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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 662
Sinopse:
Em "A Origem das Espécies", Charles Darwin recusou-se a escrever sobre a evolução humana, por acreditar que o tema estava "rodeado de preconceitos". Mas desde os anos 30 do século XIX que reescrevia as notas de "A Origem do Homem", que só seria publicado em 1871. O livro insere abertamente os macacos na nossa árvore genealógica e considera as raças humanas uma única família, diversificada pela "selecção sexual" — a provocadora teoria de Darwin que diz que a escolha por parte das fêmeas dos machos em competição leva a características raciais divergentes. Por tudo isso, "A Origem do Homem" de Darwin continua a influenciar a maneira como nos vemos enquanto seres humanos.
Nº Páginas: 662
Sinopse:
Em "A Origem das Espécies", Charles Darwin recusou-se a escrever sobre a evolução humana, por acreditar que o tema estava "rodeado de preconceitos". Mas desde os anos 30 do século XIX que reescrevia as notas de "A Origem do Homem", que só seria publicado em 1871. O livro insere abertamente os macacos na nossa árvore genealógica e considera as raças humanas uma única família, diversificada pela "selecção sexual" — a provocadora teoria de Darwin que diz que a escolha por parte das fêmeas dos machos em competição leva a características raciais divergentes. Por tudo isso, "A Origem do Homem" de Darwin continua a influenciar a maneira como nos vemos enquanto seres humanos.
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Com a mesma marca de compaixão e erudição de "O Homem Que Confundiu a Mulher com um Chapéu", Oliver Sacks explora o lugar que a música ocupa no cérebro e como é que ela afecta a condição humana. Em "Musicofilia", o autor apresenta uma variedade daquilo que designa por "desalinhamentos musicais". Entre eles: um homem atingido por um relâmpago que subitamente deseja ser pianista aos quarenta e dois anos; um grupo de crianças com síndrome de Williams, que desde a nascença são hiper-musicais; pessoas com "amusia", para quem uma sinfonia soa a ruído de panelas; e um homem cuja memória dura apenas sete segundos excepto quando se trata de música.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Com a mesma marca de compaixão e erudição de "O Homem Que Confundiu a Mulher com um Chapéu", Oliver Sacks explora o lugar que a música ocupa no cérebro e como é que ela afecta a condição humana. Em "Musicofilia", o autor apresenta uma variedade daquilo que designa por "desalinhamentos musicais". Entre eles: um homem atingido por um relâmpago que subitamente deseja ser pianista aos quarenta e dois anos; um grupo de crianças com síndrome de Williams, que desde a nascença são hiper-musicais; pessoas com "amusia", para quem uma sinfonia soa a ruído de panelas; e um homem cuja memória dura apenas sete segundos excepto quando se trata de música.
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 70
Sinopse:
Ao longo da sua obra, Freud mudou de opinião sobre vários temas importantes. Talvez a mais evidente tenha sido a sua revisão à teoria de instinto. "Para Além do Princípio do Prazer", publicado em 1920, é a primeira afirmação clara de uma nova teoria de Freud em que o amor e a vida prevalecem sobre a agressão e a morte. Esta obra representa uma importante revisão teórica das primeiras ideias de Freud e um ponto de viragem na teoria psicanalítica.
Nº Páginas: 70
Sinopse:
Ao longo da sua obra, Freud mudou de opinião sobre vários temas importantes. Talvez a mais evidente tenha sido a sua revisão à teoria de instinto. "Para Além do Princípio do Prazer", publicado em 1920, é a primeira afirmação clara de uma nova teoria de Freud em que o amor e a vida prevalecem sobre a agressão e a morte. Esta obra representa uma importante revisão teórica das primeiras ideias de Freud e um ponto de viragem na teoria psicanalítica.
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A primeira edição de "A Interpretação dos Sonhos" (Die Traumdeutung) foi publicada em Novembro de 1899. Esta obra inaugurou a teoria da análise do sonho, cuja actividade Freud descrevia como "a estrada real para o conhecimento dos processos mentais do inconsciente": "Nas páginas que se seguem, apresentarei a prova de que há uma técnica psicológica que permite interpretar os sonhos, e de que pela aplicação desse processo todos os sonhos surgirão como uma configuração psicológica significante, que podemos inserir num lugar específico nas actividades psíquicas da vigília. Além disso, tentarei elucidar os processos que subjazem à estranheza e à obscuridade dos nossos sonhos, e deduzir desses processos a natureza das forças psíquicas cujo conflito ou cooperação são por eles responsáveis. Feito isto, darei a minha investigação por terminada, pois terá atingido o ponto em que o problema do sonho se entronca em problemas mais gerais, cuja resolução exige o recurso a materiais de índole diferente." [Do I Capítulo de A Interpretação dos Sonhos]
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A primeira edição de "A Interpretação dos Sonhos" (Die Traumdeutung) foi publicada em Novembro de 1899. Esta obra inaugurou a teoria da análise do sonho, cuja actividade Freud descrevia como "a estrada real para o conhecimento dos processos mentais do inconsciente": "Nas páginas que se seguem, apresentarei a prova de que há uma técnica psicológica que permite interpretar os sonhos, e de que pela aplicação desse processo todos os sonhos surgirão como uma configuração psicológica significante, que podemos inserir num lugar específico nas actividades psíquicas da vigília. Além disso, tentarei elucidar os processos que subjazem à estranheza e à obscuridade dos nossos sonhos, e deduzir desses processos a natureza das forças psíquicas cujo conflito ou cooperação são por eles responsáveis. Feito isto, darei a minha investigação por terminada, pois terá atingido o ponto em que o problema do sonho se entronca em problemas mais gerais, cuja resolução exige o recurso a materiais de índole diferente." [Do I Capítulo de A Interpretação dos Sonhos]
