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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Presentes de norte a sul do território português, os castelos e as cinturas de muralhas que serviram um dia para proteger vilas e cidades são, ainda hoje, testemunhos vivos de um dos períodos mais fascinantes e ricos da História de Portugal. Apesar de detentoras de uma inegável carga simbólica, nomeadamente enquanto formas de ostentação do estatuto social, da riqueza e da autoridade dos seus senhores, as fortalezas medievais foram erguidas sempre com um propósito claramente militar. Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Presentes de norte a sul do território português, os castelos e as cinturas de muralhas que serviram um dia para proteger vilas e cidades são, ainda hoje, testemunhos vivos de um dos períodos mais fascinantes e ricos da História de Portugal. Apesar de detentoras de uma inegável carga simbólica, nomeadamente enquanto formas de ostentação do estatuto social, da riqueza e da autoridade dos seus senhores, as fortalezas medievais foram erguidas sempre com um propósito claramente militar. Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Será a paz uma exceção? O instinto de lutar poderá ser inato à natureza humana, mas a guerra - violência organizada - acontece na sociedade organizada. A guerra moldou a história da humanidade, as suas instituições sociais e políticas, valores e ideias. Margaret MacMillan, autora do best-seller A Guerra que Acabou com a Paz, apresenta a sua visão pessoal da guerra como uma componente essencial da humanidade. Analisando as consequências das guerras ao longo da história, da Antiguidade ao presente, a autora revela as muitas faces da guerra: o modo como define o nosso passado, o nosso futuro, a nossa mundivisão e a forma como nos vemos a nós próprios.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Será a paz uma exceção? O instinto de lutar poderá ser inato à natureza humana, mas a guerra - violência organizada - acontece na sociedade organizada. A guerra moldou a história da humanidade, as suas instituições sociais e políticas, valores e ideias. Margaret MacMillan, autora do best-seller A Guerra que Acabou com a Paz, apresenta a sua visão pessoal da guerra como uma componente essencial da humanidade. Analisando as consequências das guerras ao longo da história, da Antiguidade ao presente, a autora revela as muitas faces da guerra: o modo como define o nosso passado, o nosso futuro, a nossa mundivisão e a forma como nos vemos a nós próprios.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 438
Sinopse:
A História da Expansão Portuguesa foi pautada por batalhas épicas, pelo domínio dos oceanos pelas nossas naus e pela conquista de novos continentes, mas há sempre um reverso da medalha que fica por contar. A história dos naufrágios e da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível. Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha (1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos XVI e XVII, onde, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência entre tantos outros, aos desastres das naus "Águia e Garça", em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro "Bolama". Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros em locais por todo o mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam. Um relato empolgante e original, auxiliado por um vasto conjunto de mapas e ilustrações, que nos permitem perceber uma parte fundamental e fascinante da nossa história marítima.
Nº Páginas: 438
Sinopse:
A História da Expansão Portuguesa foi pautada por batalhas épicas, pelo domínio dos oceanos pelas nossas naus e pela conquista de novos continentes, mas há sempre um reverso da medalha que fica por contar. A história dos naufrágios e da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível. Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha (1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos XVI e XVII, onde, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência entre tantos outros, aos desastres das naus "Águia e Garça", em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro "Bolama". Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros em locais por todo o mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam. Um relato empolgante e original, auxiliado por um vasto conjunto de mapas e ilustrações, que nos permitem perceber uma parte fundamental e fascinante da nossa história marítima.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Em Filhos da América, Nélida Piñon escreve sobre Machado de Assis e José de Alencar, escritores que considera dois dos principais intérpretes do Brasil na literatura; perfila a atriz Marília Pêra, exalta a escrita de Rachel de Queiroz, saúda a chegada de Antônio Torres à Academia Brasileira de Letras e, entre outros temas, homenageia a amiga Carmen Balcells, que morreu em 2015 e foi agente literária dos maiores escritores da América Latina. Neste que também é um livro sobre memória, Nélida rende tributos à literatura ibero-americana, passeia pela Galiza da sua infância e a que restou na vida dos parentes que com ela vieram para o Brasil, recorda os caminhos que a levaram a escrever livros como A República dos Sonhos, sobre imigração, e Vozes do Deserto, sobre as narrativas árabes, que tem Scherezade como protagonista. Grande contadora de histórias e exímia ouvinte, a autora circula por todos os ambientes, desde as esquinas de seu bairro até os salões mais nobres, recolhendo, da vida e da relação com as pessoas, memórias que transbordam em seguida para a sua escrita. Este livro é, portanto, um registo das suas experiências, da cultura e das pessoas."
