1041 produtos
Ordenar por:
1041 produtos
Edição: Set 2009
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Os ensaios de Sun Tzu sobre a arte da guerra são o tratado mais antigo sobre o tema, mas o alcance e a profundidade do seu juízo nunca foram ultrapassados, podendo ser considerados como a quintessência da sabedoria na condução da guerra. Entre todos os teóricos militares do passado, Clausewitz é o único que se lhe pode comparar e apesar de ter escrito mais de dois mil anos depois, está mais 'datado' e, em boa parte, mais ultrapassado. Muitos dos danos causados à civilização nas guerras mundiais do século passado teriam podido ser evitados se, à influência exercida pelos volumes monumentais de Clausewitz, intitulados Da Guerra , e que moldaram o pensamento militar da Europa na era anterior à Primeira Guerra Mundial, se tivesse misturado, temperando-o, um conhecimento da exposição de Sun Tzu sobre A Arte da Guerra . O realismo e a moderação de Sun Tzu constrastam com a tendência de Clausewitz para enfatizar o ideal racional e o 'absoluto' com que se esbarram os seus discípulos ao desenvolverem a teoria e a prática da 'guerra total' para lá dos limites ditados pelo bom senso.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Os ensaios de Sun Tzu sobre a arte da guerra são o tratado mais antigo sobre o tema, mas o alcance e a profundidade do seu juízo nunca foram ultrapassados, podendo ser considerados como a quintessência da sabedoria na condução da guerra. Entre todos os teóricos militares do passado, Clausewitz é o único que se lhe pode comparar e apesar de ter escrito mais de dois mil anos depois, está mais 'datado' e, em boa parte, mais ultrapassado. Muitos dos danos causados à civilização nas guerras mundiais do século passado teriam podido ser evitados se, à influência exercida pelos volumes monumentais de Clausewitz, intitulados Da Guerra , e que moldaram o pensamento militar da Europa na era anterior à Primeira Guerra Mundial, se tivesse misturado, temperando-o, um conhecimento da exposição de Sun Tzu sobre A Arte da Guerra . O realismo e a moderação de Sun Tzu constrastam com a tendência de Clausewitz para enfatizar o ideal racional e o 'absoluto' com que se esbarram os seus discípulos ao desenvolverem a teoria e a prática da 'guerra total' para lá dos limites ditados pelo bom senso.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-arte-da-guerra-de-sun-tzu-4845993');
});">
Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Oliver Sacks nasceu em Londres em 1933 e estudou também em Oxford e na Califórnia. É professor de Neurologia no Albert Einstein College of Medicine, e autor de sete livros, incluindo "O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu", "Despertares" e "Um Antropólogo em Marte". "Sacks lembra-nos como são preciosas as nossas vidas." Sunday Times "É um dos raros escritores de hoje que mostram um invejável domínio da complexidade da ciência e da riqueza da linguagem." Anthony Clare "O maior dom de Sacks está na sua capacidade de se colocar na posição das pessoas de que fala e estabelecer empatia com a sua condição com enorme compaixão mas sem condescendência ou piedade… numa prosa que é singularmente límpida e comovente." Daily Telegraph
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Oliver Sacks nasceu em Londres em 1933 e estudou também em Oxford e na Califórnia. É professor de Neurologia no Albert Einstein College of Medicine, e autor de sete livros, incluindo "O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu", "Despertares" e "Um Antropólogo em Marte". "Sacks lembra-nos como são preciosas as nossas vidas." Sunday Times "É um dos raros escritores de hoje que mostram um invejável domínio da complexidade da ciência e da riqueza da linguagem." Anthony Clare "O maior dom de Sacks está na sua capacidade de se colocar na posição das pessoas de que fala e estabelecer empatia com a sua condição com enorme compaixão mas sem condescendência ou piedade… numa prosa que é singularmente límpida e comovente." Daily Telegraph
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-ilha-sem-cor-de-oliver-sacks-4825427');
});">
Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Tao Te King, que segundo a tradição terá sido escrito no século VI a.C. por Lao Tse, já foi traduzido mais vezes do que qualquer outra obra excepto talvez a Bíblia e ocupa um lugar muito importante na história do pensamento chinês. Na presente tradução, procurou-se seguir o mais fielmente possível o texto original e respeitar o seu estilo conciso e paradoxal. Os comentários a cada capítulo, assim como um texto adicional com informação sobre os conceitos filosóficos expostos neste livro clássico chinês, pretendem auxiliar o leitor na interpretação de algumas passagens mais obscuras. O Tao Te King preconiza uma maneira de agir que se ajuste perfeitamente ao mundo. Corresponde a deixar tudo fluir por si, sem ir contra o que é natural.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Tao Te King, que segundo a tradição terá sido escrito no século VI a.C. por Lao Tse, já foi traduzido mais vezes do que qualquer outra obra excepto talvez a Bíblia e ocupa um lugar muito importante na história do pensamento chinês. Na presente tradução, procurou-se seguir o mais fielmente possível o texto original e respeitar o seu estilo conciso e paradoxal. Os comentários a cada capítulo, assim como um texto adicional com informação sobre os conceitos filosóficos expostos neste livro clássico chinês, pretendem auxiliar o leitor na interpretação de algumas passagens mais obscuras. O Tao Te King preconiza uma maneira de agir que se ajuste perfeitamente ao mundo. Corresponde a deixar tudo fluir por si, sem ir contra o que é natural.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/tao-te-king-de-lao-tse-4846003');
