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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num conceito original, partindo de objectos, todos com imagens a cores, o autor conta 40 episódios da História de Portugal ao longo dos séculos. São 40 objectos que atravessam e desvendam mais um pouco da história de Portugal, desde antes da sua fundação até ao século XX. Livro ilustrado, de leitura rápida cativante, repleto de pormenores surpreendentes.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num conceito original, partindo de objectos, todos com imagens a cores, o autor conta 40 episódios da História de Portugal ao longo dos séculos. São 40 objectos que atravessam e desvendam mais um pouco da história de Portugal, desde antes da sua fundação até ao século XX. Livro ilustrado, de leitura rápida cativante, repleto de pormenores surpreendentes.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 1044
Sinopse:
Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa e Nuno Gonçalo Monteiro, professores universitários da nova geração de historiadores, apresentam a História de Portugal num só volume, da Idade Média ao século XXI. Numa narrativa clara e rigorosa, os autores abordam os nove séculos da nossa História através da suas dimensões política, económica, social e cultural, dando uma visão integrada de cada época e momento histórico, colocando, ao mesmo tempo, a História de Portugal no contexto da História da Europa e do Mundo. Com ilustrações a cores, mapas, cronologias e lista de chefes de Estado e governantes, trata-se de uma obra de referência fundamental para compreender o passado e o presente num momento de grandes decisões e escolhas para o futuro de Portugal.
Nº Páginas: 1044
Sinopse:
Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa e Nuno Gonçalo Monteiro, professores universitários da nova geração de historiadores, apresentam a História de Portugal num só volume, da Idade Média ao século XXI. Numa narrativa clara e rigorosa, os autores abordam os nove séculos da nossa História através da suas dimensões política, económica, social e cultural, dando uma visão integrada de cada época e momento histórico, colocando, ao mesmo tempo, a História de Portugal no contexto da História da Europa e do Mundo. Com ilustrações a cores, mapas, cronologias e lista de chefes de Estado e governantes, trata-se de uma obra de referência fundamental para compreender o passado e o presente num momento de grandes decisões e escolhas para o futuro de Portugal.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os portugueses tinham fé, lei e rei. A fé amarrava-os a uma crença e a um ritual da vida e da morte, legitimava a perseguição civil e armada aos mouros e aos "luteros"; a lei e o rei integravam-nos na comunidade que se individualizara no território ocidental da Hispânia desde o século XII. Outro laço, fortíssimo, provinha da partilha de uma língua que se estruturava na fala e na escrita e gerava um tesouro, hoje quase escondido, de textos geográficos, antropológicos, literários, históricos, linguísticos e científicos.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os portugueses tinham fé, lei e rei. A fé amarrava-os a uma crença e a um ritual da vida e da morte, legitimava a perseguição civil e armada aos mouros e aos "luteros"; a lei e o rei integravam-nos na comunidade que se individualizara no território ocidental da Hispânia desde o século XII. Outro laço, fortíssimo, provinha da partilha de uma língua que se estruturava na fala e na escrita e gerava um tesouro, hoje quase escondido, de textos geográficos, antropológicos, literários, históricos, linguísticos e científicos.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O livro conta a história de divergência e convergência entre a Europa e a América, procurando identificar os momentos em que as relações entre Portugal e os Estados Unidos acompanharam, ou não, esta dinâmica mais vasta."
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O livro conta a história de divergência e convergência entre a Europa e a América, procurando identificar os momentos em que as relações entre Portugal e os Estados Unidos acompanharam, ou não, esta dinâmica mais vasta."
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 332
Sinopse:
"Com este livro procurei fazer uma reflexão sobre o que foi a história da atividade médica e assistencial em Portugal e nas terras descobertas durante um período tão intenso e extraordinário da sua história e da história do mundo, época única na qual o nosso país foi um dos principais atores. Por um lado, saber como era ser médico nessa altura, quais eram a sua formação, os seus conhecimentos e a sua prática. Depois, lembrar como foram e como funcionaram os dois principais hospitais reais de então, o Hospital Real de Todos os Santos e o Hospital Real de Goa, e pôr em relevo a visão de governantes como D. João II, D. Manuel I e D. João III e dos seus conselheiros, que precocemente perceberam a necessidade de criar mecanismos de assistência sanitária que acompanhassem o esforço dos Descobrimentos. Por outro lado, dar um panorama do que foi a "medicina e a doença embarcada" e do sofrimento que isso significou para milhares de portugueses que tiveram a coragem de demandar as Índias, o Japão ou os Brasis. Por fim, descobrir e investigar de que forma participaram os médicos e os boticários na Expansão, e relatar as novas doenças existentes ou vindas das novas terras descobertas e em especial o impacte social de uma delas, a sífilis, a mais terrível de todas."
