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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma criança anota pecados numa folha. Um tio põe um anúncio no jornal a dar-se como morto. Um pai dá biberões de vinho ao filho. Um avô assiste a julgamentos na televisão para sentir medo. É numa família em que o machismo e a violência dão ordem à vida que se inicia esta história de busca e reconstrução do passado, mas também de crescimento e conquista da ternura, da capacidade de comunicação e compreensão do outro. Um fresco de uma sociedade rural portuguesa que, no limiar da mudança de século, estava ainda em vias de se modernizar.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma criança anota pecados numa folha. Um tio põe um anúncio no jornal a dar-se como morto. Um pai dá biberões de vinho ao filho. Um avô assiste a julgamentos na televisão para sentir medo. É numa família em que o machismo e a violência dão ordem à vida que se inicia esta história de busca e reconstrução do passado, mas também de crescimento e conquista da ternura, da capacidade de comunicação e compreensão do outro. Um fresco de uma sociedade rural portuguesa que, no limiar da mudança de século, estava ainda em vias de se modernizar.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Romance de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus augúrios que motivam a sua dispersão, Gente Feliz com Lágrimas é uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos. "Gente Feliz com Lágrimas", o romance de João de Melo distinguido com cinco importantes prémios literários, foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida por José Medeiros, e ao teatro por João Brites para o grupo "O Bando".
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Romance de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus augúrios que motivam a sua dispersão, Gente Feliz com Lágrimas é uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos. "Gente Feliz com Lágrimas", o romance de João de Melo distinguido com cinco importantes prémios literários, foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida por José Medeiros, e ao teatro por João Brites para o grupo "O Bando".
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Karim e Fauzia crescem numa época de transformação da Tanzânia pós-colonial, com o advento do turismo, da tecnologia e da globalização, e a entrada no novo milénio. Estudam o que desejam, casam-se livremente e constituem família, rompendo com alguns dos códigos e tradições de gerações passadas. Já para o órfão e criado Badar, as portas parecem estar todas fechadas. Depois de ser injustamente acusado de roubo em Dar es Salaam, Badar parte para Zanzibar a convite de Karim, juntando-se a este e à sua mulher num apartamento que se tornará demasiado exíguo para os três, pondo à prova os complexos elos que os unem. "Gente da Casa" é o primeiro livro de Abdulrazak Gurnah após a atribuição do Prémio Nobel de Literatura em 2021. Situado na Zanzibar da década de 1990, este romance de formação traça um retrato pungente sobre a família, a amizade, a generosidade e a dívida sob o pano de fundo dos traumas de um passado colonial ainda demasiado próximo para dele se poder escapar.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Karim e Fauzia crescem numa época de transformação da Tanzânia pós-colonial, com o advento do turismo, da tecnologia e da globalização, e a entrada no novo milénio. Estudam o que desejam, casam-se livremente e constituem família, rompendo com alguns dos códigos e tradições de gerações passadas. Já para o órfão e criado Badar, as portas parecem estar todas fechadas. Depois de ser injustamente acusado de roubo em Dar es Salaam, Badar parte para Zanzibar a convite de Karim, juntando-se a este e à sua mulher num apartamento que se tornará demasiado exíguo para os três, pondo à prova os complexos elos que os unem. "Gente da Casa" é o primeiro livro de Abdulrazak Gurnah após a atribuição do Prémio Nobel de Literatura em 2021. Situado na Zanzibar da década de 1990, este romance de formação traça um retrato pungente sobre a família, a amizade, a generosidade e a dívida sob o pano de fundo dos traumas de um passado colonial ainda demasiado próximo para dele se poder escapar.