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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
A história da unidade clandestina britânica na Segunda Guerra Mundial. No verão de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, em África, no Deserto Ocidental, David Stirling, um jovem oficial aristocrata, entediado e excêntrico, apareceu com um plano radical e inteiramente contrário às regras: uma pequena unidade clandestina capaz de criar o caos na retaguarda das linhas inimigas. Apesar de uma intensa oposição, Winston Churchill deu pessoalmente autorização a Stirling para recrutar os soldados mais duros, brilhantes e implacáveis que conseguisse encontrar. Assim começou o regimento militar mais celebrado e misterioso do mundo: o SAS. Só 75 anos mais tarde decidiu o SAS contar a sua assombrosa história. Abriu pela primeira vez os arquivos, concedendo ao aclamado historiador Ben Macintyre acesso total a um valioso acervo de relatórios, memorandos, diários, cartas, mapas e fotografias nunca vistos, bem como carta-branca para entrevistar os envolvidos ainda vivos e aqueles que os conheceram. O resultado é este livro universalmente aclamado: um relato empolgante de temeridade e heroísmo, ousadia e tragédia. A história de um grupo de renegados que assumiu riscos monumentais.
Sinopse:
A história da unidade clandestina britânica na Segunda Guerra Mundial. No verão de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, em África, no Deserto Ocidental, David Stirling, um jovem oficial aristocrata, entediado e excêntrico, apareceu com um plano radical e inteiramente contrário às regras: uma pequena unidade clandestina capaz de criar o caos na retaguarda das linhas inimigas. Apesar de uma intensa oposição, Winston Churchill deu pessoalmente autorização a Stirling para recrutar os soldados mais duros, brilhantes e implacáveis que conseguisse encontrar. Assim começou o regimento militar mais celebrado e misterioso do mundo: o SAS. Só 75 anos mais tarde decidiu o SAS contar a sua assombrosa história. Abriu pela primeira vez os arquivos, concedendo ao aclamado historiador Ben Macintyre acesso total a um valioso acervo de relatórios, memorandos, diários, cartas, mapas e fotografias nunca vistos, bem como carta-branca para entrevistar os envolvidos ainda vivos e aqueles que os conheceram. O resultado é este livro universalmente aclamado: um relato empolgante de temeridade e heroísmo, ousadia e tragédia. A história de um grupo de renegados que assumiu riscos monumentais.
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Edição: Agosto 2023
Sinopse:
Ninguém previa - nem mesmo os seus criadores - que o chatgpt se tornasse um dos assuntos mais importantes em todo o mundo, e muito menos fosse uma forma de inteligência capaz de escrever com um estilo tão semelhante a humanos, de uma maneira tão convincente. Neste livro, o proeminente investigador e pioneiro de computação Stephen Wolfram oferece-nos uma simples e acessível explicação, assente numa vasta experiência nas áreas da ciência e da tecnologia. Descubra como o sucesso de ChatGPT é baseado na combinação da tecnologia neuronal mais recente com questões fundamentais sobre a linguagem e o pensamento humano colocadas por Aristóteles há mais de dois mil anos.
Sinopse:
Ninguém previa - nem mesmo os seus criadores - que o chatgpt se tornasse um dos assuntos mais importantes em todo o mundo, e muito menos fosse uma forma de inteligência capaz de escrever com um estilo tão semelhante a humanos, de uma maneira tão convincente. Neste livro, o proeminente investigador e pioneiro de computação Stephen Wolfram oferece-nos uma simples e acessível explicação, assente numa vasta experiência nas áreas da ciência e da tecnologia. Descubra como o sucesso de ChatGPT é baseado na combinação da tecnologia neuronal mais recente com questões fundamentais sobre a linguagem e o pensamento humano colocadas por Aristóteles há mais de dois mil anos.
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Edição: Junho 2023
Sinopse:
Um livro profundamente humanista e surpreendente, escrito por um militar com larga experiência no terreno e conhecedor dos conflitos que grassam pelo mundo. Testemunha direta do sofrimento causado pela guerra, mas também da capacidade de abnegação do ser humano em situações-limite, o major-general Nuno Lemos Pires recorre a vários exemplos ao longo da História - desde as guerras púnicas aos conflitos mundiais do século XX, passando pelas invasões napoleónicas e por casos bem recentes de resistência, como os de Timor e da Ucrânia - para realçar as principais caraterísticas dos combatentes mais inconformados e estabelecer pontos em comum entre os homens e as mulheres que, ontem como hoje, se rebelaram contra o avanço dos invasores. Uma reflexão envolvente sobre o poder galvanizador das ideias de nação, de comunidade e de família, enquanto valores defendidos pelos resistentes até às últimas consequências e, em simultâneo, um manifesto contra a indiferença generalizada pelos dramas vividos em guerras distantes.
Sinopse:
Um livro profundamente humanista e surpreendente, escrito por um militar com larga experiência no terreno e conhecedor dos conflitos que grassam pelo mundo. Testemunha direta do sofrimento causado pela guerra, mas também da capacidade de abnegação do ser humano em situações-limite, o major-general Nuno Lemos Pires recorre a vários exemplos ao longo da História - desde as guerras púnicas aos conflitos mundiais do século XX, passando pelas invasões napoleónicas e por casos bem recentes de resistência, como os de Timor e da Ucrânia - para realçar as principais caraterísticas dos combatentes mais inconformados e estabelecer pontos em comum entre os homens e as mulheres que, ontem como hoje, se rebelaram contra o avanço dos invasores. Uma reflexão envolvente sobre o poder galvanizador das ideias de nação, de comunidade e de família, enquanto valores defendidos pelos resistentes até às últimas consequências e, em simultâneo, um manifesto contra a indiferença generalizada pelos dramas vividos em guerras distantes.
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Edição: Junho 2023
Sinopse:
25 de Abril de 1974: Portugal liberta-se do Estado Novo. O autoritarismo de direita acabou, mas no horizonte desenha-se um outro de sentido contrário, comunista, sob tutela soviética. Os anos seguintes deixam o país a ferro e fogo, com clivagens sociais pronunciadas e projetos políticos inconciliáveis. É neste contexto que surge o Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), um movimento terrorista dirigido, na parte operacional, pelo comandante Alpoim Calvão e encabeçado, a partir do Brasil, por António de Spínola. O seu objetivo: perpetrar ações violentas contra os comunistas e incentivar a população a combater a onda de extrema-esquerda que passara a controlar a governação de Portugal. Os atos terroristas do MDLP iriam aterrorizar Portugal e condicionar o futuro do novo regime que despontava. Fernando Ângelo Cavaleiro, autor de "DINFO" e de "Os Flechas", regressa com uma mais uma investigação notável, desta vez sobre o terrorismo de extrema-direita no Portugal do pós-25 de Abril. Repleto de histórias e de dados até agora desconhecidos, este livro vem confirmar o autor como o grande divulgador da história dos serviços de informação em Portugal.
