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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma pequena localidade montanhosa parecia o refúgio perfeito para uma vida em ruínas. Mas, logo no primeiro dia, ela deparou-se com o pai solteiro mais atraente do mundo, e todos os seus planos foram arruinados. Como cantora de sucesso a enfrentar uma onda de críticas, é difícil encontrar a paz. Mas Skylar Stone encontra-a em Rose Hill. Com um rapaz e uma rapariga que lhe roubam o coração tão completamente como o pai. Weston Belmont. O homem é pura sedução. Transpira confiança e masculinidade de uma forma perturbadora. E na cama? Ele é simplesmente irresistível. Com ele, tudo é selvagem e impulsivo, e Skylar está desesperada por recuperar algum controlo. Mas ninguém a apoiou como ele. E nunca ninguém a fez sentir tão amada. Assim, enquanto o cérebro lhe diz que ficar ali, com aquele homem, é impossível... o seu coração diz-lhe que está exatamente onde pertence.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma pequena localidade montanhosa parecia o refúgio perfeito para uma vida em ruínas. Mas, logo no primeiro dia, ela deparou-se com o pai solteiro mais atraente do mundo, e todos os seus planos foram arruinados. Como cantora de sucesso a enfrentar uma onda de críticas, é difícil encontrar a paz. Mas Skylar Stone encontra-a em Rose Hill. Com um rapaz e uma rapariga que lhe roubam o coração tão completamente como o pai. Weston Belmont. O homem é pura sedução. Transpira confiança e masculinidade de uma forma perturbadora. E na cama? Ele é simplesmente irresistível. Com ele, tudo é selvagem e impulsivo, e Skylar está desesperada por recuperar algum controlo. Mas ninguém a apoiou como ele. E nunca ninguém a fez sentir tão amada. Assim, enquanto o cérebro lhe diz que ficar ali, com aquele homem, é impossível... o seu coração diz-lhe que está exatamente onde pertence.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Divorciado e em paz com a sua vida, Luís apaixona-se inesperadamente por uma mulher casada. De repente, passa a ser o Outro, uma condição nova e inquietante. Narrado sob a forma de diários íntimos, este livro aborda os sentimentos e as contradições de três personagens unidas pelo destino num delicado triângulo amoroso. Esta não é a história clássica de infidelidade. Através dos desabafos mais profundos dos protagonistas, este livro explora outras dimensões de uma relação extraconjugal. Entre a crise no casamento e a magia da nova paixão, os três procuram o seu caminho para a felicidade, feito de hesitações e emoções fortes, sem nunca esquecer os seus princípios. Cada episódio deste percurso é escrito de uma forma espontânea, íntima e genuína, permitindo ao leitor captar a complexidade das relações amorosas e dos seus diversos matizes.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Divorciado e em paz com a sua vida, Luís apaixona-se inesperadamente por uma mulher casada. De repente, passa a ser o Outro, uma condição nova e inquietante. Narrado sob a forma de diários íntimos, este livro aborda os sentimentos e as contradições de três personagens unidas pelo destino num delicado triângulo amoroso. Esta não é a história clássica de infidelidade. Através dos desabafos mais profundos dos protagonistas, este livro explora outras dimensões de uma relação extraconjugal. Entre a crise no casamento e a magia da nova paixão, os três procuram o seu caminho para a felicidade, feito de hesitações e emoções fortes, sem nunca esquecer os seus princípios. Cada episódio deste percurso é escrito de uma forma espontânea, íntima e genuína, permitindo ao leitor captar a complexidade das relações amorosas e dos seus diversos matizes.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O novo livro do comentarista do programa da SIC Torto e Direito Após ter escrito um livro sobre o conservadorismo, Miguel Morgado regressa com uma introdução à ideologia política que parecia ter-se estabelecido como o «consenso indestrutível», mas que atravessa uma grave crise na actualidade ¿ o liberalismo. «Não é um exagero dizer que até há pouco tempo o liberalismo, com todas as suas variantes, mas unidas por um núcleo comum, era a ideologia política reinante e hegemónica nas democracias ocidentais, tanto na Europa como na América do Norte. A tese do ¿fim da história¿ era, em parte, a constatação desse facto indesmentível. O liberalismo conferia a (quase) totalidade das ideias, dos referentes, dos princípios em torno dos quais se articulava a política democrática dos Estados ocidentais. As diferenças políticas entre partidos e correntes de opinião socorriam-se invariavelmente do tronco comum, diferentemente interpretado, da mesma árvore liberal. Eram contestações, como veremos, entre aquilo que podemos chamar ¿liberalismo de esquerda¿ e ¿liberalismo de direita¿.»
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O novo livro do comentarista do programa da SIC Torto e Direito Após ter escrito um livro sobre o conservadorismo, Miguel Morgado regressa com uma introdução à ideologia política que parecia ter-se estabelecido como o «consenso indestrutível», mas que atravessa uma grave crise na actualidade ¿ o liberalismo. «Não é um exagero dizer que até há pouco tempo o liberalismo, com todas as suas variantes, mas unidas por um núcleo comum, era a ideologia política reinante e hegemónica nas democracias ocidentais, tanto na Europa como na América do Norte. A tese do ¿fim da história¿ era, em parte, a constatação desse facto indesmentível. O liberalismo conferia a (quase) totalidade das ideias, dos referentes, dos princípios em torno dos quais se articulava a política democrática dos Estados ocidentais. As diferenças políticas entre partidos e correntes de opinião socorriam-se invariavelmente do tronco comum, diferentemente interpretado, da mesma árvore liberal. Eram contestações, como veremos, entre aquilo que podemos chamar ¿liberalismo de esquerda¿ e ¿liberalismo de direita¿.»
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É sempre mais fácil detetar os erros do passado do que a cegueira coletiva do presente Algumas ideias são tão absurdas que só os intectuais podem acreditar nelas, disse George Orwell. E tinha razão. A inteligência não protege contra o erro, e mais: a inteligência pode predispor-nos a errar. Escrito pelo jovem e irreverente Samuel Fitoussi, ensaísta, colunista e investigador, este é um dos livros que gerou discussão em França nos últimos tempos. Através da análise dos mecanismos sociais, culturais e cognitivos que levam os intelectuais à cegueira, em detrimento da sociedade que pretendem iluminar, o autor mostra-nos como a ideologia pode impedir o cérebro de funcionar adequadamente, pondo o poder argumentativo ao serviço da má-fé e do conformismo. Mais: quando o debate se cinge ao virtuosismo do pensamento e do discurso, há terreno fértil para que o desejo de aprovação e o excesso de certezas nos distraiam completamente da busca pela verdade. A tese de Samuel Fitoussi vai, de resto, mais longe e mais fundo. Se até a Universidade, outrora um templo do conhecimento, corre hoje o risco de se tornar num mundo fechado, virado só para si mesmo, ou seja, um lugar onde a realidade da vida não entra, o que podemos esperar de bom? Alimentado pelo pensamento de George Orwell, Jean-François Revel, Thomas Sowell, Raymond Aron e Steven Pinker, e tendo por base leituras científicas e exemplos históricos, Samuel Fitoussi desmonta o mito do absolutismo intelectual e dá-nos um livro em que as certezas não imperam e os argumentos estimulantes e impertinentes nos fazem, realmente, pensar. Tradução de António Costa Santos «Um livro que trata uma velha questão sob uma luz completamente nova. Para ler, reler, discutir e refletir.» Le Monde «Por que razão os intelectuais nunca pagam pelos seus erros? O que leva espíritos brilhantes a uma completa cegueira? Um livro mais atual do que nunca.» Le Point «É essencial ler Porque se Enganam os Intelectuais. Não é apenas um livro sobre os outros ¿ é um livro que nos faz olhar para nós próprios e para a nossa forma de vermos os outros, as grandes ideias, o mundo.» Le Parisien «Uma verdadeira raridade, este livro, pela riqueza e agilidade do pensamento, pela pesquisa em que assenta, pela forma como remata os argumentos.» Contrepoints
