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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro magnético, denso e inquietante, Se me Empurrares eu Vou é o livro de estreia de Maria Quintans no catálogo da Assírio & Alvim. o homem dorme. o homem sabe escrever um livro na pressa da morte. uma estrada invisível de um lugar de nada. o homem fecha a janela. o livro. um segundo de silêncio em quatro patas gigantes. o amor e a morte na exaltação de um pulmão completamente cheio de oxigénio. o homem não gosta de casas pequenas.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro magnético, denso e inquietante, Se me Empurrares eu Vou é o livro de estreia de Maria Quintans no catálogo da Assírio & Alvim. o homem dorme. o homem sabe escrever um livro na pressa da morte. uma estrada invisível de um lugar de nada. o homem fecha a janela. o livro. um segundo de silêncio em quatro patas gigantes. o amor e a morte na exaltação de um pulmão completamente cheio de oxigénio. o homem não gosta de casas pequenas.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 62
Sinopse:
Este é o primeiro livro de POESIA de Frederico Lourenço. Uma belíssima apresentação do autor ao público pela "mão" da Caminho.
Nº Páginas: 62
Sinopse:
Este é o primeiro livro de POESIA de Frederico Lourenço. Uma belíssima apresentação do autor ao público pela "mão" da Caminho.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem "Rosto Precário", porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de "ocultação" que visa suscitar um contraponto com o "desnudamento" que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". "Ecce Poeta", parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário." Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem "Rosto Precário", porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de "ocultação" que visa suscitar um contraponto com o "desnudamento" que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". "Ecce Poeta", parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário." Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Além dos clássicos italianos primaciais (Dante, Petrarca) e dos dramaturgos franceses do século xvii (Racine, Corneille e Molière), Vasco Graça Moura também se dedicou à tradução de poetas europeus do século xx, como Rainer Maria Rilke ou Federico García Lorca. A presente tradução, que agora se publica em versão bilingue, apresenta duas vertentes da obra poética de Lorca, que se materializam em dois livros: Romanceiro Cigano, de sabor mais popular, em que se cantam o amor, a morte, o dia, a noite e a paisagem, e em que o efeito quase surrealista tem que ver com o recurso a várias tradições líricas; e Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, poema fúnebre em memória de um toureiro célebre, com uma composição mais elaborada (em que surge, por exemplo, o decassílabo) e que Vasco Graça Moura elege como um dos grandes poemas trágicos do século xx: "Põe em presença o homem, as suas capacidades de razão, de sensibilidade e de coragem, a enfrentar a fúria bruta da irracionalidade numa coreografia da morte e do destino em quatro andamentos de extraordinária musicalidade."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Além dos clássicos italianos primaciais (Dante, Petrarca) e dos dramaturgos franceses do século xvii (Racine, Corneille e Molière), Vasco Graça Moura também se dedicou à tradução de poetas europeus do século xx, como Rainer Maria Rilke ou Federico García Lorca. A presente tradução, que agora se publica em versão bilingue, apresenta duas vertentes da obra poética de Lorca, que se materializam em dois livros: Romanceiro Cigano, de sabor mais popular, em que se cantam o amor, a morte, o dia, a noite e a paisagem, e em que o efeito quase surrealista tem que ver com o recurso a várias tradições líricas; e Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, poema fúnebre em memória de um toureiro célebre, com uma composição mais elaborada (em que surge, por exemplo, o decassílabo) e que Vasco Graça Moura elege como um dos grandes poemas trágicos do século xx: "Põe em presença o homem, as suas capacidades de razão, de sensibilidade e de coragem, a enfrentar a fúria bruta da irracionalidade numa coreografia da morte e do destino em quatro andamentos de extraordinária musicalidade."
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Entre o concreto e o imaginado, entre os contos de fadas e as histórias de terror, Retratos com erro desenha muitos mundos que, como espelhos distorcidos, se multiplicam e se deformam. Eucanaã Ferraz descreve com lirismo o amor zeloso e o desejo tórrido, a beleza e a perfeição, mas também o horror, o medo e a loucura. O retrato, aparentemente, nunca está completo. Entre o dito e o não dito, Retratos com Erro traz à baila príncipes, rainhas, ladrões, poetas, assassinos, bêbados e mágicos, numa avalanche de confissões íntimas entrecortadas pelas mais factuais notícias de jornal. Neste turbilhão de personagens reais e inventadas, descrições ora directas ora mirabolantes, um verso sintetiza este livro com limpidez: "só o silêncio que reluz é ouro".