});">
Edição: Out 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que leva tantas pessoas a sentirem-se atraídas por relações de amizade, amorosas e de trabalho online? Como são geridas estas relações? Que papel desempenham as redes sociais na socialização dos jovens?Ao longo dos oito capítulos deste livro especialistas nacionais e estrangeiros respondem a estas perguntas que muitos de nós se colocam.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que leva tantas pessoas a sentirem-se atraídas por relações de amizade, amorosas e de trabalho online? Como são geridas estas relações? Que papel desempenham as redes sociais na socialização dos jovens?Ao longo dos oito capítulos deste livro especialistas nacionais e estrangeiros respondem a estas perguntas que muitos de nós se colocam.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/psicologia-dos-comportamentos-online-de-guilhermina-lobato-miranda-5679993');
});">
Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Chuang Tse, que em conjunto com o Tao Te King, forma a base textual e filosófica da escola de pensamento taoista, é considerado uma das mais importantes obras literárias de toda a história chinesa e influenciou significativamente muitas gerações de escritores chineses até ao presente.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Chuang Tse, que em conjunto com o Tao Te King, forma a base textual e filosófica da escola de pensamento taoista, é considerado uma das mais importantes obras literárias de toda a história chinesa e influenciou significativamente muitas gerações de escritores chineses até ao presente.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/chuang-tse-de-chuang-tse-6441068');
});">
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Novo volume da colecção dedicada às Operações SAAL, o grande projecto de habitação democrática em Portugal — o caso de Pego Longo. Volume coordenado por Paulo Providência e Carlos Machado. O processo SAAL que é objecto deste volume teve lugar na fronteira entre os concelhos de Sintra e Oeiras. A partir de uma vasta selecção arquivística, da visita ao local e de conversas com o autor do projecto, o livro regista o seu estado actual, a permanente necessidade de adaptação e as particularidades do caso de Pego Longo. Bartolomeu da Costa Cabral, o arquitecto responsável, via no SAAL a virtude de uma participação efectiva das populações, considerando as suas aspirações e os seus desejos. O papel do arquitecto consistia então em traduzi-los fielmente, considerando as referências no "estudo de situação" — que, pela sua importância, é aqui publicado integralmente — a um arraigado sentimento de ligação à periferia urbana, à pequena escala doméstica das hortas e da "vivenda", à riqueza espacial do indeterminado e diverso.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Novo volume da colecção dedicada às Operações SAAL, o grande projecto de habitação democrática em Portugal — o caso de Pego Longo. Volume coordenado por Paulo Providência e Carlos Machado. O processo SAAL que é objecto deste volume teve lugar na fronteira entre os concelhos de Sintra e Oeiras. A partir de uma vasta selecção arquivística, da visita ao local e de conversas com o autor do projecto, o livro regista o seu estado actual, a permanente necessidade de adaptação e as particularidades do caso de Pego Longo. Bartolomeu da Costa Cabral, o arquitecto responsável, via no SAAL a virtude de uma participação efectiva das populações, considerando as suas aspirações e os seus desejos. O papel do arquitecto consistia então em traduzi-los fielmente, considerando as referências no "estudo de situação" — que, pela sua importância, é aqui publicado integralmente — a um arraigado sentimento de ligação à periferia urbana, à pequena escala doméstica das hortas e da "vivenda", à riqueza espacial do indeterminado e diverso.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/cidade-participada-arquitectura-e-democracia-6-8853989');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 383
Sinopse:
Novo romance de Clara Pinto Correia, ou como lhe chama a autora, "romance histórico altamente heterodoxo", já que anda a meio caminho entre a ficção e a história da ciência, uma mistura perfeita para uma romancista bióloga. Temos por um lado a história de um professor da Universidade de Stanford e por outro histórias de monstros de várias espécies, que teriam aparecido em vários lugares, e que eram contadas em folhas volantes, distribuídas pela cidade de Lisboa, no início do século XVIII, e onde muitos viram um prenúncio de grande desgraça, o terramoto que em 1755 assolou a capital portuguesa. Chuck, o professor, vive a angústia de quem investiga: muitas perguntas e poucas respostas; até que um dia se depara com as tais folhas ( incluídas no livro junto com os desenhos dos monstros), que o acompanharão até ao final da história. Diz Clara Pinto Correia, em entrevista à "Visão": " A história da ciência também se ocupa de monstros. Toda a gente que estuda história do conhecimento, estuda a literatura de monstros. Este livro é, fundamentalmente, um livro sobre Deus. E a ciência é apenas uma máquina de accionar perguntas."
