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Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: A Arte Militar de Wei Liao Zi, como clássicos chineses anteriores A Arte da Guerra, de Sun Tzu, ou Os Seis Ensinamentos Secretos, de Jiang Ziya , é um tratado que procurou responder, em parte, à emergência de novas técnicas militares, mas sobretudo à transformação da escala das guerras, que passaram de conflitos locais a campanhas de grande dimensão. A guerra envolvia agora a mobilização de exércitos que podiam ir além da centena de milhares de soldados, envolvendo também tropas com aptidões especiais ou o uso da cavalaria com os seus carros de combate e bestas de gatilho de cobre, além de exigir a construção de sólidas fortificações e muralhas. As lutas foram contínuas e o facto é que, há 27 séculos, a China debatia já, e debatia amplamente, um conceito a que a civilização europeia era então alheia: o de «estratégia».
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: IMPRENSA E ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA: UMA RELAÇÃO CENTRAL PARA A DEMOCRACIA «Este livro procura lançar um novo e oportuno olhar sobre a História do jornalismo parlamentar no nosso país, articulando a análise do passado com o estudo e a reflexão sobre os desafios presentes e futuros da imprensa. Coloca, deste modo, à disposição dos leitores portugueses uma importante abordagem sobre a comunicação social e os corredores do Parlamento; a história das mulheres e dos homens que contaram a nossa história comum; a crónica dos jornalistas que ajudaram a assegurar, nestes 50 anos, a transparência da nossa democracia.» José Pedro Aguiar-Branco, Prefácio Com coordenação de Jaime Lourenço Textos de Jaime Lourenço, Álvaro Costa Matos, André Catita, Carla Martins, Filipe Resende, Gustavo Cardoso, Hélder Prior, Hugo Ferrinho Lopes, Joana Reis, João Ferreira Oliveira, João Morais do Carmo, José Santana Pereira, Leonor Pires, Paula Espírito Santo, Paula Lopes, Pedro Marques Gomes, Raquel Laurentino, Sandra Antunes, Sofia Ferro-Santos, Susana Rogeiro Nina, Susana Barros, Tiago Durães, Vasco Ribeiro, Vinicius Albernaz
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: Um livro sobre a dimensão social dos fenómenos comunicativos Com organização de Bruno Carriço Reis e José Ricardo Carvalheiro e em parceria com a Universidade Autónoma de Lisboa. Se existe fenómeno eminentemente sociológico é o da comunicação. A etimologia denuncia a natureza da sua dimensão social. Mas as obras que têm discorrido sobre a produção sociológica, clássica ou moderna, pouco atentam nas especialidades com que o ofício da sociologia foi olhando os fenómenos comunicativos. Este livro procura sistematizar os marcos que, desde os primórdios da disciplina, atribuíram relevância à comunicação. Procura contrariar uma certa negligência acerca da evolução social do pensamento científico que tende a relegar as trajectórias teóricas do passado para a categoria de mera curiosidade histórica. Estas trajectórias são os processos com que as ciências sociais pensam cada realidade concreta, com cada autor a levantar problemas e a usar conceitos próprios da sua época.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 508
Sinopse: Os +R6:W6mistérios da linguagem Uma investigação apaixonante Porque é que qualquer criança aprende a falar qualquer língua, em qualquer parte do mundo, e nenhum outro animal o consegue? O que se passa no cérebro quando a linguagem avaria e o fio que nos prende ao mundo se rompe? Como terá ela surgido, numa mente de há trezentos mil anos? E quando hoje as máquinas geram texto fluente sem o compreenderem, poderemos ainda afirmar que a linguagem pertence em exclusivo aos seres humanos? Da neurobiologia à evolução da espécie, do desenvolvimento da criança às fronteiras da inteligência artificial, este livro percorre os múltiplos territórios de uma faculdade que todos possuímos e que é difícil explicar cabalmente. A palavra «cachimbo», como lembrou Magritte, não é um cachimbo: existe na mente, não no mundo. É esse intervalo misterioso e o sortilégio de uma faculdade irredutivelmente humana que este livro investiga em linguagem acessível.