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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Com exceção da colisão de asteroides, só há um cenário de destruição do mundo, tal como o conhecemos, numa questão de horas: uma guerra nuclear. Até agora, ninguém fora dos círculos oficiais sabia exatamente o que acontece se um Estado pária lançar um míssil nuclear contra os Estados Unidos. Segundo a segundo e minuto a minuto, este livro revela os protocolos atuais que coreografam o fim certo da nossa civilização. Decisões que afetam centenas de milhões de vidas têm de ser tomadas em escassos minutos, com base em informações parciais, sabendo-se que, em caso de retaliação, nada conseguirá parar a destruição. Com base em dezenas de entrevistas inéditas a peritos civis e militares que construíram as armas, conheceram os planos de reação, e teriam sido responsáveis pelas decisões caso elas tivessem sido tomadas, este é o relato de como seria uma troca de bombas nucleares. "Guerra Nuclear" é ao mesmo tempo um thriller de não-ficção compulsivo e um argumento poderoso para nos questionarmos sobre a razão destas armas existirem.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Com exceção da colisão de asteroides, só há um cenário de destruição do mundo, tal como o conhecemos, numa questão de horas: uma guerra nuclear. Até agora, ninguém fora dos círculos oficiais sabia exatamente o que acontece se um Estado pária lançar um míssil nuclear contra os Estados Unidos. Segundo a segundo e minuto a minuto, este livro revela os protocolos atuais que coreografam o fim certo da nossa civilização. Decisões que afetam centenas de milhões de vidas têm de ser tomadas em escassos minutos, com base em informações parciais, sabendo-se que, em caso de retaliação, nada conseguirá parar a destruição. Com base em dezenas de entrevistas inéditas a peritos civis e militares que construíram as armas, conheceram os planos de reação, e teriam sido responsáveis pelas decisões caso elas tivessem sido tomadas, este é o relato de como seria uma troca de bombas nucleares. "Guerra Nuclear" é ao mesmo tempo um thriller de não-ficção compulsivo e um argumento poderoso para nos questionarmos sobre a razão destas armas existirem.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 222
Sinopse:
Este livro expõe um fenómeno fascinante, mas igualmente perturbador: o poder cada vez mais extraordinário de seis líderes bilionários, cuja riqueza e influência competem hoje com as dos Estados. Elon Musk, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, Bill Gates e Sergey Brin e Larry Page moldam os mercados, mentalidades e leis. Não respondem a ninguém e não foram eleitos nem mandatados por ninguém, uma situação perigosa e que não tem precedentes na história das nossas democracias. Christine Kerdellant analisa com perspicácia o sistema socioeconómico que tornou possíveis estes percursos, examinando os vazios políticos e regulatórios que eles preencheram de forma brilhante.
Nº Páginas: 222
Sinopse:
Este livro expõe um fenómeno fascinante, mas igualmente perturbador: o poder cada vez mais extraordinário de seis líderes bilionários, cuja riqueza e influência competem hoje com as dos Estados. Elon Musk, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, Bill Gates e Sergey Brin e Larry Page moldam os mercados, mentalidades e leis. Não respondem a ninguém e não foram eleitos nem mandatados por ninguém, uma situação perigosa e que não tem precedentes na história das nossas democracias. Christine Kerdellant analisa com perspicácia o sistema socioeconómico que tornou possíveis estes percursos, examinando os vazios políticos e regulatórios que eles preencheram de forma brilhante.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mais de cento e cinquenta anos de conflito. O que é que isso provoca na alma das pessoas, no espírito de uma nação? Tanto para o ocupado como para o ocupante? David Grossman, romancista israelita multipremiado, passou décadas a fazer campanha pela paz em Israel e na Palestina. Mas, depois de 7 de outubro de 2023, dia que assinalou a maior perda de vidas de judeus deste século, retirou-se para dentro de si próprio, refletindo sobre questões difíceis e necessárias acerca da sua amada nação: Como é que este massacre pôde acontecer? Como é que o governo de Netanyahu, emaranhado na sua teia de escândalos, não conseguiu proteger os seus cidadãos? E será que o 7 de outubro e a guerra que se lhe seguiu levaram consigo a última esperança da solução dos dois Estados?
