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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Sinto que tenho de dizer ao mundo que, na verdade, os olhos veem, os ouvidos ouvem e o coração sente." O João Carlos é um menino com autismo que, para surpresa de muitos, incluindo familiares e terapeutas, comunica recorrendo à escrita. Fá-lo sempre com papel e lápis, e com a ajuda da mãe que lhe ampara o braço. Se a escrita do João em si já é surpreendente, as suas palavras tornam-na ainda mais especial: dão a conhecer na primeira pessoa o que sente quem vive com autismo e transmitem uma mensagem de amor, luz e esperança. "O Menino de Deus", o livro com que o João sempre sonhou, é mais uma vitória no caminho que quer percorrer: dar voz aos que como ele sofrem em silêncio e fazer com que a Humanidade desperte para um mundo melhor. As palavras de amor que o João quer partilhar não deixarão ninguém indiferente.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Sinto que tenho de dizer ao mundo que, na verdade, os olhos veem, os ouvidos ouvem e o coração sente." O João Carlos é um menino com autismo que, para surpresa de muitos, incluindo familiares e terapeutas, comunica recorrendo à escrita. Fá-lo sempre com papel e lápis, e com a ajuda da mãe que lhe ampara o braço. Se a escrita do João em si já é surpreendente, as suas palavras tornam-na ainda mais especial: dão a conhecer na primeira pessoa o que sente quem vive com autismo e transmitem uma mensagem de amor, luz e esperança. "O Menino de Deus", o livro com que o João sempre sonhou, é mais uma vitória no caminho que quer percorrer: dar voz aos que como ele sofrem em silêncio e fazer com que a Humanidade desperte para um mundo melhor. As palavras de amor que o João quer partilhar não deixarão ninguém indiferente.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Já não sinto raiva, nem culpa, nem dor. Apenas uma compaixão imensa. Mesmo em seus momentos de maior agonia, quando seus olhos de nuvens procuram alguma coisa que ninguém jamais descobrirá [...] e quando me faz perguntas insanas, sempre em estado de sofrimento - O que vou fazer? E agora? Para onde nós vamos? Como é que vai ser? -, mesmo diante de tudo isso, eu me sinto em paz. A revolta acabou." No instante em que a mãe de Heloisa Seixas mostrou os primeiros sinais da doença de Alzheimer, começou uma "espiral assombrada" na vida destas duas mulheres e de todos à sua volta: a mesma espiral que marca a intensidade deste relato corajoso e frontal sobre alguém que vai desaparecendo ainda em vida e que resgata da obscuridade uma doença tabu.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Já não sinto raiva, nem culpa, nem dor. Apenas uma compaixão imensa. Mesmo em seus momentos de maior agonia, quando seus olhos de nuvens procuram alguma coisa que ninguém jamais descobrirá [...] e quando me faz perguntas insanas, sempre em estado de sofrimento - O que vou fazer? E agora? Para onde nós vamos? Como é que vai ser? -, mesmo diante de tudo isso, eu me sinto em paz. A revolta acabou." No instante em que a mãe de Heloisa Seixas mostrou os primeiros sinais da doença de Alzheimer, começou uma "espiral assombrada" na vida destas duas mulheres e de todos à sua volta: a mesma espiral que marca a intensidade deste relato corajoso e frontal sobre alguém que vai desaparecendo ainda em vida e que resgata da obscuridade uma doença tabu.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro é a única autobiografia existente de Agustina.Escrita para a Guerra e Paz editores, este livro foi escrito para ser um primeiro volume - do nascimento ao 25 de Abril - de que, posteriormente, a autora escreveria uma segunda e última parte. Tem, por isso, esta obra, na impossibilidade de Agustina vir a escrever a segunda parte, um altíssimo valor simbólico e emocional.As várias fases da vida e obra de Agustina. Um relato que evoca lugares, personagens e raízes familiares."E acho que o texto está muitíssimo bem adaptado àquele grafismo. Acho que é um belo livro."Agustina, ela-própria sobre a primeira edição deste livro"O Livro de Agustina. A escritora escreveu o texto, deu as fotografias do seu arquivo pessoal. Não é uma fotobiografia. O que é? Um acompanhamento. Como numa procissão."Tereza Coelho"… um belo livro sobre uma personagem extraordinária - e uma meditação sobre a vida que Agustina aceita descrever."Fernando José Viegas
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro é a única autobiografia existente de Agustina.Escrita para a Guerra e Paz editores, este livro foi escrito para ser um primeiro volume - do nascimento ao 25 de Abril - de que, posteriormente, a autora escreveria uma segunda e última parte. Tem, por isso, esta obra, na impossibilidade de Agustina vir a escrever a segunda parte, um altíssimo valor simbólico e emocional.As várias fases da vida e obra de Agustina. Um relato que evoca lugares, personagens e raízes familiares."E acho que o texto está muitíssimo bem adaptado àquele grafismo. Acho que é um belo livro."Agustina, ela-própria sobre a primeira edição deste livro"O Livro de Agustina. A escritora escreveu o texto, deu as fotografias do seu arquivo pessoal. Não é uma fotobiografia. O que é? Um acompanhamento. Como numa procissão."Tereza Coelho"… um belo livro sobre uma personagem extraordinária - e uma meditação sobre a vida que Agustina aceita descrever."Fernando José Viegas
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"A pergunta certa é geralmente mais importante do que a resposta certa à pergunta errada". E quais são as suas perguntas certas? Todos nós - por instinto de sobrevivência, por amor, por vergonha ou por orgulho - nos codificamos ao longo da vida, construindo uma zona de conforto que nos permite ser o que os outros esperam de nós em diferentes circunstâncias da vida comum. Só nós sabemos o que somos e quais as perguntas e respostas da nossa vida. Esta é uma oportunidade de estar em "Alta Definição" e de se colocar no papel de quem responde, mostrando a si e aos seus o que afinal dizem os seus olhos…
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"A pergunta certa é geralmente mais importante do que a resposta certa à pergunta errada". E quais são as suas perguntas certas? Todos nós - por instinto de sobrevivência, por amor, por vergonha ou por orgulho - nos codificamos ao longo da vida, construindo uma zona de conforto que nos permite ser o que os outros esperam de nós em diferentes circunstâncias da vida comum. Só nós sabemos o que somos e quais as perguntas e respostas da nossa vida. Esta é uma oportunidade de estar em "Alta Definição" e de se colocar no papel de quem responde, mostrando a si e aos seus o que afinal dizem os seus olhos…
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Alice Vieira avisa-nos desde o início: "Isto não é o manual da boa avó." Não, nem pensar. O que vamos ler é o livro de uma avó moderna que fala para todas as avós modernas. Daquelas que amam os filhos e netos mas que se calhar ainda trabalham (e, quem sabe, até têm namorado). É um livro que nos convida a entrar numa casa onde só entram os Amigos. Onde no Verão a sala se transforma numa praia improvisada e vemos netos a chapinhar em piscinas insufláveis (debaixo de uma chuva de regador). "O Livro da Avó Alice" é um baú de surpresas, ouvem-se gargalhadas lá dentro, está cheio de magia e memórias. Todas as avós vão encontrar aqui algo que lhes pertence. Porque Alice Vieira fala para elas, partilha as suas histórias, alegrias e aflições - pois também ela foi neta, filha, mãe, mulher e sogra. E porque fala sempre, com humor e coração, de um mundo secreto que só as avós e os netos conhecem.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Alice Vieira avisa-nos desde o início: "Isto não é o manual da boa avó." Não, nem pensar. O que vamos ler é o livro de uma avó moderna que fala para todas as avós modernas. Daquelas que amam os filhos e netos mas que se calhar ainda trabalham (e, quem sabe, até têm namorado). É um livro que nos convida a entrar numa casa onde só entram os Amigos. Onde no Verão a sala se transforma numa praia improvisada e vemos netos a chapinhar em piscinas insufláveis (debaixo de uma chuva de regador). "O Livro da Avó Alice" é um baú de surpresas, ouvem-se gargalhadas lá dentro, está cheio de magia e memórias. Todas as avós vão encontrar aqui algo que lhes pertence. Porque Alice Vieira fala para elas, partilha as suas histórias, alegrias e aflições - pois também ela foi neta, filha, mãe, mulher e sogra. E porque fala sempre, com humor e coração, de um mundo secreto que só as avós e os netos conhecem.