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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Alguns dos acontecimentos mundiais mais importantes de que nos recordamos não aconteceram exatamente como nos foi dado a saber. As operações de falsa bandeira são tão antigas quanto a guerra, mas continuam a ser um método muito eficaz usado pelos Estados para manipular a opinião pública e justificar ações bélicas ou intervenções duvidosas. Do conveniente incêndio do Reichstag em 1933, orquestrado por Hitler, à recente tentativa de golpe de Estado na Turquia, Eric Frattini mostra-nos que nem tudo é o que parece. A Manipulação da Verdade levanta o véu sobre as operações de falsa bandeira mais relevantes da nossa História recente, produto de uma investigação apurada e bem documentada, e apresenta-nos os factos como eles são.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Alguns dos acontecimentos mundiais mais importantes de que nos recordamos não aconteceram exatamente como nos foi dado a saber. As operações de falsa bandeira são tão antigas quanto a guerra, mas continuam a ser um método muito eficaz usado pelos Estados para manipular a opinião pública e justificar ações bélicas ou intervenções duvidosas. Do conveniente incêndio do Reichstag em 1933, orquestrado por Hitler, à recente tentativa de golpe de Estado na Turquia, Eric Frattini mostra-nos que nem tudo é o que parece. A Manipulação da Verdade levanta o véu sobre as operações de falsa bandeira mais relevantes da nossa História recente, produto de uma investigação apurada e bem documentada, e apresenta-nos os factos como eles são.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que têm em comum as escolas mais bem-sucedidas, com projetos educativos ricos e inovadores? Há princípios, práticas e dinâmicas que distinguem as melhores escolas. Manifesto para uma Escola (Quase) Perfeita identifica os factores que fazem a diferença para a harmonia e o sucesso e assume-se como um convite a todos os profissionais da educação, pais e alunos para que se juntem a este movimento de ação e transformação das escolas portuguesas.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que têm em comum as escolas mais bem-sucedidas, com projetos educativos ricos e inovadores? Há princípios, práticas e dinâmicas que distinguem as melhores escolas. Manifesto para uma Escola (Quase) Perfeita identifica os factores que fazem a diferença para a harmonia e o sucesso e assume-se como um convite a todos os profissionais da educação, pais e alunos para que se juntem a este movimento de ação e transformação das escolas portuguesas.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Publicado em 1915 o "Manifesto Anti-Dantas" foi uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo próprio Almada Negreiros. [Contém 1 CD com 22'41'']
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Publicado em 1915 o "Manifesto Anti-Dantas" foi uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo próprio Almada Negreiros. [Contém 1 CD com 22'41'']
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Antes de fugir para o Brasil, D. Maria I já se encontrava louca. Passava por períodos de frenesi e supunha que o seu próprio corpo estava oco. No Rio de Janeiro, imaginava que o Diabo se escondia no Pão de Açúcar. Como foi que a vida sexual de D. Afonso VI e os seus órgãos genitais acabaram escrutinados num tribunal que ambicionava demonstrar que o soberano era impotente, louco e incapaz de governar? Hoje é possível entender os bastidores das acções destes monarcas? O Marquês de Pombal encontrar-se-ia tão obcecado com os jesuítas que só admitia conversas que os visassem. Entre os muitos que encarcerou e matou, conta-se o padre Malagrida. Qual dos dois era menos equilibrado? O iluminista que do beato fez herege para o queimar na fogueira ou o roupeta-preta que assumia a autoria de milagres e exorcismos? Um dia, Antero de Quental sentou-se num banco de um jardim público e deu dois tiros na cabeça. Porque foi que esse poeta-herói encerrou assim a sua vida? Fernando Pessoa revelou, desde cedo, uma grande preocupação com a sua própria sanidade mental, adoptando diferentes classificações