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mais de cento e cinquenta anos de conflito. O que é que isso provoca na alma das pessoas, no espírito de uma nação? Tanto para o ocupado como para o ocupante? David Grossman, romancista israelita multipremiado, passou décadas a fazer campanha pela paz em Israel e na Palestina. Mas, depois de 7 de outubro de 2023, dia que assinalou a maior perda de vidas de judeus deste século, retirou-se para dentro de si próprio, refletindo sobre questões difíceis e necessárias acerca da sua amada nação: Como é que este massacre pôde acontecer? Como é que o governo de Netanyahu, emaranhado na sua teia de escândalos, não conseguiu proteger os seus cidadãos? E será que o 7 de outubro e a guerra que se lhe seguiu levaram consigo a última esperança da solução dos dois Estados?
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Este livro reúne 50 poderosas conversas, com personalidades relevantes da nossa sociedade, num dos podcasts de maior referência do país. O primeiro a ser criado no jornal Expresso, em 2015. Da política, à literatura e à ciência
Nº Páginas: 568
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Este livro reúne 50 poderosas conversas, com personalidades relevantes da nossa sociedade, num dos podcasts de maior referência do país. O primeiro a ser criado no jornal Expresso, em 2015. Da política, à literatura e à ciência
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
As(os) Autoras(es): André Coelho Lima, Carla Castro, Catarina Furtado, Catarina Marques Rodrigues, Daniel Oliveira, Fabiola Cardoso, Fernanda Câncio e Maria Fernanda Câncio, Francisca Van Dunem, Hilda de Paulo, Henrique França, Isabel Moreira, Joana Mortágua, João Maria Jonet, Leonor Caldeira, Maria Castello Branco, Maria Leonor Beleza, Pedro Strecht, Susana Peralta, Teresa Leal Coelho, Teresa Violante
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Grandes questões económicas e sociais que inquietam Portugal e que todos queremos ver respondidas. A Culpa Vive Solteira é um livro original que aplica os instrumentos típicos do estudo económico para analisar as principais questões da nossa sociedade de forma clara, incisiva e, por vezes, mordaz. Quais as causas da estagnação da economia portuguesa? Porque continuamos a ter tantas desigualdades em pleno século XXI? Como pode o nosso país atingir o seu máximo potencial? Qual o impacto da pandemia? Podemos rentabilizá-lo? Luis Aguiar-Conraria, um dos mais influentes opinion makers da atualidade, baseia-se em princípios económicos fundamentais para apresentar neste livro um retrato de Portugal e do que podemos fazer para mudar o rumo do nosso país.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Grandes questões económicas e sociais que inquietam Portugal e que todos queremos ver respondidas. A Culpa Vive Solteira é um livro original que aplica os instrumentos típicos do estudo económico para analisar as principais questões da nossa sociedade de forma clara, incisiva e, por vezes, mordaz. Quais as causas da estagnação da economia portuguesa? Porque continuamos a ter tantas desigualdades em pleno século XXI? Como pode o nosso país atingir o seu máximo potencial? Qual o impacto da pandemia? Podemos rentabilizá-lo? Luis Aguiar-Conraria, um dos mais influentes opinion makers da atualidade, baseia-se em princípios económicos fundamentais para apresentar neste livro um retrato de Portugal e do que podemos fazer para mudar o rumo do nosso país.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Surf, viagens, aventuras e inquietudes num dos livros de culto do maior escritor-viajante português. Em "No Princípio Estava o Mar", Gonçalo Cadilhe apresenta um conjunto de textos que escreveu ao longo de vários anos sobre a sua paixão pelo surf e pelas viagens. Os textos revelam o prazer no contacto com o mar, com a natureza e, finalmente, com a ideia de correr o mundo - interior e exteriormente. Inicialmente escrito de surfista para surfista, No Princípio Estava o Mar acabou por se tornar um livro de culto não apenas para corredores de vagas mas também para namoradas cúmplices, pais perplexos, professores coniventes e outros segmentos da sociedade fascinados com a alegria contagiosa de descer uma onda, em particular, e de viajar, em geral. Esta edição apresenta uma seleção cuidada de fotografias do autor e inclui textos atuais que testemunham o seu envolvimento permanente com o oceano.