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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
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Edição: Dez 2003
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As irmãs Teixeiras, Assunta e Matilde, sobretudo, mesmo a resvalar, caminham direitas, sem a melancolia indolente da aristocracia falida, com a diligente prudência dos desiludidos. Aquele contínuo movimento esconde, para quem está de fora, o declínio, substituindo-o por uma aparência de estabilidade em que a decadência se torna imperceptível, a ponto de não parecer decadência, mas apenas o tempo a passar. São profetas da normalidade, gestoras da desilusão, do fracasso e da ruína. Contra a vida como “cerimonial da loucura”, que também as condiciona, proclamam o triunfo da normalidade: “Normais somos nós. Tudo nos vence e nada nos ilude.” Vence quem admite a inevitável derrota e, mesmo assim, opta pela recusa estóica da ilusão e das suas armadilhas. A decadência, que enfrentam com dignidade, refractárias à ilusão, ao ruído das revoluções exteriores, assenta-lhes bem." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As irmãs Teixeiras, Assunta e Matilde, sobretudo, mesmo a resvalar, caminham direitas, sem a melancolia indolente da aristocracia falida, com a diligente prudência dos desiludidos. Aquele contínuo movimento esconde, para quem está de fora, o declínio, substituindo-o por uma aparência de estabilidade em que a decadência se torna imperceptível, a ponto de não parecer decadência, mas apenas o tempo a passar. São profetas da normalidade, gestoras da desilusão, do fracasso e da ruína. Contra a vida como “cerimonial da loucura”, que também as condiciona, proclamam o triunfo da normalidade: “Normais somos nós. Tudo nos vence e nada nos ilude.” Vence quem admite a inevitável derrota e, mesmo assim, opta pela recusa estóica da ilusão e das suas armadilhas. A decadência, que enfrentam com dignidade, refractárias à ilusão, ao ruído das revoluções exteriores, assenta-lhes bem." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 174
Sinopse:
"Ariel" inclui alguns dos mais importantes poemas de Sylvia Plath, escritos no período que vai da edição do seu primeiro livro de poesia em 1960, até ao seu suicídio três anos mais tarde. Exprimem com notável intensidade e rigor os seus sentimentos ao longo de um período difícil da sua vida." "Se estes poemas são desesperados, e destrutivos, são também ternos, abertos às coisas, e invulgarmente inteligentes, irónicos e atentos… São obras de uma grande pureza artística e, apesar do seu niilismo, de uma grande generosidade… Este livro é um importante acontecimento literário." The Observer Sylvia Plath (1932-1963) passou a infância na Nova Inglaterra. O precoce desaparecimento do seu pai de origem alemã, os problemas psiquiátricos, a ligação com o poeta Edward Hughes e a sua morte com apenas 31 anos, foram acontecimentos que marcaram a sua obra e a análise que dela tem sido feita.
Nº Páginas: 174
Sinopse:
"Ariel" inclui alguns dos mais importantes poemas de Sylvia Plath, escritos no período que vai da edição do seu primeiro livro de poesia em 1960, até ao seu suicídio três anos mais tarde. Exprimem com notável intensidade e rigor os seus sentimentos ao longo de um período difícil da sua vida." "Se estes poemas são desesperados, e destrutivos, são também ternos, abertos às coisas, e invulgarmente inteligentes, irónicos e atentos… São obras de uma grande pureza artística e, apesar do seu niilismo, de uma grande generosidade… Este livro é um importante acontecimento literário." The Observer Sylvia Plath (1932-1963) passou a infância na Nova Inglaterra. O precoce desaparecimento do seu pai de origem alemã, os problemas psiquiátricos, a ligação com o poeta Edward Hughes e a sua morte com apenas 31 anos, foram acontecimentos que marcaram a sua obra e a análise que dela tem sido feita.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Aprende-se com ela como as trevas são claras e como tudo é excepcional." Do Prefácio de António Lobo Antunes
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Aprende-se com ela como as trevas são claras e como tudo é excepcional." Do Prefácio de António Lobo Antunes
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Edição: Jul 2004
Nº Páginas: 162
Sinopse:
"Após esta pequena digressão, voltemos aos contos publicados nos últimos anos da sua vida. No que diz respeito ao estilo, os críticos são unânimes no louvor. Mas algo há — a força, a novidade, a rebeldia — em Singularidades de Uma Rapariga Loira, que viria a desaparecer, quando Eça se pôs à procura da tal prosa que "ainda" não existia. Se aprecio o jornalismo de Eça tanto quanto os seus romances, já o mesmo não sucede com os contos, cuja qualidade é desigual. Por isso me pareceu interessante o exercício de seleccionar os melhores. Eles aqui ficam, em número de cinco." Do Prefácio de Maria Filomena Mónica
