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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 263
Sinopse:
Romance publicado em 1965, caído no esquecimento. Tal como o seu autor, John Williams - também ele um obscuro professor americano, de uma obscura universidade. Passados quase 50 anos, o mesmo amor à literatura que movia a personagem principal levou a que uma escritora, Anna Gavalda, traduzisse o livro perdido. Outras edições se seguiram, em vários países da Europa. E em 2013, quando os leitores da livraria britânica Waterstones foram chamados a eleger o melhor livro do ano, escolheram uma relíquia. Julian Barnes, Ian McEwan, Bret Easton Ellis, entre muitos outros escritores, juntaram-se ao coro e resgataram a obra, repetindo por outras palavras a síntese do jornalista Bryan Appleyard: "É o melhor romance que ninguém leu". Porque é que um romance tão emocionalmente exigente renasce das cinzas e se torna num espontâneo sucesso comercial nas mais diferentes latitudes? A resposta está no livro. Na era da hiper comunicação, "Stoner" devolve-nos o sentido de intimidade, deixa-nos a sós com aquele homem tristonho, de vida apagada. Fechamos a porta, partilhamos com ele a devoção à literatura, revemo-nos nos seus fracassos; sabendo que todo o desapontamento e solidão são relativos - se tivermos um livro a que nos agarrar.
Nº Páginas: 263
Sinopse:
Romance publicado em 1965, caído no esquecimento. Tal como o seu autor, John Williams - também ele um obscuro professor americano, de uma obscura universidade. Passados quase 50 anos, o mesmo amor à literatura que movia a personagem principal levou a que uma escritora, Anna Gavalda, traduzisse o livro perdido. Outras edições se seguiram, em vários países da Europa. E em 2013, quando os leitores da livraria britânica Waterstones foram chamados a eleger o melhor livro do ano, escolheram uma relíquia. Julian Barnes, Ian McEwan, Bret Easton Ellis, entre muitos outros escritores, juntaram-se ao coro e resgataram a obra, repetindo por outras palavras a síntese do jornalista Bryan Appleyard: "É o melhor romance que ninguém leu". Porque é que um romance tão emocionalmente exigente renasce das cinzas e se torna num espontâneo sucesso comercial nas mais diferentes latitudes? A resposta está no livro. Na era da hiper comunicação, "Stoner" devolve-nos o sentido de intimidade, deixa-nos a sós com aquele homem tristonho, de vida apagada. Fechamos a porta, partilhamos com ele a devoção à literatura, revemo-nos nos seus fracassos; sabendo que todo o desapontamento e solidão são relativos - se tivermos um livro a que nos agarrar.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Um observatório astronómico capta uma estranha emissão vinda do espaço na frequência dos 1,42 megahertz. Um sinal de vida. O governo americano e a ONU são imediatamente informados. Um objeto dirige-se à Terra. A NASA prepara com urgência uma missão espacial internacional para ir ao encontro da nave desconhecida. Tomás Noronha, o maior criptanalista do mundo, é recrutado para a equipa de astronautas. Começa assim a mais invulgar aventura do grande herói das letras portuguesas modernas, uma história de cortar a respiração que nos leva ao coração do maior mistério do universo. Será a vida um acidente ou resultará de um desígnio? Estaremos sós ou seremos um entre milhões de mundos habitados? A existência é um acaso ou tem um propósito? EXCERTOS Seth Dyson trocou um olhar com Bozóki Emese e com o cardeal Panunzio, como se quisesse saber quem daria a notícia ao académico português. Foi o secretário de Estado da Santa Sé, afinando a voz, que assumiu a responsabilidade. “Sabe, professor Noronha, esta reunião foi convocada porque recebemos um sinal.” “Um sinal?” Um sorriso nervoso formou-se por momentos nos lábios do número dois do Vaticano, como se ele próprio ainda tivesse dificuldade em acreditar no que se preparava para anunciar. “O ET contactou-nos.”
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Um observatório astronómico capta uma estranha emissão vinda do espaço na frequência dos 1,42 megahertz. Um sinal de vida. O governo americano e a ONU são imediatamente informados. Um objeto dirige-se à Terra. A NASA prepara com urgência uma missão espacial internacional para ir ao encontro da nave desconhecida. Tomás Noronha, o maior criptanalista do mundo, é recrutado para a equipa de astronautas. Começa assim a mais invulgar aventura do grande herói das letras portuguesas modernas, uma história de cortar a respiração que nos leva ao coração do maior mistério do universo. Será a vida um acidente ou resultará de um desígnio? Estaremos sós ou seremos um entre milhões de mundos habitados? A existência é um acaso ou tem um propósito? EXCERTOS Seth Dyson trocou um olhar com Bozóki Emese e com o cardeal Panunzio, como se quisesse saber quem daria a notícia ao académico português. Foi o secretário de Estado da Santa Sé, afinando a voz, que assumiu a responsabilidade. “Sabe, professor Noronha, esta reunião foi convocada porque recebemos um sinal.” “Um sinal?” Um sorriso nervoso formou-se por momentos nos lábios do número dois do Vaticano, como se ele próprio ainda tivesse dificuldade em acreditar no que se preparava para anunciar. “O ET contactou-nos.”