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Em Filhos da América, Nélida Piñon escreve sobre Machado de Assis e José de Alencar, escritores que considera dois dos principais intérpretes do Brasil na literatura; perfila a atriz Marília Pêra, exalta a escrita de Rachel de Queiroz, saúda a chegada de Antônio Torres à Academia Brasileira de Letras e, entre outros temas, homenageia a amiga Carmen Balcells, que morreu em 2015 e foi agente literária dos maiores escritores da América Latina. Neste que também é um livro sobre memória, Nélida rende tributos à literatura ibero-americana, passeia pela Galiza da sua infância e a que restou na vida dos parentes que com ela vieram para o Brasil, recorda os caminhos que a levaram a escrever livros como A República dos Sonhos, sobre imigração, e Vozes do Deserto, sobre as narrativas árabes, que tem Scherezade como protagonista. Grande contadora de histórias e exímia ouvinte, a autora circula por todos os ambientes, desde as esquinas de seu bairro até os salões mais nobres, recolhendo, da vida e da relação com as pessoas, memórias que transbordam em seguida para a sua escrita. Este livro é, portanto, um registo das suas experiências, da cultura e das pessoas."
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É no pequeno detalhe, na traição de alcova e na inócua anedota contada entre quatro paredes que, muitas vezes, os destinos se cruzam ou separam para sempre. Com este livro, Luís Osório recupera ficheiros da política e da sociedade portuguesas que pertenciam à categoria do que nunca se soube e desvenda acontecimentos guardados no fundo do baú do que estava por contar. Saiba tudo sobre o último encontro entre Cunhal e Soares antes do 25 de Abril - o que discutiram e o que ficou acordado. Conheça a história nunca contada do ataque que estava planeado às sedes do PCP se Freitas do Amaral tivesse vencido as presidenciais de 86. Saiba que Maria Barroso votou contra a fundação do PS. Ou que Alberto João Jardim cantou para Salazar. E que o homem que Vasco Gonçalves mais amou era um salazarista fanático. Conheça o sobrinho do ditador que vive casto em memória do tio e as mulheres que no Vimieiro se lembram de lhe lavar os pés. Fique a saber o que se passou no dia em que Pinto Balsemão esperou por Isabel do Carmo com uma pistola em cima da mesa. Perceba como a morte do pequeno Chico, irmão de José Saramago, determinou a vida do escritor. Ou como a morte do amor da vida de Siza Vieira lhe definiu o destino. Saiba como foi o dia em que o pai de Manoel de Oliveira, no leito da morte, quis que ele conhecesse dois irmãos de uma relação bastarda. Conheça a solidão de Amália Rodrigues e fique a saber que, ao contrário do que se dizia, detestava vinho. Surpreenda-se com a noite em que Fernando Carvalho Rodrigues se fez passar por Pavarotti. Leia a extraordinária história do último leproso português e da tenebrosa leprosaria construída pelo Estado Novo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É no pequeno detalhe, na traição de alcova e na inócua anedota contada entre quatro paredes que, muitas vezes, os destinos se cruzam ou separam para sempre. Com este livro, Luís Osório recupera ficheiros da política e da sociedade portuguesas que pertenciam à categoria do que nunca se soube e desvenda acontecimentos guardados no fundo do baú do que estava por contar. Saiba tudo sobre o último encontro entre Cunhal e Soares antes do 25 de Abril - o que discutiram e o que ficou acordado. Conheça a história nunca contada do ataque que estava planeado às sedes do PCP se Freitas do Amaral tivesse vencido as presidenciais de 86. Saiba que Maria Barroso votou contra a fundação do PS. Ou que Alberto João Jardim cantou para Salazar. E que o homem que Vasco Gonçalves mais amou era um