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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 72
Sinopse:
A 27 de agosto de 1909, Freud desembarca nos Estados Unidos. É a primeira e última vez que pisa solo americano.As cinco conferências decorrem em setembro, em alemão e de improviso.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
A 27 de agosto de 1909, Freud desembarca nos Estados Unidos. É a primeira e última vez que pisa solo americano.As cinco conferências decorrem em setembro, em alemão e de improviso.
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 350
Sinopse:
«Tais pessoas eram capazes de sonhar, mas incapazes de governar. Destruíam as suas vidas e as dos outros. Eram tolas, fracas, fúteis, histéricas; mas, por trás de tudo isto, ouve-se a voz de Tchékhov: abençoado o país que soube gerar este tipo humano. Eles deixavam escapar as ocasiões, evitavam agir, não dormiam à noite inventando mundos que não sabiam construir; mas a própria existência dessas pessoas cheias de uma abnegação apaixonada e fervorosa, de pureza espiritual, de elevação moral, o simples facto de essas pessoas terem vivido e talvez ainda viverem hoje, algures, na implacável e reles Rússia actual é uma promessa de futuro melhor, para todo o mundo, porque, de todas as leis da natureza, a mais maravilhosa, é talvez a da sobrevivência dos mais fracos.» Do Prefácio de Vladimir Nabokov no Vol. I
Nº Páginas: 350
Sinopse:
«Tais pessoas eram capazes de sonhar, mas incapazes de governar. Destruíam as suas vidas e as dos outros. Eram tolas, fracas, fúteis, histéricas; mas, por trás de tudo isto, ouve-se a voz de Tchékhov: abençoado o país que soube gerar este tipo humano. Eles deixavam escapar as ocasiões, evitavam agir, não dormiam à noite inventando mundos que não sabiam construir; mas a própria existência dessas pessoas cheias de uma abnegação apaixonada e fervorosa, de pureza espiritual, de elevação moral, o simples facto de essas pessoas terem vivido e talvez ainda viverem hoje, algures, na implacável e reles Rússia actual é uma promessa de futuro melhor, para todo o mundo, porque, de todas as leis da natureza, a mais maravilhosa, é talvez a da sobrevivência dos mais fracos.» Do Prefácio de Vladimir Nabokov no Vol. I
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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Porque é que encolhemos os ombros? Porque é que os cães abanam as caudas? Porque franzimos as sobrancelhas quando estamos zangados e fazemos beicinho quando estamos tristes em vez do contrário? Qual é a diferença entre culpa e vergonha? Este seria um livro notável mesmo que tivesse respondido apenas a estas ou a semelhantes perguntas sobre as emoções em 1872. Mas A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais provou também que a mente humana, e não só o corpo, é um produto da evolução.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Porque é que encolhemos os ombros? Porque é que os cães abanam as caudas? Porque franzimos as sobrancelhas quando estamos zangados e fazemos beicinho quando estamos tristes em vez do contrário? Qual é a diferença entre culpa e vergonha? Este seria um livro notável mesmo que tivesse respondido apenas a estas ou a semelhantes perguntas sobre as emoções em 1872. Mas A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais provou também que a mente humana, e não só o corpo, é um produto da evolução.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
«Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom — como Flann O’Brien, Kafka ou Beckett — de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão.» [The New Yorker]
Nº Páginas: 144
Sinopse:
«Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom — como Flann O’Brien, Kafka ou Beckett — de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão.» [The New Yorker]
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 86
Sinopse:
«E entre palavras delicadas e graças espirituosas, Sócrates ensinava a Fedro o desejo e a virtude. Falou-lhe do temor ardente que acomete o homem sensível quando os seus olhos vislumbram uma semelhança do belo eterno: falou-lhe da avidez do homem ímpio e vil, incapaz de pensar o belo ao ver a sua imagem, incapaz de veneração; falou do medo sagrado que invade o homem nobre quando contempla uma face divina, um corpo perfeito - como então estremece e sai fora de si, mal ousando olhar, e como venera aquele que é belo, sim, como se ofereceria em sacrifício a este ídolo, se não receasse parecer ridículo aos olhos dos homens.»
