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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Atualmente, recordamos a "Friends" como um ícone da comédia dos anos noventa, quando a paixão pela ficção televisiva começava a despontar. Porém, em 1994, quando a série estreou, ninguém esperava que tivesse um sucesso tão avassalador. A jornalista Kelsey Miller, especializada em cultura pop, revive os momentos mais relevantes da série, falando das circunstâncias mais polémicas e examinando as tendências mundiais a que deu lugar, como a cultura contemporânea do café e o corte de cabelo ao estilo da Rachel, que fez furor nos anos noventa. O relato de Miller não só permite compreender como se forjava a "Friends", como segue a ascensão dos atores para o estrelato e revela a relação complexa que estabeleceram com as suas personagens. "I’ll be There for You" é a retrospetiva definitiva sobre a "Friends", não só para os fãs da série, como para qualquer pessoa que alguma vez se tenha questionado porque esta comédia televisiva teve um impacto tão duradouro. Seis amigos que se transformaram numa família. Uma série televisiva que continua a ser um fenómeno mundial.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Atualmente, recordamos a "Friends" como um ícone da comédia dos anos noventa, quando a paixão pela ficção televisiva começava a despontar. Porém, em 1994, quando a série estreou, ninguém esperava que tivesse um sucesso tão avassalador. A jornalista Kelsey Miller, especializada em cultura pop, revive os momentos mais relevantes da série, falando das circunstâncias mais polémicas e examinando as tendências mundiais a que deu lugar, como a cultura contemporânea do café e o corte de cabelo ao estilo da Rachel, que fez furor nos anos noventa. O relato de Miller não só permite compreender como se forjava a "Friends", como segue a ascensão dos atores para o estrelato e revela a relação complexa que estabeleceram com as suas personagens. "I’ll be There for You" é a retrospetiva definitiva sobre a "Friends", não só para os fãs da série, como para qualquer pessoa que alguma vez se tenha questionado porque esta comédia televisiva teve um impacto tão duradouro. Seis amigos que se transformaram numa família. Uma série televisiva que continua a ser um fenómeno mundial.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Há séculos que o bom senso e a ciência nos dizem que o ser humano é um animal de instintos e pulsões básicas, cuja natureza violenta e egoísta só com dificuldade é contida pelas leis e normas sociais, e que este verniz sofisticado é superficial, capaz de estalar à mínima provocação. Rutger Bregman, historiador e autor do bestseller internacional Utopia para Realistas, leu a investigação, foi à raiz dos mitos, entrevistou protagonistas de notícias mediáticas e cientistas de renome e propõe-nos uma visão realista, inovadora e revolucionária do Homo sapiens. E se clássicos literários como O Deus das Moscas tiverem contrapontos da vida real em que as crianças se organizam e cooperam? E se as experiências paradigmáticas da psicologia que nos mostram que o poder sobre o outro corrompe tiverem sido mal interpretadas? Rutger Bregman demonstra que é mais fácil acreditar na "banalidade do mal" devido ao trauma deixado pelos conflitos do século xx, à tendência que temos para pensar o pior da nossa espécie e até à predileção por uma boa história, mas que, na evolução como na história, a entreajuda se sobrepõe à competição, o altruísmo à maldade e a confiança à desconfiança. Um livro para derrubar tabus e inaugurar uma nova conceção da natureza humana. Tem coragem de descobrir que talvez esteja errado, no melhor sentido possível?
