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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras Pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A presente Obra, com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras Pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A presente Obra, com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor. Os textos de prosa aqui reunidos, ainda que não sejam representativos da totalidade existente, pretendem ser, mesmo assim, "essenciais" num certo sentido, na medida em que tocam muito de perto o seu autor — ou porque gostou suficientemente deles para os acabar e publicar ("Prosa Publicada em Vida" — um volume que abrange, aliás, numerosas facetas da sua obra em prosa), ou porque o revelam na sua intimidade ("Prosas Íntimas e de Autoconhecimento") e na sua relação com os outros ("Cartas"). O primeiro volume, o "Livro do Desassossego", que em boa verdade poderia ser considerado poesia, mostra Fernando Pessoa na sua faceta mais íntima e também mais universal, na sua verdadeira essência e na sua dispersão não menos verdadeira. É o não-livro do não-ser, que existiu como ninguém. A presente "Obra", com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor. Os textos de prosa aqui reunidos, ainda que não sejam representativos da totalidade existente, pretendem ser, mesmo assim, "essenciais" num certo sentido, na medida em que tocam muito de perto o seu autor — ou porque gostou suficientemente deles para os acabar e publicar ("Prosa Publicada em Vida" — um volume que abrange, aliás, numerosas facetas da sua obra em prosa), ou porque o revelam na sua intimidade ("Prosas Íntimas e de Autoconhecimento") e na sua relação com os outros ("Cartas"). O primeiro volume, o "Livro do Desassossego", que em boa verdade poderia ser considerado poesia, mostra Fernando Pessoa na sua faceta mais íntima e também mais universal, na sua verdadeira essência e na sua dispersão não menos verdadeira. É o não-livro do não-ser, que existiu como ninguém. A presente "Obra", com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: "Poesia". Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: "agon", combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é "apesar das" ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue." (Pedro Eiras) As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: "Poesia". Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: "agon", combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é "apesar das" ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue." (Pedro Eiras) As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 464
Sinopse:
O presente volume reúne toda a poesia de Daniel Faria e dá a conhecer ao público, pela primeira vez, treze poemas inéditos. A edição é de Vera Vouga, professora do poeta que acompanhou os seus primeiros passos literários. Este livro integra o Plano Nacional de Leitura: Ensino Secundário - sugestões para leitura autónoma.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
O presente volume reúne toda a poesia de Daniel Faria e dá a conhecer ao público, pela primeira vez, treze poemas inéditos. A edição é de Vera Vouga, professora do poeta que acompanhou os seus primeiros passos literários. Este livro integra o Plano Nacional de Leitura: Ensino Secundário - sugestões para leitura autónoma.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Encontra-se reunida, neste volume, toda a poesia de António Botto — não só as célebres Canções (um conjunto de quinze livros) mas também outros sete livros, sendo um deles a sequência de poemas em prosa Cartas Que Me Foram Devolvidas. Eduardo Pitta é o responsável pela edição, que inclui uma extensa cronologia da vida de Botto, de cuja poesia Fernando Cabral Martins disse: "É preciso hoje ir ler os seus poemas, sobretudo, sem excessivo apelo ao seu ademane de personagem pública. E descobrir neles uma das irrupções mais nítidas de uma estranha qualidade de música ligeira: a que é capaz de cantar a pele e os seus arrepios de desejo, a pequena experiência de esquina do corpo casual, estilhaçando desde o primeiro sopro de voz o etéreo desinteresse pela sexualidade que o lirismo português vinha afectando, de Patrício a Pascoaes, de Pessoa a Pessanha, de Nobre a Roberto de Mesquita, de Antero a João de Deus. […] A poesia de António Botto é água transparente onde os outros destilam os seus álcoois, é um passeio embalado pelos bairros da noite onde os outros nos propõem um passo no abismo ou a dobra alucinada do mundo."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Encontra-se reunida, neste volume, toda a poesia de António Botto — não só as célebres Canções (um conjunto de quinze livros) mas também outros sete livros, sendo um deles a sequência de poemas em prosa Cartas Que Me Foram Devolvidas. Eduardo Pitta é o responsável pela edição, que inclui uma extensa cronologia da vida de Botto, de cuja poesia Fernando Cabral Martins disse: "É preciso hoje ir ler os seus poemas, sobretudo, sem excessivo apelo ao seu ademane de personagem pública. E descobrir neles uma das irrupções mais nítidas de uma estranha qualidade de música ligeira: a que é capaz de cantar a pele e os seus arrepios de desejo, a pequena experiência de esquina do corpo casual, estilhaçando desde o primeiro sopro de voz o etéreo desinteresse pela sexualidade que o lirismo português vinha afectando, de Patrício a Pascoaes, de Pessoa a Pessanha, de Nobre a Roberto de Mesquita, de Antero a João de Deus. […] A poesia de António Botto é água transparente onde os outros destilam os seus álcoois, é um passeio embalado pelos bairros da noite onde os outros nos propõem um passo no abismo ou a dobra alucinada do mundo."