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A mediatização do caso da ovelha "Dolly" veio colocar o problema da clonagem ao nível dos indivíduos comuns. Mas já havia muito tempo que vários cientistas trabalhavam neste domínio. Um deles era Clara Pinto Correia, que desde o início dos anos 90 integrava uma equipa em Massachusettes, que se dedicava ao estudo da clonagem de mamíferos. Para ela, a ovelha "Dolly" não constituiu propriamente uma surpresa. E porque, também como escritora que é, Clara Pinto Correia se tem preocupado em divulgar a ciência ao grande público, surge este livro, "Clones Humanos", que explica, desmistifica e interroga todas as ideias à volta da clonagem. "Não lhe direi se a clonagem é boa ou má. As escolhas fundamentais com que as sociedades humanas se deparam nunca são assim tão simples. Espero que este pequeno manual seja uma resposta aos receios básicos da maioria das pessoas sobre este assunto. Mas não me espantaria nada que grande parte dos leitores considerasse o meu relato bastante assustador. Para além disso, escrevi-o também a fim de isolar os verdadeiros aspectos da clonagem do delírio de cenários incoerentes e pessimistas com que os media nos bombardearam. Mas não posso de modo nenhum declarar que aquilo que vou explicar não é controverso." (Clara Pinto Correia, na introdução)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A mediatização do caso da ovelha "Dolly" veio colocar o problema da clonagem ao nível dos indivíduos comuns. Mas já havia muito tempo que vários cientistas trabalhavam neste domínio. Um deles era Clara Pinto Correia, que desde o início dos anos 90 integrava uma equipa em Massachusettes, que se dedicava ao estudo da clonagem de mamíferos. Para ela, a ovelha "Dolly" não constituiu propriamente uma surpresa. E porque, também como escritora que é, Clara Pinto Correia se tem preocupado em divulgar a ciência ao grande público, surge este livro, "Clones Humanos", que explica, desmistifica e interroga todas as ideias à volta da clonagem. "Não lhe direi se a clonagem é boa ou má. As escolhas fundamentais com que as sociedades humanas se deparam nunca são assim tão simples. Espero que este pequeno manual seja uma resposta aos receios básicos da maioria das pessoas sobre este assunto. Mas não me espantaria nada que grande parte dos leitores considerasse o meu relato bastante assustador. Para além disso, escrevi-o também a fim de isolar os verdadeiros aspectos da clonagem do delírio de cenários incoerentes e pessimistas com que os media nos bombardearam. Mas não posso de modo nenhum declarar que aquilo que vou explicar não é controverso." (Clara Pinto Correia, na introdução)
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A globalização exige a superação das diferenças entre as pessoas, pois quanto mais estas forem idênticas, mais veloz é a circulação do capital, das mercadorias e da informação. A tendência é para que todos se tornem semelhantes como consumidores. Os tempos em que existia o outro estão a passar. O outro como amigo, o outro como inferno, o outro como mistério, o outro como desejo estão a ser substituídos pelo igual. E a proliferação do igual, apresentada como crescimento, faz com que o corpo social se torne patológico. O que hoje leva a sociedade a adoecer não é a alienação, a proibição ou a repressão, mas o excesso de informação e o hiperconsumo. A expulsão do diferente e o inferno do igual traduzem-se em fenómenos como o medo, os movimentos identitários e nacionalistas, a globalização e o terrorismo, partes integrantes de um processo marcado pela depressão e autodestruição.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A globalização exige a superação das diferenças entre as pessoas, pois quanto mais estas forem idênticas, mais veloz é a circulação do capital, das mercadorias e da informação. A tendência é para que todos se tornem semelhantes como consumidores. Os tempos em que existia o outro estão a passar. O outro como amigo, o outro como inferno, o outro como mistério, o outro como desejo estão a ser substituídos pelo igual. E a proliferação do igual, apresentada como crescimento, faz com que o corpo social se torne patológico. O que hoje leva a sociedade a adoecer não é a alienação, a proibição ou a repressão, mas o excesso de informação e o hiperconsumo. A expulsão do diferente e o inferno do igual traduzem-se em fenómenos como o medo, os movimentos identitários e nacionalistas, a globalização e o terrorismo, partes integrantes de um processo marcado pela depressão e autodestruição.
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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Porque é que encolhemos os ombros? Porque é que os cães abanam as caudas? Porque franzimos as sobrancelhas quando estamos zangados e fazemos beicinho quando estamos tristes em vez do contrário? Qual é a diferença entre culpa e vergonha? Este seria um livro notável mesmo que tivesse respondido apenas a estas ou a semelhantes perguntas sobre as emoções em 1872. Mas A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais provou também que a mente humana, e não só o corpo, é um produto da evolução.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Porque é que encolhemos os ombros? Porque é que os cães abanam as caudas? Porque franzimos as sobrancelhas quando estamos zangados e fazemos beicinho quando estamos tristes em vez do contrário? Qual é a diferença entre culpa e vergonha? Este seria um livro notável mesmo que tivesse respondido apenas a estas ou a semelhantes perguntas sobre as emoções em 1872. Mas A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais provou também que a mente humana, e não só o corpo, é um produto da evolução.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 452
Sinopse:
"Uma Teoria da Justiça" é considerada a obra mais importante da filosofia política deste século. A sua publicação no início da década de 70 veio dar uma nova vitalidade ao pensamento nesta área do conhecimento.Esta obra propõe um itinerário para a descoberta e fundamentação racional dos princípios que devem reger a sociedade justa, os quais John Rawls considera que se adequam às nossas convicções intuitivas sobre justiça. A sua argumentação situa-se na confluência de duas correntes culturais distintas: a do utilitarismo e as teorias do contrato social - na linha de Rousseau e de Kant - e visa explicitamente criticar a primeira corrente, embora sem recusar o seu conteúdo metodológico. John Rawls é Professor na Universidade de Harvard.
