9038 produtos
Ordenar por:
9038 produtos
Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-homem-sem-qualidades-iii-de-robert-musil-5780046');
});">
Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades" é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades" é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades" será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades" é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades" é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades" será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-homem-sem-qualidades-ii-de-robert-musil-5780045');
});">
Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-homem-sem-qualidades-i-de-robert-musil-5780039');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A existência de F. Scott Fitzgerald coincide literariamente com os dois decénios que separam as duas guerras, repartindo-se entre a América onde nasceu, numa pacata cidade do Middle West, no Minnesota, e a França, onde viveu durante vários anos com a família. O seu nome evoca-nos uma geração que associamos à lendária idade do jazz, vertiginosa e fútil. Fitzgerald pertenceu a essa geração, foi um dos seus arautos. A sua vida tão precocemente visitada pela fama, e tão cedo destruída, é a carne e o sangue de que é feita a sua obra. O Grande Gatsby é o seu maior romance, talvez porque nele se fundem com rara felicidade essa matéria-prima, a sua própria experiência de vida, e uma linguagem de grande qualidade poética. Prefaciado por António-Pedro Vasconcelos
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A existência de F. Scott Fitzgerald coincide literariamente com os dois decénios que separam as duas guerras, repartindo-se entre a América onde nasceu, numa pacata cidade do Middle West, no Minnesota, e a França, onde viveu durante vários anos com a família. O seu nome evoca-nos uma geração que associamos à lendária idade do jazz, vertiginosa e fútil. Fitzgerald pertenceu a essa geração, foi um dos seus arautos. A sua vida tão precocemente visitada pela fama, e tão cedo destruída, é a carne e o sangue de que é feita a sua obra. O Grande Gatsby é o seu maior romance, talvez porque nele se fundem com rara felicidade essa matéria-prima, a sua própria experiência de vida, e uma linguagem de grande qualidade poética. Prefaciado por António-Pedro Vasconcelos
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-grande-gatsby-de-f-scott-fitzgerald-5970729');
});">
Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um regresso a casa e um reencontro de irmãos… Que verdades serão reveladas? No caso dos irmãos gémeos McDowell, o rosto é o mesmo… só a personalidade os separa. Peter trabalha na alta finança, prospera. Michael ficou pela cidade natal e tornou-se um respeitado médico. A relação de ambos sempre foi tensa, e quando Peter regressa à casa dos pais tudo parece mais sereno e amistoso. Ao descobrir os diários da mãe, é obrigado a voltar atrás no tempo e a enfrentar a verdade sobre a sua morte. Um poderoso e acutilante romance, de complexas e imprevisíveis personalidades, que Danielle Steel orquestra com a sua habitual maestria emotiva. "Neste romance, quis olhar o mal nos olhos, porque existe", diz a autora, e é preciso conhecê-lo para o derrotar.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um regresso a casa e um reencontro de irmãos… Que verdades serão reveladas? No caso dos irmãos gémeos McDowell, o rosto é o mesmo… só a personalidade os separa. Peter trabalha na alta finança, prospera. Michael ficou pela cidade natal e tornou-se um respeitado médico. A relação de ambos sempre foi tensa, e quando Peter regressa à casa dos pais tudo parece mais sereno e amistoso. Ao descobrir os diários da mãe, é obrigado a voltar atrás no tempo e a enfrentar a verdade sobre a sua morte. Um poderoso e acutilante romance, de complexas e imprevisíveis personalidades, que Danielle Steel orquestra com a sua habitual maestria emotiva. "Neste romance, quis olhar o mal nos olhos, porque existe", diz a autora, e é preciso conhecê-lo para o derrotar.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-filho-prodigo-de-danielle-steel-7096408');
});">
Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O coronel Oleg Antonyevich Gordievsky do KGB estava no auge da sua carreira. Um prodígio dos serviços secretos soviéticos, tinha subido diligentemente nas fileiras, tendo servido na Escandinávia, em Moscovo e na Grã-Bretanha sem qualquer mancha na sua folha de serviços. Agora, com 46 anos, fora promovido a chefe do KGB na estação de Londres, um bom posto, e fora convidado a regressar ao quartel-general para ser formalmente consagrado pelo chefe do KGB. "Chegado a Moscovo, Gordievsky avançou confiante pelo meio da multidão no aeroporto. No seu íntimo, contudo, borbulhava um terror surdo. Porque Oleg Gordievsky, veterano do KGB, fiel servidor secreto da União Soviética, era um espião britânico."
