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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Se dependesse de si a criação de uma nova sociedade, e não soubesse quem iria ser nela - rico ou pobre, homem ou mulher, homo ou heterossexual -, como quereria que essa sociedade fosse definida? Economista e filósofo, Daniel Chandler propõe-nos uma reflexão tão premente quanto necessária, partindo da tese de Uma Teoria da Justiça, de John Rawls, considerado o mais importante filósofo político do século XX. O autor defende que há uma forma de sairmos da crise social e política que vivemos atualmente: temos de pensar e agir com base no liberalismo igualitário. Para começarmos a mudança, precisamos de reestruturar os pilares da sociedade, e Daniel Chandler mostra-nos como podemos atingir objetivos, a seu ver, fundamentais: proteger a liberdade de discurso e ultrapassar as lutas culturais
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Se dependesse de si a criação de uma nova sociedade, e não soubesse quem iria ser nela - rico ou pobre, homem ou mulher, homo ou heterossexual -, como quereria que essa sociedade fosse definida? Economista e filósofo, Daniel Chandler propõe-nos uma reflexão tão premente quanto necessária, partindo da tese de Uma Teoria da Justiça, de John Rawls, considerado o mais importante filósofo político do século XX. O autor defende que há uma forma de sairmos da crise social e política que vivemos atualmente: temos de pensar e agir com base no liberalismo igualitário. Para começarmos a mudança, precisamos de reestruturar os pilares da sociedade, e Daniel Chandler mostra-nos como podemos atingir objetivos, a seu ver, fundamentais: proteger a liberdade de discurso e ultrapassar as lutas culturais
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Edição: Ago 2023
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Quando a democracia está ameaçada em tantos lugares do mundo, um dos filósofos mais lidos do século XX mostra-nos os perigos que enfrentamos e os caminhos que podemos tomar para reclamarmos a liberdade. Estávamos na década de 1990 e a América vivia o triunfo do capitalismo liberal, depois do final da Guerra Fria. Porém, num cenário de paz e prosperidade, abriam-se já pequenas frestas que indiciavam os não longínquos riscos que ameaçariam o país-bandeira da liberdade. O aviso foi feito por Michael J. Sandel, então uma voz emergente no palco dos maiores pensadores mundiais, e agitou as águas. A confiança dos mercados começava a corroer a vida do cidadão comum, e o sentimento de impotência iria ter consequências: não faltaria muito para que as fronteiras fossem mais rígidas, a distinção entre «os de dentro e os de fora» se acentuasse e as políticas panfletárias de «defesa da cultura e do país», por aqueles que se julgariam donos da América, ganhassem terreno. Agora, chega pela primeira vez a Portugal aquele que é um dos livros mais perspicazes sobre a divisão da América atual. Um texto que, originalmente, foi visionário, como hoje se prova, e a que o autor regressa para tirar conclusões sobre o momento presente. Democratas e Republicanos estão empenhados numa globalização promovida por argumentos financeiros, criaram uma sociedade de vencedores e perdedores, e o cenário político tornou-se altamente tóxico. Como podemos inverter a marcha desastrosa da democracia? A solução, defende Sandel, começa e acaba aqui: reconfigurar a economia e devolver o poder aos cidadãos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Quando a democracia está ameaçada em tantos lugares do mundo, um dos filósofos mais lidos do século XX mostra-nos os perigos que enfrentamos e os caminhos que podemos tomar para reclamarmos a liberdade. Estávamos na década de 1990 e a América vivia o triunfo do capitalismo liberal, depois do final da Guerra Fria. Porém, num cenário de paz e prosperidade, abriam-se já pequenas frestas que indiciavam os não longínquos riscos que ameaçariam o país-bandeira da liberdade. O aviso foi feito por Michael J. Sandel, então uma voz emergente no palco dos maiores pensadores mundiais, e agitou as águas. A confiança dos mercados começava a corroer a vida do cidadão comum, e o sentimento de impotência iria ter consequências: não faltaria muito para que as fronteiras fossem mais rígidas, a distinção entre «os de dentro e os de fora» se acentuasse e as políticas panfletárias de «defesa da cultura e do país», por aqueles que se julgariam donos da América, ganhassem terreno. Agora, chega pela primeira vez a Portugal aquele que é um dos livros mais perspicazes sobre a divisão da América atual. Um texto que, originalmente, foi visionário, como hoje se prova, e a que o autor regressa para tirar conclusões sobre o momento presente. Democratas e Republicanos estão empenhados numa globalização promovida por argumentos financeiros, criaram uma sociedade de vencedores e perdedores, e o cenário político tornou-se altamente tóxico. Como podemos inverter a marcha desastrosa da democracia? A solução, defende Sandel, começa e acaba aqui: reconfigurar a economia e devolver o poder aos cidadãos.