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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A biografia da mulher que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois Esta é a biografia de Maria, uma mulher e uma mãe que os católicos acreditam ser santa. O autor visitou lugares sagrados e sítios arqueológicos, consultou textos bíblicos e documentos históricos - incluindo do acervo do Vaticano - e recolheu relatos não reconhecidos pela Igreja Católica. O resultado é um amplo retrato de Maria e a reconstituição dos seus passos - da infância à escolha do marido José, da gravidez controversa à fuga para o Egito, das pregações do filho adolescente ao milagre nas Bodas de Caná, das visões em Guadalupe às aparições em Lourdes e Fátima. Aliando o rigor jornalístico a uma investigação profunda, este livro é essencial para que todos, católicos, agnósticos ou ateus, conheçam melhor aquela que é, sem dúvida, uma das mulheres mais importantes da História.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A biografia da mulher que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois Esta é a biografia de Maria, uma mulher e uma mãe que os católicos acreditam ser santa. O autor visitou lugares sagrados e sítios arqueológicos, consultou textos bíblicos e documentos históricos - incluindo do acervo do Vaticano - e recolheu relatos não reconhecidos pela Igreja Católica. O resultado é um amplo retrato de Maria e a reconstituição dos seus passos - da infância à escolha do marido José, da gravidez controversa à fuga para o Egito, das pregações do filho adolescente ao milagre nas Bodas de Caná, das visões em Guadalupe às aparições em Lourdes e Fátima. Aliando o rigor jornalístico a uma investigação profunda, este livro é essencial para que todos, católicos, agnósticos ou ateus, conheçam melhor aquela que é, sem dúvida, uma das mulheres mais importantes da História.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Maria de Jesus Simões Barroso nasceu no Algarve em 1925. Ainda criança muda-se para Setúbal, onde faz a escola primária, descobre o prazer da escrita e apaixona-se pela leitura. Na adolescência declamava poesia, a família descobre-lhe o talento para a representação. Ainda adolescente torna-se aluna do curso de Representação Dramática do Conservatório Nacional. Nascia uma mulher de palco. Na companhia Rey Colaço - Robles Monteiro representou, no Teatro Nacional, várias peças sempre com o aplauso da crítica e do público. Em 1945 conhece Mário Soares. Casaram, tiveram dois filhos e um percurso de vida nem sempre fácil devido às sucessivas prisões de Mário Soares, às perseguições políticas de que ambos foram vítimas. Do palco do teatro, para o palco da política, esta mulher enriqueceu a sua vida dedicando-se a muitas causas humanitárias. Criou a Pro Diginitate, a fundação onde ainda trabalha com o mesmo empenho e dedicação que sempre a caracterizaram. "Maria Barroso - Um olhar sobre a vida" é mais do que uma biografia. É uma homenagem a uma mulher ímpar na vida cultural do nosso país, uma figura incontornável, um ser humano que, com este livro, aprendemos a admirar.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Maria de Jesus Simões Barroso nasceu no Algarve em 1925. Ainda criança muda-se para Setúbal, onde faz a escola primária, descobre o prazer da escrita e apaixona-se pela leitura. Na adolescência declamava poesia, a família descobre-lhe o talento para a representação. Ainda adolescente torna-se aluna do curso de Representação Dramática do Conservatório Nacional. Nascia uma mulher de palco. Na companhia Rey Colaço - Robles Monteiro representou, no Teatro Nacional, várias peças sempre com o aplauso da crítica e do público. Em 1945 conhece Mário Soares. Casaram, tiveram dois filhos e um percurso de vida nem sempre fácil devido às sucessivas prisões de Mário Soares, às perseguições políticas de que ambos foram vítimas. Do palco do teatro, para o palco da política, esta mulher enriqueceu a sua vida dedicando-se a muitas causas humanitárias. Criou a Pro Diginitate, a fundação onde ainda trabalha com o mesmo empenho e dedicação que sempre a caracterizaram. "Maria Barroso - Um olhar sobre a vida" é mais do que uma biografia. É uma homenagem a uma mulher ímpar na vida cultural do nosso país, uma figura incontornável, um ser humano que, com este livro, aprendemos a admirar.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Biografia de uma personagem misteriosa e sedutora que marcou o seu tempo, Margarida Marante foi jornalista, estrela de televisão, temida e respeitada por políticos. Os dramas da vida pessoal levaram-na pelo perigoso caminho do consumo de drogas rumo ao abismo.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Biografia de uma personagem misteriosa e sedutora que marcou o seu tempo, Margarida Marante foi jornalista, estrela de televisão, temida e respeitada por políticos. Os dramas da vida pessoal levaram-na pelo perigoso caminho do consumo de drogas rumo ao abismo.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 586
Sinopse:
Marcello Caetano, 1906-1980, de Francisco Martinho (académico brasileiro, "pupilo" de António Costa Pinto), retrata a vida e o homem nos seus vários quadrantes: família, academia, política e exílio. De ressaltar a enfâse dada ao exílio, apresentado como um período "desafogado" financeira e socialmente, ao contrário do que se poderá julgar. Inclusive, o autor ressalta a relação epistolar de amizade, ou algo mais -alvitra, com Maria Helena Prieto.
Nº Páginas: 586
Sinopse:
Marcello Caetano, 1906-1980, de Francisco Martinho (académico brasileiro, "pupilo" de António Costa Pinto), retrata a vida e o homem nos seus vários quadrantes: família, academia, política e exílio. De ressaltar a enfâse dada ao exílio, apresentado como um período "desafogado" financeira e socialmente, ao contrário do que se poderá julgar. Inclusive, o autor ressalta a relação epistolar de amizade, ou algo mais -alvitra, com Maria Helena Prieto.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 712
Sinopse:
"Em Janeiro de 2011, ainda antes da chegada da troika a Portugal, o país foi confrontado com o primeiro corte salarial aos funcionários públicos. Na altura lembrei-me que essa medida era expressamente rejeitada no Manual de Direito Administrativo de Marcello Caetano, que só a admitia como grave sanção penal. Escrevi, por isso, no meu blogue (http://syntagma.blogs.sapo.pt/16439.html), um pequeno texto intitulado "Recordando Marcello Caetano", no qual chamava a atenção que o regime democrático estava a permitir algo que nem o último presidente do Conselho do Estado Novo admitiria. Esse texto teve ampla repercussão na Internet, o que motivou o meu interesse em realizar uma investigação mais aprofundada sobre a vida de Marcello Caetano. Através da consulta de obras de diversos autores, de jornais antigos, bem como de documentação existente nos arquivos e espólios pessoais, procurei assim descobrir os diversos traços da personalidade complexa de Marcello Caetano e do que foi a sua vida. O consulado de Marcello Caetano é infelizmente desvalorizado na história do século xx, sendo apresentado quase como um parêntese entre o regime salazarista e o regime democrático que se seguiu à Revolução de 25 de Abril de 1974. Tal constitui uma perspetiva extremamente injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano, especialmente nos planos, económico, social e laboral. Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados 40 anos após a Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país."
