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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Em que mudaram os tempos? Nisto, para abreviar a especulação em torno do intelectual: o sentimento da tragédia perdeu terreno, e daí parte todo o delírio de persuasão a favor duma vida exausta e acumulada de mesteres remunerados apenas conforme a sua produção material. Um homem não é uma incógnita de medos e de vocações insubstituíveis, mas algo que não resistirá a uma liberdade instaurada em nome do possível. o papel do artista é o de reformar o mito do impossível e o de criar a tragédia. Como se desempenha ele da sua missão, raramente o podemos ver com os nossos próprios olhos; serão outros que tomarão contacto com aquilo que fez a consciência subterrânea da sua época. Através dos amores narrados com desvairada frieza, através dos crimes melancólicos e das brutalidades que o instinto não sugeriu, através das suas desordens que mal apagam a culpa pelo que já foi vivido e perdido antes, noutras idades e noutras criaturas, dar-se-á o encontro com a tragédia. a Europa conhece-a ainda, não perdeu de vista a sua face pálida, o seu esgar de espanto, a sua garra branca e petrificada." Do Prefácio
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Em que mudaram os tempos? Nisto, para abreviar a especulação em torno do intelectual: o sentimento da tragédia perdeu terreno, e daí parte todo o delírio de persuasão a favor duma vida exausta e acumulada de mesteres remunerados apenas conforme a sua produção material. Um homem não é uma incógnita de medos e de vocações insubstituíveis, mas algo que não resistirá a uma liberdade instaurada em nome do possível. o papel do artista é o de reformar o mito do impossível e o de criar a tragédia. Como se desempenha ele da sua missão, raramente o podemos ver com os nossos próprios olhos; serão outros que tomarão contacto com aquilo que fez a consciência subterrânea da sua época. Através dos amores narrados com desvairada frieza, através dos crimes melancólicos e das brutalidades que o instinto não sugeriu, através das suas desordens que mal apagam a culpa pelo que já foi vivido e perdido antes, noutras idades e noutras criaturas, dar-se-á o encontro com a tragédia. a Europa conhece-a ainda, não perdeu de vista a sua face pálida, o seu esgar de espanto, a sua garra branca e petrificada." Do Prefácio
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Em O Guarda do Pomar, o grande protagonista talvez seja o universo natural. Aqui, a natureza enfrenta o assalto constante do homem, está acossada, à beira da extinção. Com ela, morrem os usos e costumes tradicionais, incompatíveis com um mundo regido por leis rigorosas, por semáforos, por formulários e impressos." [Da Nota Introdutória]
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Em O Guarda do Pomar, o grande protagonista talvez seja o universo natural. Aqui, a natureza enfrenta o assalto constante do homem, está acossada, à beira da extinção. Com ela, morrem os usos e costumes tradicionais, incompatíveis com um mundo regido por leis rigorosas, por semáforos, por formulários e impressos." [Da Nota Introdutória]
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Em O Cartel, Don Winslow escreveu o seu melhor e mais extenso romance. Este livro é o Guerra e Paz dos livros sobre as guerras de droga. Tenso, brutal, com uma atmosfera selvagem e um enredo extremamente bem pensado (…)" [James Ellroy]
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Em O Cartel, Don Winslow escreveu o seu melhor e mais extenso romance. Este livro é o Guerra e Paz dos livros sobre as guerras de droga. Tenso, brutal, com uma atmosfera selvagem e um enredo extremamente bem pensado (…)" [James Ellroy]
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 525
Sinopse:
"É um livro cheio de fantasmas, fantasmas d’"Os Lusíadas", fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma anti-epopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos." [Vasco Graça Moura]
Nº Páginas: 525
Sinopse:
"É um livro cheio de fantasmas, fantasmas d’"Os Lusíadas", fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma anti-epopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos." [Vasco Graça Moura]
