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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Num inexpugnável castelo gótico, no topo de uma colina no coração da Alemanha nazi, um bando improvável de oficiais britânicos passou a Segunda Guerra Mundial a planear fugas ousadas dos seus captores alemães. É assim que a lenda de Colditz é contada, sem contestação, há 70 anos. Mas esse relato contém apenas parte da verdade. A verdadeira história, finalmente contada neste livro pelo célebre historiador Ben Macintyre, mostra o caráter indomável do espírito humano, capaz de sobreviver às mais adversas circunstâncias, além de integrar choques de personalidades, perseguição e espionagem, loucura e farsa. Revelando um notável elenco de personagens, desde oficiais superiores e seus sofridos ajudantes de campo até um médico indiano que faz greves de fome e uma dona de casa polaca que se torna agente secreta, Macintyre traça um novo e vívido retrato dos prisioneiros e dos seus captores alemães, que viveram lado a lado durante anos num épico jogo do gato e do rato. Profundamente investigado e repleto de histórias incríveis de heróis que também tinham um lado bem humano, este é o livro definitivo sobre Colditz - e um clássico Ben Macintyre.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Num inexpugnável castelo gótico, no topo de uma colina no coração da Alemanha nazi, um bando improvável de oficiais britânicos passou a Segunda Guerra Mundial a planear fugas ousadas dos seus captores alemães. É assim que a lenda de Colditz é contada, sem contestação, há 70 anos. Mas esse relato contém apenas parte da verdade. A verdadeira história, finalmente contada neste livro pelo célebre historiador Ben Macintyre, mostra o caráter indomável do espírito humano, capaz de sobreviver às mais adversas circunstâncias, além de integrar choques de personalidades, perseguição e espionagem, loucura e farsa. Revelando um notável elenco de personagens, desde oficiais superiores e seus sofridos ajudantes de campo até um médico indiano que faz greves de fome e uma dona de casa polaca que se torna agente secreta, Macintyre traça um novo e vívido retrato dos prisioneiros e dos seus captores alemães, que viveram lado a lado durante anos num épico jogo do gato e do rato. Profundamente investigado e repleto de histórias incríveis de heróis que também tinham um lado bem humano, este é o livro definitivo sobre Colditz - e um clássico Ben Macintyre.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
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"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta é a história da central nuclear de Chernobyl desde a sua construção à sua desativação. Em 26 de abril de 1986, às 13:23, um reator da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia soviética, explodiu. Enquanto as autoridades tentavam entender o que havia acontecido, trabalhadores, engenheiros, bombeiros e aqueles que viviam na área foram abandonados ao seu destino. A explosão colocou o mundo à beira da aniquilação nuclear, contaminando mais da metade da Europa com a precipitação radioativa.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta é a história da central nuclear de Chernobyl desde a sua construção à sua desativação. Em 26 de abril de 1986, às 13:23, um reator da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia soviética, explodiu. Enquanto as autoridades tentavam entender o que havia acontecido, trabalhadores, engenheiros, bombeiros e aqueles que viviam na área foram abandonados ao seu destino. A explosão colocou o mundo à beira da aniquilação nuclear, contaminando mais da metade da Europa com a precipitação radioativa.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Isabel Wilkerson, jornalista vencedora de Pulitzer, redefine a compreensão das estruturas sociais em que nos inserimos, preferindo o uso do termo castismo ao habitual racismo. Nesta obra, a autora associa aqueles que considera os três principais sistemas de castas, o do Estados Unidos, o da Índia e o da Alemanha nazi, às respetivas influências culturais, políticas e legais, remontando a pesquisa ao tráfico negreiro e até à diáspora lusitana, da qual, à chegada à Índia, resultou o aparecimento da palavra portuguesa casta, para raça, linhagem. Com uma impressionante lista de referências a notícias, estudos, documentos, declarações, decisões administrativas e judiciais de vários países e épocas, Wilkerson estabelece um perturbador elo entre os castismos mundiais através de oito pilares estritamente delimitados. A colonização dos Estados Unidos pelos povos europeus e o que dela resultou para os protocolos de casta e para os contornos políticos atuais em todo o mundo, é revista pela autora num intenso e perturbador desfile de histórias individualizadas de escravatura e insensibilidade, apresentadas com vívido e estonteante detalhe. Ninguém, onde quer que viva ou que cor tenha na pele, pode dar-se ao luxo de desconhecer uma história do mundo contada assim.