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É sempre mais fácil detetar os erros do passado do que a cegueira coletiva do presente Algumas ideias são tão absurdas que só os intectuais podem acreditar nelas, disse George Orwell. E tinha razão. A inteligência não protege contra o erro, e mais: a inteligência pode predispor-nos a errar. Escrito pelo jovem e irreverente Samuel Fitoussi, ensaísta, colunista e investigador, este é um dos livros que gerou discussão em França nos últimos tempos. Através da análise dos mecanismos sociais, culturais e cognitivos que levam os intelectuais à cegueira, em detrimento da sociedade que pretendem iluminar, o autor mostra-nos como a ideologia pode impedir o cérebro de funcionar adequadamente, pondo o poder argumentativo ao serviço da má-fé e do conformismo. Mais: quando o debate se cinge ao virtuosismo do pensamento e do discurso, há terreno fértil para que o desejo de aprovação e o excesso de certezas nos distraiam completamente da busca pela verdade. A tese de Samuel Fitoussi vai, de resto, mais longe e mais fundo. Se até a Universidade, outrora um templo do conhecimento, corre hoje o risco de se tornar num mundo fechado, virado só para si mesmo, ou seja, um lugar onde a realidade da vida não entra, o que podemos esperar de bom? Alimentado pelo pensamento de George Orwell, Jean-François Revel, Thomas Sowell, Raymond Aron e Steven Pinker, e tendo por base leituras científicas e exemplos históricos, Samuel Fitoussi desmonta o mito do absolutismo intelectual e dá-nos um livro em que as certezas não imperam e os argumentos estimulantes e impertinentes nos fazem, realmente, pensar. Tradução de António Costa Santos «Um livro que trata uma velha questão sob uma luz completamente nova. Para ler, reler, discutir e refletir.» Le Monde «Por que razão os intelectuais nunca pagam pelos seus erros? O que leva espíritos brilhantes a uma completa cegueira? Um livro mais atual do que nunca.» Le Point «É essencial ler Porque se Enganam os Intelectuais. Não é apenas um livro sobre os outros ¿ é um livro que nos faz olhar para nós próprios e para a nossa forma de vermos os outros, as grandes ideias, o mundo.» Le Parisien «Uma verdadeira raridade, este livro, pela riqueza e agilidade do pensamento, pela pesquisa em que assenta, pela forma como remata os argumentos.» Contrepoints
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Calar a violência é aceitá-la. Todos os dias tropeçamos neles. Nos números. São terríveis e falam de vários tipos de violência. Violência doméstica, violência psicológica, servidão humana, abuso de poder, abuso económico, crimes de ódio, discriminação, xenofobia, bullying, cyberbullying e por aí fora. São números que matam, quantas vezes, mas que, como todos os números, não têm cara, nem voz, nem alma, nem coração. Neste livro procurámos trazer a voz, a alma e o coração a algumas histórias que, diariamente, nos chegam pela via dos números. Não foi fácil encontrar quem quisesse partilhar connosco o seu testemunho. Contar uma história que queremos enterrar para sempre é vivê-la novamente. É precisa muita coragem, e há quem nem sequer a consiga encontrar para fugir ao flagelo em que vive. O silêncio nunca é de ouro quando se trata de calar o inaceitável.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Calar a violência é aceitá-la. Todos os dias tropeçamos neles. Nos números. São terríveis e falam de vários tipos de violência. Violência doméstica, violência psicológica, servidão humana, abuso de poder, abuso económico, crimes de ódio, discriminação, xenofobia, bullying, cyberbullying e por aí fora. São números que matam, quantas vezes, mas que, como todos os números, não têm cara, nem voz, nem alma, nem coração. Neste livro procurámos trazer a voz, a alma e o coração a algumas histórias que, diariamente, nos chegam pela via dos números. Não foi fácil encontrar quem quisesse partilhar connosco o seu testemunho. Contar uma história que queremos enterrar para sempre é vivê-la novamente. É precisa muita coragem, e há quem nem sequer a consiga encontrar para fugir ao flagelo em que vive. O silêncio nunca é de ouro quando se trata de calar o inaceitável.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A sabedoria e a fascinação de vivermos sem certezas Como navegar um mundo em constante mudança? A resposta está na incerteza. Vivemos tempos voláteis, nos quais as crises complexas são tratadas, na sua maioria, com soluções rápidas, através de algoritmos, temas que se tornam virais, tweets. Mas será isso suficiente? Neste livro revelador, a premiada autora Maggie Jackson mostra que a incerteza, longe de ser uma falha, é uma poderosa aliada. Com base em descobertas científicas e histórias fascinantes, revela como o desconhecido pode impulsionar a criatividade, a inovação, a empatia e a resiliência. Dos bastidores da ciência à inteligência artificial, passando por campanhas políticas e observação de equipas de alto desempenho em várias áreas, Jackson apresenta os visionários que estão a transformar a insegurança em um motor para o progresso. Incerteza convida-nos a abraçar o imprevisível e a descobrir que nesta reside a chave para pensar melhor, liderar com visão e viver com mais consciência.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A sabedoria e a fascinação de vivermos sem certezas Como navegar um mundo em constante mudança? A resposta está na incerteza. Vivemos tempos voláteis, nos quais as crises complexas são tratadas, na sua maioria, com soluções rápidas, através de algoritmos, temas que se tornam virais, tweets. Mas será isso suficiente? Neste livro revelador, a premiada autora Maggie Jackson mostra que a incerteza, longe de ser uma falha, é uma poderosa aliada. Com base em descobertas científicas e histórias fascinantes, revela como o desconhecido pode impulsionar a criatividade, a inovação, a empatia e a resiliência. Dos bastidores da ciência à inteligência artificial, passando por campanhas políticas e observação de equipas de alto desempenho em várias áreas, Jackson apresenta os visionários que estão a transformar a insegurança em um motor para o progresso. Incerteza convida-nos a abraçar o imprevisível e a descobrir que nesta reside a chave para pensar melhor, liderar com visão e viver com mais consciência.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Vivemos em paisagens de faz-de-conta. Criamos fantasias. Devoramos romances, filmes e peças de teatro. Até os acontecimentos desportivos e os julgamentos criminais se desenrolam como narrativas. No entanto, o mundo das histórias permaneceu durante muito tempo território por descobrir e mapear. Com base em pesquisas em neurociência, psicologia e biologia evolutiva, Jonathan Gottschall apresenta-nos a primeira teoria unificada do storytelling, revelando o que significa ser um animal contador de histórias. Sabia que quanto mais absorvidos estivermos por uma história, mais ela altera o nosso comportamento? Que todas as crianças encenam o mesmo tipo de histórias, quer cresçam num bairro de lata ou num subúrbio? E que o nosso instinto de contar histórias tem, também, um lado mais negro, tornando-nos vulneráveis a teorias da conspiração? As histórias podem mudar o mundo, ensinando-nos a viver e unindo-nos em torno de valores comuns. Sabemos que somos mestres em narrativas, e este livro revela como as histórias nos moldam.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Vivemos em paisagens de faz-de-conta. Criamos fantasias. Devoramos romances, filmes e peças de teatro. Até os acontecimentos desportivos e os julgamentos criminais se desenrolam como narrativas. No entanto, o mundo das histórias permaneceu durante muito tempo território por descobrir e mapear. Com base em pesquisas em neurociência, psicologia e biologia evolutiva, Jonathan Gottschall apresenta-nos a primeira teoria unificada do storytelling, revelando o que significa ser um animal contador de histórias. Sabia que quanto mais absorvidos estivermos por uma história, mais ela altera o nosso comportamento? Que todas as crianças encenam o mesmo tipo de histórias, quer cresçam num bairro de lata ou num subúrbio? E que o nosso instinto de contar histórias tem, também, um lado mais negro, tornando-nos vulneráveis a teorias da conspiração? As histórias podem mudar o mundo, ensinando-nos a viver e unindo-nos em torno de valores comuns. Sabemos que somos mestres em narrativas, e este livro revela como as histórias nos moldam.