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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo de um mês, Hélder Silva e David Araújo viveram uma das experiências pessoais e profissionais mais enriquecedoras e marcantes das suas vidas. Na qualidade de enviados especiais da RTP, conseguiram entrar na Venezuela praticamente fechada à imprensa estrangeira numa aventura que se estendeu à savana colombiana e ao estado do Amazonas, onde vigora a lei da bala imposta pelo Exército de Libertação Nacional, composto por dissidentes das FARC. Recolheram testemunhos impressionantes de mulheres que vendem o próprio cabelo para comprarem bens de primeira necessidade; de pessoas às portas da morte sem acesso a medicamentos que lhes poderiam salvar a vida; de crianças que fazem apenas uma refeição por dia em Petare, em Caracas, na maior favela da América Latina; e ouviram o relato de um dos líderes dos colectivos, os grupos paramilitares fiéis ao regime de Nicolás Maduro, que, a meio da entrevista, puxou de uma faca de guerra. Este livro conta como, poucos dias depois de terem chegado a Caracas, os autores conseguiram entrevistar Juan Guaidó, o homem que grande parte do mundo reconheceu como presidente interino da Venezuela em 2019. E não termina sem um relato detalhado dos momentos de maior terror que viveram na fronteira da Venezuela com a Colômbia, onde, a 23 de fevereiro desse ano, os militares "bolivarianos" impediram a entrada de ajuda humanitária disparando sobre civis que tentavam levar comida, roupa e medicamentos para território venezuelano. David Araújo, inclusive, acabou por ser sequestrado pelos colectivos
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo de um mês, Hélder Silva e David Araújo viveram uma das experiências pessoais e profissionais mais enriquecedoras e marcantes das suas vidas. Na qualidade de enviados especiais da RTP, conseguiram entrar na Venezuela praticamente fechada à imprensa estrangeira numa aventura que se estendeu à savana colombiana e ao estado do Amazonas, onde vigora a lei da bala imposta pelo Exército de Libertação Nacional, composto por dissidentes das FARC. Recolheram testemunhos impressionantes de mulheres que vendem o próprio cabelo para comprarem bens de primeira necessidade; de pessoas às portas da morte sem acesso a medicamentos que lhes poderiam salvar a vida; de crianças que fazem apenas uma refeição por dia em Petare, em Caracas, na maior favela da América Latina; e ouviram o relato de um dos líderes dos colectivos, os grupos paramilitares fiéis ao regime de Nicolás Maduro, que, a meio da entrevista, puxou de uma faca de guerra. Este livro conta como, poucos dias depois de terem chegado a Caracas, os autores conseguiram entrevistar Juan Guaidó, o homem que grande parte do mundo reconheceu como presidente interino da Venezuela em 2019. E não termina sem um relato detalhado dos momentos de maior terror que viveram na fronteira da Venezuela com a Colômbia, onde, a 23 de fevereiro desse ano, os militares "bolivarianos" impediram a entrada de ajuda humanitária disparando sobre civis que tentavam levar comida, roupa e medicamentos para território venezuelano. David Araújo, inclusive, acabou por ser sequestrado pelos colectivos
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma antologia das melhores entrevistas realizadas por jornalistas da histórica revista literária 'Paris Review', traduzidas por Carlos Vaz Marques. Entrevistas únicas a escritores como Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, William Faulkner, Jack Kerouac, Graham Greene, entre vários outros. "...a Paris Review tem mostrado a personagem por trás de cada colecção de personagens que alimentam uma obra." Expresso, atual.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma antologia das melhores entrevistas realizadas por jornalistas da histórica revista literária 'Paris Review', traduzidas por Carlos Vaz Marques. Entrevistas únicas a escritores como Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, William Faulkner, Jack Kerouac, Graham Greene, entre vários outros. "...a Paris Review tem mostrado a personagem por trás de cada colecção de personagens que alimentam uma obra." Expresso, atual.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Preocupada em entender como será crescer no mundo do século xxi, com os registos de mal-estar emocional e psicológico vivido em Portugal e com os milhões de deslocados por guerras ou alterações climáticas, Maria Palha quis perceber como podemos apoiar as futuras gerações a quebrarem estes ciclos de sofrimento e a serem emocionalmente mais saudáveis na sua relação consigo mesmas, com os outros e com o planeta. Para isso, entrevistou centenas de especialistas que assistem diariamente a estes movimentos: crianças dos 5 aos 12 anos, oriundas de 13 países diferentes, recolhendo as suas preocupações e sugestões do que todos devemos fazer para reforçar e levar a cabo o que nos define e distingue enquanto espécie: as emoções. Com a ajuda destas crianças, foi possível criar este kit de saúde emocional que dá voz aos temas que mais as inquietam, ajudando miúdos e graúdos a refletir sobre o tipo de sociedade que estamos a construir para as futuras gerações. Aliando técnicas lúdicas e pedagógicas a uma série de práticas usadas por famílias de diferentes culturas, este kit ajuda-nos a ser os adultos de que as crianças precisam e a apoiar o crescimento de gerações com maior autoconhecimento, com melhores relações com os outros e com interações mais significativas com o planeta. Por um mundo mais humano, por um futuro sustentável e pelo bemestar comum, é urgente emocionarmo-nos.