Nº Páginas: 712
Sinopse:
"Em Janeiro de 2011, ainda antes da chegada da troika a Portugal, o país foi confrontado com o primeiro corte salarial aos funcionários públicos. Na altura lembrei-me que essa medida era expressamente rejeitada no Manual de Direito Administrativo de Marcello Caetano, que só a admitia como grave sanção penal. Escrevi, por isso, no meu blogue (http://syntagma.blogs.sapo.pt/16439.html), um pequeno texto intitulado "Recordando Marcello Caetano", no qual chamava a atenção que o regime democrático estava a permitir algo que nem o último presidente do Conselho do Estado Novo admitiria. Esse texto teve ampla repercussão na Internet, o que motivou o meu interesse em realizar uma investigação mais aprofundada sobre a vida de Marcello Caetano. Através da consulta de obras de diversos autores, de jornais antigos, bem como de documentação existente nos arquivos e espólios pessoais, procurei assim descobrir os diversos traços da personalidade complexa de Marcello Caetano e do que foi a sua vida. O consulado de Marcello Caetano é infelizmente desvalorizado na história do século xx, sendo apresentado quase como um parêntese entre o regime salazarista e o regime democrático que se seguiu à Revolução de 25 de Abril de 1974. Tal constitui uma perspetiva extremamente injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano, especialmente nos planos, económico, social e laboral. Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados 40 anos após a Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país."
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Conhecer o melhor possível o mundo árabe é uma necessidade imperiosa perante as crescentes perplexidades que ele nos desperta. Ultrapassar o fosso de uma certa estranheza, alimentada de ideias simplistas ou demasiado genéricas, é indispensável, muito especialmente para o leitor português que nunca deverá esquecer o contributo árabe na sua história. Além disso, redescobrir esta civilização que marcou, e marca, os destinos de todo o mundo, é também uma tarefa particularmente apaixonante. Ir à raiz é certamente a maneira mais eficaz e mais aliciante de colmatar a lacuna existente. Com "Maomé", livro onde se cruzam todos os problemas de uma religião e do nascimento de um império e de uma cultura, Maxime Rodinson dá-nos uma obra de reconhecida competência, constantemente reeditada em França e traduzida em muitos países, em que o rigor e a erudição do historiador se aliam à formação do sociólogo e do orientalista, para criar um texto claro, penetrante, e quase exaustivo.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Conhecer o melhor possível o mundo árabe é uma necessidade imperiosa perante as crescentes perplexidades que ele nos desperta. Ultrapassar o fosso de uma certa estranheza, alimentada de ideias simplistas ou demasiado genéricas, é indispensável, muito especialmente para o leitor português que nunca deverá esquecer o contributo árabe na sua história. Além disso, redescobrir esta civilização que marcou, e marca, os destinos de todo o mundo, é também uma tarefa particularmente apaixonante. Ir à raiz é certamente a maneira mais eficaz e mais aliciante de colmatar a lacuna existente. Com "Maomé", livro onde se cruzam todos os problemas de uma religião e do nascimento de um império e de uma cultura, Maxime Rodinson dá-nos uma obra de reconhecida competência, constantemente reeditada em França e traduzida em muitos países, em que o rigor e a erudição do historiador se aliam à formação do sociólogo e do orientalista, para criar um texto claro, penetrante, e quase exaustivo.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Numa conversa franca, Manuel Maria Carrilho fala do seu percurso, desde os tempos de infância, vividos entre o granito de Viseu, a universidade e as lutas estudantis, até ao reconhecimento público enquanto político e intelectual. Homem atento e interveniente, da política à cultura, passando pela filosofia, paixão de sempre, Carrilho deixou obra feita enquanto político e académico. Foi professor, ministro da Cultura e representante de Portugal na Unesco. Escreveu cerca de trinta livros de ensaios e crónicas. Hoje, continua a dedicar-se à leitura, à escrita e à reflexão. José Jorge Letria conduz com mestria uma entrevista onde se fala abertamente dos problemas que atormentam o mundo contemporâneo e onde se encontram revelações sobre a história de vida de uma das personalidades mais singulares da vida pública de Portugal.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Numa conversa franca, Manuel Maria Carrilho fala do seu percurso, desde os tempos de infância, vividos entre o granito de Viseu, a universidade e as lutas estudantis, até ao reconhecimento público enquanto político e intelectual. Homem atento e interveniente, da política à cultura, passando pela filosofia, paixão de sempre, Carrilho deixou obra feita enquanto político e académico. Foi professor, ministro da Cultura e representante de Portugal na Unesco. Escreveu cerca de trinta livros de ensaios e crónicas. Hoje, continua a dedicar-se à leitura, à escrita e à reflexão. José Jorge Letria conduz com mestria uma entrevista onde se fala abertamente dos problemas que atormentam o mundo contemporâneo e onde se encontram revelações sobre a história de vida de uma das personalidades mais singulares da vida pública de Portugal.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Sei que terei de parar de flmar um dia. Só espero parar de viver primeiro." Manoel de Oliveira Este livro é sobre Manoel de Oliveira. São episódios da vida de um homem e do seu trabalho, evocados por ele em diversas entrevistas, documentários e um pouco também nos seus filmes, e que me ajudaram a descobrir o homem para lá do cineasta, que não se esgota nestas páginas; um Manoel de Oliveira pessoal e transmissível, imortalizado através dos filhos, netos e bisnetos, em ramificações do amor na sua fixação mais certa. Porque nem o corpo nem a alma sobrevivem ao tempo, vícios que apenas o cinema e a literatura podem ter a ambição de perpetuar.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Sei que terei de parar de flmar um dia. Só espero parar de viver primeiro." Manoel de Oliveira Este livro é sobre Manoel de Oliveira. São episódios da vida de um homem e do seu trabalho, evocados por ele em diversas entrevistas, documentários e um pouco também nos seus filmes, e que me ajudaram a descobrir o homem para lá do cineasta, que não se esgota nestas páginas; um Manoel de Oliveira pessoal e transmissível, imortalizado através dos filhos, netos e bisnetos, em ramificações do amor na sua fixação mais certa. Porque nem o corpo nem a alma sobrevivem ao tempo, vícios que apenas o cinema e a literatura podem ter a ambição de perpetuar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Destacado dirigente da UNITA, N'Zau Puna é um nome incontornável da história angolana. Viveu os seus momentos essenciais e privou com as suas principais figuras, revelando-os em primeira mão. Tudo é recordado, nada é esquecido. Agora que as armas se calaram, o velho guerrilheiro poisa a espingarda e pega na pena. Lega aos vindouros um testemunho imprescindível numa prosa acutilante. Sem meias-palavras, falando para o futuro, pondo a nu uma vida que se confunde com um país