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Edição: Mar 2002
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Esta é a terceira edição da poesia completa de Alberto Caeiro na série das obras de Fernando Pessoa publicadas pela Assírio & Alvim. Vem agora aumentada de um novo poema e de correcções em certos versos, assim tentando avançar na aproximação à mais limpa e respeitadora edição possível de um conjunto de textos que constitui, talvez, o cerne poético da obra de Fernando Pessoa. Pelo menos, é do Mestre que se trata, isto segundo a ficção dos heterónimos que nos é transmitida pelo autor. Ou seja: o lugar de uma singularidade extrema em termos composicionais e retóricos, que, além disso, oferece a todos os que o lerem uma cura de felicidade.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Esta é a terceira edição da poesia completa de Alberto Caeiro na série das obras de Fernando Pessoa publicadas pela Assírio & Alvim. Vem agora aumentada de um novo poema e de correcções em certos versos, assim tentando avançar na aproximação à mais limpa e respeitadora edição possível de um conjunto de textos que constitui, talvez, o cerne poético da obra de Fernando Pessoa. Pelo menos, é do Mestre que se trata, isto segundo a ficção dos heterónimos que nos é transmitida pelo autor. Ou seja: o lugar de uma singularidade extrema em termos composicionais e retóricos, que, além disso, oferece a todos os que o lerem uma cura de felicidade.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 696
Sinopse:
FINALMENTE, A EDIÇÃO DE REFERÊNCIA DA POESIA COMPLETA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. Primeira edição crítica e anotada da obra de um dos maiores vultos a literatura portuguesa, desde a juvenília até à obra adulta. Cem anos passados sobre a morte do escritor, Poesia Completa de Mário de Sá-Carneiro reúne pela primeira vez toda a sua obra poética. Inclui: A juvenília poética, com os poemas escritos entre 1902 e 1913; A obra entre 1913 e 1916, data da sua morte; Um apreciável conjunto de fac-símiles a cores, muitos deles inéditos; Cartas inéditas (de autoria diversa) enviadas a Fernando Pessoa depois da morte de Sá-Carneiro, revelando novos dados sobre os poemas encontrados no quarto de Paris. "Quem nunca se sentiu um "dúbio mascarado", ou nunca temeu passar "na vida incógnito", que atire a Sá-Carneiro a primeira pedra, ou aproveite a sua ajuda para se sentir mais humano." Ricardo Vasconcelos, Apresentação.
