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Sinopse:
Será possível alcançar a paz, mudando mentalidades, ordem geopolítica e crenças? Um livro mais atual que nunca! Publicado originalmente em 1940, A Nova Ordem Mundial, do prolífico e premiado autor H. G. Wells, trouxe à luz nessa altura, como o faz agora, várias questões geopolíticas, sociais e humanas. Neste livro encontramos as fascinantes reflexões de H. G. Wells sobre a Nova Ordem Mundial, abrindo a discussão sobre quais as condições para a alcançar, o que cada um de nós pode e deve fazer para que se concretize e o que realmente significa paz no mundo. Esta maravilhosa obra-prima da teoria especulativa vai atrair seguidores das obras seminais de Wells, bem como aqueles que se interessam pelas várias teorias sobre o futuro da humanidade. "A Nova Ordem Mundial" trata-se de uma cartilha sobre o mundo vindouro. Que pode seguir um caminho pacífico ou ser uma Nova Ordem Mundial como aquela imaginada por Napoleão, Adolf Hitler e tantos outros líderes totalitários. Segundo Wells a liberdade do mundo pode estar em perigo e os leitores precisam de estar conscientes destes movimentos históricos.
Sinopse:
Em 1968, o chancelar alemão Kurt Georg Kiesinger foi esbofeteado em público, perante as câmaras de televisão, por uma jovem e atraente caçadora de nazis chamada Beate Klarsfeld. O momento seria o princípio do fim da carreira de um dos muitos cúmplices de Adolf Hitler que, apesar do seu currículo maldito, triunfaram de forma retumbante no pós-guerra. Mas ao contrário de Kiesinger, denunciado nesse instante de vergonha pelos seus antecedentes sombrios, muitos outros destacados nazis mantiveram-se impunes e não encontraram obstáculos à sua ascensão, fosse na própria Alemanha, fosse em países vencedores do conflito como os Estados Unidos. Reinhard Gehlen, criminoso de guerra e responsável pela inteligência militar na frente leste, fundou e dirigiu os serviços secretos da República Federal Alemã. Adolf Heusinger, chefe de operações no alto comando das forças armadas de Hitler, alcançou a presidência do comité militar da NATO. Ernst Achenbach, grande angariador de fundos para o Partido Nacional Socialista e organizador do saque à economia da França sob ocupação, esteve à frente da comissão dos Negócios Estrangeiros do parlamento germânico e chegou até a ser indicado para comissário europeu. Rudolf Diels, primeiro chefe da Gestapo, membro das SS e figura envolvida no incêndio do Reichstag em 1933, acontecimento decisivo para consolidar o poder nazi, foi contratado pela CIA como caçador de comunistas. Otto Skorzeny, protagonista de numerosas operações especiais rocambolescas, entre as quais o rapto de Mussolini de uma fortaleza inexpugnável, tornou-se espião ao serviço de Israel, personificando uma das reviravoltas mais insólitas e irónicas deste conjunto de figuras. E há ainda os casos de Albert Speer, Wernher von Braun e Friedrich Paulus, entre outros militares, políticos e espiões que ocultaram o seu currículo manchado de sangue para renascer das cinzas do Terceiro Reich ou que, bem pelo contrário, se serviram precisamente da experiência adquirida no regime nazi para triunfar num tempo que estende os seus tentáculos até aos dias hoje, de forma frequentemente inesperada… Éric Branca, jornalista e historiador francês, desmonta de forma implacável o percurso de uma galeria de personagens negras nesta saga que se lê com sofreguidão.
Sinopse:
À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas. "A Mais Breve História da China" conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular. Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.
Sinopse:
Na Primavera de 1839, o Reino Unido invadiu o Afeganistão pela primeira vez. Aproximadamente 20000 soldados submeteram o país e repuseram Shah Shuja ul-Mulk no trono. Mas, passados dois anos da ocupação, o povo afegão aderiu à chamada para a jihad e rebelou-se com grande violência. As tropas britânicas recuaram para as montanhas enfrentando ventos gelados e foram derrotados pelas tribos afegãs - foi a maior humilhação militar britânica do século XIX. Recorrendo a uma série de fontes históricas afegãs e indianas esquecidas, a magistral narração de William Dalrymple do maior desastre imperial britânico é uma poderosa parábola da ambição colonial e de choque cultural, de loucura e de húbris. "O Regresso de um Rei" é história na sua forma mais urgente e importante.