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Muitas vezes, as soluções já existem. E estão mais perto do que imaginamos. Dinamarca: 100% de energia renovável até 2030. Islândia: No topo dos rankings de igualdade de género há uma década. Coreia do sul: Esperança de vida não tardará a chegar aos noventa anos. Como é que estes países alcançaram resultados tão notáveis? E como podemos aplicar essas soluções às nossas próprias comunidades, ao nosso país? O futuro que queremos já está aqui - só não está uniformemente distribuído. ao coligir pela primeira vez soluções com provas dadas para os problemas mais prementes da nossa sociedade, da violência à desigualdade, Andrew Wear demonstra que o mundo em que queremos viver já está ao nosso alcance. Numa época de pessimismo generalizado, Resolvido é mais do que uma dose muito necessária de otimismo. Informativo, acessível e revelador, este é um livro que celebra o poder do engenho humano para tornar o futuro mais positivo - e possível - para todos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Muitas vezes, as soluções já existem. E estão mais perto do que imaginamos. Dinamarca: 100% de energia renovável até 2030. Islândia: No topo dos rankings de igualdade de género há uma década. Coreia do sul: Esperança de vida não tardará a chegar aos noventa anos. Como é que estes países alcançaram resultados tão notáveis? E como podemos aplicar essas soluções às nossas próprias comunidades, ao nosso país? O futuro que queremos já está aqui - só não está uniformemente distribuído. ao coligir pela primeira vez soluções com provas dadas para os problemas mais prementes da nossa sociedade, da violência à desigualdade, Andrew Wear demonstra que o mundo em que queremos viver já está ao nosso alcance. Numa época de pessimismo generalizado, Resolvido é mais do que uma dose muito necessária de otimismo. Informativo, acessível e revelador, este é um livro que celebra o poder do engenho humano para tornar o futuro mais positivo - e possível - para todos.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A presente coletânea, a que o autor deu o feliz título de O Universo num Grão de Areia, reúne discursos e artigos de Mia Couto proferidos e publicados nos mais diversos lugares e perante as mais diversas audiências: uma conferência no Estoril, num artigo no jornal britânico The Times, discursos numa Universidade do estado norte-americano de Oklahoma e numa Universidade moçambicana de Maputo, etc. Apesar de toda esta diversidade, o livro apresenta-se-nos com uma grande unidade, assente na atitude de responsabilidade, que o autor nunca abandona, perante os problemas do mundo de hoje. Como já acontecera em E se Obama Fosse Africano, o leitor encontra aqui, apresentada de uma forma muito viva e diferente, uma reflexão sobre os grandes problemas de mundo de hoje.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A presente coletânea, a que o autor deu o feliz título de O Universo num Grão de Areia, reúne discursos e artigos de Mia Couto proferidos e publicados nos mais diversos lugares e perante as mais diversas audiências: uma conferência no Estoril, num artigo no jornal britânico The Times, discursos numa Universidade do estado norte-americano de Oklahoma e numa Universidade moçambicana de Maputo, etc. Apesar de toda esta diversidade, o livro apresenta-se-nos com uma grande unidade, assente na atitude de responsabilidade, que o autor nunca abandona, perante os problemas do mundo de hoje. Como já acontecera em E se Obama Fosse Africano, o leitor encontra aqui, apresentada de uma forma muito viva e diferente, uma reflexão sobre os grandes problemas de mundo de hoje.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas que têm percurso político próprio e trajectória conhecida, como Spínola, Costa Gomes, Kaúlza de Arriaga, Deslandes, Américo Thomaz, Barbieri Cardoso, Marcello Caetano, Luz Cunha, Santos e Castro, nomes que marcaram uma época e a muitos dos quais faltou, na hora própria, um poder de comando inequívoco. O livro fornece esse comando na pessoa de um jovem político e a conjuntura muda porque se tecem novas determinações nos ânimos de grupos de decisores. O golpe de Estado não triunfa, o que era perfeitamente possível, mas o exacto statu quo vigente também se altera. Procura-se problematizar, através de um ensaio hipotético e reflexivo, uma realidade não explorada, mas verosímil, sobre o que poderia ter sido o fracasso do golpe de Estado, os seus impactos político-militares e o rumo alternativo que o País poderia ter seguido, sendo todos os acontecimentos valorados sob o olhar de um jovem ministro imaginário do Antigo Regime, que é o protagonista da narrativa. Sintetizando o propósito desta história paralela: será possível afirmar que o processo democrático em Portugal só poderia ter tido lugar através da Revolução dos Cravos, da autocracia do Conselho da Revolução, da descolonização desordenada e do chamado Processo Revolucionário (PREC) que coletivizou as grandes empresas, ao invés de ter experimentado, como em Espanha e na Europa de Leste, uma transição para a democracia com custos económicos, sociais e territoriais menos pesados e traumáticos?
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas que têm percurso político próprio e trajectória conhecida, como Spínola, Costa Gomes, Kaúlza de Arriaga, Deslandes, Américo Thomaz, Barbieri Cardoso, Marcello Caetano, Luz Cunha, Santos e Castro, nomes que marcaram uma época e a muitos dos quais faltou, na hora própria, um poder de comando inequívoco. O livro fornece esse comando na pessoa de um jovem político e a conjuntura muda porque se tecem novas determinações nos ânimos de grupos de decisores. O golpe de Estado não triunfa, o que era perfeitamente possível, mas o exacto statu quo vigente também se altera. Procura-se problematizar, através de um ensaio hipotético e reflexivo, uma realidade não explorada, mas verosímil, sobre o que poderia ter sido o fracasso do golpe de Estado, os seus impactos político-militares e o rumo alternativo que o País poderia ter seguido, sendo todos os acontecimentos valorados sob o olhar de um jovem ministro imaginário do Antigo Regime, que é o protagonista da narrativa. Sintetizando o propósito desta história paralela: será possível afirmar que o processo democrático em Portugal só poderia ter tido lugar através da Revolução dos Cravos, da autocracia do Conselho da Revolução, da descolonização desordenada e do chamado Processo Revolucionário (PREC) que coletivizou as grandes empresas, ao invés de ter experimentado, como em Espanha e na Europa de Leste, uma transição para a democracia com custos económicos, sociais e territoriais menos pesados e traumáticos?
