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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável." Em 2015, esta afirmação do professor Carlos Neto tornou-se viral e fez o país acordar para a situação dramática das crianças de hoje. Em Portugal, escola e modelo de aprendizagem estão ultrapassados há muito, mas é lá que as crianças passam a maior parte do dia, fechadas dentro das salas de aula. Os períodos de recreio são cada vez mais curtos e os espaços de brincadeira padronizados, aborrecidos e pouco desafiantes. O trajeto casa-escola-casa, que antes era feito a pé juntamente com os colegas, passou a ser feito de carro. Os nossos filhos quase nem têm tempo para brincar, apenas aqueles minutos que se conseguem encaixar na agenda, por entre as inúmeras atividades extracurriculares. Fora da escola, não os deixamos brincar ao ar livre e fechamo-los em casa, numa redoma almofadada dominada pelo poder sedutor e anestesiante dos ecrãs. A rua, que desempenhou um papel determinante nas nossas infâncias e na nossa formação como adultos, tornou-se território proibido para os nossos filhos. Crianças de 3 anos queixam-se de que estão cansadas ao fim de vinte minutos de brincadeira. Outras, aos 7 anos, são capazes de programar em computador mas não sabem atar os sapatos. Quase metade das crianças do 2º ano do 1º ciclo não consegue dar uma cambalhota. É inegável: as nossas crianças brincam e mexem-se cada vez menos. O analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo. Ao queremos superprotegê-las daquilo que entendemos ser perigoso, estamos a comprometer o seu desenvolvimento e a impedi-las de se tornarem adultos funcionais, tanto em termos físicos, como cognitivos. "A rua está em vias de extinção. Olhamos para a cidade e já não vemos crianças a brincar. Passeiam-se mais os cães do que as crianças."
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável." Em 2015, esta afirmação do professor Carlos Neto tornou-se viral e fez o país acordar para a situação dramática das crianças de hoje. Em Portugal, escola e modelo de aprendizagem estão ultrapassados há muito, mas é lá que as crianças passam a maior parte do dia, fechadas dentro das salas de aula. Os períodos de recreio são cada vez mais curtos e os espaços de brincadeira padronizados, aborrecidos e pouco desafiantes. O trajeto casa-escola-casa, que antes era feito a pé juntamente com os colegas, passou a ser feito de carro. Os nossos filhos quase nem têm tempo para brincar, apenas aqueles minutos que se conseguem encaixar na agenda, por entre as inúmeras atividades extracurriculares. Fora da escola, não os deixamos brincar ao ar livre e fechamo-los em casa, numa redoma almofadada dominada pelo poder sedutor e anestesiante dos ecrãs. A rua, que desempenhou um papel determinante nas nossas infâncias e na nossa formação como adultos, tornou-se território proibido para os nossos filhos. Crianças de 3 anos queixam-se de que estão cansadas ao fim de vinte minutos de brincadeira. Outras, aos 7 anos, são capazes de programar em computador mas não sabem atar os sapatos. Quase metade das crianças do 2º ano do 1º ciclo não consegue dar uma cambalhota. É inegável: as nossas crianças brincam e mexem-se cada vez menos. O analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo. Ao queremos superprotegê-las daquilo que entendemos ser perigoso, estamos a comprometer o seu desenvolvimento e a impedi-las de se tornarem adultos funcionais, tanto em termos físicos, como cognitivos. "A rua está em vias de extinção. Olhamos para a cidade e já não vemos crianças a brincar. Passeiam-se mais os cães do que as crianças."
