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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Novo romance do best-seller Augusto Cury. E se de repente você perdesse a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à sua vida? E se fosse paralisado pelos seus medos? Alan de Alcântara é um neurocirurgião bem-sucedido, que dedica grande parte do seu tempo à medicina. Cético e pragmático, não reconhece qualquer sinal de fraqueza em si e tem dificuldade em lidar com pessoas lentas. A sua vida profissional suga toda a sua energia, e, apesar de amar a sua inteligente filha Lucila e a sua adorável esposa Cláudia, mal convive com elas. Pensa que o amor é algo incondicional e não precisa de ser cuidado... Durante uma cirurgia, no entanto, Alan é acometido por uma crise de pânico e não é capaz de terminar o procedimento, deixando a responsabilidade para o seu auxiliar. Alan convence-se de que está a sofrer um ataque cardíaco, e não admite o diagnóstico: transtorno psíquico. O seu mal-estar jamais poderia ter origem emocional, pensa; isso é para fracos. Alan verá as suas certezas desmoronarem-se perante a doença - que irá significar, em última instância, uma oportunidade rara de se reconstruir como ser humano.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Novo romance do best-seller Augusto Cury. E se de repente você perdesse a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à sua vida? E se fosse paralisado pelos seus medos? Alan de Alcântara é um neurocirurgião bem-sucedido, que dedica grande parte do seu tempo à medicina. Cético e pragmático, não reconhece qualquer sinal de fraqueza em si e tem dificuldade em lidar com pessoas lentas. A sua vida profissional suga toda a sua energia, e, apesar de amar a sua inteligente filha Lucila e a sua adorável esposa Cláudia, mal convive com elas. Pensa que o amor é algo incondicional e não precisa de ser cuidado... Durante uma cirurgia, no entanto, Alan é acometido por uma crise de pânico e não é capaz de terminar o procedimento, deixando a responsabilidade para o seu auxiliar. Alan convence-se de que está a sofrer um ataque cardíaco, e não admite o diagnóstico: transtorno psíquico. O seu mal-estar jamais poderia ter origem emocional, pensa; isso é para fracos. Alan verá as suas certezas desmoronarem-se perante a doença - que irá significar, em última instância, uma oportunidade rara de se reconstruir como ser humano.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ninguém pense que o nosso protagonista, lá por ter recebido na pia o nome de Feliciano, reforçado pelo sobrenome de Boaventura, foi um homem feliz. Pelo contrário, foi a mais infeliz das criaturas, a quem tudo de mal aconteceu na sua existência breve, desde o berço até à cova. Seria caso para dizermos que o nome da personagem é tragicamente irónico — se não soubéssemos que é antes um inofensivo divertimento do autor. Feliciano é em primeiro lugar a história das mil desventuras de um homem malfadado, que aos poucos o vão levando à loucura e à morte. É também o retrato de uma vila do interior, com as suas figuras típicas e os seus tiques, e do seu confronto com os novos tempos que desembocam no 25 de Abril. E é ainda uma reflexão sobre o mistério da sorte e do azar.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ninguém pense que o nosso protagonista, lá por ter recebido na pia o nome de Feliciano, reforçado pelo sobrenome de Boaventura, foi um homem feliz. Pelo contrário, foi a mais infeliz das criaturas, a quem tudo de mal aconteceu na sua existência breve, desde o berço até à cova. Seria caso para dizermos que o nome da personagem é tragicamente irónico — se não soubéssemos que é antes um inofensivo divertimento do autor. Feliciano é em primeiro lugar a história das mil desventuras de um homem malfadado, que aos poucos o vão levando à loucura e à morte. É também o retrato de uma vila do interior, com as suas figuras típicas e os seus tiques, e do seu confronto com os novos tempos que desembocam no 25 de Abril. E é ainda uma reflexão sobre o mistério da sorte e do azar.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O "Dr. Tudo Esquadrinha", pseudónimo jocoso com que D. Francisco Manuel de Melo assinou este livro, deixou-nos uma obra em que as personagens falam entre si por meio de trocadilhos, ditos populares e jogos de palavras que ainda hoje usamos (sem sabermos de onde vêm) dando-lhe, como referiu Alexandre Herculano, "as graças e toque próprio da nossa língua portuguesa", um dos livros que são "ainda hoje relidos com prazer e por estudo.", afirma Camilo Castelo Branco. Herculano garante que este é um "livro curioso, em que estão lançadas metodicamente as metáforas e locuções populares da língua portuguesa, e que seria quase um manual para os escritores dramáticos, principalmente do género cómico, que quisessem fazer