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em "Tortura Branca", Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer crime: são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento Mulheres, Vida, Liberdade, Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em "Tortura Branca", Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer crime: são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento Mulheres, Vida, Liberdade, Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Escrever sobre o Médio Oriente desde 7 de outubro de 2023 é mergulhar num abismo muito escuro, submergir na escuridão do trauma e da mudança dos tempos. Recolher as vozes dos dois lados: sobreviventes, familiares de reféns, habitantes de Gaza... Entre eles médicos, jornalistas, fotógrafos, soldados, diplomatas, filhos de deportados, políticos, antigos embaixadores, negociadores... que contam neste livro a história do seu 7 de outubro, do seu Israel, da sua Palestina
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Escrever sobre o Médio Oriente desde 7 de outubro de 2023 é mergulhar num abismo muito escuro, submergir na escuridão do trauma e da mudança dos tempos. Recolher as vozes dos dois lados: sobreviventes, familiares de reféns, habitantes de Gaza... Entre eles médicos, jornalistas, fotógrafos, soldados, diplomatas, filhos de deportados, políticos, antigos embaixadores, negociadores... que contam neste livro a história do seu 7 de outubro, do seu Israel, da sua Palestina
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 2021, quando os meios de comunicação social se banqueteavam com o Facebook Files, Frances Haugen assumiu-se como a ex-funcionária que denunciou a empresa através da divulgação de dezenas de milhares de páginas de documentos. Depôs perante o Congresso e falou aos meios de comunicação social. Foi saudada no primeiro discurso do Estado da Nação feito pelo presidente Joe Biden. Garantiu que toda a gente percebia exatamente o que aqueles documentos revelavam: o Facebook sabia que tinha acidentalmente alterado o seu algoritmo para recompensar o extremismo, e recusou-se a corrigir essa falha. Sabia que os seus utilizadores estavam a usar a plataforma para fomentar a violência, espalhar falsidades e diminuir a autoestima de jovens mulheres. Mas porque foi Haugen a única funcionária da empresa a ousar dar um passo em frente? A resposta a esta pergunta está na história inspiradora da vida e uma jovem e nas escolhas que fez.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 2021, quando os meios de comunicação social se banqueteavam com o Facebook Files, Frances Haugen assumiu-se como a ex-funcionária que denunciou a empresa através da divulgação de dezenas de milhares de páginas de documentos. Depôs perante o Congresso e falou aos meios de comunicação social. Foi saudada no primeiro discurso do Estado da Nação feito pelo presidente Joe Biden. Garantiu que toda a gente percebia exatamente o que aqueles documentos revelavam: o Facebook sabia que tinha acidentalmente alterado o seu algoritmo para recompensar o extremismo, e recusou-se a corrigir essa falha. Sabia que os seus utilizadores estavam a usar a plataforma para fomentar a violência, espalhar falsidades e diminuir a autoestima de jovens mulheres. Mas porque foi Haugen a única funcionária da empresa a ousar dar um passo em frente? A resposta a esta pergunta está na história inspiradora da vida e uma jovem e nas escolhas que fez.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Noroeste dos Estados Unidos sempre teve um clima ameno. Até 2021, imaginar ali uma onda de calor assassina parecia tão improvável como ver neve no deserto do Saara. Mas no Verão desse ano, em 24 horas, a temperatura subiu dos 24,5 para os 45,5 graus. o que aconteceu nos três dias seguintes não pode ser contabilizado apenas em mortos, e foram mais de mil. Árvores explodiram, frutas secaram, salmões sufocaram, o asfalto derreteu. É sobre este tipo de calor que nos fala o premiado jornalista Je Goodell, a partir de diferentes pontos do planeta, do Ártico à Antártida. Na ilha de Ba.n, Je. tem um encontro aterrador com um urso polar
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Noroeste dos Estados Unidos sempre teve um clima ameno. Até 2021, imaginar ali uma onda de calor assassina parecia tão improvável como ver neve no deserto do Saara. Mas no Verão desse ano, em 24 horas, a temperatura subiu dos 24,5 para os 45,5 graus. o que aconteceu nos três dias seguintes não pode ser contabilizado apenas em mortos, e foram mais de mil. Árvores explodiram, frutas secaram, salmões sufocaram, o asfalto derreteu. É sobre este tipo de calor que nos fala o premiado jornalista Je Goodell, a partir de diferentes pontos do planeta, do Ártico à Antártida. Na ilha de Ba.n, Je. tem um encontro aterrador com um urso polar
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Vivemos num mundo em que as teorias da conspiração se multiplicam entre argumentos delirantes e outros que espelham uma realidade que já hoje experimentamos. As ameaças à democracia, as crises migratórias, as alterações climáticas, as possibilidades infinitas da inteligência artificial, os limites da ética na ciência ou o fantasma de um conflito nuclear iminente parecem apontar para uma sociedade que, nas próximas décadas, será profundamente diferente e até próxima da distopia. Mas será mesmo assim? Se prever o futuro é impossível, tentar perceber o que alimenta estas conspirações está ao nosso alcance. É esse o objetivo deste livro.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Vivemos num mundo em que as teorias da conspiração se multiplicam entre argumentos delirantes e outros que espelham uma realidade que já hoje experimentamos. As ameaças à democracia, as crises migratórias, as alterações climáticas, as possibilidades infinitas da inteligência artificial, os limites da ética na ciência ou o fantasma de um conflito nuclear iminente parecem apontar para uma sociedade que, nas próximas décadas, será profundamente diferente e até próxima da distopia. Mas será mesmo assim? Se prever o futuro é impossível, tentar perceber o que alimenta estas conspirações está ao nosso alcance. É esse o objetivo deste livro.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O ataque que devastou o Estado judaico em 7 de outubro de 2023, no qual 1140 pessoas foram massacradas, violadas e mutiladas, foi seguido de um banho de sangue no ataque de retaliação a Gaza, no qual pereceram mais de 25 mil palestinianos. Estes holocaustos - um termo aqui usado no seu sentido religioso original de sacrifício em massa - encarnam a maldição da Terra Santa nos nossos tempos trágicos. Uma teia de violência e de cegueira cuja lógica remonta a um passado longínquo na história dos dois povos. Gilles Kepel mostra como os protagonistas deste drama entrelaçam misticismo e política nas suas ações e discursos. Ao islamismo radical do Hamas sunita e dos aliados xiitas inspirados pelo Irão, opõem-se os supremacistas judeus que asseguram a sobrevivência de um governo de Netanyahu com estratégias ambíguas. Do Iémen ao Líbano, este confronto agrava as tensões regionais e tem repercussões globais. Está a tomar a forma de uma guerra global contra o Ocidente e os seus valores, opondo o apartheid à Shoah. Ao redefinir a própria noção de genocídio, alguns Estados e organizações afirmam fazer parte de um Sul Global que luta contra um Norte estigmatizado como colonialista e islamofóbico. Neste livro, o autor revela as grandes questões em jogo neste conflito de civilizações.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O ataque que devastou o Estado judaico em 7 de outubro de 2023, no qual 1140 pessoas foram massacradas, violadas e mutiladas, foi seguido de um banho de sangue no ataque de retaliação a Gaza, no qual pereceram mais de 25 mil palestinianos. Estes holocaustos - um termo aqui usado no seu sentido religioso original de sacrifício em massa - encarnam a maldição da Terra Santa nos nossos tempos trágicos. Uma teia de violência e de cegueira cuja lógica remonta a um passado longínquo na história dos dois povos. Gilles Kepel mostra como os protagonistas deste drama entrelaçam misticismo e política nas suas ações e discursos. Ao islamismo radical do Hamas sunita e dos aliados xiitas inspirados pelo Irão, opõem-se os supremacistas judeus que asseguram a sobrevivência de um governo de Netanyahu com estratégias ambíguas. Do Iémen ao Líbano, este confronto agrava as tensões regionais e tem repercussões globais. Está a tomar a forma de uma guerra global contra o Ocidente e os seus valores, opondo o apartheid à Shoah. Ao redefinir a própria noção de genocídio, alguns Estados e organizações afirmam fazer parte de um Sul Global que luta contra um Norte estigmatizado como colonialista e islamofóbico. Neste livro, o autor revela as grandes questões em jogo neste conflito de civilizações.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
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Edição: Novembro 2023
Sinopse:
Prefácio do cardeal D. Américo Aguiar. Durante os dias da Jornada Mundial da Juventude, Rui Ochoa acompanhou o Presidente da República em todos os eventos da Jornada e da visita do Papa Francisco a Portugal. Este livro é o seu olhar fotográfico desses dias: dos eventos, dos peregrinos, do Papa, dos encontros, da energia e da união que se viveu nestes dias de Agosto de 2023. Com prefácio do cardeal D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada da Juventude 2023, e um texto do Presidente da República.