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Leila adora os pais mas sente uma dificuldade crescente em aceitar as exigências deles. Embora vivam nos Estados Unidos, os seus pais mantêm-se fiéis aos costumes da sua Índia natal. E ambos consideram que já foram demasiado modernos com a filha… agora que Leila fez 26 anos, não querem que ela se arrisque a ficar "para tia". Leila, por seu lado, sonha em encontrar "o tal" e tem uma criteriosa lista de atributos e qualidades que o namorado perfeito terá de possuir. Não está disposta a ficar com qualquer um! O problema é que os pais lhe fizeram um ultimato: Leila tem 3 meses (apenas!) para encontrar o amor, senão terá mesmo de se submeter a um casamento arranjado… No seu desespero, ela vai tentar de tudo: deste o speed dating (valha-nos Deus!) aos encontros às cegas (só podia estar cega, mesmo!), sempre em vão… Mas o tempo escasseia! Terá ela expectativas demasiado altas? O que será de si se o homem perfeito não aparecer? Ao longo do seu inspirador (e hilariante!) percurso, repleto de momentos constrangedores, aventuras para esquecer e dissabores, Leila vai descobrir muito sobre si mesma, sobre o amor, e sobre as coisas pelas quais vale mesmo a pena lutar…
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Leila adora os pais mas sente uma dificuldade crescente em aceitar as exigências deles. Embora vivam nos Estados Unidos, os seus pais mantêm-se fiéis aos costumes da sua Índia natal. E ambos consideram que já foram demasiado modernos com a filha… agora que Leila fez 26 anos, não querem que ela se arrisque a ficar "para tia". Leila, por seu lado, sonha em encontrar "o tal" e tem uma criteriosa lista de atributos e qualidades que o namorado perfeito terá de possuir. Não está disposta a ficar com qualquer um! O problema é que os pais lhe fizeram um ultimato: Leila tem 3 meses (apenas!) para encontrar o amor, senão terá mesmo de se submeter a um casamento arranjado… No seu desespero, ela vai tentar de tudo: deste o speed dating (valha-nos Deus!) aos encontros às cegas (só podia estar cega, mesmo!), sempre em vão… Mas o tempo escasseia! Terá ela expectativas demasiado altas? O que será de si se o homem perfeito não aparecer? Ao longo do seu inspirador (e hilariante!) percurso, repleto de momentos constrangedores, aventuras para esquecer e dissabores, Leila vai descobrir muito sobre si mesma, sobre o amor, e sobre as coisas pelas quais vale mesmo a pena lutar…
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O padre António Vieira acompanha todo o século xvii português, e o Sermão de Santo António aos Peixes é um esplêndido exemplo da sua grande veia retórica. Este Sermão foi pregado em São Luís do Maranhão, no Brasil, a 13 de Junho de 1654, dia de anos de Santo António e nas vésperas de Vieira viajar até Lisboa para obter, do rei, leis que obstassem à escravatura dos índios. A defesa dos índios e a contestação aos colonos são o mote para este discurso intemporal. Tal como Santo António não conseguia pregar aos hereges, que não o ouviam, Vieira também não é bem-sucedido junto dos colonos e resolve virar-se - alegoricamente - para os peixes, essa primeira criatura de Deus. Imaginação, sátira e arrebatamento marcam a soberba construção literária desta jóia da retórica e da história da literatura. Um texto que nos toca, a cada um individualmente e à humanidade no seu conjunto, porque "Vós sois o sal da terra". Hoje, que vozes parciais querem afogar Vieira num ideológico revisionismo histórico, este texto é a melhor prova do seu papel pioneiro nas relações entre culturas e na defesa da universal dignidade humana.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O padre António Vieira acompanha todo o século xvii português, e o Sermão de Santo António aos Peixes é um esplêndido exemplo da sua grande veia retórica. Este Sermão foi pregado em São Luís do Maranhão, no Brasil, a 13 de Junho de 1654, dia de anos de Santo António e nas vésperas de Vieira viajar até Lisboa para obter, do rei, leis que obstassem à escravatura dos índios. A defesa dos índios e a contestação aos colonos são o mote para este discurso intemporal. Tal como Santo António não conseguia pregar aos hereges, que não o ouviam, Vieira também não é bem-sucedido junto dos colonos e resolve virar-se - alegoricamente - para os peixes, essa primeira criatura de Deus. Imaginação, sátira e arrebatamento marcam a soberba construção literária desta jóia da retórica e da história da literatura. Um texto que nos toca, a cada um individualmente e à humanidade no seu conjunto, porque "Vós sois o sal da terra". Hoje, que vozes parciais querem afogar Vieira num ideológico revisionismo histórico, este texto é a melhor prova do seu papel pioneiro nas relações entre culturas e na defesa da universal dignidade humana.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Há de tomar o pregador uma só matéria; há de defini-la, para que se conheça; há de dividi-la, para que se distinga; há de prová-la com a Escritura; há de declará-la com a razão; há de confirmá-la com o exemplo; há de amplificá-la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências, que se hão de seguir, com os inconvenientes, que se devem evitar; há de responder às dúvidas; há de satisfazer às dificuldades; há de impugnar, e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários; e depois disto há de colher, há de apertar, há de concluir, há de persuadir, há de acabar. Isto é sermão, isto é pregar; e o que não é isto é falar de mais alto." PADRE ANTÓNIO VIEIRA
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Há de tomar o pregador uma só matéria; há de defini-la, para que se conheça; há de dividi-la, para que se distinga; há de prová-la com a Escritura; há de declará-la com a razão; há de confirmá-la com o exemplo; há de amplificá-la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências, que se hão de seguir, com os inconvenientes, que se devem evitar; há de responder às dúvidas; há de satisfazer às dificuldades; há de impugnar, e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários; e depois disto há de colher, há de apertar, há de concluir, há de persuadir, há de acabar. Isto é sermão, isto é pregar; e o que não é isto é falar de mais alto." PADRE ANTÓNIO VIEIRA
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Fiéis de outras religiões ou ateus, os Portugueses permanecem, em boa parte, filhos do Cristianismo. Portugal nasceu no contexto da Reconquista Cristã, com a ajuda de cruzados e templários. Teve por primeira bandeira uma cruz e por rei-fundador um homem que, por pouco, não foi considerado santo. No entanto, a história do Cristianismo no nosso país começa muito antes de Portugal e vai muito para lá da nação. Recua à Antiguidade e chega aos confins do mundo. Começa como desafio ao Império Romano e acaba seguida e perseguida na Índia ou no Japão. O Cristianismo contribuiu, como muito poucos factores, para fazer Portugal; os Portugueses contribuíram, como muito poucos povos, para espalhar a fé cristã. Aqui estão dezasseis histórias extraordinárias de homens e mulheres que foram considerados santos e de acontecimentos que foram entendidos como milagres. Une-as terem acontecido em Portugal, ou no território que um dia seria Portugal, ou serem protagonizadas por portugueses. Não importa como aconteceram; importa como as pessoas acreditaram terem acontecido e como isso influenciou e determinou o devir. Este não é, portanto, bem um livro sobre santos e milagres. É um livro sobre o país que lhes rezou.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Fiéis de outras religiões ou ateus, os Portugueses permanecem, em boa parte, filhos do Cristianismo. Portugal nasceu no contexto da Reconquista Cristã, com a ajuda de cruzados e templários. Teve por primeira bandeira uma cruz e por rei-fundador um homem que, por pouco, não foi considerado santo. No entanto, a história do Cristianismo no nosso país começa muito antes de Portugal e vai muito para lá da nação. Recua à Antiguidade e chega aos confins do mundo. Começa como desafio ao Império Romano e acaba seguida e perseguida na Índia ou no Japão. O Cristianismo contribuiu, como muito poucos factores, para fazer Portugal; os Portugueses contribuíram, como muito poucos povos, para espalhar a fé cristã. Aqui estão dezasseis histórias extraordinárias de homens e mulheres que foram considerados santos e de acontecimentos que foram entendidos como milagres. Une-as terem acontecido em Portugal, ou no território que um dia seria Portugal, ou serem protagonizadas por portugueses. Não importa como aconteceram; importa como as pessoas acreditaram terem acontecido e como isso influenciou e determinou o devir. Este não é, portanto, bem um livro sobre santos e milagres. É um livro sobre o país que lhes rezou.
