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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Num registo confidente e intimista, Fernanda Serrano abre o livro da sua vida ao completar 50 anos de idade. Em não há vidas perfeitas, a atriz recua à sua infância, marcada pelo amor dos pais mas também por dificuldades económicas e alguma solidão, recorda a sua independência financeira precoce graças a uma beleza física de que não tinha consciência, lembra a sua evolução como modelo e revela um instinto invulgar para agarrar oportunidades, como o casting inesperado em Barcelona onde descobriu a paixão de representar. Fernanda fala-nos ainda do sonho concretizado de construir uma família grande, de adversidades como o divórcio e todo o sofrimento associado a essa decisão, das suas referências pessoais e profissionais, como Nicolau Breyner e Pedro Lima, do despertar tardio para a importância da saúde mental e dos numerosos planos para um futuro que começa hoje e agora. Numa era de felicidade fabricada nas redes sociais, NÃO HÁ VIDAS PERFEITAS é um testemunho profundamente autêntico e, também, um ato de coragem protagonizado por uma cas mais prestigiadas e carismáticas atrizes portuguesas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Num registo confidente e intimista, Fernanda Serrano abre o livro da sua vida ao completar 50 anos de idade. Em não há vidas perfeitas, a atriz recua à sua infância, marcada pelo amor dos pais mas também por dificuldades económicas e alguma solidão, recorda a sua independência financeira precoce graças a uma beleza física de que não tinha consciência, lembra a sua evolução como modelo e revela um instinto invulgar para agarrar oportunidades, como o casting inesperado em Barcelona onde descobriu a paixão de representar. Fernanda fala-nos ainda do sonho concretizado de construir uma família grande, de adversidades como o divórcio e todo o sofrimento associado a essa decisão, das suas referências pessoais e profissionais, como Nicolau Breyner e Pedro Lima, do despertar tardio para a importância da saúde mental e dos numerosos planos para um futuro que começa hoje e agora. Numa era de felicidade fabricada nas redes sociais, NÃO HÁ VIDAS PERFEITAS é um testemunho profundamente autêntico e, também, um ato de coragem protagonizado por uma cas mais prestigiadas e carismáticas atrizes portuguesas.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mariza dos Reis Nunes cresceu entre dois continentes. Dentro de casa estava em Moçambique, a terra onde nasceu, com a sua cultura, a sua música, a sua culinária. Mal saía à rua, mergulhava nas ruelas da Mouraria, na Lisboa antiga, no mundo do fado.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mariza dos Reis Nunes cresceu entre dois continentes. Dentro de casa estava em Moçambique, a terra onde nasceu, com a sua cultura, a sua música, a sua culinária. Mal saía à rua, mergulhava nas ruelas da Mouraria, na Lisboa antiga, no mundo do fado.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Durante a maior parte da minha vida, centrei-me no futuro. Ainda hoje, na maior parte dos dias, trabalho em avanços que poderão só acontecer daqui a anos, se acontecerem. À medida que vou envelhecendo, olho cada vez mais para trás. Parece que as recordações me ajudam a conhecer-me melhor. Uma das maravilhas da idade adulta é compreendermos que, quando removemos os anos e o conhecimento, uma grande parte do que somos existiu desde o princípio. Em muitos aspetos, ainda sou o menino com oito anos sentado à mesa de jantar, enquanto a Gami dá as cartas. Tenho a mesma sensação de expectativa, sou um garoto perspicaz e que quer compreender o mundo.» A origem de um dos líderes empresariais e filantropos mais influentes e transformadores da era moderna Todos conhecem Bill Gates: com vinte anos desistiu de Harvard e fundou um gigante da tecnologia que mudou a forma como vivemos; mais tarde, já bilionário, dedica-se à filantropia através do combate às alterações climáticas e da luta pela saúde e educação globais. Código-Fonte não é sobre a Microsoft, a Fundação Gates ou o futuro da tecnologia. É o relato na primeira pessoa de como Bill Gates se tornou no que é hoje, desde a sua infância. É a história da avó que lhe despertou a paixão pelo raciocínio lógico, dos pais ambiciosos e esforçados, das primeiras verdadeiras amizades e da morte súbita do seu melhor amigo; das lutas para se integrar na sociedade e da descoberta da informática no seu alvorecer; da adolescência com escapadelas noturnas a um centro informático até à residência universitária onde desencadeou uma revolução que mudou o mundo. Bill Gates conta esta história, a sua própria história, de forma sábia, calorosa e reveladora, num retrato de vida íntimo e fascinante, nunca antes revelado.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
«Durante a maior parte da minha vida, centrei-me no futuro. Ainda hoje, na maior parte dos dias, trabalho em avanços que poderão só acontecer daqui a anos, se acontecerem. À medida que vou envelhecendo, olho cada vez mais para trás. Parece que as recordações me ajudam a conhecer-me melhor. Uma das maravilhas da idade adulta é compreendermos que, quando removemos os anos e o conhecimento, uma grande parte do que somos existiu desde o princípio. Em muitos aspetos, ainda sou o menino com oito anos sentado à mesa de jantar, enquanto a Gami dá as cartas. Tenho a mesma sensação de expectativa, sou um garoto perspicaz e que quer compreender o mundo.» A origem de um dos líderes empresariais e filantropos mais influentes e transformadores da era moderna Todos conhecem Bill Gates: com vinte anos desistiu de Harvard e fundou um gigante da tecnologia que mudou a forma como vivemos; mais tarde, já bilionário, dedica-se à filantropia através do combate às alterações climáticas e da luta pela saúde e educação globais. Código-Fonte não é sobre a Microsoft, a Fundação Gates ou o futuro da tecnologia. É o relato na primeira pessoa de como Bill Gates se tornou no que é hoje, desde a sua infância. É a história da avó que lhe despertou a paixão pelo raciocínio lógico, dos pais ambiciosos e esforçados, das primeiras verdadeiras amizades e da morte súbita do seu melhor amigo; das lutas para se integrar na sociedade e da descoberta da informática no seu alvorecer; da adolescência com escapadelas noturnas a um centro informático até à residência universitária onde desencadeou uma revolução que mudou o mundo. Bill Gates conta esta história, a sua própria história, de forma sábia, calorosa e reveladora, num retrato de vida íntimo e fascinante, nunca antes revelado.