Nº Páginas: 383
Sinopse:
Novo romance de Clara Pinto Correia, ou como lhe chama a autora, "romance histórico altamente heterodoxo", já que anda a meio caminho entre a ficção e a história da ciência, uma mistura perfeita para uma romancista bióloga. Temos por um lado a história de um professor da Universidade de Stanford e por outro histórias de monstros de várias espécies, que teriam aparecido em vários lugares, e que eram contadas em folhas volantes, distribuídas pela cidade de Lisboa, no início do século XVIII, e onde muitos viram um prenúncio de grande desgraça, o terramoto que em 1755 assolou a capital portuguesa. Chuck, o professor, vive a angústia de quem investiga: muitas perguntas e poucas respostas; até que um dia se depara com as tais folhas ( incluídas no livro junto com os desenhos dos monstros), que o acompanharão até ao final da história. Diz Clara Pinto Correia, em entrevista à "Visão": " A história da ciência também se ocupa de monstros. Toda a gente que estuda história do conhecimento, estuda a literatura de monstros. Este livro é, fundamentalmente, um livro sobre Deus. E a ciência é apenas uma máquina de accionar perguntas."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-mensageiros-secundarios-de-clara-pinto-correia-2497923');
});">
Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Na descrição de Nasar encontramos homens e mulheres que tentam reagir a dramáticas crises, guerras mundiais, revoluções e sublevações económicas. Pensadores que tentaram transformar o destino da até aqui sombria ciência, num triunfo para a humanidade.Esta evolução, inimaginável há menos de duzentos anos, é uma história transcendente de tentativa e erro, exposta aqui sob a forma de uma bela e comovente narrativa.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Na descrição de Nasar encontramos homens e mulheres que tentam reagir a dramáticas crises, guerras mundiais, revoluções e sublevações económicas. Pensadores que tentaram transformar o destino da até aqui sombria ciência, num triunfo para a humanidade.Esta evolução, inimaginável há menos de duzentos anos, é uma história transcendente de tentativa e erro, exposta aqui sob a forma de uma bela e comovente narrativa.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-criadores-da-economia-moderna-de-sylvia-nasar-5079924');
});">
Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 309
Sinopse:
Freud aborda pela primeira vez o problema de uma psicopatologia da vida quotidiana em carta ao seu amigo Fliess de 1898, em que lhe relata a análise do esquecimento de um nome, o do poeta Júlio Mosen.Os exemplos de erros e lapsos analisados por Freud em Psicopatologia da Vida Quotidiana, muitos deles retirados da sua própria experiência, serviram para a divulgação da psicanálise.O livro criou, com efeito, um traço de união entre a patologia e a psicologia normal do ser humano, até aí divididas.
Nº Páginas: 309
Sinopse:
Freud aborda pela primeira vez o problema de uma psicopatologia da vida quotidiana em carta ao seu amigo Fliess de 1898, em que lhe relata a análise do esquecimento de um nome, o do poeta Júlio Mosen.Os exemplos de erros e lapsos analisados por Freud em Psicopatologia da Vida Quotidiana, muitos deles retirados da sua própria experiência, serviram para a divulgação da psicanálise.O livro criou, com efeito, um traço de união entre a patologia e a psicologia normal do ser humano, até aí divididas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/psicopatologia-da-vida-quotidiana-de-sigmund-freud-4845511');
});">
Edição: Dez 2005
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Este livro reúne textos retirados de Como Vejo o Mundo, Ideias e Opiniões e Os Meus Últimos Anos No seu conjunto constituem uma reflexão de Einstein sobre a sua própria vida, a ciência e os cientistas, a educação, a cultura, a política e a religião. Famoso pela sua teoria da relatividade que tranformou a ciência moderna, Einstein foi também um dos mais inovadores e radicais pensadores do século XX. Os seus textos mostram um particular talento para ir directamente ao essencial dos problemas. E isso tanto no que se refere a aspectos morais, à natureza humana e à guerra nuclear, como à relatividade e gravitação.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Este livro reúne textos retirados de Como Vejo o Mundo, Ideias e Opiniões e Os Meus Últimos Anos No seu conjunto constituem uma reflexão de Einstein sobre a sua própria vida, a ciência e os cientistas, a educação, a cultura, a política e a religião. Famoso pela sua teoria da relatividade que tranformou a ciência moderna, Einstein foi também um dos mais inovadores e radicais pensadores do século XX. Os seus textos mostram um particular talento para ir directamente ao essencial dos problemas. E isso tanto no que se refere a aspectos morais, à natureza humana e à guerra nuclear, como à relatividade e gravitação.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/como-vejo-a-ciencia-a-religiao-e-o-mundo-de-albert-einstein-5200241');
});">
Edição: Jul 2008
