281 produtos
Ordenar por:
281 produtos
Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Chama-se "Livro de Horas" aos breviários (livro de orações usado pelos sacerdotes) destinados a leigos, contendo orações para determinados momentos do dia, como é notório, em registo poético, no primeiro livro deste volume de Rilke. Foram amplamente difundidos do século XII ao XVI e ainda hoje são conhecidos os livros de horas franceses especialmente ilustrados e ricamente adornados. Os outros dois livros deste volume do Autor apontam para a vida como peregrinação, enfrentando adversidades como a pobreza e a morte. [...] "O Livro de Horas" não só está na base da fama de Rilke enquanto poeta - foi o primeiro dos seus livros que se tornou muito conhecido - mas também marcou uma época na sua Obra. É o primeiro ciclo poético verdadeiramente acabado: não só por ter surgido de um triplo impulso inspirador investido de uma validade imediata, de tal modo que até a sequência da escrita pôde ser mantida como princípio ordenador, mas sobretudo porque no seu inventário de motivos, nas suas imagens e mitos, na sua estrutura formal e na sua fisionomia estilística projecta um modelo de mundo poético coeso. Deste modo alcançou o seu objectivo de «encontrar imagens para as minhas transformações» (SW III 699). Por isso "O Livro de Horas" marca o começo da sua obra poética da maturidade. [do Prefácio de Maria Teresa Dias Furtado]
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Chama-se "Livro de Horas" aos breviários (livro de orações usado pelos sacerdotes) destinados a leigos, contendo orações para determinados momentos do dia, como é notório, em registo poético, no primeiro livro deste volume de Rilke. Foram amplamente difundidos do século XII ao XVI e ainda hoje são conhecidos os livros de horas franceses especialmente ilustrados e ricamente adornados. Os outros dois livros deste volume do Autor apontam para a vida como peregrinação, enfrentando adversidades como a pobreza e a morte. [...] "O Livro de Horas" não só está na base da fama de Rilke enquanto poeta - foi o primeiro dos seus livros que se tornou muito conhecido - mas também marcou uma época na sua Obra. É o primeiro ciclo poético verdadeiramente acabado: não só por ter surgido de um triplo impulso inspirador investido de uma validade imediata, de tal modo que até a sequência da escrita pôde ser mantida como princípio ordenador, mas sobretudo porque no seu inventário de motivos, nas suas imagens e mitos, na sua estrutura formal e na sua fisionomia estilística projecta um modelo de mundo poético coeso. Deste modo alcançou o seu objectivo de «encontrar imagens para as minhas transformações» (SW III 699). Por isso "O Livro de Horas" marca o começo da sua obra poética da maturidade. [do Prefácio de Maria Teresa Dias Furtado]
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-livro-de-horas-de-rainer-maria-rilke-7247346');
});">
Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Com o fim do romantismo e o início do realismo, Cesário Verde, dividido entre o comércio e a literatura, publica os seus versos em jornais. Só em 1887, já postumamente, é publicado o seu primeiro livro: O Livro de Cesário Verde. Muito influenciado por Charles Baudelaire, o poeta cria um estilo próprio e encontra em Lisboa, caótica e sinistra, a sua grande personagem. Afinal, há poesia no real, no concreto, nos objectos banais, nos gestos, no dia-a-dia. Desfilam novas personagens, que já não musas, mas engomadeiras, varinas e operários. Paralelamente ao binómio cidade-campo, surge a figura feminina, a da mulher citadina, frívola e calculista em confronto com a mulher campestre, doce e pura. Cesário Verde é um dos precursores do modernismo em Portugal. Inventa uma nova poesia quer na forma quer no conteúdo. É um discurso poético de ruptura. O poeta, muito atento ao pormenor, capta as impressões e invoca a realidade. É a poesia do quotidiano, dos sentidos. Outrora desprezado e ostracizado, o reconhecimento do seu valor literário só chega com a geração de Orpheu. Fernando Pessoa chama-lhe "mestre". É hoje reconhecido como um génio pelas suas composições, como "O sentimento dum ocidental", "Num bairro moderno", "Nós". Aceitemos o convite de Mário Cesariny e vamos "todos para casa ler Cesário Verde / que ainda há passeios ainda há poetas cá no país!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Obra poética integral de Cesário Verde · "Senhor Verde: empregado de comércio ou poeta?"