Sinopse:
Num Mundo onde as sociedades apregoam, cada vez mais, a igualdade social, a Europa alberga dez monarquias, cujos chefes de Estado são soberanos hereditários. Ontem como hoje, o fascínio pelo universo dos reis e das rainhas, dos príncipes e das princesas continua bem vivo e as novas tecnologias vieram, ainda mais, incrementar o seu mediatismo. As casas reais souberam acompanhar a evolução dos tempos e aderiram às redes sociais, promovendo o seu trabalho (e o seu glamour). Paralelamente, os fãs desta instituição e destas personalidades também criaram perfis para enaltecer os royals. Quer isto dizer que o imaginário do sonho e dos contos de fadas continua, paradoxalmente, a existir hoje, porque a realeza é uma simbiose de passado e presente, de tradição e atualidade. "As Dez Monarquias da Europa" pretende dar a conhecer melhor os chefes de Estado destas casas reais e a forma como estas funcionam atualmente é o magno objetivo desta obra, pretendendo-se ainda traçar as crónicas de vida dos soberanos; as suas histórias de amor e casamentos; as suas coroações e investiduras no papel de soberanos; e, não menos importante, abordando também os filhos, que representam, afinal, a continuidade de uma instituição tão milenar quanto fascinante. Quem escolhe o monarca? Como funciona a instituição monárquica? Que está por trás deste fascínio pelo mais antigo e exclusivo clube do Mundo, ao qual só se pertence por nascimento ou casamento? Que alterações trouxe a chegada de uma nova geração de plebeus às cortes europeias? O que significa ser rei hoje? São algumas das questões a que esta obra pretende responder.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 528
Sinopse: Neste segundo volume, encontramos Kvothe no exílio, sem dinheiro e isolado, envolvido em intrigas políticas, aventuras, amor e magia. O mais poderoso mago da sua época prossegue o caminho como um herói e descobre a dura realidade de se tornar uma lenda. Patrick Rothfuss regressa com um livro arrebatador que aprofunda ainda mais o universo fascinante das Crónicas do Regicida. Com uma narrativa intensa e repleta de mistério, este segundo volume oferece aos leitores uma jornada emocionante e imprevisível, em que os limites entre a lenda e a realidade se tornam cada vez mais ténues. A continuação de uma das maiores obras-primas da fantasia contemporânea. Uma leitura arrebatadora.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: UMA PROFECIA MARCADA PELA MORTE. UMA ARMA FORJADA NA ESPERANÇA. UM AMOR QUE PODE SER O SACRÍFICIO FINAL. Depois da devastadora batalha na Baía da Sereia, Arwen Valondale ruma ao misterioso Reino de Citrine. De coração despedaçado pela perda da mãe e abalada pelos poderes que mal começou a compreender, Arwen só consegue focar-se numa coisa: a traição de Kane Ravenwood, o homem que quebrou a sua confiança e o seu coração. Kane lidera agora a perigosa missão para encontrar a Lâmina do Sol, a única arma capaz de destruir o tirano Rei Fae, Lazarus. A tensão entre eles é palpável, a trégua frágil... e os sentimentos que Arwen tenta reprimir ameaçam consumir tudo. Kane está disposto a mergulhar nas trevas para a proteger. Mas a que custo? O destino de Arwen está selado por uma profecia e falhar não significa apenas a sua queda, mas a destruição de todos os que ama.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 576
Sinopse: Mische fez o derradeiro sacrifício para salvar aqueles que ama e mergulhou o mundo numa noite eterna. Agora, Asar, aprisionado pelos deuses e obcecado pela ideia de vingança, está desesperado por reencontrá-la. Quando uma deusa lhes oferece um caminho para a redenção e o regresso um ao outro Asar e Mische embarcam numa missão extraordinária. Juntos, devem tomar o poder do deus da morte para que Asar possa realizar o impossível: ascender à verdadeira divindade. A viagem levá-los-á por reinos mortais e imortais, ao lado de velhos amigos e inimigos implacáveis. Mas, enquanto o submundo oscila à beira do colapso e os deuses se preparam para a guerra, Asar e Mische têm de decidir o que estão dispostos a sacrificar pelo poder de desafiar a morte. Num jogo de deuses vingativos e traições ancestrais, existem algumas dívidas que nem o amor consegue pagar.