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Quando a humanidade começou a cultivar os campos e a domesticar animais, deu-se o início de uma história diferente. Há dez mil anos, num período apelidado de Revolução Neolítica, iniciaram-se transformações que ainda hoje nos afetam, influenciando a forma como trabalhamos, como nos vestimos, comemos e interagimos uns com os outros. Por exemplo, se hoje muitas pessoas na Europa consomem leite, se a maioria tem a pele clara e se, apesar das evidentes diferenças, falamos línguas semelhantes, é tudo graças às migrações neolíticas. Foi um momento ímpar, em que, mais do que em qualquer outro, a biologia e a cultura se entrelaçaram, influenciando-se mutuamente e moldando a nossa história. Uma verdadeira revolução, ocorrida há dez mil anos, moldou o mundo e tornou-o naquilo que é hoje.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 144
Sinopse: Considerado a Bíblia da realpolitik, lida por estrategas, homens de negócios e políticos experientes em todo o mundo, O Príncipe é, ainda hoje, um guia indispensável para obter e manter o poder num mundo perigoso. PENGUIN GREAT IDEAS - uma coleção Penguin Clássicos Ao longo da História, alguns livros tiveram o condão de mudar o mundo. Transformaram a forma como nos entendemos e nos relacionamos. Provocaram debates, ruturas, guerras e revoluções. Esclareceram, chocaram, provocaram e confortaram. Elevaram vidas e destruíram outras. Nesta coleção, damos a conhecer o trabalho dos grandes pensadores, pioneiros, radicais e visionários cujas ideias abalaram a civilização e ajudaram a trilhar o caminho que percorremos até aqui.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 432
Sinopse: No verão de 1941, os soldados alemães cercaram a cidade russa de Leninegrado a atual Sampetersburgo e deram início ao bloqueio mais longo de que há registo histórico. Numa estimativa por defeito, o cerco iria ceifar as vidas de 750 mil pessoas que, na sua maioria, morreram de inanição. No centro da cidade sob ataque erguia-se um palácio transformado que albergava o maior acervo de plantas vivas jamais reunido o primeiro banco de sementes do mundo. Depois de se terem malogrado as tentativas de transferir a coleção para outro local, e à medida que os mantimentos diminuíam, os cientistas responsáveis viram-se confrontados com uma decisão terrível: deveriam distribuir os espécimes pela população faminta, ou preservá-los na esperança de que contivessem a solução para pôr termo à fome mundial? Recorrendo a fontes inéditas, O Jardim Proibido de Leninegrado conta a história notável e comovente dos botânicos que permaneceram no Instituto das Plantas durante os dias mais sombrios do cerco, arriscando as suas vidas em nome da ciência. «Parkin recupera a história extraordinária de um homem perdido no tempo, Nikolai Vavilov, um botânico de renome mundial cuja vida e obra são uma metáfora da tragédia e da falsidade do sistema soviético sob Estaline... Determinada a defender o seu legado, a equipa de Vavilov enfrentou uma escolha difícil: proteger e salvar a vasta coleção para a ciência ou ceder à pressão oficial e permitir que o banco de sementes alimentasse uma população faminta. Tudo isto enquanto as bombas alemãs caíam à sua volta.» Iain MacGregor, Royal Historical Society «A história narrada tem quase um século, mas as tensões que Parkin descreve estão longe de estar resolvidas. Num planeta em aquecimento, onde a verdade científica está sujeita a distorções políticas e a autocracia está em ascensão, os cientistas devem estar preparados para fazer muitas dessas escolhas impossíveis enquanto tentam proteger os recursos do passado face a um futuro incerto.» Science