Nº Páginas: 86
Sinopse:
«E entre palavras delicadas e graças espirituosas, Sócrates ensinava a Fedro o desejo e a virtude. Falou-lhe do temor ardente que acomete o homem sensível quando os seus olhos vislumbram uma semelhança do belo eterno: falou-lhe da avidez do homem ímpio e vil, incapaz de pensar o belo ao ver a sua imagem, incapaz de veneração; falou do medo sagrado que invade o homem nobre quando contempla uma face divina, um corpo perfeito - como então estremece e sai fora de si, mal ousando olhar, e como venera aquele que é belo, sim, como se ofereceria em sacrifício a este ídolo, se não receasse parecer ridículo aos olhos dos homens.»
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
¿A Polaquinha é o único romance de Dalton Trevisan. E, tal como sucede a muitos outros contistas, de Tchékhov a William Trevor, o seu romance pode ser lido como uma série de contos ligados entre si. "E para nos dar esta Curitiba povoada por estes curitibanos tragicómicos, a um pelo do pícaro, Dalton Trevisan foi-se à eloquência e cravou-lhe a faca. Ironia, elipse, nenhuma cedência ao romantismo nem ao realismo mágico, aí estão outras armas brancas do escritor, afiadas à secretária-mesa-de-cela-monacal." Fernando Assis Pacheco, Prefácio a Cemitério de Elefantes, 1984 "Provavelmente o maior contista brasileiro do século xx." Abel Barros Baptista "Dalton Trevisan (…) pertence ao movimento de total renovação que transformou a literatura latino-americana, até recentemente considerada marginal e provinciana, numa das mais experimentais da atualidade. Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam "fantasias de conduta"." E. Rodríguez Monegal, The New York Times Book Review "… as suas curtas e irónicas epifanias atingem a revelação das elípticas personagens de Maupassant e Tchékhov." Bruce Allen, Library Journal "Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes." Thomas Lask, The New York Times "A reação que se tem ao ler Trevisan é uma espécie de raiva. Raiva da perfeição da discrição do autor, da sua absoluta invisibilidade moral, quando sabemos que ele deve estar à espreita, escondido atrás do seu estilo." Michael Wood, The New York Times Book Review
Nº Páginas: 160
Sinopse:
¿A Polaquinha é o único romance de Dalton Trevisan. E, tal como sucede a muitos outros contistas, de Tchékhov a William Trevor, o seu romance pode ser lido como uma série de contos ligados entre si. "E para nos dar esta Curitiba povoada por estes curitibanos tragicómicos, a um pelo do pícaro, Dalton Trevisan foi-se à eloquência e cravou-lhe a faca. Ironia, elipse, nenhuma cedência ao romantismo nem ao realismo mágico, aí estão outras armas brancas do escritor, afiadas à secretária-mesa-de-cela-monacal." Fernando Assis Pacheco, Prefácio a Cemitério de Elefantes, 1984 "Provavelmente o maior contista brasileiro do século xx." Abel Barros Baptista "Dalton Trevisan (…) pertence ao movimento de total renovação que transformou a literatura latino-americana, até recentemente considerada marginal e provinciana, numa das mais experimentais da atualidade. Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam "fantasias de conduta"." E. Rodríguez Monegal, The New York Times Book Review "… as suas curtas e irónicas epifanias atingem a revelação das elípticas personagens de Maupassant e Tchékhov." Bruce Allen, Library Journal "Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes." Thomas Lask, The New York Times "A reação que se tem ao ler Trevisan é uma espécie de raiva. Raiva da perfeição da discrição do autor, da sua absoluta invisibilidade moral, quando sabemos que ele deve estar à espreita, escondido atrás do seu estilo." Michael Wood, The New York Times Book Review
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 150
Sinopse:
(…) seguido de Um Estudo de V. Nabokov.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