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25 de Abril de 1974: Portugal liberta-se do Estado Novo. O autoritarismo de direita acabou, mas no horizonte desenha-se um outro de sentido contrário, comunista, sob tutela soviética. Os anos seguintes deixam o país a ferro e fogo, com clivagens sociais pronunciadas e projetos políticos inconciliáveis. É neste contexto que surge o Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), um movimento terrorista dirigido, na parte operacional, pelo comandante Alpoim Calvão e encabeçado, a partir do Brasil, por António de Spínola. O seu objetivo: perpetrar ações violentas contra os comunistas e incentivar a população a combater a onda de extrema-esquerda que passara a controlar a governação de Portugal. Os atos terroristas do MDLP iriam aterrorizar Portugal e condicionar o futuro do novo regime que despontava. Fernando Ângelo Cavaleiro, autor de "DINFO" e de "Os Flechas", regressa com uma mais uma investigação notável, desta vez sobre o terrorismo de extrema-direita no Portugal do pós-25 de Abril. Repleto de histórias e de dados até agora desconhecidos, este livro vem confirmar o autor como o grande divulgador da história dos serviços de informação em Portugal.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Já se escreveram numerosos livros sobre a guerra, sobre táticas e operações militares, sobre o combate e os combatentes - obras escritas por homens e acerca de homens. As mulheres que vão para a guerra e que escolhem fazê-lo, como hoje acontece em países como a Ucrânia, onde dezenas de milhares pegam em armas para fazerem frente ao invasor, eram até há muito pouco tempo vistas como uma anomalia histórica. A verdade, porém, é que as mulheres combateram em mais épocas e mais civilizações do que é geralmente reconhecido. A primeira de que há registo data de 1200 AC, era uma marechal chinesa e chamava-se Fu Hao. Na Segunda Guerra Mundial, muitas fizeram parte da Resistência contra os nazis e morreram nos campos de batalha da Polónia, Jugoslávia, Grécia ou Dinamarca, sendo que só o Exército Vermelho terá contado com perto de um milhão nas suas fileiras. Mas, seja qual for a época e o conflito, quando os combates terminaram o contributo feminino foi frequentemente desvalorizado ou mesmo apagado da memória. Há muitas histórias de mulheres na guerra para contar. Este livro honra essas lutadoras tantas vezes esquecidas.
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Já se escreveram numerosos livros sobre a guerra, sobre táticas e operações militares, sobre o combate e os combatentes - obras escritas por homens e acerca de homens. As mulheres que vão para a guerra e que escolhem fazê-lo, como hoje acontece em países como a Ucrânia, onde dezenas de milhares pegam em armas para fazerem frente ao invasor, eram até há muito pouco tempo vistas como uma anomalia histórica. A verdade, porém, é que as mulheres combateram em mais épocas e mais civilizações do que é geralmente reconhecido. A primeira de que há registo data de 1200 AC, era uma marechal chinesa e chamava-se Fu Hao. Na Segunda Guerra Mundial, muitas fizeram parte da Resistência contra os nazis e morreram nos campos de batalha da Polónia, Jugoslávia, Grécia ou Dinamarca, sendo que só o Exército Vermelho terá contado com perto de um milhão nas suas fileiras. Mas, seja qual for a época e o conflito, quando os combates terminaram o contributo feminino foi frequentemente desvalorizado ou mesmo apagado da memória. Há muitas histórias de mulheres na guerra para contar. Este livro honra essas lutadoras tantas vezes esquecidas.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Em "Liderança" Kissinger analisa as vidas de seis líderes extraordinários à luz das estratégias políticas distintas que ele considerava terem adotado. No pós-Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer recuperou a Alemanha derrotada e moralmente falida para a comunidade internacional através da, nas palavras de Kissinger, estratégia da humildade. Charles de Gaulle integrou a França nas potências aliadas vitoriosas e renovou a sua grandeza histórica com a estratégia da vontade. Durante a Guerra Fria, Richard Nixon conseguiu dar vantagem geoestratégica aos Estados Unidos concebendo a estratégia do equilíbrio. Após vinte e cinco anos de conflito, Anwar Sadat criou um cenário de paz para o Médio Oriente com a estratégia de transcendência. Contra todas expetativas, Lee Kuan Yew criou uma poderosa cidade-estado, Singapura, seguindo a estratégia da excelência. Apesar do Reino Unido ser o homem doente da Europa, quando chegou ao poder, Margaret Thatcher renovou a posição moral e internacional do país seguindo a estratégia da convicção.
Sinopse:
Em "Liderança" Kissinger analisa as vidas de seis líderes extraordinários à luz das estratégias políticas distintas que ele considerava terem adotado. No pós-Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer recuperou a Alemanha derrotada e moralmente falida para a comunidade internacional através da, nas palavras de Kissinger, estratégia da humildade. Charles de Gaulle integrou a França nas potências aliadas vitoriosas e renovou a sua grandeza histórica com a estratégia da vontade. Durante a Guerra Fria, Richard Nixon conseguiu dar vantagem geoestratégica aos Estados Unidos concebendo a estratégia do equilíbrio. Após vinte e cinco anos de conflito, Anwar Sadat criou um cenário de paz para o Médio Oriente com a estratégia de transcendência. Contra todas expetativas, Lee Kuan Yew criou uma poderosa cidade-estado, Singapura, seguindo a estratégia da excelência. Apesar do Reino Unido ser o homem doente da Europa, quando chegou ao poder, Margaret Thatcher renovou a posição moral e internacional do país seguindo a estratégia da convicção.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
"Ah! Porque não tinha eu vindo simplesmente como turista! Ou como naturalista, encantado por ali encontrar uma série de plantas novas, por reconhecer nos planaltos a escabiosa do Cáucaso do meu jardim... Mas não foi isso que vim procurar na URSS. O que me interessa é o homem, os homens, e o que pode ser feito com eles, o que tem sido feito com eles. A floresta que me atrai, terrivelmente densa, e onde me perco, é a das questões sociais. Na URSS estas questões interpelam-nos, pressionam-nos e oprimem-nos em toda a parte."
"Regresso da URSS", publicado pela primeira vez em 1936, e "Apontamentos" no ano seguinte, causaram sensação. Os dois livros mantêm-se um testemunho capital. As Publicações Dom Quixote recuperam-nos num único volume apresentado por Paulo Tunhas.
Sinopse:
"Ah! Porque não tinha eu vindo simplesmente como turista! Ou como naturalista, encantado por ali encontrar uma série de plantas novas, por reconhecer nos planaltos a escabiosa do Cáucaso do meu jardim... Mas não foi isso que vim procurar na URSS. O que me interessa é o homem, os homens, e o que pode ser feito com eles, o que tem sido feito com eles. A floresta que me atrai, terrivelmente densa, e onde me perco, é a das questões sociais. Na URSS estas questões interpelam-nos, pressionam-nos e oprimem-nos em toda a parte."
"Regresso da URSS", publicado pela primeira vez em 1936, e "Apontamentos" no ano seguinte, causaram sensação. Os dois livros mantêm-se um testemunho capital. As Publicações Dom Quixote recuperam-nos num único volume apresentado por Paulo Tunhas.
