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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Ângelo Correia * António Costa Silva * Bernardo Ivo Cruz * Carlos Moedas * Carlos Coelho * Carlos Gaspar * Clara Raposo * Daniel Traça * Diana Soller * Félix Ribeiro * Fernando Rosas * Francisco Assis * Francisco Seixas da Costa * Jaime Nogueira Pinto * João César das Neves * Jorge Braga de Macedo * Jorge Portugal * Luís Tomé * Mariana Mortágua * Nuno Severiano Teixeira * Paulo Portas * Paulo Rangel * Pedro Santa Clara * Ricardo Arroja * Ricardo Reis * Tiago Moreira de Sá * Vítor Bento Alguns dos maiores pensadores-chave do país discutem o futuro da economia global, dão-nos a sua melhor análise geoestratégica e falam-nos das grandes mudanças em 6 áreas: Globalização - China vs. EUA - Portugal na Economia Global - Competitividade Europeia - Robotização e Digitalização - Pandemia Que países vão triunfar e quais vão ficar para trás? Como se resolverá o impasse entre a República Popular da China e os EUA? Será que a Europa vai conseguir manter-se competitiva? Que desafios específicos enfrenta? Como pode Portugal posicionar-se perante a economia global? Como pensar a globalização no século XXI e no futuro? Como é que a pandemia transformou a economia global? Todas as respostas a estas e mais perguntas, no livro Conversas Globais.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Ângelo Correia * António Costa Silva * Bernardo Ivo Cruz * Carlos Moedas * Carlos Coelho * Carlos Gaspar * Clara Raposo * Daniel Traça * Diana Soller * Félix Ribeiro * Fernando Rosas * Francisco Assis * Francisco Seixas da Costa * Jaime Nogueira Pinto * João César das Neves * Jorge Braga de Macedo * Jorge Portugal * Luís Tomé * Mariana Mortágua * Nuno Severiano Teixeira * Paulo Portas * Paulo Rangel * Pedro Santa Clara * Ricardo Arroja * Ricardo Reis * Tiago Moreira de Sá * Vítor Bento Alguns dos maiores pensadores-chave do país discutem o futuro da economia global, dão-nos a sua melhor análise geoestratégica e falam-nos das grandes mudanças em 6 áreas: Globalização - China vs. EUA - Portugal na Economia Global - Competitividade Europeia - Robotização e Digitalização - Pandemia Que países vão triunfar e quais vão ficar para trás? Como se resolverá o impasse entre a República Popular da China e os EUA? Será que a Europa vai conseguir manter-se competitiva? Que desafios específicos enfrenta? Como pode Portugal posicionar-se perante a economia global? Como pensar a globalização no século XXI e no futuro? Como é que a pandemia transformou a economia global? Todas as respostas a estas e mais perguntas, no livro Conversas Globais.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Do autor de "Hitler, Até ao Fim" e de "À Beira do Abismo", esta é a história da Europa desde o pós-Segunda Guerra Mundial até à actualidade. "Continente Dividido" traça um grande panorama do mundo em que vivemos e do seu passado. Obriga-nos a repensar o que significa ser europeu. Uma obra de referência e de grande actualidade.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Do autor de "Hitler, Até ao Fim" e de "À Beira do Abismo", esta é a história da Europa desde o pós-Segunda Guerra Mundial até à actualidade. "Continente Dividido" traça um grande panorama do mundo em que vivemos e do seu passado. Obriga-nos a repensar o que significa ser europeu. Uma obra de referência e de grande actualidade.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 624
Sinopse:
12 grandes entrevistas Ana Maria Caetano Álvaro Cunhal Alberto Dines Lima Duarte Ramalho Eanes Manuel da Fonseca José Mattoso Fernanda Montenegro Maria José Avilez Nogueira Pinto D. José Policarpo Ramiro Valadão Mário Viegas "Não será novidade para quem me conhece a forte convicção de que - sem desprimor para outras personalidades - Carlos Cruz é o melhor e o mais completo profissional que já passou pela televisão portuguesa. Depois de o ler, aqui, volto a assinar essa mesma declaração, agora com este novo e aliciante argumento. Sei que regressarei, cíclica ou sazonalmente, a estas entrevistas, por prazer, por necessidade e por desejo sistemático de aprender. Acreditem: foi muito bom voltar a "ver" o Mestre em ação. E, por extensão, voltou a ser penoso constatar que, vergonhosa e desgraçadamente, não temos este Mestre no ativo. Mas, já se sabe, a esperança não morre nunca." João Gobern
