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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Christian Grey quer exercer um controlo férreo sobre todas as coisas, o seu universo é meticuloso, disciplinado e profundamente vazio - até ao dia em que Anastasia Steele dá um trambolhão no seu escritório, numa confusão de pernas bem torneadas e revoltos cabelos castanhos. Ele bem tenta esquecer que a conheceu, mas em vez disso é invadido por um turbilhão de emoções que não consegue compreender… e ao qual é incapaz de resistir. Ao contrário de todas as mulheres que conheceu antes, a tímida Ana parece conseguir vê-lo como ele realmente é - um coração frio e ferido que a faceta de génio dos negócios e o estilo de playboy não conseguem esconder. Será que possuir Ana será suficiente para que Christian se livre dos horrores de infância que ainda hoje o perseguem, noite após noite? Ou será que os seus negros desejos sexuais, a sua obsessão pelo controlo, e o ódio contra si mesmo que lhe preenchem a alma vão afastar Ana e destruir para sempre a frágil esperança que ela lhe oferece?
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Christian Grey quer exercer um controlo férreo sobre todas as coisas, o seu universo é meticuloso, disciplinado e profundamente vazio - até ao dia em que Anastasia Steele dá um trambolhão no seu escritório, numa confusão de pernas bem torneadas e revoltos cabelos castanhos. Ele bem tenta esquecer que a conheceu, mas em vez disso é invadido por um turbilhão de emoções que não consegue compreender… e ao qual é incapaz de resistir. Ao contrário de todas as mulheres que conheceu antes, a tímida Ana parece conseguir vê-lo como ele realmente é - um coração frio e ferido que a faceta de génio dos negócios e o estilo de playboy não conseguem esconder. Será que possuir Ana será suficiente para que Christian se livre dos horrores de infância que ainda hoje o perseguem, noite após noite? Ou será que os seus negros desejos sexuais, a sua obsessão pelo controlo, e o ódio contra si mesmo que lhe preenchem a alma vão afastar Ana e destruir para sempre a frágil esperança que ela lhe oferece?
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Desapareceram os patrões tirânicos, as cardenhas degradantes, os salários de fome. As rogas descem da Montanha de camioneta, a alimentação melhorou, o trabalho é menos duro. Também o rio já não tem cachões, afogados em albufeiras de calmaria.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Desapareceram os patrões tirânicos, as cardenhas degradantes, os salários de fome. As rogas descem da Montanha de camioneta, a alimentação melhorou, o trabalho é menos duro. Também o rio já não tem cachões, afogados em albufeiras de calmaria.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Direcção: Carlos Vaz Marques; Direcção de imagem: Daniel Blaufuks; Capa: André Carrilho Textos de: Adriana Lisboa, José Eduardo Agualusa e Valério Romão, entre outros grandes nomes da literatura lusófona Dois ensaios fotográficos; Ilustrações originais CONTEÚDO INTEGRAL MANTIDO EM SEGREDO ATÉ AO LANÇAMENTO DA REVISTA.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Direcção: Carlos Vaz Marques; Direcção de imagem: Daniel Blaufuks; Capa: André Carrilho Textos de: Adriana Lisboa, José Eduardo Agualusa e Valério Romão, entre outros grandes nomes da literatura lusófona Dois ensaios fotográficos; Ilustrações originais CONTEÚDO INTEGRAL MANTIDO EM SEGREDO ATÉ AO LANÇAMENTO DA REVISTA.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo número da GRANTA EM LÍNGUA PORTUGUESA é dedicado ao tema SONO/SONHO. Conta com textos de autores como Jon Fosse, Haruki Murakami, Ondjaki, Catarina Gomes, Sérgio Rodrigues, Cláudia R. Sampaio e Afonso Reis Cabral. "Tenho um sono excelente, gabava-se Freud, e sabemos mais ou menos o que isto significa; mas será que tinha também sonhos excelentes? Se a mente nunca dorme, então o sonho é o guardião do sono. Como é, aliás, o guardião da vida desperta. Mas o que é o sonho? Uma profecia? Um caos insignificante de estímulos e incongruências? Um conjunto de dramatizações e deslocamentos? Ou a vinda à superfície de desejos reprimidos?" — Pedro Mexia "Sono e sonho são experiências universais, comuns a todos os seres humanos, e ao mesmo tempo intensamente individuais. A coexistência dessas duas dimensões fica mais evidente em certos momentos da história, como o que estamos vivendo agora. É um momento oportuno para pensar no que o sono e o sonho têm a nos dizer, e é disso que trata esta edição." — Gustavo Pacheco Revista literária com publicação simultânea em Portugal e no Brasil, com DIRECÇÃO de Pedro Mexia e Gustavo Pacheco, e DIRECÇÃO DE IMAGEM de Daniel Blaufuks.