Nº Páginas: 452
Sinopse:
"Uma Teoria da Justiça" é considerada a obra mais importante da filosofia política deste século. A sua publicação no início da década de 70 veio dar uma nova vitalidade ao pensamento nesta área do conhecimento.Esta obra propõe um itinerário para a descoberta e fundamentação racional dos princípios que devem reger a sociedade justa, os quais John Rawls considera que se adequam às nossas convicções intuitivas sobre justiça. A sua argumentação situa-se na confluência de duas correntes culturais distintas: a do utilitarismo e as teorias do contrato social - na linha de Rousseau e de Kant - e visa explicitamente criticar a primeira corrente, embora sem recusar o seu conteúdo metodológico. John Rawls é Professor na Universidade de Harvard.
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 134
Sinopse:
"Três Ensaios Sobre Teoria da Sexualidade" é a melhor apresentação das concepções de Freud sobre a sexualidade infantil e sua evolução e sobre os desvios do objecto da libido. "Ao cabo de uma década a observar a recepção deste livro e os efeitos por ele provocados, decidi acrescentar à sua terceira edição algumas observações preliminares destinadas a impedir mal-entendidos e expectativas impossíveis de satisfazer. Antes de mais, afirme-se que as considerações aqui tecidas provêm inteiramente da experiência clínica quotidiana, à qual as conclusões da investigação psicanalítica deverão acrescentar profundidade e relevância científica." "Do Prefácio da Terceira Edição"
Nº Páginas: 134
Sinopse:
"Três Ensaios Sobre Teoria da Sexualidade" é a melhor apresentação das concepções de Freud sobre a sexualidade infantil e sua evolução e sobre os desvios do objecto da libido. "Ao cabo de uma década a observar a recepção deste livro e os efeitos por ele provocados, decidi acrescentar à sua terceira edição algumas observações preliminares destinadas a impedir mal-entendidos e expectativas impossíveis de satisfazer. Antes de mais, afirme-se que as considerações aqui tecidas provêm inteiramente da experiência clínica quotidiana, à qual as conclusões da investigação psicanalítica deverão acrescentar profundidade e relevância científica." "Do Prefácio da Terceira Edição"
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Edição: Jul 2007
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
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Edição: Dez 2001
Nº Páginas: 242
Sinopse:
"Os dois temas principais que dão o nome a esta pequena obra, o totem e o tabu, não são tratados aqui de igual modo. A análise do tabu apresenta-se como uma tentativa de solução do problema, inteiramente segura e exaustiva. O estudo sobre o totemismo limita-se a declarar que o referido aqui é, tão-só, a contribuição que a observação psicanalítica pode dar, actualmente, para o esclarecimento dos problemas do totem. Esta disparidade resulta do facto de o tabu continuar, na realidade, a existir entre nós. Conquanto seja encarado de forma negativa e aplicado a outros objectos, dada a sua natureza psicológica não é senão o "imperativo categórico" de Kant, que pretende actuar compulsivamente e rejeita toda e qualquer motivação consciente. O totemismo, em contrapartida, é inteiramente estranho ao nosso modo actual de sentir, é uma instituição que, na realidade, foi já há muito abandonada e substituída por formas religiosas e sociais mais modernas." Do Prefácio
Nº Páginas: 242
Sinopse:
"Os dois temas principais que dão o nome a esta pequena obra, o totem e o tabu, não são tratados aqui de igual modo. A análise do tabu apresenta-se como uma tentativa de solução do problema, inteiramente segura e exaustiva. O estudo sobre o totemismo limita-se a declarar que o referido aqui é, tão-só, a contribuição que a observação psicanalítica pode dar, actualmente, para o esclarecimento dos problemas do totem. Esta disparidade resulta do facto de o tabu continuar, na realidade, a existir entre nós. Conquanto seja encarado de forma negativa e aplicado a outros objectos, dada a sua natureza psicológica não é senão o "imperativo categórico" de Kant, que pretende actuar compulsivamente e rejeita toda e qualquer motivação consciente. O totemismo, em contrapartida, é inteiramente estranho ao nosso modo actual de sentir, é uma instituição que, na realidade, foi já há muito abandonada e substituída por formas religiosas e sociais mais modernas." Do Prefácio
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
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Edição: Jul 1994
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"O Homem e o Divino" é o mais importante livro de María Zambrano, pois como ela própria afirma poderia ser esse o título de tudo o que escreveu. E, como sempre acontece, são as obras escritas com menos preocupação de actualidade as que melhor permitem explicar os fenómenos actuais.
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"O Homem e o Divino" é o mais importante livro de María Zambrano, pois como ela própria afirma poderia ser esse o título de tudo o que escreveu. E, como sempre acontece, são as obras escritas com menos preocupação de actualidade as que melhor permitem explicar os fenómenos actuais.