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Poder, Solidão, Amargura é um livro feito com as palavras de Salazar, da juventude até à morte. Vamos vê-lo no auge do poder, vamos entrar na solidão em que viveu, vamos, à beira do fim, tocar a sua amargura. Que Salazar nos mostram os discursos, entrevistas, confissões e os seus desabafos íntimos? Salazar foi pródigo nas palavras: falou com abundância e até com exuberância. Escreveu cuidadosamente, para o futuro e para o mito, discursos políticos, sociais, ideológicos e económicos. Revelou, em entrevistas rigorosamente controladas, um calculado lado humano. Uma ou outra vez, escapou-lhe o seu fundo íntimo, sobretudo nos momentos de fragilidade para que a velhice e a doença o empurraram. Este livro de citações de Salazar é original: o primeiro em que as citações surgem ano a ano, de 1926 a 1970, com indicação da data e da circunstância em que Salazar falou. E cada década é precedida de um contexto histórico, da autoria do organizador, Manuel S. Fonseca, permitindo ao leitor uma clara percepção das razões, conflitos e pressões que cercavam Salazar quando disse o que disse e este livro transcreve.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Poder, Solidão, Amargura é um livro feito com as palavras de Salazar, da juventude até à morte. Vamos vê-lo no auge do poder, vamos entrar na solidão em que viveu, vamos, à beira do fim, tocar a sua amargura. Que Salazar nos mostram os discursos, entrevistas, confissões e os seus desabafos íntimos? Salazar foi pródigo nas palavras: falou com abundância e até com exuberância. Escreveu cuidadosamente, para o futuro e para o mito, discursos políticos, sociais, ideológicos e económicos. Revelou, em entrevistas rigorosamente controladas, um calculado lado humano. Uma ou outra vez, escapou-lhe o seu fundo íntimo, sobretudo nos momentos de fragilidade para que a velhice e a doença o empurraram. Este livro de citações de Salazar é original: o primeiro em que as citações surgem ano a ano, de 1926 a 1970, com indicação da data e da circunstância em que Salazar falou. E cada década é precedida de um contexto histórico, da autoria do organizador, Manuel S. Fonseca, permitindo ao leitor uma clara percepção das razões, conflitos e pressões que cercavam Salazar quando disse o que disse e este livro transcreve.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 424
Sinopse:
É incrivelmente rico, de uma beleza pecaminosa, e consegue levá-la a píncaros de prazer como nunca conheceu. Para Livy, é impossível voltar atrás. Está decidida a ser a luz que rompe as trevas da vida de Miller. Mas esta nova vida exige um preço alto… Miller sabe que o poder de que desfruta não é isento de sacrifícios, mas não está disposto a sacrificar Livy. Embora não deseje nada além de a poder usufruir de todas as maneiras, a sua principal obrigação é protegê-la a todo o custo… protegê-la dos seus erros, dos seus inimigos e de si próprio. Contudo, à medida que esse amor insaciável se intensifica, acabam por atrair as atenções de um perigoso terceiro elemento. Após descobrir a respeito de Miller coisas que a abalam no mais profundo do seu ser, Livy vê-se forçada a decidir se ele está ou não perdido além da possibilidade de redenção. E ele tem de enfrentar o medo de, ao procurar salvá-la, acabar por perdê-la…
Nº Páginas: 424
Sinopse:
É incrivelmente rico, de uma beleza pecaminosa, e consegue levá-la a píncaros de prazer como nunca conheceu. Para Livy, é impossível voltar atrás. Está decidida a ser a luz que rompe as trevas da vida de Miller. Mas esta nova vida exige um preço alto… Miller sabe que o poder de que desfruta não é isento de sacrifícios, mas não está disposto a sacrificar Livy. Embora não deseje nada além de a poder usufruir de todas as maneiras, a sua principal obrigação é protegê-la a todo o custo… protegê-la dos seus erros, dos seus inimigos e de si próprio. Contudo, à medida que esse amor insaciável se intensifica, acabam por atrair as atenções de um perigoso terceiro elemento. Após descobrir a respeito de Miller coisas que a abalam no mais profundo do seu ser, Livy vê-se forçada a decidir se ele está ou não perdido além da possibilidade de redenção. E ele tem de enfrentar o medo de, ao procurar salvá-la, acabar por perdê-la…
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto as bombas da Blitz arrasam a cidade de Londres, uma menina de cinco anos, posta a salvo no paraíso do campo inglês, encontra companhia na leitura de um grande volume encadernado sobre os mitos nórdicos. Ódin, Loki, Baldur e a terra de Midgard desfilam avidamente pelos seus olhos, tornam-se nomes e locais familiares, abrindo uma janela para a exploração de um mundo que é, afinal, espelho do seu. Um livro encantatório, no qual a intensidade autobiográfica e a reconstrução poética dos mitos nórdicos contribuem para delinear um inquietante paralelismo entre o Crepúsculo dos Deuses e a destruição dos recursos do planeta por parte da nossa civilização.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto as bombas da Blitz arrasam a cidade de Londres, uma menina de cinco anos, posta a salvo no paraíso do campo inglês, encontra companhia na leitura de um grande volume encadernado sobre os mitos nórdicos. Ódin, Loki, Baldur e a terra de Midgard desfilam avidamente pelos seus olhos, tornam-se nomes e locais familiares, abrindo uma janela para a exploração de um mundo que é, afinal, espelho do seu. Um livro encantatório, no qual a intensidade autobiográfica e a reconstrução poética dos mitos nórdicos contribuem para delinear um inquietante paralelismo entre o Crepúsculo dos Deuses e a destruição dos recursos do planeta por parte da nossa civilização.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 128
Sinopse:
HISTÓRIAS REAIS DO PORTUGAL RACISTA QUE AINDA VIVE NO MITO DO NÃO-RACISMO Um homem quer alugar uma casa, mas assim que diz o seu nome africano deixa de receber respostas. Uma avó da Cova da Moura é atirada ao chão por um polícia quando pergunta pelo neto. Uma mulher negra com formação superior vai ao hospital e perguntam-lhe se sabe ler as placas informativas. Por causa da cor da pele. Tudo isto acontece em Portugal, a portugueses negros, e é contado na primeira pessoa no livro No País dos Brancos Costumes, que dá continuidade à investigação de Racismo em Português. Assim se completa o retrato de um país que em 1982 deixou de atribuir a nacionalidade portuguesa aos filhos de imigrantes nascidos em Portugal, e onde ainda há quem encontre listas de escravos (com os respectivos preços) nos baús dos avós, entre outros brandos - brancos - costumes. "Vês casos de futebolistas que facilmente tiveram a nacionalidade, isso cria-te uma revolta. Vês alguns que chegam a Portugal e passados três anos têm a nacionalidade, e tu que nasceste cá... Não podes estudar, não podes jogar à bola, então o que podes fazer?" "Se a Câmara vier aqui pôr-me na rua, da maneira que eu vejo fazer, que vida é a minha? Para onde vou? Para debaixo da ponte? Sou negro, mas sou português de nascimento. Andei a dar a minha vida pela pátria portuguesa. E agora: sou um cão?" "Devíamos contar com a polícia. Mas eu quero é estar longe deles. Mesmo que fosse culpado, não deviam agir assim, eu não devia apanhar aquela porrada. Se fosse com um ‘tuga’ não tinha acontecido." "Quantos professores universitários negros existem nas universidades? Não é estranho num país que se orgulha da sua ‘experiência’ africana? Quantos deputados? Quantos directores de serviços públicos? Quantos ministros não-brancos teve este país?" Inclui dvd de oferta, com as reportagens feitas para o jornal Público.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
HISTÓRIAS REAIS DO PORTUGAL RACISTA QUE AINDA VIVE NO MITO DO NÃO-RACISMO Um homem quer alugar uma casa, mas assim que diz o seu nome africano deixa de receber respostas. Uma avó da Cova da Moura é atirada ao chão por um polícia quando pergunta pelo neto. Uma mulher negra com formação superior vai ao hospital e perguntam-lhe se sabe ler as placas informativas. Por causa da cor da pele. Tudo isto acontece em Portugal, a portugueses negros, e é contado na primeira pessoa no livro No País dos Brancos Costumes, que dá continuidade à investigação de Racismo em Português. Assim se completa o retrato de um país que em 1982 deixou de atribuir a nacionalidade portuguesa aos filhos de imigrantes nascidos em Portugal, e onde ainda há quem encontre listas de escravos (com os respectivos preços) nos baús dos avós, entre outros brandos - brancos - costumes. "Vês casos de futebolistas que facilmente tiveram a nacionalidade, isso cria-te uma revolta. Vês alguns que chegam a Portugal e passados três anos têm a nacionalidade, e tu que nasceste cá... Não podes estudar, não podes jogar à bola, então o que podes fazer?" "Se a Câmara vier aqui pôr-me na rua, da maneira que eu vejo fazer, que vida é a minha? Para onde vou? Para debaixo da ponte? Sou negro, mas sou português de nascimento. Andei a dar a minha vida pela pátria portuguesa. E agora: sou um cão?" "Devíamos contar com a polícia. Mas eu quero é estar longe deles. Mesmo que fosse culpado, não deviam agir assim, eu não devia apanhar aquela porrada. Se fosse com um ‘tuga’ não tinha acontecido." "Quantos professores universitários negros existem nas universidades? Não é estranho num país que se orgulha da sua ‘experiência’ africana? Quantos deputados? Quantos directores de serviços públicos? Quantos ministros não-brancos teve este país?" Inclui dvd de oferta, com as reportagens feitas para o jornal Público.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando, certo dia, o preguiçoso e beberrão Sr. Jones se esquece de alimentar os seus animais, a Quinta do Solar é virada de cascos para o ar. Liderada pelos valentes porcos Napoleon e Snowball, a bicharada conquista a propriedade e expulsa os humanos. Cães e cavalos, vacas e ovelhas passam a habitar livremente a recém-batizada "Quinta dos Animais". Juntos constroem um projeto onde todos têm os mesmos direitos, mas cedo percebem que a desejada utopia tarda em concretizar-se e, no emaranhado de pernas e patas, os valores da Revolução tropeçam lentamente no esquecimento. Seriam de facto todos iguais? Publicado em 1945, "Quinta dos Animais" continua a ser a alegoria mais atual dos tempos modernos, lembrando-nos de erros e equívocos repetidamente cometidos ao longo da História.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando, certo dia, o preguiçoso e beberrão Sr. Jones se esquece de alimentar os seus animais, a Quinta do Solar é virada de cascos para o ar. Liderada pelos valentes porcos Napoleon e Snowball, a bicharada conquista a propriedade e expulsa os humanos. Cães e cavalos, vacas e ovelhas passam a habitar livremente a recém-batizada "Quinta dos Animais". Juntos constroem um projeto onde todos têm os mesmos direitos, mas cedo percebem que a desejada utopia tarda em concretizar-se e, no emaranhado de pernas e patas, os valores da Revolução tropeçam lentamente no esquecimento. Seriam de facto todos iguais? Publicado em 1945, "Quinta dos Animais" continua a ser a alegoria mais atual dos tempos modernos, lembrando-nos de erros e equívocos repetidamente cometidos ao longo da História.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Quando uma amiga lhe perguntou como devia educar a filha como feminista, Chimamanda Ngozi Adichie respondeu com uma carta: Querida Ijeawele… Neste texto intimista, a escritora faz 15 sugestões. O seu objetivo? Fortalecer as novas gerações de mulheres e proporcionar-lhes ferramentas para crescerem com um maior sentido de identidade e independência. Da aparência à parentalidade, do casamento à sexualidade e até mesmo à escolha dos brinquedos na infância, a autora explora temas fundamentais e incita as mulheres a desprenderem-se dos velhos mitos. É uma das vozes mais poderosas que se erguem num debate que não é apenas importante - é necessário e urgente. Querida Ijeawele é um texto curto mas repleto de sabedoria. Um manifesto sobre o feminismo que não é apenas para mulheres. Porque o feminismo não pressupõe a exclusão dos homens. Pressupõe a igualdade de direitos para todos. Com humor, inteligência e compaixão, Chimamanda Ngozi Adichie reflete sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje, numa obra que promete ser revolucionária… e que pretende apenas um mundo mais justo.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Quando uma amiga lhe perguntou como devia educar a filha como feminista, Chimamanda Ngozi Adichie respondeu com uma carta: Querida Ijeawele… Neste texto intimista, a escritora faz 15 sugestões. O seu objetivo? Fortalecer as novas gerações de mulheres e proporcionar-lhes ferramentas para crescerem com um maior sentido de identidade e independência. Da aparência à parentalidade, do casamento à sexualidade e até mesmo à escolha dos brinquedos na infância, a autora explora temas fundamentais e incita as mulheres a desprenderem-se dos velhos mitos. É uma das vozes mais poderosas que se erguem num debate que não é apenas importante - é necessário e urgente. Querida Ijeawele é um texto curto mas repleto de sabedoria. Um manifesto sobre o feminismo que não é apenas para mulheres. Porque o feminismo não pressupõe a exclusão dos homens. Pressupõe a igualdade de direitos para todos. Com humor, inteligência e compaixão, Chimamanda Ngozi Adichie reflete sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje, numa obra que promete ser revolucionária… e que pretende apenas um mundo mais justo.