falar as suas personagens com frase conveniente. Mas não se fie no pisco Alexandre Herculano. Leia a "Feira dos Anexins"." Este livro traz água pela barba e, se é marinheiro de água doce, poderá achar que o texto às vezes não tem pés, nem cabeça, mas não fuja a quatro pés, que ninguém o tratou com sete pedras na mão. Vá lá, as suas personagens, a falarem sempre como cão com gato, só o querem entreter, com algum chiste, ou equívoco, bem ou mal cerzido. Vamos deixar de ser desbocados, mas garantimos-lhe que não vai andar com um burro à água porque, como disse Aristóteles, os Anexins "são os restos de uma filosofia primitiva, conservados, graças à sua engenhosa brevidade, através dos maiores desastres." - aquilo é ser sábio, que o bicho é grande sabichão.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O "Dr. Tudo Esquadrinha", pseudónimo jocoso com que D. Francisco Manuel de Melo assinou este livro, deixou-nos uma obra em que as personagens falam entre si por meio de trocadilhos, ditos populares e jogos de palavras que ainda hoje usamos (sem sabermos de onde vêm) dando-lhe, como referiu Alexandre Herculano, "as graças e toque próprio da nossa língua portuguesa", um dos livros que são "ainda hoje relidos com prazer e por estudo.", afirma Camilo Castelo Branco. Herculano garante que este é um "livro curioso, em que estão lançadas metodicamente as metáforas e locuções populares da língua portuguesa, e que seria quase um manual para os escritores dramáticos, principalmente do género cómico, que quisessem fazer falar as suas personagens com frase conveniente. Mas não se fie no pisco Alexandre Herculano. Leia a "Feira dos Anexins"." Este livro traz água pela barba e, se é marinheiro de água doce, poderá achar que o texto às vezes não tem pés, nem cabeça, mas não fuja a quatro pés, que ninguém o tratou com sete pedras na mão. Vá lá, as suas personagens, a falarem sempre como cão com gato, só o querem entreter, com algum chiste, ou equívoco, bem ou mal cerzido. Vamos deixar de ser desbocados, mas garantimos-lhe que não vai andar com um burro à água porque, como disse Aristóteles, os Anexins "são os restos de uma filosofia primitiva, conservados, graças à sua engenhosa brevidade, através dos maiores desastres." - aquilo é ser sábio, que o bicho é grande sabichão.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 576
Sinopse:
A PRIMEIRA NOVA EDIÇÃO DO FAUSTO EM 30 ANOS: uma edição crítica que revisita o génio literário de Fernando Pessoa. Uma parte crucial do teatro de Pessoa é a reinvenção da lenda do Fausto, que agora chega à sua primeira edição com aparato crítico, em novo volume da colecção dirigida por Jerónimo Pizarro. Revisitando e propondo datações para as centenas de manuscritos que compõem o Fausto, esta nova edição foi feita a partir do arquivo do poeta: - discute-se a atribuição de cada texto, incluindo-se poemas, fragmentos, planos e listas; - o corpus é apresentado por ordem cronológica, com dezenas de imagens do espólio de Pessoa e vários inéditos em português e em inglês. Fausto é um ser humano lendário que busca um conhecimento quiçá impossível. Mas a verdade é que o Fausto pessoano pode ser entendido de maneiras diversas: como drama inacabado em cinco actos, ou uma obra inacabável e não-linear. Esta nova edição liberta o Fausto da pretensão de uma unidade não atingida, e a obra ressurge enquanto "novo" livro de poemas sobre a busca incessante do conhecimento e seus abismos.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
A PRIMEIRA NOVA EDIÇÃO DO FAUSTO EM 30 ANOS: uma edição crítica que revisita o génio literário de Fernando Pessoa. Uma parte crucial do teatro de Pessoa é a reinvenção da lenda do Fausto, que agora chega à sua primeira edição com aparato crítico, em novo volume da colecção dirigida por Jerónimo Pizarro. Revisitando e propondo datações para as centenas de manuscritos que compõem o Fausto, esta nova edição foi feita a partir do arquivo do poeta: - discute-se a atribuição de cada texto, incluindo-se poemas, fragmentos, planos e listas; - o corpus é apresentado por ordem cronológica, com dezenas de imagens do espólio de Pessoa e vários inéditos em português e em inglês. Fausto é um ser humano lendário que busca um conhecimento quiçá impossível. Mas a verdade é que o Fausto pessoano pode ser entendido de maneiras diversas: como drama inacabado em cinco actos, ou uma obra inacabável e não-linear. Esta nova edição liberta o Fausto da pretensão de uma unidade não atingida, e a obra ressurge enquanto "novo" livro de poemas sobre a busca incessante do conhecimento e seus abismos.