(…) seguido de Um Estudo de V. Nabokov.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Vou contar o que se passou porque será uma boa maneira de apresentar o meu irmão. Chama-se Simon. Acho que vão gostar dele. Eu gosto, a sério. Mas daqui a duas páginas ele estará morto. E, depois disso, o Simon nunca mais foi o mesmo." "Um romance deslumbrante. Repleto de ambição e de uma escrita requintada, é também chocante, pungente e comovedor. A escrita é tão bem conseguida que se torna complicado acreditar que é uma estreia - é claramente o trabalho de um grande novo talento." S. J. Watson "Uma envolvente história sobre mágoa, loucura e perda. Filer tem um talento para escrever sobre a comédia negra da vida, e Matthew é uma carismática personagem que nos arrasta para o seu mundo mesmo quando este se desmorona." Observer Magazine
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Vou contar o que se passou porque será uma boa maneira de apresentar o meu irmão. Chama-se Simon. Acho que vão gostar dele. Eu gosto, a sério. Mas daqui a duas páginas ele estará morto. E, depois disso, o Simon nunca mais foi o mesmo." "Um romance deslumbrante. Repleto de ambição e de uma escrita requintada, é também chocante, pungente e comovedor. A escrita é tão bem conseguida que se torna complicado acreditar que é uma estreia - é claramente o trabalho de um grande novo talento." S. J. Watson "Uma envolvente história sobre mágoa, loucura e perda. Filer tem um talento para escrever sobre a comédia negra da vida, e Matthew é uma carismática personagem que nos arrasta para o seu mundo mesmo quando este se desmorona." Observer Magazine
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Edição: Jan 2006
Nº Páginas: 220
Sinopse:
"Veremos através de que métodos o Yoga julga alcançar estes surpreendentes resultados. Mas não podemos deixar de ter em conta uma das maiores descobertas da Índia: a da consciência desvinculada das suas estrutura psicofisiológicas e do seu condicionamento temporal, a conciência do "libertado", isto é, daquele que conseguiu desligar-se da temporalidade e conhece, portanto, a verdadeira e inefável liberdade. A conquista dessa liberdade absoluta constitui o objectivo de todas as filosofias e técnicas místicas indianas, mas foi sobretudo através do Yoga, através de uma das múltiplas formas de Yoga, que a Índia acreditou poder assegurá-la".
Nº Páginas: 220
Sinopse:
"Veremos através de que métodos o Yoga julga alcançar estes surpreendentes resultados. Mas não podemos deixar de ter em conta uma das maiores descobertas da Índia: a da consciência desvinculada das suas estrutura psicofisiológicas e do seu condicionamento temporal, a conciência do "libertado", isto é, daquele que conseguiu desligar-se da temporalidade e conhece, portanto, a verdadeira e inefável liberdade. A conquista dessa liberdade absoluta constitui o objectivo de todas as filosofias e técnicas místicas indianas, mas foi sobretudo através do Yoga, através de uma das múltiplas formas de Yoga, que a Índia acreditou poder assegurá-la".
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 452
Sinopse:
"Uma Teoria da Justiça" é considerada a obra mais importante da filosofia política deste século. A sua publicação no início da década de 70 veio dar uma nova vitalidade ao pensamento nesta área do conhecimento.Esta obra propõe um itinerário para a descoberta e fundamentação racional dos princípios que devem reger a sociedade justa, os quais John Rawls considera que se adequam às nossas convicções intuitivas sobre justiça. A sua argumentação situa-se na confluência de duas correntes culturais distintas: a do utilitarismo e as teorias do contrato social - na linha de Rousseau e de Kant - e visa explicitamente criticar a primeira corrente, embora sem recusar o seu conteúdo metodológico. John Rawls é Professor na Universidade de Harvard.
