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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O aeroporto de Pequim é hoje o segundo mais movimentado do planeta, à frente de Londres ou Nova York, e grande parte dos produtos que usamos diariamente - os originais, as cópias e as imitações - são Made in China. O mais surpreendente, no entanto, é o ritmo com que essas "coisas" aconteceram e estão ainda a acontecer.< br> "A velocidade na China é cinco vezes mais rápida do que na Europa", diz uma jovem arquiteta portuguesa que trabalha num atelier britânico estabelecido em Pequim.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O aeroporto de Pequim é hoje o segundo mais movimentado do planeta, à frente de Londres ou Nova York, e grande parte dos produtos que usamos diariamente - os originais, as cópias e as imitações - são Made in China. O mais surpreendente, no entanto, é o ritmo com que essas "coisas" aconteceram e estão ainda a acontecer.< br> "A velocidade na China é cinco vezes mais rápida do que na Europa", diz uma jovem arquiteta portuguesa que trabalha num atelier britânico estabelecido em Pequim.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mitosebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmenteverdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desdeBandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos,passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio eEduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foramjá publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e NovaTeoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI."Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinidoregresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regeneradorda sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que emPortugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição)ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nosretire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento davida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do "SenhorDoutor", a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa aNossa Senhora de Fátima ou santo congénere... Esse algo ou alguém,quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português abuscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento daselites, lhe é negado na sua terra natal."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mitosebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmenteverdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desdeBandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos,passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio eEduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foramjá publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e NovaTeoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI."Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinidoregresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regeneradorda sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que emPortugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição)ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nosretire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento davida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do "SenhorDoutor", a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa aNossa Senhora de Fátima ou santo congénere... Esse algo ou alguém,quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português abuscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento daselites, lhe é negado na sua terra natal."
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Reconstituindo as andanças épicas dos povos nómadas ao longo de doze mil anos, o reputado jornalista e autor de livros de viagens Anthony Sattin entretece as histórias das tribos que viveram fora das fronteiras imperiais e criaram reinos e impérios próprios: citas, xiongnu, persas, hunos, árabes, mongóis, mogóis, otomanos e outros. Com a sua multiculturalidade, o seu respeito pelos ciclos naturais e a sua necessidade de se movimentarem livremente, os povos nómadas trouxeram um esplêndido florescimento cultural à Eurásia, que desembocaria no Renascimento e numa mudança radical da história humana. Esta narrativa abrangente religa-nos com os mitos mais profundos, com uma antiguidade partilhada e com o mundo natural. Nómadas revela-nos a história da civilização, narrada pelos que vivem à margem dela.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Reconstituindo as andanças épicas dos povos nómadas ao longo de doze mil anos, o reputado jornalista e autor de livros de viagens Anthony Sattin entretece as histórias das tribos que viveram fora das fronteiras imperiais e criaram reinos e impérios próprios: citas, xiongnu, persas, hunos, árabes, mongóis, mogóis, otomanos e outros. Com a sua multiculturalidade, o seu respeito pelos ciclos naturais e a sua necessidade de se movimentarem livremente, os povos nómadas trouxeram um esplêndido florescimento cultural à Eurásia, que desembocaria no Renascimento e numa mudança radical da história humana. Esta narrativa abrangente religa-nos com os mitos mais profundos, com uma antiguidade partilhada e com o mundo natural. Nómadas revela-nos a história da civilização, narrada pelos que vivem à margem dela.