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Surf, viagens, aventuras e inquietudes num dos livros de culto do maior escritor-viajante português. Em "No Princípio Estava o Mar", Gonçalo Cadilhe apresenta um conjunto de textos que escreveu ao longo de vários anos sobre a sua paixão pelo surf e pelas viagens. Os textos revelam o prazer no contacto com o mar, com a natureza e, finalmente, com a ideia de correr o mundo - interior e exteriormente. Inicialmente escrito de surfista para surfista, No Princípio Estava o Mar acabou por se tornar um livro de culto não apenas para corredores de vagas mas também para namoradas cúmplices, pais perplexos, professores coniventes e outros segmentos da sociedade fascinados com a alegria contagiosa de descer uma onda, em particular, e de viajar, em geral. Esta edição apresenta uma seleção cuidada de fotografias do autor e inclui textos atuais que testemunham o seu envolvimento permanente com o oceano.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Jornalista António Mateus E As Suas Equipas Estiveram, No Total, Mais De 100 Dias Na Ucrânia. Percorrendo Mais De 40 Mil Quilómetros, Quase Sempre Junto À Linha Da Frente, Foram Testemunhas Do Impacto Da Guerra Na Vida Quotidiana, Nos Tempos De Sementeira, De Colheita E De Temperaturas Negativas Brutais. Como Resistem Estas Pessoas? Quem São Os Heróis Que Todos Os Dias Arriscam A Vida? Como Conseguem Manter A Esperança? Uma Partilha Nua E Crua Do Dia A Dia Num País Em Guerra, Determinado Em Recuperar A Sua Independência E Liberdade.Está Preocupado? É Só Estuque! Alvitra Ele, Sorridente, Coçando A Barba Farta Que Lhe Faz Jus À Alcunha Que Lhe Puseram Na Rede De Voluntários: Kolya, O Pai Natal. Pergunto-Lhe O Porquê Do Apelido, Para Lá Do Lado Cénico. E Ele Explica: - Começaram A Chamar-Me Assim Depois De Me Verem Chegar Com Prendas Para Os Meninos, Doces E Brinquedos, Nas Zonas Mais Atingidas Pela Guerra. Principalmente Entre O Natal E O Ano Novo, Mas Também Noutras Alturas. Sempre Gostei Muito De Crianças E Toda Esta Loucura Rouba-Lhes A Infância. Era O Mínimo Que Eu Podia Fazer
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Jornalista António Mateus E As Suas Equipas Estiveram, No Total, Mais De 100 Dias Na Ucrânia. Percorrendo Mais De 40 Mil Quilómetros, Quase Sempre Junto À Linha Da Frente, Foram Testemunhas Do Impacto Da Guerra Na Vida Quotidiana, Nos Tempos De Sementeira, De Colheita E De Temperaturas Negativas Brutais. Como Resistem Estas Pessoas? Quem São Os Heróis Que Todos Os Dias Arriscam A Vida? Como Conseguem Manter A Esperança? Uma Partilha Nua E Crua Do Dia A Dia Num País Em Guerra, Determinado Em Recuperar A Sua Independência E Liberdade.Está Preocupado? É Só Estuque! Alvitra Ele, Sorridente, Coçando A Barba Farta Que Lhe Faz Jus À Alcunha Que Lhe Puseram Na Rede De Voluntários: Kolya, O Pai Natal. Pergunto-Lhe O Porquê Do Apelido, Para Lá Do Lado Cénico. E Ele Explica: - Começaram A Chamar-Me Assim Depois De Me Verem Chegar Com Prendas Para Os Meninos, Doces E Brinquedos, Nas Zonas Mais Atingidas Pela Guerra. Principalmente Entre O Natal E O Ano Novo, Mas Também Noutras Alturas. Sempre Gostei Muito De Crianças E Toda Esta Loucura Rouba-Lhes A Infância. Era O Mínimo Que Eu Podia Fazer
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Não Se Nasce Líder. A Liderança Constrói-Se. Uma Visão Irreverente Do Que Significa Verdadeiramente Liderar.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Não Se Nasce Líder. A Liderança Constrói-Se. Uma Visão Irreverente Do Que Significa Verdadeiramente Liderar.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O lado mais caricato dos 50 anos de democracia. Este é um livro de histórias. A nossa vida, individual e coletiva, é feita de histórias e não há nada de menor nestas aqui reunidas, embora boa parte não tenha feito parar o país. Com elevada probabilidade, algumas já caíram no esquecimento coletivo ou para lá caminham. Mas são histórias que destapam aquilo que fomos e somos enquanto democracia. que nos expõem a pequenez, o improviso, as vistas curtas, a pompa risível e a circunstância balofa, as contradições, o ridículo e a falta de noção. Pode não ser grandioso, mas é divertido. Ou constrangedor. Filipe Santos Costa e Liliana Valente, jornalistas experientes e profundos conhecedores dos meandros políticos nacionais, passaram horas a folhear jornais, recolhendo histórias improváveis, inverosímeis, insólitas, mas nunca insossas. Por muito bizarros, extravagantes ou inacreditáveis que pareçam os episódios que aqui contamos, estão documentados e registados. São património nacional, como os políticos que os protagonizaram. São nossos. Isto só neste país.