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários — do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro —, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo. Neste último volume das suas memórias, Canetti descreve com punho de romancista os seus anos em Viena e a efervescente vida intelectual da cidade, habitada por figuras como Anna Mahler, Robert Musil e Hermann Broch, o compositor Alban Berg ou o enigmático e fascinante Doutor Sonne, o qual, sentado na sua mesa no Café Museum, "falava como Musil escrevia". Ao longo das páginas, desponta o retrato trágico e irónico de uma época que exala o último fôlego dos seus anos dourados, antes da ascensão do nazismo apagar para sempre a luz civilizacional que irradiava.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários — do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro —, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo. Neste último volume das suas memórias, Canetti descreve com punho de romancista os seus anos em Viena e a efervescente vida intelectual da cidade, habitada por figuras como Anna Mahler, Robert Musil e Hermann Broch, o compositor Alban Berg ou o enigmático e fascinante Doutor Sonne, o qual, sentado na sua mesa no Café Museum, "falava como Musil escrevia". Ao longo das páginas, desponta o retrato trágico e irónico de uma época que exala o último fôlego dos seus anos dourados, antes da ascensão do nazismo apagar para sempre a luz civilizacional que irradiava.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um golpe militar histórico estava prestes a rebentar nas ruas da Etiópia quando em 1974 Ryszard KapuScinski chegou ao país. Haile Selassie, o Grande Senhor, o Venerável Monarca, Eleito por Deus, Imperador da dinastia salomónica que ocupara o trono ao longo de mais de quarenta anos, acabaria deposto pelo seu exército. KapuScinski quis ouvir aqueles que frequentaram os salões, os escritórios, os corredores do palácio, e através dos seus depoimentos, aqui reunidos, contar a história da vida e da queda da corte imperial de um homem que era para muitos um deus. O messias espiritual do movimento rastafári, uma figura mítico-religiosa que se acreditava capaz de mudar vidas com um simples olhar, um autocrata que viveu numa opulência extrema enquanto o seu povo sucumbia à fome. Nos relatos registados pela mãodeste que foi um dos grandes jornalistas do século xx mora o grotesco e o magnífico, o dramático e o humorístico, o retrato de um país estrangulado de liberdades que, alegoricamente, poderia ser muitos outros. O Imperador é uma obra maior da arte da reportagem e um epitáfio espantoso de um regime marcante na história africana.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um golpe militar histórico estava prestes a rebentar nas ruas da Etiópia quando em 1974 Ryszard KapuScinski chegou ao país. Haile Selassie, o Grande Senhor, o Venerável Monarca, Eleito por Deus, Imperador da dinastia salomónica que ocupara o trono ao longo de mais de quarenta anos, acabaria deposto pelo seu exército. KapuScinski quis ouvir aqueles que frequentaram os salões, os escritórios, os corredores do palácio, e através dos seus depoimentos, aqui reunidos, contar a história da vida e da queda da corte imperial de um homem que era para muitos um deus. O messias espiritual do movimento rastafári, uma figura mítico-religiosa que se acreditava capaz de mudar vidas com um simples olhar, um autocrata que viveu numa opulência extrema enquanto o seu povo sucumbia à fome. Nos relatos registados pela mãodeste que foi um dos grandes jornalistas do século xx mora o grotesco e o magnífico, o dramático e o humorístico, o retrato de um país estrangulado de liberdades que, alegoricamente, poderia ser muitos outros. O Imperador é uma obra maior da arte da reportagem e um epitáfio espantoso de um regime marcante na história africana.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Escrita com total acesso aos arquivos da Fundação Gulbenkian, esta é a biografia de um homem complexo, no aniversário dos 150 anos do seu nascimento. Conhecido como o "Senhor Cinco por Cento" a sua vida privada é tão elusiva e bizantina quanto a sua forma de negociar: as mulheres de que se fazia acompanhar, os negócios com Estaline, a forma como usava a sua mulher, a encantadora Nevarte, para aprofundar relacionamentos e alianças, a sua paixão por arte. Em Portugal e no mundo, o seu nome estará sempre associado ao mecenato e à maior e mais importante colecção privada de arte do país, exposta na Fundação Calouste Gulbenkian.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Escrita com total acesso aos arquivos da Fundação Gulbenkian, esta é a biografia de um homem complexo, no aniversário dos 150 anos do seu nascimento. Conhecido como o "Senhor Cinco por Cento" a sua vida privada é tão elusiva e bizantina quanto a sua forma de negociar: as mulheres de que se fazia acompanhar, os negócios com Estaline, a forma como usava a sua mulher, a encantadora Nevarte, para aprofundar relacionamentos e alianças, a sua paixão por arte. Em Portugal e no mundo, o seu nome estará sempre associado ao mecenato e à maior e mais importante colecção privada de arte do país, exposta na Fundação Calouste Gulbenkian.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Eddie Jaku nasceu na Alemanha em 1920 no seio de uma família judaica. Sempre se orgulhara da sua nacionalidade alemã, considerando-a o elemento mais importante da sua identidade: antes de ser judeu, era alemão. No entanto, tudo isso mudaria drasticamente em Novembro de 1938, quando foi detido, espancado e levado para um campo de concentração por soldados nazis. Ao longo dos sete anos seguintes, Eddie enfrentou diariamente os maiores e mais desumanos horrores que alguém pode conceber, primeiro em Buchenwald, depois em Auschwitz e, por fim, numa marcha de morte Nazi. Perdeu familiares, amigos, o seu país. Por ter sobrevivido, Eddie fez uma promessa: sorrir todos os dias. 75 anos depois, decidiu contar a sua história em homenagem a todos os que pereceram, partilhando o que aprendeu e vivendo em pleno a vida que lhe foi concedida. Hoje, acredita que é "o homem mais feliz do mundo". Por ocasião do seu 100. º aniversário, Eddie Jaku ofereceu-nos um testemunho poderoso, desolador e, ao mesmo tempo, derradeiramente optimista de como a felicidade pode ser encontrada até no momento mais sombrio da Humanidade.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Eddie Jaku nasceu na Alemanha em 1920 no seio de uma família judaica. Sempre se orgulhara da sua nacionalidade alemã, considerando-a o elemento mais importante da sua identidade: antes de ser judeu, era alemão. No entanto, tudo isso mudaria drasticamente em Novembro de 1938, quando foi detido, espancado e levado para um campo de concentração por soldados nazis. Ao longo dos sete anos seguintes, Eddie enfrentou diariamente os maiores e mais desumanos horrores que alguém pode conceber, primeiro em Buchenwald, depois em Auschwitz e, por fim, numa marcha de morte Nazi. Perdeu familiares, amigos, o seu país. Por ter sobrevivido, Eddie fez uma promessa: sorrir todos os dias. 75 anos depois, decidiu contar a sua história em homenagem a todos os que pereceram, partilhando o que aprendeu e vivendo em pleno a vida que lhe foi concedida. Hoje, acredita que é "o homem mais feliz do mundo". Por ocasião do seu 100. º aniversário, Eddie Jaku ofereceu-nos um testemunho poderoso, desolador e, ao mesmo tempo, derradeiramente optimista de como a felicidade pode ser encontrada até no momento mais sombrio da Humanidade.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 106
Sinopse:
Este livro de simples receitas caseiras é um elogio ao gosto: o gosto na procura das melhores matérias-primas, o gosto da confeção, o gosto de partilhar, o gosto de agradar, o gosto ou o prazer da mesa e naturalmente o gosto pelo gosto. Por isso, este é também um livro que evoca memórias.
