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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Acusado de participação na revolta dos militares em Lourenço Marques, e já o segundo-sargento António d’Araújo seria julgado e condenado a 10 anos de prisão, em 1889, castigo a ser cumprido em Angola, para onde foi degredado e chegaria em 1892. (...) Ao longo das páginas do manuscrito fica patente (…) uma imensidão de informações relevantes para quantos queiram conhecer Angola nesse declinar do século XIX. (...) Orgulha-se a Academia Portuguesa da História por se poder associar a esta publicação, manifestando igualmente o seu profundo apreço pelo académico Adriano Parreira, graças a quem podemos passar a dispor de um texto riquíssimo para quantos desejem conhecer as vivências quotidianas de um jovem que, como tantos outros, foi atirado para uma terra desconhecida, num ambiente de esperança, mas também de medo."Prof.ª Doutora Manuela MendonçaPresidente da Academia Portuguesa da História
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Acusado de participação na revolta dos militares em Lourenço Marques, e já o segundo-sargento António d’Araújo seria julgado e condenado a 10 anos de prisão, em 1889, castigo a ser cumprido em Angola, para onde foi degredado e chegaria em 1892. (...) Ao longo das páginas do manuscrito fica patente (…) uma imensidão de informações relevantes para quantos queiram conhecer Angola nesse declinar do século XIX. (...) Orgulha-se a Academia Portuguesa da História por se poder associar a esta publicação, manifestando igualmente o seu profundo apreço pelo académico Adriano Parreira, graças a quem podemos passar a dispor de um texto riquíssimo para quantos desejem conhecer as vivências quotidianas de um jovem que, como tantos outros, foi atirado para uma terra desconhecida, num ambiente de esperança, mas também de medo."Prof.ª Doutora Manuela MendonçaPresidente da Academia Portuguesa da História
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
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O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A 25 de Junho de 2017, quase três anos antes da pandemia, Fareed Zakaria teceu a seguinte previsão no seu programa televisivo na CNN: "Uma das maiores ameaças que os Estados Unidos têm de enfrentar não é, de todo, grande. Na verdade, é minúscula, microscópica, dezenas de vezes mais pequena do que a cabeça de um alfinete. Patogénicos mortíferos, quer produzidos pelo homem quer naturais, podem desencadear uma crise de saúde global e [nós] não estamos nada preparados para lidar com isso. [...] As nossas cidades a abarrotar, as guerras, os desastres naturais e as viagens aéreas internacionais podem levar a que um vírus mortal com origem numa pequena aldeia em África seja transmitido e chegue a todo o mundo em apenas 24 horas [...]. A biossegurança e as pandemias globais ultrapassam todas as fronteiras nacionais. Os agentes patogénicos, os vírus e as doenças são igualmente assassinos. Quando a crise estalar, vamos desejar ter mais fundos e uma maior cooperação global. Mas, nessa altura, talvez seja demasiado tarde."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A 25 de Junho de 2017, quase três anos antes da pandemia, Fareed Zakaria teceu a seguinte previsão no seu programa televisivo na CNN: "Uma das maiores ameaças que os Estados Unidos têm de enfrentar não é, de todo, grande. Na verdade, é minúscula, microscópica, dezenas de vezes mais pequena do que a cabeça de um alfinete. Patogénicos mortíferos, quer produzidos pelo homem quer naturais, podem desencadear uma crise de saúde global e [nós] não estamos nada preparados para lidar com isso. [...] As nossas cidades a abarrotar, as guerras, os desastres naturais e as viagens aéreas internacionais podem levar a que um vírus mortal com origem numa pequena aldeia em África seja transmitido e chegue a todo o mundo em apenas 24 horas [...]. A biossegurança e as pandemias globais ultrapassam todas as fronteiras nacionais. Os agentes patogénicos, os vírus e as doenças são igualmente assassinos. Quando a crise estalar, vamos desejar ter mais fundos e uma maior cooperação global. Mas, nessa altura, talvez seja demasiado tarde."