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Edição: Abril 2024
Sinopse:
Levado a pôr de parte tudo o que lhe dava prazer nos tempos de infância — passada numa pequena cidade, algures entre o rural e o urbano, que em tudo se assemelha à Calw natal de Hesse —, Hans ingressa no seminário, para cumprir o que lhe é estabelecido. Aí torna-se amigo de um jovem rebelde que aspira a ser poeta, começa a imaginar outras possibilidades, mas acabará por ser conduzido ao esgotamento. Regressa a casa, envereda por outro caminho, o da vida prática, ainda conhece alguns dos seus prazeres, mas virá a sucumbir, esmagado sob o peso das rodas. Crítica a um sistema de ensino repressivo, que uniformiza mentalidades e as liberta de quaisquer traços de individualidade, Hans é um ajuste de contas que Hesse faz com o seu próprio passado: muito do que aqui se lê foi experimentado pelo próprio autor no seu período de formação. Tendo despertado acesa polémica aquando da sua publicação, esta narrativa foi em 1906 recebida por Arthur Koestler como "um manual de instruções para pais, tutores e professores, que ensina, de um modo pragmático, a arruinar a vida de uma jovem criatura dotada". Num tom mais otimista, após a leitura deste livro Peter Handke anotou no seu diário: "Através da escrita, conferir à juventude a dignidade que lhe foi negada em vida."
Sinopse:
Levado a pôr de parte tudo o que lhe dava prazer nos tempos de infância — passada numa pequena cidade, algures entre o rural e o urbano, que em tudo se assemelha à Calw natal de Hesse —, Hans ingressa no seminário, para cumprir o que lhe é estabelecido. Aí torna-se amigo de um jovem rebelde que aspira a ser poeta, começa a imaginar outras possibilidades, mas acabará por ser conduzido ao esgotamento. Regressa a casa, envereda por outro caminho, o da vida prática, ainda conhece alguns dos seus prazeres, mas virá a sucumbir, esmagado sob o peso das rodas. Crítica a um sistema de ensino repressivo, que uniformiza mentalidades e as liberta de quaisquer traços de individualidade, Hans é um ajuste de contas que Hesse faz com o seu próprio passado: muito do que aqui se lê foi experimentado pelo próprio autor no seu período de formação. Tendo despertado acesa polémica aquando da sua publicação, esta narrativa foi em 1906 recebida por Arthur Koestler como "um manual de instruções para pais, tutores e professores, que ensina, de um modo pragmático, a arruinar a vida de uma jovem criatura dotada". Num tom mais otimista, após a leitura deste livro Peter Handke anotou no seu diário: "Através da escrita, conferir à juventude a dignidade que lhe foi negada em vida."
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Edição: Abril 2024
Sinopse:
Já sem a rede do PCP, formou as Brigadas Revolucionárias, que seriam responsáveis por vários atentados, e viu o seu nome ser divulgado pela PIDE como o de um delinquente perigoso. Ainda assim, conseguiu evitar a cadeia até à revolução de 1974. Seria já em democracia que acabaria preso, acusado de autoria moral de assaltos a bancos e da decapitação de uma estátua de Salazar em Santa Comba Dão. Neste livro de memórias relatadas na primeira pessoa e recolhidas pela sua enteada, Isabel Lindim, conhecemos a vida, as motivações e os ideais de um dos revolucionários mais inconformados da história recente de Portugal. "Nós achávamos que a Guerra Colonial era um fator de rutura com o regime. Portanto provocar a destruição de meios e de material, impedir o exército de se organizar para fazer a guerra era não só um dever de solidariedade com os povos das colónias, mas também um ato imediatamente percebido pelos soldados e pela população." "Por mais curioso que seja, se nós atingirmos o inimigo e lhe demonstramos que ele está à nossa mercê, mas que lhe poupamos a vida, criamos-lhe uma situação de grande insegurança." Carlos Antunes
Sinopse:
Já sem a rede do PCP, formou as Brigadas Revolucionárias, que seriam responsáveis por vários atentados, e viu o seu nome ser divulgado pela PIDE como o de um delinquente perigoso. Ainda assim, conseguiu evitar a cadeia até à revolução de 1974. Seria já em democracia que acabaria preso, acusado de autoria moral de assaltos a bancos e da decapitação de uma estátua de Salazar em Santa Comba Dão. Neste livro de memórias relatadas na primeira pessoa e recolhidas pela sua enteada, Isabel Lindim, conhecemos a vida, as motivações e os ideais de um dos revolucionários mais inconformados da história recente de Portugal. "Nós achávamos que a Guerra Colonial era um fator de rutura com o regime. Portanto provocar a destruição de meios e de material, impedir o exército de se organizar para fazer a guerra era não só um dever de solidariedade com os povos das colónias, mas também um ato imediatamente percebido pelos soldados e pela população." "Por mais curioso que seja, se nós atingirmos o inimigo e lhe demonstramos que ele está à nossa mercê, mas que lhe poupamos a vida, criamos-lhe uma situação de grande insegurança." Carlos Antunes
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Edição: Fevereiro 2024
Sinopse:
Quando, a 24 de fevereiro de 2022, Vladimir Putin anunciou a sua operação especial na Ucrânia, o mundo em geral foi apanhado de surpresa - as ameaças de Moscovo tinham mesmo passado à prática. No entanto, um olhar mais atento ao passado de Putin e ao seu modo de atuação - como o recurso frequente à guerra e ao terror para atingir objetivos políticos, ou o desprezo declarado pela independência do país vizinho - mostra-nos claramente que a ideia da invasão da Ucrânia germinava há longos anos no espírito do homem mais poderoso da Rússia. Desde adolescente que Putin sonhava ser agente do KGB - não apenas concretizou o sonho, como o superou largamente. Passou de agente a chefe dos serviços secretos e, em menos de um ano, deixou esse cargo para ocupar a presidência da Federação Russa. A sua chegada ao Kremlin, devidamente calculada e com uma coleção de golpes sujos pelo meio, foi outra operação especial, para a qual contou com a ajuda de velhos amigos e ex-colegas da secreta. Esta é a história da ascensão nebulosa do presidente russo, um homem que utiliza a mentira e a violência como principais armas e que foi consolidando o seu imenso poder sem nunca deixar de pensar como um verdadeiro espião.
Sinopse:
Quando, a 24 de fevereiro de 2022, Vladimir Putin anunciou a sua operação especial na Ucrânia, o mundo em geral foi apanhado de surpresa - as ameaças de Moscovo tinham mesmo passado à prática. No entanto, um olhar mais atento ao passado de Putin e ao seu modo de atuação - como o recurso frequente à guerra e ao terror para atingir objetivos políticos, ou o desprezo declarado pela independência do país vizinho - mostra-nos claramente que a ideia da invasão da Ucrânia germinava há longos anos no espírito do homem mais poderoso da Rússia. Desde adolescente que Putin sonhava ser agente do KGB - não apenas concretizou o sonho, como o superou largamente. Passou de agente a chefe dos serviços secretos e, em menos de um ano, deixou esse cargo para ocupar a presidência da Federação Russa. A sua chegada ao Kremlin, devidamente calculada e com uma coleção de golpes sujos pelo meio, foi outra operação especial, para a qual contou com a ajuda de velhos amigos e ex-colegas da secreta. Esta é a história da ascensão nebulosa do presidente russo, um homem que utiliza a mentira e a violência como principais armas e que foi consolidando o seu imenso poder sem nunca deixar de pensar como um verdadeiro espião.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
Em maio de 1963, um avião militar português despenha-se na Guiné, em plena guerra de África. O piloto sobrevive, mas fica em cativeiro durante sete anos e meio. Esta é uma história de sobrevivência e de amor. É a história de António Lobato, o militar português que mais tempo passou como prisioneiro de guerra. E é também a história da operação secreta para o resgatar - a Operação Mar Verde, que a ditadura do Estado Novo sempre negou ter existido. "O Sargento na Cela 7" foi emitido como podcast pelo Observador e teve uma grande adesão do público, com narração de Pêpê Rapazote e banda sonora original de Noiserv.