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Isabel Wilkerson, jornalista vencedora de Pulitzer, redefine a compreensão das estruturas sociais em que nos inserimos, preferindo o uso do termo castismo ao habitual racismo. Nesta obra, a autora associa aqueles que considera os três principais sistemas de castas, o do Estados Unidos, o da Índia e o da Alemanha nazi, às respetivas influências culturais, políticas e legais, remontando a pesquisa ao tráfico negreiro e até à diáspora lusitana, da qual, à chegada à Índia, resultou o aparecimento da palavra portuguesa casta, para raça, linhagem. Com uma impressionante lista de referências a notícias, estudos, documentos, declarações, decisões administrativas e judiciais de vários países e épocas, Wilkerson estabelece um perturbador elo entre os castismos mundiais através de oito pilares estritamente delimitados. A colonização dos Estados Unidos pelos povos europeus e o que dela resultou para os protocolos de casta e para os contornos políticos atuais em todo o mundo, é revista pela autora num intenso e perturbador desfile de histórias individualizadas de escravatura e insensibilidade, apresentadas com vívido e estonteante detalhe. Ninguém, onde quer que viva ou que cor tenha na pele, pode dar-se ao luxo de desconhecer uma história do mundo contada assim.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, constituiu um facto histórico sem precedentes em Portugal e definiu a dimensão de um escândalo de gigantescas proporções. Não estava só em causa a eventual prevaricação de um agente político (entretanto acusado de corrupção passiva, evasão fiscal e branqueamento de capitais), mas sim a insinuação de enriquecimento ilícito de um dos mais destacados titulares de um órgão de soberania, lançando uma sombra de suspeição sobre todos os detentores de poder, à esquerda ou à direita, e sobre os seus partidos. Como se isso não bastasse para dar um caráter excecional ao caso, a investigação judicial veio a estabelecer suspeitas de distribuição de comissões ilícitas envolvendo o mais destacado e reputado banqueiro nacional, Ricardo Salgado, líder do Banco e Grupo Espírito Santo, e dois dos mais prestigiados gestores nacionais, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, figuras de topo de uma das principais empresas portuguesas, a PT (que mal sobreviria à gestão de ambos). De súbito, os Portugueses descobriam uma perversa aliança entre figuras de primeira linha do poder político, do poder financeiro e do poder económico, a qual, se por um lado punha a nu a fragilidade institucional de um regime democrático já com quatro décadas, por outro evidenciava a independência e a perseverança de um aparelho judicial disposto a imputar responsabilidades até às últimas consequências, doesse a quem doesse. Nesta rigorosa e exaustiva investigação, Felícia Cabrita e Joaquim Vieira relatam todos os bastidores da Operação Marquês até desembocar na acusação a Sócrates, Salgado, Bava, Granadeiro e outros.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, constituiu um facto histórico sem precedentes em Portugal e definiu a dimensão de um escândalo de gigantescas proporções. Não estava só em causa a eventual prevaricação de um agente político (entretanto acusado de corrupção passiva, evasão fiscal e branqueamento de capitais), mas sim a insinuação de enriquecimento ilícito de um dos mais destacados titulares de um órgão de soberania, lançando uma sombra de suspeição sobre todos os detentores de poder, à esquerda ou à direita, e sobre os seus partidos. Como se isso não bastasse para dar um caráter excecional ao caso, a investigação judicial veio a estabelecer suspeitas de distribuição de comissões ilícitas envolvendo o mais destacado e reputado banqueiro nacional, Ricardo Salgado, líder do Banco e Grupo Espírito Santo, e dois dos mais prestigiados gestores nacionais, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, figuras de topo de uma das principais empresas portuguesas, a PT (que mal sobreviria à gestão de ambos). De súbito, os Portugueses descobriam uma perversa aliança entre figuras de primeira linha do poder político, do poder financeiro e do poder económico, a qual, se por um lado punha a nu a fragilidade institucional de um regime democrático já com quatro décadas, por outro evidenciava a independência e a perseverança de um aparelho judicial disposto a imputar responsabilidades até às últimas consequências, doesse a quem doesse. Nesta rigorosa e exaustiva investigação, Felícia Cabrita e Joaquim Vieira relatam todos os bastidores da Operação Marquês até desembocar na acusação a Sócrates, Salgado, Bava, Granadeiro e outros.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
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Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
"A indiferença e a resignação são mortíferas. Não se desinteressem pelo vosso futuro. Não se resignem. Não se tornem cínicos antes de terem experimentado o idealismo. Não sejam velhos antes de serem jovens.
Tenho um só objectivo na política: devolver à democracia a sua juventude perdida, a sua força e a sua beleza. Para isso, são vocês a chave, a única chave.
Esta é a vossa vez! É a hora. A vossa hora."
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
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