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Preocupada em entender como será crescer no mundo do século xxi, com os registos de mal-estar emocional e psicológico vivido em Portugal e com os milhões de deslocados por guerras ou alterações climáticas, Maria Palha quis perceber como podemos apoiar as futuras gerações a quebrarem estes ciclos de sofrimento e a serem emocionalmente mais saudáveis na sua relação consigo mesmas, com os outros e com o planeta. Para isso, entrevistou centenas de especialistas que assistem diariamente a estes movimentos: crianças dos 5 aos 12 anos, oriundas de 13 países diferentes, recolhendo as suas preocupações e sugestões do que todos devemos fazer para reforçar e levar a cabo o que nos define e distingue enquanto espécie: as emoções. Com a ajuda destas crianças, foi possível criar este kit de saúde emocional que dá voz aos temas que mais as inquietam, ajudando miúdos e graúdos a refletir sobre o tipo de sociedade que estamos a construir para as futuras gerações. Aliando técnicas lúdicas e pedagógicas a uma série de práticas usadas por famílias de diferentes culturas, este kit ajuda-nos a ser os adultos de que as crianças precisam e a apoiar o crescimento de gerações com maior autoconhecimento, com melhores relações com os outros e com interações mais significativas com o planeta. Por um mundo mais humano, por um futuro sustentável e pelo bemestar comum, é urgente emocionarmo-nos.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro livro a fazer o balanço dos 150 anos do Grupo Espírito Santo: desde a sua fundação, com José Maria Espírito Santo, ainda no século XIX, até ao fim, entre 2013 e 2014. Escrita por Luciano Amaral, especialista em história económica portuguesa, esta obra conta a estratégia de crescimento do Grupo durante grande parte do século XX, até ao 25 de Abril. O regresso a Portugal, uma década após a sua nacionalização, foi um enorme sucesso, embora escondesse problemas estruturais que viriam a determinar a catástrofe final do Grupo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro livro a fazer o balanço dos 150 anos do Grupo Espírito Santo: desde a sua fundação, com José Maria Espírito Santo, ainda no século XIX, até ao fim, entre 2013 e 2014. Escrita por Luciano Amaral, especialista em história económica portuguesa, esta obra conta a estratégia de crescimento do Grupo durante grande parte do século XX, até ao 25 de Abril. O regresso a Portugal, uma década após a sua nacionalização, foi um enorme sucesso, embora escondesse problemas estruturais que viriam a determinar a catástrofe final do Grupo.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em 2019, o Papa Francisco reuniu bispos do mundo inteiro para combater o flagelo dos abusos sexuais por membros do clero. Só dois anos depois é que a Igreja portuguesa decidiu apurar a dimensão destes crimes no nosso país. A investigação do caso português foi então entregue a uma Comissão Independente, à semelhança do que já tinha acontecido noutros pontos do globo, em certos casos há mais de duas décadas. Enfrentando maior ou menor resistência, as conclusões desses estudos foram avassaladoras um pouco por todo o mundo - tanto pelo lado das vítimas, quase sempre descredibilizadas e carregando traumas para a vida, como pelo lado dos agressores, recorrentemente protegidos por uma estrutura de poder eclesiástico impenetrável. Em Portugal, quando finalmente foi levantado o pesado manto do silêncio, o retrato descoberto não foi menos chocante. "Em Nome do Pai" retrata um dos maiores abalos sofridos pela Igreja ao longo da sua história, situando o exemplo português e as suas particularidades, desde as histórias das vítimas ao perfil dos agressores, no contexto de um movimento internacional desencadeado pela própria Igreja, simultaneamente o motor e o travão das mudanças que se esperam de uma instituição dividida e avessa a transformações profundas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em 2019, o Papa Francisco reuniu bispos do mundo inteiro para combater o flagelo dos abusos sexuais por membros do clero. Só dois anos depois é que a Igreja portuguesa decidiu apurar a dimensão destes crimes no nosso país. A investigação do caso português foi então entregue a uma Comissão Independente, à semelhança do que já tinha acontecido noutros pontos do globo, em certos casos há mais de duas décadas. Enfrentando maior ou menor resistência, as conclusões desses estudos foram avassaladoras um pouco por todo o mundo - tanto pelo lado das vítimas, quase sempre descredibilizadas e carregando traumas para a vida, como pelo lado dos agressores, recorrentemente protegidos por uma estrutura de poder eclesiástico impenetrável. Em Portugal, quando finalmente foi levantado o pesado manto do silêncio, o retrato descoberto não foi menos chocante. "Em Nome do Pai" retrata um dos maiores abalos sofridos pela Igreja ao longo da sua história, situando o exemplo português e as suas particularidades, desde as histórias das vítimas ao perfil dos agressores, no contexto de um movimento internacional desencadeado pela própria Igreja, simultaneamente o motor e o travão das mudanças que se esperam de uma instituição dividida e avessa a transformações profundas.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais).