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""Levante-se o Réu" contava histórias dos tribunais portugueses, com pessoas reais e crimes verdadeiros, mas havia quem julgasse que eram inventados. Que os réus, acusadores, testemunhas e magistrados seriam personagens de ficção. Mas não eram nem podiam. Todas as semanas eu voltava, por assim dizer, ao local do crime: ao tribunal. Só alterava os nomes para proteger as identidades nos casos mais delicados. Não se pode mentir em jornalismo. A realidade - a chamada vida - é que tem muita imaginação." Ao longo de 20 anos, Rui Cardoso Martins assistiu a mais de 700 casos de justiça em sessões públicas de tribunal. Depois, fixou-os num registo literário de efeitos ora cómicos, ora comoventes. E sempre com uma capacidade notável para captar com empatia a justiça e a injustiça, o chocante e o caricato. "Levante-se o Réu" recupera a saudosa rubrica do Público, reunindo as cem melhores crónicas do autor.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""Levante-se o Réu" contava histórias dos tribunais portugueses, com pessoas reais e crimes verdadeiros, mas havia quem julgasse que eram inventados. Que os réus, acusadores, testemunhas e magistrados seriam personagens de ficção. Mas não eram nem podiam. Todas as semanas eu voltava, por assim dizer, ao local do crime: ao tribunal. Só alterava os nomes para proteger as identidades nos casos mais delicados. Não se pode mentir em jornalismo. A realidade - a chamada vida - é que tem muita imaginação." Ao longo de 20 anos, Rui Cardoso Martins assistiu a mais de 700 casos de justiça em sessões públicas de tribunal. Depois, fixou-os num registo literário de efeitos ora cómicos, ora comoventes. E sempre com uma capacidade notável para captar com empatia a justiça e a injustiça, o chocante e o caricato. "Levante-se o Réu" recupera a saudosa rubrica do Público, reunindo as cem melhores crónicas do autor.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Em 1917, a guerra na Europa parecia ser eterna. Os dois contendores procuravam armas, táticas e ideias novas para quebrar o impasse. No governo alemão, um pequeno grupo de homens teve uma ideia brilhante: porque não semear a confusão numa Rússia cada vez mais caótica? E se se arranjasse uma maneira de Vladimir Ilitch Lenine, o mais célebre extremista revolucionário, que se encontrava então retido na Suíça neutra, voltar a casa? Este livro recria a extraordinária viagem de Lenine a partir do exílio em Zurique, cruzando uma Alemanha a desmoronar-se devido às privações da guerra, em direção ao norte até à orla da Lapónia, até à extática receção final, pelas multidões de revolucionários, na Estação Finlândia de Petrogrado.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Em 1917, a guerra na Europa parecia ser eterna. Os dois contendores procuravam armas, táticas e ideias novas para quebrar o impasse. No governo alemão, um pequeno grupo de homens teve uma ideia brilhante: porque não semear a confusão numa Rússia cada vez mais caótica? E se se arranjasse uma maneira de Vladimir Ilitch Lenine, o mais célebre extremista revolucionário, que se encontrava então retido na Suíça neutra, voltar a casa? Este livro recria a extraordinária viagem de Lenine a partir do exílio em Zurique, cruzando uma Alemanha a desmoronar-se devido às privações da guerra, em direção ao norte até à orla da Lapónia, até à extática receção final, pelas multidões de revolucionários, na Estação Finlândia de Petrogrado.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A resposta à eterna pergunta da esquerda, "o que teria acontecido se Lenine tivesse vivido mais dez anos em plena saúde e conseguido depor Estaline?", não é tão clara como pode parecer." A originalidade e importância de Lenine enquanto líder revolucionário estão muitas vezes associadas ao momento da tomada do poder na Rússia, em Outubro de 1917. No entanto, neste seu mais recente e original livro, Žižek argumenta que a verdadeira grandeza do líder soviético deve ser antes compreendida analisando os últimos dois anos da sua vida: anos que legaram uma herança ainda válida para o pensamento político de hoje. Durante esses anos, a Rússia encontrava-se numa encruzilhada: depois de sobreviver a invasões, embargos e a uma terrível guerra civil, assim como a tensões e revoltas internas, o Estado encontrava-se exausto, isolado e sem uma direção definida para contrapor ao evidente recuo do sonho de uma revolução global. É neste momento, segundo Žižek, que Lenine se irá revelar enquanto verdadeiro estadista, líder e pensador, com a lucidez e a coragem de se adaptar a uma nova ordem mundial. Cem anos após a Revolução Soviética e num momento em que o mundo se encontra diante de novas e perigosas lutas pelo poder, Žižek demonstra como é urgente e necessário recuperar o exemplo que Lenine deixou como legado nos últimos anos da sua vida.