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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A crise económica que assombra a Europa nos últimos anos teve um impacto profundo em Portugal, onde acentuou também a polarização entre direita e esquerda em várias dimensões da vida política e social. O regresso em força do termo "direita" à sombra do governo PSD-CDS (2011-2015) sugere a necessidade de uma reflexão aprofundada sobre esta categoria do político e sobre a sua evolução ao longo dos quarenta anos da democracia.Este livro oferece um conjunto de reflexões e análises acerca de várias dimensões de actuação desta família política. Os autores focalizam a evolução da opinião pública e dos dois principais partidos (PSD e CDS) em termos de oferta e procura política, assim como de modificação da proposta programática e até abandono das raízes doutrinárias originárias. A actuação das direitas em âmbitos relevantes como a cultura, os valores e a economia permite, assim, especificar as diferenças internas a esta mesma família política.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A crise económica que assombra a Europa nos últimos anos teve um impacto profundo em Portugal, onde acentuou também a polarização entre direita e esquerda em várias dimensões da vida política e social. O regresso em força do termo "direita" à sombra do governo PSD-CDS (2011-2015) sugere a necessidade de uma reflexão aprofundada sobre esta categoria do político e sobre a sua evolução ao longo dos quarenta anos da democracia.Este livro oferece um conjunto de reflexões e análises acerca de várias dimensões de actuação desta família política. Os autores focalizam a evolução da opinião pública e dos dois principais partidos (PSD e CDS) em termos de oferta e procura política, assim como de modificação da proposta programática e até abandono das raízes doutrinárias originárias. A actuação das direitas em âmbitos relevantes como a cultura, os valores e a economia permite, assim, especificar as diferenças internas a esta mesma família política.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de dominação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambicanos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos? Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tarde se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em circunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de dominação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambicanos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos? Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tarde se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em circunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Paris, março de 1314. Jacques de Molay e Geoffroi de Charney são levados para a fogueira. Diante de uma multidão expectante, Jacques de Molay lança uma maldição aos que os condenaram injustamente. Um mês depois, o Papa Clemente V, que ajudou a condenar os Cavaleiros do Templo, morre. Filipe IV de França, outro dos perseguidores, teve o mesmo destino alguns meses mais tarde. Seguiram-se a fome, a peste e as revoltas. Seria esta a manifestação da maldição lançada por Jacques de Molay? "A Maldição dos Templários" mostra a perseguição, tortura e julgamento dos Cavaleiros do Templo, a que se seguiu um castigo eterno. Apresentando a dissolução da Ordem depois do julgamento de 1307, este livro fascinante detalha as consequências da perseguição aos Templários e o seu misterioso legado. Maldições, crueldade, intriga política, vingança… O que esteve verdadeiramente na origem da queda da Ordem Templária?
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Paris, março de 1314. Jacques de Molay e Geoffroi de Charney são levados para a fogueira. Diante de uma multidão expectante, Jacques de Molay lança uma maldição aos que os condenaram injustamente. Um mês depois, o Papa Clemente V, que ajudou a condenar os Cavaleiros do Templo, morre. Filipe IV de França, outro dos perseguidores, teve o mesmo destino alguns meses mais tarde. Seguiram-se a fome, a peste e as revoltas. Seria esta a manifestação da maldição lançada por Jacques de Molay? "A Maldição dos Templários" mostra a perseguição, tortura e julgamento dos Cavaleiros do Templo, a que se seguiu um castigo eterno. Apresentando a dissolução da Ordem depois do julgamento de 1307, este livro fascinante detalha as consequências da perseguição aos Templários e o seu misterioso legado. Maldições, crueldade, intriga política, vingança… O que esteve verdadeiramente na origem da queda da Ordem Templária?
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste seu aclamado sucesso de vendas, James Hawes conta a história do país mais admirado e temido da Europa, de Júlio César a Angela Merkel. Com mais de 100 mapas e imagens, é uma nova, concisa e acessível tentativa de responder à questão: os Alemães são, na verdade, eles ou nós?
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste seu aclamado sucesso de vendas, James Hawes conta a história do país mais admirado e temido da Europa, de Júlio César a Angela Merkel. Com mais de 100 mapas e imagens, é uma nova, concisa e acessível tentativa de responder à questão: os Alemães são, na verdade, eles ou nós?
