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Nº Páginas: 816
Sinopse:
Provavelmente a mais importante obra sobre a Segunda Guerra Mundial. Desde a sua criação em 1933 até à morte de Hitler em 1945, quem residisse em território controlado pelos nazis vivia com medo de receber uma visita da Gestapo, a polícia política do III Reich. Ninguém estava livre das atenções de uma organização brutalmente eficiente que alastrava a sua influência a todos os cantos da Europa à medida que os alemães iam ocupando mais territórios. "A História Secreta da Gestapo" é o documento mais completo e rigoroso sobre a mais cruel organização da História. Sob as suas ordens, muitos milhares de pessoas foram torturadas e assassinadas, e muitas outras deportadas para campos de concentração. Baseada nos arquivos da Gestapo e em registos de testemunhas, os autores descrevem as origens e os mecanismos da organização, as figuras-chave, os métodos atrozes e como a Gestapo lidou com a segurança interna da Alemanha, incluindo as tentativas de assassinar Hitler. Mergulhar nos horrores da Gestapo é perceber o contexto que levou ao conflito mais sangrento da História, a razão de os nazis enveredarem por um caminho de horror sem paralelo e, em última instância, o porquê de sofrerem uma derrota ignominiosa.
Nº Páginas: 900
Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um manual acessível e de consulta obrigatória sobre o Século XX. Fruto das necessidades decorrentes do comércio internacional e de conflitos armados - como as duas guerras mundiais na primeira metade do século -, registaram-se, durante esses cem anos, colossais progressos científicos, tecnológicos e sociais, que conduziram ao advento do avião comercial, do automóvel, da primeira alunagem, às descobertas no campo das vacinas e dos medicamentos e em inúmeras outras áreas. Do fim dos impérios coloniais à era nuclear, passando por conquistas notáveis dos direitos humanos e a - até então inimaginável - Revolução Digital, o ritmo e o alcance das transformações ocorridas foram extraordinários. Neste livro, conciso mas profundamente rico em conteúdo, as autoras abordam os acontecimentos impressionantes que tiveram lugar num século incomparável, e identificam as personalidades e os momentos mais marcantes desse período da História da Humanidade.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A partir de um extenso trabalho de pesquisa, a autora relata e demarca o papel que o Partido Comunista Português na revolução de Abril de 1974 e nos momentos que a sucederam. Aliando o rigor científico - o texto parte da sua tese, coordenada pelo historiador António Costa Pinto e pelo politólogo Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e colunista, entre outros, do El País e da rádio Cadena Ser - ao texto para o grande público, a autora oferece um documento de enorme importância para a compreensão de um dos momentos ainda mais discutidos da História recente de Portugal
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A História de Jesus para Pessoas com Pressa apresenta-nos Jesus, o homem e o seu legado duradouro. Separando os factos da ficção, o Professor Le Donne situa Jesus no contexto da vida judaica do século I, explorando discussões sobre a sua condição de "Filho de Deus" entre os primeiros cristãos. Le Donne faz uma digressão pela arte medieval europeia, pelas histórias revisionistas, pelos memes contemporâneos da Internet, comparando os vários Jesuses culturais no pensamento do Iluminismo e do pós-Iluminismo.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa." Esta obra de José Mattoso reúne palestras e artigos surgidos entre 1996 e 2013, que abordam temas tão diversos como as relações entre mouros e cristãos no século XI ibérico, as particularidades da religiosidade dos alentejanos, os contactos do Portugal recém-nascido com o mundo, a importância dos lugares e monumentos portugueses classificados como património mundial pela Unesco ou também a vida de Beatriz da Silva, santa portuguesa do século XV. A abrir o livro, um ensaio escrito expressamente para esta edição o qual pode ser visto como uma súmula do pensamento de José Mattoso, um dos mais notáveis historiadores portugueses de sempre, que vê a História como a "base do conhecimento da condição humana" ou mesmo como uma "mestra da vida" que, ao invocar feitos do passado, nos orienta em resoluções do presente. "A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa. Requer um olhar atento, global, pacífico, não interventivo. Um olhar que capta as relações do pequeno com o grande, do singular com o plural, do diferente com o semelhante, do mesmo com o contrário. Um olhar que coloca as coisas na sua ordem, que permite descobrir os géneros e as espécies, que classifica os conjuntos e lhes atribui qualidades. Um olhar que reconhece o movimento e as mutações, sem que a diferença de tempo altere a identidade. Um olhar que compreende os percursos e os destinos da Humanidade, a atração e a repulsa, o amor e o ódio." José Mattoso
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Os espiões e as mensagens em código tiveram um papel crucial na Segunda Guerra Mundial, sendo explorados por todas as nações envolvidas no conflito, para tentar obter conhecimento privilegiado dos inimigos e gerar o caos nos bastidores. Em Secret War, o conhecido jornalista e historiador Sir Max Hastings apresenta um conjunto vasto de personagens fundamentais da Segunda Guerra Mundial, de praticamente todos os países envolvidos, bem como das sagas de informação, resistência e ataque em que se envolveram, com isso revelando uma nova perspetiva sobre o maior conflito da História.