Nº Páginas: 162
Sinopse:
"Após esta pequena digressão, voltemos aos contos publicados nos últimos anos da sua vida. No que diz respeito ao estilo, os críticos são unânimes no louvor. Mas algo há — a força, a novidade, a rebeldia — em Singularidades de Uma Rapariga Loira, que viria a desaparecer, quando Eça se pôs à procura da tal prosa que "ainda" não existia. Se aprecio o jornalismo de Eça tanto quanto os seus romances, já o mesmo não sucede com os contos, cuja qualidade é desigual. Por isso me pareceu interessante o exercício de seleccionar os melhores. Eles aqui ficam, em número de cinco." Do Prefácio de Maria Filomena Mónica
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Ao lermos Chesterton, somos dominados por uma extraordinária sensação de felicidade. A sua prosa é o oposto da prosa académica: é rejubilante. As palavras ressaltam e desencadeiam faíscas entre si, como se um brinquedo de corda ganhasse vida de repente, fazendo girar e disparar todos os botões do bom senso, o mais surpreendente dos prodígios." [Da Introdução de Alberto Manguel] >br> "Acredito que Chesterton é um dos principais escritores do nosso tempo, não só pela criatividade, imaginação visual e alegria infantil ou divina evidente na sua escrita, mas também pelo talento retórico e puro brilhantismo da sua arte (…). É desnecessário falar da magia e do brilho de Chesterton. Eu quero ponderar outras virtudes do famoso escritor: a sua admirável modéstia e a sua cortesia." [Jorge Luis Borges]
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Ao lermos Chesterton, somos dominados por uma extraordinária sensação de felicidade. A sua prosa é o oposto da prosa académica: é rejubilante. As palavras ressaltam e desencadeiam faíscas entre si, como se um brinquedo de corda ganhasse vida de repente, fazendo girar e disparar todos os botões do bom senso, o mais surpreendente dos prodígios." [Da Introdução de Alberto Manguel] >br> "Acredito que Chesterton é um dos principais escritores do nosso tempo, não só pela criatividade, imaginação visual e alegria infantil ou divina evidente na sua escrita, mas também pelo talento retórico e puro brilhantismo da sua arte (…). É desnecessário falar da magia e do brilho de Chesterton. Eu quero ponderar outras virtudes do famoso escritor: a sua admirável modéstia e a sua cortesia." [Jorge Luis Borges]
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas:
Sinopse:
"Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a "Weltanschauung", um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século XVIII que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram." [Da Introdução]
Nº Páginas:
Sinopse:
"Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a "Weltanschauung", um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século XVIII que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram." [Da Introdução]
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 800
Sinopse:
"Anna Karénina morre no mundo do romance; mas cada vez que lemos o livro ela ressuscita, e mesmo depois de o termos acabado adquire outra vida na nossa recordação. Em cada personagem literária existe algo da Fénix imortal. Através das vidas perduráveis dos seus personagens, a própria existência de Tolstoi teve a sua eternidade."Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 800
Sinopse:
"Anna Karénina morre no mundo do romance; mas cada vez que lemos o livro ela ressuscita, e mesmo depois de o termos acabado adquire outra vida na nossa recordação. Em cada personagem literária existe algo da Fénix imortal. Através das vidas perduráveis dos seus personagens, a própria existência de Tolstoi teve a sua eternidade."Vladimir Nabokov
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Edição: Jul 2005
Nº Páginas: 378
Sinopse:
"Amor, disse ela quando chegou o Carnaval e toda a gente partiu para a neve. Olha. Agora eles foram todos para a neve, e temos cinco dias só para nós. O seu amor tinha uns olhos grandes como lagos, e sorriu-lhe com tanta ternura que ela percebeu que toda a sua vida, e todo o seu trabalho, e todas as suas aventuras, e todas as suas alegrias e todas as suas dores, tudo o que estava para trás, e já era muito, se tinha destinado apenas a transportá-la até àquela porta, para dentro daquele sorriso que a envolvia num casulo de luz puríssima, macia, sedosa, perfeita. E então sorriu também, com uma cascata delicada de felicidade a deslizar-lhe devagarinho como um bálsamo sobre todos os sentidos. Ele estendeu-lhe a mão sem dizer nada, apertou-a suavemente em torno da sua, trouxe-a sem pressa para o lado de dentro da porta, e, quando a fechou, fechou o resto do mundo do lado de fora. Estava descalço." De "Cântico dos Cânticos"