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Este livro nasceu de um encontro na rádio do psiquiatra Daniel Sampaio com João Adelino Faria, um jornalista atento aos novos hábitos sociais. As suas conversas, nas manhãs de quinta-feira no Rádio Clube Português, abordam, desde Fevereiro de 2007, as preocupações e desejos que marcam a vida de adolescentes e adultos, influenciada pelas intensas relações afectivas próprias da esfera familiar. Foi este contexto que permitiu a Daniel Sampaio levar mais longe o seu reconhecido talento para abordar de modo coloquial temas por vezes complexos, em que cada frase tem o peso de uma longa experiência clínica. Impelido pela conversa com João Adelino Faria e pelas interrogações dos ouvintes, Daniel Sampaio descobre mesmo novos ângulos de abordagem numa reflexão que passou já por 18 obras publicadas sobre o suicídio adolescente, a sexualidade, o amor, a escola, a toxicodependência, as relações entre pais e filhos e a vida familiar em geral. Esta selecção de programas da Esfera Familiar foi feita pelos autores para a edição em livro, que é uma iniciativa conjunta da Relógio D'Água Editores e do Rádio Clube Português.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Este livro nasceu de um encontro na rádio do psiquiatra Daniel Sampaio com João Adelino Faria, um jornalista atento aos novos hábitos sociais. As suas conversas, nas manhãs de quinta-feira no Rádio Clube Português, abordam, desde Fevereiro de 2007, as preocupações e desejos que marcam a vida de adolescentes e adultos, influenciada pelas intensas relações afectivas próprias da esfera familiar. Foi este contexto que permitiu a Daniel Sampaio levar mais longe o seu reconhecido talento para abordar de modo coloquial temas por vezes complexos, em que cada frase tem o peso de uma longa experiência clínica. Impelido pela conversa com João Adelino Faria e pelas interrogações dos ouvintes, Daniel Sampaio descobre mesmo novos ângulos de abordagem numa reflexão que passou já por 18 obras publicadas sobre o suicídio adolescente, a sexualidade, o amor, a escola, a toxicodependência, as relações entre pais e filhos e a vida familiar em geral. Esta selecção de programas da Esfera Familiar foi feita pelos autores para a edição em livro, que é uma iniciativa conjunta da Relógio D'Água Editores e do Rádio Clube Português.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/daniel-sampaio-conversas-com-joao-adelino-faria-de-daniel-sampaio-4845992');
});">
Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Estará Portugal em 2020 na iminência de chamar novamente o FMI? Quais as lições do tempo da troika que são úteis para a crise da Covid-19? Será a recuperação da economia em 2020 e 2021 mais rápida do que após 2011? Porque são a banca e a dívida pública fontes recorrentes de preocupações? As instituições europeias falharam em 2010; estará a acontecer o mesmo agora? Quais as limitações ao que o BCE pode fazer? Porque é que as decisões do Tribunal Constitucional em 2012 e 2013 limitam o que o governo vai poder fazer? Nesta coleção de crónicas, Ricardo Reis, um dos mais conceituados economistas mundiais da atualidade, oferece respostas e propõe desafios.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Estará Portugal em 2020 na iminência de chamar novamente o FMI? Quais as lições do tempo da troika que são úteis para a crise da Covid-19? Será a recuperação da economia em 2020 e 2021 mais rápida do que após 2011? Porque são a banca e a dívida pública fontes recorrentes de preocupações? As instituições europeias falharam em 2010; estará a acontecer o mesmo agora? Quais as limitações ao que o BCE pode fazer? Porque é que as decisões do Tribunal Constitucional em 2012 e 2013 limitam o que o governo vai poder fazer? Nesta coleção de crónicas, Ricardo Reis, um dos mais conceituados economistas mundiais da atualidade, oferece respostas e propõe desafios.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/do-fmi-a-pandemia-de-ricardo-reis-7211470');
});">
Edição: Jul 2008
Nº Páginas: 154
Sinopse:
Esta Autobiografia é a descrição dos primeiros anos de trabalho e investigação de Sigmund Freud, do modo como foi descobrindo as principais correntes psicológicas e neurológicas da sua época e como, através da influência de Breuer, encontrou o caminho para a psicanálise. E nenhuma teoria sobre o funcionamento da estrutura psíquica exerceu uma influência tão grande como a psicanálise. Esta Autobiografia de 1925 é acompanhada pela História do Movimento Psicanalítico publicada em 1914. Freud, que estivera praticamente só na defesa da psicanálise durante cerca de dez anos e sujeito às mais diversas e violentas críticas, foi conseguindo obter a adesão para as suas concepções de vários jovens médicos e investigadores de diferentes países. Depois, o próprio movimento psicanalítico foi-se institucionalizando e ramificando, sob o olhar atento de seu fundador.
Nº Páginas: 154
Sinopse:
Esta Autobiografia é a descrição dos primeiros anos de trabalho e investigação de Sigmund Freud, do modo como foi descobrindo as principais correntes psicológicas e neurológicas da sua época e como, através da influência de Breuer, encontrou o caminho para a psicanálise. E nenhuma teoria sobre o funcionamento da estrutura psíquica exerceu uma influência tão grande como a psicanálise. Esta Autobiografia de 1925 é acompanhada pela História do Movimento Psicanalítico publicada em 1914. Freud, que estivera praticamente só na defesa da psicanálise durante cerca de dez anos e sujeito às mais diversas e violentas críticas, foi conseguindo obter a adesão para as suas concepções de vários jovens médicos e investigadores de diferentes países. Depois, o próprio movimento psicanalítico foi-se institucionalizando e ramificando, sob o olhar atento de seu fundador.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/autobiografia-intelectual-de-sigmund-freud-4845593');
});">
Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 274
Sinopse:
Em Porque Amamos, a conhecida antropóloga Helen Fisher oferece-nos um novo estudo sobre o fenómeno do amor - desde as suas origens no cérebro ao estimulante caos que provoca nos corpos e comportamentos. Trabalhando com uma equipa de cientistas que examinaram os cérebros de pessoas que acabaram de se apaixonar, Fisher prova o que psicólogos apenas suspeitavam: quando nos apaixonamos, áreas específicas do cérebro "acendem-se" com o aumento de fluxo sanguíneo. O estudo de Helen Fisher serve-se destes dados para provar que a paixão romântica é um poderoso e complexo desejo. Provocador, esclarecedor, estimulante e persuasivo, Porque Amamos procura responder, de um novo ângulo de abordagem, a questões tão antigas como "O que é o amor?", "Quem amamos?" e "Como manter o amor vivo?".