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Há séculos que o bom senso e a ciência nos dizem que o ser humano é um animal de instintos e pulsões básicas, cuja natureza violenta e egoísta só com dificuldade é contida pelas leis e normas sociais, e que este verniz sofisticado é superficial, capaz de estalar à mínima provocação. Rutger Bregman, historiador e autor do bestseller internacional Utopia para Realistas, leu a investigação, foi à raiz dos mitos, entrevistou protagonistas de notícias mediáticas e cientistas de renome e propõe-nos uma visão realista, inovadora e revolucionária do Homo sapiens. E se clássicos literários como O Deus das Moscas tiverem contrapontos da vida real em que as crianças se organizam e cooperam? E se as experiências paradigmáticas da psicologia que nos mostram que o poder sobre o outro corrompe tiverem sido mal interpretadas? Rutger Bregman demonstra que é mais fácil acreditar na "banalidade do mal" devido ao trauma deixado pelos conflitos do século xx, à tendência que temos para pensar o pior da nossa espécie e até à predileção por uma boa história, mas que, na evolução como na história, a entreajuda se sobrepõe à competição, o altruísmo à maldade e a confiança à desconfiança. Um livro para derrubar tabus e inaugurar uma nova conceção da natureza humana. Tem coragem de descobrir que talvez esteja errado, no melhor sentido possível?
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Desde o surgimento do Homo sapiens na árvore evolutiva dos grandes primatas e a revolução cognitiva sem paralelo que isso representou há 50 mil anos, a capacidade da nossa espécie entender e modificar o seu ambiente revelou-se ilimitada. Contudo, o mistério da natureza humana permanece insondável. Aquilo que realmente somos e o que nos move desafia a racionalidade. Durante séculos, cientistas, filósofos e líderes espirituais questionaram-se sobre o nosso "como" e o nosso "porquê". Este livro tem, por fim, as respostas: porque é que desejamos a liberdade, mas precisamos de ordem, porque é que somos a espécie mais fútil, apesar de nos considerarmos superiores a todas as outras, e porque é que continuamos reféns de ideologias contraditórias - democracia ou totalitarismo, excesso ou frugalidade, espiritualidade ou materialismo… Do extremismo ideológico à crise energética, este livro explica-nos por fim porque fazemos o que fazemos, porque somos como somos. Piazza é um intrépido explorador da evolução e da biologia, oferecendo-nos uma leitura totalmente nova do ser humano, das suas motivações e dos seus excessos. Só ligando os pontos, como o autor faz neste livro, é possível ver a nossa história como um todo, com as implicações revolucionárias que isso nos traz. Uma mudança de paradigma que pode abrir novas portas à nossa evolução.
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Sinopse:
Desde o surgimento do Homo sapiens na árvore evolutiva dos grandes primatas e a revolução cognitiva sem paralelo que isso representou há 50 mil anos, a capacidade da nossa espécie entender e modificar o seu ambiente revelou-se ilimitada. Contudo, o mistério da natureza humana permanece insondável. Aquilo que realmente somos e o que nos move desafia a racionalidade. Durante séculos, cientistas, filósofos e líderes espirituais questionaram-se sobre o nosso "como" e o nosso "porquê". Este livro tem, por fim, as respostas: porque é que desejamos a liberdade, mas precisamos de ordem, porque é que somos a espécie mais fútil, apesar de nos considerarmos superiores a todas as outras, e porque é que continuamos reféns de ideologias contraditórias - democracia ou totalitarismo, excesso ou frugalidade, espiritualidade ou materialismo… Do extremismo ideológico à crise energética, este livro explica-nos por fim porque fazemos o que fazemos, porque somos como somos. Piazza é um intrépido explorador da evolução e da biologia, oferecendo-nos uma leitura totalmente nova do ser humano, das suas motivações e dos seus excessos. Só ligando os pontos, como o autor faz neste livro, é possível ver a nossa história como um todo, com as implicações revolucionárias que isso nos traz. Uma mudança de paradigma que pode abrir novas portas à nossa evolução.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Portugal está ligado ao mar desde os seus primórdios. Criada com a nacionalidade, a marinha portuguesa tem uma história que se confunde com a da Nação. Ao longo dos seus quase 900 anos de história, muitos foram os homens que se evidenciaram como navegadores, descobridores, cartógrafos, cientistas, estrategas, construtores navais. José António Rodrigues Pereira, antigo director do Museu de Marinha, apresenta-nos mais de 50 homens que foram fundamentais para a história marítima portuguesa. De D. Fuas Roupinho, comandante das galés de D. Afonso Henriques e que foi o primeiro a obter uma vitória no mar contra os mouros, até Alpoim Galvão, oficial da Armada que se distinguiu na Guerra do Ultramar. E também figuras incontornáveis como Gil Eanes, Diogo Cão, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Pedro Nunes ou os reis D. Luís I e D. Carlos. Mas este livro resgata ainda personalidades menos conhecidas como Pedro e Jorge Reinel, considerados os melhores cartógrafos do seu tempo, Gabriel Ançã, que se destacou no socorro a náufragos, ou Afonso Júlio de Cerqueira, oficial da Armada que se notabilizou nas campanhas militares no Sul de Angola, durante a Primeira Guerra Mundial. Todos estes homens marcaram de forma inequívoca a História Marítima portuguesa pela sua experiência, modo como souberam transmitir o seu saber e a sua visão inovadora, coragem e sagacidade.