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma chamada de atenção audaciosa e urgente para o retorno ao marxismo na luta contra as mudanças climáticas. Como é possível que, numa sociedade aparentemente abundante, tantas pessoas vivam em pobreza, sem acesso a cuidados de saúde, obrigadas a ter múltiplos empregos e, mesmo assim, cheguem ao final do mês sem dinheiro, enquanto o planeta que nos sustenta continua a ser destruído? A civilização enfrenta uma grave crise existencial na era do Antropoceno, em que a atividade económica destrói cruelmente a Terra e condena a humanidade a uma catástrofe ambiental. Sem uma ação sobre as alterações climáticas, o mundo voltará a um estado de barbárie. Não há plano B para o planeta Terra. O jovem filósofo japonês Kohei Saito regressou aos cadernos do velho filósofo alemão Karl Marx, desaparecido em 1883, e encontrou neles soluções atuais que podem, realmente, salvar o mundo no século XXI. Este livro é o resultado dessa pesquisa. Kohei Saito desafia o capitalismo, mostrando como este sistema não só alimenta a desigualdade social, mas também acelera a degradação ambiental. A solução para superar esta crise? O decrescimento - a desaceleração da economia, a redução do consumo e a redefinição das nossas prioridades. Inspirado pela ecologia marxista, Saito propõe uma sociedade mais justa, em que o foco se desvie dos lucros das grandes empresas e se concentre nas necessidades humanas essenciais. Esta é uma abordagem inovadora e crucial para enfrentar a crise climática, apontando um novo caminho para uma sociedade mais equilibrada e sustentável. É a oportunidade de criar uma sociedade mais justa, antes que seja tarde de mais.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma chamada de atenção audaciosa e urgente para o retorno ao marxismo na luta contra as mudanças climáticas. Como é possível que, numa sociedade aparentemente abundante, tantas pessoas vivam em pobreza, sem acesso a cuidados de saúde, obrigadas a ter múltiplos empregos e, mesmo assim, cheguem ao final do mês sem dinheiro, enquanto o planeta que nos sustenta continua a ser destruído? A civilização enfrenta uma grave crise existencial na era do Antropoceno, em que a atividade económica destrói cruelmente a Terra e condena a humanidade a uma catástrofe ambiental. Sem uma ação sobre as alterações climáticas, o mundo voltará a um estado de barbárie. Não há plano B para o planeta Terra. O jovem filósofo japonês Kohei Saito regressou aos cadernos do velho filósofo alemão Karl Marx, desaparecido em 1883, e encontrou neles soluções atuais que podem, realmente, salvar o mundo no século XXI. Este livro é o resultado dessa pesquisa. Kohei Saito desafia o capitalismo, mostrando como este sistema não só alimenta a desigualdade social, mas também acelera a degradação ambiental. A solução para superar esta crise? O decrescimento - a desaceleração da economia, a redução do consumo e a redefinição das nossas prioridades. Inspirado pela ecologia marxista, Saito propõe uma sociedade mais justa, em que o foco se desvie dos lucros das grandes empresas e se concentre nas necessidades humanas essenciais. Esta é uma abordagem inovadora e crucial para enfrentar a crise climática, apontando um novo caminho para uma sociedade mais equilibrada e sustentável. É a oportunidade de criar uma sociedade mais justa, antes que seja tarde de mais.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um passeio pela formação do nosso português A fim de expor o trajeto de formação da língua portuguesa, este livro de Caetano W. Galindo instiga o leitor a questionar-se sobre o idioma que utiliza no dia a dia. Com uma prosa fluida e envolvente, Galindo não só reconstitui a história do nosso idioma como também fala dos desvios, muitas vezes considerados «erros», que formam e modificam a língua desde o seu surgimento. Começando pela Europa e pelo latim, com especial atenção a Roma, passando pela Reconquista e pelo colonialismo na África e na América Latina, o autor traça um panorama amplo e compreensível da nossa língua materna. Edição com dois textos inéditos do autor
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um passeio pela formação do nosso português A fim de expor o trajeto de formação da língua portuguesa, este livro de Caetano W. Galindo instiga o leitor a questionar-se sobre o idioma que utiliza no dia a dia. Com uma prosa fluida e envolvente, Galindo não só reconstitui a história do nosso idioma como também fala dos desvios, muitas vezes considerados «erros», que formam e modificam a língua desde o seu surgimento. Começando pela Europa e pelo latim, com especial atenção a Roma, passando pela Reconquista e pelo colonialismo na África e na América Latina, o autor traça um panorama amplo e compreensível da nossa língua materna. Edição com dois textos inéditos do autor
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Rendição, A Ascensão dos Idiotas, de Pedro Gomes Sanches, em cinco capítulos, «o fim do homem livre», «a nova religião e seus cordeiros», «identidade como tirania», «a morte da cultura» e «o conflito final», explora, com ironia e erudição, temas como os excessos do Estado paternalista, os limites da liberdade de expressão e a imposição das políticas identitárias. Como uma tragédia clássica em cinco actos, o autor traça o retrato de uma sociedade que, em nome da segurança, do bem-estar e da correcção política, se entrega voluntariamente ao controle estatal, à vigilância social e ao puritanismo ideológico. Abordando temas como o apagamento cultural e a polarização extrema entre esquerdas e direitas reconfiguradas, este livro denuncia, com humor ácido, crítica implacável e referências filosóficas e políticas, a rendição entusiástica da liberdade perante a tirania dos «bons sentimentos» e da hipocrisia woke."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Rendição, A Ascensão dos Idiotas, de Pedro Gomes Sanches, em cinco capítulos, «o fim do homem livre», «a nova religião e seus cordeiros», «identidade como tirania», «a morte da cultura» e «o conflito final», explora, com ironia e erudição, temas como os excessos do Estado paternalista, os limites da liberdade de expressão e a imposição das políticas identitárias. Como uma tragédia clássica em cinco actos, o autor traça o retrato de uma sociedade que, em nome da segurança, do bem-estar e da correcção política, se entrega voluntariamente ao controle estatal, à vigilância social e ao puritanismo ideológico. Abordando temas como o apagamento cultural e a polarização extrema entre esquerdas e direitas reconfiguradas, este livro denuncia, com humor ácido, crítica implacável e referências filosóficas e políticas, a rendição entusiástica da liberdade perante a tirania dos «bons sentimentos» e da hipocrisia woke."
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Venki Ramakrishnan, biólogo molecular laureado com o Nobel, explica-nos tudo sobre a ciência da longevidade e da mortalidade. Porque morremos? Conseguiremos descobrir uma maneira de viver para sempre? Estas são talvez as duas perguntas mais antigas em ciência. Durante décadas, a pesquisa sobre o antienvelhecimento foi um tema menor para a comunidade científica, que a considerava demasiado fantasiosa e irrealista. Porém, nos últimos anos, os progressos da biologia ensinaram-nos bastante sobre o modo como envelhecemos e sobre o porquê de morrermos. Poderá esse conhecimento ajudar-nos a inverter a marcha do relógio? Nesta obra, o cientista vencedor do Prémio Nobel Venki Ramakrishnan apresenta-nos as descobertas mais recentes sobre o envelhecimento e investiga a multimilionária indústria do antienvelhecimento, para separar os factos da ficção na moderna procura da imortalidade."
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Venki Ramakrishnan, biólogo molecular laureado com o Nobel, explica-nos tudo sobre a ciência da longevidade e da mortalidade. Porque morremos? Conseguiremos descobrir uma maneira de viver para sempre? Estas são talvez as duas perguntas mais antigas em ciência. Durante décadas, a pesquisa sobre o antienvelhecimento foi um tema menor para a comunidade científica, que a considerava demasiado fantasiosa e irrealista. Porém, nos últimos anos, os progressos da biologia ensinaram-nos bastante sobre o modo como envelhecemos e sobre o porquê de morrermos. Poderá esse conhecimento ajudar-nos a inverter a marcha do relógio? Nesta obra, o cientista vencedor do Prémio Nobel Venki Ramakrishnan apresenta-nos as descobertas mais recentes sobre o envelhecimento e investiga a multimilionária indústria do antienvelhecimento, para separar os factos da ficção na moderna procura da imortalidade."