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo número da GRANTA EM LÍNGUA PORTUGUESA é dedicado ao tema SONO/SONHO. Conta com textos de autores como Jon Fosse, Haruki Murakami, Ondjaki, Catarina Gomes, Sérgio Rodrigues, Cláudia R. Sampaio e Afonso Reis Cabral. "Tenho um sono excelente, gabava-se Freud, e sabemos mais ou menos o que isto significa; mas será que tinha também sonhos excelentes? Se a mente nunca dorme, então o sonho é o guardião do sono. Como é, aliás, o guardião da vida desperta. Mas o que é o sonho? Uma profecia? Um caos insignificante de estímulos e incongruências? Um conjunto de dramatizações e deslocamentos? Ou a vinda à superfície de desejos reprimidos?" — Pedro Mexia "Sono e sonho são experiências universais, comuns a todos os seres humanos, e ao mesmo tempo intensamente individuais. A coexistência dessas duas dimensões fica mais evidente em certos momentos da história, como o que estamos vivendo agora. É um momento oportuno para pensar no que o sono e o sonho têm a nos dizer, e é disso que trata esta edição." — Gustavo Pacheco Revista literária com publicação simultânea em Portugal e no Brasil, com DIRECÇÃO de Pedro Mexia e Gustavo Pacheco, e DIRECÇÃO DE IMAGEM de Daniel Blaufuks.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo número da GRANTA EM LÍNGUA PORTUGUESA é sobre TRAIÇÃO e conta com textos de autores como Paulo Portas, Kalaf Epalanga, Noemi Jaffe ou John le Carré. Pode ser uma situação amorosa, um confronto de poder, uma ferida familiar ou uma questão de valores, mais íntima ou mais universal, tão religiosa como científica. A traição é multidisciplinar, transversal, global, e acompanha a humanidade desde tempos imemoriais, sempre a par com as histórias que contamos, com os nossos mitos, com a literatura, como se vê nesta reunião de textos originais em língua portuguesa ou traduzidos pela primeira vez a partir dos arquivos da Granta internacional. Revista literária com publicação simultânea em Portugal e no Brasil.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo número da GRANTA EM LÍNGUA PORTUGUESA é sobre TRAIÇÃO e conta com textos de autores como Paulo Portas, Kalaf Epalanga, Noemi Jaffe ou John le Carré. Pode ser uma situação amorosa, um confronto de poder, uma ferida familiar ou uma questão de valores, mais íntima ou mais universal, tão religiosa como científica. A traição é multidisciplinar, transversal, global, e acompanha a humanidade desde tempos imemoriais, sempre a par com as histórias que contamos, com os nossos mitos, com a literatura, como se vê nesta reunião de textos originais em língua portuguesa ou traduzidos pela primeira vez a partir dos arquivos da Granta internacional. Revista literária com publicação simultânea em Portugal e no Brasil.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 244
Sinopse:
O novo número da Granta em Língua Portuguesa é dedicado ao Cinema. Editado 124 anos depois da sessão dos irmãos Lumière que apresentou ao mundo o poder do cinema, o novo número da Granta em Língua Portuguesa é a prova de que, apesar de toda a gente já se ter habituado às imagens em movimento, estas continuam a fascinar-nos e a ter efeitos imprevisíveis no imaginário colectivo. Numa reunião de textos originais de autores portugueses e brasileiros, e outros tantos de reconhecidos autores internacionais traduzidos pela primeira vez a partir dos arquivos da Granta, o cinema aparece como maneira de conhecer o mundo, espelho de ídolos imortais ou de memórias de infância, mas também, como não podia deixar de ser, na sua relação com a escrita, com a literatura e com o imenso universo da ficção. Revista literária com publicação simultânea em Portugal e no Brasil, dirigida por Pedro Mexia e Gustavo Pacheco.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