Nº Páginas: 696
Sinopse:
FINALMENTE, A EDIÇÃO DE REFERÊNCIA DA POESIA COMPLETA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. Primeira edição crítica e anotada da obra de um dos maiores vultos a literatura portuguesa, desde a juvenília até à obra adulta. Cem anos passados sobre a morte do escritor, Poesia Completa de Mário de Sá-Carneiro reúne pela primeira vez toda a sua obra poética. Inclui: A juvenília poética, com os poemas escritos entre 1902 e 1913; A obra entre 1913 e 1916, data da sua morte; Um apreciável conjunto de fac-símiles a cores, muitos deles inéditos; Cartas inéditas (de autoria diversa) enviadas a Fernando Pessoa depois da morte de Sá-Carneiro, revelando novos dados sobre os poemas encontrados no quarto de Paris. "Quem nunca se sentiu um "dúbio mascarado", ou nunca temeu passar "na vida incógnito", que atire a Sá-Carneiro a primeira pedra, ou aproveite a sua ajuda para se sentir mais humano." Ricardo Vasconcelos, Apresentação.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A enorme reputação de Maria Alberta Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir. Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo, Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: "O melhor é ler e reler, quantas vezes for necessário..."
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A enorme reputação de Maria Alberta Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir. Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo, Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: "O melhor é ler e reler, quantas vezes for necessário..."
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Edição: Set 2006
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Reúnem-se neste terceiro volume os poemas em português, datados entre 1931 e 1935, bem como poemas não datados, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias. À semelhança do que acontece com os dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas inéditos.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Reúnem-se neste terceiro volume os poemas em português, datados entre 1931 e 1935, bem como poemas não datados, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias. À semelhança do que acontece com os dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas inéditos.
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Edição: Dez 2005
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 136
Sinopse:
POEMAS QUOTIDIANOS, O LIVRO DO POETA E CINEASTA ANTÓNIO REIS ESGOTADO HÁ DÉCADAS, É O NOVO VOLUME DA COLECÇÃO DE POESIA DE PEDRO MEXIA. "O Portugal dos anos 50 e da transição para a década seguinte é um país em que amplos sectores da população vivem no limiar da pobreza ou numa apertada mediania. É essa a realidade que, em larga medida, se espelha nos poemas elípticos de António Reis, alheios à ênfase retórica e ao tom protestário da lírica de alguns dos seus contemporâneos, e que, antes, atentam nos pequenos nadas do quotidiano, na banalidade de um dia-a-dia de limitados horizontes. Os textos falam de gente que passaja, vira, ou tinge a roupa, ou a deixa, depois de lavar, a enxugar de noite, para a vestir de novo de manhã quando vai para o trabalho. Tudo isto numa linguagem simples, de ‘poucas palavras’, como um cineasta seu amigo, um dia, dele disse, uma simplicidade construída, acrescente-se, e em que se conta com a cooperação do leitor para completar ou preencher o que apenas é entremostrado ou sugerido." —Fernando J.B. Martinho
Nº Páginas: 136
Sinopse:
POEMAS QUOTIDIANOS, O LIVRO DO POETA E CINEASTA ANTÓNIO REIS ESGOTADO HÁ DÉCADAS, É O NOVO VOLUME DA COLECÇÃO DE POESIA DE PEDRO MEXIA. "O Portugal dos anos 50 e da transição para a década seguinte é um país em que amplos sectores da população vivem no limiar da pobreza ou numa apertada mediania. É essa a realidade que, em larga medida, se espelha nos poemas elípticos de António Reis, alheios à ênfase retórica e ao tom protestário da lírica de alguns dos seus contemporâneos, e que, antes, atentam nos pequenos nadas do quotidiano, na banalidade de um dia-a-dia de limitados horizontes. Os textos falam de gente que passaja, vira, ou tinge a roupa, ou a deixa, depois de lavar, a enxugar de noite, para a vestir de novo de manhã quando vai para o trabalho. Tudo isto numa linguagem simples, de ‘poucas palavras’, como um cineasta seu amigo, um dia, dele disse, uma simplicidade construída, acrescente-se, e em que se conta com a cooperação do leitor para completar ou preencher o que apenas é entremostrado ou sugerido." —Fernando J.B. Martinho
