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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"A Carta de Lorde Chandos", publicada em 1902, é uma missiva ficcionada a Francis Bacon, em que Lorde Chandos, atravessado por uma crise literária e filosófica, explica porque não é capaz de continuar a escrever. O texto corresponde a uma crise do seu autor. Em 1901, Hofmannsthal renunciara à carreira universitária, reviu a sua obra poética, casou com Gerty Schlesinger e foi viver para uma pequena povoação próximo de Viena. Debate-se com a falta de sentido da expressão poética e literária e com o absurdo dos conceitos abstractos, e pensa que um novo começo só pode surgir de uma atitude, a decência de ficar calado.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"A Carta de Lorde Chandos", publicada em 1902, é uma missiva ficcionada a Francis Bacon, em que Lorde Chandos, atravessado por uma crise literária e filosófica, explica porque não é capaz de continuar a escrever. O texto corresponde a uma crise do seu autor. Em 1901, Hofmannsthal renunciara à carreira universitária, reviu a sua obra poética, casou com Gerty Schlesinger e foi viver para uma pequena povoação próximo de Viena. Debate-se com a falta de sentido da expressão poética e literária e com o absurdo dos conceitos abstractos, e pensa que um novo começo só pode surgir de uma atitude, a decência de ficar calado.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"A Ascensão do Dinheiro" mostra a vida financeira como a espinha dorsal da História, apresentando sob uma nova perspetiva acontecimentos que nos são familiares: o Renascimento possibilitado por comerciantes internacionais italianos, a Revolução Francesa que se atolou numa crise de mercados, o crash de 2008 iniciado por falências de bancos norte-americanos ou o crescimento espetacular de cidades chinesas como Chongqing. Podemos ignorar ou até desprezar os plutocratas de Wall Street, mas, como Ferguson diz, a revolução dos mercados financeiros rivaliza em importância com as inovações tecnológicas no desenvolvimento da civilização. Na verdade, o estudo da ascensão e da queda do dinheiro é também o estudo do crescimento e da decadência do próprio poder do Ocidente. Esta edição foi atualizada pelo autor com novos capítulos sobre temas como a grande recessão de 2008 ou as criptomoedas.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"A Ascensão do Dinheiro" mostra a vida financeira como a espinha dorsal da História, apresentando sob uma nova perspetiva acontecimentos que nos são familiares: o Renascimento possibilitado por comerciantes internacionais italianos, a Revolução Francesa que se atolou numa crise de mercados, o crash de 2008 iniciado por falências de bancos norte-americanos ou o crescimento espetacular de cidades chinesas como Chongqing. Podemos ignorar ou até desprezar os plutocratas de Wall Street, mas, como Ferguson diz, a revolução dos mercados financeiros rivaliza em importância com as inovações tecnológicas no desenvolvimento da civilização. Na verdade, o estudo da ascensão e da queda do dinheiro é também o estudo do crescimento e da decadência do próprio poder do Ocidente. Esta edição foi atualizada pelo autor com novos capítulos sobre temas como a grande recessão de 2008 ou as criptomoedas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A 23 de Outubro de 1869, [Eça de Queiroz] com o seu amigo, o conde de Resende, partia, em grande estilo, rumo a Alexandria. Em Gibraltar, tomaram o paquete inglês Delly, da rota da Índia. A 5 de Novembro, estavam em Alexandria e dois dias depois chegavam ao Cairo. Regiamente instalados no Hotel Shepheard’s, visitaram os monumentos da praxe. Do Prefácio
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A 23 de Outubro de 1869, [Eça de Queiroz] com o seu amigo, o conde de Resende, partia, em grande estilo, rumo a Alexandria. Em Gibraltar, tomaram o paquete inglês Delly, da rota da Índia. A 5 de Novembro, estavam em Alexandria e dois dias depois chegavam ao Cairo. Regiamente instalados no Hotel Shepheard’s, visitaram os monumentos da praxe. Do Prefácio
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"28 DE AGOSTO. Agora, no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"28 DE AGOSTO. Agora, no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo."