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O lado mais caricato dos 50 anos de democracia. Este é um livro de histórias. A nossa vida, individual e coletiva, é feita de histórias e não há nada de menor nestas aqui reunidas, embora boa parte não tenha feito parar o país. Com elevada probabilidade, algumas já caíram no esquecimento coletivo ou para lá caminham. Mas são histórias que destapam aquilo que fomos e somos enquanto democracia. que nos expõem a pequenez, o improviso, as vistas curtas, a pompa risível e a circunstância balofa, as contradições, o ridículo e a falta de noção. Pode não ser grandioso, mas é divertido. Ou constrangedor. Filipe Santos Costa e Liliana Valente, jornalistas experientes e profundos conhecedores dos meandros políticos nacionais, passaram horas a folhear jornais, recolhendo histórias improváveis, inverosímeis, insólitas, mas nunca insossas. Por muito bizarros, extravagantes ou inacreditáveis que pareçam os episódios que aqui contamos, estão documentados e registados. São património nacional, como os políticos que os protagonizaram. São nossos. Isto só neste país.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Há livros que nos levam a viajar sem sair do lugar, livros que são um convite à viagem, livros que são verdadeiros companheiros nas viagens do quotidiano, livros que são a companhia perfeita para quem parte à aventura e livros que reúnem tudo isto nas suas páginas. O Esplendor do Mundo, o novo livro de Gonçalo Cadilhe, convida o leitor a sair do sofá, com direito a check-in ou apenas através da imaginação, e a conhecer os locais mais marcantes onde já esteve ao longo da sua vida de escritor-viajante. Do nascer-do-sol nas dunas da Namíbia ao entardecer nas Cinque Terre, da descida do rio Mekong em balsa à travessia do Pacífico num cargueiro, ou dos Templos de Tikal ao exército de terracota de Xian, Gonçalo Cadilhe seleciona nestas páginas 99 destinos que o leitor devia conhecer, mesmo aqueles que nunca irá querer visitar. (…) privilegiei destinos luminosos e inspiradores, onde a herança positiva e empreendedora da Humanidade transborda para quem os visita. Apenas na categoria «épico pessoal» me permiti por vezes entrar em territórios que o leitor fará bem em manter-se à distância. Pelo menos, em muitos deles, tenciono não mais lá voltar. Cada local escolhido é apresentado através de um texto e de fotografias do próprio autor, um registo muito pessoal e vivido do grande viajante português. Entre os sítios escolhidos encontramos locais turísticos, mas, principalmente, destinos bastante inóspitos. Também há História, pequenos relatos, encontros e, sobretudo, lugares verdadeiramente impressionantes.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Há livros que nos levam a viajar sem sair do lugar, livros que são um convite à viagem, livros que são verdadeiros companheiros nas viagens do quotidiano, livros que são a companhia perfeita para quem parte à aventura e livros que reúnem tudo isto nas suas páginas. O Esplendor do Mundo, o novo livro de Gonçalo Cadilhe, convida o leitor a sair do sofá, com direito a check-in ou apenas através da imaginação, e a conhecer os locais mais marcantes onde já esteve ao longo da sua vida de escritor-viajante. Do nascer-do-sol nas dunas da Namíbia ao entardecer nas Cinque Terre, da descida do rio Mekong em balsa à travessia do Pacífico num cargueiro, ou dos Templos de Tikal ao exército de terracota de Xian, Gonçalo Cadilhe seleciona nestas páginas 99 destinos que o leitor devia conhecer, mesmo aqueles que nunca irá querer visitar. (…) privilegiei destinos luminosos e inspiradores, onde a herança positiva e empreendedora da Humanidade transborda para quem os visita. Apenas na categoria «épico pessoal» me permiti por vezes entrar em territórios que o leitor fará bem em manter-se à distância. Pelo menos, em muitos deles, tenciono não mais lá voltar. Cada local escolhido é apresentado através de um texto e de fotografias do próprio autor, um registo muito pessoal e vivido do grande viajante português. Entre os sítios escolhidos encontramos locais turísticos, mas, principalmente, destinos bastante inóspitos. Também há História, pequenos relatos, encontros e, sobretudo, lugares verdadeiramente impressionantes.