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Edição: Jul 2007
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nós não temos uma cultura de mérito porque queremos manter uma coisa extraordinária que se chama auto-estima." "Maria Filomena Mónica" "É muito difícil mudar a política quando um político genuinamente reformista não encontra forças sociais nem movimentos sociais, eleitorais e políticos que suportem esse reformismo." "José Pacheco Pereira" "Chegámos a 1986, quando entrámos para a CEE, sem um projecto nacional de desenvolvimento e pensámos que essa ausência, esse vazio, podia ser preenchida pela incorporação num projecto internacional, que é o projecto europeu." "Boaventura de Sousa Santos" "Este é o primeiro grande problema de Portugal, a fragilidade da sua burguesia. Aliás, se formos ver as estatísticas, os níveis de instrução dos empresários em Portugal são comparáveis ou inferiores aos níveis que têm os próprios trabalhadores por conta de outrem." "Miguel Portas"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nós não temos uma cultura de mérito porque queremos manter uma coisa extraordinária que se chama auto-estima." "Maria Filomena Mónica" "É muito difícil mudar a política quando um político genuinamente reformista não encontra forças sociais nem movimentos sociais, eleitorais e políticos que suportem esse reformismo." "José Pacheco Pereira" "Chegámos a 1986, quando entrámos para a CEE, sem um projecto nacional de desenvolvimento e pensámos que essa ausência, esse vazio, podia ser preenchida pela incorporação num projecto internacional, que é o projecto europeu." "Boaventura de Sousa Santos" "Este é o primeiro grande problema de Portugal, a fragilidade da sua burguesia. Aliás, se formos ver as estatísticas, os níveis de instrução dos empresários em Portugal são comparáveis ou inferiores aos níveis que têm os próprios trabalhadores por conta de outrem." "Miguel Portas"
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Edição: Dez 1999
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"A verdade é que os nossos problemas, os das gerações actuais, apesar de uma autêntica "cavalgada histórica", não são menores do que os das gerações anteriores. São diferentes. Talvez até mais difíceis de resolver. E nem sequer nos poderá servir de consolação saber que, cada vez mais, os nossos problemas são parecidos com os dos outros países, tanto os vizinhos europeus, de Oeste como de Leste, quanto os dos outros Estados democráticos do mundo. (…) Magra consolação! Ao tornarmo-nos um país como os outros, ficámos com os problemas de todos, mas não adquirimos, por golpe de mágica, os seus meios para os resolver. Ainda por cima, em sociedade aberta, as fraquezas são mais visíveis. Mesmo assim, nada me fará pensar que esta abertura, com todos os seus riscos, com todas as suas ameaças, não é o melhor caminho." Do Prefácio
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"A verdade é que os nossos problemas, os das gerações actuais, apesar de uma autêntica "cavalgada histórica", não são menores do que os das gerações anteriores. São diferentes. Talvez até mais difíceis de resolver. E nem sequer nos poderá servir de consolação saber que, cada vez mais, os nossos problemas são parecidos com os dos outros países, tanto os vizinhos europeus, de Oeste como de Leste, quanto os dos outros Estados democráticos do mundo. (…) Magra consolação! Ao tornarmo-nos um país como os outros, ficámos com os problemas de todos, mas não adquirimos, por golpe de mágica, os seus meios para os resolver. Ainda por cima, em sociedade aberta, as fraquezas são mais visíveis. Mesmo assim, nada me fará pensar que esta abertura, com todos os seus riscos, com todas as suas ameaças, não é o melhor caminho." Do Prefácio
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"A Ascensão do Dinheiro" mostra a vida financeira como a espinha dorsal da História, apresentando sob uma nova perspetiva acontecimentos que nos são familiares: o Renascimento possibilitado por comerciantes internacionais italianos, a Revolução Francesa que se atolou numa crise de mercados, o crash de 2008 iniciado por falências de bancos norte-americanos ou o crescimento espetacular de cidades chinesas como Chongqing. Podemos ignorar ou até desprezar os plutocratas de Wall Street, mas, como Ferguson diz, a revolução dos mercados financeiros rivaliza em importância com as inovações tecnológicas no desenvolvimento da civilização. Na verdade, o estudo da ascensão e da queda do dinheiro é também o estudo do crescimento e da decadência do próprio poder do Ocidente. Esta edição foi atualizada pelo autor com novos capítulos sobre temas como a grande recessão de 2008 ou as criptomoedas.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"A Ascensão do Dinheiro" mostra a vida financeira como a espinha dorsal da História, apresentando sob uma nova perspetiva acontecimentos que nos são familiares: o Renascimento possibilitado por comerciantes internacionais italianos, a Revolução Francesa que se atolou numa crise de mercados, o crash de 2008 iniciado por falências de bancos norte-americanos ou o crescimento espetacular de cidades chinesas como Chongqing. Podemos ignorar ou até desprezar os plutocratas de Wall Street, mas, como Ferguson diz, a revolução dos mercados financeiros rivaliza em importância com as inovações tecnológicas no desenvolvimento da civilização. Na verdade, o estudo da ascensão e da queda do dinheiro é também o estudo do crescimento e da decadência do próprio poder do Ocidente. Esta edição foi atualizada pelo autor com novos capítulos sobre temas como a grande recessão de 2008 ou as criptomoedas.