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: A demolição devastadora que Nietzsche faz da religião teve consequências sísmicas para as gerações que se lhe seguiram. Declarada a morte de Deus, o filósofo antevê um futuro radiante para a humanidade, um futuro em que cada indivíduo será, finalmente, responsável pelo seu destino. PENGUIN GREAT IDEAS - uma coleção Penguin Clássicos Ao longo da História, alguns livros tiveram o condão de mudar o mundo. Transformaram a forma como nos entendemos e nos relacionamos. Provocaram debates, ruturas, guerras e revoluções. Esclareceram, chocaram, provocaram e confortaram. Elevaram vidas e destruíram outras. Nesta coleção, damos a conhecer o trabalho dos grandes pensadores, pioneiros, radicais e visionários cujas ideias abalaram a civilização e ajudaram a trilhar o caminho que percorremos até aqui.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 108
Sinopse: Em A Comunista e o Pide, de Felícia Cabrita, vamos conhecer mas será possível de facto conhecê-la? Carolina Loff, mulher irresistível aos olhos dos homens, senhora de tremenda beleza e dura disciplina. Agitadora nata, Carolina entrou no PCP aos 17 anos. Na sua luta, conheceu as cadeias da ditadura, foi torturada e resistiu. Tornou-se, 10 anos depois, na primeira mulher a integrar o secretariado do Comité Central do Partido, sendo chamada por Pavel, célebre dirigente, a Moscovo para completar a sua formação teórica. De Moscovo, onde deixou a filha ainda criança, seguiu para a Guerra de Espanha em missão clandestina: seria morta se a revelasse. Acabou presa nas cadeias franquistas. Sobrevivente, a enigmática Carolina regressou a Portugal e ao PCP, ao lado de Cunhal. Voltou a ser presa e é então, nas prisões da ditadura salazarista, torturada por Júlio Almeida, agente da PIDE, que a resistente e inquebrável Carolina vai viver o episódio que muda toda a
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: O Sistema Policial Português, de José Lopes, pretende acabar com a diminuta literacia policial que se manifesta principalmente, mas não só fora do universo policial. Para lá da curiosidade, por vezes mórbida, pelas desgraças com que as Polícias lidam e do entretenimento proporcionado pela ficção que alimentam, o cidadão comum pouco ou nada sabe sobre como estão organizadas e funcionam as várias Polícias que todos os dias garantem a segurança do país. No entanto, para que possam ser devidamente escrutinadas é de suma importância compreender melhor como funcionam e para que servem as várias unidades encarregadas da nossa protecção. Contrariando muitos dos enviesamentos e mistificações que, há muito, sustentam uma imagem distorcida das nossas Polícias, José Lopes faz aqui um muito necessário esforço de literacia policial.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Cinquenta anos após o «retorno», persistem a controvérsia e as recriminações sobre a descolonização. O processo teria sido conduzido de forma «desastrosa», resultando em tragédia para os portugueses residentes nas antigas colónias, tal como para os africanos, arrastados para guerras civis prolongadas. Outra foi, porém, a avaliação do seu mais destacado interveniente, Melo Antunes, que a qualificou como a «descolonização desejável». Almeida Santos, por sua vez, considerou-a como a «possível, nas circunstâncias em que teve lugar». Impunha-se uma avaliação objetiva. Para José Sá Carneiro, autor deste livro, qualquer juízo sobre um acontecimento histórico exige o conhecimento dos seus antecedentes. Recorrendo a instrumentos da economia política a sua área de formação analisa a economia e a estrutura das sociedades coloniais, estuda casos comparáveis (a Argélia francesa e o Congo belga).