Nº Páginas: 378
Sinopse:
"Amor, disse ela quando chegou o Carnaval e toda a gente partiu para a neve. Olha. Agora eles foram todos para a neve, e temos cinco dias só para nós. O seu amor tinha uns olhos grandes como lagos, e sorriu-lhe com tanta ternura que ela percebeu que toda a sua vida, e todo o seu trabalho, e todas as suas aventuras, e todas as suas alegrias e todas as suas dores, tudo o que estava para trás, e já era muito, se tinha destinado apenas a transportá-la até àquela porta, para dentro daquele sorriso que a envolvia num casulo de luz puríssima, macia, sedosa, perfeita. E então sorriu também, com uma cascata delicada de felicidade a deslizar-lhe devagarinho como um bálsamo sobre todos os sentidos. Ele estendeu-lhe a mão sem dizer nada, apertou-a suavemente em torno da sua, trouxe-a sem pressa para o lado de dentro da porta, e, quando a fechou, fechou o resto do mundo do lado de fora. Estava descalço." De "Cântico dos Cânticos"
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Amante de Gatos", de Kristen Roupenian, foi em 2017 um dos dois contos mais lidos de sempre, tanto online como em papel, na "The New Yorker". Tal sucesso deve-se, segundo o "Washington Post", ao facto de o conto dar voz não ao leitor comum da publicação, mas a uma geração mais jovem. Segundo a "The Atlantic", o conto capta o medo das jovens mulheres a viver em 2017, o que, entre outras coisas, implica uma desesperante necessidade de ser boa e simpática a todo o custo. "Tu Sabes Que Queres" é uma coletânea que inclui esse e outros contos, onde Roupenian explora as conexões complexas e por vezes sombrias de género, sexo e poder. "Tu Sabes Que Queres" será brevemente adaptado a série de televisão pela HBO.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Amante de Gatos", de Kristen Roupenian, foi em 2017 um dos dois contos mais lidos de sempre, tanto online como em papel, na "The New Yorker". Tal sucesso deve-se, segundo o "Washington Post", ao facto de o conto dar voz não ao leitor comum da publicação, mas a uma geração mais jovem. Segundo a "The Atlantic", o conto capta o medo das jovens mulheres a viver em 2017, o que, entre outras coisas, implica uma desesperante necessidade de ser boa e simpática a todo o custo. "Tu Sabes Que Queres" é uma coletânea que inclui esse e outros contos, onde Roupenian explora as conexões complexas e por vezes sombrias de género, sexo e poder. "Tu Sabes Que Queres" será brevemente adaptado a série de televisão pela HBO.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Acredito que a nossa época vai ocupar-se do amor com um pouco mais de seriedade do que as anteriores..."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Acredito que a nossa época vai ocupar-se do amor com um pouco mais de seriedade do que as anteriores..."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"A História de Job e da sua progenitura irrompe, de onde em onde, por entre lugares recônditos e as muitas personagens: o Porto, com a Ribeira, o Barredo, o Douro, desliza através do olhar de Lourença, das visões de Purinha, de Filipe e de uma memória que percorre gentes, pedras, cheiros, casas e se desdobra num pulsar profundo e secreto em luz, quase sempre coada, para que a cidade se nos descubra, em demora, como um palácio abandonado." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"A História de Job e da sua progenitura irrompe, de onde em onde, por entre lugares recônditos e as muitas personagens: o Porto, com a Ribeira, o Barredo, o Douro, desliza através do olhar de Lourença, das visões de Purinha, de Filipe e de uma memória que percorre gentes, pedras, cheiros, casas e se desdobra num pulsar profundo e secreto em luz, quase sempre coada, para que a cidade se nos descubra, em demora, como um palácio abandonado." [Do Prefácio]
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Edição: Dez 1999