O novo número da Granta em Língua Portuguesa é dedicado ao Cinema. Editado 124 anos depois da sessão dos irmãos Lumière que apresentou ao mundo o poder do cinema, o novo número da Granta em Língua Portuguesa é a prova de que, apesar de toda a gente já se ter habituado às imagens em movimento, estas continuam a fascinar-nos e a ter efeitos imprevisíveis no imaginário colectivo. Numa reunião de textos originais de autores portugueses e brasileiros, e outros tantos de reconhecidos autores internacionais traduzidos pela primeira vez a partir dos arquivos da Granta, o cinema aparece como maneira de conhecer o mundo, espelho de ídolos imortais ou de memórias de infância, mas também, como não podia deixar de ser, na sua relação com a escrita, com a literatura e com o imenso universo da ficção. Revista literária com publicação simultânea em Portugal e no Brasil, dirigida por Pedro Mexia e Gustavo Pacheco.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Novo número da Granta em língua Portuguesa, com publicação simultânea em Portugal e no Brasil. A direcção da Granta é a partir de agora assegurada por Pedro Mexia e Gustavo Pacheco, que dão uma nova identidade à revista. Ambos escritores, críticos literários e tradutores, Pedro Mexia e Gustavo Pacheco escolhem, respectivamente, os autores portugueses e os autores brasileiros de cada novo número, partilhando ainda a escolha dos textos do arquivo histórico da Granta em língua inglesa. Desta vez, o tema é Futuro, e os textos espelham a diversidade de abordagens - políticas, íntimas, filosóficas, místicas - que o mote suscita. Textos originais de Álvaro Domingues, Ana Paula Maia, Antônio Xerxenesky, Joca Reiners Terron, Julia Wähmann, Margarida Vale de Gato, Paulo Tunhas, Ricardo Domeneck, Rogério Casanova. Textos estrangeiros de Anita Brookner, Chris Petit, Eugene Lim, Jillian Weise, Philip K. Dick e Rick Moody. Ensaio fotográficos de Miguel Soares e Claudia Jaguaribe (curadoria de Daniel Blaufuks)
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Sinopse:
Novo número da Granta em língua Portuguesa, com publicação simultânea em Portugal e no Brasil. A direcção da Granta é a partir de agora assegurada por Pedro Mexia e Gustavo Pacheco, que dão uma nova identidade à revista. Ambos escritores, críticos literários e tradutores, Pedro Mexia e Gustavo Pacheco escolhem, respectivamente, os autores portugueses e os autores brasileiros de cada novo número, partilhando ainda a escolha dos textos do arquivo histórico da Granta em língua inglesa. Desta vez, o tema é Futuro, e os textos espelham a diversidade de abordagens - políticas, íntimas, filosóficas, místicas - que o mote suscita. Textos originais de Álvaro Domingues, Ana Paula Maia, Antônio Xerxenesky, Joca Reiners Terron, Julia Wähmann, Margarida Vale de Gato, Paulo Tunhas, Ricardo Domeneck, Rogério Casanova. Textos estrangeiros de Anita Brookner, Chris Petit, Eugene Lim, Jillian Weise, Philip K. Dick e Rick Moody. Ensaio fotográficos de Miguel Soares e Claudia Jaguaribe (curadoria de Daniel Blaufuks)
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Direcção: Carlos Vaz Marques; Direcção de imagem: Daniel Blaufuks; Capa: André Carrilho. Textos de: Sérgio Sant’Anna e José Gardeazabal, entre outros grandes nomes da literatura lusófona Dois ensaios fotográficos Ilustrações originais
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Direcção: Carlos Vaz Marques; Direcção de imagem: Daniel Blaufuks; Capa: André Carrilho. Textos de: Sérgio Sant’Anna e José Gardeazabal, entre outros grandes nomes da literatura lusófona Dois ensaios fotográficos Ilustrações originais
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conteúdo integral da Granta 9 mantido em segredo até ao lançamento da revista. Textos de Richard Zimler, Ana Margarida de Carvalho e José Tolentino Mendonça, entre outros grandes nomes da literatura, além de um autor-revelação. Desta vez, não há ensaio fotográfico - em seu lugar, uma SURPRESA ABSOLUTA, que fará da Granta 9 um número incontornável.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conteúdo integral da Granta 9 mantido em segredo até ao lançamento da revista. Textos de Richard Zimler, Ana Margarida de Carvalho e José Tolentino Mendonça, entre outros grandes nomes da literatura, além de um autor-revelação. Desta vez, não há ensaio fotográfico - em seu lugar, uma SURPRESA ABSOLUTA, que fará da Granta 9 um número incontornável.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Tema: Medo | Capa: Jorge Colombo | Conteúdo integral da Granta 8 mantido em segredo até ao lançamento da revista. | Textos de Alexandra Lucas Coelho e Valério Romão, um regresso à Granta | Conto de Clara Ferreira Alves | Inédito de Svetlana Alexievitch, Prémio Nobel da Literatura, entre outros grandes nomes da literatura. | Ensaio fotográfico: Daniel Blaufuks | Ilustrações originais: João Fazenda | Mais de 35 000 exemplares vendidos dos 7 primeiros números | 40 000 seguidores no Facebook