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
Em 1942, numa pacata aldeia da região verdejante de Cotswolds, no centro de Inglaterra, uma mulher magra e elegante vivia numa pequena casa de campo com os três filhos e o marido, que trabalhava nas imediações como maquinista. Ursula Burton era afetuosa, mas reservada, e falava inglês com um ligeiro sotaque forasteiro. Parecia viver uma vida simples, humilde. Os vizinhos de aldeia sabiam pouco sobre ela. Não sabiam que, na verdade, era uma oficial de alta patente da espionagem soviética. Não sabiam que o marido também era espião, nem que ela comandava uma poderosa rede de agentes a operar na Europa. Por detrás da fachada da sua vida pitoresca, Burton era uma comunista convicta, uma coronel soviética, uma agente experiente que recolhia segredos científicos que permitiriam à União Soviética construir a bomba atómica. Esta história verdadeira, de espionagem, é uma obra-prima sobre a mulher com nome de código "Sonya". Ao longo da sua carreira foi perseguida pelos chineses, japoneses e nazis, pelo MI5, MI6 e o FBI, sem nunca ter sido apanhada. A sua história reflete o grande confronto ideológico do século XX entre o comunismo, o fascismo e a democracia ocidental, e lança uma nova luz sobre as lutas e as lealdades instáveis dos espiões no nosso tempo.
Sinopse:
Em 1942, numa pacata aldeia da região verdejante de Cotswolds, no centro de Inglaterra, uma mulher magra e elegante vivia numa pequena casa de campo com os três filhos e o marido, que trabalhava nas imediações como maquinista. Ursula Burton era afetuosa, mas reservada, e falava inglês com um ligeiro sotaque forasteiro. Parecia viver uma vida simples, humilde. Os vizinhos de aldeia sabiam pouco sobre ela. Não sabiam que, na verdade, era uma oficial de alta patente da espionagem soviética. Não sabiam que o marido também era espião, nem que ela comandava uma poderosa rede de agentes a operar na Europa. Por detrás da fachada da sua vida pitoresca, Burton era uma comunista convicta, uma coronel soviética, uma agente experiente que recolhia segredos científicos que permitiriam à União Soviética construir a bomba atómica. Esta história verdadeira, de espionagem, é uma obra-prima sobre a mulher com nome de código "Sonya". Ao longo da sua carreira foi perseguida pelos chineses, japoneses e nazis, pelo MI5, MI6 e o FBI, sem nunca ter sido apanhada. A sua história reflete o grande confronto ideológico do século XX entre o comunismo, o fascismo e a democracia ocidental, e lança uma nova luz sobre as lutas e as lealdades instáveis dos espiões no nosso tempo.
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
Um relato incisivo sobre a Turquia de Erdogan - mostrando como a sua perturbadora transformação pode durar pouco. Desde que chegou ao poder em 2002, Recep Tayyip Erdogan tem supervisionado uma transformação radical da Turquia. Outrora um pilar da aliança ocidental, o país embarcou numa política externa militarista, intervindo em pontos de fulgor regionais desde Nagorno-Karabakh até à Líbia. E a sua democracia, sustentada pela aspiração de aderir à União Europeia, deu lugar ao governo de um só homem. Dimitar Bechev traça a trajetória política do regime populista de Erdogan, desde a era das reformas e da prosperidade, nos anos 2000, até aos efeitos da guerra na vizinha Síria. Numa história de oportunidades perdidas, Bechev explora como a Turquia se afastou dos Estados Unidos e da Europa, abraçou a Rússia de Putin e outras potências revisionistas, e substituiu um regime democrático frágil por um regime autoritário. Apesar de tudo isto, Bechev argumenta que os instintos democráticos da Turquia são resistentes, os seus laços económicos com a Europa estão tão fortes como sempre, e que Erdogan falhará em alcançar um regime totalmente autocrático.
Sinopse:
Um relato incisivo sobre a Turquia de Erdogan - mostrando como a sua perturbadora transformação pode durar pouco. Desde que chegou ao poder em 2002, Recep Tayyip Erdogan tem supervisionado uma transformação radical da Turquia. Outrora um pilar da aliança ocidental, o país embarcou numa política externa militarista, intervindo em pontos de fulgor regionais desde Nagorno-Karabakh até à Líbia. E a sua democracia, sustentada pela aspiração de aderir à União Europeia, deu lugar ao governo de um só homem. Dimitar Bechev traça a trajetória política do regime populista de Erdogan, desde a era das reformas e da prosperidade, nos anos 2000, até aos efeitos da guerra na vizinha Síria. Numa história de oportunidades perdidas, Bechev explora como a Turquia se afastou dos Estados Unidos e da Europa, abraçou a Rússia de Putin e outras potências revisionistas, e substituiu um regime democrático frágil por um regime autoritário. Apesar de tudo isto, Bechev argumenta que os instintos democráticos da Turquia são resistentes, os seus laços económicos com a Europa estão tão fortes como sempre, e que Erdogan falhará em alcançar um regime totalmente autocrático.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
A única coisa que Anthony Bourdain, gastrónomo gonzo, e um dos autores internacionais da área da gastronomia mais vendidos, amava tanto como cozinhar era viajar. Inspirado pela pergunta "Qual será a refeição perfeita?", Tony iniciou uma busca pelo seu santo graal culinário e, no processo, virou do avesso a noção de perfeição. Da Califórnia ao Camboja, passando por França, Portugal, Marrocos, Japão e Vietname, "A Cook’s Tour - Em busca da refeição perfeita" faz a crónica das aventuras imprevisíveis do chef mais destemido e corajoso da América, à procura de comida verdadeira, autêntica e fresca, sem qualquer medo de se juntar aos locais e comer como estes. Não importa qual é a especialidade da casa, sejam os testículos de cordeiro em Marrocos, o coração palpitante de uma cobra no Vietname, haggis na Escócia ou natto no Japão.
Sinopse:
A única coisa que Anthony Bourdain, gastrónomo gonzo, e um dos autores internacionais da área da gastronomia mais vendidos, amava tanto como cozinhar era viajar. Inspirado pela pergunta "Qual será a refeição perfeita?", Tony iniciou uma busca pelo seu santo graal culinário e, no processo, virou do avesso a noção de perfeição. Da Califórnia ao Camboja, passando por França, Portugal, Marrocos, Japão e Vietname, "A Cook’s Tour - Em busca da refeição perfeita" faz a crónica das aventuras imprevisíveis do chef mais destemido e corajoso da América, à procura de comida verdadeira, autêntica e fresca, sem qualquer medo de se juntar aos locais e comer como estes. Não importa qual é a especialidade da casa, sejam os testículos de cordeiro em Marrocos, o coração palpitante de uma cobra no Vietname, haggis na Escócia ou natto no Japão.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
Vivemos tempos em que o pasmo se torna rotina. Tomamos o pequeno-almoço com notícias que, não há muito, eram consideradas inverosímeis, política-ficção do pior gosto, que teria arruinado a carreira do mais reputado argumentista. Professores com processos disciplinares por ensinar que o sexo é determinado por um par de cromossomas, contas de Twitter suspensas por referirem que a relva é verde, violadores condenados que dizem ser mulheres para os transferirem para uma prisão feminina onde violam umas quantas reclusas, estátuas de São Junípero Serra derrubadas por justiceiros descendentes dos puritanos que massacraram os indígenas norte-americanos, mulheres desportistas que veem o seu lugar nas Olimpíadas ocupado por concorrentes com genitália masculina, filmes inocentes desqualificados como se fossem abominações horrendas (agora até o Dumbo é politicamente incorreto!), palavras de sempre que, de um dia para o outro, se transformam em termos proibidos que podem arruinar a nossa carreira ou mesmo a nossa vida… Palavras canceladas. Estátuas canceladas. Livros cancelados e, até, pessoas canceladas. Tudo deve ajustar-se aos moldes do politicamente correto. A pergunta é óbvia: enlouquecemos todos?