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A resposta à eterna pergunta da esquerda, "o que teria acontecido se Lenine tivesse vivido mais dez anos em plena saúde e conseguido depor Estaline?", não é tão clara como pode parecer." A originalidade e importância de Lenine enquanto líder revolucionário estão muitas vezes associadas ao momento da tomada do poder na Rússia, em Outubro de 1917. No entanto, neste seu mais recente e original livro, Žižek argumenta que a verdadeira grandeza do líder soviético deve ser antes compreendida analisando os últimos dois anos da sua vida: anos que legaram uma herança ainda válida para o pensamento político de hoje. Durante esses anos, a Rússia encontrava-se numa encruzilhada: depois de sobreviver a invasões, embargos e a uma terrível guerra civil, assim como a tensões e revoltas internas, o Estado encontrava-se exausto, isolado e sem uma direção definida para contrapor ao evidente recuo do sonho de uma revolução global. É neste momento, segundo Žižek, que Lenine se irá revelar enquanto verdadeiro estadista, líder e pensador, com a lucidez e a coragem de se adaptar a uma nova ordem mundial. Cem anos após a Revolução Soviética e num momento em que o mundo se encontra diante de novas e perigosas lutas pelo poder, Žižek demonstra como é urgente e necessário recuperar o exemplo que Lenine deixou como legado nos últimos anos da sua vida.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
SERÁ QUE A LEITURA TRANSFORMA O NOSSO MODO DE OLHAR O MUNDO? Leituras para Um Século reúne um conjunto de textos que defendem esta ideia, e outras: a de que o ser humano pode influenciar activamente o mundo que o rodeia através dos livros que escolhe para ler; a de que podemos transformar-nos a nós mesmos se lermos determinados livros; a de que o universo e o nosso entendimento sobre ele se expandem quando tomamos contacto com certas ideias de certos pensadores (filósofos, biólogos, políticos, cientistas sociais, romancistas, entre outros). "O mundo compreende-se através da leitura de livros - mesmo na Era da Informação e da sociedade em rede. E este é um livro sobre livros, que procura responder a uma inquietação eterna: como perceber o mundo em que vivemos, moldá-lo e vivê-lo?" —da Introdução. As crónicas compiladas neste livro, da autoria do físico João Caraça, do sociólogo Gustavo Cardoso e do economista Sandro Mendonça, aludem a vários livros - clássicos de muitas áreas do saber e também novidades de anos recentes - que influenciaram decisivamente os autores, e que, espera-se agora, venham a influenciar os leitores.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
SERÁ QUE A LEITURA TRANSFORMA O NOSSO MODO DE OLHAR O MUNDO? Leituras para Um Século reúne um conjunto de textos que defendem esta ideia, e outras: a de que o ser humano pode influenciar activamente o mundo que o rodeia através dos livros que escolhe para ler; a de que podemos transformar-nos a nós mesmos se lermos determinados livros; a de que o universo e o nosso entendimento sobre ele se expandem quando tomamos contacto com certas ideias de certos pensadores (filósofos, biólogos, políticos, cientistas sociais, romancistas, entre outros). "O mundo compreende-se através da leitura de livros - mesmo na Era da Informação e da sociedade em rede. E este é um livro sobre livros, que procura responder a uma inquietação eterna: como perceber o mundo em que vivemos, moldá-lo e vivê-lo?" —da Introdução. As crónicas compiladas neste livro, da autoria do físico João Caraça, do sociólogo Gustavo Cardoso e do economista Sandro Mendonça, aludem a vários livros - clássicos de muitas áreas do saber e também novidades de anos recentes - que influenciaram decisivamente os autores, e que, espera-se agora, venham a influenciar os leitores.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Béria é uma das figuras mais tenebrosas da História do século XX, sendo recordado como o sinistro chefe da polícia secreta de Estaline, o fiel instrumento de terror do ditador vermelho disponível para realizar qualquer tarefa por mais negra que fosse. O seu nome está para sempre associado a violência, terror, ambição e sadismo, e o seu percurso fala por si. "Lavrenti Béria" é a história da vida desta criatura contada por José Milhazes. Baseado em documentos oficiais, nas memórias e testemunhos de várias figuras soviéticas da época, em cartas pessoais do biografado e na transcrição do interrogatório, o livro procura fazer justiça ao homem cujo legado ainda hoje causa controvérsia na sociedade russa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Béria é uma das figuras mais tenebrosas da História do século XX, sendo recordado como o sinistro chefe da polícia secreta de Estaline, o fiel instrumento de terror do ditador vermelho disponível para realizar qualquer tarefa por mais negra que fosse. O seu nome está para sempre associado a violência, terror, ambição e sadismo, e o seu percurso fala por si. "Lavrenti Béria" é a história da vida desta criatura contada por José Milhazes. Baseado em documentos oficiais, nas memórias e testemunhos de várias figuras soviéticas da época, em cartas pessoais do biografado e na transcrição do interrogatório, o livro procura fazer justiça ao homem cujo legado ainda hoje causa controvérsia na sociedade russa.