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Tema: Medo | Capa: Jorge Colombo | Conteúdo integral da Granta 8 mantido em segredo até ao lançamento da revista. | Textos de Alexandra Lucas Coelho e Valério Romão, um regresso à Granta | Conto de Clara Ferreira Alves | Inédito de Svetlana Alexievitch, Prémio Nobel da Literatura, entre outros grandes nomes da literatura. | Ensaio fotográfico: Daniel Blaufuks | Ilustrações originais: João Fazenda | Mais de 35 000 exemplares vendidos dos 7 primeiros números | 40 000 seguidores no Facebook
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A Granta 2 abre com a autobiografia ficcional de um certo presidente africano, registada pelo escritor José Eduardo Agualusa. Fica para os leitores a tarefa de detectarem as diferenças e as perigosas semelhanças entre ficção e realidade.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A Granta 2 abre com a autobiografia ficcional de um certo presidente africano, registada pelo escritor José Eduardo Agualusa. Fica para os leitores a tarefa de detectarem as diferenças e as perigosas semelhanças entre ficção e realidade.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Tema: Palco. Capa: Jorge Colombo. Conteúdo integral da Granta 7 mantido em segredo até ao lançamento da revista. Textos de Abel Barros Baptista, Teresa Veiga, Jacinto Lucas Pires, Julian Barnes e Harold Pinter, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação. Ensaio fotográfico: Augusto Brázio. Ilustrações originais: Danuta Wojciechowska. Granta, revista literária dirigida por Carlos Vaz Marques. Mais de 32 000 exemplares vendidos dos 6 primeiros números. 40 000 seguidores no Facebook.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Tema: Palco. Capa: Jorge Colombo. Conteúdo integral da Granta 7 mantido em segredo até ao lançamento da revista. Textos de Abel Barros Baptista, Teresa Veiga, Jacinto Lucas Pires, Julian Barnes e Harold Pinter, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação. Ensaio fotográfico: Augusto Brázio. Ilustrações originais: Danuta Wojciechowska. Granta, revista literária dirigida por Carlos Vaz Marques. Mais de 32 000 exemplares vendidos dos 6 primeiros números. 40 000 seguidores no Facebook.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Tema: Noite. Capa: Jorge Colombo. Conteúdo integral da Granta 6 mantido em segredo até ao lançamento da revista. Textos de Matilde Campilho, Nuno Júdice, William Boyd, Robert Macfarlane, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação. Ensaio fotográfico de Jordi Burch. Ilustrações originais de Rachel Caiano.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Tema: Noite. Capa: Jorge Colombo. Conteúdo integral da Granta 6 mantido em segredo até ao lançamento da revista. Textos de Matilde Campilho, Nuno Júdice, William Boyd, Robert Macfarlane, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação. Ensaio fotográfico de Jordi Burch. Ilustrações originais de Rachel Caiano.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Falhar melhor. O temperamento de cada um ditará se há na expressão de Beckett pessimismo, optimismo ou resignação. Ela é de tal modo poderosa, que corre o risco de vir a banalizar-se. Talvez já esteja à beira do lugar-comum. Dá bons títulos. É preciso voltar a lê-la no contexto em que nos foi oferecida pelo escritor irlandês em Worstward Ho, um dos seus últimos trabalhos. ‘Tudo desde sempre. Nunca outra coisa. Nunca ter tentado. Nunca ter falhado. Não importa. Tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor.’ O desafio lançado aos autores que fazem este número da Granta está contido na brecha aberta entre o optimismo e o pessimismo, entre a ideia de falhar e a perspectiva de aperfeiçoamento. Um salto sem rede." Carlos Vaz Marques, do Editorial Textos de Jonathan Franzen, Herta Müller e Bruno Vieira Amaral, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação Ensaio fotográfico e ilustrações originais.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Falhar melhor. O temperamento de cada um ditará se há na expressão de Beckett pessimismo, optimismo ou resignação. Ela é de tal modo poderosa, que corre o risco de vir a banalizar-se. Talvez já esteja à beira do lugar-comum. Dá bons títulos. É preciso voltar a lê-la no contexto em que nos foi oferecida pelo escritor irlandês em Worstward Ho, um dos seus últimos trabalhos. ‘Tudo desde sempre. Nunca outra coisa. Nunca ter tentado. Nunca ter falhado. Não importa. Tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor.’ O desafio lançado aos autores que fazem este número da Granta está contido na brecha aberta entre o optimismo e o pessimismo, entre a ideia de falhar e a perspectiva de aperfeiçoamento. Um salto sem rede." Carlos Vaz Marques, do Editorial Textos de Jonathan Franzen, Herta Müller e Bruno Vieira Amaral, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação Ensaio fotográfico e ilustrações originais.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é "fogo que arde sem se ver". O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima. Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é "fogo que arde sem se ver". O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima. Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 176
Sinopse:
João Pedro Vala, personagem do escritor João Pedro Vala, é um pobre coitado. De onde vem, não sabe. Para onde vai, menos ainda. Entre burguês e boémio, entre pecador e santo, entre o Bairro das Colónias e uma Loures expandida até ao infinito, João Pedro fantasia o seu lugar no mundo. Tão cómico quanto melancólico, vive como quem não sabe dar troco no autocarro — como quem mal sabe embarcar. Holden Caulfield à portuguesa, com laivos de desalento bem-humorado, deambula pelo mundo com o mal-estar de um permanente turista na sua própria terra e na sua própria pele, tentando responder a essa grande pergunta: mas afinal quem é João Pedro Vala? Esta história, em que o vazio da existência se vai confundindo com uma constrangedora falta de jeito para habitar um mundo que se desejaria deslocado apenas dois ou três passos para o lado, tem no centro um protagonista sentado nu numa marquesa de hospital, à espera de um diagnóstico que tarda em chegar.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
João Pedro Vala, personagem do escritor João Pedro Vala, é um pobre coitado. De onde vem, não sabe. Para onde vai, menos ainda. Entre burguês e boémio, entre pecador e santo, entre o Bairro das Colónias e uma Loures expandida até ao infinito, João Pedro fantasia o seu lugar no mundo. Tão cómico quanto melancólico, vive como quem não sabe dar troco no autocarro — como quem mal sabe embarcar. Holden Caulfield à portuguesa, com laivos de desalento bem-humorado, deambula pelo mundo com o mal-estar de um permanente turista na sua própria terra e na sua própria pele, tentando responder a essa grande pergunta: mas afinal quem é João Pedro Vala? Esta história, em que o vazio da existência se vai confundindo com uma constrangedora falta de jeito para habitar um mundo que se desejaria deslocado apenas dois ou três passos para o lado, tem no centro um protagonista sentado nu numa marquesa de hospital, à espera de um diagnóstico que tarda em chegar.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Gráfico de Vendas com Orquídea" apresenta um conjunto de textos seleccionados pelo autor e publicados em vida. Com este volume fechamos, por um lado, a série de obras editadas de Dinis Machado, e anunciamos, por outro, a publicação de vários volumes temáticos de crónicas.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Gráfico de Vendas com Orquídea" apresenta um conjunto de textos seleccionados pelo autor e publicados em vida. Com este volume fechamos, por um lado, a série de obras editadas de Dinis Machado, e anunciamos, por outro, a publicação de vários volumes temáticos de crónicas.