Sinopse:
Em maio de 1963, um avião militar português despenha-se na Guiné, em plena guerra de África. O piloto sobrevive, mas fica em cativeiro durante sete anos e meio. Esta é uma história de sobrevivência e de amor. É a história de António Lobato, o militar português que mais tempo passou como prisioneiro de guerra. E é também a história da operação secreta para o resgatar - a Operação Mar Verde, que a ditadura do Estado Novo sempre negou ter existido. "O Sargento na Cela 7" foi emitido como podcast pelo Observador e teve uma grande adesão do público, com narração de Pêpê Rapazote e banda sonora original de Noiserv.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
Em Março de 2014, Gabriel García Márquez, um dos mais aclamados escritores do século XX, já velho e doente, apanhou uma constipação. «Desta não escapamos», disse Mercedes Barcha, a sua esposa de há mais de cinquenta anos, a Rodrigo, um dos seus filhos. Estas páginas são a crónica mais íntima e honesta dos últimos dias de um génio, escrita com a espantosa precisão e o justo distanciamento de uma testemunha de exceção: o próprio Rodrigo. Vemos assim o lado mais humano de uma personagem universal e da mulher na qual reparou quando eram ainda crianças, que o acompanhou toda a vida e que apenas lhe sobreviveu uns anos, entremeado com recordações de uma vida irrepetível. A mais bela despedida ao filho do telegrafista e à sua esposa.
Sinopse:
Em Março de 2014, Gabriel García Márquez, um dos mais aclamados escritores do século XX, já velho e doente, apanhou uma constipação. «Desta não escapamos», disse Mercedes Barcha, a sua esposa de há mais de cinquenta anos, a Rodrigo, um dos seus filhos. Estas páginas são a crónica mais íntima e honesta dos últimos dias de um génio, escrita com a espantosa precisão e o justo distanciamento de uma testemunha de exceção: o próprio Rodrigo. Vemos assim o lado mais humano de uma personagem universal e da mulher na qual reparou quando eram ainda crianças, que o acompanhou toda a vida e que apenas lhe sobreviveu uns anos, entremeado com recordações de uma vida irrepetível. A mais bela despedida ao filho do telegrafista e à sua esposa.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
Esta é a história de alguém que viveu cinco décadas numa realidade que não era aquela em que verdadeiramente se teria sentido plena. As páginas desta narrativa, familiar, íntima e muito pessoal são feitas dos reptos, da tão frequente falta de empatia e de coragem de se assumir a sua verdadeira essência: a de ser mulher. Maria João Vaz, conhecida do público pelos seus papéis em televisão, teatro ou até em dobragens, conta em "Memória de uma Epifania e Outras Histórias" como tantos anos foram passados a actuar dentro e fora de palco, ao tentar viver num papel que não era verdadeiramente o seu. Mostrando-nos como nascer, crescer e amadurecer, num corpo que não sentia como seu, lhe trouxe desafios e questões de saúde, tanto físicos como emocionais. Neste livro, a autora abre a porta para uma vida, para um complexo labirinto de autodescoberta, num país em que tanto ainda há para caminhar na tolerância e na aceitação.
Sinopse:
Esta é a história de alguém que viveu cinco décadas numa realidade que não era aquela em que verdadeiramente se teria sentido plena. As páginas desta narrativa, familiar, íntima e muito pessoal são feitas dos reptos, da tão frequente falta de empatia e de coragem de se assumir a sua verdadeira essência: a de ser mulher. Maria João Vaz, conhecida do público pelos seus papéis em televisão, teatro ou até em dobragens, conta em "Memória de uma Epifania e Outras Histórias" como tantos anos foram passados a actuar dentro e fora de palco, ao tentar viver num papel que não era verdadeiramente o seu. Mostrando-nos como nascer, crescer e amadurecer, num corpo que não sentia como seu, lhe trouxe desafios e questões de saúde, tanto físicos como emocionais. Neste livro, a autora abre a porta para uma vida, para um complexo labirinto de autodescoberta, num país em que tanto ainda há para caminhar na tolerância e na aceitação.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Evanna Lynch, conhecida pelo seu papel como Luna Lovegood, que a levou a uma ascensão meteórica a nível mundial, nos filmes da saga Harry Potter, é vista por muitos como um exemplo na recuperação da anorexia. Neste livro confronta todas as suas complexidades e contradições mais íntimas, revelando como ultrapassou um distúrbio alimentar que lhe colocou a vida em risco, como começou a vencer o ódio autoinfligido, enfrentou o medo de deixar para trás a segurança imaculada da meninice e embarcou na travessia imprevisível que é ser uma mulher, com as luzes impiedosas da fama internacional a incidirem sobre ela. Indo ao âmago da relação de uma mulher com o seu próprio corpo, Evanna explora os momentos e as escolhas centrais de uma vida que a levaram a seguir o caminho da criatividade e dos sonhos, bem como a uma aceitação da realidade selvagem, sensual e imprevisível da sua condição por oposição à procura vazia da perfeição.
Sinopse:
Evanna Lynch, conhecida pelo seu papel como Luna Lovegood, que a levou a uma ascensão meteórica a nível mundial, nos filmes da saga Harry Potter, é vista por muitos como um exemplo na recuperação da anorexia. Neste livro confronta todas as suas complexidades e contradições mais íntimas, revelando como ultrapassou um distúrbio alimentar que lhe colocou a vida em risco, como começou a vencer o ódio autoinfligido, enfrentou o medo de deixar para trás a segurança imaculada da meninice e embarcou na travessia imprevisível que é ser uma mulher, com as luzes impiedosas da fama internacional a incidirem sobre ela. Indo ao âmago da relação de uma mulher com o seu próprio corpo, Evanna explora os momentos e as escolhas centrais de uma vida que a levaram a seguir o caminho da criatividade e dos sonhos, bem como a uma aceitação da realidade selvagem, sensual e imprevisível da sua condição por oposição à procura vazia da perfeição.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
A publicação deste livro bem que tentou ser travada. Mas em 2020, uma pequena, mas corajosa, editora siberiana anunciou a publicação do primeiro testemunho não anónimo do interior do Grupo Wagner, o exército secreto de Vladimir Putin. Mas um dia depois de ter mencionado o livro numa entrevista, o autor, Marat Gabidullin, antigo comandante da milícia, recebeu ameaças suficientes para o forçar a cancelar o projeto. Agora, este inestimável testemunho de um soldado sombra vê finalmente a luz. Gabidullin não é um traidor. Não é um informador, dilacerado pela sua própria consciência. Marat é um soldado. Um homo sovieticus que carrega nas suas entranhas todas as formas de esquizofrenia que habitam no homem russo contemporâneo. Orgulhoso de ter feito parte da força aérea regular do exército do seu país. Orgulhoso de ter combatido o Ísis na Síria como mercenário do Grupo Wagner. No entanto, Marat sente-se desconfortável por admitir que serviu um exército sombra ilegal, agora no centro das atenções, acusado de cometer os piores abusos, violações, torturas e assassínios contra populações civis nos países onde tomou o campo. Da Síria para a República Centro-Africana. Da Líbia para a Ucrânia. Esta história nasce das contradições que assombram o seu autor. É uma história profundamente russa, a história de uma rutura e de uma redenção. A aventura de um soldado da fortuna ao serviço de um exército que oficialmente não existe. Foi para existir que Marat decidiu escrever. A inscrição em papel de uma história até agora reprimida pelas autoridades do seu país. A Verdade, uma palavra muito exigente, é a razão de ser desta narrativa em primeira pessoa.