Sinopse:
O liberalismo - o irmão de modos mais suaves em comparação com os mais ardentes nacionalismo e socialismo - nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e nos governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras vezes sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina obsoleta. Nesta brilhante e concisa exposição, Francis Fukuyama define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância. Conciso, objectivo e sempre pertinente, esta é reflexão política no seu melhor.
Sinopse:
Rui Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas e comentadores de assuntos internacionais, reúne um conjunto de aspectos decisivos sobre a invasão russa da Ucrânia neste livro destinado a uma melhor compreensão da guerra com contornos especialmente brutais que, no final de Fevereiro, eclodiu em plena Europa, deixando o mundo ocidental entre a estupefacção e o choque. Com uma brevíssima, mas elucidativa, incursão pela história da Ucrânia, passando por temas como a expansão da NATO, o mito do genocídio de russófonos no Donbass, a transformação de Putin aos olhos do exterior, a improvável ascensão de Zelensky, a tenacidade dos invadidos e as fraquezas dos invasores, o equipamento militar utilizado de ambos os lados e as armas proibidas por leis internacionais, sem esquecer a ameaça do nuclear, Rui Cardoso aborda o conflito nas suas várias perspectivas e deixa-nos, ainda, pistas importantes sobre o que podemos esperar desta nova era de incerteza que paira no horizonte mundial.
Sinopse:
"Juntos, podemos pôr as pessoas e o planeta em primeiro lugar." Em nota introdutória, António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas resume bem desta forma, numa única frase, a razão do livro "101 Vozes pela Sustentabilidade", que reúne a opinião de uma centena de autores dos mais variados sectores da sociedade civil, empenhados em assegurar o desenvolvimento responsável em cada uma das suas organizações a bem das pessoas, do país e do planeta. Um desenvolvimento responsável que não passa apenas pela acção climática, mas pelos "17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável" definidos pela ONU: do combate à pobreza às energias renováveis, da educação à justiça, da saúde ao trabalho digno. A sustentabilidade exige compromissos e este é um livro sobre como podemos e devemos mudar de mentalidade e como podemos e devemos fazer diferente. Entre estas "101 Vozes pela Sustentabilidade", estão empresários, académicos, especialistas em energia, activistas, empreendedores, investigadores, artistas plásticos, banqueiros, arquitectos. António Costa Silva, António Saraiva, Francisco Ferreira, Luísa Schmidt, Bordalo II, Carlos Fiolhais, Pedro Norton de Matos, Teresa Ricou, Roberta Medina, entre muitos outros, são apenas algumas destas vozes que assumiram o desafio. E o compromisso.
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Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, numa monótona base aérea no Alabama, um pequeno grupo de pilotos rebeldes teve uma ideia radical: e se conseguíssemos fazer com que os bombardeamentos aéreos fossem tão precisos que as guerras passassem a ser totalmente travadas pelo ar? E se pudéssemos fazer com que os confrontos brutais entre exércitos terrestres fossem uma coisa do passado? Este livro conta a história do que se passou quando este sonho foi posto à prova. A Máfia dos Bombardeiros segue as histórias de um génio holandês que, sozinho, em casa, construiu um computador, de um grupo de químicos pirómanos da Universidade de Harvard, de um ameaçador amigo de Churchill, de um piloto brilhante que entoava canções à sua tripulação, e do comandante de bombardeiros Curtis Emerson LeMay, que ordenaria o ataque mais sangrento da Segunda Guerra Mundial. Nesta história de inovação e de obsessão, Gladwell interroga-se: "O que acontece quando a tecnologia e as boas intenções conflituam em tempo de guerra? E qual é o preço a pagar pelo progresso?".