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais).
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 372
Sinopse:
"Devemos ter confiança e não nos deixar abater. A crise vai libertar novas energias. O mercado não morrerá se ficar sujeito a regras éticas e políticas. O mesmo sucederá com a globalização, desde que seja objecto de maior regulação. Novas energias e novas gerações aparecerão. É preciso regulamentar e supervisionar os mecanismos de mercado. Reforçar os Estados de Direito. E reformular o socialismo democrático - que em muitos casos se deixou "colonizar" pelo neoliberalismo - dignificando o trabalho, aprofundado as politicas sociais e lutando a sério em defesa do planeta, ameaçado, e pela solidariedade entre os humanos, em exclusões.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
"Devemos ter confiança e não nos deixar abater. A crise vai libertar novas energias. O mercado não morrerá se ficar sujeito a regras éticas e políticas. O mesmo sucederá com a globalização, desde que seja objecto de maior regulação. Novas energias e novas gerações aparecerão. É preciso regulamentar e supervisionar os mecanismos de mercado. Reforçar os Estados de Direito. E reformular o socialismo democrático - que em muitos casos se deixou "colonizar" pelo neoliberalismo - dignificando o trabalho, aprofundado as politicas sociais e lutando a sério em defesa do planeta, ameaçado, e pela solidariedade entre os humanos, em exclusões.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Um político a sério é aquele que se preocupa com o seu país acima de tudo, aquele que é patriota e busca não o seu bem-estar pessoal, mas sim o do país a que pertence.""O País está num impasse, sem saída. Não há qualquer estratégia. Tudo está parado e a incerteza quanto ao futuro é enorme."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Um político a sério é aquele que se preocupa com o seu país acima de tudo, aquele que é patriota e busca não o seu bem-estar pessoal, mas sim o do país a que pertence.""O País está num impasse, sem saída. Não há qualquer estratégia. Tudo está parado e a incerteza quanto ao futuro é enorme."
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que significa defender a democracia hoje? Que perigos é que o estado de direito enfrenta? George Soros, conhecido pela sua filantropia, política progressista e sucesso em investimentos, considera que a liberdade e os valores das sociedades abertas estão sob séria ameaça. Nos EUA, na Grã-Bretanha, na Itália e na Hungria, entre outros países, o populismo está em crescimento. Na China, o governo monitoriza a sociedade quase por completo. E a Europa observa impávida o que se vai passando. Através da sua rede de Open Society Foundations, o autor combate ativamente este cenário em mais de cem países. Neste livro, reúne um conjunto de escritos de importância vital, alguns dos quais inéditos. Neles, descreve o seu percurso de investidor para filantropo, partilha as suas opiniões sobre os mais recentes desenvolvimentos políticos na Europa, a crise financeira nos EUA, a sua filosofia inspirada pelo seu mentor Karl Popper e aquilo a que apelida de tragédia da União Europeia. A visão que George Soros nos oferece é a de quem sabe que é o inimigo público por excelência dos governos populistas de todo o mundo. E também de quem vê as conquistas democráticas do Ocidente em risco. A sua defesa ardente da liberdade, democracia, Estado de Direito, direitos humanos, justiça social e responsabilidade social como uma ideia universal é um alerta para protegermos os ideais da sociedade aberta.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que significa defender a democracia hoje? Que perigos é que o estado de direito enfrenta? George Soros, conhecido pela sua filantropia, política progressista e sucesso em investimentos, considera que a liberdade e os valores das sociedades abertas estão sob séria ameaça. Nos EUA, na Grã-Bretanha, na Itália e na Hungria, entre outros países, o populismo está em crescimento. Na China, o governo monitoriza a sociedade quase por completo. E a Europa observa impávida o que se vai passando. Através da sua rede de Open Society Foundations, o autor combate ativamente este cenário em mais de cem países. Neste livro, reúne um conjunto de escritos de importância vital, alguns dos quais inéditos. Neles, descreve o seu percurso de investidor para filantropo, partilha as suas opiniões sobre os mais recentes desenvolvimentos políticos na Europa, a crise financeira nos EUA, a sua filosofia inspirada pelo seu mentor Karl Popper e aquilo a que apelida de tragédia da União Europeia. A visão que George Soros nos oferece é a de quem sabe que é o inimigo público por excelência dos governos populistas de todo o mundo. E também de quem vê as conquistas democráticas do Ocidente em risco. A sua defesa ardente da liberdade, democracia, Estado de Direito, direitos humanos, justiça social e responsabilidade social como uma ideia universal é um alerta para protegermos os ideais da sociedade aberta.