Nº Páginas: 106
Sinopse:
Este livro de simples receitas caseiras é um elogio ao gosto: o gosto na procura das melhores matérias-primas, o gosto da confeção, o gosto de partilhar, o gosto de agradar, o gosto ou o prazer da mesa e naturalmente o gosto pelo gosto. Por isso, este é também um livro que evoca memórias.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Cada um deve procurar o seu próprio caminho porque o mesmo lugar pode significar coisas diferentes consoante quem o visita. Um monge zen senta-se no silêncio da sua cela, agarra num pincel e com grande concentração faz um círculo que se fecha, o último gesto da mão nesta terra. Tiziano Terzani, ao saber que chegou ao _m do seu percurso, fala com o _lho Folco acerca do que foi a sua vida e do que é a vida: "Se percebeste alguma coisa, vais querer deixá-la ali, num pacote", diz. Assim, em Orsigna, debaixo de uma árvore a dois passos da sua casa de meditação em estilo tibetano, num estado de ânimo maravilhoso, conta a sua vida passada a viajar pelo mundo à procura da verdade. Procurando o sentido das muitas coisas que fez e das muitas pessoas que foi, traça um afresco das grandes paixões do seu tempo. Recorda em especial aos jovens a importância da fantasia, da curiosidade pelo que é diferente e da coragem por uma vida livre, verdadeira, na qual se reconhecer. A sua risada inconfundível e a sua voz, cuja tonalidade é impossível de imitar, deixam transparecer a serenidade de quem já não luta, de quem é feliz por uma existência afortunada, rica de aventuras e de amor. "Se me perguntares o que é que eu deixo, deixo um livro que talvez possa ajudar alguém a ver o mundo de uma forma melhor, a desfrutar mais da própria vida, a vê-la num contexto mais amplo, como aquele que eu hoje sinto de forma mais intensa." Este livro é um texto único que resume todos os seus livros anteriores, com a particularidade de os preceder e ultrapassar.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Cada um deve procurar o seu próprio caminho porque o mesmo lugar pode significar coisas diferentes consoante quem o visita. Um monge zen senta-se no silêncio da sua cela, agarra num pincel e com grande concentração faz um círculo que se fecha, o último gesto da mão nesta terra. Tiziano Terzani, ao saber que chegou ao _m do seu percurso, fala com o _lho Folco acerca do que foi a sua vida e do que é a vida: "Se percebeste alguma coisa, vais querer deixá-la ali, num pacote", diz. Assim, em Orsigna, debaixo de uma árvore a dois passos da sua casa de meditação em estilo tibetano, num estado de ânimo maravilhoso, conta a sua vida passada a viajar pelo mundo à procura da verdade. Procurando o sentido das muitas coisas que fez e das muitas pessoas que foi, traça um afresco das grandes paixões do seu tempo. Recorda em especial aos jovens a importância da fantasia, da curiosidade pelo que é diferente e da coragem por uma vida livre, verdadeira, na qual se reconhecer. A sua risada inconfundível e a sua voz, cuja tonalidade é impossível de imitar, deixam transparecer a serenidade de quem já não luta, de quem é feliz por uma existência afortunada, rica de aventuras e de amor. "Se me perguntares o que é que eu deixo, deixo um livro que talvez possa ajudar alguém a ver o mundo de uma forma melhor, a desfrutar mais da própria vida, a vê-la num contexto mais amplo, como aquele que eu hoje sinto de forma mais intensa." Este livro é um texto único que resume todos os seus livros anteriores, com a particularidade de os preceder e ultrapassar.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Agostinho da Silva é um dos maiores filósofos portugueses e uma figura singular e interveniente na sociedade e na cultura do século XX. A sua obra centra-se na ideia de liberdade como atributo supremo da condição humana. "[…] os passos numa aldeia da raia, os estudos na Invicta, os primeiros amores, os trabalhos em Lisboa, as investigações em Paris e em Madrid, as paixões em São Paulo, os entusiasmos em Montevideu, as estranhezas em Buenos Aires, os recolhimentos em Itatiaia, os estudos no Rio, as aulas em Niterói, as campanhas na Paraíba, as descobertas no Ibapuera, as ações em Santa Catarina e na Baía, os novos amores em Brasília, as realizações no Japão, em Timor e em Nova Iorque, os empenhos na Galiza, as explosões em Sesimbra, Monsaraz e Príncipe Real, a participação na Revolução dos Cravos e no novo Portugal livre. Ficou ainda a obra colossal, que o génio do seu espírito, a agilidade da sua mão, a acutilância do seu pensamento nos legou […]. Quem foi George Agostinho Baptista da Silva? A resposta é infinita, tantos os ângulos esquinados desta vida: prosador de altíssimos dons, narrador inventivo, cronista subtil, biógrafo monumental, pedagogo de largo esforço, monitor de fina manha, professor de sucesso, pensador destemido, poeta bissexto, gramático de muita língua, estoico severo, homem de desleixada túnica, entomologista, tradutor, criador do Centro de Estudos Afro-Orientais, escândalo bíblico, trickster, ogã de terreiro baiano, patriarca de larga tribo, povoador, amante, perrexil, poliglota, sonhador, farsante, polígamo, explicador, joaquimita, gato, galo, sábio, escuteiro, pop-star, colosso, bandeirante, franciscano anormal, homem do tá-tá-tá, aprendiz de valsa, cidadão do mundo, aldeão antigo, monstro, vadio truculento, marau divino, criança eterna, biógrafo de Miguel Ângelo, homem de cinco cabeças e 10 instrumentos […], o otimista, o entusiasta, sem a mais pequena mancha de desânimo no futuro."