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 408
Sinopse:
María vive uma dupla crise, pessoal e profissional. Há um ano que decidiu afogar as mágoas no álcool, que o chefe perdeu a confiança nela e que ninguém valoriza o seu trabalho de investigação no jornal; e, como se isso não bastasse, o seu relacionamento está por um fio. De resto, encontra-se ainda embriagada quando uma manhã recebe um telefonema em que a mãe lhe anuncia a morte da avó que, no período da guerra civil espanhola, escondeu imensos militantes comunistas na sua pensão e se tornou uma das mulheres mais importantes da vida de María. É no velório que esta descobre uma mulher idosa e franzina que não conhece mas que deixa a sua mãe estranhamente inquieta. Ao perguntar de quem se trata, fica a saber que se chama Isadora, mas percebe de imediato que existe entre ambas um segredo incómodo. Tentando endireitar a vida, María pensa então fazer uma pesquisa sobre a vida aventurosa da sua avó. Porém, quando procura documentos, encontra a foto de uma mulher com uma tatuagem no peito onde se lê FELD-HURE. Por trás, um nome e uma data: Isadora Ramírez García, 14 de outubro de 1945. E então começará uma perturbadora investigação sobre as mulheres não judias que foram levadas pelos alemães para o campo de concentração de Ravensbrück, algumas ainda adolescentes, para servirem como prostitutas e cobaias de experiências médicas terríveis. Isadora, a amiga da avó, sobreviveu ao horror e quer contar a María a sua história antes de morrer.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
María vive uma dupla crise, pessoal e profissional. Há um ano que decidiu afogar as mágoas no álcool, que o chefe perdeu a confiança nela e que ninguém valoriza o seu trabalho de investigação no jornal; e, como se isso não bastasse, o seu relacionamento está por um fio. De resto, encontra-se ainda embriagada quando uma manhã recebe um telefonema em que a mãe lhe anuncia a morte da avó que, no período da guerra civil espanhola, escondeu imensos militantes comunistas na sua pensão e se tornou uma das mulheres mais importantes da vida de María. É no velório que esta descobre uma mulher idosa e franzina que não conhece mas que deixa a sua mãe estranhamente inquieta. Ao perguntar de quem se trata, fica a saber que se chama Isadora, mas percebe de imediato que existe entre ambas um segredo incómodo. Tentando endireitar a vida, María pensa então fazer uma pesquisa sobre a vida aventurosa da sua avó. Porém, quando procura documentos, encontra a foto de uma mulher com uma tatuagem no peito onde se lê FELD-HURE. Por trás, um nome e uma data: Isadora Ramírez García, 14 de outubro de 1945. E então começará uma perturbadora investigação sobre as mulheres não judias que foram levadas pelos alemães para o campo de concentração de Ravensbrück, algumas ainda adolescentes, para servirem como prostitutas e cobaias de experiências médicas terríveis. Isadora, a amiga da avó, sobreviveu ao horror e quer contar a María a sua história antes de morrer.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Uma criança roubada. Um segredo de décadas. Duas irmãs separadas pela guerra. Noruega, 1940. Seduzida pela propaganda nazi, Liv junta-se voluntariamente ao programa Lebensborn, acreditando servir uma causa maior. Mas esta decisão terá consequências devastadoras que ecoarão por gerações. Inglaterra, 1968. Agnes cresceu num lar abastado, convencida de que conhecia a sua origem, até que a morte súbita do avô revela um segredo perturbador. A jovem embarca então numa perigosa jornada pela Europa ¿ de Inglaterra à Noruega e a Berlim ¿ que a leva ao encontro do seu passado e de Karolina, uma irmã que até então desconhecia. Mas quando Agnes e Karolina finalmente se encontram, as barreiras erguidas pela Guerra Fria ameaçam mantê-las afastadas para sempre. A filha do alemão é uma história sobre um lado da Segunda Guerra Mundial que a maioria dos livros esqueceu. Meticulosamente investigado, emocionante e instigante,é um romance poderoso de amor, culpa, coragem e redenção, que revela os horrores do pós regime nazi e as cicatrizes deixadas por este período negro da História.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Uma criança roubada. Um segredo de décadas. Duas irmãs separadas pela guerra. Noruega, 1940. Seduzida pela propaganda nazi, Liv junta-se voluntariamente ao programa Lebensborn, acreditando servir uma causa maior. Mas esta decisão terá consequências devastadoras que ecoarão por gerações. Inglaterra, 1968. Agnes cresceu num lar abastado, convencida de que conhecia a sua origem, até que a morte súbita do avô revela um segredo perturbador. A jovem embarca então numa perigosa jornada pela Europa ¿ de Inglaterra à Noruega e a Berlim ¿ que a leva ao encontro do seu passado e de Karolina, uma irmã que até então desconhecia. Mas quando Agnes e Karolina finalmente se encontram, as barreiras erguidas pela Guerra Fria ameaçam mantê-las afastadas para sempre. A filha do alemão é uma história sobre um lado da Segunda Guerra Mundial que a maioria dos livros esqueceu. Meticulosamente investigado, emocionante e instigante,é um romance poderoso de amor, culpa, coragem e redenção, que revela os horrores do pós regime nazi e as cicatrizes deixadas por este período negro da História.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nos primeiros anos do século XVIII, numa Europa em convulsão, ainda mergulhada na superstição e no Antigo Regime, atravessada por brigantes e dragões dos exércitos combatentes na Grande Guerra do Norte, que opõe o jovem imperador sueco à aliança formada pelas restantes potências da região, um comum ladrão acossado pelas autoridades locais para se furtar a um destino que o condenará ao patíbulo firma um pacto com um moleiro espectral e rouba a identidade a um jovem cavaleiro sueco, tornando-se imprevistamente num dos potentes do mundo. Dramático, cómico, repleto de peripécias e aventuras, O Cavaleiro Sueco partilha com O Marquês de Bolibar o estatuto de obra-prima de Leo Perutz. Conjugando elementos históricos e fantásticos, num cenário de ferro e fogo, o romance revisita uma temática distintiva da obra do autor: a troca de identidades num mundo desencantado e em desordem.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nos primeiros anos do século XVIII, numa Europa em convulsão, ainda mergulhada na superstição e no Antigo Regime, atravessada por brigantes e dragões dos exércitos combatentes na Grande Guerra do Norte, que opõe o jovem imperador sueco à aliança formada pelas restantes potências da região, um comum ladrão acossado pelas autoridades locais para se furtar a um destino que o condenará ao patíbulo firma um pacto com um moleiro espectral e rouba a identidade a um jovem cavaleiro sueco, tornando-se imprevistamente num dos potentes do mundo. Dramático, cómico, repleto de peripécias e aventuras, O Cavaleiro Sueco partilha com O Marquês de Bolibar o estatuto de obra-prima de Leo Perutz. Conjugando elementos históricos e fantásticos, num cenário de ferro e fogo, o romance revisita uma temática distintiva da obra do autor: a troca de identidades num mundo desencantado e em desordem.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Larissa nasceu na Rússia. Filha de um oficial do exército soviético, quase sucumbiu ao terrível cerco de Leninegrado. Viveu nos montes Urais, rodeada de revolucionários espanhóis. Mais tarde, especializou-se em desenho italiano e tornou-se curadora no Hermitage, cabendo-lhe acompanhar as obras de arte russas que integrariam a Bienal de Veneza de 1962, mas acabou por perdê-las. Uma pintura de Matisse roubada por si ¿ embora garantisse tê-la apenas libertado ¿ deixou-lhe a carreira por um fio. Como se não bastasse, para cumprir a última vontade do seu mentor no museu, andou fugida com o cadáver dele numa carrinha. Francis, neto de um judeu iraquiano, sempre se sentiu deslocado em Inglaterra, país onde cresceu e frequentou as melhores escolas. Tornou-se um conceituado historiador de arte e professor no King¿s College, em Cambridge, mas a solidão parecia querer acompanhá-lo, assim como a descrença em encontrar um dia quem o amasse. Acompanhando as vidas reais de Francis e Larissa, Vidas Paralelas é a história de uma Europa que já não existe. Não a das divisões geográficas e ideológicas, mas aquela em que, de ambos os lados da Cortina de Ferro, havia quem acreditasse num continente unificado, na pertença a uma cultura pan-europeia, no valor universal da arte e da literatura, independentemente de quaisquer diferenças linguísticas, políticas ou de nacionalidade. Era um mundo de bailarinas e exilados, de espiões e artistas, de aristocratas e académicos. Uma Europa onde de contextos tão opostos como a Inglaterra e a União Soviética podiam sair duas vidas paralelas cujo destino era, inevitavelmente, juntarem-se.