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Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A temática do oculto está muito presente na obra de Fernando Pessoa, sobretudo na poesia que assina com o seu próprio nome. O mistério, Deus, o além, o símbolo, a iniciação são alguns dos seus elementos. Aqui se antologiam poemas ortónimos marcados pelo esoterismo, que são também dos mais belos que escreveu.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A temática do oculto está muito presente na obra de Fernando Pessoa, sobretudo na poesia que assina com o seu próprio nome. O mistério, Deus, o além, o símbolo, a iniciação são alguns dos seus elementos. Aqui se antologiam poemas ortónimos marcados pelo esoterismo, que são também dos mais belos que escreveu.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Apresenta-se neste livro uma antologia de poemas de William Wordsworth, em edição bilingue, seleccionados e traduzidos por Daniel Jonas, que assina também a introdução e notas a este volume. A propósito de Wordsworth, diz-nos: "[…] o poeta que leremos [nesta antologia] não nos é desconhecido. Ainda que convictamente pudéssemos afirmar nunca termos lido o poeta em questão, a sua poesia é de tal maneira uma aquisição colectiva que torna o seu anonimato meramente uma questão formal. De facto, Wordsworth, de maior ou menor maneira, constitui-nos a nós, leitores mais ou menos aparentados com um certo tipo de imposição social e cultural. O mesmo se passa com a sua estética socialmente pouco recomendável. Quando nos afastamos horrorizados de tudo o que é romântico é possível que esta assombração melancólica possa, afinal, acabar por permear vários tipos de interacções pessoais e nos identifique a nós e ao nosso ethos mais do que poderíamos estar preparados para admitir num primeiro momento". [do Prefácio de Daniel Jonas]
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Apresenta-se neste livro uma antologia de poemas de William Wordsworth, em edição bilingue, seleccionados e traduzidos por Daniel Jonas, que assina também a introdução e notas a este volume. A propósito de Wordsworth, diz-nos: "[…] o poeta que leremos [nesta antologia] não nos é desconhecido. Ainda que convictamente pudéssemos afirmar nunca termos lido o poeta em questão, a sua poesia é de tal maneira uma aquisição colectiva que torna o seu anonimato meramente uma questão formal. De facto, Wordsworth, de maior ou menor maneira, constitui-nos a nós, leitores mais ou menos aparentados com um certo tipo de imposição social e cultural. O mesmo se passa com a sua estética socialmente pouco recomendável. Quando nos afastamos horrorizados de tudo o que é romântico é possível que esta assombração melancólica possa, afinal, acabar por permear vários tipos de interacções pessoais e nos identifique a nós e ao nosso ethos mais do que poderíamos estar preparados para admitir num primeiro momento". [do Prefácio de Daniel Jonas]
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Com introdução, seleção e tradução de Rosalina Marshall, que trabalhou em diálogo com o autor, este livro apresenta pela primeira vez em Portugal uma antologia de um dos grandes poetas norte-americanos do nosso tempo, Ron Padgett, em edição bilingue. O POETA ENQUANTO PÁSSARO IMORTALUm segundo atrás o meu coração deixou de batere eu pensei: "Seria uma péssima alturapara ter um ataque cardíaco e morrer,a meio de um poema", então reconfortou-mea ideia de que nunca soube de ninguémque morresse a meio da escrita de um poema,assim como os pássaros nunca morrem a meio do voo.Acho.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Com introdução, seleção e tradução de Rosalina Marshall, que trabalhou em diálogo com o autor, este livro apresenta pela primeira vez em Portugal uma antologia de um dos grandes poetas norte-americanos do nosso tempo, Ron Padgett, em edição bilingue. O POETA ENQUANTO PÁSSARO IMORTALUm segundo atrás o meu coração deixou de batere eu pensei: "Seria uma péssima alturapara ter um ataque cardíaco e morrer,a meio de um poema", então reconfortou-mea ideia de que nunca soube de ninguémque morresse a meio da escrita de um poema,assim como os pássaros nunca morrem a meio do voo.Acho.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Os poemas incluídos nesta antologia, entre os quais um inédito, situam-se num arco temporal de meio século mas concentram-se nos primeiros anos, quando Almada é figura principal do Modernismo. No seu todo, formam um conjunto de uma singularidade que se destaca pela sua especial qualidade lírica.