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Agostinho da Silva é um dos maiores filósofos portugueses e uma figura singular e interveniente na sociedade e na cultura do século XX. A sua obra centra-se na ideia de liberdade como atributo supremo da condição humana. "[…] os passos numa aldeia da raia, os estudos na Invicta, os primeiros amores, os trabalhos em Lisboa, as investigações em Paris e em Madrid, as paixões em São Paulo, os entusiasmos em Montevideu, as estranhezas em Buenos Aires, os recolhimentos em Itatiaia, os estudos no Rio, as aulas em Niterói, as campanhas na Paraíba, as descobertas no Ibapuera, as ações em Santa Catarina e na Baía, os novos amores em Brasília, as realizações no Japão, em Timor e em Nova Iorque, os empenhos na Galiza, as explosões em Sesimbra, Monsaraz e Príncipe Real, a participação na Revolução dos Cravos e no novo Portugal livre. Ficou ainda a obra colossal, que o génio do seu espírito, a agilidade da sua mão, a acutilância do seu pensamento nos legou […]. Quem foi George Agostinho Baptista da Silva? A resposta é infinita, tantos os ângulos esquinados desta vida: prosador de altíssimos dons, narrador inventivo, cronista subtil, biógrafo monumental, pedagogo de largo esforço, monitor de fina manha, professor de sucesso, pensador destemido, poeta bissexto, gramático de muita língua, estoico severo, homem de desleixada túnica, entomologista, tradutor, criador do Centro de Estudos Afro-Orientais, escândalo bíblico, trickster, ogã de terreiro baiano, patriarca de larga tribo, povoador, amante, perrexil, poliglota, sonhador, farsante, polígamo, explicador, joaquimita, gato, galo, sábio, escuteiro, pop-star, colosso, bandeirante, franciscano anormal, homem do tá-tá-tá, aprendiz de valsa, cidadão do mundo, aldeão antigo, monstro, vadio truculento, marau divino, criança eterna, biógrafo de Miguel Ângelo, homem de cinco cabeças e 10 instrumentos […], o otimista, o entusiasta, sem a mais pequena mancha de desânimo no futuro."
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Cativante saga familiar e apaixonante incursão pelo mundo das artes, da política e da História da Europa do século XX. Certas famílias excecionais passam por entre as malhas da História, embora, no seu tempo, tenham sido incontornáveis. Os Brunhoff pertencem a esta categoria. Durante a Belle Époque, em Montparnasse, dançavam já em cima do vulcão. Nos anos 20 incarnavam o Tout-Paris, o mesmo que dizer, o centro do mundo. A imprensa, a edição, a moda, a fotografia, a arte moderna: os Brunhoff estavam implicados em cada um destes domínios. Inovadores nas artes, eles foram também os postos avançados da luta contra o fascismo e estiveram estreitamente ligados ao movimento pacifista. Esta dinastia de origem báltica e germânica assistiu de perto à tragédia da Europa: da guerra franco-prussiana à Segunda Guerra Mundial, a família (…) atravessou as tempestades com o panache dos grandes exploradores do nosso tempo.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Cativante saga familiar e apaixonante incursão pelo mundo das artes, da política e da História da Europa do século XX. Certas famílias excecionais passam por entre as malhas da História, embora, no seu tempo, tenham sido incontornáveis. Os Brunhoff pertencem a esta categoria. Durante a Belle Époque, em Montparnasse, dançavam já em cima do vulcão. Nos anos 20 incarnavam o Tout-Paris, o mesmo que dizer, o centro do mundo. A imprensa, a edição, a moda, a fotografia, a arte moderna: os Brunhoff estavam implicados em cada um destes domínios. Inovadores nas artes, eles foram também os postos avançados da luta contra o fascismo e estiveram estreitamente ligados ao movimento pacifista. Esta dinastia de origem báltica e germânica assistiu de perto à tragédia da Europa: da guerra franco-prussiana à Segunda Guerra Mundial, a família (…) atravessou as tempestades com o panache dos grandes exploradores do nosso tempo.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em 1943, Milão está sob as bombas dos Aliados, e nas proximidades da via Padova, uma criança extraordinariamente curiosa, inicia a sua aprendizagem de vida. Chama-se Sveva e tem 5 anos. É este o contexto de "O Diabo e a Gemada", um relato autobiográfico em que a autora percorre os anos da Segunda Guerra Mundial, que se desenrolam entre a casa de família em Milão e uma quinta, nos arrozais de Trezzano sul Naviglio, na Lombardia. A comida é o fio condutor que atravessa os episódios deste relato, em que se entrelaçam memórias e emoções, sabores e receitas e cujos acontecimentos estão sempre ligados à elaboração de um prato ou a uma refeição partilhada.Com uma descrição cuidada e rigorosa de pessoas, sabores e costumes, Sveva Casati Modignani devolve-nos um mundo, não tão longínquo, mas do qual estamos a perder a memória.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em 1943, Milão está sob as bombas dos Aliados, e nas proximidades da via Padova, uma criança extraordinariamente curiosa, inicia a sua aprendizagem de vida. Chama-se Sveva e tem 5 anos. É este o contexto de "O Diabo e a Gemada", um relato autobiográfico em que a autora percorre os anos da Segunda Guerra Mundial, que se desenrolam entre a casa de família em Milão e uma quinta, nos arrozais de Trezzano sul Naviglio, na Lombardia. A comida é o fio condutor que atravessa os episódios deste relato, em que se entrelaçam memórias e emoções, sabores e receitas e cujos acontecimentos estão sempre ligados à elaboração de um prato ou a uma refeição partilhada.Com uma descrição cuidada e rigorosa de pessoas, sabores e costumes, Sveva Casati Modignani devolve-nos um mundo, não tão longínquo, mas do qual estamos a perder a memória.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A história do autor do hino nacional português Neste ensaio, vamos procurar devolver Keil à época em que viveu.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A história do autor do hino nacional português Neste ensaio, vamos procurar devolver Keil à época em que viveu.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 2018, a polícia dos EUA anunciou a prisão do Golden State Killer, responsável por mais de 200 assaltos, 50 violações e pelo menos 13 assassínios nas décadas de 1970 e 1980. É o culminar de mais de 40 anos de caça ao homem, que o jornalista William Thorp vai recuperar, no decorrer de uma investigação totalmente nova e extensa. Na paisagem idílica da Califórnia, toda uma era vai tomando forma, a dos hippies e dos subúrbios tranquilos. Mas esse cenário é manchado por pequenos crimes sem conexão aparente, bastante inofensivos. Assaltos, numerosos, e sempre na mesma área geográfica do condado de Sacramento. Depois, surgem violações sucessivas, sempre com um padrão idêntico. Passarão vários anos até que os investigadores consigam estabelecer uma ligação entre todos estes casos. E serão necessários ainda mais anos para os ligar a uma série de homicídios sangrentos. É graças à implacabilidade da polícia, combinada com o progresso científico (os testes de ADN de parentesco), que o Golden State Killer será finalmente identificado e detido. Nesta investigação onde tudo é verdade, é o retrato de um homem, uma época e a história de uma investigação que nos permitem perceber como a selvajaria deste criminoso foi desencadeada impunemente.