Nº Páginas: 624
Sinopse:
12 grandes entrevistas Ana Maria Caetano Álvaro Cunhal Alberto Dines Lima Duarte Ramalho Eanes Manuel da Fonseca José Mattoso Fernanda Montenegro Maria José Avilez Nogueira Pinto D. José Policarpo Ramiro Valadão Mário Viegas "Não será novidade para quem me conhece a forte convicção de que - sem desprimor para outras personalidades - Carlos Cruz é o melhor e o mais completo profissional que já passou pela televisão portuguesa. Depois de o ler, aqui, volto a assinar essa mesma declaração, agora com este novo e aliciante argumento. Sei que regressarei, cíclica ou sazonalmente, a estas entrevistas, por prazer, por necessidade e por desejo sistemático de aprender. Acreditem: foi muito bom voltar a "ver" o Mestre em ação. E, por extensão, voltou a ser penoso constatar que, vergonhosa e desgraçadamente, não temos este Mestre no ativo. Mas, já se sabe, a esperança não morre nunca." João Gobern
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Programa líder de audiências da SIC. Se foi afetado financeiramente pela pandemia da Covid-19 (ou no futuro por outra crise qualquer) e quer evitar afogar-se ainda mais em créditos e dívidas para conseguir pagar as suas contas, este livro é para si. Por outro lado, se mantém os seus rendimentos, mas quer recuperar a saúde das suas finanças, viver com menos preocupações e gerir melhor o seu futuro, vai encontrar neste livro dezenas de dicas práticas que vão fazer a diferença na sua vida. E se tem algum problema de saúde e não sabe quais os apoios e benefícios que pode ter do Estado, não deixe de o ler. Há muitos direitos que desconhece e que lhe podem valer milhares de euros. Dicas para criar um fundo de emergência para fazer face a uma situação de crise, financiar-se a si próprio sem precisar de recorrer a créditos, renegociar os contratos de serviços para pagar menos, amortizar o seu crédito à habitação e reduzir a prestação mensal, pagar menos em comissões bancárias, arrendar a sua casa sem penalização no crédito à habitação, usar o PPR para ganhar (ainda) mais dinheiro, usufruir dos apoios estatais em caso de doença ou incapacidade, usar o seguro de assistência em viagem do carro no estrangeiro.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Programa líder de audiências da SIC. Se foi afetado financeiramente pela pandemia da Covid-19 (ou no futuro por outra crise qualquer) e quer evitar afogar-se ainda mais em créditos e dívidas para conseguir pagar as suas contas, este livro é para si. Por outro lado, se mantém os seus rendimentos, mas quer recuperar a saúde das suas finanças, viver com menos preocupações e gerir melhor o seu futuro, vai encontrar neste livro dezenas de dicas práticas que vão fazer a diferença na sua vida. E se tem algum problema de saúde e não sabe quais os apoios e benefícios que pode ter do Estado, não deixe de o ler. Há muitos direitos que desconhece e que lhe podem valer milhares de euros. Dicas para criar um fundo de emergência para fazer face a uma situação de crise, financiar-se a si próprio sem precisar de recorrer a créditos, renegociar os contratos de serviços para pagar menos, amortizar o seu crédito à habitação e reduzir a prestação mensal, pagar menos em comissões bancárias, arrendar a sua casa sem penalização no crédito à habitação, usar o PPR para ganhar (ainda) mais dinheiro, usufruir dos apoios estatais em caso de doença ou incapacidade, usar o seguro de assistência em viagem do carro no estrangeiro.