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB. Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas. Em Defesa da Independência Nacional é o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Mostra o que nos conduziu aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB. Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas. Em Defesa da Independência Nacional é o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Mostra o que nos conduziu aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 392
Sinopse:
A economia está de rastos. Não conseguiu prever, nem sequer impedir, as crises financeiras que abalaram os alicerces das sociedades. Haverá uma solução? Em Economia Donute, a investigadora de Oxford Kate Raworth identifica os sete aspetos críticos do sistema económico reinante que conduziram ao descontrolo atual, e define linhas orientadoras que poderão trazer a humanidade para uma zona de paz, onde as necessidades gerais ficarão satisfeitas com os meios disponíveis no planeta.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
A economia está de rastos. Não conseguiu prever, nem sequer impedir, as crises financeiras que abalaram os alicerces das sociedades. Haverá uma solução? Em Economia Donute, a investigadora de Oxford Kate Raworth identifica os sete aspetos críticos do sistema económico reinante que conduziram ao descontrolo atual, e define linhas orientadoras que poderão trazer a humanidade para uma zona de paz, onde as necessidades gerais ficarão satisfeitas com os meios disponíveis no planeta.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1957, Ryszard Kapuscinski aterrou pela primeira vez em África, enviado como correspondente de um jornal polaco, com o intuito de testemunhar o início do fim da era da colonização. Nos quarenta anos que se seguiram, aproveitou todas as oportunidades para lá voltar. Dos primeiros dias da independência do Gana ao genocídio Étnico no Ruanda, da travessia do deserto do Sara na companhia de tribos nómadas ao domicílio nos mais pobres bairros de lata da Nigéria, Kapuscinski embrenhou-se no continente, nas suas histórias, nas histórias dos seus povos. Este volume é o resultado de um espantoso trabalho jornalístico, alicerçado numa observação crítica dos acontecimentos, numa análise profunda dos seus impactos e numa aproximação excecional, de grande respeito e genuína curiosidade, a cada uma das pessoas que encontrou. Obra de referência deste que é por muitos considerado o melhor repórter do século XX, "Ébano" é um documento precioso para a compreensão da história africana do último meio século e dos desafios que hoje se impõem.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1957, Ryszard Kapuscinski aterrou pela primeira vez em África, enviado como correspondente de um jornal polaco, com o intuito de testemunhar o início do fim da era da colonização. Nos quarenta anos que se seguiram, aproveitou todas as oportunidades para lá voltar. Dos primeiros dias da independência do Gana ao genocídio Étnico no Ruanda, da travessia do deserto do Sara na companhia de tribos nómadas ao domicílio nos mais pobres bairros de lata da Nigéria, Kapuscinski embrenhou-se no continente, nas suas histórias, nas histórias dos seus povos. Este volume é o resultado de um espantoso trabalho jornalístico, alicerçado numa observação crítica dos acontecimentos, numa análise profunda dos seus impactos e numa aproximação excecional, de grande respeito e genuína curiosidade, a cada uma das pessoas que encontrou. Obra de referência deste que é por muitos considerado o melhor repórter do século XX, "Ébano" é um documento precioso para a compreensão da história africana do último meio século e dos desafios que hoje se impõem.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"E eis que, enfim, cerro a porta sobre a minha discussão. É bom estar só. Depois de todo o esforço para estar prevenido, para entender, para me pensar, para ser “coerente” (tão difícil...), para organizar as razões como quem entra em combate, depois de toda a fúria e alvoroço com que enfrentei a contradita dos outros, a minha publicidade e o meu ridículo - é bom regressar e estar só. Ouço a velha voz que me chama essa presença antiga que me espera - presença anterior a todo o meu pensar e que assim jamais discute comigo. Ah, como é fatigante ter razão."