Sinopse:
Prefácio do cardeal D. Américo Aguiar. Durante os dias da Jornada Mundial da Juventude, Rui Ochoa acompanhou o Presidente da República em todos os eventos da Jornada e da visita do Papa Francisco a Portugal. Este livro é o seu olhar fotográfico desses dias: dos eventos, dos peregrinos, do Papa, dos encontros, da energia e da união que se viveu nestes dias de Agosto de 2023. Com prefácio do cardeal D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada da Juventude 2023, e um texto do Presidente da República.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Os edifícios em ruínas têm a capacidade extraordinária de nos contar histórias. E Portugal está cheio deles. O que se sabe destes lugares, de quem lá viveu, Dos boatos que o abandono foi alimentando? As histórias deste livro são precisamente contadas pelos escombros. Revelam-nos, por exemplo, que muitos portugueses Ilustres e prósperos deixaram palacetes a apodrecer ao vento, como a quinta das Camélias ou o chalet do aviador Brito Paes, um dos pioneiros da nossa aviação, ou que temos teatros com plateias de fantasmas, como o Rosa Damasceno, porque a economia acabou com o espetáculo e a diversão. Mas estes testemunhos de um tempo que passou falam-nos também de gente bem mais simples, pouco dadas à excentricidade ou à cultura, como os condenados da Trafaria, os últimos aldeões de Drave ou os antigos funcionários de fábricas abandonadas pelo país fora. As ruínas são uma espécie de movimento de resistência, um entrave ao esquecimento e, em última instância, uma lição de vida sobre a necessidade de cuidar do passado.
Sinopse:
Os edifícios em ruínas têm a capacidade extraordinária de nos contar histórias. E Portugal está cheio deles. O que se sabe destes lugares, de quem lá viveu, Dos boatos que o abandono foi alimentando? As histórias deste livro são precisamente contadas pelos escombros. Revelam-nos, por exemplo, que muitos portugueses Ilustres e prósperos deixaram palacetes a apodrecer ao vento, como a quinta das Camélias ou o chalet do aviador Brito Paes, um dos pioneiros da nossa aviação, ou que temos teatros com plateias de fantasmas, como o Rosa Damasceno, porque a economia acabou com o espetáculo e a diversão. Mas estes testemunhos de um tempo que passou falam-nos também de gente bem mais simples, pouco dadas à excentricidade ou à cultura, como os condenados da Trafaria, os últimos aldeões de Drave ou os antigos funcionários de fábricas abandonadas pelo país fora. As ruínas são uma espécie de movimento de resistência, um entrave ao esquecimento e, em última instância, uma lição de vida sobre a necessidade de cuidar do passado.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
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Edição: Agosto 2023
Sinopse:
Ninguém previa - nem mesmo os seus criadores - que o chatgpt se tornasse um dos assuntos mais importantes em todo o mundo, e muito menos fosse uma forma de inteligência capaz de escrever com um estilo tão semelhante a humanos, de uma maneira tão convincente. Neste livro, o proeminente investigador e pioneiro de computação Stephen Wolfram oferece-nos uma simples e acessível explicação, assente numa vasta experiência nas áreas da ciência e da tecnologia. Descubra como o sucesso de ChatGPT é baseado na combinação da tecnologia neuronal mais recente com questões fundamentais sobre a linguagem e o pensamento humano colocadas por Aristóteles há mais de dois mil anos.
Sinopse:
Ninguém previa - nem mesmo os seus criadores - que o chatgpt se tornasse um dos assuntos mais importantes em todo o mundo, e muito menos fosse uma forma de inteligência capaz de escrever com um estilo tão semelhante a humanos, de uma maneira tão convincente. Neste livro, o proeminente investigador e pioneiro de computação Stephen Wolfram oferece-nos uma simples e acessível explicação, assente numa vasta experiência nas áreas da ciência e da tecnologia. Descubra como o sucesso de ChatGPT é baseado na combinação da tecnologia neuronal mais recente com questões fundamentais sobre a linguagem e o pensamento humano colocadas por Aristóteles há mais de dois mil anos.
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Edição: Julho 2023
Sinopse:
Muita gente ficaria surpreendida por saber que os semicondutores são o novo petróleo - o escasso recurso de que depende o mundo moderno. Hoje, o poder militar, económico e geopolítico está alicerçado nos chips dos computadores. Virtualmente tudo - desde os mísseis aos micro-ondas, dos smartphones à bolsa de valores - funciona com semicondutores. Até muito recentemente, os Estados Unidos desenharam e produziram os chips mais avançados e mantiveram a liderança como a primeira superpotência. Hoje, os EUA estão a perder a vantagem. Acresce que a China, que gasta mais dinheiro a importar chips do que a importar petróleo, está a investir dezenas de milhares de milhões de dólares num plano para destronar os EUA da liderança - um esforço ilimitado para adquirir a tecnologia mais importante do mundo. Não está em causa apenas a prosperidade económica dos Estados Unidos, mas também a superioridade militar. "A Guerra dos Chips" conta a fascinante história de como os minúsculos chips de silício surgiram para redefinir o mundo, desde os investigadores geniais que os inventaram e os titãs da tecnologia que construíram Silicon Valley, e os lucros que geraram, até aos oficiais do Pentágono que os usaram para revolucionar o poder militar. E revela o moderno cenário dos semicondutores, em que os chips de vanguarda são produzidos a partir dos componentes eletrónicos mais pequenos algum dia fabricados, tudo para apoiar uma indústria gigantesca que envolve cadeias de fornecimento à escala global imensamente complexas e abastece algumas das companhias mais valiosas do mundo. Como "A Guerra dos Chips" revela de forma provocadora, avizinha-se um ajuste de contas uma vez que a China tenta alcançar a supremacia nos semicondutores enquanto os Estados Unidos se posicionam para a impedir de ganhar a dianteira.