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Destacado dirigente da UNITA, N'Zau Puna é um nome incontornável da história angolana. Viveu os seus momentos essenciais e privou com as suas principais figuras, revelando-os em primeira mão. Tudo é recordado, nada é esquecido. Agora que as armas se calaram, o velho guerrilheiro poisa a espingarda e pega na pena. Lega aos vindouros um testemunho imprescindível numa prosa acutilante. Sem meias-palavras, falando para o futuro, pondo a nu uma vida que se confunde com um país
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 254
Sinopse:
Um testemunho de coragem e determinação de quem não quer desistir Em 1999, João Garcia tornou-se o primeiro e único português a atingir o mítico cume do Evereste. Esta subida bem sucedida foi, no entanto, dramática: o seu companheiro de subida, o belga Pascal Debrouwer, sofreu uma queda, já na descida, à qual não sobreviveu e João Garcia sofreu graves queimaduras por congelamento que levaram à amputação de alguns dedos das mãos e dos pés. No ano 2000, após algum tempo de recuperação, João Garcia decidiu testar a sua capacidade física e emocional para continuar a fazer aquilo que mais gosta: escalar montanhas. Depois de um regresso ao Evereste, para uma pequena homenagem ao seu companheiro falecido, um périplo pelas montanhas do Peru, Nepal, Paquistão e Antárctica provou-lhe que está apto para continuar. Deste périplo nasceu um novo livro, Mais Além, um testemunho da coragem e determinação de quem não quer desistir.
Nº Páginas: 254
Sinopse:
Um testemunho de coragem e determinação de quem não quer desistir Em 1999, João Garcia tornou-se o primeiro e único português a atingir o mítico cume do Evereste. Esta subida bem sucedida foi, no entanto, dramática: o seu companheiro de subida, o belga Pascal Debrouwer, sofreu uma queda, já na descida, à qual não sobreviveu e João Garcia sofreu graves queimaduras por congelamento que levaram à amputação de alguns dedos das mãos e dos pés. No ano 2000, após algum tempo de recuperação, João Garcia decidiu testar a sua capacidade física e emocional para continuar a fazer aquilo que mais gosta: escalar montanhas. Depois de um regresso ao Evereste, para uma pequena homenagem ao seu companheiro falecido, um périplo pelas montanhas do Peru, Nepal, Paquistão e Antárctica provou-lhe que está apto para continuar. Deste périplo nasceu um novo livro, Mais Além, um testemunho da coragem e determinação de quem não quer desistir.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Esta é a biografia de Fernão de Magalhães, o primeiro homem a empreender a circum-navegação do globo. O virtuosismo de Stefan Zweig descreve-nos o homem e o seu feito, com grande detalhe e maravilhosa pujança narrativa, a par das circunstâncias históricas em que decorreu a viagem deste português, grande entre os maiores. Magallanes em espanhol, Magellan em inglês, Magalhães foi e é, verdadeiramente, um homem universal e uma figura ímpar do seu tempo.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Esta é a biografia de Fernão de Magalhães, o primeiro homem a empreender a circum-navegação do globo. O virtuosismo de Stefan Zweig descreve-nos o homem e o seu feito, com grande detalhe e maravilhosa pujança narrativa, a par das circunstâncias históricas em que decorreu a viagem deste português, grande entre os maiores. Magallanes em espanhol, Magellan em inglês, Magalhães foi e é, verdadeiramente, um homem universal e uma figura ímpar do seu tempo.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
As máfias estão presentes em todo o mundo, com centenas de milhares de membros e muitos milhões de dólares em receitas. De Hong Kong a Nova Iorque, estas organizações espalham os seus tentáculos ao sector político, financeiro, desportivo e à vida do dia-a-dia. Mas como é pertencer a essas máfias? O que é necessário para fazer parte delas? Como se chega ao topo? E o que acontece quando não se cumprem as regras? Nesta extensa investigação, Federico Varese desvenda algumas das sociedades mais secretas do mundo. Com base em entrevistas, estudos de caso e relatórios policiais inéditos, esta é a história das maiores organizações criminosas e de como elas verdadeiramente são: repletas de drama, ambição, traição, amor… e morte. Das cerimónias iniciáticas na Rússia aos clubes de jogo exclusivos em Macau, passando pelas reuniões em luxuosos hotéis no Dubai, Varese constrói um retrato único da vida nas máfias a partir do interior.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
As máfias estão presentes em todo o mundo, com centenas de milhares de membros e muitos milhões de dólares em receitas. De Hong Kong a Nova Iorque, estas organizações espalham os seus tentáculos ao sector político, financeiro, desportivo e à vida do dia-a-dia. Mas como é pertencer a essas máfias? O que é necessário para fazer parte delas? Como se chega ao topo? E o que acontece quando não se cumprem as regras? Nesta extensa investigação, Federico Varese desvenda algumas das sociedades mais secretas do mundo. Com base em entrevistas, estudos de caso e relatórios policiais inéditos, esta é a história das maiores organizações criminosas e de como elas verdadeiramente são: repletas de drama, ambição, traição, amor… e morte. Das cerimónias iniciáticas na Rússia aos clubes de jogo exclusivos em Macau, passando pelas reuniões em luxuosos hotéis no Dubai, Varese constrói um retrato único da vida nas máfias a partir do interior.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O livro aborda todas as inúmeras facetas do ex-presidente do Sporting, incluindo as passagens por grandes empresas de construção, a "edificação" das suas próprias empresas, os negócios na área do imobiliário e da hotelaria, não faltando dois extensos capítulos relacionados com o clube de Alvalade - onde foi vice-presidente e responsável pela edificação do novo estádio e academia, e mais recentemente presidente - e um final sobre o trabalho desenvolvido na área da solidariedade social.