Nº Páginas: 332
Sinopse:
"Com este livro procurei fazer uma reflexão sobre o que foi a história da atividade médica e assistencial em Portugal e nas terras descobertas durante um período tão intenso e extraordinário da sua história e da história do mundo, época única na qual o nosso país foi um dos principais atores. Por um lado, saber como era ser médico nessa altura, quais eram a sua formação, os seus conhecimentos e a sua prática. Depois, lembrar como foram e como funcionaram os dois principais hospitais reais de então, o Hospital Real de Todos os Santos e o Hospital Real de Goa, e pôr em relevo a visão de governantes como D. João II, D. Manuel I e D. João III e dos seus conselheiros, que precocemente perceberam a necessidade de criar mecanismos de assistência sanitária que acompanhassem o esforço dos Descobrimentos. Por outro lado, dar um panorama do que foi a "medicina e a doença embarcada" e do sofrimento que isso significou para milhares de portugueses que tiveram a coragem de demandar as Índias, o Japão ou os Brasis. Por fim, descobrir e investigar de que forma participaram os médicos e os boticários na Expansão, e relatar as novas doenças existentes ou vindas das novas terras descobertas e em especial o impacte social de uma delas, a sífilis, a mais terrível de todas."
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Edição: Jan 1996
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
O objeto básico do nosso estudo é constituído pelas obras literariamente mais qualificadas de língua e autoria originariamente portuguesas, segundo uma perspetiva de desenvolvimento geral das estruturas formais e da matéria humana socialmente comunicável que lhes corresponde.
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
O objeto básico do nosso estudo é constituído pelas obras literariamente mais qualificadas de língua e autoria originariamente portuguesas, segundo uma perspetiva de desenvolvimento geral das estruturas formais e da matéria humana socialmente comunicável que lhes corresponde.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Incontroverso enquanto notável comunicador, José Hermano Saraiva é ainda hoje responsável pelo gosto pela história do nosso país de várias gerações de portugueses. Apesar de ter sido também advogado, político – vereador da Câmara Municipal de Lisboa, deputado à Assembleia Nacional, Ministro da Educação – e diplomata durante a ditadura, foi como comunicador de história na televisão que, fazendo uso dos recursos adquiridos enquanto professor e investigador, ficou na memória de mais gente. Esta História Concisa de Portugal, traduzida em várias línguas, é a mais bem-sucedida das suas obras em livro, e, com ela, o autor procurou dar resposta aos muitos pedidos que, ao longo dos anos, foi recebendo para indicar uma "história de Portugal" abreviada, um livro "que não demorasse muito tempo a ler, mas desse uma imagem global da evolução histórica do povo português", que não contivesse "mais do que o essencial", mas não se ficasse pelo veiculado de forma elementar pelos manuais escolares. Foi esse livro que procurou escrever e que, por apresentar a história de Portugal de forma apaixonada e apaixonante, continua ainda hoje a ser procurado, lido e relido.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Incontroverso enquanto notável comunicador, José Hermano Saraiva é ainda hoje responsável pelo gosto pela história do nosso país de várias gerações de portugueses. Apesar de ter sido também advogado, político – vereador da Câmara Municipal de Lisboa, deputado à Assembleia Nacional, Ministro da Educação – e diplomata durante a ditadura, foi como comunicador de história na televisão que, fazendo uso dos recursos adquiridos enquanto professor e investigador, ficou na memória de mais gente. Esta História Concisa de Portugal, traduzida em várias línguas, é a mais bem-sucedida das suas obras em livro, e, com ela, o autor procurou dar resposta aos muitos pedidos que, ao longo dos anos, foi recebendo para indicar uma "história de Portugal" abreviada, um livro "que não demorasse muito tempo a ler, mas desse uma imagem global da evolução histórica do povo português", que não contivesse "mais do que o essencial", mas não se ficasse pelo veiculado de forma elementar pelos manuais escolares. Foi esse livro que procurou escrever e que, por apresentar a história de Portugal de forma apaixonada e apaixonante, continua ainda hoje a ser procurado, lido e relido.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Viriato - Afonso Henriques - Egas Moniz - Rainha Santa Isabel - Nun’Álvares Pereira - Infante D. Henrique - Álvaro Gonçalves Coutinho, O Magriço - D. João II - Afonso de Albuquerque - Fernão De Magalhães - O Elefante Salomão - Luís Vaz de Camões - Damião De Góis - Fernão Mendes Pinto - Pedro Nunes - Carolina Beatriz Ângelo - Aníbal Milhais, O Soldado Milhões - Aristides de Sousa Mendes - Salgueiro Maia