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Num mundo dominado pela destruição, a guerra e o pânico, um protagonista sem nome vagueia por uma paisagem surreal, mas familiar, em demanda de uma estranha jovem mulher de cabelos prateados. Nesta busca insistente e obsessiva, atravessa mares e planícies geladas, ruínas de cidades saqueadas, lutando contra o tempo numa missão que tem tanto de real quanto de imaginário: salvar esta "rapariga de vidro" antes que o mundo conhecido se encerre no interior de uma muralha de gelo. Publicado originalmente em 1967, um ano antes da morte da autora, e de imediato celebrado como uma das obras literárias mais inovadoras e extraordinárias do seu tempo, "Gelo" foi precursor de um novo género de ficção que seria mais tarde identificado nas obras de autores como J. G. Ballard, Philip K. Dick ou Haruki Murakami.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Num mundo dominado pela destruição, a guerra e o pânico, um protagonista sem nome vagueia por uma paisagem surreal, mas familiar, em demanda de uma estranha jovem mulher de cabelos prateados. Nesta busca insistente e obsessiva, atravessa mares e planícies geladas, ruínas de cidades saqueadas, lutando contra o tempo numa missão que tem tanto de real quanto de imaginário: salvar esta "rapariga de vidro" antes que o mundo conhecido se encerre no interior de uma muralha de gelo. Publicado originalmente em 1967, um ano antes da morte da autora, e de imediato celebrado como uma das obras literárias mais inovadoras e extraordinárias do seu tempo, "Gelo" foi precursor de um novo género de ficção que seria mais tarde identificado nas obras de autores como J. G. Ballard, Philip K. Dick ou Haruki Murakami.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"Chovem pais e filhos sobre os campos, terrenos de árvores húmidas, outono. Os pais tentam sempre proteger os filhos, essa é a natureza que corre nas árvores, essa é a lei e esse é o sentido. É outono e não poderia ser outra estação, começou o frio e a fome, olho a força dos campos pela janela submersa deste último outono e compreendo por fim a minha idade: chovem pais e filhos de mãos dadas. Lá longe, sou pai. Lá longe, sou filho."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"Chovem pais e filhos sobre os campos, terrenos de árvores húmidas, outono. Os pais tentam sempre proteger os filhos, essa é a natureza que corre nas árvores, essa é a lei e esse é o sentido. É outono e não poderia ser outra estação, começou o frio e a fome, olho a força dos campos pela janela submersa deste último outono e compreendo por fim a minha idade: chovem pais e filhos de mãos dadas. Lá longe, sou pai. Lá longe, sou filho."
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O episódio dos Reis Magos procedentes da Arábia para adorar o menino Jesus, mesmo só tendo sido objeto de algumas linhas num único dos quatro Evangelhos, inspirou grandiosamente a pintura ocidental. Mas quem eram estes reis? Porque deixaram eles os seus reinos? Que encontraram eles em Jerusalém - com o Grande Hérodes - e depois em Belém? Não havendo respostas na História ou na lenda, cabia a um grande escritor responder a estas questões. É o que Michel Tournier procura fazer com este texto, ao mesmo tempo ingénuo e violento, que mergulha nas fontes da espiritualidade ocidental.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O episódio dos Reis Magos procedentes da Arábia para adorar o menino Jesus, mesmo só tendo sido objeto de algumas linhas num único dos quatro Evangelhos, inspirou grandiosamente a pintura ocidental. Mas quem eram estes reis? Porque deixaram eles os seus reinos? Que encontraram eles em Jerusalém - com o Grande Hérodes - e depois em Belém? Não havendo respostas na História ou na lenda, cabia a um grande escritor responder a estas questões. É o que Michel Tournier procura fazer com este texto, ao mesmo tempo ingénuo e violento, que mergulha nas fontes da espiritualidade ocidental.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Publicado em 1880, Garman & Worse é o primeiro romance de Kielland, máximo expoente da literatura norueguesa, fonte de inspiração para Thomas Mann e a sua famosa obra Os Buddenbrook. Em parte recorrendo a episódios da sua própria história familiar, Kielland descreve a ascensão de duas famílias da alta burguesia de finais do século XIX, ligadas entre si por laços de parentesco e, sobretudo, por um entreposto comercial. O resultado é uma obra-prima do romance naturalista europeu, no qual a profundidade da análise psicológica se conjuga com um estilo único que traça verdadeiros quadros de ambiente verista, atacando com veemência e admirável olhar crítico e humor a hipocrisia das instituições sociais. "Alexander Kielland traça com cores fortes um fresco realista de vários tipos de relações familiares, amorosas e sociais num país pobre e conservador, que se debate entre o velho e o novo, entre adoptar ideias vindas de fora ou continuar com as que herdou. Kielland não se esquece de sublinhar ainda a hipocrisia dos clérigos e de uma classe social que dá mais importância ao dinheiro do que aos sentimentos, ao mesmo tempo que faz um retrato muito vivo dos problemas do proletariado." — José Riço Direitinho, Ípsilon (Público) Um dos autores clássicos mais importantes da literatura europeia. Tradução direta do original norueguês pelo reconhecido autor João Reis.