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O livro aborda todas as inúmeras facetas do ex-presidente do Sporting, incluindo as passagens por grandes empresas de construção, a "edificação" das suas próprias empresas, os negócios na área do imobiliário e da hotelaria, não faltando dois extensos capítulos relacionados com o clube de Alvalade - onde foi vice-presidente e responsável pela edificação do novo estádio e academia, e mais recentemente presidente - e um final sobre o trabalho desenvolvido na área da solidariedade social.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quando um grupo de nobres portugueses se revoltou contra o governo de Madrid em dezembro de 1640, consta que D. Luísa terá dito: "Antes morrer reinando do que acabar servindo." Segundo reza a lenda, esta frase convenceu o seu marido, o futuro rei D. João IV, a juntar-se à conspiração e a tornar-se o primeiro rei da dinastia de Bragança. Quer tenha ou não proferido aquela frase, D. Luísa foi sem dúvida uma força por trás do trono, uma força que perduraria até à sua regência, em 1656, após a morte de D. João IV e enquanto o seu filho D. Afonso VI não assumia o controlo do governo. Durante os seis anos em que serviu como regente, D. Luísa conseguiu alcançar algumas vitórias na guerra com Espanha, controlou os nobres que lutavam entre si na corte e negociou um importante tratado com Carlos II de Inglaterra, com quem casou a sua filha Catarina. Embora se tenha afastado em 1662, o seu contributo nestes domínios ajudou Portugal a assegurar a sua independência para sempre.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quando um grupo de nobres portugueses se revoltou contra o governo de Madrid em dezembro de 1640, consta que D. Luísa terá dito: "Antes morrer reinando do que acabar servindo." Segundo reza a lenda, esta frase convenceu o seu marido, o futuro rei D. João IV, a juntar-se à conspiração e a tornar-se o primeiro rei da dinastia de Bragança. Quer tenha ou não proferido aquela frase, D. Luísa foi sem dúvida uma força por trás do trono, uma força que perduraria até à sua regência, em 1656, após a morte de D. João IV e enquanto o seu filho D. Afonso VI não assumia o controlo do governo. Durante os seis anos em que serviu como regente, D. Luísa conseguiu alcançar algumas vitórias na guerra com Espanha, controlou os nobres que lutavam entre si na corte e negociou um importante tratado com Carlos II de Inglaterra, com quem casou a sua filha Catarina. Embora se tenha afastado em 1662, o seu contributo nestes domínios ajudou Portugal a assegurar a sua independência para sempre.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Lídia Jorge é "uma cronista do tempo que passa, mas uma cronista que não dispensa a alucinação e a fantasia", como a própria se define. Não esquece a vida livre - mas dura - do Algarve rural em que nasceu, em 1946, nem os actos de violência que presenciou em África, nos últimos anos da Ditadura, experiências marcantes que transpôs para a literatura. Romancista e contista, Lídia Jorge aventurou- -se ainda pelo ensaio, o teatro e a literatura infantil. Numa conversa intimista, a escritora fala do seu percurso, da infância longe do pai e do avô, que partiram para África quando tinha três anos, dos professores marcantes na Universidade de Lisboa - Lindley Cintra, David Mourão- -Ferreira e o padre Manuel Antunes, entre outros - e, sobretudo, da grande paixão pelos livros e da luta por criar, através da escrita e pelas suas próprias mãos, alguma coisa que acrescente beleza ao mundo.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Lídia Jorge é "uma cronista do tempo que passa, mas uma cronista que não dispensa a alucinação e a fantasia", como a própria se define. Não esquece a vida livre - mas dura - do Algarve rural em que nasceu, em 1946, nem os actos de violência que presenciou em África, nos últimos anos da Ditadura, experiências marcantes que transpôs para a literatura. Romancista e contista, Lídia Jorge aventurou- -se ainda pelo ensaio, o teatro e a literatura infantil. Numa conversa intimista, a escritora fala do seu percurso, da infância longe do pai e do avô, que partiram para África quando tinha três anos, dos professores marcantes na Universidade de Lisboa - Lindley Cintra, David Mourão- -Ferreira e o padre Manuel Antunes, entre outros - e, sobretudo, da grande paixão pelos livros e da luta por criar, através da escrita e pelas suas próprias mãos, alguma coisa que acrescente beleza ao mundo.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 152
Sinopse:
As pessoas cujas histórias apresentamos neste livro, são os testemunhos vivos do processo de transformação interior de que o mundo precisa e de que todos somos capazes. Pessoas que nos revelam o poder que podemos ter sobre nós próprios, mesmo quando o interesse pela vida parece ter acabado. E é precisamente por causa disso que devemos olhar para estas pessoas com uma admiração especial. Vê-las como os "mestres de vida" que são, um exemplo para todos nós, aqueles que temos pernas e braços e não sofremos de nenhuma limitação ou deficiência física.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
As pessoas cujas histórias apresentamos neste livro, são os testemunhos vivos do processo de transformação interior de que o mundo precisa e de que todos somos capazes. Pessoas que nos revelam o poder que podemos ter sobre nós próprios, mesmo quando o interesse pela vida parece ter acabado. E é precisamente por causa disso que devemos olhar para estas pessoas com uma admiração especial. Vê-las como os "mestres de vida" que são, um exemplo para todos nós, aqueles que temos pernas e braços e não sofremos de nenhuma limitação ou deficiência física.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A Estrada Nacional 2, com os seus quase 739 quilómetros, é a maior de Portugal e uma das maiores do mundo. Atravessa Portugal de Chaves a Faro, numa linha contínua que não é feita só de asfalto. Estrada mítica e com identidade própria, é o mais belo caminho para conhecer as pessoas, as paisagens - o País, em suma. O escritor Afonso Reis Cabral - autor dos romances O Meu Irmão (vencedor do Prémio LeYa) e Pão de Açúcar - decidiu percorrê-la a pé. Durante vinte e quatro dias, completamente sozinho, deixou que a estrada o guiasse: cruzou montanhas e planícies, mergulhou em rios, caminhou debaixo de tempestades e sob o sol ardente. Mas sobretudo parou para conversar com quem encontrava. No fim de cada dia, publicava na sua página de Facebook um diário escrito no telemóvel relatando os principais eventos da viagem. Com milhares de leitores, comentários e partilhas, os seus textos geraram grande entusiasmo. Agora em versão ampliada e ilustrada, eis em livro o diário do caminho.