Sinopse:
Muita gente ficaria surpreendida por saber que os semicondutores são o novo petróleo - o escasso recurso de que depende o mundo moderno. Hoje, o poder militar, económico e geopolítico está alicerçado nos chips dos computadores. Virtualmente tudo - desde os mísseis aos micro-ondas, dos smartphones à bolsa de valores - funciona com semicondutores. Até muito recentemente, os Estados Unidos desenharam e produziram os chips mais avançados e mantiveram a liderança como a primeira superpotência. Hoje, os EUA estão a perder a vantagem. Acresce que a China, que gasta mais dinheiro a importar chips do que a importar petróleo, está a investir dezenas de milhares de milhões de dólares num plano para destronar os EUA da liderança - um esforço ilimitado para adquirir a tecnologia mais importante do mundo. Não está em causa apenas a prosperidade económica dos Estados Unidos, mas também a superioridade militar. "A Guerra dos Chips" conta a fascinante história de como os minúsculos chips de silício surgiram para redefinir o mundo, desde os investigadores geniais que os inventaram e os titãs da tecnologia que construíram Silicon Valley, e os lucros que geraram, até aos oficiais do Pentágono que os usaram para revolucionar o poder militar. E revela o moderno cenário dos semicondutores, em que os chips de vanguarda são produzidos a partir dos componentes eletrónicos mais pequenos algum dia fabricados, tudo para apoiar uma indústria gigantesca que envolve cadeias de fornecimento à escala global imensamente complexas e abastece algumas das companhias mais valiosas do mundo. Como "A Guerra dos Chips" revela de forma provocadora, avizinha-se um ajuste de contas uma vez que a China tenta alcançar a supremacia nos semicondutores enquanto os Estados Unidos se posicionam para a impedir de ganhar a dianteira.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Já se escreveram numerosos livros sobre a guerra, sobre táticas e operações militares, sobre o combate e os combatentes - obras escritas por homens e acerca de homens. As mulheres que vão para a guerra e que escolhem fazê-lo, como hoje acontece em países como a Ucrânia, onde dezenas de milhares pegam em armas para fazerem frente ao invasor, eram até há muito pouco tempo vistas como uma anomalia histórica. A verdade, porém, é que as mulheres combateram em mais épocas e mais civilizações do que é geralmente reconhecido. A primeira de que há registo data de 1200 AC, era uma marechal chinesa e chamava-se Fu Hao. Na Segunda Guerra Mundial, muitas fizeram parte da Resistência contra os nazis e morreram nos campos de batalha da Polónia, Jugoslávia, Grécia ou Dinamarca, sendo que só o Exército Vermelho terá contado com perto de um milhão nas suas fileiras. Mas, seja qual for a época e o conflito, quando os combates terminaram o contributo feminino foi frequentemente desvalorizado ou mesmo apagado da memória. Há muitas histórias de mulheres na guerra para contar. Este livro honra essas lutadoras tantas vezes esquecidas.
Sinopse:
Já se escreveram numerosos livros sobre a guerra, sobre táticas e operações militares, sobre o combate e os combatentes - obras escritas por homens e acerca de homens. As mulheres que vão para a guerra e que escolhem fazê-lo, como hoje acontece em países como a Ucrânia, onde dezenas de milhares pegam em armas para fazerem frente ao invasor, eram até há muito pouco tempo vistas como uma anomalia histórica. A verdade, porém, é que as mulheres combateram em mais épocas e mais civilizações do que é geralmente reconhecido. A primeira de que há registo data de 1200 AC, era uma marechal chinesa e chamava-se Fu Hao. Na Segunda Guerra Mundial, muitas fizeram parte da Resistência contra os nazis e morreram nos campos de batalha da Polónia, Jugoslávia, Grécia ou Dinamarca, sendo que só o Exército Vermelho terá contado com perto de um milhão nas suas fileiras. Mas, seja qual for a época e o conflito, quando os combates terminaram o contributo feminino foi frequentemente desvalorizado ou mesmo apagado da memória. Há muitas histórias de mulheres na guerra para contar. Este livro honra essas lutadoras tantas vezes esquecidas.
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
Um relato incisivo sobre a Turquia de Erdogan - mostrando como a sua perturbadora transformação pode durar pouco. Desde que chegou ao poder em 2002, Recep Tayyip Erdogan tem supervisionado uma transformação radical da Turquia. Outrora um pilar da aliança ocidental, o país embarcou numa política externa militarista, intervindo em pontos de fulgor regionais desde Nagorno-Karabakh até à Líbia. E a sua democracia, sustentada pela aspiração de aderir à União Europeia, deu lugar ao governo de um só homem. Dimitar Bechev traça a trajetória política do regime populista de Erdogan, desde a era das reformas e da prosperidade, nos anos 2000, até aos efeitos da guerra na vizinha Síria. Numa história de oportunidades perdidas, Bechev explora como a Turquia se afastou dos Estados Unidos e da Europa, abraçou a Rússia de Putin e outras potências revisionistas, e substituiu um regime democrático frágil por um regime autoritário. Apesar de tudo isto, Bechev argumenta que os instintos democráticos da Turquia são resistentes, os seus laços económicos com a Europa estão tão fortes como sempre, e que Erdogan falhará em alcançar um regime totalmente autocrático.