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Edição: Abr 1994
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Dizer que vivemos num mundo de símbolos e que um mundo de símbolos vive em nós é pouco. Da psicanálise à antropologia, da crítica de arte à publicidade e à propaganda ideológica ou política, as ciências, as artes e as técnicas tentam, hoje em dia e cada vez mais, decifrar a linguagem dos símbolos, tanto para alargar o campo do conhecimento e aprofundar a comunicação, como para controlar uma energia de um tipo muito particular, subjacente aos nossos actos, aos nossos reflexos, às nossas preferências e repulsas, energia cujo formidável poder começamos apenas a adivinhar...
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Dizer que vivemos num mundo de símbolos e que um mundo de símbolos vive em nós é pouco. Da psicanálise à antropologia, da crítica de arte à publicidade e à propaganda ideológica ou política, as ciências, as artes e as técnicas tentam, hoje em dia e cada vez mais, decifrar a linguagem dos símbolos, tanto para alargar o campo do conhecimento e aprofundar a comunicação, como para controlar uma energia de um tipo muito particular, subjacente aos nossos actos, aos nossos reflexos, às nossas preferências e repulsas, energia cujo formidável poder começamos apenas a adivinhar...
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Edição: Jul 2001
Nº Páginas: 888
Sinopse:
Como o próprio nome indica, o "Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX" pretende dar a conhecer a vida e a obra de figuras que, a dado momento, marcaram a história do Porto no capítulo reservado ao século XX.São cerca de 630 artigos de outras tantas personalidades relevantes em áreas tão diversas como a arquitectura, o desporto, a política, a gastronomia, a pintura, a literatura, a história, a economia, entre muitas outras. Sem dúvida, uma lista extensa de personalidades que, ainda assim, cometerá a injustiça de omitir muitas outras. Mas, relembre-se, esta é uma primeira tentativa... Durante o lançamento do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, tivemos a oportunidade de recolher depoimentos de várias figuras públicas.Também disponível em Capa Prata. O livro teve conceção e coordenação de Germano Silva e Luís Miguel Duarte e foi editado no ano da Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
Nº Páginas: 888
Sinopse:
Como o próprio nome indica, o "Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX" pretende dar a conhecer a vida e a obra de figuras que, a dado momento, marcaram a história do Porto no capítulo reservado ao século XX.São cerca de 630 artigos de outras tantas personalidades relevantes em áreas tão diversas como a arquitectura, o desporto, a política, a gastronomia, a pintura, a literatura, a história, a economia, entre muitas outras. Sem dúvida, uma lista extensa de personalidades que, ainda assim, cometerá a injustiça de omitir muitas outras. Mas, relembre-se, esta é uma primeira tentativa... Durante o lançamento do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, tivemos a oportunidade de recolher depoimentos de várias figuras públicas.Também disponível em Capa Prata. O livro teve conceção e coordenação de Germano Silva e Luís Miguel Duarte e foi editado no ano da Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
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Edição: Jul 2001
Nº Páginas: 888
Sinopse:
Como o próprio nome indica, o "Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX" pretende dar a conhecer a vida e a obra de figuras que, a dado momento, marcaram a história do Porto no capítulo reservado ao século XX. São cerca de 630 artigos de outras tantas personalidades relevantes em áreas tão diversas como a arquitectura, o desporto, a política, a gastronomia, a pintura, a literatura, a história, a economia, entre muitas outras. Sem dúvida, uma lista extensa de personalidades que, ainda assim, cometerá a injustiça de omitir muitas outras. Mas, relembre-se, esta é uma primeira tentativa... Durante o lançamento do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, tivemos a oportunidade de recolher depoimentos de várias figuras públicas. Também disponível em Capa Cobre. O livro teve conceção e coordenação de Germano Silva e Luís Miguel Duarte e foi editado no ano da Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
Nº Páginas: 888
Sinopse:
Como o próprio nome indica, o "Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX" pretende dar a conhecer a vida e a obra de figuras que, a dado momento, marcaram a história do Porto no capítulo reservado ao século XX. São cerca de 630 artigos de outras tantas personalidades relevantes em áreas tão diversas como a arquitectura, o desporto, a política, a gastronomia, a pintura, a literatura, a história, a economia, entre muitas outras. Sem dúvida, uma lista extensa de personalidades que, ainda assim, cometerá a injustiça de omitir muitas outras. Mas, relembre-se, esta é uma primeira tentativa... Durante o lançamento do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, tivemos a oportunidade de recolher depoimentos de várias figuras públicas. Também disponível em Capa Cobre. O livro teve conceção e coordenação de Germano Silva e Luís Miguel Duarte e foi editado no ano da Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Um esforço colectivo para dar a conhecer os compositores portugueses que marcaram o horizonte estético. Panorâmica da escrita musical em Portugal no século XX escrita por alguns dos mais reputados musicólogos nacionais do momento. A vida e a obra dos dez compositores portugueses mais relevantes do século passado: Emmanuel Nunes, Joly Braga Santos, Jorge Peixinho, Luís de Freitas Branco, entre outros.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Um esforço colectivo para dar a conhecer os compositores portugueses que marcaram o horizonte estético. Panorâmica da escrita musical em Portugal no século XX escrita por alguns dos mais reputados musicólogos nacionais do momento. A vida e a obra dos dez compositores portugueses mais relevantes do século passado: Emmanuel Nunes, Joly Braga Santos, Jorge Peixinho, Luís de Freitas Branco, entre outros.