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Dois coronéis discutem Portugal à beira duma piscina, num monte alentejano. Nada lhes escapa. Duas mulheres mostram-se, em tudo, contrárias entre si. Um jovem vedor de água e jogador de xadrez, de muito bom feitio, arroja-se por essas carreteiras no seu estafado "Renault 4". Um tio misógino aconselha sabiamente o sobrinho. Soraia Marina, capitosa cantora pimba, embala as almas simples. Gil Vicente e o pote de Mofina Mendes também marcam presença. E um narrador curioso intervém com as suas perspicazes considerações, sob o olhar sempre atento de um mocho e de um melro, que assistem e, às vezes, comentam.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Dois coronéis discutem Portugal à beira duma piscina, num monte alentejano. Nada lhes escapa. Duas mulheres mostram-se, em tudo, contrárias entre si. Um jovem vedor de água e jogador de xadrez, de muito bom feitio, arroja-se por essas carreteiras no seu estafado "Renault 4". Um tio misógino aconselha sabiamente o sobrinho. Soraia Marina, capitosa cantora pimba, embala as almas simples. Gil Vicente e o pote de Mofina Mendes também marcam presença. E um narrador curioso intervém com as suas perspicazes considerações, sob o olhar sempre atento de um mocho e de um melro, que assistem e, às vezes, comentam.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Dois coronéis discutem Portugal à beira duma piscina, num monte alentejano. Nada lhes escapa. Duas mulheres mostram-se, em tudo, contrárias entre si. Um jovem vedor de água e jogador de xadrez, de muito bom feitio, arroja-se por essas carreteiras no seu estafado Renault 4. Um tio misógino aconselha sabiamente o sobrinho. Soraia Marina, capitosa cantora pimba, embala as almas simples. Gil Vicente e o pote de Mofina Mendes também marcam presença. E um narrador curioso intervém com as suas perspicazes considerações, sob o olhar sempre atento de um mocho e de um melro, que assistem e, às vezes, comentam.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Dois coronéis discutem Portugal à beira duma piscina, num monte alentejano. Nada lhes escapa. Duas mulheres mostram-se, em tudo, contrárias entre si. Um jovem vedor de água e jogador de xadrez, de muito bom feitio, arroja-se por essas carreteiras no seu estafado Renault 4. Um tio misógino aconselha sabiamente o sobrinho. Soraia Marina, capitosa cantora pimba, embala as almas simples. Gil Vicente e o pote de Mofina Mendes também marcam presença. E um narrador curioso intervém com as suas perspicazes considerações, sob o olhar sempre atento de um mocho e de um melro, que assistem e, às vezes, comentam.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Num consultório, em pleno transe hipnótico, Carlos Noronha é o narrador improvável de uma história que atravessa gerações. Nos anos quarenta, durante a Segunda Guerra Mundial, chega à Ericeira Otto Seelig, vinte e quatro anos de idade, apátrida nascido em Berlim em 1919, refugiado, fotógrafo. Muitos anos mais tarde, também na Ericeira, Marta Almeida instala-se na Pensão Miranda procurando obter informações sobre um avô paterno que nunca conheceu. As pistas de que dispõe são escassas e são já poucos os que conservam uma memória daqueles tempos. Neste romance surpreendente, Vítor Nogueira visita uma época marcante na história do século xx e os traumas que uma insólita mas não inverosímil sucessão de acontecimentos pode provocar em várias gerações. «Houve um tempo em que eu estava apaixonada por esse homem. E ríamo- nos muito e éramos felizes. Tanto quanto se consegue ser feliz com a sombra da guerra ao longe. Porque ele era um refugiado, Marta, certamente já percebeu. Um refugiado entre muitos que chegaram à Ericeira, um judeu nascido na Alemanha. A guerra faz dos tronos cadafalsos e dos louros faz ciprestes e das vitórias despojos. Foi com ele que aprendi.»
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Num consultório, em pleno transe hipnótico, Carlos Noronha é o narrador improvável de uma história que atravessa gerações. Nos anos quarenta, durante a Segunda Guerra Mundial, chega à Ericeira Otto Seelig, vinte e quatro anos de idade, apátrida nascido em Berlim em 1919, refugiado, fotógrafo. Muitos anos mais tarde, também na Ericeira, Marta Almeida instala-se na Pensão Miranda procurando obter informações sobre um avô paterno que nunca conheceu. As pistas de que dispõe são escassas e são já poucos os que conservam uma memória daqueles tempos. Neste romance surpreendente, Vítor Nogueira visita uma época marcante na história do século xx e os traumas que uma insólita mas não inverosímil sucessão de acontecimentos pode provocar em várias gerações. «Houve um tempo em que eu estava apaixonada por esse homem. E ríamo- nos muito e éramos felizes. Tanto quanto se consegue ser feliz com a sombra da guerra ao longe. Porque ele era um refugiado, Marta, certamente já percebeu. Um refugiado entre muitos que chegaram à Ericeira, um judeu nascido na Alemanha. A guerra faz dos tronos cadafalsos e dos louros faz ciprestes e das vitórias despojos. Foi com ele que aprendi.»