psiquiátricas para si mesmo. Estaria louco ou apenas com medo? A psicóloga clínica Joana Amaral Dias traça o retrato psicológico destas e de outras personagens tidas como loucas. Baseada numa investigação histórica cuidada e na leitura de escritos e registos biográficos e autobiográficos - cartas, diários, etc. -, a autora revela-nos a dor psíquica destas figuras, bem como o seu respectivo diagnóstico clínico. Porém Joana Amaral Dias vai mais longe e, nesta viagem aos universos mentais de portugueses célebres, questiona os rótulos com que estes foram marcados e os tratamentos a que foram sujeitos - da fogueira a sanguessugas, dos banhos gelados aos choques eléctricos, das tareias ao apedrejamento. Uma reflexão original sobre a forma como ao longo dos tempos a sociedade encarou a doença mental e acerca das alianças que a Psiquiatria estabeleceu com o poder e a própria loucura.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Antes de fugir para o Brasil, D. Maria I já se encontrava louca. Passava por períodos de frenesi e supunha que o seu próprio corpo estava oco. No Rio de Janeiro, imaginava que o Diabo se escondia no Pão de Açúcar. Como foi que a vida sexual de D. Afonso VI e os seus órgãos genitais acabaram escrutinados num tribunal que ambicionava demonstrar que o soberano era impotente, louco e incapaz de governar? Hoje é possível entender os bastidores das acções destes monarcas? O Marquês de Pombal encontrar-se-ia tão obcecado com os jesuítas que só admitia conversas que os visassem. Entre os muitos que encarcerou e matou, conta-se o padre Malagrida. Qual dos dois era menos equilibrado? O iluminista que do beato fez herege para o queimar na fogueira ou o roupeta-preta que assumia a autoria de milagres e exorcismos? Um dia, Antero de Quental sentou-se num banco de um jardim público e deu dois tiros na cabeça. Porque foi que esse poeta-herói encerrou assim a sua vida? Fernando Pessoa revelou, desde cedo, uma grande preocupação com a sua própria sanidade mental, adoptando diferentes classificações psiquiátricas para si mesmo. Estaria louco ou apenas com medo? A psicóloga clínica Joana Amaral Dias traça o retrato psicológico destas e de outras personagens tidas como loucas. Baseada numa investigação histórica cuidada e na leitura de escritos e registos biográficos e autobiográficos - cartas, diários, etc. -, a autora revela-nos a dor psíquica destas figuras, bem como o seu respectivo diagnóstico clínico. Porém Joana Amaral Dias vai mais longe e, nesta viagem aos universos mentais de portugueses célebres, questiona os rótulos com que estes foram marcados e os tratamentos a que foram sujeitos - da fogueira a sanguessugas, dos banhos gelados aos choques eléctricos, das tareias ao apedrejamento. Uma reflexão original sobre a forma como ao longo dos tempos a sociedade encarou a doença mental e acerca das alianças que a Psiquiatria estabeleceu com o poder e a própria loucura.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quem disse que as estrelas do rock and roll não acordam com as galinhas? Entre dúvidas existenciais como esta, confissões íntimas e imagens notáveis dos bastidores e dos palcos da digressão dos 40 anos da Comercial, este é o indispensável álbum de recordações dos espetáculos "Manhãs in the Night" e dos momentos de magia que o talento de um grupo muito especial levou às plateias de todo o país. Um cocktail de humor, alegria e percalços com a marca inconfundível dos ases das Manhãs da Comercial - Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Vera Fernandes e o convidado especial Ricardo Araújo Pereira.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quem disse que as estrelas do rock and roll não acordam com as galinhas? Entre dúvidas existenciais como esta, confissões íntimas e imagens notáveis dos bastidores e dos palcos da digressão dos 40 anos da Comercial, este é o indispensável álbum de recordações dos espetáculos "Manhãs in the Night" e dos momentos de magia que o talento de um grupo muito especial levou às plateias de todo o país. Um cocktail de humor, alegria e percalços com a marca inconfundível dos ases das Manhãs da Comercial - Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Vera Fernandes e o convidado especial Ricardo Araújo Pereira.