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Com o fim do romantismo e o início do realismo, Cesário Verde, dividido entre o comércio e a literatura, publica os seus versos em jornais. Só em 1887, já postumamente, é publicado o seu primeiro livro: O Livro de Cesário Verde. Muito influenciado por Charles Baudelaire, o poeta cria um estilo próprio e encontra em Lisboa, caótica e sinistra, a sua grande personagem. Afinal, há poesia no real, no concreto, nos objectos banais, nos gestos, no dia-a-dia. Desfilam novas personagens, que já não musas, mas engomadeiras, varinas e operários. Paralelamente ao binómio cidade-campo, surge a figura feminina, a da mulher citadina, frívola e calculista em confronto com a mulher campestre, doce e pura. Cesário Verde é um dos precursores do modernismo em Portugal. Inventa uma nova poesia quer na forma quer no conteúdo. É um discurso poético de ruptura. O poeta, muito atento ao pormenor, capta as impressões e invoca a realidade. É a poesia do quotidiano, dos sentidos. Outrora desprezado e ostracizado, o reconhecimento do seu valor literário só chega com a geração de Orpheu. Fernando Pessoa chama-lhe "mestre". É hoje reconhecido como um génio pelas suas composições, como "O sentimento dum ocidental", "Num bairro moderno", "Nós". Aceitemos o convite de Mário Cesariny e vamos "todos para casa ler Cesário Verde / que ainda há passeios ainda há poetas cá no país!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Obra poética integral de Cesário Verde · "Senhor Verde: empregado de comércio ou poeta?"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-livro-e-poesias-dispersas-de-cesario-verde-6621585');
});">
Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Leitura recomendada para o 8.º ano de escolaridade. Em" O Livro de Cesário Verde" encontramos um dos universos poéticos mais estimulantes e complexos de toda a literatura portuguesa. A multiplicidade de influências que nele se cruzam não impede a sua afirmação como momento inaugural de um discurso poético de rutura, já verdadeiramente moderno. O carácter inovador desta poesia de finais de Oitocentos congrega pistas estéticas várias, que foram posteriormente trilhadas pela poesia portuguesa dos finais do século XIX e da primeira metade do século XX, revelando todas as suas potencialidades expressivas. Contrastando com a receção obtida aquando da sua publicação dispersa em vários jornais e revistas, o reconhecimento da importância desta obra na poesia portuguesa é atualmente unânime.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Leitura recomendada para o 8.º ano de escolaridade. Em" O Livro de Cesário Verde" encontramos um dos universos poéticos mais estimulantes e complexos de toda a literatura portuguesa. A multiplicidade de influências que nele se cruzam não impede a sua afirmação como momento inaugural de um discurso poético de rutura, já verdadeiramente moderno. O carácter inovador desta poesia de finais de Oitocentos congrega pistas estéticas várias, que foram posteriormente trilhadas pela poesia portuguesa dos finais do século XIX e da primeira metade do século XX, revelando todas as suas potencialidades expressivas. Contrastando com a receção obtida aquando da sua publicação dispersa em vários jornais e revistas, o reconhecimento da importância desta obra na poesia portuguesa é atualmente unânime.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-livro-de-cesario-verde-4634998');
});">
Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Ficcionista com uma carreira invulgar, reconhecida em Portugal e no estrangeiro, Lídia Jorge tem vindo a escrever poesia desde há muito tempo, porém não tinha publicado qualquer livro até ao presente. Desse vasto conjunto, a escritora seleccionou 50 poemas, os quais agrupou nas cinco partes em que se divide este "O Livro das Tréguas": "Com a Origem", "Com os Preceitos", "Com os Factos", "Com as Fábulas", "Com o Tempo". Escritos em datas diferentes, e em resultado de diferentes estados de espírito, foram aqui reunidos com uma unidade cronológica que corresponde, no dizer da própria Lídia Jorge, a "uma espécie de autobiografia consentida". Uma leitura do tempo e da vida, do início, dos percursos, dos limites e do futuro. Poesia de grande qualidade que revela uma nova voz poética e confirma uma enorme escritora
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Ficcionista com uma carreira invulgar, reconhecida em Portugal e no estrangeiro, Lídia Jorge tem vindo a escrever poesia desde há muito tempo, porém não tinha publicado qualquer livro até ao presente. Desse vasto conjunto, a escritora seleccionou 50 poemas, os quais agrupou nas cinco partes em que se divide este "O Livro das Tréguas": "Com a Origem", "Com os Preceitos", "Com os Factos", "Com as Fábulas", "Com o Tempo". Escritos em datas diferentes, e em resultado de diferentes estados de espírito, foram aqui reunidos com uma unidade cronológica que corresponde, no dizer da própria Lídia Jorge, a "uma espécie de autobiografia consentida". Uma leitura do tempo e da vida, do início, dos percursos, dos limites e do futuro. Poesia de grande qualidade que revela uma nova voz poética e confirma uma enorme escritora
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-livro-das-treguas-de-lidia-jorge-6914200');
});">
Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 64
Sinopse:
DO LIVRO DOS PROVÉRBIOS três coisas não deves ignorar: o caminho das águias no céu o rasto dos répteis nos rochedos a distância entre mim e ti
Nº Páginas: 64
Sinopse:
DO LIVRO DOS PROVÉRBIOS três coisas não deves ignorar: o caminho das águias no céu o rasto dos répteis nos rochedos a distância entre mim e ti
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-livro-da-consolacao-de-mario-rui-de-oliveira-6877721');
});">
Edição: Set 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza".Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994).Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza".Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994).Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-fruto-da-gramatica-de-nuno-judice-5398839');
});">
Edição: Set 2016