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano. No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de rafael marques, autor do livro diamantes de sangue.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Madrid, Julho de 1936, Calvo Sotelo acaba de ser assassinado. Cinco dias depois desencadeia-se uma revolta militar que irá culminar na Guerra Civil Espanhola. Esta prolongou-se por 33 meses… 986 dias de inferno, durante os quais mais de 600.000 pessoas encontraram a morte numa guerra cruel que deixou um país despedaçado e de luto. A Guerra Civil de Espanha é um relato fidedigno de um período negro na História não só de Espanha, mas de toda a Europa.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra "A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate - Europa, Angola e Moçambique -, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos."
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro narra a história da Europa e dos europeus a partir do seu legado genético, da primeira onda de migração que povoou o continente até aos dias de hoje. Seguindo as pistas deixadas pelo seu ADN e viajando por locais de interesse arqueológico por toda a Europa, a autora traça o nosso passado comum da atualidade até à Pré-História. Bojs visitou vários países para conhecer geneticistas, historiadores e arqueólogos eminentes, acabando por descobrir que os seus (e os nossos) genes contam uma história fascinante, que espelha e acompanha a história da Europa. Esta narrativa científica e de viagem, na primeira pessoa, vai muito além da genealogia pessoal da autora: explora a história escondida nos nossos genes e revela a história partilhada dos povos europeus.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"A Grande Estratégia" é um estudo rigoroso sobre as questões de liderança e uma análise da teoria e da prática estratégica, em períodos que vão da Antiguidade à Segunda Guerra Mundial, feita à luz do pensamento de grandes figuras como Heródoto, Tucídides, Sun Tzu, Augusto, Santo Agostinho, Maquiavel, Clausewitz, Tolstoy, Lincoln ou Franklin D. Roosevelt. Repleto de exemplos sugestivos de liderança e pensamento estratégico, de Xerxes, rei dos Persas, às estratégias de Churchill e Roosevelt na Segunda Grande Guerra, Gaddis traz-nos o seu profundo conhecimento da História num estilo de escrita ligeiro e agradável. Para todos os envolvidos em questões de liderança, ou interessados nesta arte, este livro é uma lição de alto nível.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
As razões que levaram o infante D. Henrique a conduzir com invulgar tenacidade um projeto tão exigente e tão prolongado como foi o dos chamados "descobrimentos" é uma questão que ainda hoje merece análise. Este projeto não constituiu um mero episódio fugaz, que tenha aparecido e logo depois desaparecido sem consequências permanentes. Pelo contrário, os descobrimentos deram origem a uma modificação radical da História da Humanidade, que se prolonga até aos nossos dias. Na base de tudo esteve sempre a geografia, que naqueles tempos era matéria muito difícil de conhecer em vastas zonas do globo. Na presente obra o autor procura compreender de que forma o infante D. Henrique abordou esta questão, que era afinal decisiva para o sucesso do seu projeto.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Para mim a História não é a comemoração do passado, mas uma forma de interpretar o presente. Ao descobrir a relação entre o ontem e o hoje, creio poder decifrar a ordem possível do mundo, imaginária, porventura, mas indispensável à minha própria sobrevivência, para não me diluir a mim mesmo no caos de um mundo fenomenal, sem referências nem sentido." "José Mattoso" Ao longo dos anos José Mattoso partilhou o seu saber em palestras e conferências, para "libertar uma voz" que o ultrapassava, para se juntar "à sinfonia da História". Nesses seus textos, aqui reunidos, desenvolve temas como a construção crítica do texto historiográfico — que métodos e condições exige e que problemas coloca —, a contemplação, a geografia histórica, a iluminura, o milenarismo ou o ensino da História. Conteúdo da