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O coronel Oleg Antonyevich Gordievsky do KGB estava no auge da sua carreira. Um prodígio dos serviços secretos soviéticos, tinha subido diligentemente nas fileiras, tendo servido na Escandinávia, em Moscovo e na Grã-Bretanha sem qualquer mancha na sua folha de serviços. Agora, com 46 anos, fora promovido a chefe do KGB na estação de Londres, um bom posto, e fora convidado a regressar ao quartel-general para ser formalmente consagrado pelo chefe do KGB. "Chegado a Moscovo, Gordievsky avançou confiante pelo meio da multidão no aeroporto. No seu íntimo, contudo, borbulhava um terror surdo. Porque Oleg Gordievsky, veterano do KGB, fiel servidor secreto da União Soviética, era um espião britânico."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-espiao-e-o-traidor-de-ben-macintyre-6930680');
});">
Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"O Duplo" foi publicado em 1846, poucos meses depois de "Gente Pobre", primeiro romance de Dostoiévski, então com 24 anos. Muitas das inquietações do autor estão já presentes neste texto: uma história de um funcionário público obcecado pela existência de um colega, réplica de si próprio, que lhe usurpa a identidade, acabando por levá-lo à insanidade mental e à rutura com a sociedade. A afirmação da liberdade individual contra instituições e normas existentes é precisamente o tema central do livro, ainda que sobressaia a compaixão pela condição dos humilhados, outra recorrência na obra do autor. Com uma riqueza de recursos estilísticos admirável - comparada, por Nabokov, à de James Joyce - este é um romance intensamente criativo, que rompe com as convenções literárias.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"O Duplo" foi publicado em 1846, poucos meses depois de "Gente Pobre", primeiro romance de Dostoiévski, então com 24 anos. Muitas das inquietações do autor estão já presentes neste texto: uma história de um funcionário público obcecado pela existência de um colega, réplica de si próprio, que lhe usurpa a identidade, acabando por levá-lo à insanidade mental e à rutura com a sociedade. A afirmação da liberdade individual contra instituições e normas existentes é precisamente o tema central do livro, ainda que sobressaia a compaixão pela condição dos humilhados, outra recorrência na obra do autor. Com uma riqueza de recursos estilísticos admirável - comparada, por Nabokov, à de James Joyce - este é um romance intensamente criativo, que rompe com as convenções literárias.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-duplo-de-fiodor-dostoievski-7385051');
});">
Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta. A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado. Dias depois, Stephanie desaparece. Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace. O que aconteceu a Stephanie Mailer? E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta. A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado. Dias depois, Stephanie desaparece. Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace. O que aconteceu a Stephanie Mailer? E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-desaparecimento-de-stephanie-mailer-de-joel-dicker-6616023');
});">
Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance poderoso e comovedor que explora as tragédias e triunfos da vida. Depois da Segunda Guerra Mundial, na pequena vila de Chawton, em Inglaterra, um grupo invulgar de pessoas arrasadas pela guerra reúne-se em prol de um objetivo maior: preservar o lar e o legado literário de Jane Austen, uma das melhores romancistas inglesas de todos os tempos. Ao fundarem o Clube Jane Austen, os membros deste grupo tão diverso — um agricultor, uma jovem viúva, o médico local, uma estrela de cinema, entre outros — estão unidos no mesmo ideal. Enquanto se debatem numa luta silenciosa com as suas próprias mágoas e traumas, encontram no amor à literatura e nas palavras de uma das autoras mais celebradas da História uma razão para seguirem em frente, relembrando-nos assim do poder universal da literatura para redimir e curar. Tal como uma história escrita pela própria Austen, o primeiro romance de Jenner está repleto de momentos charmosos, personagens cativantes e relacionamentos cheios de nuances.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance poderoso e comovedor que explora as tragédias e triunfos da vida. Depois da Segunda Guerra Mundial, na pequena vila de Chawton, em Inglaterra, um grupo invulgar de pessoas arrasadas pela guerra reúne-se em prol de um objetivo maior: preservar o lar e o legado literário de Jane Austen, uma das melhores romancistas inglesas de todos os tempos. Ao fundarem o Clube Jane Austen, os membros deste grupo tão diverso — um agricultor, uma jovem viúva, o médico local, uma estrela de cinema, entre outros — estão unidos no mesmo ideal. Enquanto se debatem numa luta silenciosa com as suas próprias mágoas e traumas, encontram no amor à literatura e nas palavras de uma das autoras mais celebradas da História uma razão para seguirem em frente, relembrando-nos assim do poder universal da literatura para redimir e curar. Tal como uma história escrita pela própria Austen, o primeiro romance de Jenner está repleto de momentos charmosos, personagens cativantes e relacionamentos cheios de nuances.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-clube-jane-austen-de-natalie-jenner-7393223');
});">
Edição: Out 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Mario Jiménez, jovem pescador, decide abandonar o seu ofício para se converter em carteiro da Ilha Negra, onde a única pessoa que recebe e envia correspondência é o poeta Pablo Neruda. Mario admira Neruda e espera pacientemente que algum dia o poeta lhe dedique um livro ou aconteça mais do que uma brevíssima troca de palavras ou o gesto ritual da gorjeta. O seu desejo ver-se-á finalmente realizado e entre os dois vai estabelecer-se uma relação muito peculiar. No entanto, a conturbada atmosfera que se vive no Chile daquela época precipitará um dramático desenlace…Através de uma história tão original quanto sedutora, Antonio Skármeta consegue traçar um intenso retrato da convulsa década de setenta no país andino, assim como uma recriação poética da vida de Pablo Neruda.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Mario Jiménez, jovem pescador, decide abandonar o seu ofício para se converter em carteiro da Ilha Negra, onde a única pessoa que recebe e envia correspondência é o poeta Pablo Neruda. Mario admira Neruda e espera pacientemente que algum dia o poeta lhe dedique um livro ou aconteça mais do que uma brevíssima troca de palavras ou o gesto ritual da gorjeta. O seu desejo ver-se-á finalmente realizado e entre os dois vai estabelecer-se uma relação muito peculiar. No entanto, a conturbada atmosfera que se vive no Chile daquela época precipitará um dramático desenlace…Através de uma história tão original quanto sedutora, Antonio Skármeta consegue traçar um intenso retrato da convulsa década de setenta no país andino, assim como uma recriação poética da vida de Pablo Neruda.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-carteiro-de-pablo-neruda-de-antonio-skarmeta-5658289');
});">
Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 80
Sinopse:
O Capote foi terminado em 1841, em Roma, mas só saiu a lume no III volume das Obras de Gógol, em 1842. É um dos cinco textos do "ciclo petersburguense" — os outros são O Nariz, Diário de um Louco, Avenida Névski e O Retrato, todos já publicados nesta colecção. Em todos estes contos, Petersburgo — cidade artificial, desumana e cruel — é o catalisador da alienação dos anti-heróis deste ciclo de Gógol.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
O Capote foi terminado em 1841, em Roma, mas só saiu a lume no III volume das Obras de Gógol, em 1842. É um dos cinco textos do "ciclo petersburguense" — os outros são O Nariz, Diário de um Louco, Avenida Névski e O Retrato, todos já publicados nesta colecção. Em todos estes contos, Petersburgo — cidade artificial, desumana e cruel — é o catalisador da alienação dos anti-heróis deste ciclo de Gógol.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-capote-de-nikolai-gogol-2702784');
});">
Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Escrito clandestinamente de 1958 a 1967, o manuscrito de "O arquipélago Gulag" foi descoberto pelo KGB em 1973, na sequência da prisão de Elizabeth Voronskaïa, uma colaboradora de Soljenítsin que o dactilografava. Na sequência disso, Soljenítsin, que tinha sido galardoado com o Prémio Nobel em 1970, decide publicar o livro no exterior. Uma primeira edição em russo é publicada em Paris ainda em 1973 e depois finalmente a edição francesa, no verão de 1974. Soljenítsin fora entretanto preso, acusado de traição, despojado da nacionalidade soviética e enviado para o exílio, onde estará vinte anos, até ao seu regresso à Rússia em 1994. Para realizar este extraordinário livro, Soljenítsin foi ajudado pelo testemunho de 227 sobreviventes dos campos do Gulag. O livro agora publicado pela Sextante, no âmbito do projeto de edição em língua portuguesa das principais obras do autor, é a versão abreviada, num só volume, preparada por Soljenítsin e por sua mulher, Natália, com o objetivo de tornar mais acessível este livro aos leitores estrangeiros e a novos leitores. Traduzida diretamente do russo por António Pescada, eis pois uma obra excecional, um livro de combate contra o totalitarismo de face estalinista, um livro que ainda hoje nos queima as mãos. Não esqueçamos as palavras de Soljenítsin: "Devemos condenar publicamente a ideia de que homens possam exercer tal violência sobre outros homens. Calando o mal, fechando-o dentro do nosso corpo para que não saia para o exterior, afinal semeamo-lo."