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Publicado em 1880, Garman & Worse é o primeiro romance de Kielland, máximo expoente da literatura norueguesa, fonte de inspiração para Thomas Mann e a sua famosa obra Os Buddenbrook. Em parte recorrendo a episódios da sua própria história familiar, Kielland descreve a ascensão de duas famílias da alta burguesia de finais do século XIX, ligadas entre si por laços de parentesco e, sobretudo, por um entreposto comercial. O resultado é uma obra-prima do romance naturalista europeu, no qual a profundidade da análise psicológica se conjuga com um estilo único que traça verdadeiros quadros de ambiente verista, atacando com veemência e admirável olhar crítico e humor a hipocrisia das instituições sociais. "Alexander Kielland traça com cores fortes um fresco realista de vários tipos de relações familiares, amorosas e sociais num país pobre e conservador, que se debate entre o velho e o novo, entre adoptar ideias vindas de fora ou continuar com as que herdou. Kielland não se esquece de sublinhar ainda a hipocrisia dos clérigos e de uma classe social que dá mais importância ao dinheiro do que aos sentimentos, ao mesmo tempo que faz um retrato muito vivo dos problemas do proletariado." — José Riço Direitinho, Ípsilon (Público) Um dos autores clássicos mais importantes da literatura europeia. Tradução direta do original norueguês pelo reconhecido autor João Reis.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Galveias" está entre os grandes romances alguma vez escritos sobre a ruralidade portuguesa. O universo toca uma pequena vila com um mistério imenso. Esse é o ponto de acesso ao elenco de personagens que compõe este romance e que, capítulo a capítulo, ergue um mundo. Como uma condensação de portugalidade, Galveias é um retrato de vida, imagem despudorada de uma realidade que atravessa o país e que, em grande medida, contribui para traçar-lhe a sua identidade mais profunda.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Galveias" está entre os grandes romances alguma vez escritos sobre a ruralidade portuguesa. O universo toca uma pequena vila com um mistério imenso. Esse é o ponto de acesso ao elenco de personagens que compõe este romance e que, capítulo a capítulo, ergue um mundo. Como uma condensação de portugalidade, Galveias é um retrato de vida, imagem despudorada de uma realidade que atravessa o país e que, em grande medida, contribui para traçar-lhe a sua identidade mais profunda.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em "Fusão", voltamos a encontrar Pressia, a jovem determinada a descobrir os segredos do passado; Lyda, a guerreira; Bradwell, o revolucionário; El Capitan, o guarda e por fim Partridge, um Puro. Juntos organizam um grupo de guerrilha para pôr termo a um plano secreto e diabólico que está a ser arquitetado pela elite científica da Cúpula. Se conseguirem vencer milhares de vidas poderão ser salvas, mas se não, a humanidade corre um grave perigo…
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em "Fusão", voltamos a encontrar Pressia, a jovem determinada a descobrir os segredos do passado; Lyda, a guerreira; Bradwell, o revolucionário; El Capitan, o guarda e por fim Partridge, um Puro. Juntos organizam um grupo de guerrilha para pôr termo a um plano secreto e diabólico que está a ser arquitetado pela elite científica da Cúpula. Se conseguirem vencer milhares de vidas poderão ser salvas, mas se não, a humanidade corre um grave perigo…
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Fumo Sagrado" é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa coma sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Churchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da Literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de "puros", é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz "sempre recordar um tempo que nunca existiu".
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Fumo Sagrado" é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa coma sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Churchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da Literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de "puros", é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz "sempre recordar um tempo que nunca existiu".