Nº Páginas: 274
Sinopse:
Em Porque Amamos, a conhecida antropóloga Helen Fisher oferece-nos um novo estudo sobre o fenómeno do amor - desde as suas origens no cérebro ao estimulante caos que provoca nos corpos e comportamentos. Trabalhando com uma equipa de cientistas que examinaram os cérebros de pessoas que acabaram de se apaixonar, Fisher prova o que psicólogos apenas suspeitavam: quando nos apaixonamos, áreas específicas do cérebro "acendem-se" com o aumento de fluxo sanguíneo. O estudo de Helen Fisher serve-se destes dados para provar que a paixão romântica é um poderoso e complexo desejo. Provocador, esclarecedor, estimulante e persuasivo, Porque Amamos procura responder, de um novo ângulo de abordagem, a questões tão antigas como "O que é o amor?", "Quem amamos?" e "Como manter o amor vivo?".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/porque-amamos-a-natureza-e-a-quimica-do-amor-romantico-de-helen-fisher-4845990');
});">
Edição: Out 2010
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 1936, Keynes publicou o livro mais provocador da sua geração. "Teoria Geral", como é conhecido por todos os economistas, solucionou vários nós górdios da discussão pré-keynesiana do ciclo comercial e propôs uma nova abordagem para a determinação do nível de actividade económica, os problemas do emprego e as causas da inflação. Os debates acerca do livro prolongaram-se até à morte do autor em 1946 e continuam nos dias de hoje. Apesar de tudo o que foi escrito nos anos posteriores, Keynes e o seu livro ainda representam a ruptura decisiva entre a velha e a nova economia, de onde cada geração de economistas retira inspiração para novas tentativas de desenvolver o seu trabalho. Esta edição contém uma introdução de Paul Krugman, que discute o significado e actualidade da Teoria Geral.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 1936, Keynes publicou o livro mais provocador da sua geração. "Teoria Geral", como é conhecido por todos os economistas, solucionou vários nós górdios da discussão pré-keynesiana do ciclo comercial e propôs uma nova abordagem para a determinação do nível de actividade económica, os problemas do emprego e as causas da inflação. Os debates acerca do livro prolongaram-se até à morte do autor em 1946 e continuam nos dias de hoje. Apesar de tudo o que foi escrito nos anos posteriores, Keynes e o seu livro ainda representam a ruptura decisiva entre a velha e a nova economia, de onde cada geração de economistas retira inspiração para novas tentativas de desenvolver o seu trabalho. Esta edição contém uma introdução de Paul Krugman, que discute o significado e actualidade da Teoria Geral.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/teoria-geral-do-emprego-do-juro-e-da-moeda-de-john-maynard-keynes-4950346');
});">
Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 662
Sinopse:
Em "A Origem das Espécies", Charles Darwin recusou-se a escrever sobre a evolução humana, por acreditar que o tema estava "rodeado de preconceitos". Mas desde os anos 30 do século XIX que reescrevia as notas de "A Origem do Homem", que só seria publicado em 1871. O livro insere abertamente os macacos na nossa árvore genealógica e considera as raças humanas uma única família, diversificada pela "selecção sexual" — a provocadora teoria de Darwin que diz que a escolha por parte das fêmeas dos machos em competição leva a características raciais divergentes. Por tudo isso, "A Origem do Homem" de Darwin continua a influenciar a maneira como nos vemos enquanto seres humanos.
Nº Páginas: 662
Sinopse:
Em "A Origem das Espécies", Charles Darwin recusou-se a escrever sobre a evolução humana, por acreditar que o tema estava "rodeado de preconceitos". Mas desde os anos 30 do século XIX que reescrevia as notas de "A Origem do Homem", que só seria publicado em 1871. O livro insere abertamente os macacos na nossa árvore genealógica e considera as raças humanas uma única família, diversificada pela "selecção sexual" — a provocadora teoria de Darwin que diz que a escolha por parte das fêmeas dos machos em competição leva a características raciais divergentes. Por tudo isso, "A Origem do Homem" de Darwin continua a influenciar a maneira como nos vemos enquanto seres humanos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-origem-do-homem-e-a-seleccao-sexual-de-charles-darwin-4845865');
});">
Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Com a mesma marca de compaixão e erudição de "O Homem Que Confundiu a Mulher com um Chapéu", Oliver Sacks explora o lugar que a música ocupa no cérebro e como é que ela afecta a condição humana. Em "Musicofilia", o autor apresenta uma variedade daquilo que designa por "desalinhamentos musicais". Entre eles: um homem atingido por um relâmpago que subitamente deseja ser pianista aos quarenta e dois anos; um grupo de crianças com síndrome de Williams, que desde a nascença são hiper-musicais; pessoas com "amusia", para quem uma sinfonia soa a ruído de panelas; e um homem cuja memória dura apenas sete segundos excepto quando se trata de música.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Com a mesma marca de compaixão e erudição de "O Homem Que Confundiu a Mulher com um Chapéu", Oliver Sacks explora o lugar que a música ocupa no cérebro e como é que ela afecta a condição humana. Em "Musicofilia", o autor apresenta uma variedade daquilo que designa por "desalinhamentos musicais". Entre eles: um homem atingido por um relâmpago que subitamente deseja ser pianista aos quarenta e dois anos; um grupo de crianças com síndrome de Williams, que desde a nascença são hiper-musicais; pessoas com "amusia", para quem uma sinfonia soa a ruído de panelas; e um homem cuja memória dura apenas sete segundos excepto quando se trata de música.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/musicofilia-de-oliver-sacks-4845299');
});">
Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 70
Sinopse:
Ao longo da sua obra, Freud mudou de opinião sobre vários temas importantes. Talvez a mais evidente tenha sido a sua revisão à teoria de instinto. "Para Além do Princípio do Prazer", publicado em 1920, é a primeira afirmação clara de uma nova teoria de Freud em que o amor e a vida prevalecem sobre a agressão e a morte. Esta obra representa uma importante revisão teórica das primeiras ideias de Freud e um ponto de viragem na teoria psicanalítica.