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mamas & Badanas é um livro único que explora o mais profundo do imaginário e das motivações secre-tas dos escritores portugueses. Começa por esquartejar as badanas e contracapas dos livros, o que lhe permite desvendar factos insólitos e as mais recônditas ligações entre esses textos assombrosos e o subterrâneo psíquico dos autores nacionais. Depois analisa em profundidade a devoção contemporânea pelos peitos das senhoras, apresentados obsessivamente como um par de mamas descomunais, feitas à medida da nossa mania das grandezas e da mentira dos nossos desejos. É no cruzamento destas duas situações que o livro vai ganhando uma força tão envolvente que o leitor pasma. E estremece. Baseado numa investigação independente, que vai directa ao âmago das coisas, Mamas & Badanas entra na literatura portuguesa como uma broca num dente cariado e inaugura um género absolutamente novo em que sátira, niilismo e tragicomédia se medem frente a frente e se entrelaçam em cadências variadas. Mescla de palavras fortes, ternas e irónicas, Mamas & Badanas é a mais desconcertante obra do nosso tempo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mamas & Badanas é um livro único que explora o mais profundo do imaginário e das motivações secre-tas dos escritores portugueses. Começa por esquartejar as badanas e contracapas dos livros, o que lhe permite desvendar factos insólitos e as mais recônditas ligações entre esses textos assombrosos e o subterrâneo psíquico dos autores nacionais. Depois analisa em profundidade a devoção contemporânea pelos peitos das senhoras, apresentados obsessivamente como um par de mamas descomunais, feitas à medida da nossa mania das grandezas e da mentira dos nossos desejos. É no cruzamento destas duas situações que o livro vai ganhando uma força tão envolvente que o leitor pasma. E estremece. Baseado numa investigação independente, que vai directa ao âmago das coisas, Mamas & Badanas entra na literatura portuguesa como uma broca num dente cariado e inaugura um género absolutamente novo em que sátira, niilismo e tragicomédia se medem frente a frente e se entrelaçam em cadências variadas. Mescla de palavras fortes, ternas e irónicas, Mamas & Badanas é a mais desconcertante obra do nosso tempo.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste livro, escrito a partir dos admiráveis textos que publica na revista XIS, a autora volta a abordar sob diversos ângulos a sua mensagem: acreditar que a alegria é possível e que vale a pena insistir em viver neste mundo cheio de dificuldades, tristezas e dores. Abordando todo o tipo de problemas comportamentais que envolvem os nossos dias, as palavras de Maria José abrem portas para interpretações positivas e para soluções construtivas. No fim de cada texto, a busca do equílibrio pessoal, o reforço da alegria de viver e a crença no amor incondicional saem sempre vencedores.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste livro, escrito a partir dos admiráveis textos que publica na revista XIS, a autora volta a abordar sob diversos ângulos a sua mensagem: acreditar que a alegria é possível e que vale a pena insistir em viver neste mundo cheio de dificuldades, tristezas e dores. Abordando todo o tipo de problemas comportamentais que envolvem os nossos dias, as palavras de Maria José abrem portas para interpretações positivas e para soluções construtivas. No fim de cada texto, a busca do equílibrio pessoal, o reforço da alegria de viver e a crença no amor incondicional saem sempre vencedores.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