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O incêndio que destruiu o negócio da família da jovem Reena Hale mudou a sua vida para sempre. Vizinhos e amigos ajudaram os Hale a reconstruir o que perderam, mas ao testemunhar a beleza destruidora do fogo, Reena decide dedicar-lhe a sua vida. Mas ela não é a única a sentir-se fascinada pelas chamas. Há mais alguém seduzido por esse poder, alguém obcecado não só em conquistar o fogo, mas em o usar para uma vingança brutal.Quando a jovem realiza o sonho de se tornar bombeira, descobre que é o maior desafio que alguma vez viveu… com excepção da sua vida amorosa, claro. Até que conhece Bo Goodnight. Ele é diferente e, agora que encontrou Reena, não a quer deixar ir. Infelizmente há outro homem interessado nela. Alguém que a persegue com uma série de crimes horrendos. E enquanto Reena tenta localizar a origem de tanto ódio contra si, terá que enfrentar um inferno, mil vezes pior do que o fogo.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O incêndio que destruiu o negócio da família da jovem Reena Hale mudou a sua vida para sempre. Vizinhos e amigos ajudaram os Hale a reconstruir o que perderam, mas ao testemunhar a beleza destruidora do fogo, Reena decide dedicar-lhe a sua vida. Mas ela não é a única a sentir-se fascinada pelas chamas. Há mais alguém seduzido por esse poder, alguém obcecado não só em conquistar o fogo, mas em o usar para uma vingança brutal.Quando a jovem realiza o sonho de se tornar bombeira, descobre que é o maior desafio que alguma vez viveu… com excepção da sua vida amorosa, claro. Até que conhece Bo Goodnight. Ele é diferente e, agora que encontrou Reena, não a quer deixar ir. Infelizmente há outro homem interessado nela. Alguém que a persegue com uma série de crimes horrendos. E enquanto Reena tenta localizar a origem de tanto ódio contra si, terá que enfrentar um inferno, mil vezes pior do que o fogo.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Há um tempo português em África. Todos os velhos colonos recordam a história da escassa gente que do cabo do continente velho se fez ao mundo e depois voltou. Pelo caminho encontrou povos, dominou-os, foi dominado. Sofreu horrores, praticou-os. E viveu o que torna humanos os seres humanos: amor, paixão, desamor, desdém, guerra, promessas, desilusões. Fez revoluções, para mudar, para libertar, para sonhar, sonhos por vezes manchados. Alguns não souberam voltar. Outros, o acaso, uma inspiração, resgataram-nos. Nesse tempo português em África. Esta é a história de um soldado português entre messes militares. Amou, matou, foi traído, torturado, exilou-se. Esta é uma história portuguesa situada para além de ideologias e interesses, do politicamente correcto e dos disparates radicais. E há tantas por contar…
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Há um tempo português em África. Todos os velhos colonos recordam a história da escassa gente que do cabo do continente velho se fez ao mundo e depois voltou. Pelo caminho encontrou povos, dominou-os, foi dominado. Sofreu horrores, praticou-os. E viveu o que torna humanos os seres humanos: amor, paixão, desamor, desdém, guerra, promessas, desilusões. Fez revoluções, para mudar, para libertar, para sonhar, sonhos por vezes manchados. Alguns não souberam voltar. Outros, o acaso, uma inspiração, resgataram-nos. Nesse tempo português em África. Esta é a história de um soldado português entre messes militares. Amou, matou, foi traído, torturado, exilou-se. Esta é uma história portuguesa situada para além de ideologias e interesses, do politicamente correcto e dos disparates radicais. E há tantas por contar…
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 212
Sinopse:
"Fucking N`Elas" é o contrário do que parece - um título machista para uma história em que as personagens fortes e dominadoras são as femininas. As mulheres ganham sempre, escreve-se a dado passo no texto. Paulo, advogado em princípio de carreira, a quem maldosamente é atribuída a alcunha que dá nome ao romance, vai perder-se por Dânia, uma cliente inteligente e bela, indiciada pela prática de um homicídio, que subtilmente o conduz ao crime. "Agora pertences-me" ela diz-lhe. Esse amor insensato leva-o a segui-la sem saber o que o espera: outra vida, a morte? O desejo não se explica, basta-se - "fechei os meus olhos e só te vi a ti".
Nº Páginas: 212
Sinopse:
"Fucking N`Elas" é o contrário do que parece - um título machista para uma história em que as personagens fortes e dominadoras são as femininas. As mulheres ganham sempre, escreve-se a dado passo no texto. Paulo, advogado em princípio de carreira, a quem maldosamente é atribuída a alcunha que dá nome ao romance, vai perder-se por Dânia, uma cliente inteligente e bela, indiciada pela prática de um homicídio, que subtilmente o conduz ao crime. "Agora pertences-me" ela diz-lhe. Esse amor insensato leva-o a segui-la sem saber o que o espera: outra vida, a morte? O desejo não se explica, basta-se - "fechei os meus olhos e só te vi a ti".