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O último romance de um dos mais conhecidos autores americanos contemporâneos numa edição limitada de capa dura. Escrito enquanto Bukowski lutava contra a doença de que viria a morrer, "Pulp" é a despedida do autor aos seus leitores e um romance de corajosa autocrítica.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O último romance de um dos mais conhecidos autores americanos contemporâneos numa edição limitada de capa dura. Escrito enquanto Bukowski lutava contra a doença de que viria a morrer, "Pulp" é a despedida do autor aos seus leitores e um romance de corajosa autocrítica.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Um momento de dor extrema conduz Manuela, sem que o compreenda, a uma viagem no tempo. Chega ao Brasil de 1813, um território sob domínio português, onde na sombra cresce a Revolução Pernambucana, o primeiro movimento a ultrapassar a fase conspiratória, um passo inspirador para a independência do Brasil da coroa portuguesa, que anos antes fugira de Lisboa para o Rio de Janeiro. Enquanto tenta adaptar-se a um mar de adversidades e preconceitos que resultam da diferença entre séculos, o inesperado acontece-lhe… apaixona-se por um militar e acaba rendida às emoções de uma vibrante história de amor. Manuela revive episódios históricos e cruza-se com personagens verídicas. Convive com a realeza e choca-se com o mais hediondo negócio de todos os tempos… a escravatura. Uma mulher entre dois territórios, uma alma que se procura a ela própria. Pelos olhos desta viajante assistiremos às origens, tão apaixonadas quanto violentas, de uma nação. Tal como um centelha provoca um incêndio, há um primórdio para toda uma existência. Será possível alterar o passado? Valerá a pena lutar contra o destino ou será o próprio sofrimento o passaporte para o futuro?
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Um momento de dor extrema conduz Manuela, sem que o compreenda, a uma viagem no tempo. Chega ao Brasil de 1813, um território sob domínio português, onde na sombra cresce a Revolução Pernambucana, o primeiro movimento a ultrapassar a fase conspiratória, um passo inspirador para a independência do Brasil da coroa portuguesa, que anos antes fugira de Lisboa para o Rio de Janeiro. Enquanto tenta adaptar-se a um mar de adversidades e preconceitos que resultam da diferença entre séculos, o inesperado acontece-lhe… apaixona-se por um militar e acaba rendida às emoções de uma vibrante história de amor. Manuela revive episódios históricos e cruza-se com personagens verídicas. Convive com a realeza e choca-se com o mais hediondo negócio de todos os tempos… a escravatura. Uma mulher entre dois territórios, uma alma que se procura a ela própria. Pelos olhos desta viajante assistiremos às origens, tão apaixonadas quanto violentas, de uma nação. Tal como um centelha provoca um incêndio, há um primórdio para toda uma existência. Será possível alterar o passado? Valerá a pena lutar contra o destino ou será o próprio sofrimento o passaporte para o futuro?
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários.Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós. "Porquê e Para Quê? — Pensar com esperança o Portugal de hoje" reúne as principais intervenções de D. Manuel Clemente no campo plural que é o da cultura, entre 2009 e 2010. Conservam-se as referências temporais, mas não são elas a determinar a sequência. Antes, ousamos sublinhar afinidades e correspondências entre os textos, sem contudo forçar uma compartimentação. De facto, um traço maior do pensamento do actual Bispo do Porto é precisamente o contrário: ele coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas. Neste tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários.Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós. "Porquê e Para Quê? — Pensar com esperança o Portugal de hoje" reúne as principais intervenções de D. Manuel Clemente no campo plural que é o da cultura, entre 2009 e 2010. Conservam-se as referências temporais, mas não são elas a determinar a sequência. Antes, ousamos sublinhar afinidades e correspondências entre os textos, sem contudo forçar uma compartimentação. De facto, um traço maior do pensamento do actual Bispo do Porto é precisamente o contrário: ele coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas. Neste tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Obra clássica sobre o pensamento e a natureza humana. Em 1931, o Instituto para a Cooperação Intelectual convidou Einstein, já então um físico reconhecido, para iniciar uma troca de ideias, sobre a natureza humana, política, guerra e paz, com alguém cuja dimensão intelectual e trabalho merecessem a admiração do próprio Einstein. O criador da teoria da relatividade, ainda que reticente acerca da psicanálise, escolheu Freud. O resultado está neste livro, que permite um lugar privilegiado para observar de perto o diálogo, os pensamentos e as argumentações de dois cérebros que marcaram a História e cujas ideias são ainda influentes no nosso tempo. Esse diálogo escrito, sobre os instintos violentos do homem, as enfermidades sociais ou os poderes do Estado, começaria com uma inquietação de Einstein: "Existe alguma forma de livrar a humanidade da ameaça da guerra?"
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Obra clássica sobre o pensamento e a natureza humana. Em 1931, o Instituto para a Cooperação Intelectual convidou Einstein, já então um físico reconhecido, para iniciar uma troca de ideias, sobre a natureza humana, política, guerra e paz, com alguém cuja dimensão intelectual e trabalho merecessem a admiração do próprio Einstein. O criador da teoria da relatividade, ainda que reticente acerca da psicanálise, escolheu Freud. O resultado está neste livro, que permite um lugar privilegiado para observar de perto o diálogo, os pensamentos e as argumentações de dois cérebros que marcaram a História e cujas ideias são ainda influentes no nosso tempo. Esse diálogo escrito, sobre os instintos violentos do homem, as enfermidades sociais ou os poderes do Estado, começaria com uma inquietação de Einstein: "Existe alguma forma de livrar a humanidade da ameaça da guerra?"