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Partindo da sua experiência pessoal como artista e divulgador cultural, Martim Sousa Tavares convoca o leitor para uma reflexão sobre o modo como nos relacionamos com a arte nas suas múltiplas expressões: a cena de um filme de João César Monteiro, as subtilezas escondidas numa partitura de Monteverdi, o deslumbramento captado por um poema de Sophia, a paixão por Veneza, cidade a que regressa todos os anos. A beleza pode não precisar de livro de instruções, mas a arte é uma forma de partilha onde o entusiasmo da mediação, o modo de ver, acrescenta significados ao objecto artístico, seja ele uma sinfonia, uma pintura ou um poema. É nesse diálogo permanente que este primeiro livro de Martim Sousa Tavares - assumindo os gostos do autor e não procurando ser consensual - pretende que seja o leitor a ter a última palavra.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Partindo da sua experiência pessoal como artista e divulgador cultural, Martim Sousa Tavares convoca o leitor para uma reflexão sobre o modo como nos relacionamos com a arte nas suas múltiplas expressões: a cena de um filme de João César Monteiro, as subtilezas escondidas numa partitura de Monteverdi, o deslumbramento captado por um poema de Sophia, a paixão por Veneza, cidade a que regressa todos os anos. A beleza pode não precisar de livro de instruções, mas a arte é uma forma de partilha onde o entusiasmo da mediação, o modo de ver, acrescenta significados ao objecto artístico, seja ele uma sinfonia, uma pintura ou um poema. É nesse diálogo permanente que este primeiro livro de Martim Sousa Tavares - assumindo os gostos do autor e não procurando ser consensual - pretende que seja o leitor a ter a última palavra.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 426
Sinopse:
Em 1968 Armando Rodrigues foi a Angola chamado pela tia Helena. O que lhe aconteceu nos meses em que permaneceu na Fazenda Sizalinda, perto de Benguela, enquanto os jovens da sua geração combatiam nas florestas dos Dembos e nas planícies do Leste, durante a guerra colonial, é um segredo que o atormentou durante toda a vida. Passados quarenta anos decidiu acertar contas com o passado e revelar à sua família essa viagem a África. As respostas que Armando Rodrigues e Leonor Brandão, filha de Helena, procuravam sobre o passado, conduziram-nos num mundo de ressentimentos dos que saíram de África, deixando para trás os bens e, principalmente, os sonhos. Daqueles a quem chamaram retornados, embora nunca tenham vivido na terra aonde a guerra os fez retornar. Mas descobrem um outro mundo muito mais perturbante: o dos que lutaram por uma nova África e sentem a tristeza da realidade. Dos que foram inimigos por uma causa comum: o amor a África!
Nº Páginas: 426
Sinopse:
Em 1968 Armando Rodrigues foi a Angola chamado pela tia Helena. O que lhe aconteceu nos meses em que permaneceu na Fazenda Sizalinda, perto de Benguela, enquanto os jovens da sua geração combatiam nas florestas dos Dembos e nas planícies do Leste, durante a guerra colonial, é um segredo que o atormentou durante toda a vida. Passados quarenta anos decidiu acertar contas com o passado e revelar à sua família essa viagem a África. As respostas que Armando Rodrigues e Leonor Brandão, filha de Helena, procuravam sobre o passado, conduziram-nos num mundo de ressentimentos dos que saíram de África, deixando para trás os bens e, principalmente, os sonhos. Daqueles a quem chamaram retornados, embora nunca tenham vivido na terra aonde a guerra os fez retornar. Mas descobrem um outro mundo muito mais perturbante: o dos que lutaram por uma nova África e sentem a tristeza da realidade. Dos que foram inimigos por uma causa comum: o amor a África!