Nº Páginas: 452
Sinopse:
"Uma Teoria da Justiça" é considerada a obra mais importante da filosofia política deste século. A sua publicação no início da década de 70 veio dar uma nova vitalidade ao pensamento nesta área do conhecimento.Esta obra propõe um itinerário para a descoberta e fundamentação racional dos princípios que devem reger a sociedade justa, os quais John Rawls considera que se adequam às nossas convicções intuitivas sobre justiça. A sua argumentação situa-se na confluência de duas correntes culturais distintas: a do utilitarismo e as teorias do contrato social - na linha de Rousseau e de Kant - e visa explicitamente criticar a primeira corrente, embora sem recusar o seu conteúdo metodológico. John Rawls é Professor na Universidade de Harvard.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Uma das obras mais notáveis de Agustina Bessa-Luís, o Susto é um roman à clef, um romance cujas personagens são modeladas em pessoas reais. o protagonista, José Midões, é o poeta Teixeira de Pascoaes. Agustina Bessa-Luís descreve-o como uma figura excepcional, acima de todos os contemporâneos, e não esconde o fascínio que Pascoaes lhe inspira. (...) Se todos os livros têm o seu destino, o deste romance é duplo. a sua recepção por leitores e pares, e as consequências dessa acidentada recepção, tiveram efeitos consideráveis na carreira da autora, que merecem ser descritos. Quanto ao romance em si mesmo, a descrição que nele é feita da relação entre Teixeira de Pascoaes e Fernando Pessoa, crucial para ambos, em particular para o segundo, que aparece no romance como personagem nada fugaz (Álvaro Carmo), parece ter passado inapercebida pela generalidade da crítica, não obstante ser a mais arguta análise dessa relação alguma vez publicada." [Do Prefácio de António Feijó]
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Uma das obras mais notáveis de Agustina Bessa-Luís, o Susto é um roman à clef, um romance cujas personagens são modeladas em pessoas reais. o protagonista, José Midões, é o poeta Teixeira de Pascoaes. Agustina Bessa-Luís descreve-o como uma figura excepcional, acima de todos os contemporâneos, e não esconde o fascínio que Pascoaes lhe inspira. (...) Se todos os livros têm o seu destino, o deste romance é duplo. a sua recepção por leitores e pares, e as consequências dessa acidentada recepção, tiveram efeitos consideráveis na carreira da autora, que merecem ser descritos. Quanto ao romance em si mesmo, a descrição que nele é feita da relação entre Teixeira de Pascoaes e Fernando Pessoa, crucial para ambos, em particular para o segundo, que aparece no romance como personagem nada fugaz (Álvaro Carmo), parece ter passado inapercebida pela generalidade da crítica, não obstante ser a mais arguta análise dessa relação alguma vez publicada." [Do Prefácio de António Feijó]
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Edição: Ago 2014
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Um dos mais impressivos e estimulantes estudos jamais feito acerca deste período."Max Hastings, "Sunday Times" "Os argumentos de Clark sobre as causas da Primeira Grande Guerra são de tal forma convincentes que colocam os antigos consensos históricos numa gaveta… Uma obra-prima. Não é todos os dias que temos o privilégio de ler um livro que restrutura o nosso entendimento de um dos principais acontecimentos da história mundial."Simon Griffith, "Daily Mail"
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Um dos mais impressivos e estimulantes estudos jamais feito acerca deste período."Max Hastings, "Sunday Times" "Os argumentos de Clark sobre as causas da Primeira Grande Guerra são de tal forma convincentes que colocam os antigos consensos históricos numa gaveta… Uma obra-prima. Não é todos os dias que temos o privilégio de ler um livro que restrutura o nosso entendimento de um dos principais acontecimentos da história mundial."Simon Griffith, "Daily Mail"
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Trilogia da Cidade de K." foi o título que, por sugestão do tradutor, Agota Kristof aconselhou para a edição da obra em Portugal, que reúne, num só volume, três romances ("O Caderno Grande", "A Prova", "A Terceira Mentira"). Agota Kristof nasceu na Hungria, mas em 1956 fugiu do seu país, invadido por tropas soviéticas, para se fixar na Suíça. A trilogia conta a história de dois gémeos, que a guerra leva a que sejam enviados da sua cidade natal para o campo, ao cuidado de uma avó que os trata com particular dureza. Para sobreviverem, criam um mundo próprio e estranho em que os acontecimentos são registados num "grande caderno". Agota Kristof fala-nos de uma Europa que, na época, estava dividida, mas também do desenraizamento, da separação e da perda de identidade criados pelas sociedades autoritárias do passado e do presente.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Trilogia da Cidade de K." foi o título que, por sugestão do tradutor, Agota Kristof aconselhou para a edição da obra em Portugal, que reúne, num só volume, três romances ("O Caderno Grande", "A Prova", "A Terceira Mentira"). Agota Kristof nasceu na Hungria, mas em 1956 fugiu do seu país, invadido por tropas soviéticas, para se fixar na Suíça. A trilogia conta a história de dois gémeos, que a guerra leva a que sejam enviados da sua cidade natal para o campo, ao cuidado de uma avó que os trata com particular dureza. Para sobreviverem, criam um mundo próprio e estranho em que os acontecimentos são registados num "grande caderno". Agota Kristof fala-nos de uma Europa que, na época, estava dividida, mas também do desenraizamento, da separação e da perda de identidade criados pelas sociedades autoritárias do passado e do presente.