Sinopse:
A publicação deste livro bem que tentou ser travada. Mas em 2020, uma pequena, mas corajosa, editora siberiana anunciou a publicação do primeiro testemunho não anónimo do interior do Grupo Wagner, o exército secreto de Vladimir Putin. Mas um dia depois de ter mencionado o livro numa entrevista, o autor, Marat Gabidullin, antigo comandante da milícia, recebeu ameaças suficientes para o forçar a cancelar o projeto. Agora, este inestimável testemunho de um soldado sombra vê finalmente a luz. Gabidullin não é um traidor. Não é um informador, dilacerado pela sua própria consciência. Marat é um soldado. Um homo sovieticus que carrega nas suas entranhas todas as formas de esquizofrenia que habitam no homem russo contemporâneo. Orgulhoso de ter feito parte da força aérea regular do exército do seu país. Orgulhoso de ter combatido o Ísis na Síria como mercenário do Grupo Wagner. No entanto, Marat sente-se desconfortável por admitir que serviu um exército sombra ilegal, agora no centro das atenções, acusado de cometer os piores abusos, violações, torturas e assassínios contra populações civis nos países onde tomou o campo. Da Síria para a República Centro-Africana. Da Líbia para a Ucrânia. Esta história nasce das contradições que assombram o seu autor. É uma história profundamente russa, a história de uma rutura e de uma redenção. A aventura de um soldado da fortuna ao serviço de um exército que oficialmente não existe. Foi para existir que Marat decidiu escrever. A inscrição em papel de uma história até agora reprimida pelas autoridades do seu país. A Verdade, uma palavra muito exigente, é a razão de ser desta narrativa em primeira pessoa.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Em 1943, Edda Mussolini, filha de Benito Mussolini, fez um ultimato ao pai e a Hitler: ou libertavam da prisão o marido (o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Galeazzo Ciano) ou ela entregava os diários dele à imprensa. Hitler e Mussolini estavam cientes de que os diários os exporiam como criminosos de guerra. Para evitar a fuga de informação, enviam à prisão uma espia alemã, Hilde Beetz, com a missão de seduzir Ciano e localizar os diários. Numa reviravolta digna da melhor ficção, a espia apaixona-se pelo seu alvo e alia-se a Edda na tentativa de o salvar. Mas os seus planos fracassam, e as duas mulheres passam a ter apenas um objetivo: entregar os diários aos Aliados. É nesta altura que os serviços secretos americanos enviam Frances de Chollet, a mulher de um banqueiro, numa missão: tornar-se amiga de Edda e apoderar-se dos diários. Mas o que acontece é uma amizade genuína entre ambas. Juntas, conseguem manipular os agentes da Gestapo e salvar uma das mais importantes provas documentais da Segunda Guerra Mundial. "Mulheres na Resistência" é uma história real digna dos melhores romances de espionagem. Ainda que este episódio não seja do conhecimento geral, o seu impacto foi tremendo. Graças à coragem e sacrifício destas três mulheres, os horrores da Segunda Guerra ganharam nomes e rostos e conseguiram-se importantes condenações nos julgamentos de Nuremberga.
Sinopse:
Em 1943, Edda Mussolini, filha de Benito Mussolini, fez um ultimato ao pai e a Hitler: ou libertavam da prisão o marido (o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Galeazzo Ciano) ou ela entregava os diários dele à imprensa. Hitler e Mussolini estavam cientes de que os diários os exporiam como criminosos de guerra. Para evitar a fuga de informação, enviam à prisão uma espia alemã, Hilde Beetz, com a missão de seduzir Ciano e localizar os diários. Numa reviravolta digna da melhor ficção, a espia apaixona-se pelo seu alvo e alia-se a Edda na tentativa de o salvar. Mas os seus planos fracassam, e as duas mulheres passam a ter apenas um objetivo: entregar os diários aos Aliados. É nesta altura que os serviços secretos americanos enviam Frances de Chollet, a mulher de um banqueiro, numa missão: tornar-se amiga de Edda e apoderar-se dos diários. Mas o que acontece é uma amizade genuína entre ambas. Juntas, conseguem manipular os agentes da Gestapo e salvar uma das mais importantes provas documentais da Segunda Guerra Mundial. "Mulheres na Resistência" é uma história real digna dos melhores romances de espionagem. Ainda que este episódio não seja do conhecimento geral, o seu impacto foi tremendo. Graças à coragem e sacrifício destas três mulheres, os horrores da Segunda Guerra ganharam nomes e rostos e conseguiram-se importantes condenações nos julgamentos de Nuremberga.