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"É a história de um amor, o maior e mais terrível sobre que me foi dado escrever. Eu sei-o. Qualquer um pode ficar a sabê-lo por si. Trata-se de um amor que não é nomeado nos romances e que também não é nomeado por aqueles que o vivem. De um sentimento que de certo modo não tem ainda o seu vocabulário, os seus hábitos e rituais. Trata-se de um amor perdido. Perdido como perdição. Leiam o livro, leiam-no mesmo que de início o detestem. Já nada temos a perder, nem eu dos leitores, nem os leitores de mim. Leiam tudo. Leiam todas as distâncias que vos são indicadas, as dos corredores que rodeiam a história e a acalmam e nos concedem o tempo de os percorrer. Continuem a ler e de súbito terão atravessado a história, os seus risos, a sua agonia, os seus desertos. Sinceramente vossa. Duras"
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"É a história de um amor, o maior e mais terrível sobre que me foi dado escrever. Eu sei-o. Qualquer um pode ficar a sabê-lo por si. Trata-se de um amor que não é nomeado nos romances e que também não é nomeado por aqueles que o vivem. De um sentimento que de certo modo não tem ainda o seu vocabulário, os seus hábitos e rituais. Trata-se de um amor perdido. Perdido como perdição. Leiam o livro, leiam-no mesmo que de início o detestem. Já nada temos a perder, nem eu dos leitores, nem os leitores de mim. Leiam tudo. Leiam todas as distâncias que vos são indicadas, as dos corredores que rodeiam a história e a acalmam e nos concedem o tempo de os percorrer. Continuem a ler e de súbito terão atravessado a história, os seus risos, a sua agonia, os seus desertos. Sinceramente vossa. Duras"
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Dom Casmurro" foi publicado em 1899. O título do livro é retirado do nome já de si irónico, do personagem pois lhe foi dado por ter adormecido ao ouvir um jovem poeta declamar-lhe os versos. Forma como "Memórias Póstumas", "Quincas Borba", "Esaú e Jacó" e "Memorial de Aires" o essencial da obra romanesca de Machado de Assis. A subtileza dos seus protagonistas e o seu carácter contraditório é tal que ainda hoje os críticos brasileiros discutem se Capitu "traiu" ou não o marido. A este livro aplica-se o que escreveu Afredo Bosi que considerava que Machado de Assis dissolvia "paixões e entusiasmos no ácido de uma ironia e um humor que nada poupam: indivíduos e sociedade são aí "delicadamente" desmascarados em seu egoísmo e alienação". "Esaú e Jacó" publicado em 1904 é o penúltimo livro de Machado de Assis e distingue-se por uma maior organicidade narrativa, sem abandono das intenções modernistas do autor que o levaram a subverter a forma tradicional do romance. Um dos seus principais personagens é o conselheiro Aires que irá ressurgir em Memorial de Aires. Também em "Esaú e Jacó" a narrativa é subvertida, o fundo histórico está presente e os homens e as mulheres não são feitos de uma matéria única embora abundem as referências míticas. Como escreve Júlio Castanõn Guimarães: "o humor irónico quase constantemente se vincula a uma reflexão sobre a narrativa, quando esta, voltando-se sobre si, desmonta sua própria estruturação. Surge aí a oportunidade do discurso de aparência reticente, que avança por retrocesso ¿ faz-se, desfaz-se e refaz-se. Enquanto isso, aqui e ali, o romance se pontua com referências a factos históricos. Assinalados astuciosamente como que em pano de fundo, surgem a lei Rio Branco, a abolição, a questão militar, o baile da ilha Fiscal, a proclamação da República, o encilhamento, numa verdadeira marcação temporal externa. Internamente ao romance, no entanto, esses factos em nada ou quase nada alteram a vida dos personagens, ao nível das acções pelo menos, assim se ressaltando, estrategicamente, sua alienação, dentro da mesma perspectiva irónica que desvenda o percurso da narrativa."