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"A verdade é que os nossos problemas, os das gerações actuais, apesar de uma autêntica "cavalgada histórica", não são menores do que os das gerações anteriores. São diferentes. Talvez até mais difíceis de resolver. E nem sequer nos poderá servir de consolação saber que, cada vez mais, os nossos problemas são parecidos com os dos outros países, tanto os vizinhos europeus, de Oeste como de Leste, quanto os dos outros Estados democráticos do mundo. (…) Magra consolação! Ao tornarmo-nos um país como os outros, ficámos com os problemas de todos, mas não adquirimos, por golpe de mágica, os seus meios para os resolver. Ainda por cima, em sociedade aberta, as fraquezas são mais visíveis. Mesmo assim, nada me fará pensar que esta abertura, com todos os seus riscos, com todas as suas ameaças, não é o melhor caminho." Do Prefácio
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"A verdade é que os nossos problemas, os das gerações actuais, apesar de uma autêntica "cavalgada histórica", não são menores do que os das gerações anteriores. São diferentes. Talvez até mais difíceis de resolver. E nem sequer nos poderá servir de consolação saber que, cada vez mais, os nossos problemas são parecidos com os dos outros países, tanto os vizinhos europeus, de Oeste como de Leste, quanto os dos outros Estados democráticos do mundo. (…) Magra consolação! Ao tornarmo-nos um país como os outros, ficámos com os problemas de todos, mas não adquirimos, por golpe de mágica, os seus meios para os resolver. Ainda por cima, em sociedade aberta, as fraquezas são mais visíveis. Mesmo assim, nada me fará pensar que esta abertura, com todos os seus riscos, com todas as suas ameaças, não é o melhor caminho." Do Prefácio
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"A Travessia" tem por cenário os ranchos do Sul dos EUA durante os anos que antecederam a II Guerra Mundial e narra as aventuras de Billy Parham, de dezasseis anos, e do seu irmão mais novo, Boyd.Fascinado por uma ardilosa loba que tem atacado a propriedade da família, Billy captura o animal. Mas, ao invés de o matar, parte em busca da sua origem — as montanhas do México — com o intuito de o devolver ao seu ambiente natural. No regresso, Billy depara-se com um mundo irreversivelmente mudado. A perda da sua inocência tem um preço e, mais uma vez, o horizonte brilha com a sua desoladora beleza e cruel promessa.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"A Travessia" tem por cenário os ranchos do Sul dos EUA durante os anos que antecederam a II Guerra Mundial e narra as aventuras de Billy Parham, de dezasseis anos, e do seu irmão mais novo, Boyd.Fascinado por uma ardilosa loba que tem atacado a propriedade da família, Billy captura o animal. Mas, ao invés de o matar, parte em busca da sua origem — as montanhas do México — com o intuito de o devolver ao seu ambiente natural. No regresso, Billy depara-se com um mundo irreversivelmente mudado. A perda da sua inocência tem um preço e, mais uma vez, o horizonte brilha com a sua desoladora beleza e cruel promessa.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Solidão dos Números Primos" obteve o Prémio Strega em 2008 e o Prémio Campiello Opera Prima e foi traduzido em mais de quarenta línguas.A narrativa centra-se nas vidas de Alice e Mattia, ambos marcados por um episódio traumático sucedido na sua infância afinal parecem-se com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam "primos gémeos", que estão separados apenas por um número par, próximos mas incapazes de se tocarem realmente.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Solidão dos Números Primos" obteve o Prémio Strega em 2008 e o Prémio Campiello Opera Prima e foi traduzido em mais de quarenta línguas.A narrativa centra-se nas vidas de Alice e Mattia, ambos marcados por um episódio traumático sucedido na sua infância afinal parecem-se com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam "primos gémeos", que estão separados apenas por um número par, próximos mas incapazes de se tocarem realmente.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A protagonista deste romance, Nel, é uma mulher que não é feliz do mesmo modo que os outros, homens e mulheres, mas que quer ser feliz, para o que terá de deixar de ser aquilo a que estava destinada. Há qualquer coisa de premonitório neste romance. Pelos costumes das pessoas, pelos sentimentos, pelas relações entre parentes e familiares, percebe-se que já muita coisa mudou ou está em mudança antes mesmo de a revolução acontecer. A revolução, aliás, é o coroar de um processo de mudança, mais do que o seu começo. Em algo de essencial, de fundamental, isto é, nos sentimentos, as coisas já eram diferentes antes de 1974." [Do Prefácio de António Barreto]