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 390
Sinopse: Em Cataclismo Atlântico: Repensar o Tráfico Atlântico de Escravos, David Eltis revê dois mil anos de escravatura, confrontando com desassombro as mais recentes discussões sobre o tráfico transatlântico. Com imensos dados novos que o site slavevoyages.org disponibiliza, Eltis dá explicações convincentes quer sobre o motivo do início do tráfico quer sobre o seu fim. Cataclismo Atlântico desmascara dúvidas de longa data: sim, a norma foi a de viagens bilaterais, entre África e as Américas; e sim, os Portugueses lideraram desde o século XVI o tráfico transatlântico, com excepção do século XIX, que foi de liderança britânica. Eltis examina, além da participação essencial dos Europeus, a participação dos vendedores africanos, seja dos «guerreiros mercadores» em larga escala, seja da multitude de «pequenos vendedores» de um ou dois escravos: só a rainha Ginga está associada ao embarque de 190 mil escravos em poucos anos.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Regaleira Fantástica - A Quinta da Torre da Regaleira em Sintra, Morada Filosofal para o V Império Uma viagem pelos vários mundos que há neste, a partir de um maravilhoso cenário do futuro montado por António de Carvalho Monteiro e Luigi Manini.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: O AUTODIDACTA QUE MUDOU O DESTINO DE UMA NAÇÃO. A VOZ POLÍTICA QUE REDEFINIU A AMÉRICA. Abraham Lincoln ocupa um lugar singular na história política do mundo moderno. Presidente dos Estados Unidos durante a Guerra Civil Americana, foi o dirigente que preservou a União, enfrentou a escravatura como problema moral e constitucional decisivo e redefiniu o significado da liberdade democrática numa época de ruptura. Esta edição reúne alguns dos mais importantes textos públicos de Abraham Lincoln, acompanhando o percurso intelectual e político de um homem que se tornou uma das figuras centrais da tradição democrática ocidental. Emerge destas páginas uma visão política fundada na dignidade humana, na responsabilidade cívica, na legalidade constitucional e na defesa da unidade nacional perante a violência e a fragmentação. SELECÇÃO, TRADUÇÃO, INTRODUÇÃO E ANOTAÇÕES DE OCTÁVIO DOS SANTOS POSFÁCIO DE MIGUEL MORGADO.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 244
Sinopse: Um nobre, um frade e um camponês entram numa taberna e é desse encontro improvável que nasce uma viagem pelo Portugal medieval e dos inícios da Modernidade um período mal compreendido que Paulo M. Dias explora para nos mostrar que, mesmo com rigor científico, a História pode ser tão fascinante como divertida.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Um livro perturbador e profundamente humano. Um dos segredos mais sombrios da Europa do pós-guerra. Durante décadas, milhares de mulheres foram forçadas a abdicar dos seus filhos sob a autoridade moral da Igreja Católica. Entre a Itália e os Estados Unidos, este livro segue o rasto de crianças roubadas às mães e de mães condenadas ao esquecimento. Foi um procedimento comum e uma história ocultada durante décadas. Milhares de mulheres italianas, pressionadas pela Igreja Católica, viram-se obrigadas a abdicar dos seus filhos, integrando-os uma rede de adopções internacionais. A partir de casos concretos, a investigação de Maria Laurino faz emergir um padrão repetido de silenciamento. Com acesso a arquivos inéditos e testemunhos directos, O Preço dos Inocentes expõe uma engrenagem onde fé e vergonha se cruzam, dramaticamente, sob o poder da religião.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: Passavam poucos minutos das duas da manhã do dia 3 de janeiro de 2026 quando as tropas norte-americanas capturaram Nicolás Maduro. Horas depois, Donald Trump anunciava ao mundo que a ministra do Petróleo, Delcy Rodríguez, ficaria à frente dos destinos do país. Mais uma vez, a história da Venezuela ficava em suspenso. A investigadora Nancy Gomes explica, nesta análise contundente, como chegámos até aqui. A Venezuela nasceu no turbilhão das independências latino-americanas no século XIX, atravessou ditaduras militares, conheceu a promessa democrática, mas, às portas do século XXI, voltou a mergulhar num regime autoritário. A história do país de Bolívar, batizado de «pequena Veneza», foi moldada pela descoberta de petróleo, tornando-se um dos seus principais exportadores mundiais. Seguiu-se a «revolução» de Hugo Chávez, que Maduro herdou e que deu origem a uma Venezuela cheia de contradições: fértil em recursos, mas minada pela pobreza e pela corrupção. Entre a abundância e o colapso, este é o retrato de um país que parece estar permanentemente à espera do futuro.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 400