Sinopse:
Vivemos tempos em que o pasmo se torna rotina. Tomamos o pequeno-almoço com notícias que, não há muito, eram consideradas inverosímeis, política-ficção do pior gosto, que teria arruinado a carreira do mais reputado argumentista. Professores com processos disciplinares por ensinar que o sexo é determinado por um par de cromossomas, contas de Twitter suspensas por referirem que a relva é verde, violadores condenados que dizem ser mulheres para os transferirem para uma prisão feminina onde violam umas quantas reclusas, estátuas de São Junípero Serra derrubadas por justiceiros descendentes dos puritanos que massacraram os indígenas norte-americanos, mulheres desportistas que veem o seu lugar nas Olimpíadas ocupado por concorrentes com genitália masculina, filmes inocentes desqualificados como se fossem abominações horrendas (agora até o Dumbo é politicamente incorreto!), palavras de sempre que, de um dia para o outro, se transformam em termos proibidos que podem arruinar a nossa carreira ou mesmo a nossa vida… Palavras canceladas. Estátuas canceladas. Livros cancelados e, até, pessoas canceladas. Tudo deve ajustar-se aos moldes do politicamente correto. A pergunta é óbvia: enlouquecemos todos?
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Edição: Março 2023
Sinopse:
Hjalmar Schacht é um dos protagonistas mais peculiares do nazismo. Foi graças a este génio financeiro que Adolf Hitler subiu ao poder e que as forças armadas do III Reich se tornaram as mais poderosas do mundo. Schacht esteve também ao serviço da perseguição aos judeus, depois conspirou contra o regime e foi encarcerado em cadeias e campos de concentração, num processo a que só milagrosamente escapou com vida. A traição a Hitler não evitou que viesse a ser julgado no pós-guerra, ao lado de Göring, Speer e outros acusados de crimes contra a humanidade, com os soviéticos a pedirem a sua condenação à morte. No entanto, o homem que por essa altura já salvara a Alemanha da ruína por três vezes - ao controlar a hiperinflação dos anos 20, ao neutralizar a pressão dos vencedores da I Grande Guerra para que o seu país pagasse as reparações exigidas pelo Tratado de Versalhes e, ainda, ao resolver o problema dos 7 milhões de desempregados herdados por Hitler - acabou por morrer tranquilamente na sua cama, aos 93 anos, já depois de trabalhar como conselheiro de várias economias emergentes do movimento dos não-alinhados. Esta é a história de um dos economistas mais brilhantes do século XX, uma personalidade altamente controversa, mas com muito para ensinar aos dirigentes da atualidade.
Sinopse:
Hjalmar Schacht é um dos protagonistas mais peculiares do nazismo. Foi graças a este génio financeiro que Adolf Hitler subiu ao poder e que as forças armadas do III Reich se tornaram as mais poderosas do mundo. Schacht esteve também ao serviço da perseguição aos judeus, depois conspirou contra o regime e foi encarcerado em cadeias e campos de concentração, num processo a que só milagrosamente escapou com vida. A traição a Hitler não evitou que viesse a ser julgado no pós-guerra, ao lado de Göring, Speer e outros acusados de crimes contra a humanidade, com os soviéticos a pedirem a sua condenação à morte. No entanto, o homem que por essa altura já salvara a Alemanha da ruína por três vezes - ao controlar a hiperinflação dos anos 20, ao neutralizar a pressão dos vencedores da I Grande Guerra para que o seu país pagasse as reparações exigidas pelo Tratado de Versalhes e, ainda, ao resolver o problema dos 7 milhões de desempregados herdados por Hitler - acabou por morrer tranquilamente na sua cama, aos 93 anos, já depois de trabalhar como conselheiro de várias economias emergentes do movimento dos não-alinhados. Esta é a história de um dos economistas mais brilhantes do século XX, uma personalidade altamente controversa, mas com muito para ensinar aos dirigentes da atualidade.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
"O propósito deste trabalho é o de apresentar uma visão de conjunto da diplomacia do Estado Novo no período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo, em julho de 1932, e a adesão de Portugal à Aliança Atlântica, em 1949. Mais do que uma interpretação das grandes linhas da política externa portuguesa nesses anos, este livro pretende ser uma crónica das múltiplas crises e desafios com que Portugal se viu confrontado e das respostas que o regime lhes deu, essencialmente no plano diplomático. O período em questão é notoriamente rico. Nele se destacam dois acontecimentos que tiveram um enorme impacto em Portugal: a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Para além das coleções documentais publicadas, numerosos estudos académicos debruçaram-se já, em pormenor, sobre variados aspetos da política de Salazar nessa época. Reunir numa obra de síntese, rigorosa mas acessível, o fruto desse imenso trabalho - acrescentando-lhe aqui e ali alguma investigação original - foi o que pretendi fazer."
Sinopse:
"O propósito deste trabalho é o de apresentar uma visão de conjunto da diplomacia do Estado Novo no período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo, em julho de 1932, e a adesão de Portugal à Aliança Atlântica, em 1949. Mais do que uma interpretação das grandes linhas da política externa portuguesa nesses anos, este livro pretende ser uma crónica das múltiplas crises e desafios com que Portugal se viu confrontado e das respostas que o regime lhes deu, essencialmente no plano diplomático. O período em questão é notoriamente rico. Nele se destacam dois acontecimentos que tiveram um enorme impacto em Portugal: a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Para além das coleções documentais publicadas, numerosos estudos académicos debruçaram-se já, em pormenor, sobre variados aspetos da política de Salazar nessa época. Reunir numa obra de síntese, rigorosa mas acessível, o fruto desse imenso trabalho - acrescentando-lhe aqui e ali alguma investigação original - foi o que pretendi fazer."
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Edição: Fevereiro 2023
Sinopse:
"A História Secreta dos Alimentos" é de leitura obrigatória para os verdadeiros amantes de comida, revelando factos improváveis e desconhecidos sobre tudo aquilo que consumimos. de forma divertida e controversa, Matt Siegel desvenda toda uma nova perspetiva sobre os alimentos, desmontando mitos e abordando histórias e tradições mal contadas. Será o azeite realmente italiano, ou estaremos a mergulhar o pão em óleo de candeeiro? Porque é que, de forma algo masoquista,nos sentimos atraídos por alimentos que nos podem fazer mal, como as malaguetas? Apesar de ser um clássico americano, será a tarte de maçã originalmente... inglesa? "Como espécie animal, estamos geneticamente programados para ser obcecados por comida", explica Matt Siegel enquanto revela o lado oculto de tudo aquilo que metemos nas bocas. Siegel explora várias temáticas: os mitos - e realidades - sobre uma fruta afrodisíaca, como uma das mais raras e exóticas especiarias do mundo (baunilha) passou a ser sinónimo de tendências sexuais inesperadas e qual o papel da comida nos contos populares. E ainda consegue argumentar como é que o gelado ajudou a derrotar os Nazis. "A História Secreta dos Alimentos" é uma rica e prazerosa exploração das subculturas históricas, culturais, científicas, sexuais, e, sim, culinárias, deste tão essencial reino que são os alimentos. Pode comparar-se a destreza culinária de Siegel à de Anthony Bourdain, pelo que, ao invés da faca de chef, surge equipado com um conhecimento gastronómico que foi beber a manuscritos medievais, pergaminhos chineses antigos e revistas obscuras de culinária. Divertido e fascinante, é um livro essencial para todos os foodies.