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Gosto de gostar dos meus filhos, gosto de gostar dos meus amigos, gosto de gostar do meu trabalho, até gosto de gostar de mim. Enfim, "gostar de gostar" é, de facto, muito mais do que gostar." Sol numa manhã de Outono, o cheiro a alfazema das gavetas das nossas avós, uma tarde entre amigos, o calor da família. Pessoas, lugares, canções, perfumes, recordações: são inúmeras as coisas de que gostamos de gostar e que tornam as nossas vidas mais plenas. É de como "gostar de gostar" preenche a nossa vida que Helena Sacadura Cabral fala nestas páginas.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Gosto de gostar dos meus filhos, gosto de gostar dos meus amigos, gosto de gostar do meu trabalho, até gosto de gostar de mim. Enfim, "gostar de gostar" é, de facto, muito mais do que gostar." Sol numa manhã de Outono, o cheiro a alfazema das gavetas das nossas avós, uma tarde entre amigos, o calor da família. Pessoas, lugares, canções, perfumes, recordações: são inúmeras as coisas de que gostamos de gostar e que tornam as nossas vidas mais plenas. É de como "gostar de gostar" preenche a nossa vida que Helena Sacadura Cabral fala nestas páginas.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Natália e Cecília não se conhecem. São duas mulheres jovens muito diferentes, uma introvertida e amargurada, a outra confiante e determinada. Mas têm a irmaná-las o excesso de peso - e, apesar de cada uma lidar com ele à sua maneira, fugindo do espelho ou assumindo o corpo, a verdade é que nem sempre é fácil viver numa sociedade com os cânones de beleza instituídos e na qual se convive diariamente com o preconceito. Natália está convencida de que não merece ser feliz; Cecília, pelo contrário, numa atitude desafiante, defende a beleza das suas curvas e o seu direito à felicidade, independentemente da diferença e da discriminação social. Num mundo em que se mascara a felicidade com plásticas e dietas loucas, Rute Coelho construiu uma história realista e surpreendente sobre a forma como podemos e devemos assumir o nosso corpo, aprendendo a gostar dele através das mudanças necessárias.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Natália e Cecília não se conhecem. São duas mulheres jovens muito diferentes, uma introvertida e amargurada, a outra confiante e determinada. Mas têm a irmaná-las o excesso de peso - e, apesar de cada uma lidar com ele à sua maneira, fugindo do espelho ou assumindo o corpo, a verdade é que nem sempre é fácil viver numa sociedade com os cânones de beleza instituídos e na qual se convive diariamente com o preconceito. Natália está convencida de que não merece ser feliz; Cecília, pelo contrário, numa atitude desafiante, defende a beleza das suas curvas e o seu direito à felicidade, independentemente da diferença e da discriminação social. Num mundo em que se mascara a felicidade com plásticas e dietas loucas, Rute Coelho construiu uma história realista e surpreendente sobre a forma como podemos e devemos assumir o nosso corpo, aprendendo a gostar dele através das mudanças necessárias.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Por que razão o registo do número de entradas diárias no metro de Buenos Aires é inferior ao das saídas? Será possível assistirmos a um acontecimento na nossa cidade para depois descobrirmos que o mesmo teve lugar numa outra? Até onde pode chegar o amor de um grupo de cinéfilos pela sua actriz favorita? "Gostamos tanto da Glenda", originalmente publicado em 1980, e até hoje inédito no nosso país, contém alguns dos mais famosos contos escritos por Julio Cortázar. Histórias onde desfilam os temas que este autor soube, como poucos, converter em literatura: os sonhos, os gatos, o cinema, a música, o tempo; e onde a realidade quotidiana é a primeira a destabilizar a ordem natural das coisas.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Por que razão o registo do número de entradas diárias no metro de Buenos Aires é inferior ao das saídas? Será possível assistirmos a um acontecimento na nossa cidade para depois descobrirmos que o mesmo teve lugar numa outra? Até onde pode chegar o amor de um grupo de cinéfilos pela sua actriz favorita? "Gostamos tanto da Glenda", originalmente publicado em 1980, e até hoje inédito no nosso país, contém alguns dos mais famosos contos escritos por Julio Cortázar. Histórias onde desfilam os temas que este autor soube, como poucos, converter em literatura: os sonhos, os gatos, o cinema, a música, o tempo; e onde a realidade quotidiana é a primeira a destabilizar a ordem natural das coisas.