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"E eis que, enfim, cerro a porta sobre a minha discussão. É bom estar só. Depois de todo o esforço para estar prevenido, para entender, para me pensar, para ser “coerente” (tão difícil...), para organizar as razões como quem entra em combate, depois de toda a fúria e alvoroço com que enfrentei a contradita dos outros, a minha publicidade e o meu ridículo - é bom regressar e estar só. Ouço a velha voz que me chama essa presença antiga que me espera - presença anterior a todo o meu pensar e que assim jamais discute comigo. Ah, como é fatigante ter razão."
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Um encontro inesperado: uma historiadora social, do trabalho, dos movimentos sociais, da revolução Portuguesa, e o pai da psicanálise em Portugal, o psiquiatra António Coimbra de Matos, escrevem a 4 mãos um livro sobre o medo, ou, melhor dizendo, sobre como vencer o medo, social e individual. Como reconstruir uma sociedade participativa sem que o coletivo esmague o individuo, como ser livre sem ser individualista. Do nosso bairro à história do país, das nossas relações afetivas ao que queremos para o futuro. Um livro que se lê sem parar, como uma longa conversa entre dois espíritos inconformados, dois sonhadores realistas que acreditam no futuro de Portugal.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Um encontro inesperado: uma historiadora social, do trabalho, dos movimentos sociais, da revolução Portuguesa, e o pai da psicanálise em Portugal, o psiquiatra António Coimbra de Matos, escrevem a 4 mãos um livro sobre o medo, ou, melhor dizendo, sobre como vencer o medo, social e individual. Como reconstruir uma sociedade participativa sem que o coletivo esmague o individuo, como ser livre sem ser individualista. Do nosso bairro à história do país, das nossas relações afetivas ao que queremos para o futuro. Um livro que se lê sem parar, como uma longa conversa entre dois espíritos inconformados, dois sonhadores realistas que acreditam no futuro de Portugal.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Quem esperasse encontrar na Dissertação os reflexos da intensa e gloriosa vida pública de John C. Calhoun ficaria certamente desapontado depois da leitura da obra. A Dissertação é um escrito pleno de ressonâncias conceptuais universais e abstractas, servido por um estilo sóbrio e uma escrita caracterizada pela clareza, que a coloca, desde logo, como um candidato a um lugar na lista dos grandes tratados de filosofia política moderna. Calhoun procura nesta obra falar do que considera serem os elementos permanentes e essenciais da política como esfera fundamental da existência humana."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Quem esperasse encontrar na Dissertação os reflexos da intensa e gloriosa vida pública de John C. Calhoun ficaria certamente desapontado depois da leitura da obra. A Dissertação é um escrito pleno de ressonâncias conceptuais universais e abstractas, servido por um estilo sóbrio e uma escrita caracterizada pela clareza, que a coloca, desde logo, como um candidato a um lugar na lista dos grandes tratados de filosofia política moderna. Calhoun procura nesta obra falar do que considera serem os elementos permanentes e essenciais da política como esfera fundamental da existência humana."