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O Império Português foi construído por todo o Reino: reis, nobres, membros do clero e do povo, pelos que partiam e pelos que ficavam. Um esforço conjunto que permitiu a Portugal mostrar novos Mundos ao Mundo. Mas quem foram as figuras que encabeçaram esta construção? Algumas são mais conhecidas, como o Infante D. Henrique, Afonso de Albuquerque ou D. João de Castro, mas outras ficaram na sombra, apesar do seu trabalho e esforço para consolidar o poder de Portugal. Construtores do Império apresenta-nos 12 biografias de personalidades que se revelaram essenciais para a construção do Império Português: D. Fernando, o Infante Santo, pelo seu cativeiro e consequente morte, foi o garante da conservação de Ceuta, peça imprescindível para o poder português no Norte de África. D. Beatriz, a única mulher retratada nesta obra, foi responsável pelo crescimento económico da Madeira, pela reorganização do povoamento dos Açores e pelo desenvolvimento de Cabo Verde. Jos Dutra, capitão do donatário dos Açores, representa este grupo e a sua importância na consolidação do Império. Bartolomeu Dias, um dos heróis dos Descobrimentos, simboliza os navegadores que desbravaram o oceano ao longo do século XV. Pedro e Jorge Reinel fazem parte da primeira geração de cartógrafos portugueses, o seu talento e conhecimento permitiram visualizar os novos territórios conquistados. Duarte Coelho começou a sua carreira na Ásia, tendo acabado como colonizador do Brasil, um reflexo do deslizar do centro de interesses do Império Português do Oriente para o Atlântico Sul. Estas são apenas algumas das figuras que os historiadores João Paulo Oliveira e Costa e Vítor Luís Gaspar Rodrigues nos apresentam nesta obra que realça a dimensão da ação individual na História. Oriundas de meios sociais diferentes e tendo desempenhado funções variadas, todas contribuíram para que a autoridade da Coroa de Portugal e a influência das suas gentes se espalhasse pelo mundo, desde o Brasil até ao Japão.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O Império Português foi construído por todo o Reino: reis, nobres, membros do clero e do povo, pelos que partiam e pelos que ficavam. Um esforço conjunto que permitiu a Portugal mostrar novos Mundos ao Mundo. Mas quem foram as figuras que encabeçaram esta construção? Algumas são mais conhecidas, como o Infante D. Henrique, Afonso de Albuquerque ou D. João de Castro, mas outras ficaram na sombra, apesar do seu trabalho e esforço para consolidar o poder de Portugal. Construtores do Império apresenta-nos 12 biografias de personalidades que se revelaram essenciais para a construção do Império Português: D. Fernando, o Infante Santo, pelo seu cativeiro e consequente morte, foi o garante da conservação de Ceuta, peça imprescindível para o poder português no Norte de África. D. Beatriz, a única mulher retratada nesta obra, foi responsável pelo crescimento económico da Madeira, pela reorganização do povoamento dos Açores e pelo desenvolvimento de Cabo Verde. Jos Dutra, capitão do donatário dos Açores, representa este grupo e a sua importância na consolidação do Império. Bartolomeu Dias, um dos heróis dos Descobrimentos, simboliza os navegadores que desbravaram o oceano ao longo do século XV. Pedro e Jorge Reinel fazem parte da primeira geração de cartógrafos portugueses, o seu talento e conhecimento permitiram visualizar os novos territórios conquistados. Duarte Coelho começou a sua carreira na Ásia, tendo acabado como colonizador do Brasil, um reflexo do deslizar do centro de interesses do Império Português do Oriente para o Atlântico Sul. Estas são apenas algumas das figuras que os historiadores João Paulo Oliveira e Costa e Vítor Luís Gaspar Rodrigues nos apresentam nesta obra que realça a dimensão da ação individual na História. Oriundas de meios sociais diferentes e tendo desempenhado funções variadas, todas contribuíram para que a autoridade da Coroa de Portugal e a influência das suas gentes se espalhasse pelo mundo, desde o Brasil até ao Japão.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
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