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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 888
Sinopse:
KL, Konzentrationslager, designa o sistema dos campos de concentração nazis. É também o título da primeira história geral desta realidade trágica que importa conhecer. Nesta notável obra de referência histórica, Nikolaus Wachsmann oferece o primeiro relato, sem precedentes, dos campos de concentração nazis, desde a sua concepção, em 1933, até ao seu encerramento, na primavera de 1945. O Terceiro Reich é o período mais estudado da História, e no entanto faltava até agora escrever uma história geral do amplo sistema de campos de concentração, bem como das experiências quotidianas dos seus habitantes - perpetradores, vítimas, e todos aqueles que viviam naquela área que Primo Levi designou como "zona cinzenta". Com "KL - Uma História dos Campos de Concentração Nazis" Wachsmann preenche esta lacuna evidente no nosso entendimento do passado. Ele não sintetiza apenas o trabalho académico de uma geração, uma parte importante do qual desconhecida até agora fora da Alemanha, como também faz revelações surpreendentes, baseadas em muitos anos de pesquisa arquivística, sobre o funcionamento e a extensão do sistema de campos. Ao examinar, em detalhe, a vida e a morte dentro dos campos, e ao adoptar uma abordagem mais panorâmica para mostrar que o sistema era moldado pela evolução das várias forças políticas, legais, sociais, económicas e militares, Wachsmann produz uma imagem unificada do regime nazi e dos seus campos de concentração nunca antes vista. Uma obra de grande ambição e importância, "KL" está destinada a tornar-se um clássico da história do século XX.
Nº Páginas: 888
Sinopse:
KL, Konzentrationslager, designa o sistema dos campos de concentração nazis. É também o título da primeira história geral desta realidade trágica que importa conhecer. Nesta notável obra de referência histórica, Nikolaus Wachsmann oferece o primeiro relato, sem precedentes, dos campos de concentração nazis, desde a sua concepção, em 1933, até ao seu encerramento, na primavera de 1945. O Terceiro Reich é o período mais estudado da História, e no entanto faltava até agora escrever uma história geral do amplo sistema de campos de concentração, bem como das experiências quotidianas dos seus habitantes - perpetradores, vítimas, e todos aqueles que viviam naquela área que Primo Levi designou como "zona cinzenta". Com "KL - Uma História dos Campos de Concentração Nazis" Wachsmann preenche esta lacuna evidente no nosso entendimento do passado. Ele não sintetiza apenas o trabalho académico de uma geração, uma parte importante do qual desconhecida até agora fora da Alemanha, como também faz revelações surpreendentes, baseadas em muitos anos de pesquisa arquivística, sobre o funcionamento e a extensão do sistema de campos. Ao examinar, em detalhe, a vida e a morte dentro dos campos, e ao adoptar uma abordagem mais panorâmica para mostrar que o sistema era moldado pela evolução das várias forças políticas, legais, sociais, económicas e militares, Wachsmann produz uma imagem unificada do regime nazi e dos seus campos de concentração nunca antes vista. Uma obra de grande ambição e importância, "KL" está destinada a tornar-se um clássico da história do século XX.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos. Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal. José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos. Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal. José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Liberdade, que desde 1886 recebe de chama na mão quem se aproxima de Manhattan, guarda aos seus pés a memória de uma diáspora com origens no outro lado do Atlântico. Emma Lazarus, a autora do poema gravado no pedestal da estátua, conseguia recuar a sua ancestralidade até um judeu de Lisboa que, em 1738, chegara naquela mesma cidade de Nova Iorque. Mas a história dos judeus portugueses na América do Norte havia começado bem antes, quando, em meados do século XVII, o navio St. Catrina aportou em Nova Amesterdão, trazendo a bordo 23 refugiados do Recife. A gesta continuou ao longo das décadas e séculos seguintes, repleta de personagens inolvidáveis. Do rabino patriota ao príncipe mercador, do herói revolucionário ao daguerreotipista do Faroeste, da matriarca que escrevia poemas ao médico que catalogava as maleitas da Virgínia, este livro revisita estas e outras histórias de judeus portugueses que marcaram os primórdios dos Estados Unidos da América.