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Mossad - as grandes operações dos serviços secretos israelitas dá a conhecer as mais importantes e perigosas missões executadas pela agência ao longo de mais de 60 anos: a captura do carrasco nazi Adolf Eichman, a erradicação da organização terrorista Setembro Negro, a destruição das facilidades nucleares sírias e a muito recente eliminação de cientistas-chave do programa nuclear iraniano, entre outras.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Mossad - as grandes operações dos serviços secretos israelitas dá a conhecer as mais importantes e perigosas missões executadas pela agência ao longo de mais de 60 anos: a captura do carrasco nazi Adolf Eichman, a erradicação da organização terrorista Setembro Negro, a destruição das facilidades nucleares sírias e a muito recente eliminação de cientistas-chave do programa nuclear iraniano, entre outras.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Mossad - Espiões contra o Armagedão é uma história poderosa e viva do aparelho de espionagem de Israel - liderado pela famosa e temível Mossad - desde a fundação do país, em 1948, até às crises de hoje em dia. Este livro aborda diversos temas, como o rapto de Adolf Eichmann, na Argentina, em 1960, o fracasso da Mossad para tentar deitar a mão ao Dr. Joseph Mengele; a caça aos terroristas palestinianos a seguir aos acontecimentos nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972; a operação, em 1979, em França contra a venda de equipamento nuclear a Saddam Hussein; e ainda o raide a Entebe e o bombardeamento do reator nuclear sírio em 2007. Coloca também questões interessantes, tais como: terá a Mossad cometido um erro gigantesco quando duas dúzias de operacionais foram vistos pelas câmaras de vigilância de um hotel no Dubai ou foi uma missão de assassínio com êxito? Será que os assassinos sentirão algum peso na consciência? E, finalmente, confiam os Estados Unidos na espionagem israelita?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Mossad - Espiões contra o Armagedão é uma história poderosa e viva do aparelho de espionagem de Israel - liderado pela famosa e temível Mossad - desde a fundação do país, em 1948, até às crises de hoje em dia. Este livro aborda diversos temas, como o rapto de Adolf Eichmann, na Argentina, em 1960, o fracasso da Mossad para tentar deitar a mão ao Dr. Joseph Mengele; a caça aos terroristas palestinianos a seguir aos acontecimentos nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972; a operação, em 1979, em França contra a venda de equipamento nuclear a Saddam Hussein; e ainda o raide a Entebe e o bombardeamento do reator nuclear sírio em 2007. Coloca também questões interessantes, tais como: terá a Mossad cometido um erro gigantesco quando duas dúzias de operacionais foram vistos pelas câmaras de vigilância de um hotel no Dubai ou foi uma missão de assassínio com êxito? Será que os assassinos sentirão algum peso na consciência? E, finalmente, confiam os Estados Unidos na espionagem israelita?
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem incendiou o navio francês Normandie, ancorado em Nova Iorque?O que aconteceu aos tesouros de arte pilhados pelos nazis, por toda a Europa ocupada?Tinha Hitler uma doença incurável?Quão perto esteve o terceiro reich de construir uma bomba atómica?Questões intrigantes como estas fazem parte da história da II Guerra Mundial. Mas, por vezes, há mistérios ainda não totalmente desvendados ou explicados. Mistérios Inexplicados da II Guerra apresenta os mais intrigantes, recorrendo às investigações mais recentes para tentar explicá-los. O resultado é um livro fascinante, repleto de informação, que faz pensar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem incendiou o navio francês Normandie, ancorado em Nova Iorque?O que aconteceu aos tesouros de arte pilhados pelos nazis, por toda a Europa ocupada?Tinha Hitler uma doença incurável?Quão perto esteve o terceiro reich de construir uma bomba atómica?Questões intrigantes como estas fazem parte da história da II Guerra Mundial. Mas, por vezes, há mistérios ainda não totalmente desvendados ou explicados. Mistérios Inexplicados da II Guerra apresenta os mais intrigantes, recorrendo às investigações mais recentes para tentar explicá-los. O resultado é um livro fascinante, repleto de informação, que faz pensar.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste sétimo título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer todo o fascínio dos calendários sagrados e das festas e peregrinações de Portugal: dos cruzeiros aos caminhos de Santiago; das pedras baloiçantes às grutas e mouras encantadas; das aparições aos cultos dos santos.