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A Estrada Nacional 2, com os seus quase 739 quilómetros, é a maior de Portugal e uma das maiores do mundo. Atravessa Portugal de Chaves a Faro, numa linha contínua que não é feita só de asfalto. Estrada mítica e com identidade própria, é o mais belo caminho para conhecer as pessoas, as paisagens - o País, em suma. O escritor Afonso Reis Cabral - autor dos romances O Meu Irmão (vencedor do Prémio LeYa) e Pão de Açúcar - decidiu percorrê-la a pé. Durante vinte e quatro dias, completamente sozinho, deixou que a estrada o guiasse: cruzou montanhas e planícies, mergulhou em rios, caminhou debaixo de tempestades e sob o sol ardente. Mas sobretudo parou para conversar com quem encontrava. No fim de cada dia, publicava na sua página de Facebook um diário escrito no telemóvel relatando os principais eventos da viagem. Com milhares de leitores, comentários e partilhas, os seus textos geraram grande entusiasmo. Agora em versão ampliada e ilustrada, eis em livro o diário do caminho.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No seguimento da morte trágica do único filho, viria a ser opositora do marido, quando este pretendia legitimar o seu bastardo para o colocar no trono; em vez deste, conseguiu que o sucessor de D. João II fosse Manuel, duque de Beja, seu irmão mais novo. Culta e devota, Leonor deixou a sua memória viva nos séculos seguintes pelas obras que patrocinou, todas indissociáveis da sua religiosidade: o hospital das Caldas, o Convento da Madre de Deus, a criação da Misericórdia de Lisboa, a impressão de livros e a encomenda de obras de arte. Sempre atenta aos seus interesses, quer políticos quer económicos (era detentora de uma vasta fortuna, que foi aumentando com o tempo), a "rainha-velha" conservou a sua influência quase até ao final da vida, apesar de cronicamente doente e muitas vezes confinada a uma cama.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No seguimento da morte trágica do único filho, viria a ser opositora do marido, quando este pretendia legitimar o seu bastardo para o colocar no trono; em vez deste, conseguiu que o sucessor de D. João II fosse Manuel, duque de Beja, seu irmão mais novo. Culta e devota, Leonor deixou a sua memória viva nos séculos seguintes pelas obras que patrocinou, todas indissociáveis da sua religiosidade: o hospital das Caldas, o Convento da Madre de Deus, a criação da Misericórdia de Lisboa, a impressão de livros e a encomenda de obras de arte. Sempre atenta aos seus interesses, quer políticos quer económicos (era detentora de uma vasta fortuna, que foi aumentando com o tempo), a "rainha-velha" conservou a sua influência quase até ao final da vida, apesar de cronicamente doente e muitas vezes confinada a uma cama.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Um novo olhar sobre a vida e obra do grande génio no 500º aniversário da sua morte. Com as suas manifestações de inspiração, perspetivas visionárias, máquinas de sonho e estudos de anatomia, Leonardo da Vinci é tido como um génio precursor dos tempos modernos. Mas o elemento mais importante que caracterizou o génio universal e criador da lendária Mona Lisa foi o estilo de pintura que dele fez o artista mais destacado da sua época. Kia Vahland demonstra, nesta abrangente biografia artística, como Leonardo o conseguiu: aliando-se às mulheres. Da jovem orgulhosa que é a Virgem Maria à sábia e circunspecta Mona Lisa, da dinâmica Cecilia Gallerani à benevolente Santa Ana, são as mulheres as personagens principais das suas pinturas. Com base na pintura e nos desenhos de Leonardo, e em textos e outras fontes históricas, Kia Vahland descreve a vida e a obra pictórica, na sua totalidade, deste artista milenar. Esta biografia explica como o artista quebrou convicções e, desse modo, desenvolveu uma nova visão da natureza e da arte, das mulheres e dos homens, da ciência, da religião e da política, transformando-se numa celebridade famosa cujo significado e importância perduram ainda nos nossos dias.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Um novo olhar sobre a vida e obra do grande génio no 500º aniversário da sua morte. Com as suas manifestações de inspiração, perspetivas visionárias, máquinas de sonho e estudos de anatomia, Leonardo da Vinci é tido como um génio precursor dos tempos modernos. Mas o elemento mais importante que caracterizou o génio universal e criador da lendária Mona Lisa foi o estilo de pintura que dele fez o artista mais destacado da sua época. Kia Vahland demonstra, nesta abrangente biografia artística, como Leonardo o conseguiu: aliando-se às mulheres. Da jovem orgulhosa que é a Virgem Maria à sábia e circunspecta Mona Lisa, da dinâmica Cecilia Gallerani à benevolente Santa Ana, são as mulheres as personagens principais das suas pinturas. Com base na pintura e nos desenhos de Leonardo, e em textos e outras fontes históricas, Kia Vahland descreve a vida e a obra pictórica, na sua totalidade, deste artista milenar. Esta biografia explica como o artista quebrou convicções e, desse modo, desenvolveu uma nova visão da natureza e da arte, das mulheres e dos homens, da ciência, da religião e da política, transformando-se numa celebridade famosa cujo significado e importância perduram ainda nos nossos dias.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 992
Sinopse:
Nenhum estadista americano foi tão reverenciado e injuriado como Henry Kissinger. Aclamado por alguns como o "homem indispensável", cujos conselhos foram procurados por todos os presidentes desde John F. Kennedy a George W. Bush, Kissinger atraiu também uma imensa hostilidade de críticos que lhe atribuíram o papel de maquiavélico amoral - o supremo "realista" insensível. Recorrendo não só aos documentos particulares de Kissinger, até agora confidenciais, mas também a centenas de arquivos de todo o mundo, esta biografia é a obra-prima de Niall Ferguson. Tal como a sua história clássica, em dois volumes, da Casa de Rothschild, Kissinger lança uma nova luz sobre toda uma época.