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 134
Sinopse:
"Três Ensaios Sobre Teoria da Sexualidade" é a melhor apresentação das concepções de Freud sobre a sexualidade infantil e sua evolução e sobre os desvios do objecto da libido. "Ao cabo de uma década a observar a recepção deste livro e os efeitos por ele provocados, decidi acrescentar à sua terceira edição algumas observações preliminares destinadas a impedir mal-entendidos e expectativas impossíveis de satisfazer. Antes de mais, afirme-se que as considerações aqui tecidas provêm inteiramente da experiência clínica quotidiana, à qual as conclusões da investigação psicanalítica deverão acrescentar profundidade e relevância científica." "Do Prefácio da Terceira Edição"
Nº Páginas: 134
Sinopse:
"Três Ensaios Sobre Teoria da Sexualidade" é a melhor apresentação das concepções de Freud sobre a sexualidade infantil e sua evolução e sobre os desvios do objecto da libido. "Ao cabo de uma década a observar a recepção deste livro e os efeitos por ele provocados, decidi acrescentar à sua terceira edição algumas observações preliminares destinadas a impedir mal-entendidos e expectativas impossíveis de satisfazer. Antes de mais, afirme-se que as considerações aqui tecidas provêm inteiramente da experiência clínica quotidiana, à qual as conclusões da investigação psicanalítica deverão acrescentar profundidade e relevância científica." "Do Prefácio da Terceira Edição"
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas:
Sinopse:
"Trata-se de uma história em que o criminoso não confessa a sua culpa e não é castigado. Os seus motivos, embora os possamos adivinhar, não são esmiuçados. Em bom rigor, não chegamos a ter a certeza absoluta da identidade do criminoso, nem sequer da natureza do crime cometido. O mal, em certa medida, triunfa. Não é feita justiça. Chesterton disse que este foi o primeiro romance policial. Talvez, mas, a ser assim, O Mistério de Edwin Drood é também o supremo romance policial." [Do Prefácio de Paulo Faria]
Nº Páginas:
Sinopse:
"Trata-se de uma história em que o criminoso não confessa a sua culpa e não é castigado. Os seus motivos, embora os possamos adivinhar, não são esmiuçados. Em bom rigor, não chegamos a ter a certeza absoluta da identidade do criminoso, nem sequer da natureza do crime cometido. O mal, em certa medida, triunfa. Não é feita justiça. Chesterton disse que este foi o primeiro romance policial. Talvez, mas, a ser assim, O Mistério de Edwin Drood é também o supremo romance policial." [Do Prefácio de Paulo Faria]
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Edição: Mai 1996
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Tomando a forma de médico, de estudante, de mestre-escola e de gente de muitos outros ofícios, é este o ser humano que atravessa todos os contos de Tchékhov." Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Tomando a forma de médico, de estudante, de mestre-escola e de gente de muitos outros ofícios, é este o ser humano que atravessa todos os contos de Tchékhov." Vladimir Nabokov
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei reanimá-la, ao acaso, servindo me de uma ideia que me passou pela meditação. Voltei me para ele, sorrindo. — É verdade: disseram me há dias que você em tempos foi anarquista…" — Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. — Essa é boa! Você anarquista! Em que é que você é anarquista?... Só se você dá à palavra qualquer sentido diferente... — Do vulgar? Não; não dou. Emprego a palavra no sentido vulgar." "O Banqueiro Anarquista" foi publicado no 1.º número da revista "Contemporânea", saído em 1 de Maio, de 1922.