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste sétimo título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer todo o fascínio dos calendários sagrados e das festas e peregrinações de Portugal: dos cruzeiros aos caminhos de Santiago; das pedras baloiçantes às grutas e mouras encantadas; das aparições aos cultos dos santos.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisbon is a city bathed by a clear, magical light. Everyone knows this side of the city but few are aware of the mysterious shadows cast by that same light. The stories within these pages lift the veil over episodes sometimes unimaginable, others brutally realistic, others yet of comical irony, whilst others may cause goosebumps. Mummies kept in crypts, buried cities, nuns who lived like princesses, museums forgotten by time, statues that refuse to stand still, an enigmatic castle, serpents that protect the future king: these are just some of the episodes among the many mysterious tales one might recount about Lisbon. An unique and unknown Lisbon to be discovered in the pages of this book.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisbon is a city bathed by a clear, magical light. Everyone knows this side of the city but few are aware of the mysterious shadows cast by that same light. The stories within these pages lift the veil over episodes sometimes unimaginable, others brutally realistic, others yet of comical irony, whilst others may cause goosebumps. Mummies kept in crypts, buried cities, nuns who lived like princesses, museums forgotten by time, statues that refuse to stand still, an enigmatic castle, serpents that protect the future king: these are just some of the episodes among the many mysterious tales one might recount about Lisbon. An unique and unknown Lisbon to be discovered in the pages of this book.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
História de todas as revoluções e violentas lutas políticas que se travaram em Portugal ao longo do século XX, tendo como principal cenário a cidade de Lisboa.Do historiador academicamente reconhecido como sumidade da história contemporânea de Portugal e simultaneamente um grande narrador.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
História de todas as revoluções e violentas lutas políticas que se travaram em Portugal ao longo do século XX, tendo como principal cenário a cidade de Lisboa.Do historiador academicamente reconhecido como sumidade da história contemporânea de Portugal e simultaneamente um grande narrador.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisboa teve um papel essencial na história da Segunda Guerra Mundial, apesar de não ter sido disparada uma só arma na cidade. A única cidade europeia onde, tanto os Aliados como o Eixo, podiam operar abertamente, foi um lar temporário para grande parte da realeza exilada, mais de um milhão de refugiados à procura de passagem para os Estados Unidos, espiões, polícia secreta, capitães da indústria, banqueiros, judeus proeminentes, escritores e artistas, prisioneiros que haviam escapado, e negociantes do mercado negro. Um oficial de operações descreveu o dia a dia do aeroporto de Lisboa, em 1944, como o filme Casablanca vezes vinte. Nesta narrativa fascinante, o conhecido historiador Neill Lochery tira partido dos seus contactos portugueses, acesso a registos recentemente descobertos da polícia secreta portuguesa e arquivos bancários, e outros documentos não publicados, para oferecer um retrato revelador daquilo que aconteceu nos bastidores da Guerra. Lochery conta como Portugal, um pequeno país pobre, tentou freneticamente manter-se neutro no meio de pressões extraordinárias, sobrevivendo à guerra não só intacto, mas também significativamente mais rico. A emergência do País como uma nação próspera da União Europeia seria financiada em parte, como se provou, por ouro nazi.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisboa teve um papel essencial na história da Segunda Guerra Mundial, apesar de não ter sido disparada uma só arma na cidade. A única cidade europeia onde, tanto os Aliados como o Eixo, podiam operar abertamente, foi um lar temporário para grande parte da realeza exilada, mais de um milhão de refugiados à procura de passagem para os Estados Unidos, espiões, polícia secreta, capitães da indústria, banqueiros, judeus proeminentes, escritores e artistas, prisioneiros que haviam escapado, e negociantes do mercado negro. Um oficial de operações descreveu o dia a dia do aeroporto de Lisboa, em 1944, como o filme Casablanca vezes vinte. Nesta narrativa fascinante, o conhecido historiador Neill Lochery tira partido dos seus contactos portugueses, acesso a registos recentemente descobertos da polícia secreta portuguesa e arquivos bancários, e outros documentos não publicados, para oferecer um retrato revelador daquilo que aconteceu nos bastidores da Guerra. Lochery conta como Portugal, um pequeno país pobre, tentou freneticamente manter-se neutro no meio de pressões extraordinárias, sobrevivendo à guerra não só intacto, mas também significativamente mais rico. A emergência do País como uma nação próspera da União Europeia seria financiada em parte, como se provou, por ouro nazi.
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