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Mulheres marcantes da História de Portugal. Este livro reúne textos sobre a vida de mulheres com relevância na história de Portugal, desde a formação do país até à república. Rainhas, infantas, poetisas, guerreiras - amantes, mães, amigas, mas acima de tudo mulheres de vontade, ambição e destino próprios - todas com percursos de vida surpreendentes que podem agora ser conhecidos. Escritos no início do século XX e dispersos pela obra de António Vasco de Melo, o conde de Sabugosa, "Donas Portuguesas de Tempos Idos" é também o retrato da sociedade portuguesa crescentemente definido pelas mulheres.
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Durante milhares de anos, a evolução da humanidade seguiu o mesmo padrão: sempre que era introduzida uma nova tecnologia (como o fogo, o arado, a roda ou a bússola), aumentava a prosperidade. Passado pouco tempo, porém, as condições de vida voltavam ao ponto de partida. Porquê? O professor de Economia da Universidade de Brown, Oded Galor, esboçou a resposta ao criar a teoria unificada do crescimento, que hoje faz escola um pouco por todo o mundo. Segundo o pensador israelita, esse círculo vicioso progresso / estagnação só acabou com a Revolução Industrial. Na altura, a diminuição da mão de obra infantil, o investimento na educação e o decréscimo na taxa de fecundidade levaram a um enriquecimento geral da população. Mas essa riqueza viria a ser distribuída de forma muito desigual, fruto de fatores históricos e geográficos quase tao antigos como as primeiras migrações do Homo sapiens. Até que chegamos ao presente. A humanidade encontra-se numa nova encruzilhada, o progresso e o meio ambiente parecem ter entrado em rota de colisão. Oded Galor revela-se, no entanto, otimista. Numa escrita ágil e económica, o autor faz as contas a fecundidade, ao impacto da inovação e da diversidade, e prevê um futuro bem mais risonho do que o geralmente esperado.
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O apelido Médicis evoca uma gloriosa imagem da Itália renascentista, especialmente de Florença, com as suas valiosas obras de arte, os seus magníficos palácios e as suas fabulosas riquezas; mas ao mesmo tempo remete para um mundo mais obscuro, mas não menos atrativo, de intriga e corrupção, de luta sem tréguas pelo poder.
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Presencial, remoto ou híbrido? A discussão está ao rubro e lembra o velhinho totobola, como se tudo se resumisse a três hipóteses. Três hipóteses e apenas uma decisão e este é o erro que as empresas não podem cometer, que as pessoas não podem aceitar. A escolha do modelo de trabalho não é uma tripla, nem mesmo uma moda, mas sim um ecossistema de decisões, com muitas dimensões a acautelar, onde o local de trabalho é apenas uma delas. "WOW - Novas Formas de Trabalhar" não pretende ser um livro de recursos humanos, mas sim uma visão de gestão com uma combinação de perspetivas, que inclui a partilha de melhores práticas, de conceitos e de experiências reunindo o know-how de diferentes profissionais. Um livro que não se foca no local de trabalho, mas nas novas formas de trabalhar que estão a emergir, abordando temas prementes como a liderança, a comunicação, a produtividade, a confiança, a saúde mental, o presentismo e o papel do amor na felicidade das organizações.
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Na História de Portugal, encontramos mitos para todos os gostos. Desde a escola náutica de Sagres que nunca existiu, ao pioneiro Viriato, que, em boa verdade, andou mais pela Andaluzia do que pela Serra da Estrela. Já para não falar da padeira de Aljubarrota, tao façanhuda como insubstancial. As inverdades e mentiras na nossa História são, elas próprias, uma história sem fim, que se estende até tempos bem mais recentes. Ainda hoje há quem acredite que, em 1975, Portugal esteve à beira de uma guerra civil e que só a vitória das forças democráticas no golpe militar de 25 de Novembro desse ano reconduziu o pais ao bom caminho. Só que esta tese é tao historicamente informada como dizer que Portugal começou com um filho a bater na mãe… Viajemos, pois, ao encontro dos mitos da Historia de Portugal.