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luis de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever "Os Lusíadas"? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao Poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa história. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada. Uma narrativa a que as ilustrações de Tiago Gonçalves oferecem um contraponto visual. "Heróis da História de Portugal" é o livro do reencontro com as nossas figuras maiores: com as suas aventuras e com as suas imagens.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luis de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever "Os Lusíadas"? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao Poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa história. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada. Uma narrativa a que as ilustrações de Tiago Gonçalves oferecem um contraponto visual. "Heróis da História de Portugal" é o livro do reencontro com as nossas figuras maiores: com as suas aventuras e com as suas imagens.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Anne Applebaum faz uma reconstrução histórica da origem e evolução dos campos de concentração soviéticos, colocando esta terrível realidade no centro da História do século XX. Com detalhe e precisão, a partir de memórias de prisioneiros e documentação histórica, é-nos relatado o quotidiano no campo: as automutilações para evitar o trabalho forçado, os casamentos entre prisioneiros, a vida de mulheres e crianças, rebeliões e tentativas de fuga. Bem documentado e rigoroso, o livro demonstra que o Gulag nasceu não só da necessidade de isolar aqueles que o Partido Comunista considerava inimigos, mas também para obter uma vasta mão-de-obra escrava que trabalhava a troco de comida em projetos gigantescos como o do canal do mar Branco ou as minas de Kolimá. Depois de descrever o horror organizado pelo regime soviético, Gulag narra como Gorbachev, cuja família foi vítima desta política repressiva, pôs fim a este regime prisional, libertando os cidadãos de um dos sistemas mais perversos e cruéis que o mundo já conheceu.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Anne Applebaum faz uma reconstrução histórica da origem e evolução dos campos de concentração soviéticos, colocando esta terrível realidade no centro da História do século XX. Com detalhe e precisão, a partir de memórias de prisioneiros e documentação histórica, é-nos relatado o quotidiano no campo: as automutilações para evitar o trabalho forçado, os casamentos entre prisioneiros, a vida de mulheres e crianças, rebeliões e tentativas de fuga. Bem documentado e rigoroso, o livro demonstra que o Gulag nasceu não só da necessidade de isolar aqueles que o Partido Comunista considerava inimigos, mas também para obter uma vasta mão-de-obra escrava que trabalhava a troco de comida em projetos gigantescos como o do canal do mar Branco ou as minas de Kolimá. Depois de descrever o horror organizado pelo regime soviético, Gulag narra como Gorbachev, cuja família foi vítima desta política repressiva, pôs fim a este regime prisional, libertando os cidadãos de um dos sistemas mais perversos e cruéis que o mundo já conheceu.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por mais voltas que se dê, é impossível contar a história do Brasil sem falar de Portugal. A vida dos dois países sempre se cruzou mais do que se podia supor. Um enfoque novo e original.É hora de atirar tomates à historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que chocam diretamente com ela. Neste livro mencionamos os erros das vítimas e dos heróis da bondade, bem como as virtudes daqueles que são considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata de um esforço semelhante ao dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo académico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por mais voltas que se dê, é impossível contar a história do Brasil sem falar de Portugal. A vida dos dois países sempre se cruzou mais do que se podia supor. Um enfoque novo e original.É hora de atirar tomates à historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que chocam diretamente com ela. Neste livro mencionamos os erros das vítimas e dos heróis da bondade, bem como as virtudes daqueles que são considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata de um esforço semelhante ao dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo académico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Presentes de norte a sul do território português, os castelos e as cinturas de muralhas que serviram um dia para proteger vilas e cidades são, ainda hoje, testemunhos vivos de um dos períodos mais fascinantes e ricos da História de Portugal. Apesar de detentoras de uma inegável carga simbólica, nomeadamente enquanto formas de ostentação do estatuto social, da riqueza e da autoridade dos seus senhores, as fortalezas medievais foram erguidas sempre com um propósito claramente militar. Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Presentes de norte a sul do território português, os castelos e as cinturas de muralhas que serviram um dia para proteger vilas e cidades são, ainda hoje, testemunhos vivos de um dos períodos mais fascinantes e ricos da História de Portugal. Apesar de detentoras de uma inegável carga simbólica, nomeadamente enquanto formas de ostentação do estatuto social, da riqueza e da autoridade dos seus senhores, as fortalezas medievais foram erguidas sempre com um propósito claramente militar. Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
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