucial do alvor do Império Britânico.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Corria o ano de 1959 e a repressão abate-se sobre numerosos grupos nacionalistas angolanos, fazendo centenas de presos. A população está revoltada e surgem vozes a defender a luta armada. No final do ano, já vários grupos de jovens planeiam pegar em armas contra o colonialismo. À época, o poder militar colonial era fraco, mas a injustiça e a revolta, grandes. A intelectualidade começa também a ver com simpatia o recurso à força, tida como inevitável dada a vontade férrea de Salazar em manter as colónias. Contudo, a revolta só se daria pouco mais de um ano depois. Mas e se a rebelião tivesse acontecido em 1959? Jonuel Gonçalves, participante nesses acontecimentos, partindo do método what if? - e se tivesse acontecido assim? - consagrado sobretudo pela historiografia de língua inglesa, procura saber o que sucederia se esses jovens tivessem agido. Com uma Angola independente em 1959, seria muito o sofrimento poupado ao povo angolano? Dia a dia, hora a hora, acompanhe o desenrolar dos acontecimentos de uma história possível.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Corria o ano de 1959 e a repressão abate-se sobre numerosos grupos nacionalistas angolanos, fazendo centenas de presos. A população está revoltada e surgem vozes a defender a luta armada. No final do ano, já vários grupos de jovens planeiam pegar em armas contra o colonialismo. À época, o poder militar colonial era fraco, mas a injustiça e a revolta, grandes. A intelectualidade começa também a ver com simpatia o recurso à força, tida como inevitável dada a vontade férrea de Salazar em manter as colónias. Contudo, a revolta só se daria pouco mais de um ano depois. Mas e se a rebelião tivesse acontecido em 1959? Jonuel Gonçalves, participante nesses acontecimentos, partindo do método what if? - e se tivesse acontecido assim? - consagrado sobretudo pela historiografia de língua inglesa, procura saber o que sucederia se esses jovens tivessem agido. Com uma Angola independente em 1959, seria muito o sofrimento poupado ao povo angolano? Dia a dia, hora a hora, acompanhe o desenrolar dos acontecimentos de uma história possível.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O contexto social americano, as narrativas históricas dos Estados Unidos e os discursos e políticas de Trump permitem-nos ir além da personalidade do homem, para compreender aquilo a se chamou "method in madness". Assim, apesar da intempestividade da sua personalidade, dos desvios próprios dos debates internos e dos fatores inesperados que surgem no desempenho das suas funções, é possível traçar uma política externa, uma grande estratégia e até uma visão da ordem internacional com uma racionalidade própria.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O contexto social americano, as narrativas históricas dos Estados Unidos e os discursos e políticas de Trump permitem-nos ir além da personalidade do homem, para compreender aquilo a se chamou "method in madness". Assim, apesar da intempestividade da sua personalidade, dos desvios próprios dos debates internos e dos fatores inesperados que surgem no desempenho das suas funções, é possível traçar uma política externa, uma grande estratégia e até uma visão da ordem internacional com uma racionalidade própria.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
As relações culturais luso-catalãs estão em destaque neste ensaio, editado pela primeira vez há 50 anos, na sua versão catalã, e reconhecido com o prestigiado Prémio Josep Yxart. Fèlix Cucurull, resistente antifranquista e defensor da cultura da Catalunha, explora as relações intelectuais entre portugueses e catalães, o que nos une e o que nos separa, numa perspectiva que convida à reflexão em torno das identidades regionais e nacionais. Compara a saudade portuguesa à "enyorança" catalã, explora o conceito de sebastianismo, observa as relações de autores catalães - como Joan Maragall, Ribera i Rovira, Julio Navarro y Monzó e Cervantes - com Portugal, analisa a poética de Teixeira de Pascoais e a versão catalã de Os Lusíadas. A presente edição segue a versão portuguesa, de 1975, que inclui o texto "Anotações sobre Portugal", uma deliciosa análise sobre a portugalidade.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
As relações culturais luso-catalãs estão em destaque neste ensaio, editado pela primeira vez há 50 anos, na sua versão catalã, e reconhecido com o prestigiado Prémio Josep Yxart. Fèlix Cucurull, resistente antifranquista e defensor da cultura da Catalunha, explora as relações intelectuais entre portugueses e catalães, o que nos une e o que nos separa, numa perspectiva que convida à reflexão em torno das identidades regionais e nacionais. Compara a saudade portuguesa à "enyorança" catalã, explora o conceito de sebastianismo, observa as relações de autores catalães - como Joan Maragall, Ribera i Rovira, Julio Navarro y Monzó e Cervantes - com Portugal, analisa a poética de Teixeira de Pascoais e a versão catalã de Os Lusíadas. A presente edição segue a versão portuguesa, de 1975, que inclui o texto "Anotações sobre Portugal", uma deliciosa análise sobre a portugalidade.
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