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Nação de proporções colossais ou continente? Luz do mundo ou terra condenada? Aliado da Europa e do Ocidente ou seu adversário mortal? Território de santos, czares, poetas, pintores, revolucionários e músicos, a Rússia é um enorme mistério que importa desvendar. Esconde uma história tão rica, antiga e diversa quanto desconhecida. José Milhazes, o grande especialista português da Rússia, propõe neste livro uma viagem fascinante que atravessa séculos e séculos da história, cultura e civilização russas, que começa nos povos eslavos vários séculos antes de Cristo e acaba na actualidade, com Putin. Nesta edição que inclui dezenas de fotografias e mapas - além de uma cronologia e de bibliografia aconselhada para quem quiser saber mais - fique a conhecer a geografia, os povos, as grandes figuras, efemérides e feitos desta grande nação em permanente devir.
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Com uma linguagem simples e directa, o jornalista Ricardo Alexandre explica-nos o complexo puzzle afegão num livro que resulta de uma pesquisa intensa, de diversas entrevistas e do trabalho do autor enquanto repórter no terreno. Recuando a tempos imemoriais, mas focando-se essencialmente no tumulto constante das décadas mais recentes - desde o golpe que derrubou a monarquia de Cabul em 1973 ao regresso dos Talibãs já em 2021, passando pela ocupação soviética e o consequente advento dos mujahedin nos anos 80 - "Breve História do Afeganistão" é um documento elucidativo que nos ajuda a compreender um país fascinante, profundamente marcado pela guerra e com uma importância estratégica fundamental.
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Dois antigos primeiros-ministros, um ex-vice-primeiro ministro, dois antigos deputados europeus e o actual presidente da República: sete testemunhos decisivos para decifrar os mistérios da política. "As estações de Maria João Avillez e dos seus entrevistados, tocadas a quatro mãos, são todas de visita obrigatória e as mais interessantes são as mais impressionistas. A política - o lugar do bem e do mal - habita em todas as sete estações e é tanto o modo de reunir a comunidade nacional num projecto colectivo que pode fazer Portugal maior, como o abismo onde as paixões negativas podem destruir o destino comum. As palavras com que Maria João Avillez procura decifrar os mistérios da política são as mesmas que a protegem da política." - Do Prefácio, de Carlos Gaspar.
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"O império português desapareceu há quarenta anos, fragmentado em partes, povos e comunidades que começaram então, também no sofrimento, na incerteza e na esperança, a sua vida na História. Século e meio antes, outra parte desse império tinha-se separado, com a independência do Brasil, essa mais pacífica, feita sem a comunidade internacional. É a História acontecida, sancionada pela justiça dos factos. No mundo presente, a decadência da Europa e do Ocidente também é um facto. Agora, outros continentes, outros povos, outras áreas estão a tomar as chaves e as rédeas do futuro. A maioria dos povos lusófonos está nestas áreas e é agora como nós fomos: povos jovens, unidos, com a fé, a vontade e a força de fazerem coisas no mundo. E alguns têm os trunfos e os meios para os desafios que aí vêm. O lugar dos portugueses, que não se resignam à mediocridade mansa ou ressentida de tributários do Centro Europeu, pode também ser ao lado desses povos, erguendo a partir de um passado unido, sofrido, dividido, uma convergência futura."
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Inclui também uma seleção de crónicas inéditas em livro. Numa escrita mais intimista do que a dos seus romances, as crónicas de António Lobo Antunes abordam uma vastíssima panóplia de temas que incluem não só a infância, a família, as mulheres, os amigos, os amores e os desamores, a vida e a morte, mas também relatos sobre pessoas anónimas encontradas ocasionalmente, apontamentos de viagem ou sobre pequenos restaurantes de bairro e, como não podia faltar, algumas notas sobre a escrita e os livros. Com esta seleção de quase duas centenas de textos, pretendeu-se oferecer ao leitor uma amostra realmente abrangente da versatilidade e do talento de António Lobo Antunes como cronista.