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Larissa nasceu na Rússia. Filha de um oficial do exército soviético, quase sucumbiu ao terrível cerco de Leninegrado. Viveu nos montes Urais, rodeada de revolucionários espanhóis. Mais tarde, especializou-se em desenho italiano e tornou-se curadora no Hermitage, cabendo-lhe acompanhar as obras de arte russas que integrariam a Bienal de Veneza de 1962, mas acabou por perdê-las. Uma pintura de Matisse roubada por si ¿ embora garantisse tê-la apenas libertado ¿ deixou-lhe a carreira por um fio. Como se não bastasse, para cumprir a última vontade do seu mentor no museu, andou fugida com o cadáver dele numa carrinha. Francis, neto de um judeu iraquiano, sempre se sentiu deslocado em Inglaterra, país onde cresceu e frequentou as melhores escolas. Tornou-se um conceituado historiador de arte e professor no King¿s College, em Cambridge, mas a solidão parecia querer acompanhá-lo, assim como a descrença em encontrar um dia quem o amasse. Acompanhando as vidas reais de Francis e Larissa, Vidas Paralelas é a história de uma Europa que já não existe. Não a das divisões geográficas e ideológicas, mas aquela em que, de ambos os lados da Cortina de Ferro, havia quem acreditasse num continente unificado, na pertença a uma cultura pan-europeia, no valor universal da arte e da literatura, independentemente de quaisquer diferenças linguísticas, políticas ou de nacionalidade. Era um mundo de bailarinas e exilados, de espiões e artistas, de aristocratas e académicos. Uma Europa onde de contextos tão opostos como a Inglaterra e a União Soviética podiam sair duas vidas paralelas cujo destino era, inevitavelmente, juntarem-se.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um Portugal que já não existe. Uma família que se desmorona. As mulheres que podíamos ter sido. Num país que era o nosso, vivia uma família. Essa família, infeliz à sua maneira, tinha quatro mulheres. E uma dessas mulheres podíamos ser nós. Porém, aquele foi o tempo em que a Liberdade era mais rara do que uma pedra preciosa. E estas mulheres - uma mãe e as suas três filhas - nascem, crescem e descobrem-se a si mesmas quando não ser homem era uma sentença de prisão perpétua. Enredadas pelas teias do quotidiano burguês, cada uma se confronta com o mundo, o desejo e a esperança, enquanto vive em conflito com as outras. Porque, apesar de estarem ligadas pelo sangue e viverem debaixo do mesmo teto, não podiam ser mais diferentes entre si. Porque, para não desistir e conseguir viver mais um dia, cada uma põe nos dois pratos da balança cabeça e coração - e todos sabemos que basta um grama de amor ou razão para mudar tudo. Naquele que é um romance de viragem na sua escrita, Luísa Castel-Branco regressa ao Portugal do Estado Novo, um país que conheceu, para nos contar a história de uma família e, sobretudo, das personagens femininas que a compõem, fazendo um retrato pungente, mas sem cedências revivalistas ou sentimentais, de um tempo que foi o nosso ontem e sem o qual não estaríamos aqui.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um Portugal que já não existe. Uma família que se desmorona. As mulheres que podíamos ter sido. Num país que era o nosso, vivia uma família. Essa família, infeliz à sua maneira, tinha quatro mulheres. E uma dessas mulheres podíamos ser nós. Porém, aquele foi o tempo em que a Liberdade era mais rara do que uma pedra preciosa. E estas mulheres - uma mãe e as suas três filhas - nascem, crescem e descobrem-se a si mesmas quando não ser homem era uma sentença de prisão perpétua. Enredadas pelas teias do quotidiano burguês, cada uma se confronta com o mundo, o desejo e a esperança, enquanto vive em conflito com as outras. Porque, apesar de estarem ligadas pelo sangue e viverem debaixo do mesmo teto, não podiam ser mais diferentes entre si. Porque, para não desistir e conseguir viver mais um dia, cada uma põe nos dois pratos da balança cabeça e coração - e todos sabemos que basta um grama de amor ou razão para mudar tudo. Naquele que é um romance de viragem na sua escrita, Luísa Castel-Branco regressa ao Portugal do Estado Novo, um país que conheceu, para nos contar a história de uma família e, sobretudo, das personagens femininas que a compõem, fazendo um retrato pungente, mas sem cedências revivalistas ou sentimentais, de um tempo que foi o nosso ontem e sem o qual não estaríamos aqui.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
412 a. C. Após a vitória de Siracusa nas Guerras do Peloponeso, milhares de prisioneiros atenienses definham nas pedreiras locais. Dois oleiros sem dinheiro, Gelon e Lampo, oferecem vinho e azeitonas a quem se dispuser a recitar versos de Eurípides. Entre os homens famintos, não faltam candidatos. E assim nasce uma ideia audaz. Porque, afinal, é possível odiar os invasores e, ainda assim, amar a sua poesia.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
412 a. C. Após a vitória de Siracusa nas Guerras do Peloponeso, milhares de prisioneiros atenienses definham nas pedreiras locais. Dois oleiros sem dinheiro, Gelon e Lampo, oferecem vinho e azeitonas a quem se dispuser a recitar versos de Eurípides. Entre os homens famintos, não faltam candidatos. E assim nasce uma ideia audaz. Porque, afinal, é possível odiar os invasores e, ainda assim, amar a sua poesia.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Via o comboio passar ao longe, no Baraçal, um canto perdido da Beira Alta, e sonhava com o mar. Filho de um severo mestre-escola de aldeia, o rapaz que se aborrecia com a leitura de Homero, Virgílio e Camões, mas que gostava de números, fórmulas e equações, rumou à capital aos 15 anos, para encontrar ofício como Praticante Farmacêutico na baixa de Lisboa e dobrar o destino. Fausto de Figueiredo atravessou a monarquia, a república e o Estado Novo. Viveu a paz e a guerra e os altos e baixos da fortuna entre atentados, exilados e espiões. Foi político e empresário. Do pinhal do Torrezão e das velhas termas do Viana, ergueu a Costa do Sol, dando-lhe as primeiras páginas da imprensa portuguesa e estrangeira como destino capaz de superar qualquer estância balnear da Europa. Visionário, criativo, arrojado, irascível, exigente e controlador, chamaram-lhe o pai do turismo português, alguém que soube entender os tempos e fazer obra. Viu no Casino uma atracção e uma fonte de financiamento, juntou-lhe o Hotel Palácio, o Tamariz, o Parque, as termas, os sports, tudo ligado a Paris no luxo do Sud Express, pela linha do Estoril, por cuja electrificação tanto batalhou. É este homem que aqui surge retratado pela pena de Maria João Lopo de Carvalho. Nesta biografia romanceada, a escritora explora uma viagem com paragem em muitas estações e apeadeiros: da Beira Alta a Lisboa, de Lisboa aos Estoris e daí a Paris, a Biarritz e de novo a Lisboa. O Estoril Não Caiu do Céu leva-nos muito além da vida de um homem, conduzindo-nos ao longo de um pedaço da nossa História, por um país que o génio de Fausto de Figueiredo veio despertar do torpor, dando-lhe um novo horizonte, singular e luminoso.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Via o comboio passar ao longe, no Baraçal, um canto perdido da Beira Alta, e sonhava com o mar. Filho de um severo mestre-escola de aldeia, o rapaz que se aborrecia com a leitura de Homero, Virgílio e Camões, mas que gostava de números, fórmulas e equações, rumou à capital aos 15 anos, para encontrar ofício como Praticante Farmacêutico na baixa de Lisboa e dobrar o destino. Fausto de Figueiredo atravessou a monarquia, a república e o Estado Novo. Viveu a paz e a guerra e os altos e baixos da fortuna entre atentados, exilados e espiões. Foi político e empresário. Do pinhal do Torrezão e das velhas termas do Viana, ergueu a Costa do Sol, dando-lhe as primeiras páginas da imprensa portuguesa e estrangeira como destino capaz de superar qualquer estância balnear da Europa. Visionário, criativo, arrojado, irascível, exigente e controlador, chamaram-lhe o pai do turismo português, alguém que soube entender os tempos e fazer obra. Viu no Casino uma atracção e uma fonte de financiamento, juntou-lhe o Hotel Palácio, o Tamariz, o Parque, as termas, os sports, tudo ligado a Paris no luxo do Sud Express, pela linha do Estoril, por cuja electrificação tanto batalhou. É este homem que aqui surge retratado pela pena de Maria João Lopo de Carvalho. Nesta biografia romanceada, a escritora explora uma viagem com paragem em muitas estações e apeadeiros: da Beira Alta a Lisboa, de Lisboa aos Estoris e daí a Paris, a Biarritz e de novo a Lisboa. O Estoril Não Caiu do Céu leva-nos muito além da vida de um homem, conduzindo-nos ao longo de um pedaço da nossa História, por um país que o génio de Fausto de Figueiredo veio despertar do torpor, dando-lhe um novo horizonte, singular e luminoso.