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei reanimá-la, ao acaso, servindo me de uma ideia que me passou pela meditação. Voltei me para ele, sorrindo. — É verdade: disseram me há dias que você em tempos foi anarquista…" — Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. — Essa é boa! Você anarquista! Em que é que você é anarquista?... Só se você dá à palavra qualquer sentido diferente... — Do vulgar? Não; não dou. Emprego a palavra no sentido vulgar." "O Banqueiro Anarquista" foi publicado no 1.º número da revista "Contemporânea", saído em 1 de Maio, de 1922.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Terra dos Homens" foi publicado em 1939 em França. Saiu nesse mesmo ano nos Estados Unidos, com o título Wind, Sand and Stars, tendo recebido o National Book Award, que era então o mais prestigiado prémio literário norte-americano.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Terra dos Homens" foi publicado em 1939 em França. Saiu nesse mesmo ano nos Estados Unidos, com o título Wind, Sand and Stars, tendo recebido o National Book Award, que era então o mais prestigiado prémio literário norte-americano.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 864
Sinopse:
"Tal como em "A Morte em Veneza", o protagonista de "A Montanha Mágica" empreende uma viagem que acaba por o levar para fora do espaço e do tempo da existência burguesa. Não por acaso, contrariando planos anteriores em que o romance abria com a explanação da biografia de Hans, depois remetida para o segundo capítulo, o primeiro capítulo centra-se na viagem e no primeiro momento de confronto com o mundo fechado do sanatório, o início do longo percurso de iniciação que irá constituir o fulcro da narrativa. O herói do romance, como surge repetidamente sublinhado, nada tem de excepcional, pelo contrário, a própria mediania da personagem constitui uma forma de acentuar de que modo ela representa paradigmaticamente a normalidade social. O fulcro do romance, está, justamente, no facto de essa normalidade ser totalmente posta à prova e problematizada nos seus fundamentos pelo confronto com o microcosmo do sanatório." Do Prefácio
Nº Páginas: 864
Sinopse:
"Tal como em "A Morte em Veneza", o protagonista de "A Montanha Mágica" empreende uma viagem que acaba por o levar para fora do espaço e do tempo da existência burguesa. Não por acaso, contrariando planos anteriores em que o romance abria com a explanação da biografia de Hans, depois remetida para o segundo capítulo, o primeiro capítulo centra-se na viagem e no primeiro momento de confronto com o mundo fechado do sanatório, o início do longo percurso de iniciação que irá constituir o fulcro da narrativa. O herói do romance, como surge repetidamente sublinhado, nada tem de excepcional, pelo contrário, a própria mediania da personagem constitui uma forma de acentuar de que modo ela representa paradigmaticamente a normalidade social. O fulcro do romance, está, justamente, no facto de essa normalidade ser totalmente posta à prova e problematizada nos seus fundamentos pelo confronto com o microcosmo do sanatório." Do Prefácio
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Sobre os Espelhos e Outros Ensaios" é uma antologia de textos ocasionais, escritos entre 1972 e 1985. Começaram por ser conferências, prefácios e debates, tendo em comum a questão da representação, da ilusão e da imagem.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Sobre os Espelhos e Outros Ensaios" é uma antologia de textos ocasionais, escritos entre 1972 e 1985. Começaram por ser conferências, prefácios e debates, tendo em comum a questão da representação, da ilusão e da imagem.