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: "Poesia". Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: "agon", combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é "apesar das" ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue." (Pedro Eiras) As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: "Poesia". Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: "agon", combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é "apesar das" ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue." (Pedro Eiras) As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
China, década de 1850. Peónia, uma criança chinesa, é vendida como serva a uma família judia rica de Kaifeng. Os judeus viveram durante centenas de anos nessa região do país mas, em meados do século XIX, a assimilação começou a afetar a sua comunidade. Peónia e o filho da família, David, crescem juntos e, quando se apaixonam um pelo outro, irão enfrentar uma forte oposição de todos os lados. A tradição proíbe o seu casamento, e a família já tem em mente a filha de um rabino para mulher de David. Entretanto, Peónia tem também um conflito interior para resolver - o confronto entre o seu amor por David e a devoção à família adotiva. Baseado em factos históricos, "Peónia" é um romance há muito celebrado pelo tratamento subtil e imparcial das tradições em colisão. Uma história envolvente sobre amor, identidade e a tragédia e a beleza que se encontram na interseção de duas culturas díspares.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
China, década de 1850. Peónia, uma criança chinesa, é vendida como serva a uma família judia rica de Kaifeng. Os judeus viveram durante centenas de anos nessa região do país mas, em meados do século XIX, a assimilação começou a afetar a sua comunidade. Peónia e o filho da família, David, crescem juntos e, quando se apaixonam um pelo outro, irão enfrentar uma forte oposição de todos os lados. A tradição proíbe o seu casamento, e a família já tem em mente a filha de um rabino para mulher de David. Entretanto, Peónia tem também um conflito interior para resolver - o confronto entre o seu amor por David e a devoção à família adotiva. Baseado em factos históricos, "Peónia" é um romance há muito celebrado pelo tratamento subtil e imparcial das tradições em colisão. Uma história envolvente sobre amor, identidade e a tragédia e a beleza que se encontram na interseção de duas culturas díspares.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Apesar das discussões provocadas pelas suas personalidades distintas, Eric Zimmerman e Judith Flores continuam tão apaixonados como no dia em que os seus olhares se cruzaram pela primeira vez. Juntos construíram uma família maravilhosa que adoram e pela qual seriam capazes de fazer o que fosse preciso. O advogado Björne a ex-tenente Mel continuam a viver a sua bonita história de amor ao lado da pequena princesa Sami. Não há dúvida de que a vida em comum lhes tem feito bem. Mas há algo que Björn não consegue de Mel: que ela se case com ele. As relações dos dois casais seguem de vento em popa. Amam-se, respeitam-se, e nada parece fora do lugar… Até que, de repente, pessoas e segredos do passado regressam às suas vidas e viram tudo do avesso. Serão eles capazes de superar esta reviravolta inesperada? Conseguirá o amor que sentem resistir a tudo? Ou, pelo contrário, irão os seus sentimentos mudar para sempre?
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Apesar das discussões provocadas pelas suas personalidades distintas, Eric Zimmerman e Judith Flores continuam tão apaixonados como no dia em que os seus olhares se cruzaram pela primeira vez. Juntos construíram uma família maravilhosa que adoram e pela qual seriam capazes de fazer o que fosse preciso. O advogado Björne a ex-tenente Mel continuam a viver a sua bonita história de amor ao lado da pequena princesa Sami. Não há dúvida de que a vida em comum lhes tem feito bem. Mas há algo que Björn não consegue de Mel: que ela se case com ele. As relações dos dois casais seguem de vento em popa. Amam-se, respeitam-se, e nada parece fora do lugar… Até que, de repente, pessoas e segredos do passado regressam às suas vidas e viram tudo do avesso. Serão eles capazes de superar esta reviravolta inesperada? Conseguirá o amor que sentem resistir a tudo? Ou, pelo contrário, irão os seus sentimentos mudar para sempre?
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Paula", com um forte cunho autobiográfico, é uma das obras mais intensas de Isabel Allende, que nos faz revisitar o universo mágico dos seus primeiros romances. Paula, a filha da escritora, adoeceu gravemente, entrando pouco tempo depois em coma. Durante meses no hospital, a autora começou a escrever a história da família para a filha, que permanecia inconsciente. Nesse relato somos levados a conhecer os segredos e recordações mais íntimos do seu passado e do seu país natal, o Chile, ao mesmo tempo que assistimos às sucessivas tentativas de contrariar e, por fim, aceitar a partida iminente de um ente querido. Escrita como uma catarse face à irreversível doença, "Paula" é uma enorme lição de vida, ao mesmo tempo que nos permite conhecer um pouco melhor o mundo fantástico de "A casa dos espíritos e Eva Luna" e concluir que as suas personagens pertencem, na verdade, ao mundo fantástico de Isabel Allende: a sua realidade encantada.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Paula", com um forte cunho autobiográfico, é uma das obras mais intensas de Isabel Allende, que nos faz revisitar o universo mágico dos seus primeiros romances. Paula, a filha da escritora, adoeceu gravemente, entrando pouco tempo depois em coma. Durante meses no hospital, a autora começou a escrever a história da família para a filha, que permanecia inconsciente. Nesse relato somos levados a conhecer os segredos e recordações mais íntimos do seu passado e do seu país natal, o Chile, ao mesmo tempo que assistimos às sucessivas tentativas de contrariar e, por fim, aceitar a partida iminente de um ente querido. Escrita como uma catarse face à irreversível doença, "Paula" é uma enorme lição de vida, ao mesmo tempo que nos permite conhecer um pouco melhor o mundo fantástico de "A casa dos espíritos e Eva Luna" e concluir que as suas personagens pertencem, na verdade, ao mundo fantástico de Isabel Allende: a sua realidade encantada.