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Liberdade, que desde 1886 recebe de chama na mão quem se aproxima de Manhattan, guarda aos seus pés a memória de uma diáspora com origens no outro lado do Atlântico. Emma Lazarus, a autora do poema gravado no pedestal da estátua, conseguia recuar a sua ancestralidade até um judeu de Lisboa que, em 1738, chegara naquela mesma cidade de Nova Iorque. Mas a história dos judeus portugueses na América do Norte havia começado bem antes, quando, em meados do século XVII, o navio St. Catrina aportou em Nova Amesterdão, trazendo a bordo 23 refugiados do Recife. A gesta continuou ao longo das décadas e séculos seguintes, repleta de personagens inolvidáveis. Do rabino patriota ao príncipe mercador, do herói revolucionário ao daguerreotipista do Faroeste, da matriarca que escrevia poemas ao médico que catalogava as maleitas da Virgínia, este livro revisita estas e outras histórias de judeus portugueses que marcaram os primórdios dos Estados Unidos da América.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Do Alcorão a Shakespeare, esta cidade dos três nomes - Bizâncio, Constantinopla, Istambul - foi o centro do mundo, durante grande parte da sua história, sendo conhecida apenas por A Cidade. Mas, como a historiadora Bettany Hughes nos revela, Istambul não é apenas uma cidade, mas uma história global. Posicionando-se como o ponto de ligação entre o Oriente e o Ocidente, o Norte e o Sul, foi, durante os seus mais de oito mil anos de história, a capital dos Impérios romano, bizantino e otomano, onde se estabeleceram fenícios genoveses, venezianos, judeus e vikings. Nesta extraordinária biografia, Bettany Hughes leva-nos numa viagem histórica desde o Neolítico até ao presente, pelas muitas personificações de uma das maiores cidades do mundo - explorando as formas como a influência de Istambul se estendeu para moldar o mundo. Com uma escrita enérgica e apaixonante, a galardoada historiadora Bettany Hughes conduz o leitor com destreza pelas ricas camadas de história de Istambul, contando a história não só de imperadores, vizires, califas e sultões, mas também dos pobres e de pessoas sem voz, de homens e mulheres cujos sonhos e aspirações reinventaram a cidade.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Do Alcorão a Shakespeare, esta cidade dos três nomes - Bizâncio, Constantinopla, Istambul - foi o centro do mundo, durante grande parte da sua história, sendo conhecida apenas por A Cidade. Mas, como a historiadora Bettany Hughes nos revela, Istambul não é apenas uma cidade, mas uma história global. Posicionando-se como o ponto de ligação entre o Oriente e o Ocidente, o Norte e o Sul, foi, durante os seus mais de oito mil anos de história, a capital dos Impérios romano, bizantino e otomano, onde se estabeleceram fenícios genoveses, venezianos, judeus e vikings. Nesta extraordinária biografia, Bettany Hughes leva-nos numa viagem histórica desde o Neolítico até ao presente, pelas muitas personificações de uma das maiores cidades do mundo - explorando as formas como a influência de Istambul se estendeu para moldar o mundo. Com uma escrita enérgica e apaixonante, a galardoada historiadora Bettany Hughes conduz o leitor com destreza pelas ricas camadas de história de Istambul, contando a história não só de imperadores, vizires, califas e sultões, mas também dos pobres e de pessoas sem voz, de homens e mulheres cujos sonhos e aspirações reinventaram a cidade.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No interior deste livro vai encontrar capítulos com títulos tão surpreendentes como estes: "Fazer a corte: como conquistar o coração de um homem sem abrir a boca", "A noite de núpcias, ou um ganso mal afogado" e ainda "O teu útero gordo e preguiçoso precisa de amor". Este não é um livro de mexericos, é uma viagem à vida quotidiana das mulheres na época vitoriana. É uma obra inteligente que espreita pelo buraco da fechadura. E que se vê do lado de lá da porta? Donzelas trituradas por espartilhos, espigas de milho para limpar as vergonhas, púdicas e quietas virgens na noite de núpcias. E quando a ti'Xica descia para lhe fazer uma visita? Um desastre completo! Não chega? Ainda há mais. Camas separadas para evitar a tentação. Cosméticos à base de chumbo. Enfim, um sem número de loucuras inventadas por sisudos doutores, cuja única preocupação era as partes íntimas da pobre mulher vitoriana. Esta foi uma época retratada romântica e sonhadoramente em filmes, livros e séries de televisão. Com este livro, chega-nos uma visão delirante. Leia e descubra se ainda quer ser uma princesinha adorável enrolada em incontáveis folhos? Pense duas vezes.