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Nem todos os heróis têm capa. Alguns têm livros na mão. Mitch, um livreiro apaixonado, é detido por um crime impensável: transgrediu a lei ao vender livros proibidos. Após cinco anos de prisão, o seu único desejo é recuperar a liberdade e a sua tão amada livraria. Mas o destino tem outros planos. No mesmo dia, Mitch cruza-se com o procurador que o condenou e conhece Anna, uma jovem chef que pode vir a ser a mulher da sua vida. A partir desse momento, Mitch vê-se dividido entre uma vontade irresistível de vingança e uma ânsia ainda maior de amar. Um tributo à leitura e ao poder transformador da literatura, este é um romance que irá conquistar os corações dos amantes de livros em todo o mundo.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Nem todos os heróis têm capa. Alguns têm livros na mão. Mitch, um livreiro apaixonado, é detido por um crime impensável: transgrediu a lei ao vender livros proibidos. Após cinco anos de prisão, o seu único desejo é recuperar a liberdade e a sua tão amada livraria. Mas o destino tem outros planos. No mesmo dia, Mitch cruza-se com o procurador que o condenou e conhece Anna, uma jovem chef que pode vir a ser a mulher da sua vida. A partir desse momento, Mitch vê-se dividido entre uma vontade irresistível de vingança e uma ânsia ainda maior de amar. Um tributo à leitura e ao poder transformador da literatura, este é um romance que irá conquistar os corações dos amantes de livros em todo o mundo.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Yana, uma estudante búlgara recém-chegada a uma pequena cidade americana, assiste a um acidente de viação entre um carro e uma bicicleta. A condutora da bicicleta é também uma estudante Europa de Leste que morre no local. Porém, essa morte é irrelevante para as autoridades e imediatamente esquecida, mas, para Yana, é o catalisador que a desperta para a sua condição de imigrante. Nos EUA, onde permanece depois dos estudos, Yana percebe que o Sonho Americano não passa de uma ilusão e começa então a relacionar a sua vida precária com as da mãe e da avó, antes e depois da era do Comunismo. Quando a avó está a morrer, Yana e a mãe regressam à Bulgária para se encontrarem finalmente como três adultas iguais; e é nesse momento que partilham o sentimento de culpa pelo facto de a liberdade que sempre buscaram ter significado inevitavelmente o sofrimento da geração anterior. Narrado a partir do ponto de vista de três mulheres de gerações diferentes assombradas pela violência, pelo vício e pela impossibilidade de encontrar um lugar a que possam chamar seu, esta é uma história que coincide com a história contemporânea da Europa de Leste - da ditadura totalitária do regime comunista pós-1944 ao período de transição democrática da década de 1990 e à imigração para o Ocidente - e a da forma como os países desenvolvidos recebem os que os escolhem para viver.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Yana, uma estudante búlgara recém-chegada a uma pequena cidade americana, assiste a um acidente de viação entre um carro e uma bicicleta. A condutora da bicicleta é também uma estudante Europa de Leste que morre no local. Porém, essa morte é irrelevante para as autoridades e imediatamente esquecida, mas, para Yana, é o catalisador que a desperta para a sua condição de imigrante. Nos EUA, onde permanece depois dos estudos, Yana percebe que o Sonho Americano não passa de uma ilusão e começa então a relacionar a sua vida precária com as da mãe e da avó, antes e depois da era do Comunismo. Quando a avó está a morrer, Yana e a mãe regressam à Bulgária para se encontrarem finalmente como três adultas iguais; e é nesse momento que partilham o sentimento de culpa pelo facto de a liberdade que sempre buscaram ter significado inevitavelmente o sofrimento da geração anterior. Narrado a partir do ponto de vista de três mulheres de gerações diferentes assombradas pela violência, pelo vício e pela impossibilidade de encontrar um lugar a que possam chamar seu, esta é uma história que coincide com a história contemporânea da Europa de Leste - da ditadura totalitária do regime comunista pós-1944 ao período de transição democrática da década de 1990 e à imigração para o Ocidente - e a da forma como os países desenvolvidos recebem os que os escolhem para viver.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Entre a obsessão, a guerra e um amor proibido. O mundo à beira do colapso. Londres, 1914. Venetia Stanley, uma jovem aristocrata inglesa, guarda um segredo: mantém uma relação clandestina com Henry Asquith, o primeiro-ministro britânico, um homem casado e quase quarenta anos mais velho. O que começa como um romance discreto, torna-se perigoso à medida que a tensão política na Europa ameaça abalar o mundo. Com o assassínio do arquiduque Franz Ferdinand e o início da Primeira Guerra Mundial, a relação entre Venetia e Asquith toma rumos inesperados, sobretudo quando ele começa a revelar-lhe informações de Estado confidenciais. É então que um jovem oficial dos Serviços Secretos é destacado para investigar e, de repente, o que parecia ser apenas um caso extraconjugal torna-se um assunto de segurança nacional que irá alterar o rumo político do país. Uma história de traição, lealdade e obsessão, em que o destino de uma nação e os segredos mais sombrios da política britânica vêm ao de cima.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Entre a obsessão, a guerra e um amor proibido. O mundo à beira do colapso. Londres, 1914. Venetia Stanley, uma jovem aristocrata inglesa, guarda um segredo: mantém uma relação clandestina com Henry Asquith, o primeiro-ministro britânico, um homem casado e quase quarenta anos mais velho. O que começa como um romance discreto, torna-se perigoso à medida que a tensão política na Europa ameaça abalar o mundo. Com o assassínio do arquiduque Franz Ferdinand e o início da Primeira Guerra Mundial, a relação entre Venetia e Asquith toma rumos inesperados, sobretudo quando ele começa a revelar-lhe informações de Estado confidenciais. É então que um jovem oficial dos Serviços Secretos é destacado para investigar e, de repente, o que parecia ser apenas um caso extraconjugal torna-se um assunto de segurança nacional que irá alterar o rumo político do país. Uma história de traição, lealdade e obsessão, em que o destino de uma nação e os segredos mais sombrios da política britânica vêm ao de cima.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 576
Sinopse:
UMA CONSPIRAÇÃO ATROZ FOI DESCOBERTA, MAS ALGO CONTINUOU A LABORAR NA SOMBRA¿ Neste novo romance histórico, Isabel Ricardo apresenta-nos a turbulência dos tempos que se sucederam à Restauração da Independência de 1640, conciliando e entrelaçando aspectos históricos com personagens ficcionais, e transportando o leitor numa viagem ao século xvii, às suas paisagens, espaços, sons e vivências da época. Destronado o poderoso monarca espanhol, o novo rei português no trono, Dom João IV, tem por diante uma missão hercúlea: manter a independência de Portugal, esperar a guerra iminente e enviar mensageiros à Alemanha, para inteirar o irmão Dom Duarte de todos os desenvolvimentos do contexto político. Este combatia pelo Imperador Fernando III, aliado de Filipe IV de Espanha, naquela que ficará conhecida como a Guerra dos Trinta Anos. A prisão de Dom Duarte constitui um símbolo do caos que dominava a época, imersa num permanente clima de tensão e perigo. É neste ambiente que se ressalta a luta e a perseverança de todos os que amam Portugal e pretendem continuar a viver numa nação independente, livre do jugo espanhol. Um turbilhão de acontecimentos desenrola-se a um ritmo alucinante: espionagens, intrigas, traições, conspirações e execuções, num quadro de grande instabilidade. Os dilemas morais, as convicções, os valores de quem tudo abdica para realizar os seus sonhos, e os jogos de poder, transversais a todo o enredo, envolvem o leitor de forma viciante. Num cenário onde proliferam dificuldades, emergem os que não desistem e lutam. Nada os demove! A lealdade que têm para com Dom João IV fá-los ir sempre mais além! O que os move? A força da honra!