obra I. A escrita: A escrita da História. História — arte ou ciência. Novos rumos da historiografia. Breves reflexões sobre o individual e o coletivo em História. Se a História pode ser contemplativa. II. O ensino: A função social da História no mundo de hoje. Lendas e mitos no ensino da História. A importância do texto literário no ensino da História. A História hoje: que História ensinar? III. Os materiais: Renovar os arquivos para renovar a História. O arquivo e a identificação. Os arquivos oficiais e a construção social do passado. A publicação de fontes documentais e o progresso da ciência histórica em Portugal. Investigação histórica e interpretação literária de textos medievais. Perguntas dos historiadores aos linguistas. IV. Os temas: Portugal e a Europa. História nacional e nacionalismo. A formação de uma identidade nacional. A história regional e local. A reconstituição dos espaços do passado. A mulher e a família. O sagrado e o profano. A intimidade na arte. O imaginário da iluminura medieval. Reflexões sobre os milenarismos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os muros estão a crescer. As políticas nacionalistas estão em ascensão. Milhares de quilómetros de vedações foram erguidas nos últimos dez anos e estão a redefinir a nossa paisagem política. Existem muitas razões para erguermos muros, já que há tantos temas que nos dividem: saúde, raça, religião, dinheiro, política. Na Europa, as ruturas da última década ameaçam não só a unidade europeia, mas também, em alguns países, a própria democracia. Na China, a necessidade de conter as divisões forjadas pelo capitalismo definirá o futuro da nação. Nos Estados Unidos, a justificação para o muro na fronteira com o México explora o medo americano. Entender o que nos divide, no passado e no presente, é essencial para compreender tudo o que se está a passar no mundo. China, Estados Unidos da América, Israel e Palestina, Médio Oriente, África, Europa e Reino Unido são alguns dos territórios que Tim Marshall aborda neste livro fascinante onde analisa as falhas que irão moldar o mundo nos próximos anos.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Estes cartazes e panfletos propagandísticos fazem parte de uma guerra - a guerra colonial entre as tropas portuguesas e os guerrilheiros da FRELIMO, no norte de Moçambique. Contam a história da multiplicidade étnica e linguística desse território, e ilustram a complexidade psicológica de um conflito de guerrilhas. Nesta guerra, como em todas as outras, houve vencedores e vencidos. Mas os homens e mulheres moçambicanos que passaram para o lado do ocupante fizeram a mais trágica e inglória das escolhas: na sua maioria foram presos, torturados ou executados. O objectivo deste livro é impedir que esta história caia no esquecimento.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China, somos recordados com frequência, é um milagre económico. Mesmo aqueles que duvidam de que a democracia possa surgir na esteira da prosperidade não têm como questionar o êxito do Partido Comunista na "abertura" do país, ao transformar uma economia asfixiada pelo planeamento estatal numa florescente economia de mercado em apenas uma geração. Mas que sabemos realmente sobre a China? Todas as informações são duvidosas, parciais ou distorcidas. A riqueza crescente da China não está em causa, mas raramente se dá a importância devida à vasta dívida acumulada que sustenta esse crescimento. Se a economia crescer mais depressa do que a dívida, esta será absorvida, mas a dívida continua a crescer mais depressa do que a economia. Estaremos perante um gigantesco esquema de Ponzi? Dikötter desmonta o mito do milagre económico da China. Uma investigação extensa e convincente de leitura obrigatória para todos os que se interessam pela China.