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Escrito clandestinamente de 1958 a 1967, o manuscrito de "O arquipélago Gulag" foi descoberto pelo KGB em 1973, na sequência da prisão de Elizabeth Voronskaïa, uma colaboradora de Soljenítsin que o dactilografava. Na sequência disso, Soljenítsin, que tinha sido galardoado com o Prémio Nobel em 1970, decide publicar o livro no exterior. Uma primeira edição em russo é publicada em Paris ainda em 1973 e depois finalmente a edição francesa, no verão de 1974. Soljenítsin fora entretanto preso, acusado de traição, despojado da nacionalidade soviética e enviado para o exílio, onde estará vinte anos, até ao seu regresso à Rússia em 1994. Para realizar este extraordinário livro, Soljenítsin foi ajudado pelo testemunho de 227 sobreviventes dos campos do Gulag. O livro agora publicado pela Sextante, no âmbito do projeto de edição em língua portuguesa das principais obras do autor, é a versão abreviada, num só volume, preparada por Soljenítsin e por sua mulher, Natália, com o objetivo de tornar mais acessível este livro aos leitores estrangeiros e a novos leitores. Traduzida diretamente do russo por António Pescada, eis pois uma obra excecional, um livro de combate contra o totalitarismo de face estalinista, um livro que ainda hoje nos queima as mãos. Não esqueçamos as palavras de Soljenítsin: "Devemos condenar publicamente a ideia de que homens possam exercer tal violência sobre outros homens. Calando o mal, fechando-o dentro do nosso corpo para que não saia para o exterior, afinal semeamo-lo."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-arquipelago-gulag-de-aleksandr-soljenitsin-6108777');
});">
Edição: Out 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O que significa ser único? Qual é a marca da nossa identidade? Inspirando-se numa história verdadeira - a sua própria - e em clássicos como "O Duplo", de Dostoiévski, "O Retrato de Dorian Gray" ou mesmo "O Homem Duplicado", de José Saramago, João Tordo constrói uma narrativa vertiginosa, onde a verdade escapa ao leitor a cada página. O livro será adaptado ao cinema brevemente.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O que significa ser único? Qual é a marca da nossa identidade? Inspirando-se numa história verdadeira - a sua própria - e em clássicos como "O Duplo", de Dostoiévski, "O Retrato de Dorian Gray" ou mesmo "O Homem Duplicado", de José Saramago, João Tordo constrói uma narrativa vertiginosa, onde a verdade escapa ao leitor a cada página. O livro será adaptado ao cinema brevemente.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-ano-sabatico-de-joao-tordo-6751750');
});">
Edição: Out 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O sobressalto começa no título. Mesmo o leitor menos experiente suspeita que, embora escritores de todos os tempos e lugares se tenham dedicado a tentar definir o amor, talvez seja improvável que alguém alguma vez tenha optado por terminar uma frase começada pela expressão "o amor é" com a palavra "fodido". O amor costuma ter, apesar de tudo, boa imprensa - o que, pensando bem, é incompreensível. Dizer que o amor é fodido é, finalmente, tratá-lo como ele merece. É resumir, para quem não quer perder tempo com eufemismos eruditos, a etimologia da palavra paixão.Mas talvez O Amor É Fodido seja menos uma história do que uma tese. Uma sugestão acerca de um modo de falar. Uma hipótese sobre o modo de lidar, literariamente e não só, com o amor. Uma proposta que questiona se será apropriado descrever uma doença aterradora com metro e rima e que propõe, por isso, uma espécie de antilirismo. Ou, talvez mais exatamente, um lirismo antilírico. De acordo com esta tese, dizer que o amor é fogo que arde sem se ver é que é obsceno. Notar que é fodido é mera candura."Do prefácio de Ricardo Araújo Pereira
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O sobressalto começa no título. Mesmo o leitor menos experiente suspeita que, embora escritores de todos os tempos e lugares se tenham dedicado a tentar definir o amor, talvez seja improvável que alguém alguma vez tenha optado por terminar uma frase começada pela expressão "o amor é" com a palavra "fodido". O amor costuma ter, apesar de tudo, boa imprensa - o que, pensando bem, é incompreensível. Dizer que o amor é fodido é, finalmente, tratá-lo como ele merece. É resumir, para quem não quer perder tempo com eufemismos eruditos, a etimologia da palavra paixão.Mas talvez O Amor É Fodido seja menos uma história do que uma tese. Uma sugestão acerca de um modo de falar. Uma hipótese sobre o modo de lidar, literariamente e não só, com o amor. Uma proposta que questiona se será apropriado descrever uma doença aterradora com metro e rima e que propõe, por isso, uma espécie de antilirismo. Ou, talvez mais exatamente, um lirismo antilírico. De acordo com esta tese, dizer que o amor é fogo que arde sem se ver é que é obsceno. Notar que é fodido é mera candura."Do prefácio de Ricardo Araújo Pereira
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-amor-e-fodido-de-miguel-esteves-cardoso-7294881');
});">
Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Reescrevendo, pois, as conhecidas cartas seiscentistas da freira portuguesa, Novas Cartas Portuguesas afirma-se como um libelo contra a ideologia vigente no período pré-25 de Abril (denunciando a guerra colonial, o sistema judicial, a emigração, a violência, a situação das mulheres), revestindo-se de uma invulgar originalidade e actualidade, do ponto de vista literário e social. Comprova-o o facto de poder ser hoje lido à luz das mais recentes teorias feministas (ou emergentes dos Estudos Feministas, como a teoria queer), uma vez que resiste à catalogação ao desmantelar as fronteiras entre os géneros narrativo, poético e epistolar, empurrando os limites até pontos de fusão." Ana Luísa Amaral "in" "Breve Introdução"
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Reescrevendo, pois, as conhecidas cartas seiscentistas da freira portuguesa, Novas Cartas Portuguesas afirma-se como um libelo contra a ideologia vigente no período pré-25 de Abril (denunciando a guerra colonial, o sistema judicial, a emigração, a violência, a situação das mulheres), revestindo-se de uma invulgar originalidade e actualidade, do ponto de vista literário e social. Comprova-o o facto de poder ser hoje lido à luz das mais recentes teorias feministas (ou emergentes dos Estudos Feministas, como a teoria queer), uma vez que resiste à catalogação ao desmantelar as fronteiras entre os géneros narrativo, poético e epistolar, empurrando os limites até pontos de fusão." Ana Luísa Amaral "in" "Breve Introdução"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/novas-cartas-portuguesas-de-maria-isabel-barreno-4587898');
});">
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 116
Sinopse:
Tantos anos depois dessa primeira publicação, este livro continua a marcar os leitores pela belíssima homenagem ao silêncio e à imensidão do deserto, à amizade e à vida.
Nº Páginas: 116
Sinopse:
Tantos anos depois dessa primeira publicação, este livro continua a marcar os leitores pela belíssima homenagem ao silêncio e à imensidão do deserto, à amizade e à vida.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/no-teu-deserto-de-miguel-sousa-tavares-7594013');
});">
Edição: Set 2008
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro sobre os livros e o exercício da escrita. Um escritor descobre que está a morrer. Uma jornalista tenta desvendá-lo. Ambos procuram a redenção. Encenam uma fuga à realidade. Três cidades: Lisboa, Jerusalém, Amesterdão. E ainda uma prostituta, um barman, um médico homeopata. A possibilidade da salvação e a procura da humanidade. As falhas de cada um. O passado como identidade. Um fado. Vários livros. Dor e consternação. No fim, sem medo, uma ideia melhor.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro sobre os livros e o exercício da escrita. Um escritor descobre que está a morrer. Uma jornalista tenta desvendá-lo. Ambos procuram a redenção. Encenam uma fuga à realidade. Três cidades: Lisboa, Jerusalém, Amesterdão. E ainda uma prostituta, um barman, um médico homeopata. A possibilidade da salvação e a procura da humanidade. As falhas de cada um. O passado como identidade. Um fado. Vários livros. Dor e consternação. No fim, sem medo, uma ideia melhor.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/no-silencio-de-deus-de-patricia-reis-4142199');
});">
Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 172
Sinopse:
A colaborar regularmente na imprensa há mais de 15 anos, Margarida Rebelo Pinto reúne neste livro crónicas e mini ficções publicadas no Jornal de Notícias. Nazarenas e Matrioskas , depois de Artista de Circo, traz-nos de volta um mundo povoado de muitos universos, entre desabafos e reflexões, revelando mais uma vez a sua já reconhecida capacidade de conquistar novos leitores através da agilidade narrativa e irreverência feminina. Nestas pequenas histórias, há devoradores de sonhos, mulheres sós, ilhas perfeitas, noivas russas, homens apaixonados, músicos rebeldes, videntes racionais e amigos para toda a vida. Personagens muito diferentes, mas semelhantes nos seus medos e desejos, que exprimem a mesma vontade de procurar o que nunca foi fácil: precisar de alguém. Margarida Rebelo Pinto tem a sua obra publicada em Espanha. Brasil, Holanda, Bélgica e Alemanha .Além de romancista e cronista, é também autora de guiões para cinema e peças de teatro. "São mulheres como tu que nos fazem, a nós homens, ter tanto medo das mulheres. Não "de" mulheres, mas de "algumas" mulheres, aquelas que o nosso entendimento sabe que nunca poderá alcançar, aquelas que possuem tanto de divino como de carnal, tanto de puro como de perverso, tanto de certo como de errado. Deve ser por isso que sempre que te vou visitar, no teu segundo andar, onde em cada divisão pintaste o mundo de cores diferentes, tenho tanto medo de lá ficar prisioneiro que fujo como um cão assustado, para mais tarde voltar, quando a carne me rebenta a pele e a minha boca só pensa na tua." Margarida Rebelo Pinto
Nº Páginas: 172
Sinopse:
A colaborar regularmente na imprensa há mais de 15 anos, Margarida Rebelo Pinto reúne neste livro crónicas e mini ficções publicadas no Jornal de Notícias. Nazarenas e Matrioskas , depois de Artista de Circo, traz-nos de volta um mundo povoado de muitos universos, entre desabafos e reflexões, revelando mais uma vez a sua já reconhecida capacidade de conquistar novos leitores através da agilidade narrativa e irreverência feminina. Nestas pequenas histórias, há devoradores de sonhos, mulheres sós, ilhas perfeitas, noivas russas, homens apaixonados, músicos rebeldes, videntes racionais e amigos para toda a vida. Personagens muito diferentes, mas semelhantes nos seus medos e desejos, que exprimem a mesma vontade de procurar o que nunca foi fácil: precisar de alguém. Margarida Rebelo Pinto tem a sua obra publicada em Espanha. Brasil, Holanda, Bélgica e Alemanha .Além de romancista e cronista, é também autora de guiões para cinema e peças de teatro. "São mulheres como tu que nos fazem, a nós homens, ter tanto medo das mulheres. Não "de" mulheres, mas de "algumas" mulheres, aquelas que o nosso entendimento sabe que nunca poderá alcançar, aquelas que possuem tanto de divino como de carnal, tanto de puro como de perverso, tanto de certo como de errado. Deve ser por isso que sempre que te vou visitar, no teu segundo andar, onde em cada divisão pintaste o mundo de cores diferentes, tenho tanto medo de lá ficar prisioneiro que fujo como um cão assustado, para mais tarde voltar, quando a carne me rebenta a pele e a minha boca só pensa na tua." Margarida Rebelo Pinto
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/nazarenas-e-matrioskas-de-margarida-rebelo-pinto-2833648');
});">
Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 992
Sinopse:
"Não Matarás" tem início numa Espanha acabada de sair da Guerra Civil. O bairro de los Austrias, em Madrid, é o cenário onde se inicia a amizade que acompanharemos entre Fernando, Eulogio e Catalina. Embora as feridas da guerra recém-terminada se façam sentir, as expectativas de uma vida melhor não se apagam e continuam a existir pessoas boas que se recusam a aplicar a lógica perversa dos vencedores e dos vencidos, continuando a ajudar os que caíram em desgraça. Com Fernando, Catalina e Eulogio, partiremos para Alexandria, qual Babel do seu tempo, onde nem a proximidade da guerra consegue perturbar a coexistência pacífica entre as múltiplas nacionalidades e religiões. Com eles conheceremos uma França ocupada pelas tropas nazis. A rendição alemã e o final da guerra desencadeiam um projeto de regresso a Espanha que todos querem concretizar com a maior brevidade. Será possível? Um conjunto de personagens comprometidas com o seu tempo numa história emocionante, comovente e multifacetada, numa Europa em mudança e num mundo que sucumbe à insensatez da guerra.
Nº Páginas: 992
Sinopse:
"Não Matarás" tem início numa Espanha acabada de sair da Guerra Civil. O bairro de los Austrias, em Madrid, é o cenário onde se inicia a amizade que acompanharemos entre Fernando, Eulogio e Catalina. Embora as feridas da guerra recém-terminada se façam sentir, as expectativas de uma vida melhor não se apagam e continuam a existir pessoas boas que se recusam a aplicar a lógica perversa dos vencedores e dos vencidos, continuando a ajudar os que caíram em desgraça. Com Fernando, Catalina e Eulogio, partiremos para Alexandria, qual Babel do seu tempo, onde nem a proximidade da guerra consegue perturbar a coexistência pacífica entre as múltiplas nacionalidades e religiões. Com eles conheceremos uma França ocupada pelas tropas nazis. A rendição alemã e o final da guerra desencadeiam um projeto de regresso a Espanha que todos querem concretizar com a maior brevidade. Será possível? Um conjunto de personagens comprometidas com o seu tempo numa história emocionante, comovente e multifacetada, numa Europa em mudança e num mundo que sucumbe à insensatez da guerra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/nao-mataras-de-julia-navarro-6948553');
});">
Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Romance semi-autobiográfico, "Mulheres" é um relato brutalmente humano e honesto de noites intoxicadas e mulheres perdidas. No seu registo cru e negro e com uma perspicácia caricatural sobre os relacionamentos humanos, Bukowski recebe-nos no seu quotidiano rocambolesco, onde há sempre mais uma cerveja por abrir e uma mulher para seduzir. "O grande romance de Bukowski, repleto de episódios hilariantes." "Uncut"
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Romance semi-autobiográfico, "Mulheres" é um relato brutalmente humano e honesto de noites intoxicadas e mulheres perdidas. No seu registo cru e negro e com uma perspicácia caricatural sobre os relacionamentos humanos, Bukowski recebe-nos no seu quotidiano rocambolesco, onde há sempre mais uma cerveja por abrir e uma mulher para seduzir. "O grande romance de Bukowski, repleto de episódios hilariantes." "Uncut"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/mulheres-de-charles-bukowski-6611209');
});">
Edição: Set 2021
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Foi durante esse doloroso luto, mergulhado em sofrimento mas, também, transportado por uma melancolia salvadora, que José Luís Peixoto escreveu um livro que se tornou referência para leitores em todo o mundo que, partilhando ou não a sua experiência, se reconhecem numa obra intensa, poderosa, cheia de ternura e compaixão. Raramente a literatura portuguesa produziu um livro tão partilhado.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Foi durante esse doloroso luto, mergulhado em sofrimento mas, também, transportado por uma melancolia salvadora, que José Luís Peixoto escreveu um livro que se tornou referência para leitores em todo o mundo que, partilhando ou não a sua experiência, se reconhecem numa obra intensa, poderosa, cheia de ternura e compaixão. Raramente a literatura portuguesa produziu um livro tão partilhado.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/morreste-me-de-jose-luis-peixoto-7452984');
});">
Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O enredo tece-se em torno da trajectória de um médico psiquiatra, desde o início da manhã, quando inicia o seu trabalho no Hospital Miguel Bombarda, até às 5 da madrugada do dia seguinte, no seu apartamento do Monte Estoril. Entre o início e o fim do eixo narrativo, sucedem-se episódios que constituem o quotidiano do médico no decorrer desse dia. O primeiro livro de um autor que ao longo dos anos se impôs como um nome cimeiro na literatura portuguesa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O enredo tece-se em torno da trajectória de um médico psiquiatra, desde o início da manhã, quando inicia o seu trabalho no Hospital Miguel Bombarda, até às 5 da madrugada do dia seguinte, no seu apartamento do Monte Estoril. Entre o início e o fim do eixo narrativo, sucedem-se episódios que constituem o quotidiano do médico no decorrer desse dia. O primeiro livro de um autor que ao longo dos anos se impôs como um nome cimeiro na literatura portuguesa.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/memoria-de-elefante-de-antonio-lobo-antunes-5116824');
});">
Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um jornalista decide celebrar o seu nonagésimo aniversário oferecendo a si mesmo um presente que o faça sentir que ainda está vivo: uma adolescente virgem. Num bordel vê uma jovem de costas, completamente nua, e a sua vida muda radicalmente. E agora que a encontrou, está prestes a morrer, não de velhice, mas sim de amor. Memória das Minhas Putas Tristes é a história deste excêntrico e solitário ancião. O leitor irá acompanhar as suas aventuras sexuais à medida que o próprio desfia as suas memórias. Após noventa anos de uma vida árida - passada a escrever crónicas e resenhas maçadoras para um jornal provinciano, a dar aulas de castelhano e latim a alunos tão sem perspectivas de futuro quanto ele, e, acima de tudo, a deambular de bordel em bordel, só tendo tido relações com mulheres a quem pagou -, inesperadamente, e pela primeira vez, encontra o verdadeiro amor. Escrito no estilo incomparável de Gabriel García Márquez, este curto romance é uma comovente reflexão sobre os infortúnios da velhice e, ao mesmo tempo, um hino às alegrias da paixão.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um jornalista decide celebrar o seu nonagésimo aniversário oferecendo a si mesmo um presente que o faça sentir que ainda está vivo: uma adolescente virgem. Num bordel vê uma jovem de costas, completamente nua, e a sua vida muda radicalmente. E agora que a encontrou, está prestes a morrer, não de velhice, mas sim de amor. Memória das Minhas Putas Tristes é a história deste excêntrico e solitário ancião. O leitor irá acompanhar as suas aventuras sexuais à medida que o próprio desfia as suas memórias. Após noventa anos de uma vida árida - passada a escrever crónicas e resenhas maçadoras para um jornal provinciano, a dar aulas de castelhano e latim a alunos tão sem perspectivas de futuro quanto ele, e, acima de tudo, a deambular de bordel em bordel, só tendo tido relações com mulheres a quem pagou -, inesperadamente, e pela primeira vez, encontra o verdadeiro amor. Escrito no estilo incomparável de Gabriel García Márquez, este curto romance é uma comovente reflexão sobre os infortúnios da velhice e, ao mesmo tempo, um hino às alegrias da paixão.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/memoria-das-minhas-putas-tristes-de-gabriel-garcia-marquez-5679750');
});">
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Marquesa de Paiva não tinha uma única origem, mas sim muitas circunstâncias. Mulher de índole forte e perseverante, com uma vontade aço, La Païva lutou sem tréguas contra o destino, para se libertar da pobreza, e enriquecer tornou-se o grande objectivo da sua vida, a sua maior preocupação. O berço não lhe concedeu vantagens nem lhe facilitou a vida, mas deixou-lhe a convicção de que não valia a pena viver se não fosse para ser rica."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Marquesa de Paiva não tinha uma única origem, mas sim muitas circunstâncias. Mulher de índole forte e perseverante, com uma vontade aço, La Païva lutou sem tréguas contra o destino, para se libertar da pobreza, e enriquecer tornou-se o grande objectivo da sua vida, a sua maior preocupação. O berço não lhe concedeu vantagens nem lhe facilitou a vida, mas deixou-lhe a convicção de que não valia a pena viver se não fosse para ser rica."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/marquesa-de-paiva-de-joao-pedro-george-5509356');
});">
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Uma história perfeita para nos emocionarmos e refletirmos sobre a importância das nossas raízes e do amor ao lugar a que pertencemos. Galiza, 1845 André de Castronavea está radiante por regressar para junto da sua família e à casa onde nasceu, mas o seu maior desejo é rever a sua tia Iria, pouco mais velha do que ele, meia-irmã do seu pai. O reencontro dos dois liberta sentimentos até então aprisionados, e a relação proibida torna-se cada vez mais difícil de conter. Enquanto isso, Dom Isidro Ordás, um empresário implacável de Ponferrada, abriu minas nas terras dos Castronaveas, iniciando um conflito com o patriarca Dom Dositeu, que preside a uma família marcada pelo seus próprios conflitos e segredos. A luta pelo controlo da terra, o legado de Dom Dositeu e o inevitável confronto com os Ordás revelam como os laços familiares podem ser uma bênção ou uma condenação, levando a traições dolorosas, corações dilacerados e sacrifícios que exigem sangue, coragem e um amor inabalável.