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Entre o concreto e o imaginado, entre os contos de fadas e as histórias de terror, Retratos com erro desenha muitos mundos que, como espelhos distorcidos, se multiplicam e se deformam. Eucanaã Ferraz descreve com lirismo o amor zeloso e o desejo tórrido, a beleza e a perfeição, mas também o horror, o medo e a loucura. O retrato, aparentemente, nunca está completo. Entre o dito e o não dito, Retratos com Erro traz à baila príncipes, rainhas, ladrões, poetas, assassinos, bêbados e mágicos, numa avalanche de confissões íntimas entrecortadas pelas mais factuais notícias de jornal. Neste turbilhão de personagens reais e inventadas, descrições ora directas ora mirabolantes, um verso sintetiza este livro com limpidez: "só o silêncio que reluz é ouro".
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
""Rente ao Dizer", que veio à luz em 1992, marca os cinquenta anos de actividade literária do seu autor que escolhe um título marcante para toda a sua obra que, sem cessar, sempre foi, nas palavras do próprio poeta um "fazer rente ao dizer". Já em "Limiar dos Pássaros" encontra-se uma secção, a última, intitulada "Rente à fala". Eugénio, como de costume, mantém dentro do seu cancioneiro laços de mútuas iluminações, versos de poemas que passam a títulos de livros posteriores, autocitações que mostram uma respiração contínua dentro da obra. Aqui a referência marca um aspecto importante, o da contiguidade entre corpo e fala. A tensão do dizer tem uma carga erótica e sensual, de gesto urgente e bem medido." (Do prefácio de Federico Bertolazzi a esta edição)
Nº Páginas: 80
Sinopse:
""Rente ao Dizer", que veio à luz em 1992, marca os cinquenta anos de actividade literária do seu autor que escolhe um título marcante para toda a sua obra que, sem cessar, sempre foi, nas palavras do próprio poeta um "fazer rente ao dizer". Já em "Limiar dos Pássaros" encontra-se uma secção, a última, intitulada "Rente à fala". Eugénio, como de costume, mantém dentro do seu cancioneiro laços de mútuas iluminações, versos de poemas que passam a títulos de livros posteriores, autocitações que mostram uma respiração contínua dentro da obra. Aqui a referência marca um aspecto importante, o da contiguidade entre corpo e fala. A tensão do dizer tem uma carga erótica e sensual, de gesto urgente e bem medido." (Do prefácio de Federico Bertolazzi a esta edição)
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O novo livro de José Luís Peixoto fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa. "As estantes são ruas. Os livros são casas onde podemos entrar ou que podemos imaginar a partir de fora. Há livros que visitámos e há livros onde vivemos durante certas idades, conhecemos cada uma das suas divisões, trancámo-nos por dentro. Fomos jovens durante tantos capítulos mas, de repente, um dia, apercebemo-nos de que restavam cada vez menos páginas entre o polegar e o indicador."
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O novo livro de José Luís Peixoto fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa. "As estantes são ruas. Os livros são casas onde podemos entrar ou que podemos imaginar a partir de fora. Há livros que visitámos e há livros onde vivemos durante certas idades, conhecemos cada uma das suas divisões, trancámo-nos por dentro. Fomos jovens durante tantos capítulos mas, de repente, um dia, apercebemo-nos de que restavam cada vez menos páginas entre o polegar e o indicador."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Após a publicação de De Passagem em 2018, considerado por alguns críticos como o melhor livro de poesia publicado nesse ano, Rectificação da Linha Geral é o mais recente livro de José Alberto Oliveira, do qual aqui deixamos um poema: ARCHIE SHEPP Digam o que disserem os pirrónicos, os diletantes, os libertinos, mesmo os ateus, é límpido que a vida tem sentido: ouvir Archie Shepp, beber whisky, fumar cigarros, escrever propostas que não afirmo...
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Após a publicação de De Passagem em 2018, considerado por alguns críticos como o melhor livro de poesia publicado nesse ano, Rectificação da Linha Geral é o mais recente livro de José Alberto Oliveira, do qual aqui deixamos um poema: ARCHIE SHEPP Digam o que disserem os pirrónicos, os diletantes, os libertinos, mesmo os ateus, é límpido que a vida tem sentido: ouvir Archie Shepp, beber whisky, fumar cigarros, escrever propostas que não afirmo...