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O poema haiku não inferioriza nem zomba, não se serve do intelecto, valoriza as coisas pequenas, valendo-se da surpresa e de um reduzido vocabulário, começa ainda antes da primeira letra da primeira estrofe e acaba muito depois da última sílaba da terceira estrofe. É poesia despersonalizada, já quase fora da linguagem comum, nasce no silêncio, atravessa, como um relâmpago, o olhar do contemplador e regressa ao silêncio; e enquanto existiu pareceu durar o tempo de um movimento respiratório. Resultante em grande parte da contemplação da beleza e comportamentos da natureza, este estilo poético assume-se como fenómeno que transcende o pessoal, é puro presente, é um momento suspenso, eterno em si mas que não volta a acontecer. Nele, desaparece a separação observador/observado, para dar lugar à ausência de ego, à manifestação do sublime. No final da breve leitura do poema, o leitor arrisca-se a ser percorrido por um calafrio que não poupará nenhuma célula do seu corpo; talvez o seu olhar se semicerre e se suspenda no seio de um horizonte para além do horizonte visível; talvez assome ao canto dos seus lábios o movimento de um sorriso somenteperceptível pelo olhar puro das crianças e dos animais. imóvel contemplo a lua e os outros pensam que sou cego
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O poema haiku não inferioriza nem zomba, não se serve do intelecto, valoriza as coisas pequenas, valendo-se da surpresa e de um reduzido vocabulário, começa ainda antes da primeira letra da primeira estrofe e acaba muito depois da última sílaba da terceira estrofe. É poesia despersonalizada, já quase fora da linguagem comum, nasce no silêncio, atravessa, como um relâmpago, o olhar do contemplador e regressa ao silêncio; e enquanto existiu pareceu durar o tempo de um movimento respiratório. Resultante em grande parte da contemplação da beleza e comportamentos da natureza, este estilo poético assume-se como fenómeno que transcende o pessoal, é puro presente, é um momento suspenso, eterno em si mas que não volta a acontecer. Nele, desaparece a separação observador/observado, para dar lugar à ausência de ego, à manifestação do sublime. No final da breve leitura do poema, o leitor arrisca-se a ser percorrido por um calafrio que não poupará nenhuma célula do seu corpo; talvez o seu olhar se semicerre e se suspenda no seio de um horizonte para além do horizonte visível; talvez assome ao canto dos seus lábios o movimento de um sorriso somenteperceptível pelo olhar puro das crianças e dos animais. imóvel contemplo a lua e os outros pensam que sou cego
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-eremita-viajante-de-matsuo-basho-5948290');
});">
Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1961, encontramos neste livro uma expressiva influência que sobre ele teve João Cabral de Melo Neto, um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos e outra das vozes maiores da língua portuguesa. No prefácio de Rosa Maria Martelo a esta edição podemos ler que "[…] O Cristo Cigano é um livro absolutamente singular no conjunto da poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, ao que não será alheio o facto de ter sido escrito sob o signo do encontro da autora com um poeta que também tinha a paixão da geometria e do concreto e a mesma solidariedade com o sofrimento humano." O AMOR Não há para mim outro amor nem tardes limpas A minha própria vida a desertei Só existe o teu rosto geometria Clara que sem descanso esculpirei. E noite onde sem fim me afundarei.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1961, encontramos neste livro uma expressiva influência que sobre ele teve João Cabral de Melo Neto, um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos e outra das vozes maiores da língua portuguesa. No prefácio de Rosa Maria Martelo a esta edição podemos ler que "[…] O Cristo Cigano é um livro absolutamente singular no conjunto da poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, ao que não será alheio o facto de ter sido escrito sob o signo do encontro da autora com um poeta que também tinha a paixão da geometria e do concreto e a mesma solidariedade com o sofrimento humano." O AMOR Não há para mim outro amor nem tardes limpas A minha própria vida a desertei Só existe o teu rosto geometria Clara que sem descanso esculpirei. E noite onde sem fim me afundarei.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-cristo-cigano-de-sophia-de-mello-breyner-andresen-5288738');
});">
Edição: Set 2019
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-coro-da-desordem-de-nuno-judice-7009473');
});">
Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 72
Sinopse:
?- Não achas que podem ficar tristes, esses pirilampos dentro de uma gaiola que fica dentro do teu quintal? - Se estivessem tristes, acho que não brilhavam assim. - E se estiverem a brilhar de tristeza? - perguntou o Avô. - Não tinha pensado nisso. Perto da Floresta Grande vive um menino e o seu Avô. O menino gosta de cientistar coisas: Já inventou um aumentador de caminhos e um convidador de pirilampos. Fala em código Morse com eles.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
?- Não achas que podem ficar tristes, esses pirilampos dentro de uma gaiola que fica dentro do teu quintal? - Se estivessem tristes, acho que não brilhavam assim. - E se estiverem a brilhar de tristeza? - perguntou o Avô. - Não tinha pensado nisso. Perto da Floresta Grande vive um menino e o seu Avô. O menino gosta de cientistar coisas: Já inventou um aumentador de caminhos e um convidador de pirilampos. Fala em código Morse com eles.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-convidador-de-pirilampos-de-ondjaki-6174944');
});">
Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Breviário de uma geração, O Canto e as Armas articula paciente, mas indesistivelmente, aquilo que o autor segreda ao ouvido de uma mítica destinatária, a quem interpela como "Penélope que bordas de saudade", e no "amor em que me prendes", e que "é Liberdade", "palavra clandestina em Portugal / que se escreve em todas as harpas do vento." Contrapondo a incandescência das "armas" a uma outra, e porventura utópica, a do "canto", esta voz remete-nos a um destino hegemónico que consagra os artefactos da alta poesia, os quais, publicados e apreendidos pela censura, mas circulando em cópias manuscritas e dactilografadas, e novamente apreendidas, e novamente publicadas, duram como se verifica quatro décadas mais tarde. Eis pois o que erige um poeta, e o que o assinala, para além de quanto ele for, e de quanto quiser assinalar. Calem-se definitivamente, ou quase, as armas multímodas, e até as que se guardarem no avesso do gabão para surgirem em solertes assaltos. Só nesse instante o canto, o de Manuel Alegre, e o nosso através dele, poderá escutar-se em perfeita serenidade." (do Prefácio de Mário Cláudio)
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Breviário de uma geração, O Canto e as Armas articula paciente, mas indesistivelmente, aquilo que o autor segreda ao ouvido de uma mítica destinatária, a quem interpela como "Penélope que bordas de saudade", e no "amor em que me prendes", e que "é Liberdade", "palavra clandestina em Portugal / que se escreve em todas as harpas do vento." Contrapondo a incandescência das "armas" a uma outra, e porventura utópica, a do "canto", esta voz remete-nos a um destino hegemónico que consagra os artefactos da alta poesia, os quais, publicados e apreendidos pela censura, mas circulando em cópias manuscritas e dactilografadas, e novamente apreendidas, e novamente publicadas, duram como se verifica quatro décadas mais tarde. Eis pois o que erige um poeta, e o que o assinala, para além de quanto ele for, e de quanto quiser assinalar. Calem-se definitivamente, ou quase, as armas multímodas, e até as que se guardarem no avesso do gabão para surgirem em solertes assaltos. Só nesse instante o canto, o de Manuel Alegre, e o nosso através dele, poderá escutar-se em perfeita serenidade." (do Prefácio de Mário Cláudio)
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-canto-e-as-armas-de-manuel-alegre-6111750');
});">
Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 138
Sinopse:
Com 22 desenhos de João Cutileiro e versão portuguesa de Eugénia de Vasconcellos, este é um livro de poemas eróticos, mas é mais do que um livro de poemas eróticos. Por causa deste livro, "O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas", o seu autor, Claude Le Petit, foi queimado na fogueira, em Paris, no século XVII. À escandalosa ousadia e irreverências dos poemas, esta edição junta 22 desenhos originais do escultor João Cutileiro, feitos expressamente para este livro. Esta é uma edição bilingue. Os poemas de Claude Le Petit são publicados no francês original e na versão portuguesa de um poeta, Eugénia de Vasconcellos. Esta é uma edição única, com grande valor para coleccionadores e bibliófilos.
Nº Páginas: 138
Sinopse:
Com 22 desenhos de João Cutileiro e versão portuguesa de Eugénia de Vasconcellos, este é um livro de poemas eróticos, mas é mais do que um livro de poemas eróticos. Por causa deste livro, "O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas", o seu autor, Claude Le Petit, foi queimado na fogueira, em Paris, no século XVII. À escandalosa ousadia e irreverências dos poemas, esta edição junta 22 desenhos originais do escultor João Cutileiro, feitos expressamente para este livro. Esta é uma edição bilingue. Os poemas de Claude Le Petit são publicados no francês original e na versão portuguesa de um poeta, Eugénia de Vasconcellos. Esta é uma edição única, com grande valor para coleccionadores e bibliófilos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-bordel-das-musas-de-claude-le-petit-5445180');
});">
Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras." Poema Zen, in O Bebedor Nocturno "Desde os anos 60 que se torna evidente o interesse de Herberto Helder por textos oriundos de determinadas culturas que vieram a sofrer grandes mutações, ou de culturas locais, primitivas e anónimas, e que vieram a ser objecto de colonização. Textos, portanto, onde a tradição está sempre presente e é particularmente preservada, mas também ameaçada. São poemas do Antigo Egipto, da Grécia, poemas Zen, arábico-andaluzes, poesia mexicana do ciclo nauatle, poemas esquimós, indochineses, mas também todo um ciclo de textos sagrados como os Salmos do Velho Testamento ou o Cântico dos Cânticos. Os mais recentes livros mostram o mesmo critério, embora o alarguem substancialmente: os textos vêm-nos da Índia, da Austrália, de África e das Américas. A maioria são textos maias e astecas e textos da tradição oral dos diferentes índios da América do Norte, Central e do Sul, como os Navajos e Comanches ou, no Brasil, os Caxinauás e os Guaranis. […] O interesse de Herberto Helder por estas tradições primitivas, não europeias, advém da maneira peculiar como também ele olha o mundo, nele se insere e convive com a linguagem. Nessas tradições, ele encontra a mesma linguagem ritualística, uma vontade de expressão simbólica semelhante e os mesmos valores humanos inseridos numa cosmogonia poética; também a unidade original de todos os elementos da natureza e a ideia de uma metamorfose contínua (nomeadamente por acção do fogo, através de todas as suas manifestações), assim como a imagem do poeta como mago, possuído por uma força animista da linguagem. Todos estes aspectos estão presentes tanto nos textos a traduzir como na poesia própria." Maria Etelvina Santos