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Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Património, uma história verdadeira" toca nas emoções ainda com mais profundidade do que qualquer outra obra do autor. Roth assiste à batalha que o seu pai - famoso pelo seu vigor, charme e pelo seu repertório de recordações de Newark - trava com o tumor cerebral que o irá matar. O filho, repleto de amor, ansiedade e medo, acompanha-o em cada atemorizante estádio da sua provação final e, ao fazê-lo, revela o apego à vida que marcou o compromisso longo e teimoso do seu pai com a vida.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Património, uma história verdadeira" toca nas emoções ainda com mais profundidade do que qualquer outra obra do autor. Roth assiste à batalha que o seu pai - famoso pelo seu vigor, charme e pelo seu repertório de recordações de Newark - trava com o tumor cerebral que o irá matar. O filho, repleto de amor, ansiedade e medo, acompanha-o em cada atemorizante estádio da sua provação final e, ao fazê-lo, revela o apego à vida que marcou o compromisso longo e teimoso do seu pai com a vida.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Philip Roth aborda frequentemente a necessidade humana de demolir, desafiar, opor, separar. Neste livro, contudo, foca-se no oposto: a necessidade de viver uma vida calma e normal. Seymour "Sueco" Levov, um lendário atleta universitário, devotado homem de família, trabalhador esforçado e próspero herdeiro, envelhece na triunfante América do pós-guerra, vendo esfumar-se tudo o que ama quando o país começa a efervescer nos turbulentos anos 60. Nem o mais tranquilo e bem-intencionado cidadão consegue escapar à vassourada da história, nem o Sueco pode permanecer para sempre na felicidade da amada e velha quinta em que vive com a sua bela mulher e a filha, que se torna uma revolucionária terrorista apostada em destruir o paraíso de seu pai. A inocência do Sueco Levov é varrida pelos tempos - como tudo o que foi criado pela sua família, através de gerações, deitado por terra na violenta explosão de uma bomba no seu bucólico quintal.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Philip Roth aborda frequentemente a necessidade humana de demolir, desafiar, opor, separar. Neste livro, contudo, foca-se no oposto: a necessidade de viver uma vida calma e normal. Seymour "Sueco" Levov, um lendário atleta universitário, devotado homem de família, trabalhador esforçado e próspero herdeiro, envelhece na triunfante América do pós-guerra, vendo esfumar-se tudo o que ama quando o país começa a efervescer nos turbulentos anos 60. Nem o mais tranquilo e bem-intencionado cidadão consegue escapar à vassourada da história, nem o Sueco pode permanecer para sempre na felicidade da amada e velha quinta em que vive com a sua bela mulher e a filha, que se torna uma revolucionária terrorista apostada em destruir o paraíso de seu pai. A inocência do Sueco Levov é varrida pelos tempos - como tudo o que foi criado pela sua família, através de gerações, deitado por terra na violenta explosão de uma bomba no seu bucólico quintal.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Tendo como pano de fundo as tensões políticas no dealbar da Guerra Fria, a Cidade Luz, foco geográfico onde estas tensões diplomáticas primeiro tomaram corpo, é aqui retratada de modo vívido em todas as suas vertentes: social, política, histórica. Paris entre 1944 e 1949 é uma cidade entregue a ajustes de contas de justiça duvidosa, a negociantes do mercado negro que enriquecem à custa de uma população miserável e, redentoramente, a um número crescente de intelectuais e artistas - incluindo Hemingway, Beckett, Camus, Sartre, Beauvoir, Cocteau e Picasso - que se revelar essenciais na sua revitalização e afirmação como capital cultural da Europa. Um retrato fascinante e muito bem documentado dos inúmeros mundos que Paris contém: dos bordéis aos clubes de jazz, dos tribunais aos vetustos castelos da vieille France no rescaldo da humilhação causada pela derrocada da França e pela Ocupação.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Tendo como pano de fundo as tensões políticas no dealbar da Guerra Fria, a Cidade Luz, foco geográfico onde estas tensões diplomáticas primeiro tomaram corpo, é aqui retratada de modo vívido em todas as suas vertentes: social, política, histórica. Paris entre 1944 e 1949 é uma cidade entregue a ajustes de contas de justiça duvidosa, a negociantes do mercado negro que enriquecem à custa de uma população miserável e, redentoramente, a um número crescente de intelectuais e artistas - incluindo Hemingway, Beckett, Camus, Sartre, Beauvoir, Cocteau e Picasso - que se revelar essenciais na sua revitalização e afirmação como capital cultural da Europa. Um retrato fascinante e muito bem documentado dos inúmeros mundos que Paris contém: dos bordéis aos clubes de jazz, dos tribunais aos vetustos castelos da vieille France no rescaldo da humilhação causada pela derrocada da França e pela Ocupação.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 672
Sinopse:
O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos ter sido o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos ter sido o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Serão as palavras capazes de dizer tudo? Nada faria prever que a venda do vestido de noiva que eu nunca cheguei a usar me faria cruzar com a mais meiga mensagem de amor que alguma vez lera. Obrigado por tornares todos os meus sonhos realidade. Assim terminava o bilhete cosido ao forro de um vestido numa loja de roupa vintage. Quem o assinava era Reed Eastwood, que só podia ser o homem mais romântico de sempre. E eu não iria descansar enquanto não o descobrisse. Quis o destino que uma oferta irrecusável me colocasse a trabalhar na empresa dele. E, de repente, Reed Eastwood, aquele homem deslumbrante e lindo de morrer, passou a ser o meu patrão. Mas a verdade é que o meu emprego de sonho poderia vir a transformar-se em pesadelo, já que bem depressa descobri que Reed era afinal arrogante, cínico e paternalista! Mas nada disso iria demover-me de descobrir a história por detrás daquela mensagem tão bonita. Ainda que para mim ele guardasse as palavras mais amargas, algo de muito doce se escondia naquele homem. Mas… seria eu capaz de derreter aquele coração? Ou por vezes o coração fala mais alto?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Serão as palavras capazes de dizer tudo? Nada faria prever que a venda do vestido de noiva que eu nunca cheguei a usar me faria cruzar com a mais meiga mensagem de amor que alguma vez lera. Obrigado por tornares todos os meus sonhos realidade. Assim terminava o bilhete cosido ao forro de um vestido numa loja de roupa vintage. Quem o assinava era Reed Eastwood, que só podia ser o homem mais romântico de sempre. E eu não iria descansar enquanto não o descobrisse. Quis o destino que uma oferta irrecusável me colocasse a trabalhar na empresa dele. E, de repente, Reed Eastwood, aquele homem deslumbrante e lindo de morrer, passou a ser o meu patrão. Mas a verdade é que o meu emprego de sonho poderia vir a transformar-se em pesadelo, já que bem depressa descobri que Reed era afinal arrogante, cínico e paternalista! Mas nada disso iria demover-me de descobrir a história por detrás daquela mensagem tão bonita. Ainda que para mim ele guardasse as palavras mais amargas, algo de muito doce se escondia naquele homem. Mas… seria eu capaz de derreter aquele coração? Ou por vezes o coração fala mais alto?