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 160
Sinopse:
13 de Maio de 1506: ao desembarcar em Constantinopla a, Miguel Ângelo sabe que enfrenta o poderio e a cólera de Júlio II, papa guerreiro e mau pagador, para quem deixou preparada a edificação de um túmulo em Roma. Mas como não havia de responder ao convite do sultão Bayazid, que, depois de ter recusado os planos de Leonardo da Vinci, lhe propõe a concepção de uma ponte sobre o Corno de Ouro? Assim começa este romance, todo ele feito de alusões históricas, que se serve de um facto concreto para expor os mistérios daquela viagem. Perturbante como o encontro do homem do Renascimento com as belezas do mundo otomano, exato e cinzelado como uma peça de ourivesaria, este retrato do artista em pleno trabalho é também uma fascinante reflexão sobre o ato de criar e sobre o simbolismo de um gesto inacabado para a outra margem da civilização. É que, através da crónica dessas poucas semanas da História, Mathias Énard esboça uma geografia política cujas hesitações ainda hoje, passados cinco séculos, são igualmente sensíveis.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
13 de Maio de 1506: ao desembarcar em Constantinopla a, Miguel Ângelo sabe que enfrenta o poderio e a cólera de Júlio II, papa guerreiro e mau pagador, para quem deixou preparada a edificação de um túmulo em Roma. Mas como não havia de responder ao convite do sultão Bayazid, que, depois de ter recusado os planos de Leonardo da Vinci, lhe propõe a concepção de uma ponte sobre o Corno de Ouro? Assim começa este romance, todo ele feito de alusões históricas, que se serve de um facto concreto para expor os mistérios daquela viagem. Perturbante como o encontro do homem do Renascimento com as belezas do mundo otomano, exato e cinzelado como uma peça de ourivesaria, este retrato do artista em pleno trabalho é também uma fascinante reflexão sobre o ato de criar e sobre o simbolismo de um gesto inacabado para a outra margem da civilização. É que, através da crónica dessas poucas semanas da História, Mathias Énard esboça uma geografia política cujas hesitações ainda hoje, passados cinco séculos, são igualmente sensíveis.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A voz da fadista Rosa Cabral transporta a dor de não saber quem é o seu pai e da paixão tumultuosa que vive com um homem casado. Abusado na infância, o amante de Rosa tornou-se um sedutor violento. Em busca da identidade perdida, a protagonista cruza-se com Farimah, iraniana fugida de um casamento forçado, que se tornará sua amiga e confidente. Mandela, português de origem africana, e Luísa, a filha bastarda de um aristocrata, são outros personagens centrais nesta história de desenraizados radicais, que se vão descobrindo cúmplices num mundo em que as fronteiras nunca são tão fluidas como parecem. Os dramas do quotidiano individual cruzam-se neste livro com as tragédias colectivas: o ataque às Torres Gémeas de Nova Iorque, as sequelas da sida e o crescimento do fundamentalismo islâmico alteram a existência e as escolhas de cada uma das personagens. A história viaja entre Lisboa, Londres, Nova Iorque, São Paulo e Rio de Janeiro - e tem o fado como música de fundo. Um fado também ele em mudança, que substitui a resignação ao destino pela força do erotismo. Riso e lágrimas, alegria e desespero, paixão e desejo, percorrem esta narrativa estereofónica plena de humor, poesia, acção e reflexão.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A voz da fadista Rosa Cabral transporta a dor de não saber quem é o seu pai e da paixão tumultuosa que vive com um homem casado. Abusado na infância, o amante de Rosa tornou-se um sedutor violento. Em busca da identidade perdida, a protagonista cruza-se com Farimah, iraniana fugida de um casamento forçado, que se tornará sua amiga e confidente. Mandela, português de origem africana, e Luísa, a filha bastarda de um aristocrata, são outros personagens centrais nesta história de desenraizados radicais, que se vão descobrindo cúmplices num mundo em que as fronteiras nunca são tão fluidas como parecem. Os dramas do quotidiano individual cruzam-se neste livro com as tragédias colectivas: o ataque às Torres Gémeas de Nova Iorque, as sequelas da sida e o crescimento do fundamentalismo islâmico alteram a existência e as escolhas de cada uma das personagens. A história viaja entre Lisboa, Londres, Nova Iorque, São Paulo e Rio de Janeiro - e tem o fado como música de fundo. Um fado também ele em mudança, que substitui a resignação ao destino pela força do erotismo. Riso e lágrimas, alegria e desespero, paixão e desejo, percorrem esta narrativa estereofónica plena de humor, poesia, acção e reflexão.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma cerveja, um engate. Mais um copo, mais uma mulher. Aventuroso e obsceno, divertido e desesperado, desbocado e ao mesmo tempo lírico, Factótum é o segundo romance do grande Charles Bukowski, nunca antes publicado em Portugal. Uma espécie de retrato do artista enquanto jovem, este é decididamente um dos melhores e mais marcantes escritos do autor americano.