Sinopse:
"A História Secreta dos Alimentos" é de leitura obrigatória para os verdadeiros amantes de comida, revelando factos improváveis e desconhecidos sobre tudo aquilo que consumimos. de forma divertida e controversa, Matt Siegel desvenda toda uma nova perspetiva sobre os alimentos, desmontando mitos e abordando histórias e tradições mal contadas. Será o azeite realmente italiano, ou estaremos a mergulhar o pão em óleo de candeeiro? Porque é que, de forma algo masoquista,nos sentimos atraídos por alimentos que nos podem fazer mal, como as malaguetas? Apesar de ser um clássico americano, será a tarte de maçã originalmente... inglesa? "Como espécie animal, estamos geneticamente programados para ser obcecados por comida", explica Matt Siegel enquanto revela o lado oculto de tudo aquilo que metemos nas bocas. Siegel explora várias temáticas: os mitos - e realidades - sobre uma fruta afrodisíaca, como uma das mais raras e exóticas especiarias do mundo (baunilha) passou a ser sinónimo de tendências sexuais inesperadas e qual o papel da comida nos contos populares. E ainda consegue argumentar como é que o gelado ajudou a derrotar os Nazis. "A História Secreta dos Alimentos" é uma rica e prazerosa exploração das subculturas históricas, culturais, científicas, sexuais, e, sim, culinárias, deste tão essencial reino que são os alimentos. Pode comparar-se a destreza culinária de Siegel à de Anthony Bourdain, pelo que, ao invés da faca de chef, surge equipado com um conhecimento gastronómico que foi beber a manuscritos medievais, pergaminhos chineses antigos e revistas obscuras de culinária. Divertido e fascinante, é um livro essencial para todos os foodies.
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Edição: Fevereiro 2023
Sinopse:
"Imprevisível. Foi esta a palavra tantas vezes ouvida no início da invasão russa da Ucrânia e pelo tempo fora. A princípio duvidava. Será que iriamos mesmo entrar numa guerra? Parecia-me impossível que, em 2022, não existissem vias de entendimento suficientes para evitar um conflito de grandes proporções no continente europeu. Estava enganada. A 24 de fevereiro de 2022 eu e o repórter de imagem David Araújo encontrávamo-nos na cidade de Kiev, alvo prioritário da invasão russa de larga escala. A nossa missão era clara: dar testemunho, apesar de todas as limitações, do que estava a acontecer. Passámos por dias de grande incerteza, silêncio, amargura, medo, exaustão. Às vezes pequenas surpresas, breves alegrias. E depois aquela súbita vertigem de um míssil a mudar o correr das vidas. E os exemplos de resistência e resiliência de um país a ser interrompido e invadido - porém, insubmisso. Reunimos essa caminhada pelos primeiros meses de guerra, rente ao chão, onde estão sempre os civis em qualquer conflito." - Cândida Pinto
Sinopse:
"Imprevisível. Foi esta a palavra tantas vezes ouvida no início da invasão russa da Ucrânia e pelo tempo fora. A princípio duvidava. Será que iriamos mesmo entrar numa guerra? Parecia-me impossível que, em 2022, não existissem vias de entendimento suficientes para evitar um conflito de grandes proporções no continente europeu. Estava enganada. A 24 de fevereiro de 2022 eu e o repórter de imagem David Araújo encontrávamo-nos na cidade de Kiev, alvo prioritário da invasão russa de larga escala. A nossa missão era clara: dar testemunho, apesar de todas as limitações, do que estava a acontecer. Passámos por dias de grande incerteza, silêncio, amargura, medo, exaustão. Às vezes pequenas surpresas, breves alegrias. E depois aquela súbita vertigem de um míssil a mudar o correr das vidas. E os exemplos de resistência e resiliência de um país a ser interrompido e invadido - porém, insubmisso. Reunimos essa caminhada pelos primeiros meses de guerra, rente ao chão, onde estão sempre os civis em qualquer conflito." - Cândida Pinto
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Edição: Novembro 2022
Sinopse:
Como governador do Banco de Portugal, Carlos Costa esteve no centro de alguns dos acontecimentos mais marcantes da história do País neste início de século: desde o pedido de intervenção da troika às negociações do programa de assistência, passando pela crise do sistema financeiro, que levou à queda do BES e do BANIF, e as consequências do Luanda Leaks. Reservado e de poucas palavras, foi alvo de numerosas críticas, mas preferiu o silêncio ao palco durante a época de convulsões inéditas que coincidiu com os seus dois mandatos à frente do Banco de Portugal. As suas impressões sobre esses tempos de agitação, incerteza e controvérsia (não apenas na banca como na política) eram, até agora desconhecidas, mas são finalmente partilhadas no presente livro, que é também um raríssimo exercício de memória e transparência por parte de um ex-titular de um alto cargo público. O Governador coloca-nos nos meandros das decisões mais dramáticas do Banco de Portugal ao longo da década de 2010-2020 e dá-nos a conhecer ao pormenor as guerras do líder do banco central com Ricardo Salgado, bem como as suas relações tensas com o poder político encabeçado por José Sócrates, António Costa e Mário Centeno. Resultado de várias entrevistas a Carlos Costa, conversas com figuras envolvidas nos temas aqui abordados e uma pesquisa exaustiva em arquivos, este é um documento fundamental para compreender um período particularmente importante da nossa história recente, a partir do olhar de um dos seus principais (e mais discretos) protagonistas.
Sinopse:
Como governador do Banco de Portugal, Carlos Costa esteve no centro de alguns dos acontecimentos mais marcantes da história do País neste início de século: desde o pedido de intervenção da troika às negociações do programa de assistência, passando pela crise do sistema financeiro, que levou à queda do BES e do BANIF, e as consequências do Luanda Leaks. Reservado e de poucas palavras, foi alvo de numerosas críticas, mas preferiu o silêncio ao palco durante a época de convulsões inéditas que coincidiu com os seus dois mandatos à frente do Banco de Portugal. As suas impressões sobre esses tempos de agitação, incerteza e controvérsia (não apenas na banca como na política) eram, até agora desconhecidas, mas são finalmente partilhadas no presente livro, que é também um raríssimo exercício de memória e transparência por parte de um ex-titular de um alto cargo público. O Governador coloca-nos nos meandros das decisões mais dramáticas do Banco de Portugal ao longo da década de 2010-2020 e dá-nos a conhecer ao pormenor as guerras do líder do banco central com Ricardo Salgado, bem como as suas relações tensas com o poder político encabeçado por José Sócrates, António Costa e Mário Centeno. Resultado de várias entrevistas a Carlos Costa, conversas com figuras envolvidas nos temas aqui abordados e uma pesquisa exaustiva em arquivos, este é um documento fundamental para compreender um período particularmente importante da nossa história recente, a partir do olhar de um dos seus principais (e mais discretos) protagonistas.