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras." Poema Zen, in O Bebedor Nocturno "Desde os anos 60 que se torna evidente o interesse de Herberto Helder por textos oriundos de determinadas culturas que vieram a sofrer grandes mutações, ou de culturas locais, primitivas e anónimas, e que vieram a ser objecto de colonização. Textos, portanto, onde a tradição está sempre presente e é particularmente preservada, mas também ameaçada. São poemas do Antigo Egipto, da Grécia, poemas Zen, arábico-andaluzes, poesia mexicana do ciclo nauatle, poemas esquimós, indochineses, mas também todo um ciclo de textos sagrados como os Salmos do Velho Testamento ou o Cântico dos Cânticos. Os mais recentes livros mostram o mesmo critério, embora o alarguem substancialmente: os textos vêm-nos da Índia, da Austrália, de África e das Américas. A maioria são textos maias e astecas e textos da tradição oral dos diferentes índios da América do Norte, Central e do Sul, como os Navajos e Comanches ou, no Brasil, os Caxinauás e os Guaranis. […] O interesse de Herberto Helder por estas tradições primitivas, não europeias, advém da maneira peculiar como também ele olha o mundo, nele se insere e convive com a linguagem. Nessas tradições, ele encontra a mesma linguagem ritualística, uma vontade de expressão simbólica semelhante e os mesmos valores humanos inseridos numa cosmogonia poética; também a unidade original de todos os elementos da natureza e a ideia de uma metamorfose contínua (nomeadamente por acção do fogo, através de todas as suas manifestações), assim como a imagem do poeta como mago, possuído por uma força animista da linguagem. Todos estes aspectos estão presentes tanto nos textos a traduzir como na poesia própria." Maria Etelvina Santos
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-bebedor-nocturno-de-herberto-helder-5538424');
});">
Edição: Set 2007
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa, contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas até chegar à "técnica do anarquista". Concluirá o banqueiro que todos devem trabalhar para um mesmo fim, mas separados, de forma a não sucumbirem à pressão social, podendo tornar-se livres do dinheiro, da sua influência e força, através da aquisição da maior soma possível. O Banqueiro Anarquista, conto de uma actualidade surpreendente, publicado no n.º 1 da revista Contemporânea, tem conhecido um conjunto apreciável de edições e reedições ao longo dos últimos setenta anos, orgulhando-se a Assírio e Alvim da presente edição, organizada por Manuela Parreira da Silva, na qual se apresenta o texto de 1922, inserindo-se em apêndice os rascunhos deixados por Pessoa, de forma a que o leitor possa conhecer o texto na íntegra.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa, contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas até chegar à "técnica do anarquista". Concluirá o banqueiro que todos devem trabalhar para um mesmo fim, mas separados, de forma a não sucumbirem à pressão social, podendo tornar-se livres do dinheiro, da sua influência e força, através da aquisição da maior soma possível. O Banqueiro Anarquista, conto de uma actualidade surpreendente, publicado no n.º 1 da revista Contemporânea, tem conhecido um conjunto apreciável de edições e reedições ao longo dos últimos setenta anos, orgulhando-se a Assírio e Alvim da presente edição, organizada por Manuela Parreira da Silva, na qual se apresenta o texto de 1922, inserindo-se em apêndice os rascunhos deixados por Pessoa, de forma a que o leitor possa conhecer o texto na íntegra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-banqueiro-anarquista-de-fernando-pessoa-4709117');
});">
Edição: Out 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"A poesia de Adonis tem a força expressiva que pude admirar nas leituras que o ouvi fazer dos seus poemas, mas se esse aspecto associado à vertente oral da poesia árabe se perde inevitavelmente em qualquer tradução, o que permanece é o pensamento que nela se transmite e também uma forma por vezes narrativa, decorrente da sua inscrição quer na linha ocidental que vem de Baudelaire a Perse, por um lado, e de Rimbaud ao surrealismo, por outro lado, quer numa corrente esotérica que o leva a interrogar a própria língua e os conceitos profundos do ser humano." (da introdução de Nuno Júdice) Adonis foi o principal renovador da poesia árabe e é, ainda hoje, uma das vozes fundamentais dessa cultura, na qual se destaca pela constante insubmissão à dominante religiosa. Na sua poesia, mais do que a polifonia das várias vozes, encontramos o politeísmo das múltiplas verdades. Contra a certeza de um Deus, a verdade plural das musas. Não por acaso, adoptou o nome de um deus pagão para assinar seus poemas. Não se trata somente de um posicionamento poético, mas, sobretudo, político.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"A poesia de Adonis tem a força expressiva que pude admirar nas leituras que o ouvi fazer dos seus poemas, mas se esse aspecto associado à vertente oral da poesia árabe se perde inevitavelmente em qualquer tradução, o que permanece é o pensamento que nela se transmite e também uma forma por vezes narrativa, decorrente da sua inscrição quer na linha ocidental que vem de Baudelaire a Perse, por um lado, e de Rimbaud ao surrealismo, por outro lado, quer numa corrente esotérica que o leva a interrogar a própria língua e os conceitos profundos do ser humano." (da introdução de Nuno Júdice) Adonis foi o principal renovador da poesia árabe e é, ainda hoje, uma das vozes fundamentais dessa cultura, na qual se destaca pela constante insubmissão à dominante religiosa. Na sua poesia, mais do que a polifonia das várias vozes, encontramos o politeísmo das múltiplas verdades. Contra a certeza de um Deus, a verdade plural das musas. Não por acaso, adoptou o nome de um deus pagão para assinar seus poemas. Não se trata somente de um posicionamento poético, mas, sobretudo, político.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-arco-iris-do-instante-de-adonis-5965677');
});">
Edição: Set 2000
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Anjo Mudo" reúne quase todos os textos do autor publicados em revistas, catálogos de exposições de pintura e de fotografia, e ainda alguns inéditos - assim como uma boa parte dos textos que foram lidos em público e agora, pela primeira vez, se publicam. O arrumo dos textos não teve em conta nenhuma cronologia; e, nalguns casos, não surgem aqui no grupo a que inicialmente pertenciam.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Anjo Mudo" reúne quase todos os textos do autor publicados em revistas, catálogos de exposições de pintura e de fotografia, e ainda alguns inéditos - assim como uma boa parte dos textos que foram lidos em público e agora, pela primeira vez, se publicam. O arrumo dos textos não teve em conta nenhuma cronologia; e, nalguns casos, não surgem aqui no grupo a que inicialmente pertenciam.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-anjo-mudo-de-al-berto-2505337');