No chamado "Caso Maddie", a única certeza é a de que, na noite do dia 3 de maio de 2007, depois das 22h00, na Praia da Luz, no Algarve, foi dado um alerta de desaparecimento de uma criança britânica, com a idade aproximada de 4 anos. Rapto planeado? Rapto motivado por gratificação sexual? Desaparecimento voluntário? Responsabilidades dos pais ou de outros com o dever de guarda da criança? Morte acidental (com ou sem ingestão de medicamentos para dormir)? Morte nas horas ou nos dias anteriores ao alerta de desaparecimento? Não se sabe. Mas já há um suspeito. Construiu-se um suspeito sem sequer se ter provado a existência de um rapto e, principalmente, sem se conhecer a vítima. Hoje, sabe-se muito de um suspeito, sejam verdades ou mentiras, mas pouco, ou quase nada, sobre a vítima. Não se sabe, por exemplo, se era alvo de abusos, como parece sugerir o episódio de Maiorca. Por outro lado, Maddie parecia denotar dificuldades de fala para uma criança de 4 anos. Mas falta o historial clínico da criança, que constitui um mistério. Nem os pais o deram, nem as autoridades britânicas permitiram que se lhe acedesse. O que sabe a polícia britânica? E os detetives contratados pelos pais? Até quando irá a justiça portuguesa manter a sua neutralidade num caso cuja jurisdição é sua? Após milhões de euros e libras gastos, a família insiste na tese do rapto, procura-se um pedófilo, a polícia alemã investiga de forma incongruente e o caso continua no ponto em que se encontrava em 2007. Quem esconde a verdade? A criança misteriosamente desaparecida merece uma investigação objetiva e séria.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
No chamado "Caso Maddie", a única certeza é a de que, na noite do dia 3 de maio de 2007, depois das 22h00, na Praia da Luz, no Algarve, foi dado um alerta de desaparecimento de uma criança britânica, com a idade aproximada de 4 anos. Rapto planeado? Rapto motivado por gratificação sexual? Desaparecimento voluntário? Responsabilidades dos pais ou de outros com o dever de guarda da criança? Morte acidental (com ou sem ingestão de medicamentos para dormir)? Morte nas horas ou nos dias anteriores ao alerta de desaparecimento? Não se sabe. Mas já há um suspeito. Construiu-se um suspeito sem sequer se ter provado a existência de um rapto e, principalmente, sem se conhecer a vítima. Hoje, sabe-se muito de um suspeito, sejam verdades ou mentiras, mas pouco, ou quase nada, sobre a vítima. Não se sabe, por exemplo, se era alvo de abusos, como parece sugerir o episódio de Maiorca. Por outro lado, Maddie parecia denotar dificuldades de fala para uma criança de 4 anos. Mas falta o historial clínico da criança, que constitui um mistério. Nem os pais o deram, nem as autoridades britânicas permitiram que se lhe acedesse. O que sabe a polícia britânica? E os detetives contratados pelos pais? Até quando irá a justiça portuguesa manter a sua neutralidade num caso cuja jurisdição é sua? Após milhões de euros e libras gastos, a família insiste na tese do rapto, procura-se um pedófilo, a polícia alemã investiga de forma incongruente e o caso continua no ponto em que se encontrava em 2007. Quem esconde a verdade? A criança misteriosamente desaparecida merece uma investigação objetiva e séria.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
De norte a sul de Portugal continental, aos Açores e à Madeira, Lugares Santos de Portugal dá-nos a conhecer não só alguns dos nossos mais belos santuários, mas também a sua História e as lendas e festas religiosas a eles associadas. Este livro foi pensado para um público não especializado, que procure referências a locais, tradições e devoções, levando-nos numa viagem pela vivência religiosa histórica e tradicional portuguesa, caldeada na noção judeo-cristã de um Deus que se manifesta nos cumes dos montes, nas árvores, na água, nas grutas, na fundura dos vales, quase sempre para dizer a quem o procura: "Constrói-me aqui uma casa porque quero morar contigo."
Nº Páginas: 352
Sinopse:
De norte a sul de Portugal continental, aos Açores e à Madeira, Lugares Santos de Portugal dá-nos a conhecer não só alguns dos nossos mais belos santuários, mas também a sua História e as lendas e festas religiosas a eles associadas. Este livro foi pensado para um público não especializado, que procure referências a locais, tradições e devoções, levando-nos numa viagem pela vivência religiosa histórica e tradicional portuguesa, caldeada na noção judeo-cristã de um Deus que se manifesta nos cumes dos montes, nas árvores, na água, nas grutas, na fundura dos vales, quase sempre para dizer a quem o procura: "Constrói-me aqui uma casa porque quero morar contigo."