Nº Páginas: 992
Sinopse:
Nenhum estadista americano foi tão reverenciado e injuriado como Henry Kissinger. Aclamado por alguns como o "homem indispensável", cujos conselhos foram procurados por todos os presidentes desde John F. Kennedy a George W. Bush, Kissinger atraiu também uma imensa hostilidade de críticos que lhe atribuíram o papel de maquiavélico amoral - o supremo "realista" insensível. Recorrendo não só aos documentos particulares de Kissinger, até agora confidenciais, mas também a centenas de arquivos de todo o mundo, esta biografia é a obra-prima de Niall Ferguson. Tal como a sua história clássica, em dois volumes, da Casa de Rothschild, Kissinger lança uma nova luz sobre toda uma época.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 276
Sinopse:
Depois do casamento real e do Jubileu de Diamante da rainha Isabel I, e com o nascimento do primeiro filho de Kate e William, George Alexander Louis, raras vezes o sentimento popular em relação à Família Real foi tão profundo. No centro deste acréscimo de afeto está uma mulher, Kate Middleton, que conquistou o coração da nação e que, ao lado do marido, o príncipe William anuncia um novo amanhecer para a Família Real do Reino Unido. Esta biografia relata a vida da mulher que tanto contribuiu para revitalizar a imagem pública da Família Real. Desde os anos da sua infância, a sua família, os tempos da universidade de St. Andrews e o seu encontro com o príncipe William, a relação de ambos e os seus problemas, o casamento e o seu novo papel oficial, o seu estilo e, claro, a fase de gravidez. "Kate: Uma Biografia" não é apenas o livro perfeito para os admiradores desta notável jovem, é também uma marca do momento crucial de viragem da história da Família Real britânica.
Nº Páginas: 276
Sinopse:
Depois do casamento real e do Jubileu de Diamante da rainha Isabel I, e com o nascimento do primeiro filho de Kate e William, George Alexander Louis, raras vezes o sentimento popular em relação à Família Real foi tão profundo. No centro deste acréscimo de afeto está uma mulher, Kate Middleton, que conquistou o coração da nação e que, ao lado do marido, o príncipe William anuncia um novo amanhecer para a Família Real do Reino Unido. Esta biografia relata a vida da mulher que tanto contribuiu para revitalizar a imagem pública da Família Real. Desde os anos da sua infância, a sua família, os tempos da universidade de St. Andrews e o seu encontro com o príncipe William, a relação de ambos e os seus problemas, o casamento e o seu novo papel oficial, o seu estilo e, claro, a fase de gravidez. "Kate: Uma Biografia" não é apenas o livro perfeito para os admiradores desta notável jovem, é também uma marca do momento crucial de viragem da história da Família Real britânica.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 138
Sinopse:
O imenso mérito histórico de Marx reside no facto de ter fundado a ciência das leis mais gerais do desenvolvimento da Natureza, da sociedade e do pensamento humano — o materialismo dialéctico e histórico; e, desse modo, mostrou a via não só do conhecimento, mas também da transformação revolucionária do mundo. No ano em que se assinala o segundo centenário do nascimento de Karl Marx, esta pequena biografia retrata tanto o seu percurso de vida como a sua produção teórica.
Nº Páginas: 138
Sinopse:
O imenso mérito histórico de Marx reside no facto de ter fundado a ciência das leis mais gerais do desenvolvimento da Natureza, da sociedade e do pensamento humano — o materialismo dialéctico e histórico; e, desse modo, mostrou a via não só do conhecimento, mas também da transformação revolucionária do mundo. No ano em que se assinala o segundo centenário do nascimento de Karl Marx, esta pequena biografia retrata tanto o seu percurso de vida como a sua produção teórica.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Alguns anos após a morte de Ryszard Kapuscinski, um outro jornalista polaco, Artur Domoslawski, lançou-se na complicada tarefa de desentranhar as chaves que rodearam a obra e a vida desse homem famoso que elevara a reportagem à categoria da literatura e que dissecara, como ninguém até então, os mecanismos do poder e o mundo em profunda transformação após a Segunda Guerra Mundial. Em Kapuscinski, Uma Vida Domoslawski percorre corajosamente os mesmos caminhos que Kapuscinski percorreu e investiga, sem falsos pudores mas com grande respeito, as relações deste com o regime comunista polaco, os casos da sua vida privada e, acima de tudo, até que ponto são fiáveis os dados que ele apresenta nas suas obras. Domoslawski sabe perfeitamente que enterrar o mito não é a função de um biógrafo. Como jornalista e admirador do mestre biografado, conhece bem a sua tarefa: revelar o homem com todas as suas contradições e transmitir-nos a mensagem que Kapuscinski tentou fazer chegar durante a sua vida: que, sem entender o contexto de uma existência, ninguém tem o direito de a julgar. Esta biografia "não autorizada", que causou grande polémica aquando da sua publicação na Polónia, é uma extraordinária aventura para o leitor e, ao mesmo tempo, uma preciosa introdução à obra de Ryszard Kapuscinski, "o repórter do século xx".