Nº Páginas: 70
Sinopse:
Ao longo da sua obra, Freud mudou de opinião sobre vários temas importantes. Talvez a mais evidente tenha sido a sua revisão à teoria de instinto. "Para Além do Princípio do Prazer", publicado em 1920, é a primeira afirmação clara de uma nova teoria de Freud em que o amor e a vida prevalecem sobre a agressão e a morte. Esta obra representa uma importante revisão teórica das primeiras ideias de Freud e um ponto de viragem na teoria psicanalítica.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/para-alem-do-principio-do-prazer-de-sigmund-freud-6900958');
});">
Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A primeira edição de "A Interpretação dos Sonhos" (Die Traumdeutung) foi publicada em Novembro de 1899. Esta obra inaugurou a teoria da análise do sonho, cuja actividade Freud descrevia como "a estrada real para o conhecimento dos processos mentais do inconsciente": "Nas páginas que se seguem, apresentarei a prova de que há uma técnica psicológica que permite interpretar os sonhos, e de que pela aplicação desse processo todos os sonhos surgirão como uma configuração psicológica significante, que podemos inserir num lugar específico nas actividades psíquicas da vigília. Além disso, tentarei elucidar os processos que subjazem à estranheza e à obscuridade dos nossos sonhos, e deduzir desses processos a natureza das forças psíquicas cujo conflito ou cooperação são por eles responsáveis. Feito isto, darei a minha investigação por terminada, pois terá atingido o ponto em que o problema do sonho se entronca em problemas mais gerais, cuja resolução exige o recurso a materiais de índole diferente." [Do I Capítulo de A Interpretação dos Sonhos]
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A primeira edição de "A Interpretação dos Sonhos" (Die Traumdeutung) foi publicada em Novembro de 1899. Esta obra inaugurou a teoria da análise do sonho, cuja actividade Freud descrevia como "a estrada real para o conhecimento dos processos mentais do inconsciente": "Nas páginas que se seguem, apresentarei a prova de que há uma técnica psicológica que permite interpretar os sonhos, e de que pela aplicação desse processo todos os sonhos surgirão como uma configuração psicológica significante, que podemos inserir num lugar específico nas actividades psíquicas da vigília. Além disso, tentarei elucidar os processos que subjazem à estranheza e à obscuridade dos nossos sonhos, e deduzir desses processos a natureza das forças psíquicas cujo conflito ou cooperação são por eles responsáveis. Feito isto, darei a minha investigação por terminada, pois terá atingido o ponto em que o problema do sonho se entronca em problemas mais gerais, cuja resolução exige o recurso a materiais de índole diferente." [Do I Capítulo de A Interpretação dos Sonhos]
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-interpretacao-dos-sonhos-de-sigmund-freud-4845631');
});">
Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A mediatização do caso da ovelha "Dolly" veio colocar o problema da clonagem ao nível dos indivíduos comuns. Mas já havia muito tempo que vários cientistas trabalhavam neste domínio. Um deles era Clara Pinto Correia, que desde o início dos anos 90 integrava uma equipa em Massachusettes, que se dedicava ao estudo da clonagem de mamíferos. Para ela, a ovelha "Dolly" não constituiu propriamente uma surpresa. E porque, também como escritora que é, Clara Pinto Correia se tem preocupado em divulgar a ciência ao grande público, surge este livro, "Clones Humanos", que explica, desmistifica e interroga todas as ideias à volta da clonagem. "Não lhe direi se a clonagem é boa ou má. As escolhas fundamentais com que as sociedades humanas se deparam nunca são assim tão simples. Espero que este pequeno manual seja uma resposta aos receios básicos da maioria das pessoas sobre este assunto. Mas não me espantaria nada que grande parte dos leitores considerasse o meu relato bastante assustador. Para além disso, escrevi-o também a fim de isolar os verdadeiros aspectos da clonagem do delírio de cenários incoerentes e pessimistas com que os media nos bombardearam. Mas não posso de modo nenhum declarar que aquilo que vou explicar não é controverso." (Clara Pinto Correia, na introdução)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A mediatização do caso da ovelha "Dolly" veio colocar o problema da clonagem ao nível dos indivíduos comuns. Mas já havia muito tempo que vários cientistas trabalhavam neste domínio. Um deles era Clara Pinto Correia, que desde o início dos anos 90 integrava uma equipa em Massachusettes, que se dedicava ao estudo da clonagem de mamíferos. Para ela, a ovelha "Dolly" não constituiu propriamente uma surpresa. E porque, também como escritora que é, Clara Pinto Correia se tem preocupado em divulgar a ciência ao grande público, surge este livro, "Clones Humanos", que explica, desmistifica e interroga todas as ideias à volta da clonagem. "Não lhe direi se a clonagem é boa ou má. As escolhas fundamentais com que as sociedades humanas se deparam nunca são assim tão simples. Espero que este pequeno manual seja uma resposta aos receios básicos da maioria das pessoas sobre este assunto. Mas não me espantaria nada que grande parte dos leitores considerasse o meu relato bastante assustador. Para além disso, escrevi-o também a fim de isolar os verdadeiros aspectos da clonagem do delírio de cenários incoerentes e pessimistas com que os media nos bombardearam. Mas não posso de modo nenhum declarar que aquilo que vou explicar não é controverso." (Clara Pinto Correia, na introdução)
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/clones-humanos-de-clara-pinto-correia-2454315');
});">
Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A globalização exige a superação das diferenças entre as pessoas, pois quanto mais estas forem idênticas, mais veloz é a circulação do capital, das mercadorias e da informação. A tendência é para que todos se tornem semelhantes como consumidores. Os tempos em que existia o outro estão a passar. O outro como amigo, o outro como inferno, o outro como mistério, o outro como desejo estão a ser substituídos pelo igual. E a proliferação do igual, apresentada como crescimento, faz com que o corpo social se torne patológico. O que hoje leva a sociedade a adoecer não é a alienação, a proibição ou a repressão, mas o excesso de informação e o hiperconsumo. A expulsão do diferente e o inferno do igual traduzem-se em fenómenos como o medo, os movimentos identitários e nacionalistas, a globalização e o terrorismo, partes integrantes de um processo marcado pela depressão e autodestruição.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A globalização exige a superação das diferenças entre as pessoas, pois quanto mais estas forem idênticas, mais veloz é a circulação do capital, das mercadorias e da informação. A tendência é para que todos se tornem semelhantes como consumidores. Os tempos em que existia o outro estão a passar. O outro como amigo, o outro como inferno, o outro como mistério, o outro como desejo estão a ser substituídos pelo igual. E a proliferação do igual, apresentada como crescimento, faz com que o corpo social se torne patológico. O que hoje leva a sociedade a adoecer não é a alienação, a proibição ou a repressão, mas o excesso de informação e o hiperconsumo. A expulsão do diferente e o inferno do igual traduzem-se em fenómenos como o medo, os movimentos identitários e nacionalistas, a globalização e o terrorismo, partes integrantes de um processo marcado pela depressão e autodestruição.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-expulsao-do-outro-de-byung-chul-han-6590723');