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"1. Um homem que gostava de ouvir música às escuras mas com uma lanterna na mão. Quando ligava a lanterna, não a apontava para o aparelho técnico de onde saíam os sons, mas sim para o espaço por on-de a música se espalhava. Queria localizar os sons como se localiza um objecto." Esta é uma das "Breves Notas Sobre Música" de Gonçalo M. Tavares.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"1. Um homem que gostava de ouvir música às escuras mas com uma lanterna na mão. Quando ligava a lanterna, não a apontava para o aparelho técnico de onde saíam os sons, mas sim para o espaço por on-de a música se espalhava. Queria localizar os sons como se localiza um objecto." Esta é uma das "Breves Notas Sobre Música" de Gonçalo M. Tavares.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"[…] o que finalmente temos é uma longa, lenta, amorosa e perspicaz divagação sobre as vidas que se cruzavam com ela [a autora] nas estações de caminho-de-ferro e nos comboios, designadamente na linha do Douro, a que vai ou, antes, ia de São Bento e de Campanhã, no Porto, até Barca d’Alva, antes de entrar por Espanha adentro." [Do Prefácio de António Barreto]
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"[…] o que finalmente temos é uma longa, lenta, amorosa e perspicaz divagação sobre as vidas que se cruzavam com ela [a autora] nas estações de caminho-de-ferro e nos comboios, designadamente na linha do Douro, a que vai ou, antes, ia de São Bento e de Campanhã, no Porto, até Barca d’Alva, antes de entrar por Espanha adentro." [Do Prefácio de António Barreto]
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"(...) H. L. Mencken compara os dois textos deste livro às composições musicais de Johannes Sebastian Bach." - J. L. Borges
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"(...) H. L. Mencken compara os dois textos deste livro às composições musicais de Johannes Sebastian Bach." - J. L. Borges
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 336
Sinopse:
""Tolstoi ou Dostoievski" procura mostrar que a estatura destes dois romancistas é inseparável do seu compromisso teológico. Se "Anna Karénina" é, como Henry James viu, uma "coisa tão maior" até mesmo que "Madame Bovary", se "Os Irmãos Karamázov" supera tão formidavelmente Balzac ou Dickens, a razão é a centralidade para Tolstoi e Dostoievski da questão de Deus. Por sua vez, o que faz legitimar as afinidades de Tolstoi com Homero e as de Dostoievski com Shakespeare é uma comunicação partilhada das realidades, individuais e colectivas, físicas e históricas, além do alcance do empírico. Para ambos os mestres russos, como para Pasternak e para Soljenítsin depois deles, o pressuposto de D. H. Lawrence de que, para ser um escritor ou artista maior, há que enfrentar "nu os fogos de Deus" (ou o não-ser de Deus) era por si mesmo evidente. O constante recurso de Tolstoi ao mistério da ressurreição, as figurações de Dostoievski de um niilismo apocalíptico, são simultaneamente actos incomparáveis de realização narrativa-dramática e de pensamento religioso. Este livro invoca as afinidades profundas que se encontram entre a realização russa e a do cenário teológico em Hawthorne e Melville." Do Prefácio
Nº Páginas: 336
Sinopse:
""Tolstoi ou Dostoievski" procura mostrar que a estatura destes dois romancistas é inseparável do seu compromisso teológico. Se "Anna Karénina" é, como Henry James viu, uma "coisa tão maior" até mesmo que "Madame Bovary", se "Os Irmãos Karamázov" supera tão formidavelmente Balzac ou Dickens, a razão é a centralidade para Tolstoi e Dostoievski da questão de Deus. Por sua vez, o que faz legitimar as afinidades de Tolstoi com Homero e as de Dostoievski com Shakespeare é uma comunicação partilhada das realidades, individuais e colectivas, físicas e históricas, além do alcance do empírico. Para ambos os mestres russos, como para Pasternak e para Soljenítsin depois deles, o pressuposto de D. H. Lawrence de que, para ser um escritor ou artista maior, há que enfrentar "nu os fogos de Deus" (ou o não-ser de Deus) era por si mesmo evidente. O constante recurso de Tolstoi ao mistério da ressurreição, as figurações de Dostoievski de um niilismo apocalíptico, são simultaneamente actos incomparáveis de realização narrativa-dramática e de pensamento religioso. Este livro invoca as afinidades profundas que se encontram entre a realização russa e a do cenário teológico em Hawthorne e Melville." Do Prefácio
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""Pais e Filhos" não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século XIX."Do Posfácio de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""Pais e Filhos" não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século XIX."Do Posfácio de Vladimir Nabokov
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
""Ou—Ou. Um Fragmento de Vida" é uma obra ímpar dentro da literatura e da filosofia ocidentais, a todos os níveis e vista de todos os ângulos; não fosse a circunstância de, na Europa de então, como na actual, a língua dinamarquesa ficar submersa por outros idiomas dominantes, e certamente que teria sido reconhecida universalmente como um clássico da literatura e da filosofia, na geração seguinte ao seu aparecimento."