});">
Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A "Noção de Poema" e "Crítica Doméstica dos Paralelepípedos", os primeiros livros de Nuno Júdice, foram publicados na colecção "Cadernos de Poesia" da Dom Quixote em Março de 1972 e em Junho de 1973, respectivamente. Nestas obras o jovem poeta, estudante de Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, afirmou-se como uma voz singular de grande qualidade, antevendo o sucesso que tem sido a sua carreira literária.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A "Noção de Poema" e "Crítica Doméstica dos Paralelepípedos", os primeiros livros de Nuno Júdice, foram publicados na colecção "Cadernos de Poesia" da Dom Quixote em Março de 1972 e em Junho de 1973, respectivamente. Nestas obras o jovem poeta, estudante de Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, afirmou-se como uma voz singular de grande qualidade, antevendo o sucesso que tem sido a sua carreira literária.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/nocao-de-poema-seguido-de-critica-domestica-dos-paralelepipedos-de-nuno-judice-5570873');
});">
Edição: Out 1991
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Estes poemas datam de 1945 e 46. Foram os primeiros escritos e os últimos incluídos na presente edição de "Obras de Cesariny". "Era no tempo da busca de uma voz", explicou-nos Cesariny. "Sabia que queria cantar. Não sabia o quê. Mas queria cantar, encontrar uma voz..." Será o primeiro livro em que procurava o tom exacto para cantar, e as conotações musicais não serão por acaso. Mas é, principalmente, o livro mais divertido e "impiedoso" de Cesariny.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Estes poemas datam de 1945 e 46. Foram os primeiros escritos e os últimos incluídos na presente edição de "Obras de Cesariny". "Era no tempo da busca de uma voz", explicou-nos Cesariny. "Sabia que queria cantar. Não sabia o quê. Mas queria cantar, encontrar uma voz..." Será o primeiro livro em que procurava o tom exacto para cantar, e as conotações musicais não serão por acaso. Mas é, principalmente, o livro mais divertido e "impiedoso" de Cesariny.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/nobilissima-visao-de-mario-cesariny-4708111');
});">
Edição: Set 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1954, na Guimarães Editores, "No Tempo Dividido" é o quarto livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. Foi publicado em conjunto com "Mar Novo" nas Edições Salamandra, em 1985, por se considerar que ambos os livros pertencem ao mesmo ciclo poético. Não obstante, foi posteriormente reeditado em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Federico Bertolazzi. É mantida a antiga grafia.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1954, na Guimarães Editores, "No Tempo Dividido" é o quarto livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. Foi publicado em conjunto com "Mar Novo" nas Edições Salamandra, em 1985, por se considerar que ambos os livros pertencem ao mesmo ciclo poético. Não obstante, foi posteriormente reeditado em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Federico Bertolazzi. É mantida a antiga grafia.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/no-tempo-dividido-de-sophia-de-mello-breyner-andresen-5163487');
});">
Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 64
Sinopse:
No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que "[¿] a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto grau, a ideia da linguagem poética como concentração e densidade. Ela é hábil nos jogos retóricos e de palavras, mas nunca deixa que isso se torne um exercício fútil e gratuito." Tudo isto é confirmado por "Nó", um livro de sonetos e o primeiro de Daniel Jonas a ser publicado pela Assírio & Alvim. Do ventre da baleia ergui meu grito: Senhor! (dizer teu nome só é bom), Em fé, em fé o digo, mesmo com Um coração pesado e contrito Que és de tudo verdade e não mito, O coração do amor, de todo o dom, Conquanto seja raro o bem e o bom E toda a luz aqui me falhe, és grito Que chama toda a chama de esperança E acorda a luz que resta à réstia eterna, Conquanto viva o mártir na espelunca Da vida (quem espera amiúde alcança): Possa o nazireu preso na cisterna Sofrer de ser só tarde mas não nunca.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que "[¿] a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto grau, a ideia da linguagem poética como concentração e densidade. Ela é hábil nos jogos retóricos e de palavras, mas nunca deixa que isso se torne um exercício fútil e gratuito." Tudo isto é confirmado por "Nó", um livro de sonetos e o primeiro de Daniel Jonas a ser publicado pela Assírio & Alvim. Do ventre da baleia ergui meu grito: Senhor! (dizer teu nome só é bom), Em fé, em fé o digo, mesmo com Um coração pesado e contrito Que és de tudo verdade e não mito, O coração do amor, de todo o dom, Conquanto seja raro o bem e o bom E toda a luz aqui me falhe, és grito Que chama toda a chama de esperança E acorda a luz que resta à réstia eterna, Conquanto viva o mártir na espelunca Da vida (quem espera amiúde alcança): Possa o nazireu preso na cisterna Sofrer de ser só tarde mas não nunca.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/no-de-daniel-jonas-5317998');
});">
Edição: Set 2015
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1983 pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a presente edição de "Navegações" é a primeira na Assírio & Alvim. A antiga ortografia é mantida e é seguida a fixação de texto conduzida por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. Conta ainda com um prefácio de Eucanaã Ferraz, que deste livro certeiramente nos diz que "[…] mais uma vez a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen caminha de mãos dadas com o mar, presença fundamental em toda a sua obra. E, outra vez, a natureza confunde-se com a sua historicidade. Aqui, os poemas trazem à cena a gesta ultramarina empreendida pelos portugueses ao longo do que se convencionou chamar expansão marítima, mas também a própria experiência de Sophia como viajante, e de modo mais ou menos explícito, as andanças de outras personagens arrancadas de tempos e situações diversas, como o mítico Preste João, o célebre nauta Bartolomeu Dias e os poetas Luís de Camões, Jorge de Sena e Fernando Pessoa. Assim, os poemas de Navegações formam, de um modo muito livre, uma narrativa de viagem, ou de viagens." IV Ele porém dobrou o cabo e não achou a Índia E o mar o devorou com o instinto de destino que há no mar