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando é um longo poema que não tem interrogação mas que nos interroga. Que nos faz lembrar Senhora das Tempestades mas, aqui, com dez cantos, com os quais Manuel Alegre pretende dar-nos um testemunho. Um emocionante testemunho de vida, de mundo, de poesia. Nele, o leitor é confrontado com a passagem do tempo: o tempo que passou, as vivências; o tempo presente que é um tempo fechado; e as várias pragas que tapam o horizonte, o tempo que há-de vir. Aqui está a vida de todos nós. Na leitura destas estrofes encontramos referências a Homero, Virgílio, Dante, Camões e Shakespeare mas também a Bob Dylan e a Mandela, à guerra colonial, a Staline, ao Maio de 68 e até à América onde se twita. Um texto de uma modernidade que impressiona e que nos leva a ver nele Os Lusíadas para o século XXI. Não estaremos a exagerar se afirmarmos que este será o grande poema da vida de Manuel Alegre.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando é um longo poema que não tem interrogação mas que nos interroga. Que nos faz lembrar Senhora das Tempestades mas, aqui, com dez cantos, com os quais Manuel Alegre pretende dar-nos um testemunho. Um emocionante testemunho de vida, de mundo, de poesia. Nele, o leitor é confrontado com a passagem do tempo: o tempo que passou, as vivências; o tempo presente que é um tempo fechado; e as várias pragas que tapam o horizonte, o tempo que há-de vir. Aqui está a vida de todos nós. Na leitura destas estrofes encontramos referências a Homero, Virgílio, Dante, Camões e Shakespeare mas também a Bob Dylan e a Mandela, à guerra colonial, a Staline, ao Maio de 68 e até à América onde se twita. Um texto de uma modernidade que impressiona e que nos leva a ver nele Os Lusíadas para o século XXI. Não estaremos a exagerar se afirmarmos que este será o grande poema da vida de Manuel Alegre.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
publicação da mortalidade reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, que para esta edição eliminou poemas, trabalhou os que ficaram e acrescentou um importante número de inéditos. poemas são transumâncias de deuses pastam nos versos a infinita criação
Nº Páginas: 200
Sinopse:
publicação da mortalidade reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, que para esta edição eliminou poemas, trabalhou os que ficaram e acrescentou um importante número de inéditos. poemas são transumâncias de deuses pastam nos versos a infinita criação
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Agora numa edição integralmente em inglês: O essencial da prosa de Fernando Pessoa e seus principais heterónimos, numa edição de Jerónimo Pizarro. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Assim, depois do volume dedicado à poesia, esta Antologia Mínima vai além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos - aforismos, ficções breves, cartas a Ofélia… - mas também há surpresas, até para os mais conhecedores, como a "Crónica Decorativa". Bons pretextos para embarcar mais uma vez nesta nova forma de "desaprender Pessoa", citando o mestre Alberto Caeiro, e lê-lo como se o descobríssemos pela primeira vez. Tradução de John Pedro Schwartz e Robert N. Schwartz.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Agora numa edição integralmente em inglês: O essencial da prosa de Fernando Pessoa e seus principais heterónimos, numa edição de Jerónimo Pizarro. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Assim, depois do volume dedicado à poesia, esta Antologia Mínima vai além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos - aforismos, ficções breves, cartas a Ofélia… - mas também há surpresas, até para os mais conhecedores, como a "Crónica Decorativa". Bons pretextos para embarcar mais uma vez nesta nova forma de "desaprender Pessoa", citando o mestre Alberto Caeiro, e lê-lo como se o descobríssemos pela primeira vez. Tradução de John Pedro Schwartz e Robert N. Schwartz.