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A Chegada das Trevas é a história largamente desconhecida - e profundamente chocante - de como uma religião militante pôs deliberadamente fim aos ensinamentos do mundo clássico, abrindo caminho a séculos de adesão inquestionável à "única e verdadeira fé". O Império Romano foi generoso na aceitação e assimilação de novas crenças. Mas com a chegada do Cristianismo tudo mudou. Esta nova fé, apesar de pregar a paz, era violenta e intolerante. Assim que se tornou a religião do império, os zelosos cristãos deram início ao extermínio dos deuses antigos - os altares foram destruídos, os templos demolidos, as estátuas despedaçadas e os sacerdotes assassinados. Os livros, incluindo grandes obras de Filosofia e de Ciência, foram queimados na pira. Foi a aniquilação. Levando os leitores ao longo do Mediterrâneo - de Roma a Alexandria, da Bitínia, no norte da Turquia, a Alexandria, e pelos desertos da Síria até Atenas -, A Chegada das Trevas é um relato vívido e profundamente detalhado de séculos de destruição.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
O primeiro de dois volumes, À Beira do Abismo é a monumental nova história da Europa moderna e um dos maiores triunfos de Ian Kershaw. No Verão de 1914, a maior parte da Europa mergulhou numa guerra tão catastrófica que levou gerações a recuperar dela. O desastre aterrorizou os seus sobreviventes, chocados por a civilização que assumiam ser o modelo para o resto do mundo ter sucumbido à barbaridade. Em 1939, os europeus iniciariam um segundo conflito que provou ser ainda pior - uma guerra que tinha na morte de civis um objectivo central, e cujo fim não impediu que a violência continuasse, moldando um continente retalhado que emergia. "Um grande feito… Dificilmente existe um guia mais judicioso para esta terra sangrenta..." The Sunday Times
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Há sessenta e seis milhões de anos, os dinossauros, as mais temíveis feras que alguma vez habitaram a Terra, extinguiram-se quase de um momento para o outro. No entanto, ainda hoje exercem um enorme fascínio sobre nós, apesar de a sua existência permanecer um dos maiores mistérios do nosso planeta. Steve Brusatte, paleontólogo especializado em biologia evolutiva e uma das mais brilhantes figuras da paleontologia da atualidade, é responsável pela identificação de 15 novas espécies de dinossauros. As suas investigações científicas e no terreno que resultaram na descoberta de factos surpreendentes sobre estas fascinantes criaturas e deram origem a uma história completa, surpreendente e inovadora dos dinossauros. Recorrendo à ciência e a tecnologia de ponta para dar vida a este mundo perdido, Steve Brusatte lança uma nova luz sobre as suas origens enigmáticas, o seu desenvolvimento espetacular, a espantosa diversidade de espécies, a extinção cataclísmica que sofreram, mas também sobre o seu inquietante legado com que ainda convivemos atualmente. Contendo mais de setenta fotografias e ilustrações originais, A Ascensão e Queda dos Dinossauros — Uma Nova História de um Mundo Perdido leva-nos numa viagem que começa no início do período Triásico e se prolonga por 200 milhões de anos até ao apogeu dos dinossauros nos períodos Jurássico e Cretácico, quando os T. rex, os Triceratops, os Brontossaurus e outros dominavam a Terra. E, claro, sem esquecer também as teorias científicas relativas ao que provocou a extinção brutal e repentina que varreu os dinossauros do planeta. Escrita num estilo conciso e cativante, longe dos formalismos académicos, esta é uma obra acessível a todas as idades. Repleta de factos científicos, contém ainda histórias entusiasmantes e divertidas vividas pelo autor no seu trabalho de campo um pouco por todo o mundo, incluindo em Portugal. Com prefácio de Octávio Mateus
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: Mais de 80 mapas e documentos, todos totalmente actualizados, lançam luz sobre as muitas origens da violência no Médio Oriente, uma entidade geopolítica que se estende da Turquia ao Iémen e do Egipto ao Irão: As raízes históricas dos conflitos actuais desde o colapso do Império Otomano. Os impasses políticos dos regimes autoritários e os excessos nacionalistas, islâmicos e sionistas. Petróleo, gás, água, terras: recursos estratégicos muito disputados. Os interesses e as estratégias das grandes potências da região. Nos conflitos do Médio Oriente, na Síria, no Iémen, no Iraque e em Israel-Palestina, está em jogo o destino de Estados, de povos e de sociedades civis, por vezes em frangalhos. Para que a estabilidade regional seja possível, é essencial compreender as origens da violência