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Portugal está ligado ao mar desde os seus primórdios. Criada com a nacionalidade, a marinha portuguesa tem uma história que se confunde com a da Nação. Ao longo dos seus quase 900 anos de história, muitos foram os homens que se evidenciaram como navegadores, descobridores, cartógrafos, cientistas, estrategas, construtores navais. José António Rodrigues Pereira, antigo director do Museu de Marinha, apresenta-nos mais de 50 homens que foram fundamentais para a história marítima portuguesa. De D. Fuas Roupinho, comandante das galés de D. Afonso Henriques e que foi o primeiro a obter uma vitória no mar contra os mouros, até Alpoim Galvão, oficial da Armada que se distinguiu na Guerra do Ultramar. E também figuras incontornáveis como Gil Eanes, Diogo Cão, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Pedro Nunes ou os reis D. Luís I e D. Carlos. Mas este livro resgata ainda personalidades menos conhecidas como Pedro e Jorge Reinel, considerados os melhores cartógrafos do seu tempo, Gabriel Ançã, que se destacou no socorro a náufragos, ou Afonso Júlio de Cerqueira, oficial da Armada que se notabilizou nas campanhas militares no Sul de Angola, durante a Primeira Guerra Mundial. Todos estes homens marcaram de forma inequívoca a História Marítima portuguesa pela sua experiência, modo como souberam transmitir o seu saber e a sua visão inovadora, coragem e sagacidade.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Celebraram-se, a 30 de abril de 2015, os setenta anos sobre o suicídio de Hitler. No entanto, terá Hitler realmente morrido no seu bunker? Os seus restos mortais nunca foram encontrados… Eric Frattini teve acesso a numerosos testemunhos e documentação da época que demonstram a incerteza que rodeia a sua morte e as pistas sobre a suposta fuga de Hitler e da sua esposa, Eva Braun, colocando-as agora, pela primeira vez, ao dispor dos leitores. O autor consultou mais de duas mil páginas de documentos que falam da fuga de Hitler nos arquivos do FBI, CIA, MI6, OSS, KGB, FSB e CEANA (Comissão de Esclarecimento das Atividades Nazis na Argentina). Ficará nas mãos do leitor decidir se o homem mais odiado do mundo acabou os seus dias com um disparo na cabeça fechado num bunker obscuro ou numa confortável casa nalgum local perdido na Patagónia.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Celebraram-se, a 30 de abril de 2015, os setenta anos sobre o suicídio de Hitler. No entanto, terá Hitler realmente morrido no seu bunker? Os seus restos mortais nunca foram encontrados… Eric Frattini teve acesso a numerosos testemunhos e documentação da época que demonstram a incerteza que rodeia a sua morte e as pistas sobre a suposta fuga de Hitler e da sua esposa, Eva Braun, colocando-as agora, pela primeira vez, ao dispor dos leitores. O autor consultou mais de duas mil páginas de documentos que falam da fuga de Hitler nos arquivos do FBI, CIA, MI6, OSS, KGB, FSB e CEANA (Comissão de Esclarecimento das Atividades Nazis na Argentina). Ficará nas mãos do leitor decidir se o homem mais odiado do mundo acabou os seus dias com um disparo na cabeça fechado num bunker obscuro ou numa confortável casa nalgum local perdido na Patagónia.