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez Césares - Volume II: De Adriano a Constantino narra 220 anos de história, dando especial enfoque aos períodos dos imperadores Adriano, sucessor de Trajano, Marco Aurélio, o imperador-filósofo, Sétimo Severo, Diocleciano e Constantino, o primeiro imperador cristão e o segundo "fundador" do império. Este é um período de batalhas e de alianças estratégicas - com os homens e com os deuses -, de perseguições atrozes e de grandes convulsões religiosas. Narrado com toda a mestria de um grande professor da história antiga e um olhar teatral sobre as contradições humanas, este livro traz à vida as grandes figuras da história e narra um período instável, transformador do império a todos os níveis.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez Césares - Volume II: De Adriano a Constantino narra 220 anos de história, dando especial enfoque aos períodos dos imperadores Adriano, sucessor de Trajano, Marco Aurélio, o imperador-filósofo, Sétimo Severo, Diocleciano e Constantino, o primeiro imperador cristão e o segundo "fundador" do império. Este é um período de batalhas e de alianças estratégicas - com os homens e com os deuses -, de perseguições atrozes e de grandes convulsões religiosas. Narrado com toda a mestria de um grande professor da história antiga e um olhar teatral sobre as contradições humanas, este livro traz à vida as grandes figuras da história e narra um período instável, transformador do império a todos os níveis.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 387
Sinopse:
Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura. C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes - como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia - assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.
Nº Páginas: 387
Sinopse:
Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura. C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes - como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia - assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China e os Estados Unidos rumam para um novo conflito... A razão é a Armadilha de Tucídides, um padrão mortal de stress estrutural que ocorre quando um poder em ascensão desafia um governante. Este fenómeno é tão antigo quanto a própria história. Sobre a Guerra do Peloponeso que devastou a Grécia antiga, o historiador Tucídides explicou: "Foi a ascensão de Atenas e o medo que isso instilou em Esparta que tornou a guerra inevitável". Nos últimos 500 anos, essas condições ocorreram dezasseis vezes e houve guerra em doze desses casos. Hoje, uma China imparável que se aproxima de uma América imóvel, parece anunciar o décimo sétimo caso. A menos que a China esteja disposta a reduzir suas ambições ou Washington aceite tornar-se o número dois no Pacífico, um conflito comercial, um ataque cibernético ou um acidente no mar podem em breve transformar-se num novo conflito mundial. Em Destined for War, o eminente especialista de Harvard Graham Allison explica como a armadilha de Tucídides é a melhor lente para entender as relações EUA-China no século XXI. Através de estranhos paralelos históricos e cenários de guerra, o autor mostra o quão perto estamos do impensável. No entanto, enfatiza que a guerra não é inevitável, Allison também revela como potências conflituosas mantiveram a paz no passado - e quais os passos dolorosos que os Estados Unidos e a China devem dar para evitar o desastre hoje.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China e os Estados Unidos rumam para um novo conflito... A razão é a Armadilha de Tucídides, um padrão mortal de stress estrutural que ocorre quando um poder em ascensão desafia um governante. Este fenómeno é tão antigo quanto a própria história. Sobre a Guerra do Peloponeso que devastou a Grécia antiga, o historiador Tucídides explicou: "Foi a ascensão de Atenas e o medo que isso instilou em Esparta que tornou a guerra inevitável". Nos últimos 500 anos, essas condições ocorreram dezasseis vezes e houve guerra em doze desses casos. Hoje, uma China imparável que se aproxima de uma América imóvel, parece anunciar o décimo sétimo caso. A menos que a China esteja disposta a reduzir suas ambições ou Washington aceite tornar-se o número dois no Pacífico, um conflito comercial, um ataque cibernético ou um acidente no mar podem em breve transformar-se num novo conflito mundial. Em Destined for War, o eminente especialista de Harvard Graham Allison explica como a armadilha de Tucídides é a melhor lente para entender as relações EUA-China no século XXI. Através de estranhos paralelos históricos e cenários de guerra, o autor mostra o quão perto estamos do impensável. No entanto, enfatiza que a guerra não é inevitável, Allison também revela como potências conflituosas mantiveram a paz no passado - e quais os passos dolorosos que os Estados Unidos e a China devem dar para evitar o desastre hoje.