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Embora esteja seguro de que os colonos da América ganharão a Guerra de Independência, Jamie duvida que a vitória garanta a sobrevivência de todos aqueles que ama e teme pelas consequências das suas escolhas. A sua principal preocupação centra-se em William, o jovem tenente do exército britânico, seu filho ilegítimo, que Jamie não quer de forma alguma ter de enfrentar no campo de batalha. Será que William desconfiará que Jamie é o seu pai biológico? Claire partilha a certeza de que os Americanos vencerão, mas desconhece o preço a pagar por isso. No que depender dela, tudo fará para proteger a vida e a felicidade do marido, Jamie. Entretanto, no século XX, Brianna e Roger continuam a acompanhar o desenrolar da história dos pais de Brianna, Claire e Jamie, através das suas cartas, que viajaram pelos séculos até chegarem às mãos da filha. Será que finalmente Brianna e Roger descobrirão qual o destino de Claire, bem como o que lhes reserva o seu próprio destino? O que aconteceu a Jemmy?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Embora esteja seguro de que os colonos da América ganharão a Guerra de Independência, Jamie duvida que a vitória garanta a sobrevivência de todos aqueles que ama e teme pelas consequências das suas escolhas. A sua principal preocupação centra-se em William, o jovem tenente do exército britânico, seu filho ilegítimo, que Jamie não quer de forma alguma ter de enfrentar no campo de batalha. Será que William desconfiará que Jamie é o seu pai biológico? Claire partilha a certeza de que os Americanos vencerão, mas desconhece o preço a pagar por isso. No que depender dela, tudo fará para proteger a vida e a felicidade do marido, Jamie. Entretanto, no século XX, Brianna e Roger continuam a acompanhar o desenrolar da história dos pais de Brianna, Claire e Jamie, através das suas cartas, que viajaram pelos séculos até chegarem às mãos da filha. Será que finalmente Brianna e Roger descobrirão qual o destino de Claire, bem como o que lhes reserva o seu próprio destino? O que aconteceu a Jemmy?
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 1328
Sinopse:
1771. Na Carolina do Norte vive-se um frágil equilíbrio entre os legalistas e os reguladores. E, entre as partes prestes a entrar em conflito, está Jamie Fraser, um homem de honra, exilado da sua amada Escócia. A sua mulher, Claire Randall, a intrépida viajante no tempo que conheceu nas Terras Altas da Escócia, em 1743, em pleno conflito entre ingleses e escoceses, avisa-o de que a guerra está eminente. Apesar de não querer, terá de acreditar nela, pois Jamie está ciente de que não pode ignorar o conhecimento que só uma viajante do tempo poderia ter. A visão única de Claire sobre o futuro é uma tocha cintilante que a poderá guiar pelos perigosos anos que se avizinham ou atear um fogo que reduzirá a sua vida e a dos seus a cinzas...
Nº Páginas: 1328
Sinopse:
1771. Na Carolina do Norte vive-se um frágil equilíbrio entre os legalistas e os reguladores. E, entre as partes prestes a entrar em conflito, está Jamie Fraser, um homem de honra, exilado da sua amada Escócia. A sua mulher, Claire Randall, a intrépida viajante no tempo que conheceu nas Terras Altas da Escócia, em 1743, em pleno conflito entre ingleses e escoceses, avisa-o de que a guerra está eminente. Apesar de não querer, terá de acreditar nela, pois Jamie está ciente de que não pode ignorar o conhecimento que só uma viajante do tempo poderia ter. A visão única de Claire sobre o futuro é uma tocha cintilante que a poderá guiar pelos perigosos anos que se avizinham ou atear um fogo que reduzirá a sua vida e a dos seus a cinzas...
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Os contos de Fernando Pessoa, marcados pela filosofia e pelo esoterismo, são paradoxais e singulares, mas, ao mesmo tempo, de grande clareza e fluidez. O conjunto reunido na presente antologia lança uma nova luz sobre a sua obra.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Os contos de Fernando Pessoa, marcados pela filosofia e pelo esoterismo, são paradoxais e singulares, mas, ao mesmo tempo, de grande clareza e fluidez. O conjunto reunido na presente antologia lança uma nova luz sobre a sua obra.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Em meados do século XVI o rei D. João III oferece a seu primo, o arquiduque Maximiliano da Áustria, genro do imperador Carlos V, um elefante indiano que há dois anos se encontra em Belém, vindo da Índia. Do facto histórico que foi essa oferta não abundam os testemunhos. Mas há alguns. Com base nesses escassos elementos, e sobretudo com uma poderosa imaginação de ficcionista que já nos deu obras-primas como "Memorial do Convento" ou "O Ano da Morte de Ricardo Reis", José Saramago coloca nas mãos dos leitores esta obra excecional que é "A Viagem do Elefante". Caligrafia da capa por MÁRIO DE CARVALHO
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Em meados do século XVI o rei D. João III oferece a seu primo, o arquiduque Maximiliano da Áustria, genro do imperador Carlos V, um elefante indiano que há dois anos se encontra em Belém, vindo da Índia. Do facto histórico que foi essa oferta não abundam os testemunhos. Mas há alguns. Com base nesses escassos elementos, e sobretudo com uma poderosa imaginação de ficcionista que já nos deu obras-primas como "Memorial do Convento" ou "O Ano da Morte de Ricardo Reis", José Saramago coloca nas mãos dos leitores esta obra excecional que é "A Viagem do Elefante". Caligrafia da capa por MÁRIO DE CARVALHO
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Morgadinha e a sua prima Cristina alargam a galeria dinisina de mulheres fortes, femininas e virtuosas, dispostas a contornar as barreiras sociais por amor, como acontece com Madalena em relação a Augusto. Está também presente, neste terceiro romance de Júlio Dinis, uma forte componente de crítica social, que visa o fanatismo religioso e o clericalismo hipócrita.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Morgadinha e a sua prima Cristina alargam a galeria dinisina de mulheres fortes, femininas e virtuosas, dispostas a contornar as barreiras sociais por amor, como acontece com Madalena em relação a Augusto. Está também presente, neste terceiro romance de Júlio Dinis, uma forte componente de crítica social, que visa o fanatismo religioso e o clericalismo hipócrita.
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