Nº Páginas: 480
Sinopse:
""Ou—Ou. Um Fragmento de Vida" é uma obra ímpar dentro da literatura e da filosofia ocidentais, a todos os níveis e vista de todos os ângulos; não fosse a circunstância de, na Europa de então, como na actual, a língua dinamarquesa ficar submersa por outros idiomas dominantes, e certamente que teria sido reconhecida universalmente como um clássico da literatura e da filosofia, na geração seguinte ao seu aparecimento."
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 800
Sinopse:
""Os Irmãos Karamázov" é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial." Do posfácio de Sigmund Freud
Nº Páginas: 800
Sinopse:
""Os Irmãos Karamázov" é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial." Do posfácio de Sigmund Freud
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""O Grande Gatsby" talvez seja, como alguns afirmaram, o único romance perfeito. T. S. Eliot julgou-o o único grande passo no romance americano desde a morte de Henry James."Anthony Burgess"Não sou minimamente influenciado pela observação que faz sobre mim, quando digo que me interessou e estimulou mais do que qualquer novo romance, inglês ou americano, dos últimos anos."T. S. Eliot
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""O Grande Gatsby" talvez seja, como alguns afirmaram, o único romance perfeito. T. S. Eliot julgou-o o único grande passo no romance americano desde a morte de Henry James."Anthony Burgess"Não sou minimamente influenciado pela observação que faz sobre mim, quando digo que me interessou e estimulou mais do que qualquer novo romance, inglês ou americano, dos últimos anos."T. S. Eliot
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
""Nós devemos escrever sobre aquilo que conhecemos", foi sempre o conselho dado por Agustina aos que se iniciavam na escrita. e foi por onde também começou — pelo mundo rural que tão bem conhecia, a Casa do Paço, em Travanca, aquele mundo fechado que frequentara em criança e adolescente, onde o convívio com as tias Maria e Amélia, sobretudo Amélia (a Sibila), fora o exemplo para a sua vida, um legado de sabedoria transmitido como uma profecia. As duas últimas páginas d’A Sibila testemunham, numa linguagem oracular, como num transe arrepiante e comovente, pela revelação do profundo, a transmissão de um destino, que ela, Agustina, terá de continuar a cumprir, depois da morte da Sibila. "Deuses de Barro, se por um lado é um esboço para a descoberta dos mundos fechados que integram estes três romances iniciais, por outro, representa já um grito de liberdade, ousadia, revolta e desafio contra os deuses de barro que nos vigiam, nos tolhem, com quem somos obrigados a conviver e a venerar." Do Prefácio Escrito aos 19 anos por Agustina Bessa-Luís, Deuses de Barro permaneceu inédito até hoje.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
""Nós devemos escrever sobre aquilo que conhecemos", foi sempre o conselho dado por Agustina aos que se iniciavam na escrita. e foi por onde também começou — pelo mundo rural que tão bem conhecia, a Casa do Paço, em Travanca, aquele mundo fechado que frequentara em criança e adolescente, onde o convívio com as tias Maria e Amélia, sobretudo Amélia (a Sibila), fora o exemplo para a sua vida, um legado de sabedoria transmitido como uma profecia. As duas últimas páginas d’A Sibila testemunham, numa linguagem oracular, como num transe arrepiante e comovente, pela revelação do profundo, a transmissão de um destino, que ela, Agustina, terá de continuar a cumprir, depois da morte da Sibila. "Deuses de Barro, se por um lado é um esboço para a descoberta dos mundos fechados que integram estes três romances iniciais, por outro, representa já um grito de liberdade, ousadia, revolta e desafio contra os deuses de barro que nos vigiam, nos tolhem, com quem somos obrigados a conviver e a venerar." Do Prefácio Escrito aos 19 anos por Agustina Bessa-Luís, Deuses de Barro permaneceu inédito até hoje.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 120
Sinopse:
""Mensagem" — o único livro de poesia em língua portuguesa dado a público por Fernando Pessoa — foi impresso em Outubro de 1934. Dividido em três partes ("Brasão", "Mar Português" e "O Encoberto"), este livro, que esteve para se chamar "Portugal", incorpora 44 poemas, alguns dos quais já anteriormente publicados em jornais e revistas. (…) "Mensagem" — uma colectânea identificável com o sinal, necessariamente aleatório, de um nacionalismo místico, esotérico e profetista — pode também deixar visionada, por acrescento, a projecção de um "reino de alma humana continuamente sendo e continuamente ansiosa de mais ser"." Agostinho da Silva in "Um Fernando Pessoa"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