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"No trecho do Livro do Desassossego que começa "Prefiro a prosa ao verso como modo de arte" e que constitui, todo ele, uma magnífica apologia da prosa como forma artística superior, lemos: "Na prosa se engloba toda a arte — em parte porque na palavra se contém todo o mundo, em parte porque na palavra livre se contém toda a possibilidade de o dizer e pensar". O presente volume, que reúne a grande maioria dos textos em prosa publicados em vida de Pessoa, confirma a verdade dessa afirmação — pela enorme variedade temática dos textos, pela sua diversificação estilística, pela sua originalidade expressiva e pela ausência de ideias e opiniões rígidas, ou melhor: pela convivência de elementos díspares e até contraditórios. […] Mas Pessoa era fundamentalmente um poeta, mesmo quando disfarçado do ajudante de guarda-livros que se dizia "incapaz de escrever em verso". Era poeta, mesmo na prosa, por sonhar alto e nos fazer sentir tais alturas; por poder sentir pensando e pensar sentindo, vendo e exprimindo o que existe (ou não existe) como se fosse pela primeira vez; por querer — e conseguir — dizer mais do que as palavras dizem. […] A invulgar inteligência, o enorme poder analítico e a incansável curiosidade intelectual são ingredientes essenciais do génio de Fernando Pessoa, mas não haveria génio nenhum sem a sua alma "não-aristotélica", que soube saltar para além do que é racional e mensurável, dando origem a obras, ou melhor, a uma Obra, que extravasa com não sabemos o que seja (chamemos-lhe "beleza", chamemos-lhe "verdade"), precisamente nas suas lacunas, nas hesitações, no que tem de inevitavelmente fragmentário, naquilo que o raciocinador não conseguiu explicar, mas que o poeta sussurra, ainda hoje, ao ouvido atento." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"No trecho do Livro do Desassossego que começa "Prefiro a prosa ao verso como modo de arte" e que constitui, todo ele, uma magnífica apologia da prosa como forma artística superior, lemos: "Na prosa se engloba toda a arte — em parte porque na palavra se contém todo o mundo, em parte porque na palavra livre se contém toda a possibilidade de o dizer e pensar". O presente volume, que reúne a grande maioria dos textos em prosa publicados em vida de Pessoa, confirma a verdade dessa afirmação — pela enorme variedade temática dos textos, pela sua diversificação estilística, pela sua originalidade expressiva e pela ausência de ideias e opiniões rígidas, ou melhor: pela convivência de elementos díspares e até contraditórios. […] Mas Pessoa era fundamentalmente um poeta, mesmo quando disfarçado do ajudante de guarda-livros que se dizia "incapaz de escrever em verso". Era poeta, mesmo na prosa, por sonhar alto e nos fazer sentir tais alturas; por poder sentir pensando e pensar sentindo, vendo e exprimindo o que existe (ou não existe) como se fosse pela primeira vez; por querer — e conseguir — dizer mais do que as palavras dizem. […] A invulgar inteligência, o enorme poder analítico e a incansável curiosidade intelectual são ingredientes essenciais do génio de Fernando Pessoa, mas não haveria génio nenhum sem a sua alma "não-aristotélica", que soube saltar para além do que é racional e mensurável, dando origem a obras, ou melhor, a uma Obra, que extravasa com não sabemos o que seja (chamemos-lhe "beleza", chamemos-lhe "verdade"), precisamente nas suas lacunas, nas hesitações, no que tem de inevitavelmente fragmentário, naquilo que o raciocinador não conseguiu explicar, mas que o poeta sussurra, ainda hoje, ao ouvido atento." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Poesia, Saudade da Prosa é uma antologia pessoal da poesia de Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Poesia, Saudade da Prosa é uma antologia pessoal da poesia de Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 600
Sinopse:
No ano em que se comemoraram os 50 anos de vida literária de Vasco Graça Moura, a Quetzal publicou a totalidade da sua poesia em dois volumes de "Poesia Reunida". Vasco Graça Moura dispensa apresentações. Considerado por muitos como um dos maiores poetas portugueses, Vasco Graça Moura é autor de uma vastíssima obra poética, ensaística e ficcional e um nobilíssimo tradutor e divulgador das literaturas clássicas.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