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
"Jorge Jardim foi um homem de sete ofícios e de sete faces: Subsecretário de Estado entre 1948 e 1952, gestor de empresas de Manuel Boullosa e António Champalimaud, mensageiro de António de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano junto de Hastings Banda, cônsul do Malawi na Beira, planeador de golpes de Estado e de incursões, chefe de tropas especiais sem ser militar, tutor de serviços de informação, promotor de acções de desestabilização nos países vizinhos de Angola e de Moçambique, aventureiro de mil peripécias. Foi uma figura controversa, suscitou grandes afeições e grandes repulsas, fazia a diferença e a quase ninguém era indiferente. Foi um indivíduo invulgar, quer nos seus atributos visíveis, quer nas suas obscuras deambulações e características, e difícil de enquadrar nas tipificações clássicas da psicologia. Verdadeiramente só perseguiu aquilo que lhe escapou, teve Moçambique a seus pés e morreu, quase sozinho e de mãos vazias, em busca das oportunidades perdidas. Este livro baseia-se em documentação inédita de vários arquivos e em dezenas de entrevistas, correspondentes a três anos de pesquisa e a milhares de horas de gravação de testemunhos orais. É a revisitação de um tempo histórico que muitos, em Portugal e em África, ainda retêm na pele e na memória." José Freire Antunes in Prefácio
Sinopse:
"Jorge Jardim foi um homem de sete ofícios e de sete faces: Subsecretário de Estado entre 1948 e 1952, gestor de empresas de Manuel Boullosa e António Champalimaud, mensageiro de António de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano junto de Hastings Banda, cônsul do Malawi na Beira, planeador de golpes de Estado e de incursões, chefe de tropas especiais sem ser militar, tutor de serviços de informação, promotor de acções de desestabilização nos países vizinhos de Angola e de Moçambique, aventureiro de mil peripécias. Foi uma figura controversa, suscitou grandes afeições e grandes repulsas, fazia a diferença e a quase ninguém era indiferente. Foi um indivíduo invulgar, quer nos seus atributos visíveis, quer nas suas obscuras deambulações e características, e difícil de enquadrar nas tipificações clássicas da psicologia. Verdadeiramente só perseguiu aquilo que lhe escapou, teve Moçambique a seus pés e morreu, quase sozinho e de mãos vazias, em busca das oportunidades perdidas. Este livro baseia-se em documentação inédita de vários arquivos e em dezenas de entrevistas, correspondentes a três anos de pesquisa e a milhares de horas de gravação de testemunhos orais. É a revisitação de um tempo histórico que muitos, em Portugal e em África, ainda retêm na pele e na memória." José Freire Antunes in Prefácio
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
Francisco Rodrigues da Cruz percorria dezenas de quilómetros para pregar, confessar e ajudar quem dele precisava. Aceitava as esmolas dos mais ricos para entregar a quem nada tinha e batia à porta de pessoas influentes e poderosas, como Salazar e Carmona, para lhes pedir que intercedessem pelos desprotegidos. Com fama de santo desde cedo, desempenhou um papel decisivo na credibilização das aparições de Fátima e foi o primeiro confessor da Irmã Lúcia. São muitos os milagres que lhe são atribuídos. Mais de sete décadas passadas sobre a sua morte, fiéis de todo o país continuam a acorrer ao seu túmulo, em Lisboa, onde fazem fila para rezar. O Padre Cruz pode ser declarado santo em breve - o processo de canonização está em curso.
Sinopse:
Francisco Rodrigues da Cruz percorria dezenas de quilómetros para pregar, confessar e ajudar quem dele precisava. Aceitava as esmolas dos mais ricos para entregar a quem nada tinha e batia à porta de pessoas influentes e poderosas, como Salazar e Carmona, para lhes pedir que intercedessem pelos desprotegidos. Com fama de santo desde cedo, desempenhou um papel decisivo na credibilização das aparições de Fátima e foi o primeiro confessor da Irmã Lúcia. São muitos os milagres que lhe são atribuídos. Mais de sete décadas passadas sobre a sua morte, fiéis de todo o país continuam a acorrer ao seu túmulo, em Lisboa, onde fazem fila para rezar. O Padre Cruz pode ser declarado santo em breve - o processo de canonização está em curso.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
Francisco Moita Flores preparava-se para iniciar uma sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa, de 2022, quando foi acometido por um enfarte agudo do miocárdio, ficando em estado de morte súbita. São raras as vítimas que sobrevivem a este estado clínico, caso não lhe sejam rapidamente ministradas manobras de reanimação. Graças à pronta reação de médicos, que se encontravam na Feira, e dos serviços do INEM, foi possível reverter a situação. Moita Flores seria operado de urgência no Hospital de Santa Marta com sucesso. Ainda na fase de convalescença, tendo sido informado do alarido que se criou em torno do caso, decidiu contar a história na qual é o principal personagem. Partindo da sua própria experiência de morte súbita, discorre bem-humorado sobre os acontecimentos que se desencadearam na Feira do Livro. O seu objetivo é ajudar na prevenção da doença cardíaca. Com uma narrativa, pontuada aqui e ali com observações engraçadas, muito ao seu estilo, dá o testemunho de quem morreu e ressuscitou, prendendo o leitor e prevenindo-o para que não sofra de igual ocorrência.
Sinopse:
Francisco Moita Flores preparava-se para iniciar uma sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa, de 2022, quando foi acometido por um enfarte agudo do miocárdio, ficando em estado de morte súbita. São raras as vítimas que sobrevivem a este estado clínico, caso não lhe sejam rapidamente ministradas manobras de reanimação. Graças à pronta reação de médicos, que se encontravam na Feira, e dos serviços do INEM, foi possível reverter a situação. Moita Flores seria operado de urgência no Hospital de Santa Marta com sucesso. Ainda na fase de convalescença, tendo sido informado do alarido que se criou em torno do caso, decidiu contar a história na qual é o principal personagem. Partindo da sua própria experiência de morte súbita, discorre bem-humorado sobre os acontecimentos que se desencadearam na Feira do Livro. O seu objetivo é ajudar na prevenção da doença cardíaca. Com uma narrativa, pontuada aqui e ali com observações engraçadas, muito ao seu estilo, dá o testemunho de quem morreu e ressuscitou, prendendo o leitor e prevenindo-o para que não sofra de igual ocorrência.
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Edição: Fevereiro 2023
Sinopse:
Enquanto a Segunda Guerra Mundial lançava o caos na Europa, os jornalistas cobriam os acontecimentos no teatro das operações e as poucas mulheres entre eles travavam também a sua própria batalha. Lutavam pelo direito a trabalhar em igualdade de condições com os homens e serviam-se de doses invulgares de bravura, determinação e criatividade para vencer restrições e combater preconceitos. "As Enviadas Especiais" conta-nos as histórias heroicas e recheadas de peripécias de seis dessas extraordinárias pioneiras: Clare Hollingworth, autora do furo do século depois de noticiar em primeira mão o início da guerra na fronteira da Alemanha com a Polónia; Martha Gellhorn que, entre outras façanhas, desembarcou nas praias da Normandia disfarçada de enfermeira da Cruz Vermelha e foi dos primeiros jornalistas a entrar num campo de extermínio nazi; Lee Miller, uma deslumbrante modelo da Vogue que se tornou correspondente de guerra e fez questão de conhecer o apartamento de Hitler em Munique após a derrota germânica; Sigrid Schultz, uma judia que escondeu as suas origens para fazer reportagens na Alemanha e denunciar ao mundo os planos do III Reich; Virginia Cowles, que trocou o jornalismo cor-de-rosa pelos campos de batalha da Guerra Civil de Espanha e da catástrofe ainda maior que se seguiu; e Helen Kirkpatrick, que esteve nos bombardeamentos de Londres, na invasão de Itália e na libertação de Paris, tendo sido a primeira repórter a conseguir os mesmos direitos que os homens numa zona de combate controlada pelos Aliados. Entre relatos de uma época trágica e episódios mundanos, envolvendo paixões amorosas, encontros com celebridades e outros reflexos da normalidade possível numa Europa virada do avesso, este é um retrato simultaneamente dramático e colorido de seis mulheres corajosas que, contra todas as convenções, arriscaram a vida para testemunhar o conflito mais devastador do século XX.