salazarista fanático. Conheça o sobrinho do ditador que vive casto em memória do tio e as mulheres que no Vimieiro se lembram de lhe lavar os pés. Fique a saber o que se passou no dia em que Pinto Balsemão esperou por Isabel do Carmo com uma pistola em cima da mesa. Perceba como a morte do pequeno Chico, irmão de José Saramago, determinou a vida do escritor. Ou como a morte do amor da vida de Siza Vieira lhe definiu o destino. Saiba como foi o dia em que o pai de Manoel de Oliveira, no leito da morte, quis que ele conhecesse dois irmãos de uma relação bastarda. Conheça a solidão de Amália Rodrigues e fique a saber que, ao contrário do que se dizia, detestava vinho. Surpreenda-se com a noite em que Fernando Carvalho Rodrigues se fez passar por Pavarotti. Leia a extraordinária história do último leproso português e da tenebrosa leprosaria construída pelo Estado Novo.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 8 de Março de 2019, a primeira greve nacional feminista em Portugal esvaziou locais de trabalho e encheu as ruas de homens e mulheres em protesto contra a desigualdade social e laboral, a violência de género e todas as formas de descriminação a que as mulheres estão, ainda, sujeitas. Num país onde, em 2018, 28 mulheres foram vítimas de femicídio e onde a diferença salarial entre um homem e uma mulher pode atingir os 26%, o feminismo é uma urgência, não um capricho. A igualdade de direitos, de deveres e de oportunidade para todos, independentemente do seu género, credo ou raça, está prevista na lei. A vida das pessoas e os números a que dão origem, porém, demonstram que a concretização desta prerrogativa continua longe do horizonte da maioria. No entanto, "feminismo" e "feminista" ainda são palavras que provocam desdém e desconfiança em muitos, que vêem nele uma guerra vingativa contra os homens e contra a sociedade. O feminismo pode lutar com todas as suas armas contra as desigualdades sociais e contra o machismo, mas o seu maior inimigo continua a ser a desinformação. Feminismo de A a Ser é uma espécie de manual do utilizador feminista, para que todos conheçam a história deste movimento, as suas reivindicações, as suas personagens e momentos mais marcantes, os seus dados mais relevantes, de onde vem e para onde quer ir.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 8 de Março de 2019, a primeira greve nacional feminista em Portugal esvaziou locais de trabalho e encheu as ruas de homens e mulheres em protesto contra a desigualdade social e laboral, a violência de género e todas as formas de descriminação a que as mulheres estão, ainda, sujeitas. Num país onde, em 2018, 28 mulheres foram vítimas de femicídio e onde a diferença salarial entre um homem e uma mulher pode atingir os 26%, o feminismo é uma urgência, não um capricho. A igualdade de direitos, de deveres e de oportunidade para todos, independentemente do seu género, credo ou raça, está prevista na lei. A vida das pessoas e os números a que dão origem, porém, demonstram que a concretização desta prerrogativa continua longe do horizonte da maioria. No entanto, "feminismo" e "feminista" ainda são palavras que provocam desdém e desconfiança em muitos, que vêem nele uma guerra vingativa contra os homens e contra a sociedade. O feminismo pode lutar com todas as suas armas contra as desigualdades sociais e contra o machismo, mas o seu maior inimigo continua a ser a desinformação. Feminismo de A a Ser é uma espécie de manual do utilizador feminista, para que todos conheçam a história deste movimento, as suas reivindicações, as suas personagens e momentos mais marcantes, os seus dados mais relevantes, de onde vem e para onde quer ir.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
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