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um morto da guerra descansa numa caneca de leite, a meio da noite, em Luanda. Está um passageiro transformado em serpente no lavabo de um avião. Um elevador, no Recife, foi desviado para Cuba por alturas do quarto andar. Um hotel em que alguém afirma que dormiu está abandonado há anos. E Plácido Domingo contempla o rio, em Corumbá. O sonho, o delírio, a vergonha, a fé, a pele, a memória, o feitiço, o nome, o ódio e a entrega são territórios de exílio e, nessa condição, lugares de morança. Misturam-se com uma fluidez voraz: são fronteiras perdidas, linhas de vida de outra maneira, um catálogo de paisagens oníricas. Histórias que não são visíveis mas são visitáveis. Este livro é um caminho para elas e encerra pequenas sabedorias, sendo a maior: não existem sítios, apenas posições. E como diz um dos percursos: "Não há mais lugar de origem."
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um morto da guerra descansa numa caneca de leite, a meio da noite, em Luanda. Está um passageiro transformado em serpente no lavabo de um avião. Um elevador, no Recife, foi desviado para Cuba por alturas do quarto andar. Um hotel em que alguém afirma que dormiu está abandonado há anos. E Plácido Domingo contempla o rio, em Corumbá. O sonho, o delírio, a vergonha, a fé, a pele, a memória, o feitiço, o nome, o ódio e a entrega são territórios de exílio e, nessa condição, lugares de morança. Misturam-se com uma fluidez voraz: são fronteiras perdidas, linhas de vida de outra maneira, um catálogo de paisagens oníricas. Histórias que não são visíveis mas são visitáveis. Este livro é um caminho para elas e encerra pequenas sabedorias, sendo a maior: não existem sítios, apenas posições. E como diz um dos percursos: "Não há mais lugar de origem."
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Novo livro do consagrado autor A.M. Pires Cabral na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Viola no saco Mil luzes acendi — e a radiosa escuridão prevaleceu intacta. Mil palavras disse — e o silêncio reboou nas longas arcadas sombrias. Mil passadas dei — e o que estava longe não ficou um milímetro mais perto. ... ... ... ... ... ... Conclusão: é tempo de meter, meu caro, a viola no saco.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Novo livro do consagrado autor A.M. Pires Cabral na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Viola no saco Mil luzes acendi — e a radiosa escuridão prevaleceu intacta. Mil palavras disse — e o silêncio reboou nas longas arcadas sombrias. Mil passadas dei — e o que estava longe não ficou um milímetro mais perto. ... ... ... ... ... ... Conclusão: é tempo de meter, meu caro, a viola no saco.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Frei Luís de Sousa escapa ao carácter inelutável do tempo. Consagra-o, por isso, no pódio dos grandes clássicos portugueses. É uma obra-prima do teatro romântico. Até Alexandre Herculano, presente na primeira representação, em 1843, aplaudiu. Garrett bateu-se pelos ideais da liberdade, denúncia e tirania social. E define o drama como a mais verdadeira expressão literária e artística da civilização do século. E esta é a tragédia do destino - o drama. O enredo da obra parece ter sido inspirado na vida do próprio escritor, mas a acção desenrola-se nos finais do século xvi, tendo como pano de fundo a resistência ao domínio filipino e a figura do próprio Frei Luís de Sousa, nome adoptado por Manuel de Sousa Coutinho. Ouçamos as vozes de Madalena, uma mulher atormentada pelo passado, de sua filha Maria, a meninaprodígio, de seu segundo marido, Manuel de Sousa Coutinho, o nobre patriota que incendia o seu próprio palácio, de Telmo Pais, o fiel escudeiro sebastianista. E, por fim, o Romeiro, esse fantasma que, tragicamente, ameaça a felicidade do lar. Um vazio, um eco nesse "Ninguém", que ficará para a história e cultura portuguesas.