Sinopse:
Enquanto a Segunda Guerra Mundial lançava o caos na Europa, os jornalistas cobriam os acontecimentos no teatro das operações e as poucas mulheres entre eles travavam também a sua própria batalha. Lutavam pelo direito a trabalhar em igualdade de condições com os homens e serviam-se de doses invulgares de bravura, determinação e criatividade para vencer restrições e combater preconceitos. "As Enviadas Especiais" conta-nos as histórias heroicas e recheadas de peripécias de seis dessas extraordinárias pioneiras: Clare Hollingworth, autora do furo do século depois de noticiar em primeira mão o início da guerra na fronteira da Alemanha com a Polónia; Martha Gellhorn que, entre outras façanhas, desembarcou nas praias da Normandia disfarçada de enfermeira da Cruz Vermelha e foi dos primeiros jornalistas a entrar num campo de extermínio nazi; Lee Miller, uma deslumbrante modelo da Vogue que se tornou correspondente de guerra e fez questão de conhecer o apartamento de Hitler em Munique após a derrota germânica; Sigrid Schultz, uma judia que escondeu as suas origens para fazer reportagens na Alemanha e denunciar ao mundo os planos do III Reich; Virginia Cowles, que trocou o jornalismo cor-de-rosa pelos campos de batalha da Guerra Civil de Espanha e da catástrofe ainda maior que se seguiu; e Helen Kirkpatrick, que esteve nos bombardeamentos de Londres, na invasão de Itália e na libertação de Paris, tendo sido a primeira repórter a conseguir os mesmos direitos que os homens numa zona de combate controlada pelos Aliados. Entre relatos de uma época trágica e episódios mundanos, envolvendo paixões amorosas, encontros com celebridades e outros reflexos da normalidade possível numa Europa virada do avesso, este é um retrato simultaneamente dramático e colorido de seis mulheres corajosas que, contra todas as convenções, arriscaram a vida para testemunhar o conflito mais devastador do século XX.
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Edição: Janeiro 2023
Sinopse:
Com base em arquivos recentemente abertos, o biógrafo bestseller Andrew Lownie, conta-nos a história das vidas fulgurantes do duque e da duquesa de Windsor, após Eduardo VIII ter abdicado do mundo da realeza - um mundo cheio de traição e deslealdade. Foi a 11 de dezembro de 1936 que Eduardo VIII, rei de Inglaterra, renunciou à coroa e seus correspondentes deveres por amor a Wallis Simpson, divorciada americana. Perseguidos por controvérsia e escândalo, apenas poderiam ser felizes para sempre com a abdicação de Eduardo. Mas será que foram? Esta biografia dupla revela a vida dramática dos Windsor após a renúncia ao trono, contando a história de um membro real afastado pela sua família e forçado ao exílio. Desvendando as tentativas nazis de recrutar o duque e as razões pelas quais o mesmo, como governador das Bahamas, tentou arquivar a investigação sobre o assassinato de um amigo próximo, esta biografia relata a história de um casal obcecado pelo seu estatuto, beneficiando financeiramente da sua posição, enquanto se retrata como vítima através da manipulação dos meios de comunicação social.
Sinopse:
Com base em arquivos recentemente abertos, o biógrafo bestseller Andrew Lownie, conta-nos a história das vidas fulgurantes do duque e da duquesa de Windsor, após Eduardo VIII ter abdicado do mundo da realeza - um mundo cheio de traição e deslealdade. Foi a 11 de dezembro de 1936 que Eduardo VIII, rei de Inglaterra, renunciou à coroa e seus correspondentes deveres por amor a Wallis Simpson, divorciada americana. Perseguidos por controvérsia e escândalo, apenas poderiam ser felizes para sempre com a abdicação de Eduardo. Mas será que foram? Esta biografia dupla revela a vida dramática dos Windsor após a renúncia ao trono, contando a história de um membro real afastado pela sua família e forçado ao exílio. Desvendando as tentativas nazis de recrutar o duque e as razões pelas quais o mesmo, como governador das Bahamas, tentou arquivar a investigação sobre o assassinato de um amigo próximo, esta biografia relata a história de um casal obcecado pelo seu estatuto, beneficiando financeiramente da sua posição, enquanto se retrata como vítima através da manipulação dos meios de comunicação social.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
João Neto atingiu a maioria dos objetivos a que se propôs na vida. Correu trinta maratonas em alguns dos lugares mais remotos do planeta. Do Polo Norte à Antártida, passando por sítios tão distintos como as encostas de Miami e os bazares de Marraquexe. Correu no Evereste, completou sete maratonas em sete continentes num espaço de sete dias. Deu duas voltas ao mundo e atingiu quase tudo aquilo que almejou. É pai de dois filhos, dos quais muito se orgulha. Gere o seu próprio negócio com sucesso. O sucesso pode ser como um vício que requer dedicação, investimento e trabalho. Mas como qualquer vício, é por definição insaciável. Atrás de um objetivo vem o outro. Atrás desse esconde-se mais um. E assim por diante. Aprendeu a colocar desde cedo, em tudo o que faz, empenho, trabalho e dedicação, pois assim seria possível chegar ao topo dos pódios, da vida e da sua carreira. Do seu caminho fazem também parte percalços, obstáculos e desilusões. Faz deles uma forma de aprendizagem para continuar a sua viagem. Neste livro partilha as suas vitórias, bem como, as dificuldades. Fala dos sucessos para explicar os processos e como está sempre ao alcance de todos chegar também ao topo.
Sinopse:
João Neto atingiu a maioria dos objetivos a que se propôs na vida. Correu trinta maratonas em alguns dos lugares mais remotos do planeta. Do Polo Norte à Antártida, passando por sítios tão distintos como as encostas de Miami e os bazares de Marraquexe. Correu no Evereste, completou sete maratonas em sete continentes num espaço de sete dias. Deu duas voltas ao mundo e atingiu quase tudo aquilo que almejou. É pai de dois filhos, dos quais muito se orgulha. Gere o seu próprio negócio com sucesso. O sucesso pode ser como um vício que requer dedicação, investimento e trabalho. Mas como qualquer vício, é por definição insaciável. Atrás de um objetivo vem o outro. Atrás desse esconde-se mais um. E assim por diante. Aprendeu a colocar desde cedo, em tudo o que faz, empenho, trabalho e dedicação, pois assim seria possível chegar ao topo dos pódios, da vida e da sua carreira. Do seu caminho fazem também parte percalços, obstáculos e desilusões. Faz deles uma forma de aprendizagem para continuar a sua viagem. Neste livro partilha as suas vitórias, bem como, as dificuldades. Fala dos sucessos para explicar os processos e como está sempre ao alcance de todos chegar também ao topo.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Uma das caras mais conhecidas da RFM, conta-nos por tudo o que passou, desde as primeiras horas da incerteza de um diagnóstico errado à insistência em saber pelo que o seu corpo estava a batalhar: a vida contra um cancro de mama. Dentro do seu registo de resiliência e positividade, nas páginas de "Escolhi Viver" é nos dada a conhecer a Joana corajosa e frágil que, apoiada por família, amigos e uma força tremenda, conseguiu vencer a doença. Sempre procurando os melhores profissionais de saúde, terapias e rotinas diárias num cenário de pandemia, que lhe ofereceu mais um desafio além de tudo o que já estava a passar. "A todos os que estão a passar por um cancro ou a acompanhar alguém que vive com esta doença, espero que este livro seja uma ajuda para que sintam que não estão sozinhos."