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Edição: Novembro 2022
Sinopse:
Antes de 1490, navegadores portugueses visitaram e mapearam secretamente as penínsulas da Florida, Nova Escócia e Labrador, bem como a ilha da Terra Nova, tal como mostram os mapas de Henricus Martellus e de Cristóvão Colombo, de 1490. Antes de 1501, os portugueses também já tinham mapeado a costa leste dos atuais Estados Unidos da América, desde a foz do Rio Mississippi, no Golfo do México, até Cape Cod, no Massachusetts, como se pode verificar no mapa de Cantino e noutras cartas elaboradas nos anos seguintes com base neste planisfério inovador. Antes de 1504, os portugueses descobriram a ponta mais a sul do continente americano, o Cabo Horn, e a costa do Pacífico da América do Sul e Central, como revela o globo terrestre em casca de ovo de avestruz - o Ostrich Egg Globe - feito precisamente em 1504. Antes de 1507, toda a costa ocidental do México, dos Estados Unidos da América e uma parte da costa ocidental do Canadá estavam registadas em mapas secretos portugueses, que foram levados para os grandes centros de saber da Europa e serviram de base ao mapa-mundo de Martim Waldseemuller, datado desse ano. Neste livro surpreendente e elucidativo, em que as imagens desempenham um papel central, o jornalista José Gomes Ferreira recorre a documentos até agora pouco conhecidos do grande público, bem como ao trabalho de numerosos investigadores independentes, para nos revelar as provas da descoberta portuguesa das Américas, que a História oficial teima em ignorar.
Sinopse:
Antes de 1490, navegadores portugueses visitaram e mapearam secretamente as penínsulas da Florida, Nova Escócia e Labrador, bem como a ilha da Terra Nova, tal como mostram os mapas de Henricus Martellus e de Cristóvão Colombo, de 1490. Antes de 1501, os portugueses também já tinham mapeado a costa leste dos atuais Estados Unidos da América, desde a foz do Rio Mississippi, no Golfo do México, até Cape Cod, no Massachusetts, como se pode verificar no mapa de Cantino e noutras cartas elaboradas nos anos seguintes com base neste planisfério inovador. Antes de 1504, os portugueses descobriram a ponta mais a sul do continente americano, o Cabo Horn, e a costa do Pacífico da América do Sul e Central, como revela o globo terrestre em casca de ovo de avestruz - o Ostrich Egg Globe - feito precisamente em 1504. Antes de 1507, toda a costa ocidental do México, dos Estados Unidos da América e uma parte da costa ocidental do Canadá estavam registadas em mapas secretos portugueses, que foram levados para os grandes centros de saber da Europa e serviram de base ao mapa-mundo de Martim Waldseemuller, datado desse ano. Neste livro surpreendente e elucidativo, em que as imagens desempenham um papel central, o jornalista José Gomes Ferreira recorre a documentos até agora pouco conhecidos do grande público, bem como ao trabalho de numerosos investigadores independentes, para nos revelar as provas da descoberta portuguesa das Américas, que a História oficial teima em ignorar.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
O "grande contador da história da Rússia" (Financial Times). Nenhum país está tão dividido sobre o seu passado quanto a Rússia. Nenhum outro tem alterado a sua história tão frequentemente. O que os russos dizem dela, e como a reinventam ao longo do tempo, é um aspeto fundamental da sua memória, cultura e crenças. De forma a compreender o que o futuro da Rússia reserva - descortinar o que o regime de Putin significa para o seu povo e para o mundo - primeiro temos de compreender as ideias e significados dessa história. Em "A História da Rússia", Orlando Figes põe em evidência as vibrantes personagens que integram o riquíssimo passado daquele país, e o que elas fizeram que permanece determinante para que a atual maior nação do mundo faça sentido - da coroação de Ivan, o Terrível aos 16 anos numa catedral iluminada à luz das velas, à surpreendente prisão por parte de Catarina a Grande do marido no palácio dele, e ao fim trágico dos Romanov.
Sinopse:
O "grande contador da história da Rússia" (Financial Times). Nenhum país está tão dividido sobre o seu passado quanto a Rússia. Nenhum outro tem alterado a sua história tão frequentemente. O que os russos dizem dela, e como a reinventam ao longo do tempo, é um aspeto fundamental da sua memória, cultura e crenças. De forma a compreender o que o futuro da Rússia reserva - descortinar o que o regime de Putin significa para o seu povo e para o mundo - primeiro temos de compreender as ideias e significados dessa história. Em "A História da Rússia", Orlando Figes põe em evidência as vibrantes personagens que integram o riquíssimo passado daquele país, e o que elas fizeram que permanece determinante para que a atual maior nação do mundo faça sentido - da coroação de Ivan, o Terrível aos 16 anos numa catedral iluminada à luz das velas, à surpreendente prisão por parte de Catarina a Grande do marido no palácio dele, e ao fim trágico dos Romanov.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Portugal pode ser pequeno no território, mas é enorme no génio popular, e os nomes das nossas vilas, lugares e aldeias são um bom reflexo dessa imaginação e criatividade. Basta um rápido olhar pelo mapa para perceber que há palavras que falam por si, dispensando explicações, mas existem outras verdadeiramente intrigantes e que não lembram ao diabo. De norte a sul, encontramos nomes de terras de todos os géneros- e proveniências. Alguns são tão sombrios que convidam os forasteiros a inverter o sentido da marcha à primeira oportunidade, outros são aparentados com lendas perdidas nos confins da memória, outros ainda derivam das características da própria terra ou da paisagem, e ainda há aqueles que são verdadeiramente infelizes, motivo de sarcasmo e anedotas, tornando-se um fardo para quem lá mora...
Sinopse:
Portugal pode ser pequeno no território, mas é enorme no génio popular, e os nomes das nossas vilas, lugares e aldeias são um bom reflexo dessa imaginação e criatividade. Basta um rápido olhar pelo mapa para perceber que há palavras que falam por si, dispensando explicações, mas existem outras verdadeiramente intrigantes e que não lembram ao diabo. De norte a sul, encontramos nomes de terras de todos os géneros- e proveniências. Alguns são tão sombrios que convidam os forasteiros a inverter o sentido da marcha à primeira oportunidade, outros são aparentados com lendas perdidas nos confins da memória, outros ainda derivam das características da própria terra ou da paisagem, e ainda há aqueles que são verdadeiramente infelizes, motivo de sarcasmo e anedotas, tornando-se um fardo para quem lá mora...
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Alguém com a experiência do autor teria de passar em revista o que foi acontecendo ao longo de cinquenta anos no setor da saúde em Portugal, evidenciando o que se conseguiu no esforço reformador e o que ficou pelo caminho. O sistema de saúde português sofreu dois embates violentos na última dúzia de anos: o ajustamento financeiro por imposição externa e a crise da pandemia Covid-19. Não recuperou ainda a sua funcionalidade, revela cicatrizes que se perpetuam e encontra-se sob ataque, justo e injusto, de muitos setores. Este é um livro essencial para ajudar a entender os fatores do bloqueio e a procurar as suas portas de saída.