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No interior deste livro vai encontrar capítulos com títulos tão surpreendentes como estes: "Fazer a corte: como conquistar o coração de um homem sem abrir a boca", "A noite de núpcias, ou um ganso mal afogado" e ainda "O teu útero gordo e preguiçoso precisa de amor". Este não é um livro de mexericos, é uma viagem à vida quotidiana das mulheres na época vitoriana. É uma obra inteligente que espreita pelo buraco da fechadura. E que se vê do lado de lá da porta? Donzelas trituradas por espartilhos, espigas de milho para limpar as vergonhas, púdicas e quietas virgens na noite de núpcias. E quando a ti'Xica descia para lhe fazer uma visita? Um desastre completo! Não chega? Ainda há mais. Camas separadas para evitar a tentação. Cosméticos à base de chumbo. Enfim, um sem número de loucuras inventadas por sisudos doutores, cuja única preocupação era as partes íntimas da pobre mulher vitoriana. Esta foi uma época retratada romântica e sonhadoramente em filmes, livros e séries de televisão. Com este livro, chega-nos uma visão delirante. Leia e descubra se ainda quer ser uma princesinha adorável enrolada em incontáveis folhos? Pense duas vezes.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Mário Soares foi, desde sempre, um amante dos livros. Possuidor duma vasta biblioteca, leitor ávido, ao longo da sua vida contactou e fez amizade com muitos escritores. Também revela um gosto enorme pela escrita. "Incursões Literárias" reúne textos de Mário Soares sobre a obra e personalidade de algumas das mais marcantes figuras da literatura portuguesa, vinte e seis autores, alguns dos quais de quem foi amigo e companheiro de tertúlias. Um percurso entre a agilidade da palavra política que aqui converte num encontro com figuras como Eça de Queiroz, Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, José Rodrigues Miguéis, Natália Correia, Fernando Namora e José Cardoso Pires, entre outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Mário Soares foi, desde sempre, um amante dos livros. Possuidor duma vasta biblioteca, leitor ávido, ao longo da sua vida contactou e fez amizade com muitos escritores. Também revela um gosto enorme pela escrita. "Incursões Literárias" reúne textos de Mário Soares sobre a obra e personalidade de algumas das mais marcantes figuras da literatura portuguesa, vinte e seis autores, alguns dos quais de quem foi amigo e companheiro de tertúlias. Um percurso entre a agilidade da palavra política que aqui converte num encontro com figuras como Eça de Queiroz, Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, José Rodrigues Miguéis, Natália Correia, Fernando Namora e José Cardoso Pires, entre outros.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Protagonista da TED Talk mais vista de sempre («Do schools kill creativity?») e consultor na área da pedagogia de multinacionais como a LEGO e de governos em todo o mundo, Ken Robinson dedicou os últimos anos de vida a este manifesto, que constituiria uma peça fundamental para a revolução educacional que iniciou. Infelizmente, o cancro impediu-o de dizer tudo o que queria e coube à sua filha e colaboradora, Kate Robinson, terminar o livro e continuar o seu legado. Imagine como seria… é uma carta de amor ao potencial humano - uma celebração do que nós, como espécie, somos capazes de fazer e de ser, se criarmos as condições certas. É um grito de guerra para revolucionar os nossos sistemas educativos, o modo como gerimos os nossos negócios e estruturamos os nossos sistemas sociais, para que possam trazer à luz o melhor de cada pessoa. Aquilo que nos distingue de todas as outras espécies é a nossa extraordinária imaginação: a capacidade única de evocarmos aquilo que está para além da perceção sensorial. É precisamente a imaginação que nos possibilita moldar o mundo ao nosso redor, permitindo-nos explorar em pleno o nosso potencial e extrair dele o máximo proveito.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Protagonista da TED Talk mais vista de sempre («Do schools kill creativity?») e consultor na área da pedagogia de multinacionais como a LEGO e de governos em todo o mundo, Ken Robinson dedicou os últimos anos de vida a este manifesto, que constituiria uma peça fundamental para a revolução educacional que iniciou. Infelizmente, o cancro impediu-o de dizer tudo o que queria e coube à sua filha e colaboradora, Kate Robinson, terminar o livro e continuar o seu legado. Imagine como seria… é uma carta de amor ao potencial humano - uma celebração do que nós, como espécie, somos capazes de fazer e de ser, se criarmos as condições certas. É um grito de guerra para revolucionar os nossos sistemas educativos, o modo como gerimos os nossos negócios e estruturamos os nossos sistemas sociais, para que possam trazer à luz o melhor de cada pessoa. Aquilo que nos distingue de todas as outras espécies é a nossa extraordinária imaginação: a capacidade única de evocarmos aquilo que está para além da perceção sensorial. É precisamente a imaginação que nos possibilita moldar o mundo ao nosso redor, permitindo-nos explorar em pleno o nosso potencial e extrair dele o máximo proveito.