Nº Páginas: 576
Sinopse:
UMA CONSPIRAÇÃO ATROZ FOI DESCOBERTA, MAS ALGO CONTINUOU A LABORAR NA SOMBRA¿ Neste novo romance histórico, Isabel Ricardo apresenta-nos a turbulência dos tempos que se sucederam à Restauração da Independência de 1640, conciliando e entrelaçando aspectos históricos com personagens ficcionais, e transportando o leitor numa viagem ao século xvii, às suas paisagens, espaços, sons e vivências da época. Destronado o poderoso monarca espanhol, o novo rei português no trono, Dom João IV, tem por diante uma missão hercúlea: manter a independência de Portugal, esperar a guerra iminente e enviar mensageiros à Alemanha, para inteirar o irmão Dom Duarte de todos os desenvolvimentos do contexto político. Este combatia pelo Imperador Fernando III, aliado de Filipe IV de Espanha, naquela que ficará conhecida como a Guerra dos Trinta Anos. A prisão de Dom Duarte constitui um símbolo do caos que dominava a época, imersa num permanente clima de tensão e perigo. É neste ambiente que se ressalta a luta e a perseverança de todos os que amam Portugal e pretendem continuar a viver numa nação independente, livre do jugo espanhol. Um turbilhão de acontecimentos desenrola-se a um ritmo alucinante: espionagens, intrigas, traições, conspirações e execuções, num quadro de grande instabilidade. Os dilemas morais, as convicções, os valores de quem tudo abdica para realizar os seus sonhos, e os jogos de poder, transversais a todo o enredo, envolvem o leitor de forma viciante. Num cenário onde proliferam dificuldades, emergem os que não desistem e lutam. Nada os demove! A lealdade que têm para com Dom João IV fá-los ir sempre mais além! O que os move? A força da honra!
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No coração de uma França invadida, um barman enfrenta segredos, traições e o peso da história. Junho de 1940. Os alemães entram em Paris. Por toda a parte, o recolher obrigatório é rigoroso - exceto no grandioso hotel Ritz. Ávidos por descobrir a arte de viver à francesa, os ocupantes misturam-se com a elite parisiense, enquanto, por detrás do balcão do bar, trabalha Frank Meier, o maior barman do mundo. Adaptar-se é uma questão de sobrevivência. Meier revela-se um diplomata habilidoso: conquista a simpatia dos oficiais alemães e compra a sua tranquilidade, juntamente com a de Luciano, o seu aprendiz, um judeu italiano. Dentro das paredes do Ritz, homens e mulheres, ocupantes ou resistentes, heróis ou oportunistas de guerra, vão amar-se, trair-se e também lutar por uma certa ideia de civilização. Todos conhecem os seus famosos cocktails, desde Ernest Hemingway, a Scott Fitzgerald, Coco Chanel e Jean Cocteau¿ Mas o que poucos sabem é que Meier, emigrante austríaco, veterano da Primeira Guerra, maestro deste estranho bailado, esconde um segredo: o barman do Ritz é judeu. Inspirada em factos reais, esta é uma história de coragem, sacrifício e lealdade, em que destinos se entrelaçam no tenso cenário da Segunda Guerra Mundial, e a luta pela sobrevivência se mistura com a busca por dignidade, mesmo nos momentos mais sombrios.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No coração de uma França invadida, um barman enfrenta segredos, traições e o peso da história. Junho de 1940. Os alemães entram em Paris. Por toda a parte, o recolher obrigatório é rigoroso - exceto no grandioso hotel Ritz. Ávidos por descobrir a arte de viver à francesa, os ocupantes misturam-se com a elite parisiense, enquanto, por detrás do balcão do bar, trabalha Frank Meier, o maior barman do mundo. Adaptar-se é uma questão de sobrevivência. Meier revela-se um diplomata habilidoso: conquista a simpatia dos oficiais alemães e compra a sua tranquilidade, juntamente com a de Luciano, o seu aprendiz, um judeu italiano. Dentro das paredes do Ritz, homens e mulheres, ocupantes ou resistentes, heróis ou oportunistas de guerra, vão amar-se, trair-se e também lutar por uma certa ideia de civilização. Todos conhecem os seus famosos cocktails, desde Ernest Hemingway, a Scott Fitzgerald, Coco Chanel e Jean Cocteau¿ Mas o que poucos sabem é que Meier, emigrante austríaco, veterano da Primeira Guerra, maestro deste estranho bailado, esconde um segredo: o barman do Ritz é judeu. Inspirada em factos reais, esta é uma história de coragem, sacrifício e lealdade, em que destinos se entrelaçam no tenso cenário da Segunda Guerra Mundial, e a luta pela sobrevivência se mistura com a busca por dignidade, mesmo nos momentos mais sombrios.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O que acontece quando as câmaras estão desligadas e as maiores estrelas de Hollywood se sentem à vontade para serem elas próprias? Andou de gatas num quarto de hotel com Jack Nicholson, invadiu sem querer uma festa VIP e acabou a beber champanhe com Leonardo DiCaprio, trocou impressões sobre filmes com Mel Gibson num bar em Cannes. Rui Pedro Tendinha, um dos mais conhecidos jornalistas de cinema portugueses, revela pela primeira vez em livro os bastidores de 50 entrevistas com as maiores estrelas da atualidade. Os encontros inesperados, os silêncios embaraçosos, os gestos de cumplicidade, as vaidades, os deslizes, os momentos de humanidade. De Anthony Hopkins a Bruce Willis, de Cate Blanchett a Quentin Tarantino, de Madonna a Oprah Winfrey, Encontros Imediatíssimos com Hollywood é uma viagem íntima ao universo das estrelas, em que as histórias de bastidores - pessoais, honestas, e, por vezes, surpreendentes - captam o lado invisível da fama. Um livro imperdível para conhecer os nossos ídolos por trás das câmaras.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O que acontece quando as câmaras estão desligadas e as maiores estrelas de Hollywood se sentem à vontade para serem elas próprias? Andou de gatas num quarto de hotel com Jack Nicholson, invadiu sem querer uma festa VIP e acabou a beber champanhe com Leonardo DiCaprio, trocou impressões sobre filmes com Mel Gibson num bar em Cannes. Rui Pedro Tendinha, um dos mais conhecidos jornalistas de cinema portugueses, revela pela primeira vez em livro os bastidores de 50 entrevistas com as maiores estrelas da atualidade. Os encontros inesperados, os silêncios embaraçosos, os gestos de cumplicidade, as vaidades, os deslizes, os momentos de humanidade. De Anthony Hopkins a Bruce Willis, de Cate Blanchett a Quentin Tarantino, de Madonna a Oprah Winfrey, Encontros Imediatíssimos com Hollywood é uma viagem íntima ao universo das estrelas, em que as histórias de bastidores - pessoais, honestas, e, por vezes, surpreendentes - captam o lado invisível da fama. Um livro imperdível para conhecer os nossos ídolos por trás das câmaras.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Em A Mulher e a Medicina, Elinor Cleghorn escreve uma história pioneira sobre a saúde das mulheres ¿ desde o «útero errante» da Grécia Antiga à ascensão dos julgamentos de bruxas na Europa; do surgimento da histeria como diagnóstico amplo para distúrbios difíceis de identificar à evolução da compreensão sobre hormonas, menstruação, menopausa ou a endometriose ¿ reunida numa obra abrangente e fascinante. É um legado revoltante de sofrimento, mistificação e erros de diagnóstico que revela como a ciência, moldada por um mundo de homens, falhou em compreender e cuidar do corpo feminino. Repleto de estudos de caso e exemplos de mulheres que sofreram, desafiaram e reescreveram a ortodoxia médica, este livro faz um apelo urgente por uma medicina mais íntegra, que valorize os testemunhos e as experiências das mulheres, libertando-as de séculos de desinformação e negligência.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Em A Mulher e a Medicina, Elinor Cleghorn escreve uma história pioneira sobre a saúde das mulheres ¿ desde o «útero errante» da Grécia Antiga à ascensão dos julgamentos de bruxas na Europa; do surgimento da histeria como diagnóstico amplo para distúrbios difíceis de identificar à evolução da compreensão sobre hormonas, menstruação, menopausa ou a endometriose ¿ reunida numa obra abrangente e fascinante. É um legado revoltante de sofrimento, mistificação e erros de diagnóstico que revela como a ciência, moldada por um mundo de homens, falhou em compreender e cuidar do corpo feminino. Repleto de estudos de caso e exemplos de mulheres que sofreram, desafiaram e reescreveram a ortodoxia médica, este livro faz um apelo urgente por uma medicina mais íntegra, que valorize os testemunhos e as experiências das mulheres, libertando-as de séculos de desinformação e negligência.