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Os poemas incluídos nesta antologia, entre os quais um inédito, situam-se num arco temporal de meio século mas concentram-se nos primeiros anos, quando Almada é figura principal do Modernismo. No seu todo, formam um conjunto de uma singularidade que se destaca pela sua especial qualidade lírica.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. O engenheiro Álvaro de Campos, viajante do mundo que acaba por radicar-se em Lisboa, é o heterónimo virado para a vida urbana e moderna, para as máquinas, a técnica, a velocidade e os pequenos pormenores da vida quotidiana — tudo o que o faz sentir. Esta antologia inclui as suas obras maiores, desde "Opiário" e "Ode Triunfal" até à "Ode Marítima" e "Tabacaria", e ainda uma larga seleção dos seus outros poemas, permitindo-nos seguir um percurso que é feito de inaudita invenção poética e da mais forte emoção. Coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. O engenheiro Álvaro de Campos, viajante do mundo que acaba por radicar-se em Lisboa, é o heterónimo virado para a vida urbana e moderna, para as máquinas, a técnica, a velocidade e os pequenos pormenores da vida quotidiana — tudo o que o faz sentir. Esta antologia inclui as suas obras maiores, desde "Opiário" e "Ode Triunfal" até à "Ode Marítima" e "Tabacaria", e ainda uma larga seleção dos seus outros poemas, permitindo-nos seguir um percurso que é feito de inaudita invenção poética e da mais forte emoção. Coleção "Pessoa breve."
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. A poesia de Alberto Caeiro junta a liberdade de composição à novidade de pensamento. A sua incondicional afirmação das sensações como o único modo justo de estar no mundo oferece uma referência de base aos outros autores do universo pessoano, o real e os fictícios, que o consideram o Mestre. Este volume apresenta na íntegra os 49 poemas que compõem "O Guardador de Rebanhos", a obra-prima do suposto pastor e poeta da Natureza, e uma seleção dos poemas que figuram em "O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos". Coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. A poesia de Alberto Caeiro junta a liberdade de composição à novidade de pensamento. A sua incondicional afirmação das sensações como o único modo justo de estar no mundo oferece uma referência de base aos outros autores do universo pessoano, o real e os fictícios, que o consideram o Mestre. Este volume apresenta na íntegra os 49 poemas que compõem "O Guardador de Rebanhos", a obra-prima do suposto pastor e poeta da Natureza, e uma seleção dos poemas que figuram em "O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos". Coleção "Pessoa breve."
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Guardamos da poesia medieval a menina que lava alvíssimas camisas nas ondas do mar, os bailes à sombra das árvores em flor e mais meia dúzia de lamentos ao amigo que tarda lá longe. Uma Arcádia onde não sobra espaço ao pecado. Mas o que se esconde por baixo do manto dessa pretensa santidade medieval? Um cortejo de devassos: o adúltero e a prostituta, o pelintra e o pederasta, o sacerdote amancebado e o nobre incestuoso. Victor Correia foi vasculhar os cancioneiros medievais galegoportugueses, seleccionou as melhores cantigas eróticas e compilou-as nesta antologia pioneira que agora nos chega às mãos. Pela primeira vez, estes poemas dispersos são organizados e traduzidos para português contemporâneo, acessível a todos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Guardamos da poesia medieval a menina que lava alvíssimas camisas nas ondas do mar, os bailes à sombra das árvores em flor e mais meia dúzia de lamentos ao amigo que tarda lá longe. Uma Arcádia onde não sobra espaço ao pecado. Mas o que se esconde por baixo do manto dessa pretensa santidade medieval? Um cortejo de devassos: o adúltero e a prostituta, o pelintra e o pederasta, o sacerdote amancebado e o nobre incestuoso. Victor Correia foi vasculhar os cancioneiros medievais galegoportugueses, seleccionou as melhores cantigas eróticas e compilou-as nesta antologia pioneira que agora nos chega às mãos. Pela primeira vez, estes poemas dispersos são organizados e traduzidos para português contemporâneo, acessível a todos.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes. Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes. Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX, com seleção e tradução de Eugénio de Andrade. O SILÊNCIO Ouve, meu filho, o silêncio. É um silêncio ondulado, um silêncio donde resvalam ecos e vales, e que inclina a fronte para o chão.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX, com seleção e tradução de Eugénio de Andrade. O SILÊNCIO Ouve, meu filho, o silêncio. É um silêncio ondulado, um silêncio donde resvalam ecos e vales, e que inclina a fronte para o chão.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As traduções aqui apresentadas foram feitas a partir das versões em inglês de Ezra Pound (Conversas na Corte) e Noel Stock (todas as outras), que por sua vez se basearam na fixação dos textos hieroglíficos em italiano por Boris de Rachewiltz (Liriche Amorose degli Antichi Egizione, Vanni Scheiwiller,Milão, 1957). A primeira edição americana é de 1962 (New Directions, Nova Iorque). Os poemas datam de entre 1567 a.C. e 1085 a.C.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As traduções aqui apresentadas foram feitas a partir das versões em inglês de Ezra Pound (Conversas na Corte) e Noel Stock (todas as outras), que por sua vez se basearam na fixação dos textos hieroglíficos em italiano por Boris de Rachewiltz (Liriche Amorose degli Antichi Egizione, Vanni Scheiwiller,Milão, 1957). A primeira edição americana é de 1962 (New Directions, Nova Iorque). Os poemas datam de entre 1567 a.C. e 1085 a.C.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com tradução do poeta Nuno Júdice, um livro que reúne os grandes Poemas de Amor de Pablo Neruda. Natural do Chile, Neruda (1904 - 1973) foi autor de uma vasta obra, tendo a sua escrita influenciado fortemente muitos poetas sul-americanos. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1971. À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de "Vinte Poemas de Amor" e "Uma Canção Desesperada", ou de "Plenos Poderes".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com tradução do poeta Nuno Júdice, um livro que reúne os grandes Poemas de Amor de Pablo Neruda. Natural do Chile, Neruda (1904 - 1973) foi autor de uma vasta obra, tendo a sua escrita influenciado fortemente muitos poetas sul-americanos. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1971. À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de "Vinte Poemas de Amor" e "Uma Canção Desesperada", ou de "Plenos Poderes".
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A "Antologia Grega", também conhecida como Antologia Palatina, é uma recolha de poemas, sobretudo epigramas, escritos entre o século VII a.C. e o século VI d.C. Tem as suas origens naquela que foi a primeira antologia conhecida na Grécia, uma recolha de epigramas preparada por Meleagro no século I a.C. No prefácio a essa recolha, Meleagro descreve a organização dos poemas como uma grinalda de flores, colocadas em conjunto com unidade e propósito — uma "Antologia", palavra que desde então se tornou corrente para designar uma colecção de trabalhos literários. O trabalho inicial de Meleagro foi sendo continuado ao longo de séculos, por diversos autores e editores, até chegar a conter mais de 4000 poemas, incluindo epitáfios e orações. Recolhem-se neste livro alguns poemas dessa antologia, em versões portuguesas preparadas pelo poeta José Alberto Oliveira a partir de traduções em inglês.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A "Antologia Grega", também conhecida como Antologia Palatina, é uma recolha de poemas, sobretudo epigramas, escritos entre o século VII a.C. e o século VI d.C. Tem as suas origens naquela que foi a primeira antologia conhecida na Grécia, uma recolha de epigramas preparada por Meleagro no século I a.C. No prefácio a essa recolha, Meleagro descreve a organização dos poemas como uma grinalda de flores, colocadas em conjunto com unidade e propósito — uma "Antologia", palavra que desde então se tornou corrente para designar uma colecção de trabalhos literários. O trabalho inicial de Meleagro foi sendo continuado ao longo de séculos, por diversos autores e editores, até chegar a conter mais de 4000 poemas, incluindo epitáfios e orações. Recolhem-se neste livro alguns poemas dessa antologia, em versões portuguesas preparadas pelo poeta José Alberto Oliveira a partir de traduções em inglês.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
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