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Alguns anos após a morte de Ryszard Kapuscinski, um outro jornalista polaco, Artur Domoslawski, lançou-se na complicada tarefa de desentranhar as chaves que rodearam a obra e a vida desse homem famoso que elevara a reportagem à categoria da literatura e que dissecara, como ninguém até então, os mecanismos do poder e o mundo em profunda transformação após a Segunda Guerra Mundial. Em Kapuscinski, Uma Vida Domoslawski percorre corajosamente os mesmos caminhos que Kapuscinski percorreu e investiga, sem falsos pudores mas com grande respeito, as relações deste com o regime comunista polaco, os casos da sua vida privada e, acima de tudo, até que ponto são fiáveis os dados que ele apresenta nas suas obras. Domoslawski sabe perfeitamente que enterrar o mito não é a função de um biógrafo. Como jornalista e admirador do mestre biografado, conhece bem a sua tarefa: revelar o homem com todas as suas contradições e transmitir-nos a mensagem que Kapuscinski tentou fazer chegar durante a sua vida: que, sem entender o contexto de uma existência, ninguém tem o direito de a julgar. Esta biografia "não autorizada", que causou grande polémica aquando da sua publicação na Polónia, é uma extraordinária aventura para o leitor e, ao mesmo tempo, uma preciosa introdução à obra de Ryszard Kapuscinski, "o repórter do século xx".
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A Revolução Russa de 1917 foi um dos acontecimentos mais importantes do século xx. O comunismo alterou a correlação de forças mundiais e é nesta torrente de mudança que em 1921 nasce o Partido Comunista Português, que irá atrair centenas de jovens dispostos a lutar por uma nova sociedade. Júlio Fogaça aderiu ao PCP na mesma altura que Álvaro Cunhal e durante várias décadas defenderam orientações políticas opostas. Prisões e libertações intermitentes adiaram as consequências dessa conflitualidade mas, eventualmente, o PCP tornou-se pequeno demais para os dois. Esta é a biografia desse jovem fidalgo rural do Cadaval que se converteu ao comunismo em Lisboa e chegou ao poder depois de ter sido várias vezes preso, torturado e por duas vezes desterrado para o Tarrafal. Acabou por ser expulso do PCP, mas as circunstâncias dessa expulsão e da derradeira prisão pela PIDE ainda hoje continuam encobertas. Terá sido denunciado à PIDE pelo seu companheiro ou pelos próprios comunistas? Porque terá sido deixado para trás na fuga colectiva de Caxias? Ser homossexual terá pesado na sua expulsão? E que papel teve Álvaro Cunhal no seu apagamento da história do PCP? Testemunhos inéditos de Domingos Abrantes, Edmundo Pedro e Carlos Britoajudam a resgatar a intensa vida de um revolucionário esquecido.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A Revolução Russa de 1917 foi um dos acontecimentos mais importantes do século xx. O comunismo alterou a correlação de forças mundiais e é nesta torrente de mudança que em 1921 nasce o Partido Comunista Português, que irá atrair centenas de jovens dispostos a lutar por uma nova sociedade. Júlio Fogaça aderiu ao PCP na mesma altura que Álvaro Cunhal e durante várias décadas defenderam orientações políticas opostas. Prisões e libertações intermitentes adiaram as consequências dessa conflitualidade mas, eventualmente, o PCP tornou-se pequeno demais para os dois. Esta é a biografia desse jovem fidalgo rural do Cadaval que se converteu ao comunismo em Lisboa e chegou ao poder depois de ter sido várias vezes preso, torturado e por duas vezes desterrado para o Tarrafal. Acabou por ser expulso do PCP, mas as circunstâncias dessa expulsão e da derradeira prisão pela PIDE ainda hoje continuam encobertas. Terá sido denunciado à PIDE pelo seu companheiro ou pelos próprios comunistas? Porque terá sido deixado para trás na fuga colectiva de Caxias? Ser homossexual terá pesado na sua expulsão? E que papel teve Álvaro Cunhal no seu apagamento da história do PCP? Testemunhos inéditos de Domingos Abrantes, Edmundo Pedro e Carlos Britoajudam a resgatar a intensa vida de um revolucionário esquecido.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Forçada a exilar-se em 1808, Juliana de Almeida Oeynhausen, a terceira filha da marquesa de Alorna, parecia condenada às agruras da emigração e à tristeza de um casamento infeliz. Contudo, dotada de um espírito vivo e inconformista, conseguiu libertar-se de constrangimentos sociais e familiares, vencer a adversidade e conquistar a sua independência e felicidade. As suas qualidades de mulher ilustrada e cosmopolita, foram conhecidas e apreciadas por grandes figuras da Europa de então com quem teve a oportunidade de privar: a rainha Vitória de Inglaterra, o imperador da Alemanha, e os czares Nicolau i e Alexandre ii da Rússia. A surpreendente e colorida história da sua vida, que uma investigação profunda e exaustiva permitiu trazer agora a público, foi esquecida e deturpada nos alvores do século xx e, desde então, a sua memória tem sido injustamente enxovalhada. Porém, como disse um diplomata português seu contemporâneo "não se pode fazer mais honra do que ela fez sempre ao nome português". Deixou abundantes provas disso mesmo em São Petersburgo, na Rússia, onde viveu os últimos anos da sua vida, como condessa Stroganoff.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Forçada a exilar-se em 1808, Juliana de Almeida Oeynhausen, a terceira filha da marquesa de Alorna, parecia condenada às agruras da emigração e à tristeza de um casamento infeliz. Contudo, dotada de um espírito vivo e inconformista, conseguiu libertar-se de constrangimentos sociais e familiares, vencer a adversidade e conquistar a sua independência e felicidade. As suas qualidades de mulher ilustrada e cosmopolita, foram conhecidas e apreciadas por grandes figuras da Europa de então com quem teve a oportunidade de privar: a rainha Vitória de Inglaterra, o imperador da Alemanha, e os czares Nicolau i e Alexandre ii da Rússia. A surpreendente e colorida história da sua vida, que uma investigação profunda e exaustiva permitiu trazer agora a público, foi esquecida e deturpada nos alvores do século xx e, desde então, a sua memória tem sido injustamente enxovalhada. Porém, como disse um diplomata português seu contemporâneo "não se pode fazer mais honra do que ela fez sempre ao nome português". Deixou abundantes provas disso mesmo em São Petersburgo, na Rússia, onde viveu os últimos anos da sua vida, como condessa Stroganoff.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Creio que me fizeram todas as perguntas possíveis. Eu próprio, se fosse jornalista, não saberia o que perguntar-me. O mal está nas inúmeras entrevistas que tenho dado. Em todo o caso, tenho o cuidado de responder seriamente ao que se me pergunta, o que me dá o direito de protestar contra a frivolidade de certos jornalistas a quem só interessa o escândalo ou a polémica gratuita." José Saramago, 2009