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Em tempo de ditadura, reuniões secretas são um ato de coragem. Em democracia são um ato de cobardia.O clube mais poderoso do mundo alega total inocência e direito à privacidade.Mantém-se avesso a dar informações sobre os encontros que promove, mesmo quando para isso precisa do dinheiro dos contribuintes.Como atuam? O que os move? Que portugueses já passaram por lá? E com que implicações na sua vida pública e carreira?Saiba como Portugal se cruza com este corredor não oficial de poder. E como a História de Portugal poderia ter seguido um curso diferente se Bilderberg assim o entendesse.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Em tempo de ditadura, reuniões secretas são um ato de coragem. Em democracia são um ato de cobardia.O clube mais poderoso do mundo alega total inocência e direito à privacidade.Mantém-se avesso a dar informações sobre os encontros que promove, mesmo quando para isso precisa do dinheiro dos contribuintes.Como atuam? O que os move? Que portugueses já passaram por lá? E com que implicações na sua vida pública e carreira?Saiba como Portugal se cruza com este corredor não oficial de poder. E como a História de Portugal poderia ter seguido um curso diferente se Bilderberg assim o entendesse.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
É só fazer as contas. Em Portugal, 10% dos mais ricos detêm quase 60% de toda a riqueza do país. E continuam a enriquecer de ano para ano. Do outro lado da barricada, os pobres estão cada vez mais pobres e a classe média perdeu grande parte do seu poder de compra. Estamos a construir uma sociedade cada vez mais desigual, com tudo o que de negativo isso implica: aumento da tensão social à diminuição do crescimento económico. A crise agravou as desigualdades numa dimensão que escapa ao olhar distraído. Mas os números recolhidos pelo economista Eugénio Rosa são claros. O autor compilou e analisou, em várias áreas, mais de meio século de dados. E deu relevo aos anos da Troika - período em que a diferença entre ricos e pobres mais se extremou. As conclusões são chocantes. Ao analisar a riqueza sob diferentes ângulos, o autor descobre desigualdades escondidas. Se observarmos à lupa a mais-valia criada pelos trabalhadores, a propriedade financeira ou patrimonial, ou ainda quem paga ou não impostos, começamos a perceber melhor a real dimensão da desigualdade.Eugénio Rosa apresenta todos os números e analisa-os à luz do pensamento de economistas como Carlos Farinha, Joseph Stiglitz, Mark Blyth ou Thomas Piketty. E conclui que a desigualdade na distribuição de riqueza e rendimentos é um dos maiores travões ao nosso crescimento económico.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
É só fazer as contas. Em Portugal, 10% dos mais ricos detêm quase 60% de toda a riqueza do país. E continuam a enriquecer de ano para ano. Do outro lado da barricada, os pobres estão cada vez mais pobres e a classe média perdeu grande parte do seu poder de compra. Estamos a construir uma sociedade cada vez mais desigual, com tudo o que de negativo isso implica: aumento da tensão social à diminuição do crescimento económico. A crise agravou as desigualdades numa dimensão que escapa ao olhar distraído. Mas os números recolhidos pelo economista Eugénio Rosa são claros. O autor compilou e analisou, em várias áreas, mais de meio século de dados. E deu relevo aos anos da Troika - período em que a diferença entre ricos e pobres mais se extremou. As conclusões são chocantes. Ao analisar a riqueza sob diferentes ângulos, o autor descobre desigualdades escondidas. Se observarmos à lupa a mais-valia criada pelos trabalhadores, a propriedade financeira ou patrimonial, ou ainda quem paga ou não impostos, começamos a perceber melhor a real dimensão da desigualdade.Eugénio Rosa apresenta todos os números e analisa-os à luz do pensamento de economistas como Carlos Farinha, Joseph Stiglitz, Mark Blyth ou Thomas Piketty. E conclui que a desigualdade na distribuição de riqueza e rendimentos é um dos maiores travões ao nosso crescimento económico.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Tudo começou com um "e-mail": "Sou um alto funcionário dos serviços secretos…" O que se seguiu transformou-se na mais impressionante fuga de informação alguma vez testemunhada pelo mundo moderno. As consequências abalaram líderes de inúmeras nações: de Obama a Cameron, aos presidentes do Brasil, França e Indonésia, passando pela chanceler alemã. Edward Snowden, um jovem génio informático a trabalhar para a Agência de Segurança Nacional americana (NSA), ousou tornar público o programa secreto de espionagem mundial. Levado a cabo com o beneplácito do governo dos Estados Unidos da América, esse plano é defendido como sendo essencial à vigilância de eventuais atos terroristas. No entanto, para o cidadão comum trata-se de um feroz atentado à privacidade. Desde logo, urgia pensar nas motivações de Snowden e nas consequências que a sua revelação teria a nível mundial. Este trabalho, apresentado pelo premiado jornalista do "The Guardian", Luke Harding, dá a conhecer todos os pormenores do caso Snowden: o dia em que este abandona a namorada no Havai e parte para Hong Kong com quatro computadores carregados de informações secretas, as semanas posteriores à divulgação do programa da NSA e a procura incessante de asilo político. Agora, em Moscovo, Edward Snowden enfrenta as acusações de espionagem por parte dos Estados Unidos da América e um futuro incerto no exílio.