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Milagres que nunca existiram, um filho que bate na mãe, um irmão que bate noutro irmão, execuções e assassinatos num país de brandos costumes, heróis que afinal não foram assim tão bonzinhos, reis loucos num país de loucuras, aliados piores que o pior dos inimigos, batalhas vitoriosas com uma mãozinha divina ou grandes desastres militares, traições e conspirações de vão de escada, um rei com gosto por freiras, outro impotente que não conseguia satisfazer a mulher, um governo que nem cinco minutos durou, um atentado onde tudo correu mal e o visado saiu ileso, um ditador temível que resistiu 40 anos no poder até cair de uma cadeira de lona... Podem parecer-lhe históricas anedóticas, falsas, absolutamente surreais. Muitas delas nunca nos foram contadas na escola. Mas fique a saber que são quadros bem reais e fazem parte dos nove séculos da História de Portugal. Sabia por exemplo que nunca houve uma escola náutica em Sagres, que frei Miguel Contreiras nunca existiu? Que D. Pedro, além de D. Inês, amou também o seu escudeiro? Que a morte dos Távora envolve sexo, mentiras e política? Sabia que Vasco da Gama, herói das Descobertas, era temido por ser um homem cruel? Que Palma Inácio foi o primeiro pirata do ar?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Milagres que nunca existiram, um filho que bate na mãe, um irmão que bate noutro irmão, execuções e assassinatos num país de brandos costumes, heróis que afinal não foram assim tão bonzinhos, reis loucos num país de loucuras, aliados piores que o pior dos inimigos, batalhas vitoriosas com uma mãozinha divina ou grandes desastres militares, traições e conspirações de vão de escada, um rei com gosto por freiras, outro impotente que não conseguia satisfazer a mulher, um governo que nem cinco minutos durou, um atentado onde tudo correu mal e o visado saiu ileso, um ditador temível que resistiu 40 anos no poder até cair de uma cadeira de lona... Podem parecer-lhe históricas anedóticas, falsas, absolutamente surreais. Muitas delas nunca nos foram contadas na escola. Mas fique a saber que são quadros bem reais e fazem parte dos nove séculos da História de Portugal. Sabia por exemplo que nunca houve uma escola náutica em Sagres, que frei Miguel Contreiras nunca existiu? Que D. Pedro, além de D. Inês, amou também o seu escudeiro? Que a morte dos Távora envolve sexo, mentiras e política? Sabia que Vasco da Gama, herói das Descobertas, era temido por ser um homem cruel? Que Palma Inácio foi o primeiro pirata do ar?