""Mensagem" — o único livro de poesia em língua portuguesa dado a público por Fernando Pessoa — foi impresso em Outubro de 1934. Dividido em três partes ("Brasão", "Mar Português" e "O Encoberto"), este livro, que esteve para se chamar "Portugal", incorpora 44 poemas, alguns dos quais já anteriormente publicados em jornais e revistas. (…) "Mensagem" — uma colectânea identificável com o sinal, necessariamente aleatório, de um nacionalismo místico, esotérico e profetista — pode também deixar visionada, por acrescento, a projecção de um "reino de alma humana continuamente sendo e continuamente ansiosa de mais ser"." Agostinho da Silva in "Um Fernando Pessoa"
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"— Ninguém há de arrancar-me um "ai" — dizia Twainy. A verdade é que ninguém tencionava arrancar-lhe coisa alguma." Este é o início de um livro de Hélia Correia (com ilustrações de Rachel Caiano) que revela uma nova fada, Twainy.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"— Ninguém há de arrancar-me um "ai" — dizia Twainy. A verdade é que ninguém tencionava arrancar-lhe coisa alguma." Este é o início de um livro de Hélia Correia (com ilustrações de Rachel Caiano) que revela uma nova fada, Twainy.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"— Esforcei-me por obter uma superfície com uma tonalidade uniforme, mate, com um mínimo de relevo. Pretendia uma superfície lisa, sem rugosidades visíveis, neutra, repousante para quem olha. Quis que a cor fosse refractária a qualquer tentativa para a nomear: cor de terracota, alaranjado, ocre, rosa. Quanto ao formato, pode parecer um círculo perfeito com as fronteiras muito nítidas, quase recortadas, mas na verdade não é um círculo perfeito. É uma elipse muito pouco excêntrica, e com algumas irregularidades muito subtis. Só estou arrependido de a ter pintado tão alto. Precisava de subir ao degrau mais alto do escadote para chegar lá, e mesmo assim não conseguia pintar numa posição normal. Tinha de esticar muito o braço. Era cansativo."
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"— Esforcei-me por obter uma superfície com uma tonalidade uniforme, mate, com um mínimo de relevo. Pretendia uma superfície lisa, sem rugosidades visíveis, neutra, repousante para quem olha. Quis que a cor fosse refractária a qualquer tentativa para a nomear: cor de terracota, alaranjado, ocre, rosa. Quanto ao formato, pode parecer um círculo perfeito com as fronteiras muito nítidas, quase recortadas, mas na verdade não é um círculo perfeito. É uma elipse muito pouco excêntrica, e com algumas irregularidades muito subtis. Só estou arrependido de a ter pintado tão alto. Precisava de subir ao degrau mais alto do escadote para chegar lá, e mesmo assim não conseguia pintar numa posição normal. Tinha de esticar muito o braço. Era cansativo."
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A colecção Na Ponta do Lápis - Actividades de Inglês propõe exercícios divertidos para a aprendizagem da Língua Inglesa, especialmente concebidas para serem realizadas em família.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A colecção Na Ponta do Lápis - Actividades de Inglês propõe exercícios divertidos para a aprendizagem da Língua Inglesa, especialmente concebidas para serem realizadas em família.
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Edição: Mai 2005
Sinopse:
As palavras podem ser um divertimento fantástico, principalmente quando as usamos para tentar definir o que nunca ninguém antes consegui ver definido. As palavras tornam-se um jogo, um desafio, uma aventura e encontram imagens com quem podem casar-se e viver felizes. Tudo se passa no domínio da mais pura imaginação verbal e visual, para dar alegria e causar surpresa aos leitores de todas as idades.
Sinopse:
As palavras podem ser um divertimento fantástico, principalmente quando as usamos para tentar definir o que nunca ninguém antes consegui ver definido. As palavras tornam-se um jogo, um desafio, uma aventura e encontram imagens com quem podem casar-se e viver felizes. Tudo se passa no domínio da mais pura imaginação verbal e visual, para dar alegria e causar surpresa aos leitores de todas as idades.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 18
Sinopse:
O Simão e a Beatriz são os pequenos heróis desta divertida série. São muito corajosos e possuem uma grande imaginação, a qual os ajuda a ultrapassar todos os perigos. São também muito sonhadores, pois a partir de situações tão normais como tomar banho, sonham acordados e partem para as aventuras mais inimagináveis. Simão está prestes a ir almoçar, quando o seu inseparável ursinho, Pimpão Bill, lhe diz que o seu irmão, o Bebé Chorão, foi sequestrado pelo malvado El Trapo e seu bando de malfeitores.