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Tudo começou com um "e-mail": "Sou um alto funcionário dos serviços secretos…" O que se seguiu transformou-se na mais impressionante fuga de informação alguma vez testemunhada pelo mundo moderno. As consequências abalaram líderes de inúmeras nações: de Obama a Cameron, aos presidentes do Brasil, França e Indonésia, passando pela chanceler alemã. Edward Snowden, um jovem génio informático a trabalhar para a Agência de Segurança Nacional americana (NSA), ousou tornar público o programa secreto de espionagem mundial. Levado a cabo com o beneplácito do governo dos Estados Unidos da América, esse plano é defendido como sendo essencial à vigilância de eventuais atos terroristas. No entanto, para o cidadão comum trata-se de um feroz atentado à privacidade. Desde logo, urgia pensar nas motivações de Snowden e nas consequências que a sua revelação teria a nível mundial. Este trabalho, apresentado pelo premiado jornalista do "The Guardian", Luke Harding, dá a conhecer todos os pormenores do caso Snowden: o dia em que este abandona a namorada no Havai e parte para Hong Kong com quatro computadores carregados de informações secretas, as semanas posteriores à divulgação do programa da NSA e a procura incessante de asilo político. Agora, em Moscovo, Edward Snowden enfrenta as acusações de espionagem por parte dos Estados Unidos da América e um futuro incerto no exílio.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os Donos Angolanos de Portugal foi publicado pela primeira vez em 2014. Descreveu então detalhadamente os circuitos de enriquecimento, de corrupção e de cumplicidade entre capitais angolanos e portugueses e, em particular, a forma como os círculos do poder, organizados em torno da família e aliados de José Eduardo dos Santos, pilhavam Angola e reciclavam os seus rendimentos através de Portugal. O livro registou os principais articuladores desse investimento em Portugal: Isabel dos Santos, Manuel Vicente, José Leitão, Kopelipa. Contámos ainda a história do BES em Angola, dos seus contactos chineses e russos e da turbulenta aliança com o regime de Luanda. No início de 2020, a revelação dos Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação trouxe novos dados sobre o modo de operação de Isabel dos Santos, os seus financiamentos, as suas transferências de capital e outras operações. Na sequência destas revelações e da ação de autoridades judiciais em Angola e de reguladores em Portugal, tardia que fosse, uma parte das suas propriedades portuguesas foi posta à venda. Esta edição revista e aumentada inclui a análise do fim do império do BES, bem como do caso Isabel dos Santos.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os Donos Angolanos de Portugal foi publicado pela primeira vez em 2014. Descreveu então detalhadamente os circuitos de enriquecimento, de corrupção e de cumplicidade entre capitais angolanos e portugueses e, em particular, a forma como os círculos do poder, organizados em torno da família e aliados de José Eduardo dos Santos, pilhavam Angola e reciclavam os seus rendimentos através de Portugal. O livro registou os principais articuladores desse investimento em Portugal: Isabel dos Santos, Manuel Vicente, José Leitão, Kopelipa. Contámos ainda a história do BES em Angola, dos seus contactos chineses e russos e da turbulenta aliança com o regime de Luanda. No início de 2020, a revelação dos Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação trouxe novos dados sobre o modo de operação de Isabel dos Santos, os seus financiamentos, as suas transferências de capital e outras operações. Na sequência destas revelações e da ação de autoridades judiciais em Angola e de reguladores em Portugal, tardia que fosse, uma parte das suas propriedades portuguesas foi posta à venda. Esta edição revista e aumentada inclui a análise do fim do império do BES, bem como do caso Isabel dos Santos.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016? Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal. Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016? Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal. Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Um profundo relato, exposto em ritmo acelerado, do dinheiro e dos clérigos-magnatas no coração do Vaticano - a maior e mais poderosa instituição religiosa do mundo. Escrito por um mestre, "Os Banqueiros de Deus" traça uma intriga política e mecanismos internos da Igreja Católica. Este livro revela informações sobre a acumulação de riqueza da Igreja e os seus envolvimentos financeiros bizantinos pelo mundo fora. Através de duzentos anos de prelados, bispos, cardinais, e os papas que supervisionaram tudo, Gerald Posner revela o poder inquietante, incluindo o incrível poder financeiro, de uma das organizações mais influentes do mundo. "Os Banqueiros de Deus" tem tudo: é uma reveladora e espantosa saga marcada por titãs empresariais envenenados, procuradores assassinados e mortes misteriosas apresentadas como suicídios; um carnaval de personagens desde empresários e mafiosos, a reis e primeiros-ministros; um conjunto de circunstâncias morais e políticas que clarificam não só as ambições e objetivos da Igreja, mas refletem