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Qual a relação entre Deus e o Mercado? Provém o Mercado de uma ordem pré-estabelecida que deve ser respeitada? Ou, pelo contrário, o Mercado cria desequilíbrios que são entraves à existência humana plena e à harmonia social? O que diz a Doutrina Social da Igreja, e os grandes pensadores cristãos, sobre estas questões? Há um modelo cristão de economia? O padre Vítor Melícias e o economista João César das Neves debatem estes e outros assuntos que nos interpelam e que marcam o nosso tempo. Com a moderação do jornalista Nicolau Santos, reflectem também sobre temas candentes da actualidade económica - a limitação dos salários altos, a pretensa captação do poder político pelo sistema financeiro, a integração da questão ecológica na economia, o aumento das desigualdades sociais criadas pela globalização, o crescimento dos extremismos com a crise da Covid, as razões da estagnação económica portuguesa nas últimas décadas, e o pensamento económico do Papa Francisco. Um livro que resulta de uma conversa informada e sempre cativante entre três amigos que raramente estão de acordo, "Deus e o Mercado" é uma importante reflexão sobre o mundo desafiante em que vivemos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Qual a relação entre Deus e o Mercado? Provém o Mercado de uma ordem pré-estabelecida que deve ser respeitada? Ou, pelo contrário, o Mercado cria desequilíbrios que são entraves à existência humana plena e à harmonia social? O que diz a Doutrina Social da Igreja, e os grandes pensadores cristãos, sobre estas questões? Há um modelo cristão de economia? O padre Vítor Melícias e o economista João César das Neves debatem estes e outros assuntos que nos interpelam e que marcam o nosso tempo. Com a moderação do jornalista Nicolau Santos, reflectem também sobre temas candentes da actualidade económica - a limitação dos salários altos, a pretensa captação do poder político pelo sistema financeiro, a integração da questão ecológica na economia, o aumento das desigualdades sociais criadas pela globalização, o crescimento dos extremismos com a crise da Covid, as razões da estagnação económica portuguesa nas últimas décadas, e o pensamento económico do Papa Francisco. Um livro que resulta de uma conversa informada e sempre cativante entre três amigos que raramente estão de acordo, "Deus e o Mercado" é uma importante reflexão sobre o mundo desafiante em que vivemos.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Este livro contém uma análise inédita e polémica no mercado editorial português sobre a pandemia provocada pelo novo coronavírus: a pandemia tendo como fio condutor a questão de Deus e a questão de Deus tendo como fio condutor a pandemia. Trata-se de uma investigação que também mostra como as religiões encararam a pandemia, assim como as grandes polémicas por ela levantadas: a recusa do encerramento dos templos, a tese de que a pandemia foi um castigo de Deus, a rejeição religiosa das vacinas, o charlatanismo religioso e as superstições, a ineficácia das orações contra o coronavírus, a relação dos medos e das teorias da conspiração sobre o coronavírus com a atitude religiosa. Por outro lado, este livro apresenta os seguintes problemas: Deus é considerado um Ser perfeito, todo-poderoso, bondoso e preocupado com a Humanidade. Sendo assim, porquê o Seu silêncio, tendo permitido que esta tragédia acontecesse? Afinal onde está Deus? Deus existe realmente?
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Este livro contém uma análise inédita e polémica no mercado editorial português sobre a pandemia provocada pelo novo coronavírus: a pandemia tendo como fio condutor a questão de Deus e a questão de Deus tendo como fio condutor a pandemia. Trata-se de uma investigação que também mostra como as religiões encararam a pandemia, assim como as grandes polémicas por ela levantadas: a recusa do encerramento dos templos, a tese de que a pandemia foi um castigo de Deus, a rejeição religiosa das vacinas, o charlatanismo religioso e as superstições, a ineficácia das orações contra o coronavírus, a relação dos medos e das teorias da conspiração sobre o coronavírus com a atitude religiosa. Por outro lado, este livro apresenta os seguintes problemas: Deus é considerado um Ser perfeito, todo-poderoso, bondoso e preocupado com a Humanidade. Sendo assim, porquê o Seu silêncio, tendo permitido que esta tragédia acontecesse? Afinal onde está Deus? Deus existe realmente?
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O grande cientista Robert M. Sapolsky, autor do best-seller Comportamento, vai ao âmago da ciência e da filosofia da tomada de decisões para questionar a existência do livre-arbítrio, uma ideia com consequências profundas. Em Comportamento, uma obra já clássica onde explicita as razões pelas quais os seres humanos agem bem ou mal, Robert Sapolsky aponta uma conclusão perturbadora: podemos desconhecer a ligação precisa entre a natureza e a educação que cria a física e a química na base do comportamento humano, mas isso não significa que essa ligação não exista. No presente livro, Sapolsky vai ainda mais longe, montando um brilhante (e, no seu estilo inconfundível, delicioso) ataque à fantasia simpática de que existe um eu independente que diz à nossa biologia o que deve fazer. Sapolsky aplica este novo entendimento da vida sem livre-arbítrio a algumas questões humanas fundamentais, como a punição, a moralidade e a convivência pacífica. Por último, defende que, embora viver o quotidiano reconhecendo que não se tem livre-arbítrio possa ser tremendamente difícil, tal não tem de resultar em anarquia, falta de um propósito e mal-estar. Pelo contrário, produzirá um mundo muito mais humano.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O grande cientista Robert M. Sapolsky, autor do best-seller Comportamento, vai ao âmago da ciência e da filosofia da tomada de decisões para questionar a existência do livre-arbítrio, uma ideia com consequências profundas. Em Comportamento, uma obra já clássica onde explicita as razões pelas quais os seres humanos agem bem ou mal, Robert Sapolsky aponta uma conclusão perturbadora: podemos desconhecer a ligação precisa entre a natureza e a educação que cria a física e a química na base do comportamento humano, mas isso não significa que essa ligação não exista. No presente livro, Sapolsky vai ainda mais longe, montando um brilhante (e, no seu estilo inconfundível, delicioso) ataque à fantasia simpática de que existe um eu independente que diz à nossa biologia o que deve fazer. Sapolsky aplica este novo entendimento da vida sem livre-arbítrio a algumas questões humanas fundamentais, como a punição, a moralidade e a convivência pacífica. Por último, defende que, embora viver o quotidiano reconhecendo que não se tem livre-arbítrio possa ser tremendamente difícil, tal não tem de resultar em anarquia, falta de um propósito e mal-estar. Pelo contrário, produzirá um mundo muito mais humano.