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A protagonista deste romance, Nel, é uma mulher que não é feliz do mesmo modo que os outros, homens e mulheres, mas que quer ser feliz, para o que terá de deixar de ser aquilo a que estava destinada. Há qualquer coisa de premonitório neste romance. Pelos costumes das pessoas, pelos sentimentos, pelas relações entre parentes e familiares, percebe-se que já muita coisa mudou ou está em mudança antes mesmo de a revolução acontecer. A revolução, aliás, é o coroar de um processo de mudança, mais do que o seu começo. Em algo de essencial, de fundamental, isto é, nos sentimentos, as coisas já eram diferentes antes de 1974." [Do Prefácio de António Barreto]
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"A propósito dos diálogos que agora se publicam, escritos por Agustina Bessa-Luís sob o título A Casa e oferecidos, com data de 2 de Setembro de 1981, "ao Manoel de Oliveira e à Maria Isabel, com um abraço" para integrar o filme Visita ou Memórias e Confissões, diz o realizador que não conhece "ninguém que tenha mudado tantas vezes de casa como a Agustina". E mais confidencia que "com respeito a casas" são muito diferentes: ele seria "muito mais o gato" e Agustina "muito mais o cão". Se o prodigioso diálogo criativo em que ambos se empenharam muitas vezes se pareceu, de facto, a um despique de cão e gato — colaborações de que resultaram, talvez por isso mesmo, algumas das mais notáveis realizações literárias e cinematográficas de um e doutro —, aqui convergem num idílico consenso. Agustina reconhece que este filme é um dos seus preferidos, como confirma que ao longo da sua vida mudou efetivamente dezanove vezes de casa." [Do Prefácio de António Preto]
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"A propósito dos diálogos que agora se publicam, escritos por Agustina Bessa-Luís sob o título A Casa e oferecidos, com data de 2 de Setembro de 1981, "ao Manoel de Oliveira e à Maria Isabel, com um abraço" para integrar o filme Visita ou Memórias e Confissões, diz o realizador que não conhece "ninguém que tenha mudado tantas vezes de casa como a Agustina". E mais confidencia que "com respeito a casas" são muito diferentes: ele seria "muito mais o gato" e Agustina "muito mais o cão". Se o prodigioso diálogo criativo em que ambos se empenharam muitas vezes se pareceu, de facto, a um despique de cão e gato — colaborações de que resultaram, talvez por isso mesmo, algumas das mais notáveis realizações literárias e cinematográficas de um e doutro —, aqui convergem num idílico consenso. Agustina reconhece que este filme é um dos seus preferidos, como confirma que ao longo da sua vida mudou efetivamente dezanove vezes de casa." [Do Prefácio de António Preto]
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"A Nave dos Loucos", escrito ao longo de vinte anos, foi o primeiro e único romance de Katherine Anne Porter. Repleto de conflito, paixão e intriga política, conta-nos a viagem de um navio internacional de passageiros com destino à Alemanha, numa época em que a guerra estava iminente. Publicado pela primeira vez em 1962, "A Nave dos Loucos" alcançou um êxito imediato, depressa sendo adaptado ao cinema.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"A Nave dos Loucos", escrito ao longo de vinte anos, foi o primeiro e único romance de Katherine Anne Porter. Repleto de conflito, paixão e intriga política, conta-nos a viagem de um navio internacional de passageiros com destino à Alemanha, numa época em que a guerra estava iminente. Publicado pela primeira vez em 1962, "A Nave dos Loucos" alcançou um êxito imediato, depressa sendo adaptado ao cinema.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. "
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. "
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 278
Sinopse:
"A Morte de Virgílio" é um dos maiores romances do século XX, uma vasta meditação lírica que exprime inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo. Construído com um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais. Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica.
Nº Páginas: 278
Sinopse:
"A Morte de Virgílio" é um dos maiores romances do século XX, uma vasta meditação lírica que exprime inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo. Construído com um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais. Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A história da relação entre Constance Chatterley e Mellors, o guarda de caça do seu marido inválido, é o romance mais controverso de Lawrence e talvez o seu texto mais comovente sobre o amor."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A história da relação entre Constance Chatterley e Mellors, o guarda de caça do seu marido inválido, é o romance mais controverso de Lawrence e talvez o seu texto mais comovente sobre o amor."