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 2018, a polícia dos EUA anunciou a prisão do Golden State Killer, responsável por mais de 200 assaltos, 50 violações e pelo menos 13 assassínios nas décadas de 1970 e 1980. É o culminar de mais de 40 anos de caça ao homem, que o jornalista William Thorp vai recuperar, no decorrer de uma investigação totalmente nova e extensa. Na paisagem idílica da Califórnia, toda uma era vai tomando forma, a dos hippies e dos subúrbios tranquilos. Mas esse cenário é manchado por pequenos crimes sem conexão aparente, bastante inofensivos. Assaltos, numerosos, e sempre na mesma área geográfica do condado de Sacramento. Depois, surgem violações sucessivas, sempre com um padrão idêntico. Passarão vários anos até que os investigadores consigam estabelecer uma ligação entre todos estes casos. E serão necessários ainda mais anos para os ligar a uma série de homicídios sangrentos. É graças à implacabilidade da polícia, combinada com o progresso científico (os testes de ADN de parentesco), que o Golden State Killer será finalmente identificado e detido. Nesta investigação onde tudo é verdade, é o retrato de um homem, uma época e a história de uma investigação que nos permitem perceber como a selvajaria deste criminoso foi desencadeada impunemente.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1936, a convite do editor Victor Gollancz, George Orwell deixou Londres e rumou ao Norte, para passar dois meses lado a lado com a comunidade operária de Yorkshire e Lancashire. Encontrou sujidade, pobreza, fome, terríveis condições de trabalho nas minas e, fora delas, um desemprego crescente. O Caminho para Wigan Pier é o testemunho brilhante, franco, por vezes polémico e provocatório desse período, cujo impacto político continua a reverberar até hoje, questionando privilégios de classe e apelando a um humanismo concreto.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1936, a convite do editor Victor Gollancz, George Orwell deixou Londres e rumou ao Norte, para passar dois meses lado a lado com a comunidade operária de Yorkshire e Lancashire. Encontrou sujidade, pobreza, fome, terríveis condições de trabalho nas minas e, fora delas, um desemprego crescente. O Caminho para Wigan Pier é o testemunho brilhante, franco, por vezes polémico e provocatório desse período, cujo impacto político continua a reverberar até hoje, questionando privilégios de classe e apelando a um humanismo concreto.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A última grande tertúlia de Lisboa - que marcou culturalmente, politicamente várias décadas portuguesas - teve lugar no Botequim, bar do Largo da Graça criado e projectado por Natália Correia. Nele fizeram-se, desfizeram-se revoluções, governos, obras de arte, movimentos cívicos; por ele passaram presidentes da República, governantes, embaixadores, militares, juízes, revolucionários, heróis, escritores, poetas, artistas, cientistas, assassinos, loucos, amantes em madrugadas de vertigem, de desmesura. A magia do Botequim tornava-se, nas noites de festa, feérica. Como num iate de luxo, navegava-se delirantemente (é uma viagem assim que neste livro se propõe) em demanda de continentes venturosos, de ilhas de amores a encontrar. O futuro foi ali, como em nenhuma outra parte do País, festivamente antecipado - nunca houve, nem por certo haverá, nada igual entre nós.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A última grande tertúlia de Lisboa - que marcou culturalmente, politicamente várias décadas portuguesas - teve lugar no Botequim, bar do Largo da Graça criado e projectado por Natália Correia. Nele fizeram-se, desfizeram-se revoluções, governos, obras de arte, movimentos cívicos; por ele passaram presidentes da República, governantes, embaixadores, militares, juízes, revolucionários, heróis, escritores, poetas, artistas, cientistas, assassinos, loucos, amantes em madrugadas de vertigem, de desmesura. A magia do Botequim tornava-se, nas noites de festa, feérica. Como num iate de luxo, navegava-se delirantemente (é uma viagem assim que neste livro se propõe) em demanda de continentes venturosos, de ilhas de amores a encontrar. O futuro foi ali, como em nenhuma outra parte do País, festivamente antecipado - nunca houve, nem por certo haverá, nada igual entre nós.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Neste "O Avesso do Direto", Teresa Guilherme abre literalmente o livro e revela na primeira pessoa histórias nunca antes contadas da televisão portuguesa. Prepare-se para descobrir os segredos até hoje mais bem guardados de programas de sucesso, como Não Se Esqueça da Escova de Dentes, Big Brother e Casa dos Segredos. Descubra toda a verdade sobre a entrada do mítico Zé Maria no Big Brother I. Saiba quem foi a cantora famosa que mentiu para entrar no Cantigas da Rua. Surpreenda-se ao descobrir que um conhecido apresentador fez um direto de duas horas com um dente colado com cola-tudo. Entre muitos outros segredos, curiosidades e histórias de bastidores. Neste livro, Teresa Guilherme conta-lhe tudo e não lhe esconde nada.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Neste "O Avesso do Direto", Teresa Guilherme abre literalmente o livro e revela na primeira pessoa histórias nunca antes contadas da televisão portuguesa. Prepare-se para descobrir os segredos até hoje mais bem guardados de programas de sucesso, como Não Se Esqueça da Escova de Dentes, Big Brother e Casa dos Segredos. Descubra toda a verdade sobre a entrada do mítico Zé Maria no Big Brother I. Saiba quem foi a cantora famosa que mentiu para entrar no Cantigas da Rua. Surpreenda-se ao descobrir que um conhecido apresentador fez um direto de duas horas com um dente colado com cola-tudo. Entre muitos outros segredos, curiosidades e histórias de bastidores. Neste livro, Teresa Guilherme conta-lhe tudo e não lhe esconde nada.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Neste volume da sua famosa autobiografia, tendo como pano de fundo a admiração pelo escritor vienense Karl Kraus, o seu grande mentor, e a paixão por Veza, a sua primeira mulher, Canetti transporta o leitor até aos politicamente agitados e culturalmente intensos anos 20 do século XX. Emergem à luz também personagens e recantos mais obscuros, sejam a sua bizarra senhoria, por exemplo, que percorria as divisões da casa lambendo a parte de trás de todas as fotografias emolduradas do seu falecido marido, ou o sanatório defronte de sua casa, cujos pacientes serviram de inspiração para personagens em Auto-de-Fé. Num registo que tem tanto de pessoal, como de universal, Canetti traça o quadro de uma época onde sobressaem episódios históricos como o incêndio do Palácio de Justiça, em Viena, ponto de partida para a redação do fundamental ensaio Massa e Poder, ou o ambiente artístico de Berlim em 1928, onde o autor trava conhecimento direto com personalidades marcantes, como Brecht, Isaac Babel ou George Grosz. "O Archote no Ouvido" é uma oportunidade única de, na primeira pessoa, poder-se acompanhar um dos grandes autores do século XX numa viagem ao mundo e pelas pessoas que exerceram influência decisiva no seu percurso de escritor.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Neste volume da sua famosa autobiografia, tendo como pano de fundo a admiração pelo escritor vienense Karl Kraus, o seu grande mentor, e a paixão por Veza, a sua primeira mulher, Canetti transporta o leitor até aos politicamente agitados e culturalmente intensos anos 20 do século XX. Emergem à luz também personagens e recantos mais obscuros, sejam a sua bizarra senhoria, por exemplo, que percorria as divisões da casa lambendo a parte de trás de todas as fotografias emolduradas do seu falecido marido, ou o sanatório defronte de sua casa, cujos pacientes serviram de inspiração para personagens em Auto-de-Fé. Num registo que tem tanto de pessoal, como de universal, Canetti traça o quadro de uma época onde sobressaem episódios históricos como o incêndio do Palácio de Justiça, em Viena, ponto de partida para a redação do fundamental ensaio Massa e Poder, ou o ambiente artístico de Berlim em 1928, onde o autor trava conhecimento direto com personalidades marcantes, como Brecht, Isaac Babel ou George Grosz. "O Archote no Ouvido" é uma oportunidade única de, na primeira pessoa, poder-se acompanhar um dos grandes autores do século XX numa viagem ao mundo e pelas pessoas que exerceram influência decisiva no seu percurso de escritor.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 180