Sinopse:
Uma das caras mais conhecidas da RFM, conta-nos por tudo o que passou, desde as primeiras horas da incerteza de um diagnóstico errado à insistência em saber pelo que o seu corpo estava a batalhar: a vida contra um cancro de mama. Dentro do seu registo de resiliência e positividade, nas páginas de "Escolhi Viver" é nos dada a conhecer a Joana corajosa e frágil que, apoiada por família, amigos e uma força tremenda, conseguiu vencer a doença. Sempre procurando os melhores profissionais de saúde, terapias e rotinas diárias num cenário de pandemia, que lhe ofereceu mais um desafio além de tudo o que já estava a passar. "A todos os que estão a passar por um cancro ou a acompanhar alguém que vive com esta doença, espero que este livro seja uma ajuda para que sintam que não estão sozinhos."
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Poucos pilotos abalaram a Fórmula 1 da mesma forma que Max Verstappen. Como competidor mais novo na história da F1, tendo o seu breakthrough em 2015 com apenas 17 anos, a sua corrida de estreia para a Red Bull no Grand Prix de Espanha, em 2016, fez dele o mais jovem piloto de sempre a ganhar uma corrida, a alcançar um lugar no pódio ou até a liderar uma volta. Filho da lenda de F1 Jos Verstappen, e da piloto de karts, Sophie Kumpen, Max estava destinado a ser um piloto de corrida. E, desde a sua estreia bombástica, tem continuado a deixar uma marca neste desporto, recebendo críticas e aplausos em equilibrada proporção. O jornalista desportivo James Gray procura compreender neste livro a natureza franca e o estilo de condução agressivo que fazem de Verstappen um must-watch antes, durante e depois de corridas, e a razão pela qual os seus fãs, cobertos de laranja e que aplaudem efusivamente das bancadas, são assim tão fanáticos.
Sinopse:
Poucos pilotos abalaram a Fórmula 1 da mesma forma que Max Verstappen. Como competidor mais novo na história da F1, tendo o seu breakthrough em 2015 com apenas 17 anos, a sua corrida de estreia para a Red Bull no Grand Prix de Espanha, em 2016, fez dele o mais jovem piloto de sempre a ganhar uma corrida, a alcançar um lugar no pódio ou até a liderar uma volta. Filho da lenda de F1 Jos Verstappen, e da piloto de karts, Sophie Kumpen, Max estava destinado a ser um piloto de corrida. E, desde a sua estreia bombástica, tem continuado a deixar uma marca neste desporto, recebendo críticas e aplausos em equilibrada proporção. O jornalista desportivo James Gray procura compreender neste livro a natureza franca e o estilo de condução agressivo que fazem de Verstappen um must-watch antes, durante e depois de corridas, e a razão pela qual os seus fãs, cobertos de laranja e que aplaudem efusivamente das bancadas, são assim tão fanáticos.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
Quando Ethel Rosenberg foi condenada à morte por espionagem a favor da União Soviética, eu nasci. Meus pais, indignados com a barbárie da sentença, batizaram-me de Ethel. Tinha quatro anos quando entrei para o Scholen, escola judia não sionista, onde aprendi yiddish e hebraico que vim a esquecer poucos anos depois. Tinha cinco anos quando o meu pai me mostrou a sua fotografia no jornal. Uma cena de pugilato entre antifascistas e polícia brasileira no final de um jogo internacional de hóquei onde Portugal era finalista. Os portugueses exilados no Brasil invadiram o campo exigindo a libertação das ex-colónias. Tinha dez anos quando aconteceu o golpe militar no Brasil e dezasseis quando vim morar para Portugal. Matemática, designer, desenhista, comunicadora e documentalista foram as minhas paragens profissionais.
Sinopse:
Quando Ethel Rosenberg foi condenada à morte por espionagem a favor da União Soviética, eu nasci. Meus pais, indignados com a barbárie da sentença, batizaram-me de Ethel. Tinha quatro anos quando entrei para o Scholen, escola judia não sionista, onde aprendi yiddish e hebraico que vim a esquecer poucos anos depois. Tinha cinco anos quando o meu pai me mostrou a sua fotografia no jornal. Uma cena de pugilato entre antifascistas e polícia brasileira no final de um jogo internacional de hóquei onde Portugal era finalista. Os portugueses exilados no Brasil invadiram o campo exigindo a libertação das ex-colónias. Tinha dez anos quando aconteceu o golpe militar no Brasil e dezasseis quando vim morar para Portugal. Matemática, designer, desenhista, comunicadora e documentalista foram as minhas paragens profissionais.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
"A Viúva de Windsor" tem como ponto de partida a morte do Príncipe Filipe, no Castelo de Windsor, a poucas semanas de completar um século de idade e após 73 anos de casamento com Isabel II, a protagonista deste livro e uma das figuras mais admiráveis, e admiradas, da história mundial. Recuamos então à tenra idade de uma princesa que jamais esperara vir a ser rainha, ao curto e polémico reinado do seu tio, Eduardo VIII, e à coroação do seu pai, Jorge VI, a quem Isabel sucederá no trono aos 25 anos. Profundamente conhecedor do tema da monarquia, o embaixador José de Bouza Serrano reconstitui nestas páginas alguns dos episódios mais marcantes do reinado mais duradouro da Grã-Bretanha. Conta-nos como, num complexo diálogo interior entre o dever enquanto soberana e as responsabilidades de chefe da Igreja Anglicana, Isabel II se foi debatendo ao longo das décadas com as difíceis opções sentimentais da única irmã e de três dos quatro filhos, tratando-as com a devida compreensão familiar, mas, antes de mais, como potenciais ameaças ao futuro da dinastia e da instituição monárquica. Atravessando dois séculos de mudanças profundas, tanto do ponto de vista social como político, este é o retrato de uma mulher notável e irrepetível que se manteve sempre fiel à Coroa e que, consciente do seu inestimável peso simbólico, nunca se esqueceu de preservar a aura de mistério própria dos grandes monarcas. Não saberemos nunca o que a Rainha pensa sobre os mais variados assuntos, desde logo sobre as múltiplas partidas que o destino lhe pregou ou a obra dos numerosos governos que lhe juraram lealdade, mas essa é uma característica absolutamente inseparável do fascínio que continua a exercer nos comuns mortais de todo o mundo.