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Escrito por Pedro Boucherie Mendes (actual director dos canais temáticos da SIC), jurado nas edições de 2009 e de 2010, as de maior êxito, conta tudo: os segredos dos bastidores, as verdadeiras histórias da competição, o que as imagens não revelam. Mostra como no Ídolos e na televisão ir do zero ao infinito, chegar e vencer, implica muito mais do que aquilo que se vê.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Escrito por Pedro Boucherie Mendes (actual director dos canais temáticos da SIC), jurado nas edições de 2009 e de 2010, as de maior êxito, conta tudo: os segredos dos bastidores, as verdadeiras histórias da competição, o que as imagens não revelam. Mostra como no Ídolos e na televisão ir do zero ao infinito, chegar e vencer, implica muito mais do que aquilo que se vê.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O célebre autor de "As Origens da Ordem Política" e de "Ordem Política e Decadência Política" escreveu Identidades para alertar para que a política internacional é actualmente dominada por eleitores que consideram terem sido desconsiderados na sua dignidade: étnica, nacional, religiosa, sexual. A "política de ressentimento" dirige as democracias europeias e americana.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O célebre autor de "As Origens da Ordem Política" e de "Ordem Política e Decadência Política" escreveu Identidades para alertar para que a política internacional é actualmente dominada por eleitores que consideram terem sido desconsiderados na sua dignidade: étnica, nacional, religiosa, sexual. A "política de ressentimento" dirige as democracias europeias e americana.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Pululam hoje pela indústria cultural, pelos círculos mediáticos e pela universidade estudiosos e opinion makers que fazem do populismo uma espécie de fascismo do século XXI. Após a Segunda Guerra Mundial, como é sabido, o fascismo deixou de ser tratado como uma corrente política e cultural para se transformar num cómodo significante vazio destinado a designar tudo quanto seja odioso e desprezível. Obscureceu-se o caminho de acesso ao fascismo histórico na mesma proporção em que emergiu um fascismo eterno. Do mesmo modo se passa hoje com o populismo. O conceito é mobilizado pejorativamente para designar um modo simplesmente ignóbil e repugnante de fazer política, e oferece-se como particularmente útil, em discussões acaloradas, para estigmatizar rapidamente adversários sem a maçada de demais discussões. Ora, esse modo de usar o conceito encerra um problema que não é despiciendo: ele não só ignora a história dos fenómenos caracterizáveis como populistas, muito variados, mas sobretudo tolda a possibilidade de encontrar no próprio conceito possibilidades à partida insuspeitadas e uma fecundidade inicialmente imprevista."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Pululam hoje pela indústria cultural, pelos círculos mediáticos e pela universidade estudiosos e opinion makers que fazem do populismo uma espécie de fascismo do século XXI. Após a Segunda Guerra Mundial, como é sabido, o fascismo deixou de ser tratado como uma corrente política e cultural para se transformar num cómodo significante vazio destinado a designar tudo quanto seja odioso e desprezível. Obscureceu-se o caminho de acesso ao fascismo histórico na mesma proporção em que emergiu um fascismo eterno. Do mesmo modo se passa hoje com o populismo. O conceito é mobilizado pejorativamente para designar um modo simplesmente ignóbil e repugnante de fazer política, e oferece-se como particularmente útil, em discussões acaloradas, para estigmatizar rapidamente adversários sem a maçada de demais discussões. Ora, esse modo de usar o conceito encerra um problema que não é despiciendo: ele não só ignora a história dos fenómenos caracterizáveis como populistas, muito variados, mas sobretudo tolda a possibilidade de encontrar no próprio conceito possibilidades à partida insuspeitadas e uma fecundidade inicialmente imprevista."
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
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