Sinopse:
Michael Shellenberger luta há décadas por um planeta mais verde. Ajudou a salvar as últimas sequoias desprotegidas do mundo. Concebeu, com outros, o antecessor do atual Green New Deal. E liderou o esforço bem-sucedido de cientistas do ambiente e de ativistas para manter centrais nucleares em funcionamento, prevenindo um pico de emissões. No entanto, em 2019, no momento em que alguns diziam que "milhares de milhões de pessoas vão morrer", contribuindo dessa forma para aumentar a ansiedade, desde logo nos adolescentes, Shellenberger decidiu que, enquanto ambientalista de longa data, reputado especialista em energia e pai de uma filha adolescente, devia tomar uma posição para separar a ciência da ficção. Apesar de décadas de atenção proporcionada pelas notícias dos media, muitos não sabem factos essenciais. Por exemplo, as emissões de carbono atingiram o máximo no passado e têm vindo a diminuir há mais de uma década nas nações desenvolvidas. E o risco de Aquecimento da Terra para temperaturas muito altas é cada vez mais improvável graças ao abrandamento do aumento da população e à existência de gás natural abundante.
Sinopse:
Os portugueses chegaram à América décadas antes de Colombo, descobriram a Austrália, participaram nos planos da viagem de Fernão de Magalhães… e outros dados históricos comprovados que permanecem na sombra. O Brasil foi descoberto mais de cinquenta anos antes da data oficial, como prova o mapa de Andrea Bianco de 1448. O Canadá foi assim batizado por se tratar do nome da propriedade do descobridor algarvio João Vaz Corte Real: a Canada, em Tavira; Os portugueses descobriram a Austrália. Mapas de 1447 mostram-na desenhada ao estilo da nossa cartografia e com nomes lusitanos. Estes e outros factos continuam arredados da História oficial dos países envolvidos, porque os interesses políticos, diplomáticos e económicos pesam mais do que a verdade. Com a ajuda das tecnologias de informação e o acesso a provas como mapas e outros documentos de época, cada vez mais cidadãos estão a tomar consciência de que a verdadeira História dos seus países tem muitas páginas escondidas - a de Portugal não é exceção, como nos revela esta investigação apaixonante do jornalista José Gomes Ferreira.
Sinopse:
"Em cada entrevista há um diálogo singular e irrepetível. Todos diferentes, todos relevantes. Nesses encontros conheci histórias de vida extraordinárias, acompanhei o trajecto de personalidades que se distinguem nas suas áreas e tive contacto com uma imensa diversidade de percursos que tornam a experiência humana tão rica e surpreendente (…)"
Sinopse:
Porquê uma pandemia neste momento? A quem interessa manter-nos sequestrados nas nossas casas? É verdade que o vírus teve origem na China? Ou foi um ataque dos Estados Unidos, que agora não o sabe parar? Todas estas perguntas se mantiveram sem resposta nos últimos meses, ainda que algumas teorias tenham começado a circular na Internet. Já em 2010 adverti no livro O Clube Secreto dos Poderosos - Os planos ocultos de Bilderberg para o facto de um dos mecanismos de controlo das elites ser a tática da pandemia. Por isso, quando os órgãos de comunicação social começaram a falar da COVID-19, soube que haviam voltado a ativar o plano. Como é que nos obrigam a aceitar uma situação que ninguém está disposto a consentir? Bem-vindos a A Verdade Sobre a Pandemia. Este livro contém as chaves de entendimento que explicam como e porque é que um pequeno grupo de pessoas decidiu roubar-nos a liberdade.