});">
Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Porque é que encolhemos os ombros? Porque é que os cães abanam as caudas? Porque franzimos as sobrancelhas quando estamos zangados e fazemos beicinho quando estamos tristes em vez do contrário? Qual é a diferença entre culpa e vergonha? Este seria um livro notável mesmo que tivesse respondido apenas a estas ou a semelhantes perguntas sobre as emoções em 1872. Mas A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais provou também que a mente humana, e não só o corpo, é um produto da evolução.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Porque é que encolhemos os ombros? Porque é que os cães abanam as caudas? Porque franzimos as sobrancelhas quando estamos zangados e fazemos beicinho quando estamos tristes em vez do contrário? Qual é a diferença entre culpa e vergonha? Este seria um livro notável mesmo que tivesse respondido apenas a estas ou a semelhantes perguntas sobre as emoções em 1872. Mas A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais provou também que a mente humana, e não só o corpo, é um produto da evolução.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-expressao-das-emocoes-no-homem-e-nos-animais-de-charles-darwin-4845832');
});">
Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 452
Sinopse:
"Uma Teoria da Justiça" é considerada a obra mais importante da filosofia política deste século. A sua publicação no início da década de 70 veio dar uma nova vitalidade ao pensamento nesta área do conhecimento.Esta obra propõe um itinerário para a descoberta e fundamentação racional dos princípios que devem reger a sociedade justa, os quais John Rawls considera que se adequam às nossas convicções intuitivas sobre justiça. A sua argumentação situa-se na confluência de duas correntes culturais distintas: a do utilitarismo e as teorias do contrato social - na linha de Rousseau e de Kant - e visa explicitamente criticar a primeira corrente, embora sem recusar o seu conteúdo metodológico. John Rawls é Professor na Universidade de Harvard.
Nº Páginas: 452
Sinopse:
"Uma Teoria da Justiça" é considerada a obra mais importante da filosofia política deste século. A sua publicação no início da década de 70 veio dar uma nova vitalidade ao pensamento nesta área do conhecimento.Esta obra propõe um itinerário para a descoberta e fundamentação racional dos princípios que devem reger a sociedade justa, os quais John Rawls considera que se adequam às nossas convicções intuitivas sobre justiça. A sua argumentação situa-se na confluência de duas correntes culturais distintas: a do utilitarismo e as teorias do contrato social - na linha de Rousseau e de Kant - e visa explicitamente criticar a primeira corrente, embora sem recusar o seu conteúdo metodológico. John Rawls é Professor na Universidade de Harvard.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/uma-teoria-da-justica-de-john-rawls-5085734');
});">
Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 134
Sinopse:
"Três Ensaios Sobre Teoria da Sexualidade" é a melhor apresentação das concepções de Freud sobre a sexualidade infantil e sua evolução e sobre os desvios do objecto da libido. "Ao cabo de uma década a observar a recepção deste livro e os efeitos por ele provocados, decidi acrescentar à sua terceira edição algumas observações preliminares destinadas a impedir mal-entendidos e expectativas impossíveis de satisfazer. Antes de mais, afirme-se que as considerações aqui tecidas provêm inteiramente da experiência clínica quotidiana, à qual as conclusões da investigação psicanalítica deverão acrescentar profundidade e relevância científica." "Do Prefácio da Terceira Edição"
Nº Páginas: 134
Sinopse:
"Três Ensaios Sobre Teoria da Sexualidade" é a melhor apresentação das concepções de Freud sobre a sexualidade infantil e sua evolução e sobre os desvios do objecto da libido. "Ao cabo de uma década a observar a recepção deste livro e os efeitos por ele provocados, decidi acrescentar à sua terceira edição algumas observações preliminares destinadas a impedir mal-entendidos e expectativas impossíveis de satisfazer. Antes de mais, afirme-se que as considerações aqui tecidas provêm inteiramente da experiência clínica quotidiana, à qual as conclusões da investigação psicanalítica deverão acrescentar profundidade e relevância científica." "Do Prefácio da Terceira Edição"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/tres-ensaios-sobre-a-teoria-da-sexualidade-de-sigmund-freud-4845622');
});">
Edição: Jul 2007
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contra-a-depressao-de-peter-d-kramer-4845549');
});">
Edição: Dez 2001
Nº Páginas: 242
Sinopse:
"Os dois temas principais que dão o nome a esta pequena obra, o totem e o tabu, não são tratados aqui de igual modo. A análise do tabu apresenta-se como uma tentativa de solução do problema, inteiramente segura e exaustiva. O estudo sobre o totemismo limita-se a declarar que o referido aqui é, tão-só, a contribuição que a observação psicanalítica pode dar, actualmente, para o esclarecimento dos problemas do totem. Esta disparidade resulta do facto de o tabu continuar, na realidade, a existir entre nós. Conquanto seja encarado de forma negativa e aplicado a outros objectos, dada a sua natureza psicológica não é senão o "imperativo categórico" de Kant, que pretende actuar compulsivamente e rejeita toda e qualquer motivação consciente. O totemismo, em contrapartida, é inteiramente estranho ao nosso modo actual de sentir, é uma instituição que, na realidade, foi já há muito abandonada e substituída por formas religiosas e sociais mais modernas." Do Prefácio
Nº Páginas: 242
Sinopse:
"Os dois temas principais que dão o nome a esta pequena obra, o totem e o tabu, não são tratados aqui de igual modo. A análise do tabu apresenta-se como uma tentativa de solução do problema, inteiramente segura e exaustiva. O estudo sobre o totemismo limita-se a declarar que o referido aqui é, tão-só, a contribuição que a observação psicanalítica pode dar, actualmente, para o esclarecimento dos problemas do totem. Esta disparidade resulta do facto de o tabu continuar, na realidade, a existir entre nós. Conquanto seja encarado de forma negativa e aplicado a outros objectos, dada a sua natureza psicológica não é senão o "imperativo categórico" de Kant, que pretende actuar compulsivamente e rejeita toda e qualquer motivação consciente. O totemismo, em contrapartida, é inteiramente estranho ao nosso modo actual de sentir, é uma instituição que, na realidade, foi já há muito abandonada e substituída por formas religiosas e sociais mais modernas." Do Prefácio
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/totem-e-tabu-de-sigmund-freud-2548972');
});">
Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-mal-estar-na-civilizacao-de-sigmund-freud-4845567');
});">
Edição: Jul 1994
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"O Homem e o Divino" é o mais importante livro de María Zambrano, pois como ela própria afirma poderia ser esse o título de tudo o que escreveu. E, como sempre acontece, são as obras escritas com menos preocupação de actualidade as que melhor permitem explicar os fenómenos actuais.