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Uma história perfeita para nos emocionarmos e refletirmos sobre a importância das nossas raízes e do amor ao lugar a que pertencemos. Galiza, 1845 André de Castronavea está radiante por regressar para junto da sua família e à casa onde nasceu, mas o seu maior desejo é rever a sua tia Iria, pouco mais velha do que ele, meia-irmã do seu pai. O reencontro dos dois liberta sentimentos até então aprisionados, e a relação proibida torna-se cada vez mais difícil de conter. Enquanto isso, Dom Isidro Ordás, um empresário implacável de Ponferrada, abriu minas nas terras dos Castronaveas, iniciando um conflito com o patriarca Dom Dositeu, que preside a uma família marcada pelo seus próprios conflitos e segredos. A luta pelo controlo da terra, o legado de Dom Dositeu e o inevitável confronto com os Ordás revelam como os laços familiares podem ser uma bênção ou uma condenação, levando a traições dolorosas, corações dilacerados e sacrifícios que exigem sangue, coragem e um amor inabalável.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/mais-cedo-secara-a-terra-de-fernando-j-munez-7989861');
});">
Edição: Out 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2018Prémio Fundação Eça de Queiroz 2019 Chegados a Lisboa, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura. Até que num vale emoldurado por um pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo. Será esta amizade capaz de os salvar? "Se o entendimento entre duas almas não muda o mundo, nenhuma ínfima parte do mundo é exactamente a mesma depois de duas almas se entenderem." "Luanda, Lisboa, Paraíso", o segundo romance de Djaimilia Pereira de Almeida, é o balanço tocante de três vidas obscuras, em que esperança e pessimismo, desperdício e redenção, surgem lado a lado.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2018Prémio Fundação Eça de Queiroz 2019 Chegados a Lisboa, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura. Até que num vale emoldurado por um pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo. Será esta amizade capaz de os salvar? "Se o entendimento entre duas almas não muda o mundo, nenhuma ínfima parte do mundo é exactamente a mesma depois de duas almas se entenderem." "Luanda, Lisboa, Paraíso", o segundo romance de Djaimilia Pereira de Almeida, é o balanço tocante de três vidas obscuras, em que esperança e pessimismo, desperdício e redenção, surgem lado a lado.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/luanda-lisboa-paraiso-de-djaimilia-pereira-de-almeida-6769049');
});">
Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 282
Sinopse:
Paris, a cidade mais romântica do mundo, é palco de luas-de-mel de sonho e de paixões recentemente descobertas. E para Lara Lewis é o lugar onde ela e o marido viveram o amor no seu melhor. Mais de vinte anos depois, Lara deseja reacender a chama do seu casamento e planeia uma aventura romântica para os dois: reconstituir todos os momentos da sua idílica lua-de-mel em Paris e pela França, visitar os mesmos lugares, comer nos mesmos restaurantes, explorar as mesmas aldeias mágicas. Porém, quando o marido lhe diz, à última hora, que existe outra mulher na sua vida, o coração de Lara quase se estilhaça em mil pedaços.Algures na estrada da vida, Lara perdeu-se a si própria. Agora, terá de descobrir um novo rumo para a sua existência. Inesperadamente, Lara dá um passo ousado e convida um homem, mais novo e com quem ela acaba de se envolver, para fazer a tão desejada segunda lua-de-mel. O que se segue é a história de dois apaixonados errando pela França numa louca aventura romântica, que se inicia com voos perdidos e bagagem extraviada e termina como sendo a viagem de uma mulher para se encontrar a si própria e ao amor que lhe escapou a vida inteira.
Nº Páginas: 282
Sinopse:
Paris, a cidade mais romântica do mundo, é palco de luas-de-mel de sonho e de paixões recentemente descobertas. E para Lara Lewis é o lugar onde ela e o marido viveram o amor no seu melhor. Mais de vinte anos depois, Lara deseja reacender a chama do seu casamento e planeia uma aventura romântica para os dois: reconstituir todos os momentos da sua idílica lua-de-mel em Paris e pela França, visitar os mesmos lugares, comer nos mesmos restaurantes, explorar as mesmas aldeias mágicas. Porém, quando o marido lhe diz, à última hora, que existe outra mulher na sua vida, o coração de Lara quase se estilhaça em mil pedaços.Algures na estrada da vida, Lara perdeu-se a si própria. Agora, terá de descobrir um novo rumo para a sua existência. Inesperadamente, Lara dá um passo ousado e convida um homem, mais novo e com quem ela acaba de se envolver, para fazer a tão desejada segunda lua-de-mel. O que se segue é a história de dois apaixonados errando pela França numa louca aventura romântica, que se inicia com voos perdidos e bagagem extraviada e termina como sendo a viagem de uma mulher para se encontrar a si própria e ao amor que lhe escapou a vida inteira.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/lua-de-mel-em-paris-de-elizabeth-adler-4378571');
});">
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisboa, cidade banhada por uma luz mágica, tão clara e tão límpida. Todos conhecem esta faceta da cidade, poucos conhecem as sombras misteriosas que essa luz projeta. As histórias que aqui vai encontrar iluminam um pouco dessas sombras que escondem episódios por vezes rocambolescos, outros de um realismo cru, outros ainda envoltos numa ironia hilariante e ainda alguns que lhe poderão causar arrepios. Múmias conservadas em criptas, cidades sepultadas, freiras que viveram como princesas, museus esquecidos no tempo, estátuas que não ficam quietas, um enigmático castelo, serpentes que guardam o futuro rei… são apenas alguns dos episódios escolhidos ao acaso das muitas histórias misteriosas que se poderiam contar sobre Lisboa. É uma Lisboa desconhecida e insólita aquela que o leitor irá descobrir nas páginas deste livro.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisboa, cidade banhada por uma luz mágica, tão clara e tão límpida. Todos conhecem esta faceta da cidade, poucos conhecem as sombras misteriosas que essa luz projeta. As histórias que aqui vai encontrar iluminam um pouco dessas sombras que escondem episódios por vezes rocambolescos, outros de um realismo cru, outros ainda envoltos numa ironia hilariante e ainda alguns que lhe poderão causar arrepios. Múmias conservadas em criptas, cidades sepultadas, freiras que viveram como princesas, museus esquecidos no tempo, estátuas que não ficam quietas, um enigmático castelo, serpentes que guardam o futuro rei… são apenas alguns dos episódios escolhidos ao acaso das muitas histórias misteriosas que se poderiam contar sobre Lisboa. É uma Lisboa desconhecida e insólita aquela que o leitor irá descobrir nas páginas deste livro.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/lisboa-desconhecida-insolita-de-anisio-franco-6387459');
});">
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável." Em 2015, esta afirmação do professor Carlos Neto tornou-se viral e fez o país acordar para a situação dramática das crianças de hoje. Em Portugal, escola e modelo de aprendizagem estão ultrapassados há muito, mas é lá que as crianças passam a maior parte do dia, fechadas dentro das salas de aula. Os períodos de recreio são cada vez mais curtos e os espaços de brincadeira padronizados, aborrecidos e pouco desafiantes. O trajeto casa-escola-casa, que antes era feito a pé juntamente com os colegas, passou a ser feito de carro. Os nossos filhos quase nem têm tempo para brincar, apenas aqueles minutos que se conseguem encaixar na agenda, por entre as inúmeras atividades extracurriculares. Fora da escola, não os deixamos brincar ao ar livre e fechamo-los em casa, numa redoma almofadada dominada pelo poder sedutor e anestesiante dos ecrãs. A rua, que desempenhou um papel determinante nas nossas infâncias e na nossa formação como adultos, tornou-se território proibido para os nossos filhos. Crianças de 3 anos queixam-se de que estão cansadas ao fim de vinte minutos de brincadeira. Outras, aos 7 anos, são capazes de programar em computador mas não sabem atar os sapatos. Quase metade das crianças do 2º ano do 1º ciclo não consegue dar uma cambalhota. É inegável: as nossas crianças brincam e mexem-se cada vez menos. O analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo. Ao queremos superprotegê-las daquilo que entendemos ser perigoso, estamos a comprometer o seu desenvolvimento e a impedi-las de se tornarem adultos funcionais, tanto em termos físicos, como cognitivos. "A rua está em vias de extinção. Olhamos para a cidade e já não vemos crianças a brincar. Passeiam-se mais os cães do que as crianças."