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Condicionados pela responsabilidade, proibidos de casar por amor verdadeiro… as histórias de amor de reis e rainhas são muitas vezes completamente diferentes dos romances de contos de fadas dos livros infantis.Este livro desvenda as verdadeiras histórias dos assuntos do coração de reis e rainhas, desde a trágica história de amor de Luis XVI e Maria Antonieta até ao controverso casamento de Eduardo VIII com a americana divorciada Wallis Simpson; e desde a paixão ardente de D. Pedro I de Portugal por Inês de Castro, até ao amor eterno entre o xazar Nicolau II e a czarina Alexandra.As 14 histórias de amor deste livro mostram-nos perspectivas fascinantes da realeza ao longo dos últimos sete séculos.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Condicionados pela responsabilidade, proibidos de casar por amor verdadeiro… as histórias de amor de reis e rainhas são muitas vezes completamente diferentes dos romances de contos de fadas dos livros infantis.Este livro desvenda as verdadeiras histórias dos assuntos do coração de reis e rainhas, desde a trágica história de amor de Luis XVI e Maria Antonieta até ao controverso casamento de Eduardo VIII com a americana divorciada Wallis Simpson; e desde a paixão ardente de D. Pedro I de Portugal por Inês de Castro, até ao amor eterno entre o xazar Nicolau II e a czarina Alexandra.As 14 histórias de amor deste livro mostram-nos perspectivas fascinantes da realeza ao longo dos últimos sete séculos.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Histórias Coloniais descreve conflitos sociais significativos e determinantes nas antigas colónias portuguesas. Estes acontecimentos retratam a violência e a brutalidade de uma dominação colonial insensível aos problemas das populações e mostram, ainda, a forma como contribuíram para a formação da consciência nacionalista e como acabaram por acelerar o caminho para a independência dos territórios (ou para a sua integração nos países a que pertenciam). São oito os episódios, um por cada antiga colónia portuguesa, desenvolvidos pelos autores Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus neste seu livro póstumo. Algumas histórias são praticamente desconhecidas; outras, graças ao acesso a novas fontes encontradas pelos autores, têm aqui versões mais completas do que aquelas que até agora eram do conhecimento público. Neste livro, recuamos a épocas de vincada opressão colonial em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé, Goa, Macau e Timor-Leste, numa viagem ao passado que começa no final da década de 1920 e termina em meados dos anos 60, passando pelas vésperas do início da Guerra Colonial, com um dos acontecimentos mais sangrentos e simultaneamente obscuros da presença portuguesa em África: o massacre nos campos de algodão da Baixa do Cassanje, em Angola.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Histórias Coloniais descreve conflitos sociais significativos e determinantes nas antigas colónias portuguesas. Estes acontecimentos retratam a violência e a brutalidade de uma dominação colonial insensível aos problemas das populações e mostram, ainda, a forma como contribuíram para a formação da consciência nacionalista e como acabaram por acelerar o caminho para a independência dos territórios (ou para a sua integração nos países a que pertenciam). São oito os episódios, um por cada antiga colónia portuguesa, desenvolvidos pelos autores Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus neste seu livro póstumo. Algumas histórias são praticamente desconhecidas; outras, graças ao acesso a novas fontes encontradas pelos autores, têm aqui versões mais completas do que aquelas que até agora eram do conhecimento público. Neste livro, recuamos a épocas de vincada opressão colonial em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé, Goa, Macau e Timor-Leste, numa viagem ao passado que começa no final da década de 1920 e termina em meados dos anos 60, passando pelas vésperas do início da Guerra Colonial, com um dos acontecimentos mais sangrentos e simultaneamente obscuros da presença portuguesa em África: o massacre nos campos de algodão da Baixa do Cassanje, em Angola.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Da batalha de São Mamede a Aljubarrota, da Conquista de Ceuta a Alcácer-Quibir, da Restauração às Invasões Francesas, da Batalha de La Lys às missões no Líbano ou no Afeganistão. As guerras da Fundação e da Independência. A construção do império e a descolonização. As guerras civis e as revoluções. As Guerras Liberais e a implantação da República. A ditadura militar, o 25 de Abril e a democracia. Os historiadores Nuno Severiano Teixeira, Francisco Contente Domingues e João Gouveia Monteiro cobrem quase mil anos de História, desde 1096 aos tempos que vivemos, analisando o recrutamento e a composição dos exércitos, das armadas e, mais recentemente, da força aérea. A evolução do armamento e das tecnologias militares. A arte da guerra. As estratégias, as táticas e as operações. História Militar de Portugal fala-nos destes aspetos ao pormenor, mas também nos apresenta a guerra e as guerras em contexto, nas suas relações com a economia, a sociedade, o poder politico - e a nossa identidade enquanto nação.