Sinopse:
Um relato incisivo sobre a Turquia de Erdogan - mostrando como a sua perturbadora transformação pode durar pouco. Desde que chegou ao poder em 2002, Recep Tayyip Erdogan tem supervisionado uma transformação radical da Turquia. Outrora um pilar da aliança ocidental, o país embarcou numa política externa militarista, intervindo em pontos de fulgor regionais desde Nagorno-Karabakh até à Líbia. E a sua democracia, sustentada pela aspiração de aderir à União Europeia, deu lugar ao governo de um só homem. Dimitar Bechev traça a trajetória política do regime populista de Erdogan, desde a era das reformas e da prosperidade, nos anos 2000, até aos efeitos da guerra na vizinha Síria. Numa história de oportunidades perdidas, Bechev explora como a Turquia se afastou dos Estados Unidos e da Europa, abraçou a Rússia de Putin e outras potências revisionistas, e substituiu um regime democrático frágil por um regime autoritário. Apesar de tudo isto, Bechev argumenta que os instintos democráticos da Turquia são resistentes, os seus laços económicos com a Europa estão tão fortes como sempre, e que Erdogan falhará em alcançar um regime totalmente autocrático.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
A única coisa que Anthony Bourdain, gastrónomo gonzo, e um dos autores internacionais da área da gastronomia mais vendidos, amava tanto como cozinhar era viajar. Inspirado pela pergunta "Qual será a refeição perfeita?", Tony iniciou uma busca pelo seu santo graal culinário e, no processo, virou do avesso a noção de perfeição. Da Califórnia ao Camboja, passando por França, Portugal, Marrocos, Japão e Vietname, "A Cook’s Tour - Em busca da refeição perfeita" faz a crónica das aventuras imprevisíveis do chef mais destemido e corajoso da América, à procura de comida verdadeira, autêntica e fresca, sem qualquer medo de se juntar aos locais e comer como estes. Não importa qual é a especialidade da casa, sejam os testículos de cordeiro em Marrocos, o coração palpitante de uma cobra no Vietname, haggis na Escócia ou natto no Japão.
Sinopse:
A única coisa que Anthony Bourdain, gastrónomo gonzo, e um dos autores internacionais da área da gastronomia mais vendidos, amava tanto como cozinhar era viajar. Inspirado pela pergunta "Qual será a refeição perfeita?", Tony iniciou uma busca pelo seu santo graal culinário e, no processo, virou do avesso a noção de perfeição. Da Califórnia ao Camboja, passando por França, Portugal, Marrocos, Japão e Vietname, "A Cook’s Tour - Em busca da refeição perfeita" faz a crónica das aventuras imprevisíveis do chef mais destemido e corajoso da América, à procura de comida verdadeira, autêntica e fresca, sem qualquer medo de se juntar aos locais e comer como estes. Não importa qual é a especialidade da casa, sejam os testículos de cordeiro em Marrocos, o coração palpitante de uma cobra no Vietname, haggis na Escócia ou natto no Japão.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
Vivemos tempos em que o pasmo se torna rotina. Tomamos o pequeno-almoço com notícias que, não há muito, eram consideradas inverosímeis, política-ficção do pior gosto, que teria arruinado a carreira do mais reputado argumentista. Professores com processos disciplinares por ensinar que o sexo é determinado por um par de cromossomas, contas de Twitter suspensas por referirem que a relva é verde, violadores condenados que dizem ser mulheres para os transferirem para uma prisão feminina onde violam umas quantas reclusas, estátuas de São Junípero Serra derrubadas por justiceiros descendentes dos puritanos que massacraram os indígenas norte-americanos, mulheres desportistas que veem o seu lugar nas Olimpíadas ocupado por concorrentes com genitália masculina, filmes inocentes desqualificados como se fossem abominações horrendas (agora até o Dumbo é politicamente incorreto!), palavras de sempre que, de um dia para o outro, se transformam em termos proibidos que podem arruinar a nossa carreira ou mesmo a nossa vida… Palavras canceladas. Estátuas canceladas. Livros cancelados e, até, pessoas canceladas. Tudo deve ajustar-se aos moldes do politicamente correto. A pergunta é óbvia: enlouquecemos todos?
Sinopse:
Vivemos tempos em que o pasmo se torna rotina. Tomamos o pequeno-almoço com notícias que, não há muito, eram consideradas inverosímeis, política-ficção do pior gosto, que teria arruinado a carreira do mais reputado argumentista. Professores com processos disciplinares por ensinar que o sexo é determinado por um par de cromossomas, contas de Twitter suspensas por referirem que a relva é verde, violadores condenados que dizem ser mulheres para os transferirem para uma prisão feminina onde violam umas quantas reclusas, estátuas de São Junípero Serra derrubadas por justiceiros descendentes dos puritanos que massacraram os indígenas norte-americanos, mulheres desportistas que veem o seu lugar nas Olimpíadas ocupado por concorrentes com genitália masculina, filmes inocentes desqualificados como se fossem abominações horrendas (agora até o Dumbo é politicamente incorreto!), palavras de sempre que, de um dia para o outro, se transformam em termos proibidos que podem arruinar a nossa carreira ou mesmo a nossa vida… Palavras canceladas. Estátuas canceladas. Livros cancelados e, até, pessoas canceladas. Tudo deve ajustar-se aos moldes do politicamente correto. A pergunta é óbvia: enlouquecemos todos?