Sinopse:
Alguém com a experiência do autor teria de passar em revista o que foi acontecendo ao longo de cinquenta anos no setor da saúde em Portugal, evidenciando o que se conseguiu no esforço reformador e o que ficou pelo caminho. O sistema de saúde português sofreu dois embates violentos na última dúzia de anos: o ajustamento financeiro por imposição externa e a crise da pandemia Covid-19. Não recuperou ainda a sua funcionalidade, revela cicatrizes que se perpetuam e encontra-se sob ataque, justo e injusto, de muitos setores. Este é um livro essencial para ajudar a entender os fatores do bloqueio e a procurar as suas portas de saída.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
O mundo é um lugar cada vez mais estranho. Todos os dias ocorrem mudanças que não conseguimos compreender e que nos confrontam com uma ideia preocupante de regressão civilizacional. As notícias falam de guerras inaceitáveis e brutais, cisões no plano geoestratégico, ameaças à economia global, escassez de recursos energéticos, catástrofes naturais, destruição galopante do planeta e novas e perigosas doenças, consolidando o medo generalizado dos cidadãos e fazendo crescer a suspeita de que caminhamos a passos largos para o mergulho no abismo. Na origem deste cenário negro, feito de perigos reais que pervertem a noção de progresso e colocam em causa a nossa sobrevivência e o futuro das próximas gerações, encontramos uma longa sucessão de forças na sombra que, agora como no passado, desprezam o bem-estar da Humanidade e são movidas por ambições inconfessáveis. Neste livro empolgante, simultaneamente um despertar de consciências e um desafio aos céticos, Frederico Duarte Carvalho leva-nos uma viagem pela história a esses múltiplos poderes obscuros e às conspirações por eles orquestradas - as quais moldaram, irremediavelmente, a realidade hostil em que vivemos hoje. Com base numa investigação sólida e aprofundada, a que o autor se dedicou ao longo de três décadas enquanto jornalista, As Conspirações Que Mudaram o Mundo explora as intrincadas formas de atuação de sociedades secretas, lobbies políticos, famílias influentes e indústrias tão poderosas como a do armamento, convocando para esta narrativa fluida e apaixonante dezenas de figuras controversas - de Napoleão Bonaparte a Richard Nixon e George Bush Sr., passando por Adolf Hitler, Rudolf Hess ou Vladimir Putin - e célebres vítimas de conspirações, como os irmãos John e Robert Kennedy, Martin Luther King, o Papa João Paulo I, a princesa Diana Spencer e os governantes portugueses Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Um livro inquietante, esclarecedor e especialmente oportuno, numa altura em que a possibilidade de uma III Guerra Mundial, até há pouco tempo encarada como absurda, volta a pairar no horizonte.
Sinopse:
O mundo é um lugar cada vez mais estranho. Todos os dias ocorrem mudanças que não conseguimos compreender e que nos confrontam com uma ideia preocupante de regressão civilizacional. As notícias falam de guerras inaceitáveis e brutais, cisões no plano geoestratégico, ameaças à economia global, escassez de recursos energéticos, catástrofes naturais, destruição galopante do planeta e novas e perigosas doenças, consolidando o medo generalizado dos cidadãos e fazendo crescer a suspeita de que caminhamos a passos largos para o mergulho no abismo. Na origem deste cenário negro, feito de perigos reais que pervertem a noção de progresso e colocam em causa a nossa sobrevivência e o futuro das próximas gerações, encontramos uma longa sucessão de forças na sombra que, agora como no passado, desprezam o bem-estar da Humanidade e são movidas por ambições inconfessáveis. Neste livro empolgante, simultaneamente um despertar de consciências e um desafio aos céticos, Frederico Duarte Carvalho leva-nos uma viagem pela história a esses múltiplos poderes obscuros e às conspirações por eles orquestradas - as quais moldaram, irremediavelmente, a realidade hostil em que vivemos hoje. Com base numa investigação sólida e aprofundada, a que o autor se dedicou ao longo de três décadas enquanto jornalista, As Conspirações Que Mudaram o Mundo explora as intrincadas formas de atuação de sociedades secretas, lobbies políticos, famílias influentes e indústrias tão poderosas como a do armamento, convocando para esta narrativa fluida e apaixonante dezenas de figuras controversas - de Napoleão Bonaparte a Richard Nixon e George Bush Sr., passando por Adolf Hitler, Rudolf Hess ou Vladimir Putin - e célebres vítimas de conspirações, como os irmãos John e Robert Kennedy, Martin Luther King, o Papa João Paulo I, a princesa Diana Spencer e os governantes portugueses Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Um livro inquietante, esclarecedor e especialmente oportuno, numa altura em que a possibilidade de uma III Guerra Mundial, até há pouco tempo encarada como absurda, volta a pairar no horizonte.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
A Crise dos Mísseis de Cuba foi o acontecimento mais perigoso da história, quando a humanidade se deparou com o iminente confronto nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética. Durante esses dias, o mundo poderia ter acabado. O historiador britânico Max Hastings conta com mestria e talento ímpares o que aconteceu a partir das perspetivas dos protagonistas - desde os líderes políticos e militares diretamente envolvidos, até aos camponeses cubanos e aos apologistas britânicos do desarmamento nuclear. Recorre a testemunhas oculares, arquivos, documentos e diários, gravações da Casa Branca, e à análise da intricada teia geopolítica gerada, para descrever o ambiente da Guerra Fria naquele início da década de 1960 protagonizada pela Cuba de Fidel Castro, pela Rússia de Nikita Khrushchev e pela América de Kennedy; depois, para retratar os angustiantes Treze Dias em que o Armagedão, mais que possível, foi provável. Hastings, o historiador inglês mais popular da atualidade, começou a investigação deste livro convencido de que ia contar a história da maior crise político-diplomática do passado século XX. Mas, refletindo sobre o desfecho destes acontecimentos dramáticos, revela como eles continuam a reverberar até aos nossos dias.
Sinopse:
A Crise dos Mísseis de Cuba foi o acontecimento mais perigoso da história, quando a humanidade se deparou com o iminente confronto nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética. Durante esses dias, o mundo poderia ter acabado. O historiador britânico Max Hastings conta com mestria e talento ímpares o que aconteceu a partir das perspetivas dos protagonistas - desde os líderes políticos e militares diretamente envolvidos, até aos camponeses cubanos e aos apologistas britânicos do desarmamento nuclear. Recorre a testemunhas oculares, arquivos, documentos e diários, gravações da Casa Branca, e à análise da intricada teia geopolítica gerada, para descrever o ambiente da Guerra Fria naquele início da década de 1960 protagonizada pela Cuba de Fidel Castro, pela Rússia de Nikita Khrushchev e pela América de Kennedy; depois, para retratar os angustiantes Treze Dias em que o Armagedão, mais que possível, foi provável. Hastings, o historiador inglês mais popular da atualidade, começou a investigação deste livro convencido de que ia contar a história da maior crise político-diplomática do passado século XX. Mas, refletindo sobre o desfecho destes acontecimentos dramáticos, revela como eles continuam a reverberar até aos nossos dias.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
"Diplomacia em Tempo de Troika" conta factos e episódios até agora desconhecidos e por si vividos directamente, e tece comentários e análises de grande alcance e pertinência acerca da acção diplomática então desenvolvida junto da sociedade e das autoridades alemãs. Um depoimento que se reveste de "uma muito invulgar importância histórica" e que é "um contributo precioso para a História Diplomática de Portugal no século XXI", este livro conta ainda com um muito relevante prefácio de Pedro Passos Coelho.