Sinopse: Muitos de nós acreditamos que a propaganda e a manipulação são prerrogativas de sociedades totalitárias e não problemas que afetam as democracias liberais. Este livro demonstra que essa avaliação otimista precisa de ser reconsiderada. Jason Stanley, autor bestseller, explica como a propaganda funciona de forma subtil. Baseando o seu diagnóstico implacável da saúde das nossas democracias - com atenção especial aos Estados Unidos - numa análise teórica do que é propaganda, como ela faz o seu trabalho de persuasão e quais os seus efeitos sobre a sociedade, expõe como a linguagem da democracia pode ser usada propagandisticamente para mascarar uma realidade antidemocrática. Recorrendo a uma ampla gama de disciplinas, incluindo a teoria feminista, a teoria crítica da raça, a epistemologia, a semântica formal, a teoria educacional e a psicologia social e cognitiva, explica como a propaganda explora - e ajuda a perpetuar - crenças e ideologias falhadas que consolidam diferenças sociais e exacerbam as injustiças contra as minorias. Este livro demonstra que a compreensão da propaganda e dos seus mecanismos é essencial para a preservação e proteção das democracias em todo o mundo.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 392
Sinopse: Em 100 Datas que Fizeram a História de Portugal, Pedro Rabaçal apresenta-nos mais do que uma sequência de acontecimentos: um enredo vibrante onde se cruzam batalhas decisivas, alianças improváveis, traições fatais e momentos de génio que mudaram o rumo da história. Dos tempos antigos à afirmação da nacionalidade, erguem-se figuras maiores do que a própria vida: guerreiros que desafiaram impérios, reis que ousaram romper com o destino, líderes que, contra todas as probabilidades, forjaram uma identidade única e duradoura. Impulsionado por uma visão estratégica e coragem sem igual, Portugal lançou-se ao desconhecido, navegou por África, Índia, Oriente e Brasil, e ergueu o primeiro império global da história, ligando continentes, culturas e oceanos. Mas nenhuma grandeza escapa ao tempo. Entre excessos, rivalidades e decisões fatais, surgem crises, perdas e declínio. O país entra numa fase mais sombria que ainda dura, mas é marcada por lampejos de uma grandeza que nunca se extingue.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Vigaristas, ocultistas, supremacistas brancos e a nova ordem no bem-estar Ioga Fascista é uma investigação surpreendente sobre as ligações entre espiritualidade alternativa e ideologias autoritárias. Longe de ser uma simples crítica ao ioga, do qual o autor é praticante há várias décadas, explora as zonas cinzentas onde as políticas extremistas, os movimentos esotéricos e o misticismo oriental se cruzaram ao longo do século xx. Com um olhar documental e humor ácido, Stewart Home traz-nos histórias de impostores, de gurus carismáticos, de círculos ocultistas e da apropriação de símbolos espirituais por nacionalistas e supremacistas, revelando como ideias aparentemente inofensivas são reinterpretadas em contextos políticos radicais. Um livro que, entre a investigação histórica e a sátira, convida o leitor a repensar a relação entre espiritualidade, identidade e poder. Em Ioga Fascista nada é sagrado.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): UM LIVRO SOBRE COMO A DGS DE MARCELLO CAETANO EM NADA DIMINUIU A VIOLÊNCIA E A ACTUAÇÃO DA PIDE. A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direcção Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi o militante clandestino do PCP, Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (actual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte. Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar mandava.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: Sem Cartago, Roma não existiria Cartago foi a grande potência do Mediterrâneo ocidental durante quase seis séculos. Reino antigo do Norte de África, foi o lar de Aníbal e de Dido, dos elefantes de guerra, de enorme riqueza e poder e de grande beleza, até à sua destruição total por Roma em 146 A.E.C. A história dos cartagineses foi, assim, absorvida e apagada pelos seus conquistadores, e a verdade sobre Cartago perdeu-se para sempre. Ou quase Em Cartago O Império que desafiou Roma, a Dr.