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma cerveja, um engate. Mais um copo, mais uma mulher. Aventuroso e obsceno, divertido e desesperado, desbocado e ao mesmo tempo lírico, Factótum é o segundo romance do grande Charles Bukowski, nunca antes publicado em Portugal. Uma espécie de retrato do artista enquanto jovem, este é decididamente um dos melhores e mais marcantes escritos do autor americano.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 1956 saía nas edições Einaudi, em Itália, as "Fiabe Italiane", uma obra de cerca de mil páginas, que tinha como objectivo reunir os contos e fábulas das várias regiões italianas, que o escritor Italo Calvino havia compilado, durante dois anos, comparando-os e reescrevendo-os, à semelhança dos irmãos Grimm que, como diz Calvino, não são sózinhos os "autores" dos seus contos, já que o "são também as narradoras e os narradores de cuja boca os Grimm os ouviram, e assim por diante todos os homens e mulheres que transmitiram esses contos de boca em boca sabe-se lá através de quantos séculos". Estes contos e fábulas, "contados por Calvino" com uma linguagem próxima do tom imediato e popular dos dialectos originais tornaram-se assim uma referência como obra de recriação. Em Portugal são editados em três volumes, sendo este o segundo. Um mundo maravilhoso, fantástico e fascinante, tão verdadeiro como os contos de fadas, que como Calvino dizia, "são (mesmo) verdadeiros". "Italo Calvino recolheu duzentos contos populares das diferentes regiões e dialectos de Itália. O resultado foi uma das mais fascinantes obras da literatura italiana." Público, "Mil Folhas", 23/12/2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 1956 saía nas edições Einaudi, em Itália, as "Fiabe Italiane", uma obra de cerca de mil páginas, que tinha como objectivo reunir os contos e fábulas das várias regiões italianas, que o escritor Italo Calvino havia compilado, durante dois anos, comparando-os e reescrevendo-os, à semelhança dos irmãos Grimm que, como diz Calvino, não são sózinhos os "autores" dos seus contos, já que o "são também as narradoras e os narradores de cuja boca os Grimm os ouviram, e assim por diante todos os homens e mulheres que transmitiram esses contos de boca em boca sabe-se lá através de quantos séculos". Estes contos e fábulas, "contados por Calvino" com uma linguagem próxima do tom imediato e popular dos dialectos originais tornaram-se assim uma referência como obra de recriação. Em Portugal são editados em três volumes, sendo este o segundo. Um mundo maravilhoso, fantástico e fascinante, tão verdadeiro como os contos de fadas, que como Calvino dizia, "são (mesmo) verdadeiros". "Italo Calvino recolheu duzentos contos populares das diferentes regiões e dialectos de Itália. O resultado foi uma das mais fascinantes obras da literatura italiana." Público, "Mil Folhas", 23/12/2000
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 294
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 294
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 692
Sinopse:
O que faz o supremo encanto de La Fontaine como fabulista, o que constitui a sua imensa superioridade sobre todos os que antes e depois dele trataram este mesmo género, não é decerto a originalidade, porque raríssimas serão as fábulas cuja ideia ele não houvesse encontrado em Esopo e em Fedro, nos fabulários da Idade Média, ou nos contos italianos; não é também a beleza excecional do estilo, nem a pureza da metrificação. O que constitui o seu encanto supremo é a vida potente que ele sabe dar a todos esses animais que se movem no imenso tablado da natureza, que falam a linguagem que ele lhes presta, obedecendo a paixões que ele lhes atribui.
Nº Páginas: 692
Sinopse:
O que faz o supremo encanto de La Fontaine como fabulista, o que constitui a sua imensa superioridade sobre todos os que antes e depois dele trataram este mesmo género, não é decerto a originalidade, porque raríssimas serão as fábulas cuja ideia ele não houvesse encontrado em Esopo e em Fedro, nos fabulários da Idade Média, ou nos contos italianos; não é também a beleza excecional do estilo, nem a pureza da metrificação. O que constitui o seu encanto supremo é a vida potente que ele sabe dar a todos esses animais que se movem no imenso tablado da natureza, que falam a linguagem que ele lhes presta, obedecendo a paixões que ele lhes atribui.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Esta viagem é assim. Necessita de enredos, como combustível. Perder tempo com as histórias que vou encontrando não atrasa a viagem - dá-lhe movimento."Percorrer a costa portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, é uma das mais belas viagens que se pode fazer na Europa.Há muitas formas de cruzar essa orla magnífica, incrivelmente variada e harmoniosa. Esta é uma jornada de repórter. Uma narrativa que inclui as estradas, as paisagens, as praias, as cidades, mas também as pessoas, as histórias.Um casino numa aldeia, uma capela que desapareceu misteriosamente, a última noite de uma discoteca de praia, um parque de campismo proibido a campistas, uma comunidade de amor livre, um homem que vive sozinho numa ilha, um pescador que comunica com os peixes.O que se pode descobrir quando, com uma moto, uma tenda e todo um Verão pela frente, mergulhamos no mundo da beiramar portuguesa?Este livro é uma colecção de achados de viagem. Formas de vida, sombras do passado, pequenas utopias redentoras. Pode ser lido como um guia das praias e dos caminhos, um diário de aventura, ou um ensaio sobre a identidade portuguesa.