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Pela primeira vez em milhões de anos, temos a oportunidade de mudar por completo o nosso sistema alimentar e a nossa relação com a natureza. Ler este livro é dizer: o futuro começa hoje. Sim, todos sabemos: a agricultura e a pecuária são, hoje, as principais causas de poluição e destruição ambiental no mundo. Mas não, não se fala muito sobre isso. É comum dizermos que a construção toma conta de demasiado espaço, mas, na verdade, aqueles setores ocupam uma superfície trinta vezes maior. Enquanto aramos a terra e a cultivamos desmedidamente, enquanto o solo é extensivamente usado para pastagem, derrubamos florestas, extinguimos vida selvagem e envenenamos rios e oceanos - tudo para nos alimentarmos. Escrito por um dos maiores nomes mundiais na luta por uma vida mais sustentável e pela preservação do planeta, Regenesis apresenta-nos um plano para resolvermos um dos maiores problemas atuais da humanidade: podemos mudar a forma como comemos e conseguir alimentar o mundo sem devorar o planeta. Com base nos mais recentes resultados da investigação ecológica dos solos, George Monbiot é claro: temos, agora, informação que nos permite cultivar mais alimentos e reduzir, simultaneamente, a exploração agrícola - basta ver, entre os muitos exemplos, o caso dos cereais perenes, que libertam a terra da constante produção e do uso de químicos tóxicos. A era da extinção, que todos estamos a alimentar, pode mesmo tornar-se a era da regeneração. E o caminho começa hoje, neste livro.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Pela primeira vez em milhões de anos, temos a oportunidade de mudar por completo o nosso sistema alimentar e a nossa relação com a natureza. Ler este livro é dizer: o futuro começa hoje. Sim, todos sabemos: a agricultura e a pecuária são, hoje, as principais causas de poluição e destruição ambiental no mundo. Mas não, não se fala muito sobre isso. É comum dizermos que a construção toma conta de demasiado espaço, mas, na verdade, aqueles setores ocupam uma superfície trinta vezes maior. Enquanto aramos a terra e a cultivamos desmedidamente, enquanto o solo é extensivamente usado para pastagem, derrubamos florestas, extinguimos vida selvagem e envenenamos rios e oceanos - tudo para nos alimentarmos. Escrito por um dos maiores nomes mundiais na luta por uma vida mais sustentável e pela preservação do planeta, Regenesis apresenta-nos um plano para resolvermos um dos maiores problemas atuais da humanidade: podemos mudar a forma como comemos e conseguir alimentar o mundo sem devorar o planeta. Com base nos mais recentes resultados da investigação ecológica dos solos, George Monbiot é claro: temos, agora, informação que nos permite cultivar mais alimentos e reduzir, simultaneamente, a exploração agrícola - basta ver, entre os muitos exemplos, o caso dos cereais perenes, que libertam a terra da constante produção e do uso de químicos tóxicos. A era da extinção, que todos estamos a alimentar, pode mesmo tornar-se a era da regeneração. E o caminho começa hoje, neste livro.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que "ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença". A "greve à escola pelo clima" levada a cabo por uma estudante adolescente em frente do Parlamento sueco tornou-se uma mensagem global que inspirou centenas de milhares de jovens de todo o mundo a seguir o seu exemplo no âmbito dos #fridaysforfuture. Greta iniciou uma revolução que parece destinada a não parar, uma batalha travada em prol de um futuro sonegado às novas gerações ao ritmo vertiginoso de 100 milhões de barris de petróleo consumidos diariamente. A Nossa Casa Está a Arder é a história de Greta, dos seus pais e de Beata, sua irmã, que, como ela, sofre de perturbações do espetro autista. É o relato de como uma família sueca decidiu confrontar-se com uma crise iminente que afeta o nosso planeta. É uma tomada de consciência de que é urgente agir agora, quando nove milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição. É um "grito de socorro" de uma rapariga que convenceu a própria família a mudar de vida e que agora procura convencer o mundo inteiro a fazer o mesmo.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que "ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença". A "greve à escola pelo clima" levada a cabo por uma estudante adolescente em frente do Parlamento sueco tornou-se uma mensagem global que inspirou centenas de milhares de jovens de todo o mundo a seguir o seu exemplo no âmbito dos #fridaysforfuture. Greta iniciou uma revolução que parece destinada a não parar, uma batalha travada em prol de um futuro sonegado às novas gerações ao ritmo vertiginoso de 100 milhões de barris de petróleo consumidos diariamente. A Nossa Casa Está a Arder é a história de Greta, dos seus pais e de Beata, sua irmã, que, como ela, sofre de perturbações do espetro autista. É o relato de como uma família sueca decidiu confrontar-se com uma crise iminente que afeta o nosso planeta. É uma tomada de consciência de que é urgente agir agora, quando nove milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição. É um "grito de socorro" de uma rapariga que convenceu a própria família a mudar de vida e que agora procura convencer o mundo inteiro a fazer o mesmo.
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