Sinopse:
"Diplomacia em Tempo de Troika" conta factos e episódios até agora desconhecidos e por si vividos directamente, e tece comentários e análises de grande alcance e pertinência acerca da acção diplomática então desenvolvida junto da sociedade e das autoridades alemãs. Um depoimento que se reveste de "uma muito invulgar importância histórica" e que é "um contributo precioso para a História Diplomática de Portugal no século XXI", este livro conta ainda com um muito relevante prefácio de Pedro Passos Coelho.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
10 de maio de 1940. O dia em que Churchill é nomeado primeiro-ministro, Adolf Hitler invade os Países Baixos e a Bélgica. Ao longo do ano seguinte, a Alemanha nazi bombardeia Inglaterra com uma intensidade inédita. Acossado, o "Velho Leão" tenta preservar, a todo o custo, o moral do seu povo… e convencer o presidente Roosevelt de que é do interesse dos Estados Unidos entrar na guerra. Se durante este período a vida pública de Churchill é simplesmente caótica, a sua vida privada não está melhor. Ele e Clementine, a sua mulher, confrontam-se com uma filha rebelde que não aceita a autoridade deles, e o filho, Randolph, debate-se com o adultério da mulher. A partir de numerosos documentos inéditos - dos diários íntimos dos protagonistas a documentos confidenciais recentemente desclassificados - Erik Larson devolve à política a sua dignidade, fazendo-nos viver ao lado de Churchill num ano absolutamente excecional. Seja no 10 de Downing Street ou na sua residência privada, este homem de recursos inesgotáveis, e sempre surpreendente, dará provas de liderança fora do comum, que lhe permitirá manter todo um país - e a sua uma família - unidos.
Sinopse:
10 de maio de 1940. O dia em que Churchill é nomeado primeiro-ministro, Adolf Hitler invade os Países Baixos e a Bélgica. Ao longo do ano seguinte, a Alemanha nazi bombardeia Inglaterra com uma intensidade inédita. Acossado, o "Velho Leão" tenta preservar, a todo o custo, o moral do seu povo… e convencer o presidente Roosevelt de que é do interesse dos Estados Unidos entrar na guerra. Se durante este período a vida pública de Churchill é simplesmente caótica, a sua vida privada não está melhor. Ele e Clementine, a sua mulher, confrontam-se com uma filha rebelde que não aceita a autoridade deles, e o filho, Randolph, debate-se com o adultério da mulher. A partir de numerosos documentos inéditos - dos diários íntimos dos protagonistas a documentos confidenciais recentemente desclassificados - Erik Larson devolve à política a sua dignidade, fazendo-nos viver ao lado de Churchill num ano absolutamente excecional. Seja no 10 de Downing Street ou na sua residência privada, este homem de recursos inesgotáveis, e sempre surpreendente, dará provas de liderança fora do comum, que lhe permitirá manter todo um país - e a sua uma família - unidos.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
O mundo moderno é construído sobre matérias-primas - desde o combustível que alimenta os nossos carros até aos metais que permitem fazer as baterias dos nossos smartphones. Raramente paramos para pensar de onde é que eles vêm. Mas devíamos. Em "O Mundo à Venda", Javier Blas e Jack Farchy, dois jornalistas de renome levantam o véu sobre os cantos menos escrutinados da economia do mundo: o trabalho de negociantes de matérias-primas bilionários que compram, acumulam e vendem os recursos do planeta. É a história de como um grupo de homens de negócios aventureiros se tornou uma ferramenta indispensável nos mercados globais: permitindo uma enorme expansão no comércio internacional, e ligando países ricos em recursos - independentemente de serem corruptos ou estarem envoltos em guerras - com os centros financeiros de mundo. E é a história de como alguns comerciantes adquiriram poder político incalculável, mesmo debaixo do nariz de entidades reguladoras e de políticos - ajudando Saddam Hussein a vender o seu petróleo; alimentando o exército rebelde líbio durante a Primavera Árabe; e levando dinheiro ao Kremlin de Vladimir Putin, apesar das sanções ocidentais. O resultado é uma viagem esclarecedora através das fronteiras mais selvagens da economia global, assim como um guia revelador de como o capitalismo realmente funciona.
Sinopse:
O mundo moderno é construído sobre matérias-primas - desde o combustível que alimenta os nossos carros até aos metais que permitem fazer as baterias dos nossos smartphones. Raramente paramos para pensar de onde é que eles vêm. Mas devíamos. Em "O Mundo à Venda", Javier Blas e Jack Farchy, dois jornalistas de renome levantam o véu sobre os cantos menos escrutinados da economia do mundo: o trabalho de negociantes de matérias-primas bilionários que compram, acumulam e vendem os recursos do planeta. É a história de como um grupo de homens de negócios aventureiros se tornou uma ferramenta indispensável nos mercados globais: permitindo uma enorme expansão no comércio internacional, e ligando países ricos em recursos - independentemente de serem corruptos ou estarem envoltos em guerras - com os centros financeiros de mundo. E é a história de como alguns comerciantes adquiriram poder político incalculável, mesmo debaixo do nariz de entidades reguladoras e de políticos - ajudando Saddam Hussein a vender o seu petróleo; alimentando o exército rebelde líbio durante a Primavera Árabe; e levando dinheiro ao Kremlin de Vladimir Putin, apesar das sanções ocidentais. O resultado é uma viagem esclarecedora através das fronteiras mais selvagens da economia global, assim como um guia revelador de como o capitalismo realmente funciona.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
"Desde o Ultimato de 1890, a defesa do Ultramar era uma constante da política portuguesa. Atravessara intacta as últimas décadas da monarquia e toda a época conturbada da Primeira República. Para os ideólogos do Estado Novo, formados no culto da Nação, proteger esse legado sagrado tornara-se a razão de ser do regime. Alienar qualquer parte do que consideravam ser o território nacional parecia-lhes um sacrilégio. Para esses, o regime representava a própria emanação da pátria e do seu destino histórico. Para os outros era apenas a situação, que garantia a tranquila existência das elites e a preservação dos seus privilégios. A defesa das colónias e a defesa do regime tornaram-se consubstanciais. Não era possível desistir de uma sem abandonar a outra. Para Salazar, abdicar de qualquer parcela do território nacional era impensável. Marcelo Caetano, quando chegou ao poder em 1968, teve a oportunidade de procurar uma saída para uma situação de impasse que já se tornara notória. Ainda hoje é difícil explicar porque não o tentou." - Bernardo Futscher Pereira
Sinopse:
"Desde o Ultimato de 1890, a defesa do Ultramar era uma constante da política portuguesa. Atravessara intacta as últimas décadas da monarquia e toda a época conturbada da Primeira República. Para os ideólogos do Estado Novo, formados no culto da Nação, proteger esse legado sagrado tornara-se a razão de ser do regime. Alienar qualquer parte do que consideravam ser o território nacional parecia-lhes um sacrilégio. Para esses, o regime representava a própria emanação da pátria e do seu destino histórico. Para os outros era apenas a situação, que garantia a tranquila existência das elites e a preservação dos seus privilégios. A defesa das colónias e a defesa do regime tornaram-se consubstanciais. Não era possível desistir de uma sem abandonar a outra. Para Salazar, abdicar de qualquer parcela do território nacional era impensável. Marcelo Caetano, quando chegou ao poder em 1968, teve a oportunidade de procurar uma saída para uma situação de impasse que já se tornara notória. Ainda hoje é difícil explicar porque não o tentou." - Bernardo Futscher Pereira
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Edição: Agosto 2022
Sinopse:
Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, quando foi proclamada, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispano-americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos? Como surgiu a ideia do Brasil como uma unidade política e dos brasileiros como uma identidade e uma cidadania diferenciadas?
Sinopse:
Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, quando foi proclamada, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispano-americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos? Como surgiu a ideia do Brasil como uma unidade política e dos brasileiros como uma identidade e uma cidadania diferenciadas?
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