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Frei Luís de Sousa escapa ao carácter inelutável do tempo. Consagra-o, por isso, no pódio dos grandes clássicos portugueses. É uma obra-prima do teatro romântico. Até Alexandre Herculano, presente na primeira representação, em 1843, aplaudiu. Garrett bateu-se pelos ideais da liberdade, denúncia e tirania social. E define o drama como a mais verdadeira expressão literária e artística da civilização do século. E esta é a tragédia do destino - o drama. O enredo da obra parece ter sido inspirado na vida do próprio escritor, mas a acção desenrola-se nos finais do século xvi, tendo como pano de fundo a resistência ao domínio filipino e a figura do próprio Frei Luís de Sousa, nome adoptado por Manuel de Sousa Coutinho. Ouçamos as vozes de Madalena, uma mulher atormentada pelo passado, de sua filha Maria, a meninaprodígio, de seu segundo marido, Manuel de Sousa Coutinho, o nobre patriota que incendia o seu próprio palácio, de Telmo Pais, o fiel escudeiro sebastianista. E, por fim, o Romeiro, esse fantasma que, tragicamente, ameaça a felicidade do lar. Um vazio, um eco nesse "Ninguém", que ficará para a história e cultura portuguesas.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Drama representado pela primeira vez em 1843, publicado em 1844, é considerado a obra-prima do teatro romântico e uma das obras-primas da literatura portuguesa. O enredo, inspirado na vida do escritor seiscentista Frei Luís de Sousa, de seu nome secular D. Manuel de Sousa Coutinho, tem como pano de fundo a resistência à dominação filipina. Na célebre memória "Ao Conservatório Real" que acompanha a peça, Garrett critica o modo como na sua época se pretende fazer o drama, com um excesso de violência e de imoralidade, e alega ter desejado "excitar fortemente o terror e a piedade", usando de contenção e simplicidade.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Drama representado pela primeira vez em 1843, publicado em 1844, é considerado a obra-prima do teatro romântico e uma das obras-primas da literatura portuguesa. O enredo, inspirado na vida do escritor seiscentista Frei Luís de Sousa, de seu nome secular D. Manuel de Sousa Coutinho, tem como pano de fundo a resistência à dominação filipina. Na célebre memória "Ao Conservatório Real" que acompanha a peça, Garrett critica o modo como na sua época se pretende fazer o drama, com um excesso de violência e de imoralidade, e alega ter desejado "excitar fortemente o terror e a piedade", usando de contenção e simplicidade.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Até onde estaria disposto a ir para garantir o futuro de um filho? Quando Willow nasce com osteogénese imperfeita, uma doença grave que a faz ter ossos extremamente frágeis, os seus pais, Charlotte e Sean, ficam arrasados - a menina vai sofrer centenas de fraturas ao longo de uma vida de sofrimento e dor. Se por acaso tropeçar e cair, pode ter uma fratura exposta e passar os seis meses seguintes em tratamentos que a impedirão de andar. Depois de anos de cuidados constantes com Willow, a família está à beira da falência. Uma dupla de advogados propõe à mãe, Charlotte, uma oportunidade de salvação: processar a obstetra por acompanhamento médico indevido e por não ter diagnosticado a doença de Willow a tempo de poderem optar por fazer um aborto. A indemnização pode assegurar a Willow um futuro tranquilo, mas, para a obter, Charlotte tem que processar a doutora Piper Reece, a sua obstetra e melhor amiga, e afirmar perante o júri que gostaria que a sua filha nunca tivesse nascido... Uma família ligada pela tragédia, pela vontade desesperada de impedir que os seus laços se rompam e, acima de tudo, pela imensa capacidade de amar, numa história inesquecível sobre a fragilidade da vida e até onde estamos dispostos a ir para a proteger.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Até onde estaria disposto a ir para garantir o futuro de um filho? Quando Willow nasce com osteogénese imperfeita, uma doença grave que a faz ter ossos extremamente frágeis, os seus pais, Charlotte e Sean, ficam arrasados - a menina vai sofrer centenas de fraturas ao longo de uma vida de sofrimento e dor. Se por acaso tropeçar e cair, pode ter uma fratura exposta e passar os seis meses seguintes em tratamentos que a impedirão de andar. Depois de anos de cuidados constantes com Willow, a família está à beira da falência. Uma dupla de advogados propõe à mãe, Charlotte, uma oportunidade de salvação: processar a obstetra por acompanhamento médico indevido e por não ter diagnosticado a doença de Willow a tempo de poderem optar por fazer um aborto. A indemnização pode assegurar a Willow um futuro tranquilo, mas, para a obter, Charlotte tem que processar a doutora Piper Reece, a sua obstetra e melhor amiga, e afirmar perante o júri que gostaria que a sua filha nunca tivesse nascido... Uma família ligada pela tragédia, pela vontade desesperada de impedir que os seus laços se rompam e, acima de tudo, pela imensa capacidade de amar, numa história inesquecível sobre a fragilidade da vida e até onde estamos dispostos a ir para a proteger.