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Uma viagem fotográfica pelo século XX PORTUGAL ANTIGAMENTE não é um livro de História, antes um catálogo de memórias soltas, muitas vezes surpreendentes. Narrado pela força das imagens, passa em revista alguns instantes que, por uma razão ou outra, fixam uma certa ideia de Portugal ao longo do século XX. Começando nos primórdios da fotografia, ainda nos anos de 1840, estas páginas cobrem os últimos tempos da Monarquia e estendem-se até à morte de Amália Rodrigues, provavelmente a figura mais consensual da nossa herança recente e que nos deixou à beira de um novo milénio. E o que se passou entretanto? Tanta coisa ¿ muito do que pensávamos ter retido e de que nos esquecemos. Uma obra sem pretensões identitárias ou revisionistas, que alcança várias gerações, e que, sem dispensar a leveza e o humor, reforça os nossos laços com os altos e baixos do século XX português.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Uma viagem fotográfica pelo século XX PORTUGAL ANTIGAMENTE não é um livro de História, antes um catálogo de memórias soltas, muitas vezes surpreendentes. Narrado pela força das imagens, passa em revista alguns instantes que, por uma razão ou outra, fixam uma certa ideia de Portugal ao longo do século XX. Começando nos primórdios da fotografia, ainda nos anos de 1840, estas páginas cobrem os últimos tempos da Monarquia e estendem-se até à morte de Amália Rodrigues, provavelmente a figura mais consensual da nossa herança recente e que nos deixou à beira de um novo milénio. E o que se passou entretanto? Tanta coisa ¿ muito do que pensávamos ter retido e de que nos esquecemos. Uma obra sem pretensões identitárias ou revisionistas, que alcança várias gerações, e que, sem dispensar a leveza e o humor, reforça os nossos laços com os altos e baixos do século XX português.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Nestas páginas, a minha mãe, a minha gângster, viverá. Ela era o meu abrigo e a minha tempestade. Destroçada pela morte da mãe em setembro de 2022, mas também intrigada e ¿bastante envergonhada¿ pela intensidade da sua reação, Arundhati Roy decidiu dar um sentido às suas emoções em relação à mulher de quem fugiu aos dezoito anos, ¿não por não a amar, mas para poder continuar a amá-la¿. Assim começa este surpreendente, por vezes perturbador, mas também inesperadamente divertido relato da vida da autora desde a infância em Kerala, na Índia, até aos dias de hoje. Com a profundidade dos seus romances e a paixão dos seus ensaios, Meu Abrigo, Minha Tempestade é uma ode à liberdade, uma homenagem aos amores difíceis e à singular ferocidade dos espíritos verdadeiramente livres.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Nestas páginas, a minha mãe, a minha gângster, viverá. Ela era o meu abrigo e a minha tempestade. Destroçada pela morte da mãe em setembro de 2022, mas também intrigada e ¿bastante envergonhada¿ pela intensidade da sua reação, Arundhati Roy decidiu dar um sentido às suas emoções em relação à mulher de quem fugiu aos dezoito anos, ¿não por não a amar, mas para poder continuar a amá-la¿. Assim começa este surpreendente, por vezes perturbador, mas também inesperadamente divertido relato da vida da autora desde a infância em Kerala, na Índia, até aos dias de hoje. Com a profundidade dos seus romances e a paixão dos seus ensaios, Meu Abrigo, Minha Tempestade é uma ode à liberdade, uma homenagem aos amores difíceis e à singular ferocidade dos espíritos verdadeiramente livres.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Biografia de Henrique Gouveia e Melo, candidato melhor posicionado para a Presidência da República, escrita por Vítor Matos, jornalista do Expresso, biógrafo de Marcelo Rebelo de Sousa e autor de outros livros como Na Cabeça de Ventura e Os Predadores.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Biografia de Henrique Gouveia e Melo, candidato melhor posicionado para a Presidência da República, escrita por Vítor Matos, jornalista do Expresso, biógrafo de Marcelo Rebelo de Sousa e autor de outros livros como Na Cabeça de Ventura e Os Predadores.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O fado: das polémicas origens aos palcos da música do mundo; dos bairros populares ao estrelato universal; da segregação à aceitação; da condenação à adoração; das vozes proletárias ao cosmopolitismo; da singeleza à glória¿ Esta é a história do fado de Lisboa, uma história multissecular, recheada de peripécias e de críticas, de desventuras e de paixão, uma história plena de obstáculos e de superações. Contudo, o tempo consagraria o fado, tornando esta popular canção urbana num verdadeiro símbolo de Portugal. Enriquecendo a coleção dedicada à capital, Lisboa Fadista é a história das gentes que deram voz ao fado nas vielas pobres, nas tabernas viciosas, nos salões dos palacetes da nobreza e da burguesia. É, ainda, a história de como o fado evoluiu até aos nossos dias, de como se tem sabido adaptar. Ontem, como hoje, esta é a história musical de Lisboa¿ Silêncio, que se vai ler o fado!
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O fado: das polémicas origens aos palcos da música do mundo; dos bairros populares ao estrelato universal; da segregação à aceitação; da condenação à adoração; das vozes proletárias ao cosmopolitismo; da singeleza à glória¿ Esta é a história do fado de Lisboa, uma história multissecular, recheada de peripécias e de críticas, de desventuras e de paixão, uma história plena de obstáculos e de superações. Contudo, o tempo consagraria o fado, tornando esta popular canção urbana num verdadeiro símbolo de Portugal. Enriquecendo a coleção dedicada à capital, Lisboa Fadista é a história das gentes que deram voz ao fado nas vielas pobres, nas tabernas viciosas, nos salões dos palacetes da nobreza e da burguesia. É, ainda, a história de como o fado evoluiu até aos nossos dias, de como se tem sabido adaptar. Ontem, como hoje, esta é a história musical de Lisboa¿ Silêncio, que se vai ler o fado!
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Uma história do Estado Judaico por um dos rostos televisivos mais conhecidos em Portugal «Este livro é uma tentativa de explicar aos leitores portugueses o enigma de Israel para além da urgência dos títulos noticiosos. A ideia nasceu na sequência dos terríveis acontecimentos de 7 de outubro de 2023, e por isso também quis que fosse publicado exatamente dois anos depois ¿ para sublinhar a importância dessa data na história de Israel e no eterno conflito com o mundo árabe. Como é possível que, apesar de ocupar milhares de manchetes nos meios de comunicação em todo o mundo, Israel continue a ser tão desconhecido? Será ignorância? Má-fé? Prefiro acreditar que é a complexidade ¿ as verdades absolutas são absolutamente frágeis. Para compreender o presente, é preciso conhecer o passado. Por isso, quis que este livro híbrido ¿abarca relações internacionais, política, atualidade ¿ incluísse uma forte componente histórica ¿ não apenas sobre Israel, mas também sobre o povo judeu.»
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Uma história do Estado Judaico por um dos rostos televisivos mais conhecidos em Portugal «Este livro é uma tentativa de explicar aos leitores portugueses o enigma de Israel para além da urgência dos títulos noticiosos. A ideia nasceu na sequência dos terríveis acontecimentos de 7 de outubro de 2023, e por isso também quis que fosse publicado exatamente dois anos depois ¿ para sublinhar a importância dessa data na história de Israel e no eterno conflito com o mundo árabe. Como é possível que, apesar de ocupar milhares de manchetes nos meios de comunicação em todo o mundo, Israel continue a ser tão desconhecido? Será ignorância? Má-fé? Prefiro acreditar que é a complexidade ¿ as verdades absolutas são absolutamente frágeis. Para compreender o presente, é preciso conhecer o passado. Por isso, quis que este livro híbrido ¿abarca relações internacionais, política, atualidade ¿ incluísse uma forte componente histórica ¿ não apenas sobre Israel, mas também sobre o povo judeu.»
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