Sinopse:
É assim que Joan Didion inicia a sua viagem pela memória do ano mais transformador da sua vida, começando na noite em que o marido, o escritor John Dunne, com quem foi casada mais de 30 anos, morre de ataque cardíaco, e a sua única ¿lha está em coma no hospital. Com uma escrita tão assertiva como limpa, tão honesta como desarmante, Didion investiga os vivos que sobrevivem aos mortos, revelando, através da sua experiência pessoal, aquilo que é universal a todos: a dor da perda, a necessidade da superação quando tudo parece inútil. Num registo por vezes jornalístico, recorrendo a estudos, especialistas ou a poemas e obras de arte, outras vezes confessional e literário, mas escapando da autopiedade, Didion deixa o luxo da sua consciência viajar pelas memórias do casamento, pela experiência da maternidade e da escrita, recordações que emergem a cada momento, quando trata do funeral do marido ou visita a ilha inconsciente no hospital.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
É assim que Joan Didion inicia a sua viagem pela memória do ano mais transformador da sua vida, começando na noite em que o marido, o escritor John Dunne, com quem foi casada mais de 30 anos, morre de ataque cardíaco, e a sua única ¿lha está em coma no hospital. Com uma escrita tão assertiva como limpa, tão honesta como desarmante, Didion investiga os vivos que sobrevivem aos mortos, revelando, através da sua experiência pessoal, aquilo que é universal a todos: a dor da perda, a necessidade da superação quando tudo parece inútil. Num registo por vezes jornalístico, recorrendo a estudos, especialistas ou a poemas e obras de arte, outras vezes confessional e literário, mas escapando da autopiedade, Didion deixa o luxo da sua consciência viajar pelas memórias do casamento, pela experiência da maternidade e da escrita, recordações que emergem a cada momento, quando trata do funeral do marido ou visita a ilha inconsciente no hospital.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Com "O Ano do Macaco" Patti Smith continua a publicar as suas memórias e a estabelecer laços profundos entre o rock e a literatura que nunca deixou de amar. É um grande momento. O ano do seu septuagésimo aniversário - e de itinerância entre concertos - começa com a chegada de Patti Smith ao motel Dream Inn em Santa Cruz, Califórnia. Nessa madrugada, em que ela transita livremente entre um sono leve e uma vigília povoada de sonhos, tudo parece dotado de vida e voz humanas: os objetos falam, os mortos falam e interpelam a mulher que, enrolada numa manta, deambula pela paisagem. Muitos serão os encontros e as perdas neste ano Chinês do Macaco e aqui, no terceiro livro de memórias de Patti Smith, haverá poesia, cafés, viagens à boleia, Bolaño, Pessoa e Lisboa; e a sua última estadia com Sam Shepard, amigo de toda a vida, para o ajudar a acabar o seu derradeiro livro ("Espião na Primeira Pessoa", publicado pela Quetzal em 2018). Em pano de fundo, o mundo da política agita-se numa eleição tóxica. Em primeiro plano, o desaparecimento de dois grandes amigos: além de Shepard, Sandy Pearlman. Em Epílogo, o início de 2020, o Ano do Rato, e da nova e estranha era em que agora vivemos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Com "O Ano do Macaco" Patti Smith continua a publicar as suas memórias e a estabelecer laços profundos entre o rock e a literatura que nunca deixou de amar. É um grande momento. O ano do seu septuagésimo aniversário - e de itinerância entre concertos - começa com a chegada de Patti Smith ao motel Dream Inn em Santa Cruz, Califórnia. Nessa madrugada, em que ela transita livremente entre um sono leve e uma vigília povoada de sonhos, tudo parece dotado de vida e voz humanas: os objetos falam, os mortos falam e interpelam a mulher que, enrolada numa manta, deambula pela paisagem. Muitos serão os encontros e as perdas neste ano Chinês do Macaco e aqui, no terceiro livro de memórias de Patti Smith, haverá poesia, cafés, viagens à boleia, Bolaño, Pessoa e Lisboa; e a sua última estadia com Sam Shepard, amigo de toda a vida, para o ajudar a acabar o seu derradeiro livro ("Espião na Primeira Pessoa", publicado pela Quetzal em 2018). Em pano de fundo, o mundo da política agita-se numa eleição tóxica. Em primeiro plano, o desaparecimento de dois grandes amigos: além de Shepard, Sandy Pearlman. Em Epílogo, o início de 2020, o Ano do Rato, e da nova e estranha era em que agora vivemos.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Nelson Rodrigues é um mito do século XX brasileiro, e um dos escritores mais prolíferos e aclamados. Nasceu no Recife em 1912, mudando-se em 1916 para o Rio de Janeiro, cidade que seria o cenário privilegiado de toda a sua obra. Começou a trabalhar como jornalista aos 13 anos, logo na secção policial, num jornal fundado pelo pai, e nunca mais parou. Fez da crónica e da escrita um hábito diário e destacou-se em todos os géneros literários, pela qualidade e pela quantidade: escreveu 17 peças de teatro, nove romances e milhares de páginas de contos e crónicas, que mais tarde deram origem a várias edições de textos reunidos, assim como a adaptações para teatro, cinema e televisão. Idolatrado e odiado, politicamente conservador, Nelson Rodrigues tanto apoiou a ditadura militar brasileira como foi, mais tarde, defensor acérrimo das suas vítimas. Reaccionário assumido, desencadeou sempre sentimentos fortes, não só devido à sua obra como também à sua vida pública e privada. Morreu no Rio de Janeiro em 1980. Além de escritor prolífico, com uma produção a todos os títulos espantosa, Nelson Rodrigues foi protagonista de uma vida extraordinária: pobreza, fome, cegueira, sucesso, doenças fatais e sucessivos golpes à sua vasta família trágica, desde homicídios a desastres naturais. Por seu lado, Ruy Castro é o grande nome da biografia no Brasil, respeitado romancista, historiador e jornalista, conhecido por investigar até onde ninguém antes alcançou. Escreveu livros também emblemáticos sobre Garrincha e Carmen Miranda. É deste encontro de forças desmedidas que nasce O Anjo Pornográfico, livro que reconstitui a assombrosa história de Nelson Rodrigues, desde a vida dos seus pais até ao momento da sua morte. A partir de entrevistas a 125 pessoas que conheceram o escritor, Ruy Castro segue o rasto das muitas obsessões que marcam também a obra de Nelson Rodrigues - sobretudo o sexo e a morte - e tenta resolver as muitas questões que pairam sobre a forte impressão que deixou: Génio ou louco? Tarado ou pudico? Reaccionário ou revolucionário? Raivoso ou apaixonado?