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Uma análise da Maçonaria ao longo dos tempos de rara imparcialidade e amplitude histórica. Fenómeno associativo singular, a Maçonaria, na sua expressão mais ancestral - as lojas operativas - surge, sobretudo durante o apogeu do estilo gótico, entre as corporações de construtores (arquitetos, canteiros e pedreiros) da Europa Medieval, mas é a partir do início do século XVIII que, com o novo modelo de lojas especulativas - cujo papel nas revoluções liberais foi fundamental -, começa a desfrutar de grande reconhecimento social e político. Co efeito, devido à capacidade de antecipar as mais significativas transformações sociai e políticas, a Maçonaria, soube, através das suas diferentes Obediências e respetivos Ritos, enraizar-se tão profundamente na vida das sociedades que conseguiu atrair um extraordinário número de seguidores tanto na Europa como na América: intelectuais, artistas, cientistas e políticos das mais diversas nacionalidades e convicções, inclusive religiosas. A tradição e a lenda têm transmitido ao longo dos tempos a ideia de que as Lojas maçónicas sempre operaram de forma oculta e clandestina, a fim de resguardar as suas atividades do olhar dos "profanos", e por isso as suas cerimónias, em especial a da "iniciação", continuam a ser objeto de análise e controvérsia. Este livro, escrito com rara imparcialidade e amplitude histórica, pretende abordar as práticas que essas associações de "homens livres e de bons costumes" têm vindo a desenvolver ao longo dos séculos, penetrando, tanto quanto possível, o seu significado simbólico.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Uma análise da Maçonaria ao longo dos tempos de rara imparcialidade e amplitude histórica. Fenómeno associativo singular, a Maçonaria, na sua expressão mais ancestral - as lojas operativas - surge, sobretudo durante o apogeu do estilo gótico, entre as corporações de construtores (arquitetos, canteiros e pedreiros) da Europa Medieval, mas é a partir do início do século XVIII que, com o novo modelo de lojas especulativas - cujo papel nas revoluções liberais foi fundamental -, começa a desfrutar de grande reconhecimento social e político. Co efeito, devido à capacidade de antecipar as mais significativas transformações sociai e políticas, a Maçonaria, soube, através das suas diferentes Obediências e respetivos Ritos, enraizar-se tão profundamente na vida das sociedades que conseguiu atrair um extraordinário número de seguidores tanto na Europa como na América: intelectuais, artistas, cientistas e políticos das mais diversas nacionalidades e convicções, inclusive religiosas. A tradição e a lenda têm transmitido ao longo dos tempos a ideia de que as Lojas maçónicas sempre operaram de forma oculta e clandestina, a fim de resguardar as suas atividades do olhar dos "profanos", e por isso as suas cerimónias, em especial a da "iniciação", continuam a ser objeto de análise e controvérsia. Este livro, escrito com rara imparcialidade e amplitude histórica, pretende abordar as práticas que essas associações de "homens livres e de bons costumes" têm vindo a desenvolver ao longo dos séculos, penetrando, tanto quanto possível, o seu significado simbólico.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial justifica-se uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade. Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo. Entre julho de 1914 e novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia. Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial justifica-se uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade. Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo. Entre julho de 1914 e novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia. Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 236
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário da implantação da República em Portugal, torna-se quase obrigatório tentar compreender as circunstâncias que permitiram que essa eclosão se verificasse numa Europa de monarquias. O que terá acontecido para que o "doce" e "pacato" Portugal, no primeiro decénio do século XX, fosse extremando posições chegando ao ponto de, por via revolucionária, depor a monarquia da Casa de Bragança? Neste livro, dirigido ao grande público, os autores esboçam o quadro de referência geral que possibilita compreender a emergência do regime e das instituições republicanas. Além de um enquadramento histórico, estrutural e longo, não circunscrito exclusivamente a Portugal, Pedro Brandão e António Chaves Fidalgo descrevem a acção da Maçonaria e as suas relações, quer com a Carbonária, quer com o Directório do Partido Republicano, na coordenação do movimento insurreccional que começa na madrugada de três de Outubro e termina na manhã de cinco de 1910.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário da implantação da República em Portugal, torna-se quase obrigatório tentar compreender as circunstâncias que permitiram que essa eclosão se verificasse numa Europa de monarquias. O que terá acontecido para que o "doce" e "pacato" Portugal, no primeiro decénio do século XX, fosse extremando posições chegando ao ponto de, por via revolucionária, depor a monarquia da Casa de Bragança? Neste livro, dirigido ao grande público, os autores esboçam o quadro de referência geral que possibilita compreender a emergência do regime e das instituições republicanas. Além de um enquadramento histórico, estrutural e longo, não circunscrito exclusivamente a Portugal, Pedro Brandão e António Chaves Fidalgo descrevem a acção da Maçonaria e as suas relações, quer com a Carbonária, quer com o Directório do Partido Republicano, na coordenação do movimento insurreccional que começa na madrugada de três de Outubro e termina na manhã de cinco de 1910.