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"A generalidade dos estudiosos concorda que a fonte principal de inspiração de Shakespeare para "Bem Está O Que Bem Acaba" foi a história de Giletta di Narbona, que constitui a nona novela do Terceiro Dia do Decameron, da autoria do italiano Giovanni Boccaccio (1313-1375). É improvável que o dramaturgo inglês tenha lido essa história no original italiano, e, por isso, têm sido aventadas duas hipóteses sobre o texto a que ele terá tido acesso: uns entendem que Shakespeare leu a história numa versão inglesa publicada em "The Palace of Pleasure de William Painter" (1540?-1594), cujo primeiro volume veio a público em 1566; outros defendem que o seu contacto com a história de Giletta lhe foi proporcionado pela leitura da versão francesa — é sabido que Shakespeare tinha alguns conhecimentos de francês —, da responsabilidade de Antoine le Maçon, publicada em Paris em 1584. G. K. Hunter, na excelente introdução à sua edição de "All’s Well That Ends Well", desenvolve esta questão com alguma profundidade, apresentando alguns dos argumentos que têm sido invocados, quer a favor da hipótese Painter quer da hipótese Le Maçon, mas não se decide por qualquer delas. (…) O que Shakespeare foi capaz de fazer melhor do que ninguém foi levar-nos a reflectir — através dos comportamentos das personagens que adoptou e da forma como aproveitou histórias conhecidas — sobre a vida, o homem (com as suas virtudes e os seus defeitos), a natureza, a religião, etc., através da utilização de uma linguagem inovadora e incomparavelmente vigorosa, criativa e poética." Da Introdução de M. Gomes da Torre
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"A generalidade dos estudiosos concorda que a fonte principal de inspiração de Shakespeare para "Bem Está O Que Bem Acaba" foi a história de Giletta di Narbona, que constitui a nona novela do Terceiro Dia do Decameron, da autoria do italiano Giovanni Boccaccio (1313-1375). É improvável que o dramaturgo inglês tenha lido essa história no original italiano, e, por isso, têm sido aventadas duas hipóteses sobre o texto a que ele terá tido acesso: uns entendem que Shakespeare leu a história numa versão inglesa publicada em "The Palace of Pleasure de William Painter" (1540?-1594), cujo primeiro volume veio a público em 1566; outros defendem que o seu contacto com a história de Giletta lhe foi proporcionado pela leitura da versão francesa — é sabido que Shakespeare tinha alguns conhecimentos de francês —, da responsabilidade de Antoine le Maçon, publicada em Paris em 1584. G. K. Hunter, na excelente introdução à sua edição de "All’s Well That Ends Well", desenvolve esta questão com alguma profundidade, apresentando alguns dos argumentos que têm sido invocados, quer a favor da hipótese Painter quer da hipótese Le Maçon, mas não se decide por qualquer delas. (…) O que Shakespeare foi capaz de fazer melhor do que ninguém foi levar-nos a reflectir — através dos comportamentos das personagens que adoptou e da forma como aproveitou histórias conhecidas — sobre a vida, o homem (com as suas virtudes e os seus defeitos), a natureza, a religião, etc., através da utilização de uma linguagem inovadora e incomparavelmente vigorosa, criativa e poética." Da Introdução de M. Gomes da Torre
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 322
Sinopse:
"A Gaia Ciência" (1882) é uma obra que acolhe em si todo o percurso nietzschiano anterior e que prepara, de maneira decisiva, tudo aquilo que virá em seguida. É possível encontrar no livro, implícita ou explicitamente, as formulações mais decisivas de todas essas expressões com as quais nos acostumamos a associar a obra filosófica de Nietzsche: a noção de corpo, a morte de Deus, as sombras de Deus, o eterno retorno do mesmo, a crítica à moral, o ressentimento, a vontade de poder, etc. Um clássico da literatura universal.
Nº Páginas: 322
Sinopse:
"A Gaia Ciência" (1882) é uma obra que acolhe em si todo o percurso nietzschiano anterior e que prepara, de maneira decisiva, tudo aquilo que virá em seguida. É possível encontrar no livro, implícita ou explicitamente, as formulações mais decisivas de todas essas expressões com as quais nos acostumamos a associar a obra filosófica de Nietzsche: a noção de corpo, a morte de Deus, as sombras de Deus, o eterno retorno do mesmo, a crítica à moral, o ressentimento, a vontade de poder, etc. Um clássico da literatura universal.
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