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Dom Casmurro" foi publicado em 1899. O título do livro é retirado do nome já de si irónico, do personagem pois lhe foi dado por ter adormecido ao ouvir um jovem poeta declamar-lhe os versos. Forma como "Memórias Póstumas", "Quincas Borba", "Esaú e Jacó" e "Memorial de Aires" o essencial da obra romanesca de Machado de Assis. A subtileza dos seus protagonistas e o seu carácter contraditório é tal que ainda hoje os críticos brasileiros discutem se Capitu "traiu" ou não o marido. A este livro aplica-se o que escreveu Afredo Bosi que considerava que Machado de Assis dissolvia "paixões e entusiasmos no ácido de uma ironia e um humor que nada poupam: indivíduos e sociedade são aí "delicadamente" desmascarados em seu egoísmo e alienação". "Esaú e Jacó" publicado em 1904 é o penúltimo livro de Machado de Assis e distingue-se por uma maior organicidade narrativa, sem abandono das intenções modernistas do autor que o levaram a subverter a forma tradicional do romance. Um dos seus principais personagens é o conselheiro Aires que irá ressurgir em Memorial de Aires. Também em "Esaú e Jacó" a narrativa é subvertida, o fundo histórico está presente e os homens e as mulheres não são feitos de uma matéria única embora abundem as referências míticas. Como escreve Júlio Castanõn Guimarães: "o humor irónico quase constantemente se vincula a uma reflexão sobre a narrativa, quando esta, voltando-se sobre si, desmonta sua própria estruturação. Surge aí a oportunidade do discurso de aparência reticente, que avança por retrocesso ¿ faz-se, desfaz-se e refaz-se. Enquanto isso, aqui e ali, o romance se pontua com referências a factos históricos. Assinalados astuciosamente como que em pano de fundo, surgem a lei Rio Branco, a abolição, a questão militar, o baile da ilha Fiscal, a proclamação da República, o encilhamento, numa verdadeira marcação temporal externa. Internamente ao romance, no entanto, esses factos em nada ou quase nada alteram a vida dos personagens, ao nível das acções pelo menos, assim se ressaltando, estrategicamente, sua alienação, dentro da mesma perspectiva irónica que desvenda o percurso da narrativa."
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Do Amor" é um livro de Stendhal, escrito em 1820 e publicado dois anos depois, que analisa a fisiologia da paixão amorosa através de uma perspetiva que combina a psicologia e a sociologia.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Do Amor" é um livro de Stendhal, escrito em 1820 e publicado dois anos depois, que analisa a fisiologia da paixão amorosa através de uma perspetiva que combina a psicologia e a sociologia.
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Edição: Abr 1988
Nº Páginas: 185
Sinopse:
"Deu-se então em mim uma espécie de estalido. O panorama que se avistava daquele quarto provocava-me um sentimento de inquietação, uma apreensão que eu já conhecera. Aquelas fachadas, aquela rua deserta, aquelas silhuetas de sentinela no crepúsculo perturbavam-me à maneira insidiosa de um perfume ou de uma canção outrora familiares. E tive a certeza de que muitas vezes, àquela mesma hora, ficava ali, imóvel, à espreita, sem fazer o mínimo gesto, sem ousar sequer acender a luz. Quando tornei a entrar na sala, julguei que já não havia lá ninguém, mas afinal estava a dona da casa estendida no banco de veludo. Dormia. Aproximei-me silenciosamente e sentei-me na outra ponta do banco. Uma bandeja com um bule e duas chávenas, no meio do tapete de lã branca. Tossi um pouco. Ela não acordou. Então, deitei chá nas duas chávenas. Estava frio."
Nº Páginas: 185
Sinopse:
"Deu-se então em mim uma espécie de estalido. O panorama que se avistava daquele quarto provocava-me um sentimento de inquietação, uma apreensão que eu já conhecera. Aquelas fachadas, aquela rua deserta, aquelas silhuetas de sentinela no crepúsculo perturbavam-me à maneira insidiosa de um perfume ou de uma canção outrora familiares. E tive a certeza de que muitas vezes, àquela mesma hora, ficava ali, imóvel, à espreita, sem fazer o mínimo gesto, sem ousar sequer acender a luz. Quando tornei a entrar na sala, julguei que já não havia lá ninguém, mas afinal estava a dona da casa estendida no banco de veludo. Dormia. Aproximei-me silenciosamente e sentei-me na outra ponta do banco. Uma bandeja com um bule e duas chávenas, no meio do tapete de lã branca. Tossi um pouco. Ela não acordou. Então, deitei chá nas duas chávenas. Estava frio."