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"O Homem e o Divino" é o mais importante livro de María Zambrano, pois como ela própria afirma poderia ser esse o título de tudo o que escreveu. E, como sempre acontece, são as obras escritas com menos preocupação de actualidade as que melhor permitem explicar os fenómenos actuais.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-homem-e-o-divino-de-maria-zambrano-4845170');
});">
Edição: Jul 2007
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nós não temos uma cultura de mérito porque queremos manter uma coisa extraordinária que se chama auto-estima." "Maria Filomena Mónica" "É muito difícil mudar a política quando um político genuinamente reformista não encontra forças sociais nem movimentos sociais, eleitorais e políticos que suportem esse reformismo." "José Pacheco Pereira" "Chegámos a 1986, quando entrámos para a CEE, sem um projecto nacional de desenvolvimento e pensámos que essa ausência, esse vazio, podia ser preenchida pela incorporação num projecto internacional, que é o projecto europeu." "Boaventura de Sousa Santos" "Este é o primeiro grande problema de Portugal, a fragilidade da sua burguesia. Aliás, se formos ver as estatísticas, os níveis de instrução dos empresários em Portugal são comparáveis ou inferiores aos níveis que têm os próprios trabalhadores por conta de outrem." "Miguel Portas"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nós não temos uma cultura de mérito porque queremos manter uma coisa extraordinária que se chama auto-estima." "Maria Filomena Mónica" "É muito difícil mudar a política quando um político genuinamente reformista não encontra forças sociais nem movimentos sociais, eleitorais e políticos que suportem esse reformismo." "José Pacheco Pereira" "Chegámos a 1986, quando entrámos para a CEE, sem um projecto nacional de desenvolvimento e pensámos que essa ausência, esse vazio, podia ser preenchida pela incorporação num projecto internacional, que é o projecto europeu." "Boaventura de Sousa Santos" "Este é o primeiro grande problema de Portugal, a fragilidade da sua burguesia. Aliás, se formos ver as estatísticas, os níveis de instrução dos empresários em Portugal são comparáveis ou inferiores aos níveis que têm os próprios trabalhadores por conta de outrem." "Miguel Portas"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/portugal-identificacao-de-um-pais-de-maria-filomena-monica-4845941');
});">
Edição: Dez 1999
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"A verdade é que os nossos problemas, os das gerações actuais, apesar de uma autêntica "cavalgada histórica", não são menores do que os das gerações anteriores. São diferentes. Talvez até mais difíceis de resolver. E nem sequer nos poderá servir de consolação saber que, cada vez mais, os nossos problemas são parecidos com os dos outros países, tanto os vizinhos europeus, de Oeste como de Leste, quanto os dos outros Estados democráticos do mundo. (…) Magra consolação! Ao tornarmo-nos um país como os outros, ficámos com os problemas de todos, mas não adquirimos, por golpe de mágica, os seus meios para os resolver. Ainda por cima, em sociedade aberta, as fraquezas são mais visíveis. Mesmo assim, nada me fará pensar que esta abertura, com todos os seus riscos, com todas as suas ameaças, não é o melhor caminho." Do Prefácio
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"A verdade é que os nossos problemas, os das gerações actuais, apesar de uma autêntica "cavalgada histórica", não são menores do que os das gerações anteriores. São diferentes. Talvez até mais difíceis de resolver. E nem sequer nos poderá servir de consolação saber que, cada vez mais, os nossos problemas são parecidos com os dos outros países, tanto os vizinhos europeus, de Oeste como de Leste, quanto os dos outros Estados democráticos do mundo. (…) Magra consolação! Ao tornarmo-nos um país como os outros, ficámos com os problemas de todos, mas não adquirimos, por golpe de mágica, os seus meios para os resolver. Ainda por cima, em sociedade aberta, as fraquezas são mais visíveis. Mesmo assim, nada me fará pensar que esta abertura, com todos os seus riscos, com todas as suas ameaças, não é o melhor caminho." Do Prefácio
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/tempo-de-mudanca-de-antonio-barreto-4845179');
});">