Sinopse:
Como é que o sexo, o desejo, o adultério e as paixões mais ou menos secretas dos nossos líderes influenciaram a História de Portugal ao longo dos séculos? História Libidinosa de Portugal aborda questões espinhosas como a sucessão dinástica e a extraconjugalidade na evolução de um país que deve as suas origens mais remotas ao adultério de um soberano de Leão e Castela e que foi oferecido como dote a uma bastarda real. Num registo solto e rigoroso, o autor recorda o mistério sobre a filiação de Afonso Henriques, as acusações de bigamia contra Afonso III, o amor incendiário de Pedro I e Inês de Castro, a predileção por freiras de João V, as aventuras homossexuais de João VI ou os rumores sobre o lesbianismo da rainha D. Amélia. Com a instauração da República, o sexo perdeu importância para o regime, mas continuou a confundir-se com os assuntos de Estado. O presidente Manuel Teixeira Gomes ficou conhecido como apreciador de ninfetas e rapazinhos; Salazar, celibatário com fama de casto, manteve várias ligações românticas longe dos olhares públicos; Sá Carneiro e Snu Abecassis protagonizaram uma história de amor que desafiou os bons costumes da época; José Sócrates viu a sua intimidade cair na praça pública quando rebentou o maior escândalo da democracia portuguesa.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O livro que os oligarcas não querem que leia. A Crise do Suez de 1956 foi o ponto mais baixo da Grã-Bretanha no século XX, o momento em que a outrora superpotência foi forçada a abdicar do seu império. Tendo perdido as glórias e a riqueza do passado, que papel iria este histórico país desempenhar a partir de então de modo a prosperar? A verdade é que a Grã-Bretanha não levou muito tempo a encontrar outro papel a nível global. Até arranjou uma indumentária própria. Os líderes mundiais é que demoraram a aperceber-se disso. Este livro revela a escandalosa realidade de como a Grã-Bretanha se colocou no centro da economia offshore global e ao serviço das piores pessoas do mundo, sendo agora uma nação de mordomos, facilitando crimes fina
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Setembro de 1940: consciente do elevado risco, Witold Pilecki avança deliberadamente até uma batida feita pelas forças nazis em Varsóvia… e torna-se o prisioneiro n.º 4859 de Auschwitz. Pilecki acabara de se voluntariar para uma missão secreta — e potencialmente suicida — do Armia Krajowa, o exército clandestino polaco, resistente à ditadura soviética e à invasão alemã. A missão visava obter e divulgar informações sobre este novo campo de concentração, e criar uma organização de resistência entre os prisioneiros. Sobrevivendo com muita dificuldade a quase três anos de fome, doença e brutalidade, Pilecki foi bem-sucedido na sua missão, evadindo-se de Auschwitz numa audaciosa fuga em abril de 1943. Os seus relatórios, recebidos pelos Aliados desde o início de 1941, foram das primeiras informações que o mundo conheceu sobre a crueldade e os verdadeiros horrores que se viviam em Auschwitz, convencendo os Aliados de que o Holocausto estava em marcha. O Voluntário de Auschwitz é o relatório mais extenso e detalhado do capitão Pilecki, completado em 1945, no exílio. Ignorado pela ditadura comunista na Polónia durante mais de 40 anos, este é um documento único na história e na literatura sobre Auschwitz, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Alerta Vermelho é uma história real e impressionante que revela o lado mais atroz do regime de Vladimir Putin. Fraude, corrupção, chantagem, perseguição, extorsão e tortura são termos que surgem recorrentemente neste livro corajoso, explosivo e revelador, que denuncia os segredos mais obscuros do poder russo. Bill Browder, CEO da Hermitage Capital, uma das empresas de fundos de investimento mais bem-sucedidas do mundo, foi o maior investidor estrangeiro na Rússia até 2005, altura em que foi subitamente proibido de entrar no país. Em novembro de 2009, Sergei Magnitsky, o advogado que representava Browder no processo contra o governo russo, foi isolado numa cela gelada de uma prisão de Moscovo, algemado e espancado até à morte por oito agentes policiais. O seu crime? Ter testemunhado contra os funcionários do Ministério da Administração Interna da Rússia, envolvidos no roubo de 230 milhões de dólares pagos em impostos pela Hermitage. Apesar de todas as provas e factos apresentados contra as autoridades russas, até agora o caso não foi investigado e os responsáveis por esta morte brutal continuam impunes. Inconformado, Bill Browder denuncia e expõe em Alerta Vermelho o retrato de um governo russo criminoso e sem escrúpulos, e as estreitas ligações de Vladimir Putin com as oligarquias corruptas.