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Edição: Fevereiro 2023
Sinopse:
"Imprevisível. Foi esta a palavra tantas vezes ouvida no início da invasão russa da Ucrânia e pelo tempo fora. A princípio duvidava. Será que iriamos mesmo entrar numa guerra? Parecia-me impossível que, em 2022, não existissem vias de entendimento suficientes para evitar um conflito de grandes proporções no continente europeu. Estava enganada. A 24 de fevereiro de 2022 eu e o repórter de imagem David Araújo encontrávamo-nos na cidade de Kiev, alvo prioritário da invasão russa de larga escala. A nossa missão era clara: dar testemunho, apesar de todas as limitações, do que estava a acontecer. Passámos por dias de grande incerteza, silêncio, amargura, medo, exaustão. Às vezes pequenas surpresas, breves alegrias. E depois aquela súbita vertigem de um míssil a mudar o correr das vidas. E os exemplos de resistência e resiliência de um país a ser interrompido e invadido - porém, insubmisso. Reunimos essa caminhada pelos primeiros meses de guerra, rente ao chão, onde estão sempre os civis em qualquer conflito." - Cândida Pinto
Sinopse:
"Imprevisível. Foi esta a palavra tantas vezes ouvida no início da invasão russa da Ucrânia e pelo tempo fora. A princípio duvidava. Será que iriamos mesmo entrar numa guerra? Parecia-me impossível que, em 2022, não existissem vias de entendimento suficientes para evitar um conflito de grandes proporções no continente europeu. Estava enganada. A 24 de fevereiro de 2022 eu e o repórter de imagem David Araújo encontrávamo-nos na cidade de Kiev, alvo prioritário da invasão russa de larga escala. A nossa missão era clara: dar testemunho, apesar de todas as limitações, do que estava a acontecer. Passámos por dias de grande incerteza, silêncio, amargura, medo, exaustão. Às vezes pequenas surpresas, breves alegrias. E depois aquela súbita vertigem de um míssil a mudar o correr das vidas. E os exemplos de resistência e resiliência de um país a ser interrompido e invadido - porém, insubmisso. Reunimos essa caminhada pelos primeiros meses de guerra, rente ao chão, onde estão sempre os civis em qualquer conflito." - Cândida Pinto
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Edição: Novembro 2022
Sinopse:
Como governador do Banco de Portugal, Carlos Costa esteve no centro de alguns dos acontecimentos mais marcantes da história do País neste início de século: desde o pedido de intervenção da troika às negociações do programa de assistência, passando pela crise do sistema financeiro, que levou à queda do BES e do BANIF, e as consequências do Luanda Leaks. Reservado e de poucas palavras, foi alvo de numerosas críticas, mas preferiu o silêncio ao palco durante a época de convulsões inéditas que coincidiu com os seus dois mandatos à frente do Banco de Portugal. As suas impressões sobre esses tempos de agitação, incerteza e controvérsia (não apenas na banca como na política) eram, até agora desconhecidas, mas são finalmente partilhadas no presente livro, que é também um raríssimo exercício de memória e transparência por parte de um ex-titular de um alto cargo público. O Governador coloca-nos nos meandros das decisões mais dramáticas do Banco de Portugal ao longo da década de 2010-2020 e dá-nos a conhecer ao pormenor as guerras do líder do banco central com Ricardo Salgado, bem como as suas relações tensas com o poder político encabeçado por José Sócrates, António Costa e Mário Centeno. Resultado de várias entrevistas a Carlos Costa, conversas com figuras envolvidas nos temas aqui abordados e uma pesquisa exaustiva em arquivos, este é um documento fundamental para compreender um período particularmente importante da nossa história recente, a partir do olhar de um dos seus principais (e mais discretos) protagonistas.
Sinopse:
Como governador do Banco de Portugal, Carlos Costa esteve no centro de alguns dos acontecimentos mais marcantes da história do País neste início de século: desde o pedido de intervenção da troika às negociações do programa de assistência, passando pela crise do sistema financeiro, que levou à queda do BES e do BANIF, e as consequências do Luanda Leaks. Reservado e de poucas palavras, foi alvo de numerosas críticas, mas preferiu o silêncio ao palco durante a época de convulsões inéditas que coincidiu com os seus dois mandatos à frente do Banco de Portugal. As suas impressões sobre esses tempos de agitação, incerteza e controvérsia (não apenas na banca como na política) eram, até agora desconhecidas, mas são finalmente partilhadas no presente livro, que é também um raríssimo exercício de memória e transparência por parte de um ex-titular de um alto cargo público. O Governador coloca-nos nos meandros das decisões mais dramáticas do Banco de Portugal ao longo da década de 2010-2020 e dá-nos a conhecer ao pormenor as guerras do líder do banco central com Ricardo Salgado, bem como as suas relações tensas com o poder político encabeçado por José Sócrates, António Costa e Mário Centeno. Resultado de várias entrevistas a Carlos Costa, conversas com figuras envolvidas nos temas aqui abordados e uma pesquisa exaustiva em arquivos, este é um documento fundamental para compreender um período particularmente importante da nossa história recente, a partir do olhar de um dos seus principais (e mais discretos) protagonistas.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Portugal pode ser pequeno no território, mas é enorme no génio popular, e os nomes das nossas vilas, lugares e aldeias são um bom reflexo dessa imaginação e criatividade. Basta um rápido olhar pelo mapa para perceber que há palavras que falam por si, dispensando explicações, mas existem outras verdadeiramente intrigantes e que não lembram ao diabo. De norte a sul, encontramos nomes de terras de todos os géneros- e proveniências. Alguns são tão sombrios que convidam os forasteiros a inverter o sentido da marcha à primeira oportunidade, outros são aparentados com lendas perdidas nos confins da memória, outros ainda derivam das características da própria terra ou da paisagem, e ainda há aqueles que são verdadeiramente infelizes, motivo de sarcasmo e anedotas, tornando-se um fardo para quem lá mora...
Sinopse:
Portugal pode ser pequeno no território, mas é enorme no génio popular, e os nomes das nossas vilas, lugares e aldeias são um bom reflexo dessa imaginação e criatividade. Basta um rápido olhar pelo mapa para perceber que há palavras que falam por si, dispensando explicações, mas existem outras verdadeiramente intrigantes e que não lembram ao diabo. De norte a sul, encontramos nomes de terras de todos os géneros- e proveniências. Alguns são tão sombrios que convidam os forasteiros a inverter o sentido da marcha à primeira oportunidade, outros são aparentados com lendas perdidas nos confins da memória, outros ainda derivam das características da própria terra ou da paisagem, e ainda há aqueles que são verdadeiramente infelizes, motivo de sarcasmo e anedotas, tornando-se um fardo para quem lá mora...
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Alguém com a experiência do autor teria de passar em revista o que foi acontecendo ao longo de cinquenta anos no setor da saúde em Portugal, evidenciando o que se conseguiu no esforço reformador e o que ficou pelo caminho. O sistema de saúde português sofreu dois embates violentos na última dúzia de anos: o ajustamento financeiro por imposição externa e a crise da pandemia Covid-19. Não recuperou ainda a sua funcionalidade, revela cicatrizes que se perpetuam e encontra-se sob ataque, justo e injusto, de muitos setores. Este é um livro essencial para ajudar a entender os fatores do bloqueio e a procurar as suas portas de saída.