ª Eve MacDonald, uma das maiores especialistas mundiais sobre a civilização cartaginesa, reconstrói a trajetória deste império norte-africano a partir das mais recentes descobertas arqueológicas, linguísticas e científicas. Numa viagem que nos transporta do Levante Fenício da Idade do Ferro até ao Atlântico e ao longo de toda a costa de África, Cartago repõe a cidade e o seu império novamente no centro da história mediterrânica. Resgatada da perspetiva dos romanos, esta narrativa épica e rigorosa revela-nos a sofisticação política, económica e cultural de uma civilização injustamente esquecida, e mostra-nos que, sem Cartago, Roma não existiria. «Fascinante... MacDonald escreve com uma clareza e franqueza ímpares e apresenta uma introdução apelativa e de fácil leitura sobre Cartago.» Telegraph «O importante livro de Eve MacDonald coloca, finalmente, Cartago no centro da sua própria história. A narrativa que emerge é uma obra de profunda investigação histórica e, ao mesmo tempo, épica na sua abrangência uma resposta há muito aguardada ao monopólio romano sobre a história das suas conquistas.» Emily Hauser, autora de Míticas «Uma obra repleta de reflexões notáveis. Eve MacDonald mostra, de forma clara, como o Norte de África foi outrora um centro nevrálgico da civilização, como a cidade de Cartago constituía um sofisticado polo de poder político e como a supremacia de Roma não foi inevitável enquanto os cartagineses se mantiveram presentes.» Lloyd Llewellyn-Jones, autor de As Cleópatras e Os Persas «A delirante Dido, os elefantes de Aníbal, Sofonisba a beber o cálice envenenado que é o seu presente de casamento: estes episódios são apenas o início da épica história de Cartago escrita por Eve MacDonald. Pelo meio, ela conta-nos façanhas nos oceanos, batalhas navais com mais de trezentos navios, trombetas de guerra, dardos em chamas, populações inteiras escravizadas e o exame mais minucioso da sociedade, política e governo cartagineses. Mais de dois milénios após a sua destruição, Cartago tem agora a sua Ilíada. Martyn Rady, autor de Os Habsburgos
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Sombras e Luzes do Império, de Edgar Valles, contém pequenas histórias, tendo como pano de fundo Goa, Angola e Portugal no período anterior ao 25 de Abril. Nelas, o autor não é o herói nem a personagem central, é apenas o cronista que relata experiências vividas nas, então, colónias, mas também na chamada metrópole. Estas são histórias verdadeiras e bem-humoradas, como a do desembarque do primeiro-ministro Nehru numa praia de Benguela, que ali teria chegado de submarino e era procurado por tal infração. Ou a do lutador antifascista que se julga vigiado por um casal de agentes da PIDE a partir de um automóvel, quando, afinal, estes apenas estavam a utilizar o veículo para outros fins, por sinal atentatórios da moral dominante. E, claro, não podiam faltar histórias sobre as peripécias da luta política contra o regime...
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 544
Sinopse: Por detrás das pesadas portas de madeira de um prédio discreto no coração de Santiago, Chile, esconde-se uma história sombria. A casa no n.º 38 da Rua de Londres abriga o legado de dois homens cujas histórias pessoais atravessam continentes, nacionalidades e décadas de atrocidades: Augusto Pinochet, presidente do Chile, e Walther Rauff, oficial nazi das SS. Fugindo da justiça no final da Segunda Guerra Mundial, Rauff atravessa o oceano rumo ao sul do Chile, onde se estabelece em Punta Arenas, na Patagónia, como administrador de uma fábrica de conservas. Mas correm rumores sobre o alemão discreto e seguro de si - boatos de uma segunda carreira no serviço secreto de Pinochet, a temida DINA. Em 1998, Pinochet viaja para Londres. Está a recuperar de uma operação numa clínica médica quando a polícia entra no seu quarto e o prende sob a acusação de crimes contra a humanidade e genocídio. Philippe Sands foi chamado para aconselhar o ex-chefe de Estado sobre a sua alegação de imunidade, mas optou por representar uma organização de direitos humanos contra ele. Com base em entrevistas, pesquisas de arquivo e relatos em primeira mão, Philippe Sands expõe as consequências duradouras de crimes históricos. Ao fazê-lo, revela uma história inédita e surpreendente do legado de criminalidade descontrolada e do caminho para a impunidade.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 720