No ano em que se comemoraram os 50 anos de vida literária de Vasco Graça Moura, a Quetzal publicou a totalidade da sua poesia em dois volumes de "Poesia Reunida". Vasco Graça Moura dispensa apresentações. Considerado por muitos como um dos maiores poetas portugueses, Vasco Graça Moura é autor de uma vastíssima obra poética, ensaística e ficcional e um nobilíssimo tradutor e divulgador das literaturas clássicas.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma vida secreta. O poeta por detrás do editor. Além da recolha dos poemas inéditos apresentados na última parte ("O último metro"), o presente volume reúne poemas provenientes dos livros "Cartas para Elina" (1966), "Viola Interdita" (1970), "Os Olhos de Passagem" (1976) e "Sete (desen)cantos" (1981). O conjunto "quatro estudos para "O Rosto com Que Fito"" estava inédito em livro, mas três dos seus poemas haviam sido publicados nos "Cadernos de Literatura" do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, em 1985.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma vida secreta. O poeta por detrás do editor. Além da recolha dos poemas inéditos apresentados na última parte ("O último metro"), o presente volume reúne poemas provenientes dos livros "Cartas para Elina" (1966), "Viola Interdita" (1970), "Os Olhos de Passagem" (1976) e "Sete (desen)cantos" (1981). O conjunto "quatro estudos para "O Rosto com Que Fito"" estava inédito em livro, mas três dos seus poemas haviam sido publicados nos "Cadernos de Literatura" do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, em 1985.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Falecido em 2013, António Ramos Rosa deixou-nos uma obra poética grandiosa, pela sua qualidade e pela sua extensão. A presente antologia, preparada por Maria Filipe Ramos Rosa - sua filha - recupera o título de um projeto de antologia não concretizado que tinha sido, em tempos, idealizado pelo autor. No prefácio a este livro José Tolentino Mendonça diz-nos, de António Ramos Rosa, ter sido alguém "[—] que construiu um corpus poético absolutamente invulgar, em qualidade e em dimensão, com quase oito dezenas de tomos, mas que muito poucos terão lido e acompanhado integralmente, o que fez com que tivesse saído, em grande medida, da zona de controlo da crítica literária, do radar dos média e dessa recensão condescendente trazida, em cada estação, pelo gosto dominante. Tinha estatuto cultural e reconhecimento, mas não se instalou aí a gerir prudentemente, como outros, a carreira literária. A esse nível, a sua relação com a poesia era desarmada de qualquer cálculo. Como recorda Maria Filipe Ramos Rosa na "Advertência" que encabeça este volume, "alguns livros da década de 90, […] pelo seu carácter repetitivo, lembram exercícios diários de sobrevivência", abrindo assim porta para o debate sobre o cânone roseano. Mas é impossível não sublinhar a comovente grandeza do que a expressão "exercício diário de sobrevivência" deixa supor."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Falecido em 2013, António Ramos Rosa deixou-nos uma obra poética grandiosa, pela sua qualidade e pela sua extensão. A presente antologia, preparada por Maria Filipe Ramos Rosa - sua filha - recupera o título de um projeto de antologia não concretizado que tinha sido, em tempos, idealizado pelo autor. No prefácio a este livro José Tolentino Mendonça diz-nos, de António Ramos Rosa, ter sido alguém "[—] que construiu um corpus poético absolutamente invulgar, em qualidade e em dimensão, com quase oito dezenas de tomos, mas que muito poucos terão lido e acompanhado integralmente, o que fez com que tivesse saído, em grande medida, da zona de controlo da crítica literária, do radar dos média e dessa recensão condescendente trazida, em cada estação, pelo gosto dominante. Tinha estatuto cultural e reconhecimento, mas não se instalou aí a gerir prudentemente, como outros, a carreira literária. A esse nível, a sua relação com a poesia era desarmada de qualquer cálculo. Como recorda Maria Filipe Ramos Rosa na "Advertência" que encabeça este volume, "alguns livros da década de 90, […] pelo seu carácter repetitivo, lembram exercícios diários de sobrevivência", abrindo assim porta para o debate sobre o cânone roseano. Mas é impossível não sublinhar a comovente grandeza do que a expressão "exercício diário de sobrevivência" deixa supor."