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste sétimo título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer todo o fascínio dos calendários sagrados e das festas e peregrinações de Portugal: dos cruzeiros aos caminhos de Santiago; das pedras baloiçantes às grutas e mouras encantadas; das aparições aos cultos dos santos.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste sétimo título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer todo o fascínio dos calendários sagrados e das festas e peregrinações de Portugal: dos cruzeiros aos caminhos de Santiago; das pedras baloiçantes às grutas e mouras encantadas; das aparições aos cultos dos santos.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É impossível passar pela Quinta do Comandante, em Oliveira de Azeméis, e ficar indiferente ao edifício em avançado estado de degradação que ali se ergue. Atrás daquelas paredes em ruínas tanto se escondem histórias de amor como episódios trágicos com um final surpreendente. Numa certa noite, o comandante Batista de Carvalho juntou um grupo de amigos e familiares para uma festa. A meio do jantar levantou-se, dirigiu-se ao quarto, pegou num revólver e suicidou-se. Não é caso único nas tragédias que assolam os lugares abandonados de Portugal. A 10 de Julho de 1957, a GNR avançou sobre a população do Colmeal, em Figueira de Castelo Rodrigo. Houve mortos, feridos e no fim da luta, ninguém ficou na aldeia para contar a história. O silêncio passou a ser o único habitante daquela que é apenas uma das muitas aldeias abandonadas de Portugal. Na quinta da Arealva, à beira Tejo, em Almada, ainda restam os armazéns, o cais e até os rótulos dos vinhos, negócio que, em 1757, trouxe os O'Neill para Portugal. A família viveu na quinta por várias gerações, mas a azáfama acabou por dar lugar ao vazio que ali perdura. Os lugares abandonados são uma viagem fascinante ao passado. Saber o que foi aquele lugar, quem ali viveu, o que aconteceu e porquê, perceber o que restou, de tudo isso nos falam os escombros ou as paredes que se mantiveram de pé. De uma forma geral, somos surpreendidos com o que descobrimos. Neste livro, a jornalista Vanessa Fidalgo percorre o país de norte a sul e revela-nos a história de dezenas de lugares abandonados. Recupera personagens que os habitaram, as suas vivências, amores e desamores, os episódios que conferiram a esses locais uma alma e uma memória. São histórias de aldeias inteiras que, de um dia para o outro, ficaram abandonadas; de estações ferroviárias onde o apito dos comboios deixou de se ouvir; de mansões e palacetes em que o silêncio se instalou como uma herança maldita.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É impossível passar pela Quinta do Comandante, em Oliveira de Azeméis, e ficar indiferente ao edifício em avançado estado de degradação que ali se ergue. Atrás daquelas paredes em ruínas tanto se escondem histórias de amor como episódios trágicos com um final surpreendente. Numa certa noite, o comandante Batista de Carvalho juntou um grupo de amigos e familiares para uma festa. A meio do jantar levantou-se, dirigiu-se ao quarto, pegou num revólver e suicidou-se. Não é caso único nas tragédias que assolam os lugares abandonados de Portugal. A 10 de Julho de 1957, a GNR avançou sobre a população do Colmeal, em Figueira de Castelo Rodrigo. Houve mortos, feridos e no fim da luta, ninguém ficou na aldeia para contar a história. O silêncio passou a ser o único habitante daquela que é apenas uma das muitas aldeias abandonadas de Portugal. Na quinta da Arealva, à beira Tejo, em Almada, ainda restam os armazéns, o cais e até os rótulos dos vinhos, negócio que, em 1757, trouxe os O'Neill para Portugal. A família viveu na quinta por várias gerações, mas a azáfama acabou por dar lugar ao vazio que ali perdura. Os lugares abandonados são uma viagem fascinante ao passado. Saber o que foi aquele lugar, quem ali viveu, o que aconteceu e porquê, perceber o que restou, de tudo isso nos falam os escombros ou as paredes que se mantiveram de pé. De uma forma geral, somos surpreendidos com o que descobrimos. Neste livro, a jornalista Vanessa Fidalgo percorre o país de norte a sul e revela-nos a história de dezenas de lugares abandonados. Recupera personagens que os habitaram, as suas vivências, amores e desamores, os episódios que conferiram a esses locais uma alma e uma memória. São histórias de aldeias inteiras que, de um dia para o outro, ficaram abandonadas; de estações ferroviárias onde o apito dos comboios deixou de se ouvir; de mansões e palacetes em que o silêncio se instalou como uma herança maldita.