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 152
Sinopse: Solidão de Israel, o mais pungente livro de Bernard-Henri Lévy, é um impressionante ensaio escrito com emoção, cólera e razão, uma dramática meditação sobre o destino dos judeus e de Israel. O que se passou no 7 de Outubro de 2023? Que choque sentiu a alma judia perante o mais bárbaro pogrom depois do Holocausto? Estaremos perante mais uma etapa na guerra mundial contra as democracias? E que ligação há entre o assalto terrorista do Hamas e a guerra da Ucrânia? O facto é que, por trás do terror do Hamas, está o rosto do Irão, da Turquia, da Rússia de Putin, da China e do islamismo sunita. Face a esse ataque tem ou não Israel o direito a defender-se? «Sim, mas» «Sim, mas o contexto», responderão muitos profissionais da desculpa e do esquecimento, curiosamente da extrema-direita à extrema-esquerda. E é a esses de Lévy responde, com veemência e claríssima argumentação, que se conclui numa cruel constatação: se Israel perder uma guerra essa s
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse: Atlas das Religiões, de Frank Tétart, é uma fascinante incursão pelas diferentes crenças e pelas suas dinâmicas com a identidade individual, o poder e a geopolítica. Neste atlas, há chaves para poder compreender vários conflitos actuais, pois, e contrariando a aparente secularização em curso nas sociedades desde o fim da Segunda Guerra Mundial, as religiões voltam a assumir um papel fundamental na identidade de muitos povos e indivíduos. Em bom rigor, o mundo é mais religioso em 2024 do que era em 1970. E a verdade é que as identidades religiosas são frequentemente mobilizadas pelos poderes políticos ou por grupos para acentuar quadros de conflito. Com mais de 120 mapas e infografias, o Atlas das Religiões, de Frank Tétart, analisa a génese das religiões e a geografia religiosa do mundo no século xxi, numa cartografia que realça a dimensão espacial dos fenómenos religiosos e dá sentido a acontecimentos recentes, como a expansão do islão jihadista
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: Este Atlas Histórico da Rússia leva-nos numa viagem que vai de Ivan III, «grão-príncipe de Moscovo e de toda a Rússia» no século XV,a Vladimir Putin,presidente cujo poder absoluto está a abalar a cena internacional. O leitor encontra aqui um balanço das transformações estruturais que a Rússia viveu e continua a viver.O Atlas Histórico da Rússia oferece-nos a história: Da Rússia imperial,uma potência em expansão desde o século XV, Da Rússia soviética,forjada sob uma imensa violência política e social,que ao mesmo tempo deu origem a um novo mundo urbano e industrial; Do período pós-soviético,que viu a Rússia,após um período de recuo e incerteza,tentar recuperar a sua antiga grandeza processo que continua até aos dias de hoje. O Atlas Histórico da Rússia,com mais de 90 mapas e infografias,apresenta a História da Rússia,com vários mapas revelando a projecção internacional da URSS nno quadro da divisão bipolar do mundo.No final, os
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: Elogio da Leitura é um ensaio intemporal sobre o valor de se ler reflectidamente e o papel transformador que os livros podem ter na nossa vida. Publicado na revista La Renaissance latine em 1905 e, em 1906, como prefácio para a tradução do próprio Proust de Sesame and Lilies, de John Ruskin, o texto descreve as alegrias e desafios que a literatura oferece, assim como o poder que folhear um livro, sentir o seu aroma e lê-lo com verdadeiro prazer tem de moldar a nossa visão de nós mesmos, dos outros e do mundo, de acender debates e paixões, e de nos oferecer consolo nos dias mais difíceis. Considerado um dos mais belos textos de Proust, o autor leva-nos até à sua infância, aos dias de férias passados a ler, a reflectir e a aceder a experiências e a pensamentos que não os seus, levado pela imaginação para um caminho de enriquecimento e desenvolvimento.