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Creio que me fizeram todas as perguntas possíveis. Eu próprio, se fosse jornalista, não saberia o que perguntar-me. O mal está nas inúmeras entrevistas que tenho dado. Em todo o caso, tenho o cuidado de responder seriamente ao que se me pergunta, o que me dá o direito de protestar contra a frivolidade de certos jornalistas a quem só interessa o escândalo ou a polémica gratuita." José Saramago, 2009
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Vencedor do Prémio Nobel da Literatura - o primeiro (e único até à data) a distinguir não só Portugal como a língua portuguesa -, o escritor José Saramago (1922-2010), autor de romances fundamentais como "Memorial do Convento", "O Ano da Morte de Ricardo Reis" ou "Ensaio sobre a Cegueira", conquistou, por esse motivo, um estatuto de primordial relevo na nossa História recente. Trilhou, porém, um caminho árduo até atingir a consagração: originário de uma família de trabalhadores rurais ribatejanos, estudou apenas para serralheiro mecânico e fez toda a sua formação intelectual como autodidata. Manteve-se na obscuridade durante a maior parte da sua carreira, fosse como funcionário de escritório, responsável por uma editora ou até enquanto editorialista, que não assinava os seus textos, e já só por volta dos 60 anos ganhou notoriedade como romancista. Viu-se envolvido em polémicas que mobilizaram as atenções nacionais: acusado de praticar censura e de afastar jornalistas como diretor-adjunto do "Diário de Notícias", ele próprio viria a queixar-se, anos depois, de o governo lhe censurar um livro, afirmando que por tal motivo se afastava do país. Esta biografia traça o percurso de uma personalidade única da cultura portuguesa, debruçando-se tanto sobre a sua intensa atividade criativa como sobre a sua atribulada vida privada.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Vencedor do Prémio Nobel da Literatura - o primeiro (e único até à data) a distinguir não só Portugal como a língua portuguesa -, o escritor José Saramago (1922-2010), autor de romances fundamentais como "Memorial do Convento", "O Ano da Morte de Ricardo Reis" ou "Ensaio sobre a Cegueira", conquistou, por esse motivo, um estatuto de primordial relevo na nossa História recente. Trilhou, porém, um caminho árduo até atingir a consagração: originário de uma família de trabalhadores rurais ribatejanos, estudou apenas para serralheiro mecânico e fez toda a sua formação intelectual como autodidata. Manteve-se na obscuridade durante a maior parte da sua carreira, fosse como funcionário de escritório, responsável por uma editora ou até enquanto editorialista, que não assinava os seus textos, e já só por volta dos 60 anos ganhou notoriedade como romancista. Viu-se envolvido em polémicas que mobilizaram as atenções nacionais: acusado de praticar censura e de afastar jornalistas como diretor-adjunto do "Diário de Notícias", ele próprio viria a queixar-se, anos depois, de o governo lhe censurar um livro, afirmando que por tal motivo se afastava do país. Esta biografia traça o percurso de uma personalidade única da cultura portuguesa, debruçando-se tanto sobre a sua intensa atividade criativa como sobre a sua atribulada vida privada.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 1492
Sinopse:
Filho de Pais incógnitos, é um padre que lhe dá o nome que marcaria a Economia portuguesa. Alexandra Ferreira conta a vida do homem que veio do nada e que acabou a fundar um império.
Nº Páginas: 1492
Sinopse:
Filho de Pais incógnitos, é um padre que lhe dá o nome que marcaria a Economia portuguesa. Alexandra Ferreira conta a vida do homem que veio do nada e que acabou a fundar um império.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 488
Sinopse:
A biografia do empresário sem medo José Manuel de Mello (1927-2009), que o Expresso apelidou de "o empresário sem medo", foi um empreendedor notável e de grande visão para sempre ligado no imaginário português à LISNAVE. Herdeiro dos destinos da Companhia União Fabril (CUF), que o Avô Alfredo da Silva fundara, e da sua cultura empresarial. Viu o 25 de Abril chegar numa altura em que o grupo que liderava era o maior de Portugal e um dos maiores da Europa. Com as nacionalizações, a família perdeu o património e saiu do país. Nos anos 90, José Manuel de Mello regressa a Portugal e funda um novo grupo, alicerçado nos princípios familiares, mas necessariamente voltado para o futuro, dinâmico e inovador. Nesta biografia exaustiva e bem documentada, Miguel Figueira de Faria traça o percurso e os marcos decisivos da vida deste empresário português da CUF ao Grupo José de Mello.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
A biografia do empresário sem medo José Manuel de Mello (1927-2009), que o Expresso apelidou de "o empresário sem medo", foi um empreendedor notável e de grande visão para sempre ligado no imaginário português à LISNAVE. Herdeiro dos destinos da Companhia União Fabril (CUF), que o Avô Alfredo da Silva fundara, e da sua cultura empresarial. Viu o 25 de Abril chegar numa altura em que o grupo que liderava era o maior de Portugal e um dos maiores da Europa. Com as nacionalizações, a família perdeu o património e saiu do país. Nos anos 90, José Manuel de Mello regressa a Portugal e funda um novo grupo, alicerçado nos princípios familiares, mas necessariamente voltado para o futuro, dinâmico e inovador. Nesta biografia exaustiva e bem documentada, Miguel Figueira de Faria traça o percurso e os marcos decisivos da vida deste empresário português da CUF ao Grupo José de Mello.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Na geração de realizadores do Cinema Novo, José Fonseca e Costa foi aquele que melhor soube equilibrar a vontade de um cinema de autor com a vontade de ter público. E foi um grande cineasta de mulheres, mulheres que, no seu cinema, sempre tiveram um lugar de destaque e de afecto, de paixão, de respeito e de fascínio, mesmo quando não tinham o papel principal.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Na geração de realizadores do Cinema Novo, José Fonseca e Costa foi aquele que melhor soube equilibrar a vontade de um cinema de autor com a vontade de ter público. E foi um grande cineasta de mulheres, mulheres que, no seu cinema, sempre tiveram um lugar de destaque e de afecto, de paixão, de respeito e de fascínio, mesmo quando não tinham o papel principal.
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