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisbon is a city bathed by a clear, magical light. Everyone knows this side of the city but few are aware of the mysterious shadows cast by that same light. The stories within these pages lift the veil over episodes sometimes unimaginable, others brutally realistic, others yet of comical irony, whilst others may cause goosebumps. Mummies kept in crypts, buried cities, nuns who lived like princesses, museums forgotten by time, statues that refuse to stand still, an enigmatic castle, serpents that protect the future king: these are just some of the episodes among the many mysterious tales one might recount about Lisbon. An unique and unknown Lisbon to be discovered in the pages of this book.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisbon is a city bathed by a clear, magical light. Everyone knows this side of the city but few are aware of the mysterious shadows cast by that same light. The stories within these pages lift the veil over episodes sometimes unimaginable, others brutally realistic, others yet of comical irony, whilst others may cause goosebumps. Mummies kept in crypts, buried cities, nuns who lived like princesses, museums forgotten by time, statues that refuse to stand still, an enigmatic castle, serpents that protect the future king: these are just some of the episodes among the many mysterious tales one might recount about Lisbon. An unique and unknown Lisbon to be discovered in the pages of this book.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
História de todas as revoluções e violentas lutas políticas que se travaram em Portugal ao longo do século XX, tendo como principal cenário a cidade de Lisboa.Do historiador academicamente reconhecido como sumidade da história contemporânea de Portugal e simultaneamente um grande narrador.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
História de todas as revoluções e violentas lutas políticas que se travaram em Portugal ao longo do século XX, tendo como principal cenário a cidade de Lisboa.Do historiador academicamente reconhecido como sumidade da história contemporânea de Portugal e simultaneamente um grande narrador.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisboa teve um papel essencial na história da Segunda Guerra Mundial, apesar de não ter sido disparada uma só arma na cidade. A única cidade europeia onde, tanto os Aliados como o Eixo, podiam operar abertamente, foi um lar temporário para grande parte da realeza exilada, mais de um milhão de refugiados à procura de passagem para os Estados Unidos, espiões, polícia secreta, capitães da indústria, banqueiros, judeus proeminentes, escritores e artistas, prisioneiros que haviam escapado, e negociantes do mercado negro. Um oficial de operações descreveu o dia a dia do aeroporto de Lisboa, em 1944, como o filme Casablanca vezes vinte. Nesta narrativa fascinante, o conhecido historiador Neill Lochery tira partido dos seus contactos portugueses, acesso a registos recentemente descobertos da polícia secreta portuguesa e arquivos bancários, e outros documentos não publicados, para oferecer um retrato revelador daquilo que aconteceu nos bastidores da Guerra. Lochery conta como Portugal, um pequeno país pobre, tentou freneticamente manter-se neutro no meio de pressões extraordinárias, sobrevivendo à guerra não só intacto, mas também significativamente mais rico. A emergência do País como uma nação próspera da União Europeia seria financiada em parte, como se provou, por ouro nazi.