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Mulher a inventar o corpo, a bocacheia de vestígios de pântano, de heras, de lodo, de incomunicabilidade. Mulher segurando a máscara, preparando-se para o esconderijo, para a fácil loucura de já não ser real. Mulher de perfil, tão pendurada, tão sem olhos frontais, provocando-se a própria obra que a inclui, desmotivando-se de tudo o que não for matéria, soltando-se de todos os que a vêem bem. Mulher enchendo-se de bronze, tapando-se com a escultura que ela faráde si mesma.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Mulher a inventar o corpo, a bocacheia de vestígios de pântano, de heras, de lodo, de incomunicabilidade. Mulher segurando a máscara, preparando-se para o esconderijo, para a fácil loucura de já não ser real. Mulher de perfil, tão pendurada, tão sem olhos frontais, provocando-se a própria obra que a inclui, desmotivando-se de tudo o que não for matéria, soltando-se de todos os que a vêem bem. Mulher enchendo-se de bronze, tapando-se com a escultura que ela faráde si mesma.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Os romanos derrotaram a aliança rebelde, deixando Calgus, senhor das tribos do Norte, prisioneiro dos líderes tribais que antes liderara. Mas o novo líder romano não lhes dará descanso. Ele concebe um plano audacioso para capturar Dinpaladyr, a fortaleza de lanças, e entregá-la nas mãos de um aliado. Marcus Aquila - movido pelo desejo de vingar a morte de um dos seus melhores amigos - faz parte de um grupo de infantaria especialmente escolhido para tomar a fortaleza antes que o exército rebelde a alcance. O jovem acredita que o seu disfarce como Centurião Corvus da Segunda Coorte dos Tungros permanece intacto. Mas nada detém a engrenagem do Império. De Roma foram enviados dois agentes para matar o centurião, assassinos impiedosos que sabem quem ele é e quem são os seus amigos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Os romanos derrotaram a aliança rebelde, deixando Calgus, senhor das tribos do Norte, prisioneiro dos líderes tribais que antes liderara. Mas o novo líder romano não lhes dará descanso. Ele concebe um plano audacioso para capturar Dinpaladyr, a fortaleza de lanças, e entregá-la nas mãos de um aliado. Marcus Aquila - movido pelo desejo de vingar a morte de um dos seus melhores amigos - faz parte de um grupo de infantaria especialmente escolhido para tomar a fortaleza antes que o exército rebelde a alcance. O jovem acredita que o seu disfarce como Centurião Corvus da Segunda Coorte dos Tungros permanece intacto. Mas nada detém a engrenagem do Império. De Roma foram enviados dois agentes para matar o centurião, assassinos impiedosos que sabem quem ele é e quem são os seus amigos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Grande Prémio de Tradução Literária Francisco Magalhães APT/SPA 2019. Fora de Si é a história de como alguns episódios do século XX influenciaram decisivamente o novo milénio. Conta a história de quatro gerações de uma família - a história do anti-semitismo latente e indisfarçado na União Soviética; a história da emigração e da esperança de uma vida melhor num país estrangeiro; a história de uma geração educada no país de acolhimento que perdeu o rasto da pátria e procura, mesmo assim, um lugar de pertença; a história de uma busca: de um irmão desaparecido, de auxílio, de identidade e, claro, de resposta para a pergunta: quem somos? O romance vai de Odessa, na época da Revolução Russa, até Istambul, nas vésperas do golpe de Estado de 2016.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Grande Prémio de Tradução Literária Francisco Magalhães APT/SPA 2019. Fora de Si é a história de como alguns episódios do século XX influenciaram decisivamente o novo milénio. Conta a história de quatro gerações de uma família - a história do anti-semitismo latente e indisfarçado na União Soviética; a história da emigração e da esperança de uma vida melhor num país estrangeiro; a história de uma geração educada no país de acolhimento que perdeu o rasto da pátria e procura, mesmo assim, um lugar de pertença; a história de uma busca: de um irmão desaparecido, de auxílio, de identidade e, claro, de resposta para a pergunta: quem somos? O romance vai de Odessa, na época da Revolução Russa, até Istambul, nas vésperas do golpe de Estado de 2016.