Nº Páginas: 18
Sinopse:
O Simão e a Beatriz são os pequenos heróis desta divertida série. São muito corajosos e possuem uma grande imaginação, a qual os ajuda a ultrapassar todos os perigos. São também muito sonhadores, pois a partir de situações tão normais como tomar banho, sonham acordados e partem para as aventuras mais inimagináveis. Simão está prestes a ir almoçar, quando o seu inseparável ursinho, Pimpão Bill, lhe diz que o seu irmão, o Bebé Chorão, foi sequestrado pelo malvado El Trapo e seu bando de malfeitores.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Turno da Noite A atraente locutora de rádio de um programa da noite, Cilla O’Roarke, devia ser protegida a qualquer preço, mas a sua personalidade começava a afetar o seu protetor. Tinha uma voz rouca, suave e potente, mas foram as contradições de Cilla que fascinaram o detetive Boyd Fletcher, a vulnerabilidade que existia por baixo da sua carapaça… A Sombra da Noite Ele caminhava sozinho pelos becos escuros, era a sombra entre as sombras, e era assim que gostava de viver. Até à noite em que salvou Deborah O’ Roarke das mãos de um criminoso e redescobriu a calma que residia no seu coração. Deborah era uma idealista que fazia tudo de acordo com a lei, porém viu-se obrigada a fazer um acordo com um delinquente em troca de informação e, a partir daí, vê-se imersa num mundo perigoso que a levará a conhecer Gage Guthrie, o Némesis… Um Grito na Noite Quando pôs os olhos em Colt Nightshade, soube que ele representava problemas. Mas a tenente de polícia Althea Grayson tinha orgulho em ser uma mulher implacável, eficaz, e em ter um grande autocontrolo e não seria o seu novo parceiro que iria mudar isso. Aquele homem não tinha qualquer respeito pelas regras, e o pior é que isso estava a afetá-la. Colt desafiava Althea, olhando-a diretamente nos olhos e segurando-a pelos braços… Fumo na Noite O investigador de incêndios Ryan Piasecki é um homem que leva o seu trabalho muito a sério e está disposto a ultrapassar qualquer obstáculo ou mulher bonita. a sua missão é descobrir quem tentou transformar o negócio da elegante executiva Natalie Fletcher em cinzas. Ela precisava dos serviços de Ryan para apanhar o incendiário mas, se ele não tivesse cuidado, as faíscas entre eles fariam surgir algo muito mais impressionante do que um incêndio…
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Turno da Noite A atraente locutora de rádio de um programa da noite, Cilla O’Roarke, devia ser protegida a qualquer preço, mas a sua personalidade começava a afetar o seu protetor. Tinha uma voz rouca, suave e potente, mas foram as contradições de Cilla que fascinaram o detetive Boyd Fletcher, a vulnerabilidade que existia por baixo da sua carapaça… A Sombra da Noite Ele caminhava sozinho pelos becos escuros, era a sombra entre as sombras, e era assim que gostava de viver. Até à noite em que salvou Deborah O’ Roarke das mãos de um criminoso e redescobriu a calma que residia no seu coração. Deborah era uma idealista que fazia tudo de acordo com a lei, porém viu-se obrigada a fazer um acordo com um delinquente em troca de informação e, a partir daí, vê-se imersa num mundo perigoso que a levará a conhecer Gage Guthrie, o Némesis… Um Grito na Noite Quando pôs os olhos em Colt Nightshade, soube que ele representava problemas. Mas a tenente de polícia Althea Grayson tinha orgulho em ser uma mulher implacável, eficaz, e em ter um grande autocontrolo e não seria o seu novo parceiro que iria mudar isso. Aquele homem não tinha qualquer respeito pelas regras, e o pior é que isso estava a afetá-la. Colt desafiava Althea, olhando-a diretamente nos olhos e segurando-a pelos braços… Fumo na Noite O investigador de incêndios Ryan Piasecki é um homem que leva o seu trabalho muito a sério e está disposto a ultrapassar qualquer obstáculo ou mulher bonita. a sua missão é descobrir quem tentou transformar o negócio da elegante executiva Natalie Fletcher em cinzas. Ela precisava dos serviços de Ryan para apanhar o incendiário mas, se ele não tivesse cuidado, as faíscas entre eles fariam surgir algo muito mais impressionante do que um incêndio…
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 192
Nº Páginas: 192
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Edição: Mar 2002
Nº Páginas: 64
Nº Páginas: 64
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