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Esta viagem é assim. Necessita de enredos, como combustível. Perder tempo com as histórias que vou encontrando não atrasa a viagem - dá-lhe movimento."Percorrer a costa portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, é uma das mais belas viagens que se pode fazer na Europa.Há muitas formas de cruzar essa orla magnífica, incrivelmente variada e harmoniosa. Esta é uma jornada de repórter. Uma narrativa que inclui as estradas, as paisagens, as praias, as cidades, mas também as pessoas, as histórias.Um casino numa aldeia, uma capela que desapareceu misteriosamente, a última noite de uma discoteca de praia, um parque de campismo proibido a campistas, uma comunidade de amor livre, um homem que vive sozinho numa ilha, um pescador que comunica com os peixes.O que se pode descobrir quando, com uma moto, uma tenda e todo um Verão pela frente, mergulhamos no mundo da beiramar portuguesa?Este livro é uma colecção de achados de viagem. Formas de vida, sombras do passado, pequenas utopias redentoras. Pode ser lido como um guia das praias e dos caminhos, um diário de aventura, ou um ensaio sobre a identidade portuguesa.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro romance de Houellebecq acompanha a odisseia desencantada de um informático de meia-idade, cujo papel é o de observador dos movimentos humanos e das banalidades que se dizem à volta das máquinas de café. Um romance que faz uma análise - dura e irónica, ao melhor estilo de Houellebecq - do vazio da vida contemporânea
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro romance de Houellebecq acompanha a odisseia desencantada de um informático de meia-idade, cujo papel é o de observador dos movimentos humanos e das banalidades que se dizem à volta das máquinas de café. Um romance que faz uma análise - dura e irónica, ao melhor estilo de Houellebecq - do vazio da vida contemporânea
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em 1958, vive-se na Europa um clima de otimismo e modernidade. Em Bruxelas, prepara-se a maior exposição mundial do século XX, uma oportunidade histórica para unir todas as nações no pós-guerra. O governo inglês debate-se com a imagem que quer projetar do país. Um desnorte que talvez explique a decisão de enviar Thomas para a Bélgica. A sua missão: assegurar o bom funcionamento do pavilhão britânico. Mal chega, o ingénuo Thomas pensa ter aterrado de cabeça num admirável mundo novo. Em Londres, a sua vida é convencional. Em Bruxelas, longe da família e do escritório soturno, rodeado de mulheres atraentes e disponíveis, sente-se livre pela primeira vez. Mas a Guerra Fria está ao rubro, o pavilhão ganhou uma alarmante vida própria e há dois homens de gabardina e chapéu constantemente no seu caminho. E ele acaba finalmente por perceber que a sua emancipação tardia tem um preço…
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em 1958, vive-se na Europa um clima de otimismo e modernidade. Em Bruxelas, prepara-se a maior exposição mundial do século XX, uma oportunidade histórica para unir todas as nações no pós-guerra. O governo inglês debate-se com a imagem que quer projetar do país. Um desnorte que talvez explique a decisão de enviar Thomas para a Bélgica. A sua missão: assegurar o bom funcionamento do pavilhão britânico. Mal chega, o ingénuo Thomas pensa ter aterrado de cabeça num admirável mundo novo. Em Londres, a sua vida é convencional. Em Bruxelas, longe da família e do escritório soturno, rodeado de mulheres atraentes e disponíveis, sente-se livre pela primeira vez. Mas a Guerra Fria está ao rubro, o pavilhão ganhou uma alarmante vida própria e há dois homens de gabardina e chapéu constantemente no seu caminho. E ele acaba finalmente por perceber que a sua emancipação tardia tem um preço…
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 260
Sinopse:
"Um homem e uma mulher deixam Lisboa para se dirigiram a Tomar, onde decorre um congresso, mas é em Aveiro que passam o fim-de-semana. O homem quer deixar a mulher, não é capaz de lhe dizer, e finalmente ela resolve deixá-lo. A mulher regressa sozinha. O homem desapareceu. Mais tarde, encontra-se o seu corpo na ria de Aveiro. Suicidou-se. Há pássaros junto do cadáver."
Nº Páginas: 260
Sinopse:
"Um homem e uma mulher deixam Lisboa para se dirigiram a Tomar, onde decorre um congresso, mas é em Aveiro que passam o fim-de-semana. O homem quer deixar a mulher, não é capaz de lhe dizer, e finalmente ela resolve deixá-lo. A mulher regressa sozinha. O homem desapareceu. Mais tarde, encontra-se o seu corpo na ria de Aveiro. Suicidou-se. Há pássaros junto do cadáver."