as grandes tensões da História recente. Posner ainda olha para o futuro numa conjetura: conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Conseguirá superar a resistência e recuperar as rédeas nos excessos do lamaçal financeiro incontrolável do Banco do Vaticano? Metade thriller, metade um conta-tudo financeiro, este livro revela com extraordinária precisão como é que o Vaticano tem evoluído desde ser a base da fé até se tornar numa corporação de poderes e riquezas extremos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Um profundo relato, exposto em ritmo acelerado, do dinheiro e dos clérigos-magnatas no coração do Vaticano - a maior e mais poderosa instituição religiosa do mundo. Escrito por um mestre, "Os Banqueiros de Deus" traça uma intriga política e mecanismos internos da Igreja Católica. Este livro revela informações sobre a acumulação de riqueza da Igreja e os seus envolvimentos financeiros bizantinos pelo mundo fora. Através de duzentos anos de prelados, bispos, cardinais, e os papas que supervisionaram tudo, Gerald Posner revela o poder inquietante, incluindo o incrível poder financeiro, de uma das organizações mais influentes do mundo. "Os Banqueiros de Deus" tem tudo: é uma reveladora e espantosa saga marcada por titãs empresariais envenenados, procuradores assassinados e mortes misteriosas apresentadas como suicídios; um carnaval de personagens desde empresários e mafiosos, a reis e primeiros-ministros; um conjunto de circunstâncias morais e políticas que clarificam não só as ambições e objetivos da Igreja, mas refletem as grandes tensões da História recente. Posner ainda olha para o futuro numa conjetura: conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Conseguirá superar a resistência e recuperar as rédeas nos excessos do lamaçal financeiro incontrolável do Banco do Vaticano? Metade thriller, metade um conta-tudo financeiro, este livro revela com extraordinária precisão como é que o Vaticano tem evoluído desde ser a base da fé até se tornar numa corporação de poderes e riquezas extremos.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O livro Os Antigos Reinos de Timor-Leste (Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos) trata da história dos régulos (chefes) timorenses e dos governadores portugueses. O livro foi escrito para comemorar os quinhentos anos da descoberta da Ilha de Timor (1513?-2013) e o primeiro centenário da Guerra de Manufahi (1912-2012). Consta essencialmente de seis partes: 1.ª parte: Os reinos de Timor ao longo dos séculos; 2.ª parte: Usos e costumes de Timor; 3.ª parte: Reinos por distritos e subdistritos; 4.ª parte. A lista dos régulos por ordem cronológica; 5.ª parte: governadores portugueses; 6.ª parte anexos. Os Antigos Reinos de Timor-Leste pretende ser um subsídio para a História da República Democrática de Timor-Leste e um incentivo aos timorenses para conhecerem o seu passado histórico, caracterizado por guerras constantes, contra Portugal, Macau, holandeses e contra reinos das ilhas vizinhas.Finalmente, o livro pretende ser um convite expresso aos descendentes dos régulos e liurais para escreverem sobre as suas "casas reais" e, assim, poderem perpetuar a memória dos seus antepassados.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O livro Os Antigos Reinos de Timor-Leste (Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos) trata da história dos régulos (chefes) timorenses e dos governadores portugueses. O livro foi escrito para comemorar os quinhentos anos da descoberta da Ilha de Timor (1513?-2013) e o primeiro centenário da Guerra de Manufahi (1912-2012). Consta essencialmente de seis partes: 1.ª parte: Os reinos de Timor ao longo dos séculos; 2.ª parte: Usos e costumes de Timor; 3.ª parte: Reinos por distritos e subdistritos; 4.ª parte. A lista dos régulos por ordem cronológica; 5.ª parte: governadores portugueses; 6.ª parte anexos. Os Antigos Reinos de Timor-Leste pretende ser um subsídio para a História da República Democrática de Timor-Leste e um incentivo aos timorenses para conhecerem o seu passado histórico, caracterizado por guerras constantes, contra Portugal, Macau, holandeses e contra reinos das ilhas vizinhas.Finalmente, o livro pretende ser um convite expresso aos descendentes dos régulos e liurais para escreverem sobre as suas "casas reais" e, assim, poderem perpetuar a memória dos seus antepassados.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro que apresenta uma análise sobre a conversa fiada, o embuste e a mentira e como estas três fontes de engano nos iludem todos os dias sem darmos por isso. Com a sua capacidade de combinar a acuidade filosófica, a perceção psicológica e o humor irónico, Harry G. Frankfurt, um dos filósofos mais influentes dos nossos tempos, explora como o conceito de conversa fiada e o conceito de embuste, são distintos da mentira.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro que apresenta uma análise sobre a conversa fiada, o embuste e a mentira e como estas três fontes de engano nos iludem todos os dias sem darmos por isso. Com a sua capacidade de combinar a acuidade filosófica, a perceção psicológica e o humor irónico, Harry G. Frankfurt, um dos filósofos mais influentes dos nossos tempos, explora como o conceito de conversa fiada e o conceito de embuste, são distintos da mentira.
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