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Sobre Literatura" reúne alguns dos mais interessantes textos de Umberto Eco. O primeiro sobre "algumas funções da literatura" é um dos mais originais e surpreendentes do autor. Mas a obra aborda ainda filósofos e escritores, como Aristóteles, Dante, Joyce e Borges. Através deles fala-se dos problemas da narrativa, da representação verbal do espaço da natureza dos mundos ficcionais, ou de símbolo e estilo.Há casos em que Eco recorre ao exemplo da sua actividade de escritor para ilustrar a partir de dentro o modo de fazer literatura.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Sobre Literatura" reúne alguns dos mais interessantes textos de Umberto Eco. O primeiro sobre "algumas funções da literatura" é um dos mais originais e surpreendentes do autor. Mas a obra aborda ainda filósofos e escritores, como Aristóteles, Dante, Joyce e Borges. Através deles fala-se dos problemas da narrativa, da representação verbal do espaço da natureza dos mundos ficcionais, ou de símbolo e estilo.Há casos em que Eco recorre ao exemplo da sua actividade de escritor para ilustrar a partir de dentro o modo de fazer literatura.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Sob o olhar das suas palavras tudo se transforma como se se tornasse radioactivo. Mas a sua capacidade de distinguir constantemente novos aspectos das coisas — não tanto pelo processo que consiste em romper criticamente as convenções como pelo de relacionar-se com o objecto de acordo com a sua organização interna como se a convenção nenhum poder tivesse sobre ele — não pode apreender-se seriamente através do conceito de originalidade. Nenhum pensamento original desse homem inesgotável se assemelha a algo sem mistura." T. W. Adorno
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Sob o olhar das suas palavras tudo se transforma como se se tornasse radioactivo. Mas a sua capacidade de distinguir constantemente novos aspectos das coisas — não tanto pelo processo que consiste em romper criticamente as convenções como pelo de relacionar-se com o objecto de acordo com a sua organização interna como se a convenção nenhum poder tivesse sobre ele — não pode apreender-se seriamente através do conceito de originalidade. Nenhum pensamento original desse homem inesgotável se assemelha a algo sem mistura." T. W. Adorno
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 198
Sinopse:
"Sim, o que é preciso é adaptarmo-nos às circunstâncias. Para mim isto é um emprego a fingir; ainda não criei a consciência, a noção sequer, de que estou empregada... Chegou a hora, deixa-me mas é ir andando... ¿ Ó Filomena, onde comprou esse casaco? É bonito. (Que azul tão feio! Não tarda esteja todo desbotado. O azul é uma cor falsa. Não gosto nada de botões amarelos. E de metal, para mais. A saia plissada também não lhe fica lá muito bem, porque ela tem umas ancas largas... E, depois, já não há criada de servir que não tenha uma saia plissada de terylene. Tudo tende a abastardar-se. Qualquer dia... Olhem, agora reparo, ela oxigena o buço e a penugem da barbela. Ainda gostava de perceber como é que aquele figurão... Será o mesmo, de facto? É, de certeza.)"
Nº Páginas: 198
Sinopse:
"Sim, o que é preciso é adaptarmo-nos às circunstâncias. Para mim isto é um emprego a fingir; ainda não criei a consciência, a noção sequer, de que estou empregada... Chegou a hora, deixa-me mas é ir andando... ¿ Ó Filomena, onde comprou esse casaco? É bonito. (Que azul tão feio! Não tarda esteja todo desbotado. O azul é uma cor falsa. Não gosto nada de botões amarelos. E de metal, para mais. A saia plissada também não lhe fica lá muito bem, porque ela tem umas ancas largas... E, depois, já não há criada de servir que não tenha uma saia plissada de terylene. Tudo tende a abastardar-se. Qualquer dia... Olhem, agora reparo, ela oxigena o buço e a penugem da barbela. Ainda gostava de perceber como é que aquele figurão... Será o mesmo, de facto? É, de certeza.)"