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Por mais ultrajados, por mais destroçados, eles sobrevivem, renascem das cinzas, voltam. Não, Flamur, nenhuma história será esquecida. Como um vírus, uma praga, uma semente, voltam sempre. Nenhuma história está terminada." O terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria, a crise dos refugiados. Como chegámos até aqui? O que nos trouxe até esta tempestade perfeita? Com a queda do muro de Berlim, começou um novo ciclo. O comunismo saiu de cena, entrou o Islão. Se, como escreveu Fukuyama, este momento marcou o Fim da História, como compreender o que se seguiu? Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, no Egipto e na Líbia, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia. Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, Depois do Fim é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Por mais ultrajados, por mais destroçados, eles sobrevivem, renascem das cinzas, voltam. Não, Flamur, nenhuma história será esquecida. Como um vírus, uma praga, uma semente, voltam sempre. Nenhuma história está terminada." O terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria, a crise dos refugiados. Como chegámos até aqui? O que nos trouxe até esta tempestade perfeita? Com a queda do muro de Berlim, começou um novo ciclo. O comunismo saiu de cena, entrou o Islão. Se, como escreveu Fukuyama, este momento marcou o Fim da História, como compreender o que se seguiu? Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, no Egipto e na Líbia, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia. Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, Depois do Fim é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
9 de abril de 1918 foi um dos dias mais mortíferos na história militar de Portugal. Numa só manhã, perto de 400 portugueses morreram, muitos mais foram feridos e o número de prisioneiros rondou os 6600. O Corpo Expedicionário Português (CEP), símbolo máximo do esforço de guerra nacional durante a Primeira Guerra Mundial, desapareceu dos campos de batalha franceses enquanto unidade organizada. A jovem República apostara forte na constituição do CEP e seu envio para a Frente Ocidental, e perdera. Neste volume Filipe Ribeiro de Meneses regressa ao tema da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, propondo uma nova interpretação das causas e das consequências do desastre sofrido em La Lys.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
9 de abril de 1918 foi um dos dias mais mortíferos na história militar de Portugal. Numa só manhã, perto de 400 portugueses morreram, muitos mais foram feridos e o número de prisioneiros rondou os 6600. O Corpo Expedicionário Português (CEP), símbolo máximo do esforço de guerra nacional durante a Primeira Guerra Mundial, desapareceu dos campos de batalha franceses enquanto unidade organizada. A jovem República apostara forte na constituição do CEP e seu envio para a Frente Ocidental, e perdera. Neste volume Filipe Ribeiro de Meneses regressa ao tema da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, propondo uma nova interpretação das causas e das consequências do desastre sofrido em La Lys.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como a democracia transformou o país e como o país moldou a democracia.No estilo simples, analítico e crítico que lhe é particular, Joaquim Vieira, jornalista de renome e com larga experiência em ensaio de divulgação histórica, faz o retrato dos 40 anos de democracia em Portugal: começando no momento eufórico da revolução e na conturbada consolidação democrática; passando pela euforia de adesão à União Europeia e pelo acelerado desenvolvimento; terminando na célebre intervenção da Troika no país, momento definidor (e arrasador) para uma ou mais gerações.Da euforia à depressão, o país viveu nestes 40 anos alguns dos momentos mais importantes da sua História. Desalentado, no limiar da sobrevivência, o país precisa agora de se reinventar. Um documento fundamental para a História contemporânea de Portugal.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como a democracia transformou o país e como o país moldou a democracia.No estilo simples, analítico e crítico que lhe é particular, Joaquim Vieira, jornalista de renome e com larga experiência em ensaio de divulgação histórica, faz o retrato dos 40 anos de democracia em Portugal: começando no momento eufórico da revolução e na conturbada consolidação democrática; passando pela euforia de adesão à União Europeia e pelo acelerado desenvolvimento; terminando na célebre intervenção da Troika no país, momento definidor (e arrasador) para uma ou mais gerações.Da euforia à depressão, o país viveu nestes 40 anos alguns dos momentos mais importantes da sua História. Desalentado, no limiar da sobrevivência, o país precisa agora de se reinventar. Um documento fundamental para a História contemporânea de Portugal.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
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