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Biografia do Padre Joaquim Carreira, personagem muito relevante da História de Portugal no século XX, mas quase desconhecido no nosso país. Escrita por António Marujo, que tem investigado sobre a vida deste padre nos últimos anos, esta obra mostrará como Joaquim Carreira abrigou judeus durante a ocupação nazi de Roma, entre Setembro de 1943 e Julho de 1944, quando era reitor do Colégio Pontifício Português da capital italiana. Os seus esforços e coragem foram já reconhecidos pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém, tendo sido o quarto português a entrar na lista desta instituição.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Biografia do Padre Joaquim Carreira, personagem muito relevante da História de Portugal no século XX, mas quase desconhecido no nosso país. Escrita por António Marujo, que tem investigado sobre a vida deste padre nos últimos anos, esta obra mostrará como Joaquim Carreira abrigou judeus durante a ocupação nazi de Roma, entre Setembro de 1943 e Julho de 1944, quando era reitor do Colégio Pontifício Português da capital italiana. Os seus esforços e coragem foram já reconhecidos pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém, tendo sido o quarto português a entrar na lista desta instituição.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Da linguagem à cultura, da idade da pedra à era virtual, o relato de como os humanos inventaram a história. Quando analisava três livros de História sem relação aparente, Tamim Ansary reparou num facto curioso e provocador: a construção da Grande Muralha da China influenciou a queda do Império Romano. Intrigado com esta interligação, prosseguiu a sua investigação e encontrou mais exemplos. A conquista de Jerusalém no século XII podia ser ligada à perda de colheitas na Escandinávia séculos antes. A invenção do descaroçador de algodão nos Estados Unidos devastou a vida familiar na África subsariana… e a lista parecia não ter fim. Embora estejamos cada vez mais interligados, vivemos em muitos mundos diferentes. O que conhecemos como História do Mundo é uma mera narrativa social centrada em alguém, dependente de fatores geográficos, religiosos ou políticos. Há uma narrativa eurocêntrica, uma islamocêntrica, uma sinocêntrica e muitas outras. Elas cimentam-se à medida que rejeitam as ideias que desgastam a sua estrutura e acolhem as ideias que a corroboram. Todos queremos fazer parte de algo maior, mas, para entrevermos a estrada à nossa frente, temos de olhar para a que ficou para trás. Como foi que chegámos aqui? E, no mundo extraordinário de hoje, podemos criar novas narrativas suficientemente inclusivas e globais para construir um futuro melhor para a humanidade?
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Da linguagem à cultura, da idade da pedra à era virtual, o relato de como os humanos inventaram a história. Quando analisava três livros de História sem relação aparente, Tamim Ansary reparou num facto curioso e provocador: a construção da Grande Muralha da China influenciou a queda do Império Romano. Intrigado com esta interligação, prosseguiu a sua investigação e encontrou mais exemplos. A conquista de Jerusalém no século XII podia ser ligada à perda de colheitas na Escandinávia séculos antes. A invenção do descaroçador de algodão nos Estados Unidos devastou a vida familiar na África subsariana… e a lista parecia não ter fim. Embora estejamos cada vez mais interligados, vivemos em muitos mundos diferentes. O que conhecemos como História do Mundo é uma mera narrativa social centrada em alguém, dependente de fatores geográficos, religiosos ou políticos. Há uma narrativa eurocêntrica, uma islamocêntrica, uma sinocêntrica e muitas outras. Elas cimentam-se à medida que rejeitam as ideias que desgastam a sua estrutura e acolhem as ideias que a corroboram. Todos queremos fazer parte de algo maior, mas, para entrevermos a estrada à nossa frente, temos de olhar para a que ficou para trás. Como foi que chegámos aqui? E, no mundo extraordinário de hoje, podemos criar novas narrativas suficientemente inclusivas e globais para construir um futuro melhor para a humanidade?
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Do autor de a Teoria de Tudo, este é o relato da angústia que a Grã-Bretanha viveu em 1940, a partir do dia 10, quando as tropas de Hitler começaram a invasão da Holanda, até ao dia 29, quando os soldados derrotados pelos alemães, embarcaram em Dunquerque para se refugiarem na Inglaterra. Esta história é frequentemente contada em tom épico, mas desta feita o relato centra-se na figura de Winston Churchill, no contexto frágil e único daqueles dias incertos, reconstruído com base em extensa documentação, incluindo as discussões do governo, dentro e fora do parlamento e com os testemunhos dos seus contemporâneos. Anthony McCarten mostra-nos a dúvida de Churchill - que admitiu negociar com Hitler, aceitando a vitória que colocou toda a Europa nas suas mãos - e descobre-nos a evolução que levou o primeiro-ministro britânico a manifestar, a 4 de junho, a decisão final de não se render, num discurso que mudaria o curso da história.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Do autor de a Teoria de Tudo, este é o relato da angústia que a Grã-Bretanha viveu em 1940, a partir do dia 10, quando as tropas de Hitler começaram a invasão da Holanda, até ao dia 29, quando os soldados derrotados pelos alemães, embarcaram em Dunquerque para se refugiarem na Inglaterra. Esta história é frequentemente contada em tom épico, mas desta feita o relato centra-se na figura de Winston Churchill, no contexto frágil e único daqueles dias incertos, reconstruído com base em extensa documentação, incluindo as discussões do governo, dentro e fora do parlamento e com os testemunhos dos seus contemporâneos. Anthony McCarten mostra-nos a dúvida de Churchill - que admitiu negociar com Hitler, aceitando a vitória que colocou toda a Europa nas suas mãos - e descobre-nos a evolução que levou o primeiro-ministro britânico a manifestar, a 4 de junho, a decisão final de não se render, num discurso que mudaria o curso da história.
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