Sinopse:
Alguém com a experiência do autor teria de passar em revista o que foi acontecendo ao longo de cinquenta anos no setor da saúde em Portugal, evidenciando o que se conseguiu no esforço reformador e o que ficou pelo caminho. O sistema de saúde português sofreu dois embates violentos na última dúzia de anos: o ajustamento financeiro por imposição externa e a crise da pandemia Covid-19. Não recuperou ainda a sua funcionalidade, revela cicatrizes que se perpetuam e encontra-se sob ataque, justo e injusto, de muitos setores. Este é um livro essencial para ajudar a entender os fatores do bloqueio e a procurar as suas portas de saída.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
O mundo moderno é construído sobre matérias-primas - desde o combustível que alimenta os nossos carros até aos metais que permitem fazer as baterias dos nossos smartphones. Raramente paramos para pensar de onde é que eles vêm. Mas devíamos. Em "O Mundo à Venda", Javier Blas e Jack Farchy, dois jornalistas de renome levantam o véu sobre os cantos menos escrutinados da economia do mundo: o trabalho de negociantes de matérias-primas bilionários que compram, acumulam e vendem os recursos do planeta. É a história de como um grupo de homens de negócios aventureiros se tornou uma ferramenta indispensável nos mercados globais: permitindo uma enorme expansão no comércio internacional, e ligando países ricos em recursos - independentemente de serem corruptos ou estarem envoltos em guerras - com os centros financeiros de mundo. E é a história de como alguns comerciantes adquiriram poder político incalculável, mesmo debaixo do nariz de entidades reguladoras e de políticos - ajudando Saddam Hussein a vender o seu petróleo; alimentando o exército rebelde líbio durante a Primavera Árabe; e levando dinheiro ao Kremlin de Vladimir Putin, apesar das sanções ocidentais. O resultado é uma viagem esclarecedora através das fronteiras mais selvagens da economia global, assim como um guia revelador de como o capitalismo realmente funciona.
Sinopse:
O mundo moderno é construído sobre matérias-primas - desde o combustível que alimenta os nossos carros até aos metais que permitem fazer as baterias dos nossos smartphones. Raramente paramos para pensar de onde é que eles vêm. Mas devíamos. Em "O Mundo à Venda", Javier Blas e Jack Farchy, dois jornalistas de renome levantam o véu sobre os cantos menos escrutinados da economia do mundo: o trabalho de negociantes de matérias-primas bilionários que compram, acumulam e vendem os recursos do planeta. É a história de como um grupo de homens de negócios aventureiros se tornou uma ferramenta indispensável nos mercados globais: permitindo uma enorme expansão no comércio internacional, e ligando países ricos em recursos - independentemente de serem corruptos ou estarem envoltos em guerras - com os centros financeiros de mundo. E é a história de como alguns comerciantes adquiriram poder político incalculável, mesmo debaixo do nariz de entidades reguladoras e de políticos - ajudando Saddam Hussein a vender o seu petróleo; alimentando o exército rebelde líbio durante a Primavera Árabe; e levando dinheiro ao Kremlin de Vladimir Putin, apesar das sanções ocidentais. O resultado é uma viagem esclarecedora através das fronteiras mais selvagens da economia global, assim como um guia revelador de como o capitalismo realmente funciona.
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Edição: Julho 2022
Sinopse:
Será possível alcançar a paz, mudando mentalidades, ordem geopolítica e crenças? Um livro mais atual que nunca! Publicado originalmente em 1940, A Nova Ordem Mundial, do prolífico e premiado autor H. G. Wells, trouxe à luz nessa altura, como o faz agora, várias questões geopolíticas, sociais e humanas. Neste livro encontramos as fascinantes reflexões de H. G. Wells sobre a Nova Ordem Mundial, abrindo a discussão sobre quais as condições para a alcançar, o que cada um de nós pode e deve fazer para que se concretize e o que realmente significa paz no mundo. Esta maravilhosa obra-prima da teoria especulativa vai atrair seguidores das obras seminais de Wells, bem como aqueles que se interessam pelas várias teorias sobre o futuro da humanidade. "A Nova Ordem Mundial" trata-se de uma cartilha sobre o mundo vindouro. Que pode seguir um caminho pacífico ou ser uma Nova Ordem Mundial como aquela imaginada por Napoleão, Adolf Hitler e tantos outros líderes totalitários. Segundo Wells a liberdade do mundo pode estar em perigo e os leitores precisam de estar conscientes destes movimentos históricos.
Sinopse:
Será possível alcançar a paz, mudando mentalidades, ordem geopolítica e crenças? Um livro mais atual que nunca! Publicado originalmente em 1940, A Nova Ordem Mundial, do prolífico e premiado autor H. G. Wells, trouxe à luz nessa altura, como o faz agora, várias questões geopolíticas, sociais e humanas. Neste livro encontramos as fascinantes reflexões de H. G. Wells sobre a Nova Ordem Mundial, abrindo a discussão sobre quais as condições para a alcançar, o que cada um de nós pode e deve fazer para que se concretize e o que realmente significa paz no mundo. Esta maravilhosa obra-prima da teoria especulativa vai atrair seguidores das obras seminais de Wells, bem como aqueles que se interessam pelas várias teorias sobre o futuro da humanidade. "A Nova Ordem Mundial" trata-se de uma cartilha sobre o mundo vindouro. Que pode seguir um caminho pacífico ou ser uma Nova Ordem Mundial como aquela imaginada por Napoleão, Adolf Hitler e tantos outros líderes totalitários. Segundo Wells a liberdade do mundo pode estar em perigo e os leitores precisam de estar conscientes destes movimentos históricos.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
O liberalismo - o irmão de modos mais suaves em comparação com os mais ardentes nacionalismo e socialismo - nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e nos governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras vezes sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina obsoleta. Nesta brilhante e concisa exposição, Francis Fukuyama define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância. Conciso, objectivo e sempre pertinente, esta é reflexão política no seu melhor.
Sinopse:
O liberalismo - o irmão de modos mais suaves em comparação com os mais ardentes nacionalismo e socialismo - nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e nos governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras vezes sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina obsoleta. Nesta brilhante e concisa exposição, Francis Fukuyama define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância. Conciso, objectivo e sempre pertinente, esta é reflexão política no seu melhor.
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