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Edição: Out 2005
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este livro foi concebido para dar a conhecer aos pais, educadores e professores informações práticas acerca da DDA e dos problemas com ela relacionados.É apresentada uma visão geral destas desordens e são descritas as características das crianças com DDA, sendo feita uma apresentação dos tratamentos aconselhados.São, ainda, abordadas questões práticas, em termos de formação, para ajudar pais e professores na gestão de aspetos relacionados com a desordem, tanto em casa como na escola.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este livro foi concebido para dar a conhecer aos pais, educadores e professores informações práticas acerca da DDA e dos problemas com ela relacionados.É apresentada uma visão geral destas desordens e são descritas as características das crianças com DDA, sendo feita uma apresentação dos tratamentos aconselhados.São, ainda, abordadas questões práticas, em termos de formação, para ajudar pais e professores na gestão de aspetos relacionados com a desordem, tanto em casa como na escola.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Hoje em dia, é cada vez mais raro encontrar crianças a rebolar numa encosta de relva ou a trepar às árvores só por divertimento. Retirámos os carrosséis e os sobe-e-desce para manter as crianças seguras. À medida que a vida das crianças se torna mais virtual, através da TV, do smartphone e dos ecrãs de computador, os professores estão a observar um decréscimo na capacidade de concentração, e os médicos, a registar um aumento alarmante de transtornos sensoriais e emocionais. Por isso, como pode assegurar que o seu filho está a desenvolver completamente o corpo, a mente e todos os sentidos?
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Hoje em dia, é cada vez mais raro encontrar crianças a rebolar numa encosta de relva ou a trepar às árvores só por divertimento. Retirámos os carrosséis e os sobe-e-desce para manter as crianças seguras. À medida que a vida das crianças se torna mais virtual, através da TV, do smartphone e dos ecrãs de computador, os professores estão a observar um decréscimo na capacidade de concentração, e os médicos, a registar um aumento alarmante de transtornos sensoriais e emocionais. Por isso, como pode assegurar que o seu filho está a desenvolver completamente o corpo, a mente e todos os sentidos?
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Para qualquer empresário, em qualquer ramo de negócio, a maior ameaça é sempre a concorrência. E no entanto, todos os dias, em todo o mundo, nascem milhares de negócios num contexto onde concorrência já existe e é feroz - o exemplo típico são os restaurantes. Mas porquê? O que leva um empreendedor a dar um tiro no pé logo à partida? Peter Thiel, o lendário fundador da PayPal, quando criou a empresa, em 1998, sabia que não havia concorrência à altura e quatro anos depois vendeu-a por 1,5 mil milhões de dólares. O princípio que o guiou então determinou todos os investimentos que viria a fazer. Foi o primeiro a entrar no capital do Facebook (tem hoje cerca de 10 por cento da empresa) e fundou ou financiou a LinkedIn, a Airbnb e a Palantir, só para citar as mais conhecidas. Em todos os casos, partiu do "0" (zero concorrência) para o "1" (número um no mercado). Apostando em tecnologias que permitiam acrescentar valor, onde antes não havia nada. O modo como repetiu os sucessos e a raiz da sua filosofia foram explicados num pequeno curso na Universidade de Stanford. Um dos seus alunos, Blake Masters, começou a tirar apontamentos e a publicá-los na Internet. O sucesso foi tal rápido (2,6 milhões de visualizações), que teve de pedir a Peter autorização para prosseguir. Nasceu assim "De Zero a Um", uma versão refinada e trabalhada das aulas - o curso completo.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Para qualquer empresário, em qualquer ramo de negócio, a maior ameaça é sempre a concorrência. E no entanto, todos os dias, em todo o mundo, nascem milhares de negócios num contexto onde concorrência já existe e é feroz - o exemplo típico são os restaurantes. Mas porquê? O que leva um empreendedor a dar um tiro no pé logo à partida? Peter Thiel, o lendário fundador da PayPal, quando criou a empresa, em 1998, sabia que não havia concorrência à altura e quatro anos depois vendeu-a por 1,5 mil milhões de dólares. O princípio que o guiou então determinou todos os investimentos que viria a fazer. Foi o primeiro a entrar no capital do Facebook (tem hoje cerca de 10 por cento da empresa) e fundou ou financiou a LinkedIn, a Airbnb e a Palantir, só para citar as mais conhecidas. Em todos os casos, partiu do "0" (zero concorrência) para o "1" (número um no mercado). Apostando em tecnologias que permitiam acrescentar valor, onde antes não havia nada. O modo como repetiu os sucessos e a raiz da sua filosofia foram explicados num pequeno curso na Universidade de Stanford. Um dos seus alunos, Blake Masters, começou a tirar apontamentos e a publicá-los na Internet. O sucesso foi tal rápido (2,6 milhões de visualizações), que teve de pedir a Peter autorização para prosseguir. Nasceu assim "De Zero a Um", uma versão refinada e trabalhada das aulas - o curso completo.