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisboa teve um papel essencial na história da Segunda Guerra Mundial, apesar de não ter sido disparada uma só arma na cidade. A única cidade europeia onde, tanto os Aliados como o Eixo, podiam operar abertamente, foi um lar temporário para grande parte da realeza exilada, mais de um milhão de refugiados à procura de passagem para os Estados Unidos, espiões, polícia secreta, capitães da indústria, banqueiros, judeus proeminentes, escritores e artistas, prisioneiros que haviam escapado, e negociantes do mercado negro. Um oficial de operações descreveu o dia a dia do aeroporto de Lisboa, em 1944, como o filme Casablanca vezes vinte. Nesta narrativa fascinante, o conhecido historiador Neill Lochery tira partido dos seus contactos portugueses, acesso a registos recentemente descobertos da polícia secreta portuguesa e arquivos bancários, e outros documentos não publicados, para oferecer um retrato revelador daquilo que aconteceu nos bastidores da Guerra. Lochery conta como Portugal, um pequeno país pobre, tentou freneticamente manter-se neutro no meio de pressões extraordinárias, sobrevivendo à guerra não só intacto, mas também significativamente mais rico. A emergência do País como uma nação próspera da União Europeia seria financiada em parte, como se provou, por ouro nazi.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O nosso mundo tem inúmeras fronteiras, das óbvias, como um oceano, às mais subtis, como as diferenças na língua ou no clima. Todos os dias, deparamo-nos e cruzamos linhas invisíveis que se moldam conforme agimos, sentimos ou vivemos... e nem sequer pensamos nelas. Em Linhas Invisíveis, o geógrafo Maxim Samson apresenta 30 destes limites invisíveis, exemplos intrigantes e inesperados das múltiplas formas como nos relacionamos e experienciamos o mundo. Dos fãs de futebol de Buenos Aires à qualidade do ar na China ou à Faixa da Malária subsariana, a existência — ou a perceção de existência — de linhas divisórias tem múltiplas implicações para os seres humanos, a vida selvagem e a própria localização dessas linhas. Ilustrado com mapas de cada região, este livro revela as formas extraordinárias como tentamos tornar o planeta mais habitável e inteligível. Um guia fundamental para apreender e compreender o nosso mundo em toda a sua consistência — mas também em toda a sua diversidade.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O nosso mundo tem inúmeras fronteiras, das óbvias, como um oceano, às mais subtis, como as diferenças na língua ou no clima. Todos os dias, deparamo-nos e cruzamos linhas invisíveis que se moldam conforme agimos, sentimos ou vivemos... e nem sequer pensamos nelas. Em Linhas Invisíveis, o geógrafo Maxim Samson apresenta 30 destes limites invisíveis, exemplos intrigantes e inesperados das múltiplas formas como nos relacionamos e experienciamos o mundo. Dos fãs de futebol de Buenos Aires à qualidade do ar na China ou à Faixa da Malária subsariana, a existência — ou a perceção de existência — de linhas divisórias tem múltiplas implicações para os seres humanos, a vida selvagem e a própria localização dessas linhas. Ilustrado com mapas de cada região, este livro revela as formas extraordinárias como tentamos tornar o planeta mais habitável e inteligível. Um guia fundamental para apreender e compreender o nosso mundo em toda a sua consistência — mas também em toda a sua diversidade.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
" Este livro reúne ensaios inéditos de mais de 80 autores que não são geralmente identificados em publico como de esquerda, ou não se identificam a si próprios como tal. Tem idades e profissões variadas, e perspectivas e opiniões igualmente diversas. O livro tenta precisamente registar essa variedade. Para a primeira parte, os coordenadores pediram aos autores que falassem sobre muitas coisas: filosofias, personalidades e momentos históricos, princípios, estilos, lugares, e também sobre livros e filmes. Numa segunda parte, são tratados alguns dos grandes temas de debate publico, sempre com dois autores para cada tema."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
" Este livro reúne ensaios inéditos de mais de 80 autores que não são geralmente identificados em publico como de esquerda, ou não se identificam a si próprios como tal. Tem idades e profissões variadas, e perspectivas e opiniões igualmente diversas. O livro tenta precisamente registar essa variedade. Para a primeira parte, os coordenadores pediram aos autores que falassem sobre muitas coisas: filosofias, personalidades e momentos históricos, princípios, estilos, lugares, e também sobre livros e filmes. Numa segunda parte, são tratados alguns dos grandes temas de debate publico, sempre com dois autores para cada tema."