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Os delírios solitários e as tortuosas reflexões de um jovem escritor, errando através das ruas da cidade de Kristiania, a atual Oslo, acompanhado pela sua inexorável antagonista, a fome. Um romance marcante, considerado o início da grande literatura do século xx, que antecipou e influenciou a obra de nomes como Franz Kafka, Albert Camus ou John Fante.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Os delírios solitários e as tortuosas reflexões de um jovem escritor, errando através das ruas da cidade de Kristiania, a atual Oslo, acompanhado pela sua inexorável antagonista, a fome. Um romance marcante, considerado o início da grande literatura do século xx, que antecipou e influenciou a obra de nomes como Franz Kafka, Albert Camus ou John Fante.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Não vai faltar quem me acuse de que alguns destes textos são desapiedados e injustos, que, tendo sido já politicamente inoportunos e impertinentes na própria época em que foram escritos, muito mais o vêm a ser agora, e que, argumento final, não é atitude das mais prudentes e sensatas da minha parte, considerando que todos nós temos os nossos "telhados de vidro", reabrir as chagas que o tempo, melhor ou pior, teve a caridade de cicatrizar. Disso, como de resto, pensará cada um o que quiser, e por isso responderá. Em todo o caso, creio que estas Folhas Políticas, de cuja honradez cívica não reconheço a ninguém o direito de duvidar, levam dentro verdades suficientes para que sejam capazes de defender-se sozinhas, sem ajuda. Nem sequer a minha. José Saramago Caligrafia da capa por TERESA VILLAVERDE
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Não vai faltar quem me acuse de que alguns destes textos são desapiedados e injustos, que, tendo sido já politicamente inoportunos e impertinentes na própria época em que foram escritos, muito mais o vêm a ser agora, e que, argumento final, não é atitude das mais prudentes e sensatas da minha parte, considerando que todos nós temos os nossos "telhados de vidro", reabrir as chagas que o tempo, melhor ou pior, teve a caridade de cicatrizar. Disso, como de resto, pensará cada um o que quiser, e por isso responderá. Em todo o caso, creio que estas Folhas Políticas, de cuja honradez cívica não reconheço a ninguém o direito de duvidar, levam dentro verdades suficientes para que sejam capazes de defender-se sozinhas, sem ajuda. Nem sequer a minha. José Saramago Caligrafia da capa por TERESA VILLAVERDE
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. "Folhas Caídas", vindas a lume em abril de 1853, e "Flores sem Fruto", publicadas dezasseis anos antes, espelham a conturbada interioridade do poeta, um ser dominado por sentimentos contraditórios, dividido entre a imagem ideal do amor e a turbulência da paixão sensual. Os poemas destas duas coletâneas, imbuídos de uma vivência erótica até então nunca confessada, constituem um marco inovador na expressão do sentimento amoroso.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. "Folhas Caídas", vindas a lume em abril de 1853, e "Flores sem Fruto", publicadas dezasseis anos antes, espelham a conturbada interioridade do poeta, um ser dominado por sentimentos contraditórios, dividido entre a imagem ideal do amor e a turbulência da paixão sensual. Os poemas destas duas coletâneas, imbuídos de uma vivência erótica até então nunca confessada, constituem um marco inovador na expressão do sentimento amoroso.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este é o mais recente livro de poesia de Gastão Cruz, nome incontornável da poesia portuguesa contemporânea, reconhecido pelos leitores e pela crítica, como o prova a sua recente nomeação como finalista do Prémio Portugal Telecom de Literatura 2012.TW, "Dragon Country"Acreditávamos no tempo quandoo país do dragão era um espectáculode fronteira inviolável, e a angústianão saía de dentro do cenário, e aemoção era um lugar fictício:acreditar notempo o erro mais terrível
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este é o mais recente livro de poesia de Gastão Cruz, nome incontornável da poesia portuguesa contemporânea, reconhecido pelos leitores e pela crítica, como o prova a sua recente nomeação como finalista do Prémio Portugal Telecom de Literatura 2012.TW, "Dragon Country"Acreditávamos no tempo quandoo país do dragão era um espectáculode fronteira inviolável, e a angústianão saía de dentro do cenário, e aemoção era um lugar fictício:acreditar notempo o erro mais terrível
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