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A avidez de crescimento não nos deixa ver com clareza o bem-estar económico, é cega ao bem-estar humano, surda ao sofrimento social e muda quanto ao estado do planeta. Neste livro, o autor defende que precisamos de abandonar a utilização de indicadores como o crescimento do PIB e, em vez desses, adotar outros como o bem-estar, a resiliência e a sustentabilidade. Pois, ao fazê-lo, os países serão capazes de mudar o seu foco num crescimento infinito e irrealista, passando a dar maior importância à justiça social e à qualidade de vida dos seus cidadãos. Éloi Laurent levanta o véu sobre tudo o que o crescimento esconde: o efeito corrosivo das desigualdades, a recessão democrática, o fim do lazer, a globalização da solidão, o fardo que a economia representa para a biosfera.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A avidez de crescimento não nos deixa ver com clareza o bem-estar económico, é cega ao bem-estar humano, surda ao sofrimento social e muda quanto ao estado do planeta. Neste livro, o autor defende que precisamos de abandonar a utilização de indicadores como o crescimento do PIB e, em vez desses, adotar outros como o bem-estar, a resiliência e a sustentabilidade. Pois, ao fazê-lo, os países serão capazes de mudar o seu foco num crescimento infinito e irrealista, passando a dar maior importância à justiça social e à qualidade de vida dos seus cidadãos. Éloi Laurent levanta o véu sobre tudo o que o crescimento esconde: o efeito corrosivo das desigualdades, a recessão democrática, o fim do lazer, a globalização da solidão, o fardo que a economia representa para a biosfera.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este é o livro para quem quer uma vida mais estável, à prova de incertezas, crises económicas, e perda de rendimento. De Hobby a Startup conta a história de pessoas que se libertaram da angústia financeira. Um gestor financeiro que lançou a sua própria plataforma de finanças pessoais, uma jornalista que se tornou consultora de marketing e redes sociais, uma videógrafa que fundou uma editora lucrativa nas horas vagas. Este livro está repleto de conselhos para os que procuram lançar negócios lucrativos. Se quer criar o negócio dos seus sonhos com o pouco tempo livre de que dispõe e aumentar os seus rendimentos, ele é para si. Encontrará aqui inspiração e conselhos práticos determinantes.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este é o livro para quem quer uma vida mais estável, à prova de incertezas, crises económicas, e perda de rendimento. De Hobby a Startup conta a história de pessoas que se libertaram da angústia financeira. Um gestor financeiro que lançou a sua própria plataforma de finanças pessoais, uma jornalista que se tornou consultora de marketing e redes sociais, uma videógrafa que fundou uma editora lucrativa nas horas vagas. Este livro está repleto de conselhos para os que procuram lançar negócios lucrativos. Se quer criar o negócio dos seus sonhos com o pouco tempo livre de que dispõe e aumentar os seus rendimentos, ele é para si. Encontrará aqui inspiração e conselhos práticos determinantes.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Mais de dois milhões e meio de exemplares vendidos "Como é que uma boa empresa pode tornar-se excepcional?" Os resultados de uma pesquisa, que durou cerca de cinco anos, foram agora divulgados no livro "De Bom a Excelente". Collins e a sua equipa analisaram perto de 1500 empresas, que figuraram na lista das 500 maiores da revista "Fortune". Apenas onze dessas empresas conseguiram sustentar durante mais de quinze anos um crescimento extraordinário. Estas onze organizações, entre as quais a "Gillette", a "Kimberley-Clark" e a "Philip Morris", geram retornos financeiros superiores aos da média de mercado, ultrapassando gigantes como a Coca-Cola, Intel ou a General Electric. Em comum, todas tiveram o que Collins classificou como "líder de nível 5": um gestor que estaria no topo da pirâmide da excelência em gestão. Quem são esses tais líderes de nível 5? Quais são as suas características? E por que razão nomes consagrados, como "Welch" e "Chambers", não figuram na lista de Jim Collins?
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Mais de dois milhões e meio de exemplares vendidos "Como é que uma boa empresa pode tornar-se excepcional?" Os resultados de uma pesquisa, que durou cerca de cinco anos, foram agora divulgados no livro "De Bom a Excelente". Collins e a sua equipa analisaram perto de 1500 empresas, que figuraram na lista das 500 maiores da revista "Fortune". Apenas onze dessas empresas conseguiram sustentar durante mais de quinze anos um crescimento extraordinário. Estas onze organizações, entre as quais a "Gillette", a "Kimberley-Clark" e a "Philip Morris", geram retornos financeiros superiores aos da média de mercado, ultrapassando gigantes como a Coca-Cola, Intel ou a General Electric. Em comum, todas tiveram o que Collins classificou como "líder de nível 5": um gestor que estaria no topo da pirâmide da excelência em gestão. Quem são esses tais líderes de nível 5? Quais são as suas características? E por que razão nomes consagrados, como "Welch" e "Chambers", não figuram na lista de Jim Collins?
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