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Relato dos últimos quatro dias da vida de Rui S. Rui visita a mãe que está a morrer de cancro numa clínica em Lisboa; parte, em seguida, com a mulher, Marília, para um congresso em Tomar, mas, a meio da viagem, muda de ideias e seguem para uma estalagem em Aveiro, à beira da ria, para uma estadia a sós. Na realidade, o seu propósito é falar a Marília do desejo de separação, mas acaba por ser a mulher que lhe comunica, ao terceiro dia, a vontade de se separar dele. No domingo, Rui sai cedo do quarto da estalagem para passear na ria enquanto a mulher regressa sozinha a Lisboa. Horas depois, rui suicida-se nas margens do Vouga, olhando os bandos de pássaros.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Relato dos últimos quatro dias da vida de Rui S. Rui visita a mãe que está a morrer de cancro numa clínica em Lisboa; parte, em seguida, com a mulher, Marília, para um congresso em Tomar, mas, a meio da viagem, muda de ideias e seguem para uma estalagem em Aveiro, à beira da ria, para uma estadia a sós. Na realidade, o seu propósito é falar a Marília do desejo de separação, mas acaba por ser a mulher que lhe comunica, ao terceiro dia, a vontade de se separar dele. No domingo, Rui sai cedo do quarto da estalagem para passear na ria enquanto a mulher regressa sozinha a Lisboa. Horas depois, rui suicida-se nas margens do Vouga, olhando os bandos de pássaros.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Experiências com a verdade reúne um conjunto de textos, prefácios e entrevistas que Paul Auster foi escrevendo ao longo dos anos, incluindo essa “peça de culto” que dá pelo nome de O Caderno Vermelho, até agora publicada separadamente. Paul Auster reflecte aqui s obre o acto e a arte de escrever, sobre os segredos que sustêm a narrativa, e revela-nos algumas das mais surpreendentes manifestações do acaso, esses impressionantes cruzamentos das linhas do destino, as sombras fascinantes que a vida projecta sobre os muros da caverna da literatura. Como escreveu Cármen Rodríguez Santos no suplemento cultural do diário espanhol ABC, Experiências com a verdade "não é um livro só para “austerianos”, mas para todos aqueles que desejem penetrar nos mecanismos da própria ficção."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Experiências com a verdade reúne um conjunto de textos, prefácios e entrevistas que Paul Auster foi escrevendo ao longo dos anos, incluindo essa “peça de culto” que dá pelo nome de O Caderno Vermelho, até agora publicada separadamente. Paul Auster reflecte aqui s obre o acto e a arte de escrever, sobre os segredos que sustêm a narrativa, e revela-nos algumas das mais surpreendentes manifestações do acaso, esses impressionantes cruzamentos das linhas do destino, as sombras fascinantes que a vida projecta sobre os muros da caverna da literatura. Como escreveu Cármen Rodríguez Santos no suplemento cultural do diário espanhol ABC, Experiências com a verdade "não é um livro só para “austerianos”, mas para todos aqueles que desejem penetrar nos mecanismos da própria ficção."
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 382
Sinopse:
As vozes de quatro mulheres reconstroem a narrativa de que são actores os quatro companheiros delas e que se centra na acção de uma rede bombista de extrema-direita a actuar em Portugal a seguir ao 25 de Abril. Sendo personagens menos relevantes para a acção principal do que os companheiros, é, no entanto, a voz destas mulheres que reconstrói os acontecimentos e marca as suas diferenças de estatuto. A complexidade de relações entre elas define a forma como cada uma se sente em relação às outras e se sente por elas considerada ou desconsiderada. Gradualmente, as relações entre estas mulheres, limitadas a viver na sombra dos homens, irão mudar no sentido de pôr fim quer à sua situação pessoal, quer à continuação das acções da rede bombista.
Nº Páginas: 382
Sinopse:
As vozes de quatro mulheres reconstroem a narrativa de que são actores os quatro companheiros delas e que se centra na acção de uma rede bombista de extrema-direita a actuar em Portugal a seguir ao 25 de Abril. Sendo personagens menos relevantes para a acção principal do que os companheiros, é, no entanto, a voz destas mulheres que reconstrói os acontecimentos e marca as suas diferenças de estatuto. A complexidade de relações entre elas define a forma como cada uma se sente em relação às outras e se sente por elas considerada ou desconsiderada. Gradualmente, as relações entre estas mulheres, limitadas a viver na sombra dos homens, irão mudar no sentido de pôr fim quer à sua situação pessoal, quer à continuação das acções da rede bombista.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em "Eva Luna", Isabel Allende recupera o seu país através da memória e da imaginação. Eva, a cativante protagonista da narrativa, constitui um nostálgico "alter ego" da autora, pois também ela acredita que radica nas histórias o segredo da vida e do mundo. Filha da selva, do analfabetismo e da pobreza, Eva luta tenazmente por conquistar o seu espaço no mundo, sem nunca perder o encanto feminino. Nesta obra, marcada por um profundo humanismo, Isabel Allende consegue fundir o destino individual com o coletivo através de uma fulgurante prosa, confirmando-se como uma das maiores escritoras dos nossos tempos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em "Eva Luna", Isabel Allende recupera o seu país através da memória e da imaginação. Eva, a cativante protagonista da narrativa, constitui um nostálgico "alter ego" da autora, pois também ela acredita que radica nas histórias o segredo da vida e do mundo. Filha da selva, do analfabetismo e da pobreza, Eva luta tenazmente por conquistar o seu espaço no mundo, sem nunca perder o encanto feminino. Nesta obra, marcada por um profundo humanismo, Isabel Allende consegue fundir o destino individual com o coletivo através de uma fulgurante prosa, confirmando-se como uma das maiores escritoras dos nossos tempos.
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