Sinopse: (A habitação é um direito constitucional.) Uma sociedade que não garante habitação estável, acessível e digna não falhou apenas numa política pública. Falhou em quase todas as políticas públicas. E falhou na sua capacidade de estruturar o futuro. A habitação não é um setor: é a infraestrutura silenciosa de tudo o resto. Sem casa não há natalidade sustentável, nem saúde mental resiliente, nem mobilidade social, nem produtividade consistente, nem coesão territorial. Há apenas improviso, precariedade e exclusão. Tudo disfarçado de normalidade. Se esta obra cumprir o seu objetivo, não resolverá o problema da habitação em Portugal. Mas, para já, começará a elevar o debate e a integrá-lo em várias perspetivas. Num país onde se governa reagindo aos efeitos em vez de enfrentar as causas, isso, pensamos, já é um passo decisivo.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 784
Sinopse: Uma história global focada na economia e na gestão de Portugal é uma obra necessária e oportuna. Hoje é indiscutível que Portugal, no dealbar da Modernidade, se tornou dos primeiros países construtores da globalização, tirando dessa situação um enorme proveito económico. Por detrás desta capacidade está um espírito empreendedor singular que nos catapultou para o palco mundo, criando redes e empórios comerciais particulares que abriram novos caminhos da liderança e da gestão. Esta obra procura sistematizar muito do que se pode hoje ainda considerar relevante daquilo que Portugal tem dado para a gestão e a sua influência na economia mundial. Partindo da nossa mundividência atual, em que prepondera o «economificação» nas relações globais e em que a gestão é cada vez mais relevante para tornar eficientes as diversas atividades humanas, este livro propõe uma «viagem» de conhecimento às diferentes épocas e estádios do nosso passado, até a um tempo em que o religioso e o político eram dominantes na organização da sociedade e na construção dos horizontes de sentido, mas em que o económico imperava na sua dependência.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 80
Sinopse: Albert Einstein tinha 47 anos e Sigmund Freud tinha 70 quando se encontraram pela primeira e última vez. O filho de Einstein, estudante de psicologia e admirador de Freud, foi quem marcou o encontro. Não se sabe ao certo acerca do que conversaram nesse dia, em 1927, em Berlim. Em 1931, o Instituto para a Cooperação Intelectual convidou Einstein, já então um físico reconhecido, para organizar um debate sobre natureza humana, política, guerra e paz com alguém cuja dimensão intelectual e cujo trabalho merecessem a admiração do próprio Einstein. Este, ainda que desconfiado da psicanálise, escolheu Sigmund Freud. O resultado está neste livro, que permite um lugar privilegiado para observar de perto o diálogo, os pensamentos e as argumentações de dois cérebros que marcaram a história e cujas ideias são ainda influentes no nosso tempo. Começa com uma inquietação de Einstein: «Existe alguma forma de livrar a Humanidade da ameaça da guerra?»
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 480
Sinopse: As duas questões essenciais da filologia camoniana dizem respeito à autenticidade (autoria) e à constituição (estabelecimento) do texto crítico. A autenticidade apurase com base nas atribuições que se encontram na tradição, isto é, no conjunto dos testemunhos que transmitem um determinado texto, seja ele anónimo e/ou atribuído a um ou mais autores. A atribuição muitas vezes pode estar ausente, ou pode ser unânime, parcial, insuficiente, controversa ou contraditória. Esta edição enfrenta alguns dos problemas que têm vindo a ser colocados pela tradição dos sonetos camonianos para determinar o grau de autenticidade de cada um deles.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 736
Sinopse: Conheça os episódios marcantes e insólitos da História de Portugal com uma história por dia, ao longo de 52 semanas. Reviva guerras, revoluções, conspirações, intrigas de alcova, paixões proibidas e mistérios que atravessam séculos. Em poucos minutos diários, embarque numa viagem leve e curiosa por 365 dias com histórias da História de Portugal.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: Em Israel: O que correu mal com o meu país?, Bartov explora como o sionismo se transformou numa ideologia de Estado assente no etnonacionalismo e no domínio violento dos palestinianos. Como é que um Estado fundado em 1948, com amplo apoio internacional pós-1945, chega ao ponto de enfrentar acusações credíveis de crimes de guerra e de genocídio?