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Desenvolvendo-se ao longo do tempo, em conversa com um Sócrates jovem, que aqui assume ironicamente o papel de discípulo, a exposição de Diotima orienta-se segundo o esquema antes definido por Ágaton: a natureza de Eros e os seus efeitos sobre os homens. a realidade contraditória do Amor prefigura-se com o mito do seu nascimento (203a-c), onde Platão alcança uma das suas mais belas e sugestivas criações artísticas (…)." [Da Introdução] Com 39 desenhos de Maria Helena Vieira da Silva, esta edição de "O Banquete" tem tradução e introdução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Desenvolvendo-se ao longo do tempo, em conversa com um Sócrates jovem, que aqui assume ironicamente o papel de discípulo, a exposição de Diotima orienta-se segundo o esquema antes definido por Ágaton: a natureza de Eros e os seus efeitos sobre os homens. a realidade contraditória do Amor prefigura-se com o mito do seu nascimento (203a-c), onde Platão alcança uma das suas mais belas e sugestivas criações artísticas (…)." [Da Introdução] Com 39 desenhos de Maria Helena Vieira da Silva, esta edição de "O Banquete" tem tradução e introdução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Desde que, em 1990, comecei a escrever regularmente para os jornais, houve colegas que me criticaram com o argumento de que estaria a desperdiçar os meus supostos talentos. Não tardei a verificar que o facto de escrever para um público mais vasto do que o constituído pelos círculos universitários não só em nada me prejudicava como até me ajudava a pensar com mais clareza." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Desde que, em 1990, comecei a escrever regularmente para os jornais, houve colegas que me criticaram com o argumento de que estaria a desperdiçar os meus supostos talentos. Não tardei a verificar que o facto de escrever para um público mais vasto do que o constituído pelos círculos universitários não só em nada me prejudicava como até me ajudava a pensar com mais clareza." [Do Prefácio]
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Depois, o romance oferece um conhecimento concreto, não conceptual. a ótica do romance não demonstra: ela mostra, num esforço de desapropriação ideológica, por fidelidade à existência em si. Por exemplo, não é a caraterização intelectual, sociológica ou moral que conta, mas sim Santo António vivendo. Por fim, o romance é um instrumento de precisão, como existem poucos, pois está à altura da singularidade, liberdade, tragicidade e assombro da vida. Ele consegue relatar o superlativo e o minúsculo, o sublime e o mísero, a dor e a redenção, o pecado e a santidade. a partir daqui Agustina opera, e fá-lo com uma segurança metodológica indiscutível." Do Prefácio de José Tolentino de Mendonça
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Depois, o romance oferece um conhecimento concreto, não conceptual. a ótica do romance não demonstra: ela mostra, num esforço de desapropriação ideológica, por fidelidade à existência em si. Por exemplo, não é a caraterização intelectual, sociológica ou moral que conta, mas sim Santo António vivendo. Por fim, o romance é um instrumento de precisão, como existem poucos, pois está à altura da singularidade, liberdade, tragicidade e assombro da vida. Ele consegue relatar o superlativo e o minúsculo, o sublime e o mísero, a dor e a redenção, o pecado e a santidade. a partir daqui Agustina opera, e fá-lo com uma segurança metodológica indiscutível." Do Prefácio de José Tolentino de Mendonça
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Edição: Jun 2005
Nº Páginas: 958
Sinopse:
"Depois dos perigos da guerra, dos tormentos de um longo cativeiro, Cervantes suportou cerca de dez anos de viagens por terras ermas e incómodas, miseráveis e de clima rigoroso, de pobreza e dificuldades para o exercício da sua vocação de escritor, pois nesses anos não conseguiu mais que publicar umas poucas poesias avulsas. Em contrapartida, a sua experiência e o seu conhecimento da Espanha (das suas cidades, vilas e aldeias, da linguagem falada em lugares isolados que preservavam as palavras de outros tempos) enriquece-se profundamente: contacta com a trama das relações entre os diversos estratos sociais, desvenda a complexidade dos sentimentos e dos interesses, sonda os abusos dos poderes (político, religioso, económico, militar), sofre a hipocrisia e a duplicidade dos grandes e dos pequenos, assiste às mudanças que se vão operando na sociedade que resvala na decadência que com força crescente mina a nação. [...] Quanto à minha tradução, que não fiz para comemorar os quatrocentos anos da publicação deste livro que me acompanha desde há muito tempo, fi-la sobretudo para melhor poder saborear esta obra querida, não no seu original mas em algo que também é meu. Pretendi servir o livro traduzido, cingindo-me muito à sua letra, que cifra o seu espírito, o que não foi fácil nem isento de dúvidas e receios: Cervantes não quis dar à sua prosa a dignidade do latim que Góngora pretendeu para a sua poesia, antes quis seguir o conselho que o amigo lhe dá no Prólogo da Primeira Parte: "[...] só procurar que de modo simples, com palavras claras, honestas e bem colocadas, saia a vossa prosa e período harmonioso e festivo, pintando em tudo o que conseguirdes e for possível, a vossa intenção; dando a entender os vossos conceitos sem enredá-los nem obscurecê-los. "" Da nota introdutória. Tradução e notas de José Bento Gravuras de Lima de Freitas
Nº Páginas: 958
Sinopse:
"Depois dos perigos da guerra, dos tormentos de um longo cativeiro, Cervantes suportou cerca de dez anos de viagens por terras ermas e incómodas, miseráveis e de clima rigoroso, de pobreza e dificuldades para o exercício da sua vocação de escritor, pois nesses anos não conseguiu mais que publicar umas poucas poesias avulsas. Em contrapartida, a sua experiência e o seu conhecimento da Espanha (das suas cidades, vilas e aldeias, da linguagem falada em lugares isolados que preservavam as palavras de outros tempos) enriquece-se profundamente: contacta com a trama das relações entre os diversos estratos sociais, desvenda a complexidade dos sentimentos e dos interesses, sonda os abusos dos poderes (político, religioso, económico, militar), sofre a hipocrisia e a duplicidade dos grandes e dos pequenos, assiste às mudanças que se vão operando na sociedade que resvala na decadência que com força crescente mina a nação. [...] Quanto à minha tradução, que não fiz para comemorar os quatrocentos anos da publicação deste livro que me acompanha desde há muito tempo, fi-la sobretudo para melhor poder saborear esta obra querida, não no seu original mas em algo que também é meu. Pretendi servir o livro traduzido, cingindo-me muito à sua letra, que cifra o seu espírito, o que não foi fácil nem isento de dúvidas e receios: Cervantes não quis dar à sua prosa a dignidade do latim que Góngora pretendeu para a sua poesia, antes quis seguir o conselho que o amigo lhe dá no Prólogo da Primeira Parte: "[...] só procurar que de modo simples, com palavras claras, honestas e bem colocadas, saia a vossa prosa e período harmonioso e festivo, pintando em tudo o que conseguirdes e for possível, a vossa intenção; dando a entender os vossos conceitos sem enredá-los nem obscurecê-los. "" Da nota introdutória. Tradução e notas de José Bento Gravuras de Lima de Freitas
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Declare-se por fim que a paixão em cru, a que se experimenta sem teorias, mas com palpitações, confere a esta fábula de cordel a sua coluna vertebral. E a "loucura lúcida", tão convocada para circunscrever o turbilhão que Maria Adelaide Coelho da Cunha desencadeou, ergue-se como eixo de uma congeminação que busca o caixilho disciplinador. Quem hesitará em concluir que por meio dela, a paixão, e por nada mais, se levanta o definitivo archote do progresso das almas, e a sua pertinente justificação?" Do Prefácio de Mário Cláudio
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Declare-se por fim que a paixão em cru, a que se experimenta sem teorias, mas com palpitações, confere a esta fábula de cordel a sua coluna vertebral. E a "loucura lúcida", tão convocada para circunscrever o turbilhão que Maria Adelaide Coelho da Cunha desencadeou, ergue-se como eixo de uma congeminação que busca o caixilho disciplinador. Quem hesitará em concluir que por meio dela, a paixão, e por nada mais, se levanta o definitivo archote do progresso das almas, e a sua pertinente justificação?" Do Prefácio de Mário Cláudio