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É verdade que Fernando Pessoa é o poeta português mais idolatrado e traduzido. Mas paradoxalmente, Pessoa corre o risco de ser muito citado e pouco lido. As edições da Assírio & Alvim têm revelado um considerável número de inéditos, além de um rigor na fixação dos textos, mas têm sido sistematicamente ignoradas pela crítica. Depois da poesia bilingue de Alexander Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa. Inicialmente previa-se um só volume. Contudo, a descoberta de perto de cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro. E os inéditos indicam-nos que a obra global de Fernando Pessoa está longe de ser integralmente conhecida e há quem apaixonadamente a persiga, desvendando as suas sombras.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É verdade que Fernando Pessoa é o poeta português mais idolatrado e traduzido. Mas paradoxalmente, Pessoa corre o risco de ser muito citado e pouco lido. As edições da Assírio & Alvim têm revelado um considerável número de inéditos, além de um rigor na fixação dos textos, mas têm sido sistematicamente ignoradas pela crítica. Depois da poesia bilingue de Alexander Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa. Inicialmente previa-se um só volume. Contudo, a descoberta de perto de cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro. E os inéditos indicam-nos que a obra global de Fernando Pessoa está longe de ser integralmente conhecida e há quem apaixonadamente a persiga, desvendando as suas sombras.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês — todos acompanhados de uma tradução em português — e, em apêndice mas sem tradução, um amplo conjunto dos poemas que o autor escreveu em francês. Os poemas foram seleccionados tanto pela sua qualidade como pelo seu significado no percurso poético do autor. […] Estamos […] perante um caso em que a tradução — do inglês para a primeira e única língua materna de Pessoa — pode trazer grandes benefícios para quem leia poesia por prazer e também pelo gosto de compreender e conhecer, sem objectivos mais eruditos. Quando o tradutor é não só poeta mas também grande estudioso do autor e disposto a dedicar alguns anos à tarefa de produzir versões portuguesas que funcionem como verdadeiros poemas, independentemente dos originais, o prazer do leitor é dobrado e as traduções, mesmo para um estudioso, podem ajudar a penetrar no significado e na própria poética inerentes aos poemas. É o feliz caso das versões portuguesas incluídas na presente edição. Mesmo quem domine perfeitamente o inglês poderá apreciar melhor o original lendo também as traduções de Luísa Freire […]." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês — todos acompanhados de uma tradução em português — e, em apêndice mas sem tradução, um amplo conjunto dos poemas que o autor escreveu em francês. Os poemas foram seleccionados tanto pela sua qualidade como pelo seu significado no percurso poético do autor. […] Estamos […] perante um caso em que a tradução — do inglês para a primeira e única língua materna de Pessoa — pode trazer grandes benefícios para quem leia poesia por prazer e também pelo gosto de compreender e conhecer, sem objectivos mais eruditos. Quando o tradutor é não só poeta mas também grande estudioso do autor e disposto a dedicar alguns anos à tarefa de produzir versões portuguesas que funcionem como verdadeiros poemas, independentemente dos originais, o prazer do leitor é dobrado e as traduções, mesmo para um estudioso, podem ajudar a penetrar no significado e na própria poética inerentes aos poemas. É o feliz caso das versões portuguesas incluídas na presente edição. Mesmo quem domine perfeitamente o inglês poderá apreciar melhor o original lendo também as traduções de Luísa Freire […]." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 360
Sinopse:
À beleza incandescente e luminosa dos grandes autores desses séculos de ouro da cultura grega (do séc. VII a.C ao séc. III) - como Álcman, Semónides, Mimnermo, Safo, Íbico, Anacreonte, Teógonis, Píndaro, Baquílides e Teócrito - junta-se o prazer de descobrir as raízes da literatura ocidental. Cada um desses autores influenciou diretamente centenas de outros e é parte dos alicerces da nossa civilização. Depois da tradução da Ilíada, da Odisseia e dos primeiros quatro volumes da Bíblia, Frederico Lourenço mostra como a beleza pode ser traduzida sem ferir a sua originalidade. A edição é bilingue, em capa dura e com todos os cuidados gráficos de um grande acontecimento.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
À beleza incandescente e luminosa dos grandes autores desses séculos de ouro da cultura grega (do séc. VII a.C ao séc. III) - como Álcman, Semónides, Mimnermo, Safo, Íbico, Anacreonte, Teógonis, Píndaro, Baquílides e Teócrito - junta-se o prazer de descobrir as raízes da literatura ocidental. Cada um desses autores influenciou diretamente centenas de outros e é parte dos alicerces da nossa civilização. Depois da tradução da Ilíada, da Odisseia e dos primeiros quatro volumes da Bíblia, Frederico Lourenço mostra como a beleza pode ser traduzida sem ferir a sua originalidade. A edição é bilingue, em capa dura e com todos os cuidados gráficos de um grande acontecimento.
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