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Goodbye, Mr. Cheng" nada tem a ver com o que por aí se edita. Nuno Gomes dos Santos assume a grave responsabilidade que lhe confere o estatuto de escritor, de grande escritor. Não vale a pena procurar o "enredo" deste livro: ele está no desenvolvimento da própria leitura, e existe na cabeça de cada leitor. É outra determinante da sua grandeza."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Goodbye, Mr. Cheng" nada tem a ver com o que por aí se edita. Nuno Gomes dos Santos assume a grave responsabilidade que lhe confere o estatuto de escritor, de grande escritor. Não vale a pena procurar o "enredo" deste livro: ele está no desenvolvimento da própria leitura, e existe na cabeça de cada leitor. É outra determinante da sua grandeza."
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O primeiro livro de Philip Roth foi premiado e granjeou-lhe imediatamente a reputação de escritor de ironia explosiva, capacidade de observação impiedosa e compaixão pelas suas personagens, mesmo pelas mais desprovidas de sentido da realidade. "Goodbye, Columbus" é a história de Neil Klugman e da bonita e ousada Brenda Patimkin, ele da pobre Newark, ela do bairro suburbano de Short Hills, que se conhecem numas férias de Verão e mergulham numa relação que diz tanto das classes sociais e da suspeita como do amor. A novela é acompanhada de cinco contos cujo registo vai da iconoclastia à ternura sem reservas.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O primeiro livro de Philip Roth foi premiado e granjeou-lhe imediatamente a reputação de escritor de ironia explosiva, capacidade de observação impiedosa e compaixão pelas suas personagens, mesmo pelas mais desprovidas de sentido da realidade. "Goodbye, Columbus" é a história de Neil Klugman e da bonita e ousada Brenda Patimkin, ele da pobre Newark, ela do bairro suburbano de Short Hills, que se conhecem numas férias de Verão e mergulham numa relação que diz tanto das classes sociais e da suspeita como do amor. A novela é acompanhada de cinco contos cujo registo vai da iconoclastia à ternura sem reservas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"[…] a festividade religiosa (do presépio à missa do Galo) e a sua paralela celebração secular e jubilante quase sempre no plano da família; o contraste mais ou menos chocante entre Graça e desgraça, ou entre grupos e condições sociais; o regresso de alguém que, regra geral, estava ausente havia muito; a evocação do tempo e das vivências do passado; a reconciliação entre os homens; por vezes o sofrimento, a tragédia ou a violência numa quadra que não deveria comportá-los; quase sempre a ruralidade do meio em que a acção decorre (nesta colectânea, todavia, com algumas excepções nítidas); como cenário de fundo, é frequente a contraposição do mau tempo (chuva, frio, neve, ventania) a um ambiente aconchegado e familiar." Mais de quarenta histórias natalícias da pena dos grandes clássicos portugueses dos séculos XIX e XX, escolhidas por Vasco Graça Moura. Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Fialho de Almeida, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Ferreira de Castro, José Régio, Vitorino Nemésio, Gaspar Simões, Miguel Torga, Alves Redol, Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, José Saramago, Natália Nunes, Maria Ondina Braga, Isabel da Nóbrega e José Eduardo Agualusa, entre muitos outros.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"[…] a festividade religiosa (do presépio à missa do Galo) e a sua paralela celebração secular e jubilante quase sempre no plano da família; o contraste mais ou menos chocante entre Graça e desgraça, ou entre grupos e condições sociais; o regresso de alguém que, regra geral, estava ausente havia muito; a evocação do tempo e das vivências do passado; a reconciliação entre os homens; por vezes o sofrimento, a tragédia ou a violência numa quadra que não deveria comportá-los; quase sempre a ruralidade do meio em que a acção decorre (nesta colectânea, todavia, com algumas excepções nítidas); como cenário de fundo, é frequente a contraposição do mau tempo (chuva, frio, neve, ventania) a um ambiente aconchegado e familiar." Mais de quarenta histórias natalícias da pena dos grandes clássicos portugueses dos séculos XIX e XX, escolhidas por Vasco Graça Moura. Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Fialho de Almeida, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Ferreira de Castro, José Régio, Vitorino Nemésio, Gaspar Simões, Miguel Torga, Alves Redol, Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, José Saramago, Natália Nunes, Maria Ondina Braga, Isabel da Nóbrega e José Eduardo Agualusa, entre muitos outros.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Giz Preto é a fulgurante estreia poética de Gonçalo Fernandes.EPIFANIA COMANECINas Olimpíadas realizadas em Montreal no ano de 1976 os júris das provas de ginástica em barras assimétricas e o resto do mundo (excepto os placards electrónicos) por várias ocasiões consideraram desprezáveis todas – mas todas! – as máculas naturais e terrenas de Nadia Comaneci O próprio Movimento sorriu pela primeira vez Metade do Tempo gelara de comoção na barra superior de punhos fechados sob uma intocável verticalidade quando o Tempo Restante efectuou a sua saída pela paralela sem mãos a voar Foi a última vez que o Movimento derramou uma lágrima e essa lágrima não era de ouro mas de água e sal como as lágrimas humanas Foi em 1976, nos Jogos Olímpicos de Montreal, Canadá Menos de um minuto de Nadia Comaneci a sós com duas barras paralelas assimétricas e o resto é paisagem –o século
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Giz Preto é a fulgurante estreia poética de Gonçalo Fernandes.EPIFANIA COMANECINas Olimpíadas realizadas em Montreal no ano de 1976 os júris das provas de ginástica em barras assimétricas e o resto do mundo (excepto os placards electrónicos) por várias ocasiões consideraram desprezáveis todas – mas todas! – as máculas naturais e terrenas de Nadia Comaneci O próprio Movimento sorriu pela primeira vez Metade do Tempo gelara de comoção na barra superior de punhos fechados sob uma intocável verticalidade quando o Tempo Restante efectuou a sua saída pela paralela sem mãos a voar Foi a última vez que o Movimento derramou uma lágrima e essa lágrima não era de ouro mas de água e sal como as lágrimas humanas Foi em 1976, nos Jogos Olímpicos de Montreal, Canadá Menos de um minuto de Nadia Comaneci a sós com duas barras paralelas assimétricas e o resto é paisagem –o século
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Oitavo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, "Geografia" foi publicado pela primeira vez em 1967, pelas Edições Ática. Deste livro fala-nos Frederico Lourenço, eloquentemente, no seu prefácio a esta edição: "Trata-se de um livro cujo carisma de perfeição tenho vindo a confirmar renovadamente através de sucessivas releituras ao longo de várias décadas: livro onde não encontro somente alguns dos momentos mais altos da obra da autora, porque nele se encontram alguns dos momentos mais extraordinários de toda a história da poesia em língua portuguesa. Digo mais: "Geografia" contém enunciados poéticos que disputam com famosos versos de Virgílio, de Racine e de Keats a palma do verso mais belo da literatura universal." A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, e mantém a antiga grafia.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Oitavo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, "Geografia" foi publicado pela primeira vez em 1967, pelas Edições Ática. Deste livro fala-nos Frederico Lourenço, eloquentemente, no seu prefácio a esta edição: "Trata-se de um livro cujo carisma de perfeição tenho vindo a confirmar renovadamente através de sucessivas releituras ao longo de várias décadas: livro onde não encontro somente alguns dos momentos mais altos da obra da autora, porque nele se encontram alguns dos momentos mais extraordinários de toda a história da poesia em língua portuguesa. Digo mais: "Geografia" contém enunciados poéticos que disputam com famosos versos de Virgílio, de Racine e de Keats a palma do verso mais belo da literatura universal." A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, e mantém a antiga grafia.
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