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 768
Sinopse:
"David Copperfield" conta-nos a aventura de um rapaz, desde uma infância infeliz, até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, Mr. Murdstone; Steerforth, o brilhante, mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; a humilde e traiçoeira Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda o "remediado" Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
"David Copperfield" conta-nos a aventura de um rapaz, desde uma infância infeliz, até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, Mr. Murdstone; Steerforth, o brilhante, mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; a humilde e traiçoeira Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda o "remediado" Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Conflito Interno" é uma história sobre lealdades que não resistem à colisão entre amor e política e confirma Kamila Shamsie como uma grande escritora dos nossos tempos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Conflito Interno" é uma história sobre lealdades que não resistem à colisão entre amor e política e confirma Kamila Shamsie como uma grande escritora dos nossos tempos.
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Edição: Jul 2004
Nº Páginas: 138
Sinopse:
"Como o seu Portugal, que amava com carinho e com ironia, Eça de Queirós descobriu e revelou o Oriente. A história de O Mandarim (1880) é fantástica. Uma das personagens é um demónio; a outra mata magicamente, de uma sórdida pensão de Lisboa, um mandarim que estende o seu barrilete num terraço que fica no centro do Império Amarelo. A mente do leitor hospeda com alegria essa impossível fábula. No ano final do século XIX morreram em Paris dois homens de génio. Eça de Queirós e Oscar Wilde. Que eu saiba, nunca se conheceram, mas ter-se-iam entendido admiravelmente." Do Prólogo
Nº Páginas: 138
Sinopse:
"Como o seu Portugal, que amava com carinho e com ironia, Eça de Queirós descobriu e revelou o Oriente. A história de O Mandarim (1880) é fantástica. Uma das personagens é um demónio; a outra mata magicamente, de uma sórdida pensão de Lisboa, um mandarim que estende o seu barrilete num terraço que fica no centro do Império Amarelo. A mente do leitor hospeda com alegria essa impossível fábula. No ano final do século XIX morreram em Paris dois homens de génio. Eça de Queirós e Oscar Wilde. Que eu saiba, nunca se conheceram, mas ter-se-iam entendido admiravelmente." Do Prólogo
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Com uma escrita de apuro, Cardoso Pires traça um ambiente turvo. Com uma escrita áspera, Cardoso Pires retrata pessoas indolentes. Com uma escrita exacta Cardoso Pires assenta diálogos derivativos, enrolados, incongruentes — e essa coisa é que é linda. (…)Nunca antes, na nossa literatura, o dia 25 de Abril fora descrito de forma tão vibrante e tão vivida. (…)Do Prefácio
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Com uma escrita de apuro, Cardoso Pires traça um ambiente turvo. Com uma escrita áspera, Cardoso Pires retrata pessoas indolentes. Com uma escrita exacta Cardoso Pires assenta diálogos derivativos, enrolados, incongruentes — e essa coisa é que é linda. (…)Nunca antes, na nossa literatura, o dia 25 de Abril fora descrito de forma tão vibrante e tão vivida. (…)Do Prefácio
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
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Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Cândido ou o Otimismo" é um conto filosófico de Voltaire, publicado pela primeira vez em Genebra em janeiro de 1759. A par de Zadig e Micromégas, é um dos escritos mais famosos de Voltaire, tendo sido reeditado vinte vezes em vida do autor.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Cândido ou o Otimismo" é um conto filosófico de Voltaire, publicado pela primeira vez em Genebra em janeiro de 1759. A par de Zadig e Micromégas, é um dos escritos mais famosos de Voltaire, tendo sido reeditado vinte vezes em vida do autor.
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
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