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Nelson Rodrigues é um mito do século XX brasileiro, e um dos escritores mais prolíferos e aclamados. Nasceu no Recife em 1912, mudando-se em 1916 para o Rio de Janeiro, cidade que seria o cenário privilegiado de toda a sua obra. Começou a trabalhar como jornalista aos 13 anos, logo na secção policial, num jornal fundado pelo pai, e nunca mais parou. Fez da crónica e da escrita um hábito diário e destacou-se em todos os géneros literários, pela qualidade e pela quantidade: escreveu 17 peças de teatro, nove romances e milhares de páginas de contos e crónicas, que mais tarde deram origem a várias edições de textos reunidos, assim como a adaptações para teatro, cinema e televisão. Idolatrado e odiado, politicamente conservador, Nelson Rodrigues tanto apoiou a ditadura militar brasileira como foi, mais tarde, defensor acérrimo das suas vítimas. Reaccionário assumido, desencadeou sempre sentimentos fortes, não só devido à sua obra como também à sua vida pública e privada. Morreu no Rio de Janeiro em 1980. Além de escritor prolífico, com uma produção a todos os títulos espantosa, Nelson Rodrigues foi protagonista de uma vida extraordinária: pobreza, fome, cegueira, sucesso, doenças fatais e sucessivos golpes à sua vasta família trágica, desde homicídios a desastres naturais. Por seu lado, Ruy Castro é o grande nome da biografia no Brasil, respeitado romancista, historiador e jornalista, conhecido por investigar até onde ninguém antes alcançou. Escreveu livros também emblemáticos sobre Garrincha e Carmen Miranda. É deste encontro de forças desmedidas que nasce O Anjo Pornográfico, livro que reconstitui a assombrosa história de Nelson Rodrigues, desde a vida dos seus pais até ao momento da sua morte. A partir de entrevistas a 125 pessoas que conheceram o escritor, Ruy Castro segue o rasto das muitas obsessões que marcam também a obra de Nelson Rodrigues - sobretudo o sexo e a morte - e tenta resolver as muitas questões que pairam sobre a forte impressão que deixou: Génio ou louco? Tarado ou pudico? Reaccionário ou revolucionário? Raivoso ou apaixonado?
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Durante mais de dez anos, o protagonista desta história verdadeira manteve uma vida de fachada: família feliz, emprego respeitado, desafogo financeiro. Quando suspeitou de que a sua vida dupla estava prestes a ser desmascarada, Jean-Claude Romand decidiu matar toda a família. A 9 de Janeiro de 1993, os vizinhos dos Romand, atónitos diante da vivenda da família, testemunhariam a retirada de dois sacos plásticos contendo os corpos dos filhos. Em seguida, a equipa de resgate retirou a mãe das crianças, também já sem vida. Um dia mais tarde, descobriu-se que Jean-Claude matara ainda os próprios pais. Este crime brutal desassossegou Emmanuel Carrère, que começou a corresponder-se com Jean-Claude Romand: antes, durante e depois do seu julgamento. Acedendo de modo privilegiado à mente de um psicopata, e procurando transmitir ao leitor o ponto de vista do criminoso, Carrère criou um livro inquietante e inesquecível.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Durante mais de dez anos, o protagonista desta história verdadeira manteve uma vida de fachada: família feliz, emprego respeitado, desafogo financeiro. Quando suspeitou de que a sua vida dupla estava prestes a ser desmascarada, Jean-Claude Romand decidiu matar toda a família. A 9 de Janeiro de 1993, os vizinhos dos Romand, atónitos diante da vivenda da família, testemunhariam a retirada de dois sacos plásticos contendo os corpos dos filhos. Em seguida, a equipa de resgate retirou a mãe das crianças, também já sem vida. Um dia mais tarde, descobriu-se que Jean-Claude matara ainda os próprios pais. Este crime brutal desassossegou Emmanuel Carrère, que começou a corresponder-se com Jean-Claude Romand: antes, durante e depois do seu julgamento. Acedendo de modo privilegiado à mente de um psicopata, e procurando transmitir ao leitor o ponto de vista do criminoso, Carrère criou um livro inquietante e inesquecível.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Desconhecida em grande parte do mundo ocidental, Nzinga, a rainha africana do século XVII, rivalizou com Isabel I de Inglaterra e Catarina, a Grande, na astúcia política e nas proezas militares. Linda M. Heywood oferece-nos uma biografia abrangente da longa vida e da influência política de Nzinga, revelando como esta Cleópatra da África Central navegou habilmente por entre as lutas de poder sem escrúpulos, dominadas pelo mundo masculino. Em 1626, depois de ser deposta pelos Portugueses, transformou-se numa bem-sucedida vendedora de escravos e numa destemida líder militar, travando guerras contra os colonizadores portugueses e os seus aliados africanos. Sobrevivendo a várias tentativas de assassinato, Nzinga conquistou o estado vizinho de Matamba e governou como rainha de Ndongo-Matamba. No auge do seu reinado, na década de 1640, dominou quase um quarto do território do Norte da Angola de hoje. No final da sua vida, cansada de guerra, fez as pazes com Portugal e converteu-se ao Cristianismo, apesar da devoção pela sua nova fé ter sido questionada. Quem foi a rainha Nzinga? Não há uma resposta simples e linear para esta questão. Numa época em que as mulheres eram subjugadas pelos homens, ela conseguiu repetidamente dominar os seus concorrentes do sexo masculino e contornar abertamente as normas de diferença de género vigentes na época, colecionando amantes de ambos os sexos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Desconhecida em grande parte do mundo ocidental, Nzinga, a rainha africana do século XVII, rivalizou com Isabel I de Inglaterra e Catarina, a Grande, na astúcia política e nas proezas militares. Linda M. Heywood oferece-nos uma biografia abrangente da longa vida e da influência política de Nzinga, revelando como esta Cleópatra da África Central navegou habilmente por entre as lutas de poder sem escrúpulos, dominadas pelo mundo masculino. Em 1626, depois de ser deposta pelos Portugueses, transformou-se numa bem-sucedida vendedora de escravos e numa destemida líder militar, travando guerras contra os colonizadores portugueses e os seus aliados africanos. Sobrevivendo a várias tentativas de assassinato, Nzinga conquistou o estado vizinho de Matamba e governou como rainha de Ndongo-Matamba. No auge do seu reinado, na década de 1640, dominou quase um quarto do território do Norte da Angola de hoje. No final da sua vida, cansada de guerra, fez as pazes com Portugal e converteu-se ao Cristianismo, apesar da devoção pela sua nova fé ter sido questionada. Quem foi a rainha Nzinga? Não há uma resposta simples e linear para esta questão. Numa época em que as mulheres eram subjugadas pelos homens, ela conseguiu repetidamente dominar os seus concorrentes do sexo masculino e contornar abertamente as normas de diferença de género vigentes na época, colecionando amantes de ambos os sexos.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As experiências de Malala ao visitar campos de refugiados fê-la reconsiderar a sua própria migração forçada - primeiro, como Pessoa Internamente Deslocada, quando ainda era uma criança no Paquistão; e depois, como ativista internacional que podia viajar para qualquer lugar do mundo, exceto para o país que amava. Nós Somos Refugiadas é em parte um livro de memórias, mas também um relato de histórias comuns. Malala não explora apenas a sua própria história de adaptação a uma nova vida enquanto anseia pela sua casa, mas também partilha as histórias pessoais de algumas das raparigas incríveis que conheceu nas suas viagens - raparigas que perderam as suas comunidades, e com frequência o único mundo que alguma vez conheceram. Num tempo de crises migratórias, guerra e conflitos fronteiriços, Nós Somos Refugiadas, escrito por uma das mais jovens e proemientes ativistas mundiais, serve para nos recordar que cada uma das 68,5 milhões de pessoas atualmente deslocadas é um ser humano - com frequência, alguém jovem - com esperanças e sonhos, e que todas merecem direitos humanos universais e um lar seguro.