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável." Em 2015, esta afirmação do professor Carlos Neto tornou-se viral e fez o país acordar para a situação dramática das crianças de hoje. Em Portugal, escola e modelo de aprendizagem estão ultrapassados há muito, mas é lá que as crianças passam a maior parte do dia, fechadas dentro das salas de aula. Os períodos de recreio são cada vez mais curtos e os espaços de brincadeira padronizados, aborrecidos e pouco desafiantes. O trajeto casa-escola-casa, que antes era feito a pé juntamente com os colegas, passou a ser feito de carro. Os nossos filhos quase nem têm tempo para brincar, apenas aqueles minutos que se conseguem encaixar na agenda, por entre as inúmeras atividades extracurriculares. Fora da escola, não os deixamos brincar ao ar livre e fechamo-los em casa, numa redoma almofadada dominada pelo poder sedutor e anestesiante dos ecrãs. A rua, que desempenhou um papel determinante nas nossas infâncias e na nossa formação como adultos, tornou-se território proibido para os nossos filhos. Crianças de 3 anos queixam-se de que estão cansadas ao fim de vinte minutos de brincadeira. Outras, aos 7 anos, são capazes de programar em computador mas não sabem atar os sapatos. Quase metade das crianças do 2º ano do 1º ciclo não consegue dar uma cambalhota. É inegável: as nossas crianças brincam e mexem-se cada vez menos. O analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo. Ao queremos superprotegê-las daquilo que entendemos ser perigoso, estamos a comprometer o seu desenvolvimento e a impedi-las de se tornarem adultos funcionais, tanto em termos físicos, como cognitivos. "A rua está em vias de extinção. Olhamos para a cidade e já não vemos crianças a brincar. Passeiam-se mais os cães do que as crianças."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/libertem-as-criancas-de-carlos-neto-7298539');
});">
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A história crua de uma relação tóxica. Uma narrativa que não deixa pedra sobre pedra nos pilares da resiliência de uma criança subjugada ao negro poder do seu padrasto. "Leme" é o relato da vivência de uma rapariga que assiste, durante anos, à erosão dos pilares que sustentam as ligações humanas: vê a mãe subjugada à violência do homem com quem mantém uma relação amorosa disfuncional; vive na pele a distorção dos papéis desempenhados por pais e filhos; alimenta-se da solidão para ultrapassar um quotidiano de medo e fúria; disputa um lugar só para si no meio do caos familiar; aprende a reconhecer o consolo das pequenas vitórias; e, por fim, reconstrói-se a si e às suas memórias. Nenhuma criança conhece de antemão os nomes das coisas, mas todas as crianças reconhecem instintivamente o perigo. Para a protagonista desta história, o perigo tem o nome de um homem, e é sinónimo de obsessão, desequilíbrio, solidão, desamparo, poucas certezas e muitas dúvidas. "Leme" é um golpe de escrita para regressar à vida. Uma cintilação plena de vida e um soco no escuro que nos engole: eis um livro que aponta diretamente aos limites do bem e do mal.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A história crua de uma relação tóxica. Uma narrativa que não deixa pedra sobre pedra nos pilares da resiliência de uma criança subjugada ao negro poder do seu padrasto. "Leme" é o relato da vivência de uma rapariga que assiste, durante anos, à erosão dos pilares que sustentam as ligações humanas: vê a mãe subjugada à violência do homem com quem mantém uma relação amorosa disfuncional; vive na pele a distorção dos papéis desempenhados por pais e filhos; alimenta-se da solidão para ultrapassar um quotidiano de medo e fúria; disputa um lugar só para si no meio do caos familiar; aprende a reconhecer o consolo das pequenas vitórias; e, por fim, reconstrói-se a si e às suas memórias. Nenhuma criança conhece de antemão os nomes das coisas, mas todas as crianças reconhecem instintivamente o perigo. Para a protagonista desta história, o perigo tem o nome de um homem, e é sinónimo de obsessão, desequilíbrio, solidão, desamparo, poucas certezas e muitas dúvidas. "Leme" é um golpe de escrita para regressar à vida. Uma cintilação plena de vida e um soco no escuro que nos engole: eis um livro que aponta diretamente aos limites do bem e do mal.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/leme-de-madalena-sa-fernandes-7759401');
});">