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Shakespeare mostra desde as primeiras palavras de Macbeth, que o seu herói é vítima de uma agressão tão difícil de combater como pesada de consequências. (...)" - Yves Bonnefoy
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Shakespeare mostra desde as primeiras palavras de Macbeth, que o seu herói é vítima de uma agressão tão difícil de combater como pesada de consequências. (...)" - Yves Bonnefoy
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Shakespeare mostra desde as primeiras palavras de Macbeth que o seu herói é vítima de uma agressão tão difícil de combater como pesada de consequências. Ele era, dizem-nos, a lealdade, a coragem, mas eis que as forças do mal decidem ali, diante de nós, sobre o próprio palco, implicá-lo num plano que o ultrapassa, já que se trata nem mais nem menos que do destino de uma dinastia que está ainda no poder na Escócia e em Inglaterra quando a peça é escrita." Yves Bonnefoy
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Shakespeare mostra desde as primeiras palavras de Macbeth que o seu herói é vítima de uma agressão tão difícil de combater como pesada de consequências. Ele era, dizem-nos, a lealdade, a coragem, mas eis que as forças do mal decidem ali, diante de nós, sobre o próprio palco, implicá-lo num plano que o ultrapassa, já que se trata nem mais nem menos que do destino de uma dinastia que está ainda no poder na Escócia e em Inglaterra quando a peça é escrita." Yves Bonnefoy
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Ser ou não ser. As palavras iniciais do mais célebre solilóquio de Hamlet são certamente as mais conhecidas de toda a obra de Shakespeare e mesmo de toda a literatura inglesa, porventura até as palavras mais citadas da literatura universal. Pelo modo como equacionam em termos absolutos o mais fundamental sentido da existência, podem ser aplicadas às mais diversas situações imagináveis, trate-se de pessoas ou de coisas, de caracteres ou de atributos, de estados de espírito ou de opções de vida." Da Introdução
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Ser ou não ser. As palavras iniciais do mais célebre solilóquio de Hamlet são certamente as mais conhecidas de toda a obra de Shakespeare e mesmo de toda a literatura inglesa, porventura até as palavras mais citadas da literatura universal. Pelo modo como equacionam em termos absolutos o mais fundamental sentido da existência, podem ser aplicadas às mais diversas situações imagináveis, trate-se de pessoas ou de coisas, de caracteres ou de atributos, de estados de espírito ou de opções de vida." Da Introdução
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Sentadas ao portal, Celeste e Làlinha tinham à volta delas um campo de refugiados, casinhotos de cimento, ruas povoadas de galinhas, caixotes de porão às portas."É a comovente história em que José Cardos Pires nos fala de um regresso de África, o de Celeste e da sua boneca negra Làlinha.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Sentadas ao portal, Celeste e Làlinha tinham à volta delas um campo de refugiados, casinhotos de cimento, ruas povoadas de galinhas, caixotes de porão às portas."É a comovente história em que José Cardos Pires nos fala de um regresso de África, o de Celeste e da sua boneca negra Làlinha.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Sensibilidade e Bom Senso" é o primeiro romance escrito por Jane Austen (se excluirmos o epistolar e juvenil "Lady Susan"). Para a sensível Elinor Dashwood e a sua impetuosa e romântica irmã, Marianne, a perspectiva de casarem com os homens que amam parece remota. Num mundo organizado por interesses e pelo dinheiro, as irmãs Dashwoods parecem condenadas pela ausência de relações pessoais e de fortuna. Marianne apaixona-se pelo encantador e inconstante Mr. Willoughby. Em contraste, Elinor enfrenta com estoicismo as notícias de que o seu amado Edward Ferrars está prometido a outra mulher. Através das suas diferentes experiências amorosas, as duas irmãs são levadas a concluir que a melhor solução está na conjunção entre razão e sentimento.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Sensibilidade e Bom Senso" é o primeiro romance escrito por Jane Austen (se excluirmos o epistolar e juvenil "Lady Susan"). Para a sensível Elinor Dashwood e a sua impetuosa e romântica irmã, Marianne, a perspectiva de casarem com os homens que amam parece remota. Num mundo organizado por interesses e pelo dinheiro, as irmãs Dashwoods parecem condenadas pela ausência de relações pessoais e de fortuna. Marianne apaixona-se pelo encantador e inconstante Mr. Willoughby. Em contraste, Elinor enfrenta com estoicismo as notícias de que o seu amado Edward Ferrars está prometido a outra mulher. Através das suas diferentes experiências amorosas, as duas irmãs são levadas a concluir que a melhor solução está na conjunção entre razão e sentimento.
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