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1983 pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a presente edição de "Navegações" é a primeira na Assírio & Alvim. A antiga ortografia é mantida e é seguida a fixação de texto conduzida por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. Conta ainda com um prefácio de Eucanaã Ferraz, que deste livro certeiramente nos diz que "[…] mais uma vez a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen caminha de mãos dadas com o mar, presença fundamental em toda a sua obra. E, outra vez, a natureza confunde-se com a sua historicidade. Aqui, os poemas trazem à cena a gesta ultramarina empreendida pelos portugueses ao longo do que se convencionou chamar expansão marítima, mas também a própria experiência de Sophia como viajante, e de modo mais ou menos explícito, as andanças de outras personagens arrancadas de tempos e situações diversas, como o mítico Preste João, o célebre nauta Bartolomeu Dias e os poetas Luís de Camões, Jorge de Sena e Fernando Pessoa. Assim, os poemas de Navegações formam, de um modo muito livre, uma narrativa de viagem, ou de viagens." IV Ele porém dobrou o cabo e não achou a Índia E o mar o devorou com o instinto de destino que há no mar
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/navegacoes-de-sophia-de-mello-breyner-andresen-5637669');
});">
Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza". Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994). Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza". Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994). Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/navegacao-de-acaso-de-nuno-judice-5212626');
});">
Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Os poemas da guerra. Uma antologia que reúne todos poemas de Manuel Alegre em torno da temática da guerra, e da guerra colonial em particular. Poemas escritos em tempos e locais diferentes, mas que, segundo o seu autor, constituem "um livro com uma identidade própria" que permitirá "realçar a conexão entre eles e o tempo ou tempos da própria guerra". Da guerra em Angola ao posterior exílio em Argel, onde é dirigente da Frente Patriótica de Libertação Nacional, a voz de Manuel Alegre converte-se, aos microfones da emissora Voz da Liberdade, num símbolo de resistência e liberdade. Publica os seus primeiros livros que, apreendidos pela censura, passam de mão em mão em cópias clandestinas, manuscritas ou dactilografadas. Poemas seus, cantados por Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, tornam-se emblemáticos da luta pela liberdade e contra a guerra em África.
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Os poemas da guerra. Uma antologia que reúne todos poemas de Manuel Alegre em torno da temática da guerra, e da guerra colonial em particular. Poemas escritos em tempos e locais diferentes, mas que, segundo o seu autor, constituem "um livro com uma identidade própria" que permitirá "realçar a conexão entre eles e o tempo ou tempos da própria guerra". Da guerra em Angola ao posterior exílio em Argel, onde é dirigente da Frente Patriótica de Libertação Nacional, a voz de Manuel Alegre converte-se, aos microfones da emissora Voz da Liberdade, num símbolo de resistência e liberdade. Publica os seus primeiros livros que, apreendidos pela censura, passam de mão em mão em cópias clandestinas, manuscritas ou dactilografadas. Poemas seus, cantados por Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, tornam-se emblemáticos da luta pela liberdade e contra a guerra em África.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/nambuangongo-meu-amor-de-manuel-alegre-4228692');
});">
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Encontrámos as partes, mas ainda não o conjunto. Falta-nos esta última força. Falta-nos a esperança como uma espuma branca que nos proteja e nos una. Procuramos esse sustento salutar: conviver, perseguidos por uma espécie de incontinência verbal. Na juventude, começámos com uma boneca de corda, a que demos tudo o que tínhamos. O fracasso estava, no entanto, treinado para receber-nos, com luvas gigantes, como se fôssemos bolas de basebol. Continuamos calados. À procura. Com fome. Não podemos fazer mais.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Encontrámos as partes, mas ainda não o conjunto. Falta-nos esta última força. Falta-nos a esperança como uma espuma branca que nos proteja e nos una. Procuramos esse sustento salutar: conviver, perseguidos por uma espécie de incontinência verbal. Na juventude, começámos com uma boneca de corda, a que demos tudo o que tínhamos. O fracasso estava, no entanto, treinado para receber-nos, com luvas gigantes, como se fôssemos bolas de basebol. Continuamos calados. À procura. Com fome. Não podemos fazer mais.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/nadar-na-piscina-dos-pequenos-de-golgona-anghel-6195845');
});">
Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cada novo livro de poemas de Manuel Alegre é um acontecimento literário. Autor de “uma poesia que nasce da revolta (mas sempre sentida com pulsação musical), que enfrenta a crueldade, a desumanidade, a morte; uma poesia que não esconde o sofrimento e a dor da existência humana, mas que nunca aceita a resignação ou o pessimismo. Uma poesia que, pela riqueza do seu conteúdo de vivência dos últimos cinquenta anos da nossa História, não pode deixar indiferente nenhum cidadão deste país. Uma poesia também de deslumbramento perante a vida, perante a beleza das coisas grandes e das coisas simples da vida, perante a natureza, perante o lugar do homem na natureza e no universo. Uma poesia com forte pendor ético. Ler um livro de poemas de Manuel Alegre é chegarmos ao fim com sensação de que a leitura fez de nós seres humanos melhores.” - Frederico Lourenço.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cada novo livro de poemas de Manuel Alegre é um acontecimento literário. Autor de “uma poesia que nasce da revolta (mas sempre sentida com pulsação musical), que enfrenta a crueldade, a desumanidade, a morte; uma poesia que não esconde o sofrimento e a dor da existência humana, mas que nunca aceita a resignação ou o pessimismo. Uma poesia que, pela riqueza do seu conteúdo de vivência dos últimos cinquenta anos da nossa História, não pode deixar indiferente nenhum cidadão deste país. Uma poesia também de deslumbramento perante a vida, perante a beleza das coisas grandes e das coisas simples da vida, perante a natureza, perante o lugar do homem na natureza e no universo. Uma poesia com forte pendor ético. Ler um livro de poemas de Manuel Alegre é chegarmos ao fim com sensação de que a leitura fez de nós seres humanos melhores.” - Frederico Lourenço.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/nada-esta-escrito-de-manuel-alegre-4900579');
});">
Edição: Out 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
É uma poesia da observação e de memória, tanto das coisas grandiosas como, sobretudo, de instantes "menores" e acontecimentos rápidos: de um domingo de Páscoa na cidade de Mostar a uma cadeira de café, dos poemas de Catulo e Horácio aos gatos dos cemitérios, João Luís Barreto Guimarães transporta-nos a um quotidiano bélico sob o signo de um tempo duro, onde coexistem o belo e o trágico, a ironia e a História, em instantes de onde emerge - ora terno, ora tenso - o movimento da vida.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
É uma poesia da observação e de memória, tanto das coisas grandiosas como, sobretudo, de instantes "menores" e acontecimentos rápidos: de um domingo de Páscoa na cidade de Mostar a uma cadeira de café, dos poemas de Catulo e Horácio aos gatos dos cemitérios, João Luís Barreto Guimarães transporta-nos a um quotidiano bélico sob o signo de um tempo duro, onde coexistem o belo e o trágico, a ironia e a História, em instantes de onde emerge - ora terno, ora tenso - o movimento da vida.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/movimento-de-joao-luis-barreto-guimaraes-7284640');
});">
Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Minha Senhora de Mim", o nono livro de poesia de Maria Teresa Horta, foi editado em Abril de 1971 pela Dom Quixote, na colecção "Cadernos de Poesia". Em 3 de Junho seguinte, a editora foi objecto de um auto de busca e apreensão da obra por parte da PIDE/DGS, operação que foi extensiva a todas as livrarias do país. A proprietária da editora, Snu Abecassis, foi advertida por César Moreira Baptista, subsecretário de Estado da Presidência do Conselho, então ocupada por Marcello Caetano, de que a Dom Quixote seria encerrada caso voltasse a publicar qualquer obra de Maria Teresa Horta.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Minha Senhora de Mim", o nono livro de poesia de Maria Teresa Horta, foi editado em Abril de 1971 pela Dom Quixote, na colecção "Cadernos de Poesia". Em 3 de Junho seguinte, a editora foi objecto de um auto de busca e apreensão da obra por parte da PIDE/DGS, operação que foi extensiva a todas as livrarias do país. A proprietária da editora, Snu Abecassis, foi advertida por César Moreira Baptista, subsecretário de Estado da Presidência do Conselho, então ocupada por Marcello Caetano, de que a Dom Quixote seria encerrada caso voltasse a publicar qualquer obra de Maria Teresa Horta.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/minha-senhora-de-mim-de-maria-teresa-horta-5551149');
});">
Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fernando Pessoa planeou um livro de versos intitulado "Portugal" ainda nos tempos da monarquia e já em 1906, com 18 anos de idade, escreveu poemas contra a ordem política então em vigor. Inéditos até agora, estes são os primeiros poemas escritos por Pessoa na idade adulta. As posições ideológicas do poeta oscilaram ao longo dos anos, mas era um "nacionalista místico" — segundo se definiu em 1935 — desde pelo menos 1918, altura em que começou a escrever os poemas que formariam a segunda parte de "Mensagem". O presente volume inclui esta célebre obra, publicada em 1934, alguns poemas antimonárquicos de 1906, poemas antissalazaristas de 1935 e muitos outros poemas relacionados com a história, a política e o destino de Portugal. Visite a página especial da coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fernando Pessoa planeou um livro de versos intitulado "Portugal" ainda nos tempos da monarquia e já em 1906, com 18 anos de idade, escreveu poemas contra a ordem política então em vigor. Inéditos até agora, estes são os primeiros poemas escritos por Pessoa na idade adulta. As posições ideológicas do poeta oscilaram ao longo dos anos, mas era um "nacionalista místico" — segundo se definiu em 1935 — desde pelo menos 1918, altura em que começou a escrever os poemas que formariam a segunda parte de "Mensagem". O presente volume inclui esta célebre obra, publicada em 1934, alguns poemas antimonárquicos de 1906, poemas antissalazaristas de 1935 e muitos outros poemas relacionados com a história, a política e o destino de Portugal. Visite a página especial da coleção "Pessoa breve."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/mensagem-e-outros-poemas-sobre-portugal-de-fernando-pessoa-5316103');
});">
Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Mensagem" é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação - que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir. Grafismo renovado (sobrecapa). Texto de apoio à leitura, da autoria de Fernando Cabral Martins, no final do livro.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Mensagem" é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação - que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir. Grafismo renovado (sobrecapa). Texto de apoio à leitura, da autoria de Fernando Cabral Martins, no final do livro.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/mensagem-2702796');
});">
Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/mensagem-de-fernando-pessoa-4828056');
});">