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As experiências de Malala ao visitar campos de refugiados fê-la reconsiderar a sua própria migração forçada - primeiro, como Pessoa Internamente Deslocada, quando ainda era uma criança no Paquistão; e depois, como ativista internacional que podia viajar para qualquer lugar do mundo, exceto para o país que amava. Nós Somos Refugiadas é em parte um livro de memórias, mas também um relato de histórias comuns. Malala não explora apenas a sua própria história de adaptação a uma nova vida enquanto anseia pela sua casa, mas também partilha as histórias pessoais de algumas das raparigas incríveis que conheceu nas suas viagens - raparigas que perderam as suas comunidades, e com frequência o único mundo que alguma vez conheceram. Num tempo de crises migratórias, guerra e conflitos fronteiriços, Nós Somos Refugiadas, escrito por uma das mais jovens e proemientes ativistas mundiais, serve para nos recordar que cada uma das 68,5 milhões de pessoas atualmente deslocadas é um ser humano - com frequência, alguém jovem - com esperanças e sonhos, e que todas merecem direitos humanos universais e um lar seguro.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A vida de Norton de Matos não se esgotou com o protagonismo que teve aquando da participação de Portugal na I Guerra Mundial.Ainda hoje, a sua administração é recordada em Angola. Foi um político de larga visão e irrepreensível sentido de Estado, e apesar de esquecido pelas correntes dominantes da esquerda, um dos mais sólidos adversários de Salazar.Só por isso já faria sentido recordá-lo.Mas não resta dúvida de que a sua actuação como ministro da Guerra foi um momento marcante. Amargo também. Segundo um militar daquela época, nunca houve um oficial mais odiado do que Norton de Matos "durante o período que antecedeu e acompanhou a ida de tropas para França".A participação de Portugal na I Guerra Mundial levantou, de facto, um vendaval de paixões. Ainda hoje, passados cem anos, muitos questionarão porque fomos, como fomos e que resultados obtivemos.Esta biografia de Norton de Matos, escrita de forma autêntica, muitas vezes em discurso directo, ajudará o leitor a responder a essas perguntas, permitindo-lhe envolver-se no contexto da época e seguir o percurso íntimo daquele que "só, contra tudo e contra todos", foi a imagem pública da nossa participação no sangrento conflito.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A vida de Norton de Matos não se esgotou com o protagonismo que teve aquando da participação de Portugal na I Guerra Mundial.Ainda hoje, a sua administração é recordada em Angola. Foi um político de larga visão e irrepreensível sentido de Estado, e apesar de esquecido pelas correntes dominantes da esquerda, um dos mais sólidos adversários de Salazar.Só por isso já faria sentido recordá-lo.Mas não resta dúvida de que a sua actuação como ministro da Guerra foi um momento marcante. Amargo também. Segundo um militar daquela época, nunca houve um oficial mais odiado do que Norton de Matos "durante o período que antecedeu e acompanhou a ida de tropas para França".A participação de Portugal na I Guerra Mundial levantou, de facto, um vendaval de paixões. Ainda hoje, passados cem anos, muitos questionarão porque fomos, como fomos e que resultados obtivemos.Esta biografia de Norton de Matos, escrita de forma autêntica, muitas vezes em discurso directo, ajudará o leitor a responder a essas perguntas, permitindo-lhe envolver-se no contexto da época e seguir o percurso íntimo daquele que "só, contra tudo e contra todos", foi a imagem pública da nossa participação no sangrento conflito.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em 1942, ainda não se vislumbra um fim para a Segunda Guerra Mundial. Odette Sansom, mãe de três meninas, decide seguir o exemplo heroico do pai na Primeira Guerra Mundial e torna-se agente SOE — Executivo de Operações Especiais — para ajudar a Grã-Bretanha e a sua amada pátria, a França. Após cinco tentativas falhadas e um acidente de avião, Odette desembarca por fim na França ocupada para dar início à sua missão. E é aqui que conhece o seu oficial superior, o capitão Peter Churchill. À medida que completam com êxito missão atrás de missão, Peter e Odette apaixonam-se. Mas cada sucesso aproxima os inimigos da sua localização, até que o impensável acontece: são traídos por outro agente! Detidos e enviados para a prisão em Paris, Odette é entregue à Gestapo. Interrogada 14 vezes e sujeita a tortura, nunca quebrou. Mesmo quando foi enviada para o inferno no campo de concentração de Ravesnbrück, na Alemanha, acreditou sempre que sobreviveria para se reencontrar com Peter. Larry Loftis dá-nos a conhecer uma mulher cujas ações e altruísmo lhe granjearam as maiores honras e reconhecimento de uma nação agradecida.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em 1942, ainda não se vislumbra um fim para a Segunda Guerra Mundial. Odette Sansom, mãe de três meninas, decide seguir o exemplo heroico do pai na Primeira Guerra Mundial e torna-se agente SOE — Executivo de Operações Especiais — para ajudar a Grã-Bretanha e a sua amada pátria, a França. Após cinco tentativas falhadas e um acidente de avião, Odette desembarca por fim na França ocupada para dar início à sua missão. E é aqui que conhece o seu oficial superior, o capitão Peter Churchill. À medida que completam com êxito missão atrás de missão, Peter e Odette apaixonam-se. Mas cada sucesso aproxima os inimigos da sua localização, até que o impensável acontece: são traídos por outro agente! Detidos e enviados para a prisão em Paris, Odette é entregue à Gestapo. Interrogada 14 vezes e sujeita a tortura, nunca quebrou. Mesmo quando foi enviada para o inferno no campo de concentração de Ravesnbrück, na Alemanha, acreditou sempre que sobreviveria para se reencontrar com Peter. Larry Loftis dá-nos a conhecer uma mulher cujas ações e altruísmo lhe granjearam as maiores honras e reconhecimento de uma nação agradecida.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Depois da próxima guerra europeia, entender-me-ão", profetizou Nietzsche num dos seus últimos escritos. Neste ensaio biográfico, Stefan Zweig revela o homem por trás da obra, concentrando-se nos hábitos, nas paixões e nas obsessões de Friedrich Nietzsche, em combate permanente com inquietações aflitivas e impulsos ingovernáveis, esse demónio interior, a que Zweig alude. Zweig, com a sua escrita dramática e emotiva, mergulha na tragédia da existência do filósofo e no isolamento forçado em que vivia, arrastando os leitores consigo, inexoravelmente. Uma biografia fundamental para compreender o trágico do pensamento nietzschiano e analisar as tensões pessoais e filosóficas que marcaram o pensamento ocidental na passagem do século XIX para o século XX.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Depois da próxima guerra europeia, entender-me-ão", profetizou Nietzsche num dos seus últimos escritos. Neste ensaio biográfico, Stefan Zweig revela o homem por trás da obra, concentrando-se nos hábitos, nas paixões e nas obsessões de Friedrich Nietzsche, em combate permanente com inquietações aflitivas e impulsos ingovernáveis, esse demónio interior, a que Zweig alude. Zweig, com a sua escrita dramática e emotiva, mergulha na tragédia da existência do filósofo e no isolamento forçado em que vivia, arrastando os leitores consigo, inexoravelmente. Uma biografia fundamental para compreender o trágico do pensamento nietzschiano e analisar as tensões pessoais e filosóficas que marcaram o pensamento ocidental na passagem do século XIX para o século XX.
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