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Reunindo testemunhos de vários especialistas responsáveis pela tomada de decisões na área da saúde em África - ministros da Saúde, directores de instituições públicas e privadas, directores de ONG, médicos e enfermeiros -, Líderes Africanos de Saúde oferece uma perspectiva absolutamente actualizada sobre o quadro clínico do continente. O livro descreve ainda o momento de transição das prioridades na saúde que o continente atravessa actualmente - o foco já não incide apenas sobre as doenças transmissíveis, como o HIV/sida, e epidémicas, como a malária, mas também sobre as doenças resultantes de mudanças no estilo de vida, como o cancro e a diabetes -, e o modo como os especialistas e agentes de mudança têm lidado com esta transição. Líderes Africanos de Saúde é um livro repleto de casos de sucesso, que serão aplicados no futuro a um nível cada vez mais global, transformando a forma como se encara a saúde em todo o mundo.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Reunindo testemunhos de vários especialistas responsáveis pela tomada de decisões na área da saúde em África - ministros da Saúde, directores de instituições públicas e privadas, directores de ONG, médicos e enfermeiros -, Líderes Africanos de Saúde oferece uma perspectiva absolutamente actualizada sobre o quadro clínico do continente. O livro descreve ainda o momento de transição das prioridades na saúde que o continente atravessa actualmente - o foco já não incide apenas sobre as doenças transmissíveis, como o HIV/sida, e epidémicas, como a malária, mas também sobre as doenças resultantes de mudanças no estilo de vida, como o cancro e a diabetes -, e o modo como os especialistas e agentes de mudança têm lidado com esta transição. Líderes Africanos de Saúde é um livro repleto de casos de sucesso, que serão aplicados no futuro a um nível cada vez mais global, transformando a forma como se encara a saúde em todo o mundo.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Irene e Filomena, as mães, Sónia e Miguel, os filhos. Daniel Sampaio, o elemento aglutinador e reflexivo em breves incursões nos relatos-monólogos que nos vão desvendando os conflitos. E uma Casa Encantada, ponto de chegada e de passagem para a fuga. São estes os vértices de que partimos para uma viagem ao âmago do abismo em que estas quatro personagens mergulham. E arrastam-nos com elas até ao vórtice, onde os silêncios não se escutam, onde as palavras não se compreendem, onde os desencontros emergem, onde a solidão dói, a ideia da morte surge como libertação, a dor física auto-infligida serve para "trocar dores" e alivia, e a crueldade entre os jovens pode atingir o limite. Que preço tem de se pagar por se ser diferente? Em que momento a personalidade se modifica e porquê? Quando é que o ténue fio do equilíbrio emocional se quebra? Quem é responsável? A quem atribuir culpas? E será que as há? Com a sua vasta e riquíssima experiência profissional, Daniel Sampaio dá-nos as pistas, tenta encontrar as respostas, ganha a confiança de quem no maior dos desesperos o procura. Ele é a ponte para essa terrível fronteira em que a realidade se perde e o abismo espreita.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Irene e Filomena, as mães, Sónia e Miguel, os filhos. Daniel Sampaio, o elemento aglutinador e reflexivo em breves incursões nos relatos-monólogos que nos vão desvendando os conflitos. E uma Casa Encantada, ponto de chegada e de passagem para a fuga. São estes os vértices de que partimos para uma viagem ao âmago do abismo em que estas quatro personagens mergulham. E arrastam-nos com elas até ao vórtice, onde os silêncios não se escutam, onde as palavras não se compreendem, onde os desencontros emergem, onde a solidão dói, a ideia da morte surge como libertação, a dor física auto-infligida serve para "trocar dores" e alivia, e a crueldade entre os jovens pode atingir o limite. Que preço tem de se pagar por se ser diferente? Em que momento a personalidade se modifica e porquê? Quando é que o ténue fio do equilíbrio emocional se quebra? Quem é responsável? A quem atribuir culpas? E será que as há? Com a sua vasta e riquíssima experiência profissional, Daniel Sampaio dá-nos as pistas, tenta encontrar as respostas, ganha a confiança de quem no maior dos desesperos o procura. Ele é a ponte para essa terrível fronteira em que a realidade se perde e o abismo espreita.
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