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Da batalha de São Mamede a Aljubarrota, da Conquista de Ceuta a Alcácer-Quibir, da Restauração às Invasões Francesas, da Batalha de La Lys às missões no Líbano ou no Afeganistão. As guerras da Fundação e da Independência. A construção do império e a descolonização. As guerras civis e as revoluções. As Guerras Liberais e a implantação da República. A ditadura militar, o 25 de Abril e a democracia. Os historiadores Nuno Severiano Teixeira, Francisco Contente Domingues e João Gouveia Monteiro cobrem quase mil anos de História, desde 1096 aos tempos que vivemos, analisando o recrutamento e a composição dos exércitos, das armadas e, mais recentemente, da força aérea. A evolução do armamento e das tecnologias militares. A arte da guerra. As estratégias, as táticas e as operações. História Militar de Portugal fala-nos destes aspetos ao pormenor, mas também nos apresenta a guerra e as guerras em contexto, nas suas relações com a economia, a sociedade, o poder politico - e a nossa identidade enquanto nação.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A "História do Português Desde O Big Bang" visita a mais remota história da língua, muito antes do latim: mostra a origem das línguas da Europa, como se desenvolveu o português na Península, quem deu nome à língua, o que aconteceu no Brasil e como o português se transformou noutras línguas, os crioulos, que revelam muito mais sobre a humanidade do que pensamos. No final, o livro também imagina como será a língua daqui a 500 anos, quando "Os Lusíadas" fizerem mil anos. Que língua se falará então? Este livro baseia-se em ciências como a física e a biologia para contar a história da nossa língua. Só compreenderemos a origem do português se compreendermos a origem da humanidade e só compreenderemos o funcionamento da língua se compreendermos o cérebro humano e o Universo em que se insere. A "História do Português desde o Big Bang" tem uma visão original da humanidade, plasmada numa ideia, a do círculo da traduzibilidade. O filho de qualquer ser humano pode aprender qualquer língua humana — e não aprende nenhuma linguagem animal, por mais que tente. Tudo o que um ser humano diz ou escreve pode ser traduzido para todas as línguas da humanidade, por qualquer pessoa, independentemente da raça ou do sexo. No entanto, a humanidade nunca poderia falar uma só língua. Estamos condenados a traduzir. Também por isso, a ideia da intraduzibilidade é profundamente contrária à ideia de humanidade. Um livro que muda a nossa visão da língua e do mundo.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A "História do Português Desde O Big Bang" visita a mais remota história da língua, muito antes do latim: mostra a origem das línguas da Europa, como se desenvolveu o português na Península, quem deu nome à língua, o que aconteceu no Brasil e como o português se transformou noutras línguas, os crioulos, que revelam muito mais sobre a humanidade do que pensamos. No final, o livro também imagina como será a língua daqui a 500 anos, quando "Os Lusíadas" fizerem mil anos. Que língua se falará então? Este livro baseia-se em ciências como a física e a biologia para contar a história da nossa língua. Só compreenderemos a origem do português se compreendermos a origem da humanidade e só compreenderemos o funcionamento da língua se compreendermos o cérebro humano e o Universo em que se insere. A "História do Português desde o Big Bang" tem uma visão original da humanidade, plasmada numa ideia, a do círculo da traduzibilidade. O filho de qualquer ser humano pode aprender qualquer língua humana — e não aprende nenhuma linguagem animal, por mais que tente. Tudo o que um ser humano diz ou escreve pode ser traduzido para todas as línguas da humanidade, por qualquer pessoa, independentemente da raça ou do sexo. No entanto, a humanidade nunca poderia falar uma só língua. Estamos condenados a traduzir. Também por isso, a ideia da intraduzibilidade é profundamente contrária à ideia de humanidade. Um livro que muda a nossa visão da língua e do mundo.
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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
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