Sinopse:
"A Viúva de Windsor" tem como ponto de partida a morte do Príncipe Filipe, no Castelo de Windsor, a poucas semanas de completar um século de idade e após 73 anos de casamento com Isabel II, a protagonista deste livro e uma das figuras mais admiráveis, e admiradas, da história mundial. Recuamos então à tenra idade de uma princesa que jamais esperara vir a ser rainha, ao curto e polémico reinado do seu tio, Eduardo VIII, e à coroação do seu pai, Jorge VI, a quem Isabel sucederá no trono aos 25 anos. Profundamente conhecedor do tema da monarquia, o embaixador José de Bouza Serrano reconstitui nestas páginas alguns dos episódios mais marcantes do reinado mais duradouro da Grã-Bretanha. Conta-nos como, num complexo diálogo interior entre o dever enquanto soberana e as responsabilidades de chefe da Igreja Anglicana, Isabel II se foi debatendo ao longo das décadas com as difíceis opções sentimentais da única irmã e de três dos quatro filhos, tratando-as com a devida compreensão familiar, mas, antes de mais, como potenciais ameaças ao futuro da dinastia e da instituição monárquica. Atravessando dois séculos de mudanças profundas, tanto do ponto de vista social como político, este é o retrato de uma mulher notável e irrepetível que se manteve sempre fiel à Coroa e que, consciente do seu inestimável peso simbólico, nunca se esqueceu de preservar a aura de mistério própria dos grandes monarcas. Não saberemos nunca o que a Rainha pensa sobre os mais variados assuntos, desde logo sobre as múltiplas partidas que o destino lhe pregou ou a obra dos numerosos governos que lhe juraram lealdade, mas essa é uma característica absolutamente inseparável do fascínio que continua a exercer nos comuns mortais de todo o mundo.
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Edição: Agosto 2022
Sinopse:
Letizia, a Rainha Impaciente aborda todos os pontos fortes e contradições de Letizia Ortiz: a sua procura incansável pela perfeição, insatisfação contínua consigo própria, a sua ânsia por controlar tudo, mas também a sua tenacidade, audácia e rebelião. A vida da mulher que em menos de 10 anos passou de viver num pequeno apartamento em Madrid para pivô de televisão, princesa e, finalmente, rainha de Espanha. Depois de cinco anos e mais de 100 entrevistas, Leonardo Faccio disseca a personalidade desta rainha, a jornalista que renunciou à sua profissão, mas não às suas batalhas pessoais, para se tornar parte de uma monarquia em crise que se quer modernizar de forma a sobreviver.
Sinopse:
Letizia, a Rainha Impaciente aborda todos os pontos fortes e contradições de Letizia Ortiz: a sua procura incansável pela perfeição, insatisfação contínua consigo própria, a sua ânsia por controlar tudo, mas também a sua tenacidade, audácia e rebelião. A vida da mulher que em menos de 10 anos passou de viver num pequeno apartamento em Madrid para pivô de televisão, princesa e, finalmente, rainha de Espanha. Depois de cinco anos e mais de 100 entrevistas, Leonardo Faccio disseca a personalidade desta rainha, a jornalista que renunciou à sua profissão, mas não às suas batalhas pessoais, para se tornar parte de uma monarquia em crise que se quer modernizar de forma a sobreviver.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Embaixador em países tão diferentes como a Suécia, Argentina, Coreia do Sul e Arábia Saudita, Henrique Silveira Borges leva-nos numa viagem única e bem-humorada pelo mundo da diplomacia, já depois de apagadas as luzes e fechadas as portas dos salões. Guia-nos pelos seus bastidores e decifra as suas formalidades, os seus maneirismos e, claro, os seus protagonistas. Pelo que pensam e sentem, mas não dizem. O autor observa o meio diplomático com um olhar clínico e cândido. Com ironia, mas sem complacência. Ao mesmo tempo, convida à reflexão sobre o que é, pode e deve ser a diplomacia no mundo de hoje. Sem esquecer os desígnios da política externa portuguesa, sobre a qual tem pairado o manto diáfano da fantasia e o silêncio tumular dos cemitérios. Um livro esclarecedor em que se entra munido de ideias feitas sobre a diplomacia e, desejavelmente, se sai com o olhar mais límpido. Ou, em certos casos, com os preconceitos intactos.
Sinopse:
Embaixador em países tão diferentes como a Suécia, Argentina, Coreia do Sul e Arábia Saudita, Henrique Silveira Borges leva-nos numa viagem única e bem-humorada pelo mundo da diplomacia, já depois de apagadas as luzes e fechadas as portas dos salões. Guia-nos pelos seus bastidores e decifra as suas formalidades, os seus maneirismos e, claro, os seus protagonistas. Pelo que pensam e sentem, mas não dizem. O autor observa o meio diplomático com um olhar clínico e cândido. Com ironia, mas sem complacência. Ao mesmo tempo, convida à reflexão sobre o que é, pode e deve ser a diplomacia no mundo de hoje. Sem esquecer os desígnios da política externa portuguesa, sobre a qual tem pairado o manto diáfano da fantasia e o silêncio tumular dos cemitérios. Um livro esclarecedor em que se entra munido de ideias feitas sobre a diplomacia e, desejavelmente, se sai com o olhar mais límpido. Ou, em certos casos, com os preconceitos intactos.
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Edição: Março 2022
Sinopse:
Ninguém alguma vez, por sua própria vontade, renunciou ao mais alto cargo da política alemã. Angela Merkel fê-lo. Até o final de sua chancelaria, reuniu elevados níveis de consenso, em particular pela sua capacidade de gerir momentos de crise. O dom político que os alemães lhe reconhecem é o pragmatismo: uma qualidade que Helmut Schmidt gostaria, de bom grado, possuir. Ideologias, visões do mundo e questões de princípio nunca lhe despertaram particular interesse: ela deitou por terra várias bandeiras sagradas dos democratas-cristãos como a energia nuclear ou o serviço militar obrigatório. Por isso, os críticos argumentam que ser chancelar era o seu único programa político. E, no entanto, apesar de "tão antiideológica, tão desprovida de visão", Merkel acabou por forjar uma época. Os anos de 2005 a 2021 são, sem dúvida, os seus anos. Agora que a era Merkel findou, é tempo de olhar para trás e perguntar: o que resta do proverbial pragmatismo da chanceler? A sua estratégia de hesitação, as suas decisões de última hora só deram frutos no imediato, ou foram ponto de partida para processos de mais longo prazo, cujos resultados só veremos após o fim do mandato? A resposta de Ursula Weidenfeld é sim, Merkel será fundamental muito além do fim de sua carreira política. E os efeitos de seu governo serão sentidos nos anos mais próximos.
Sinopse:
Ninguém alguma vez, por sua própria vontade, renunciou ao mais alto cargo da política alemã. Angela Merkel fê-lo. Até o final de sua chancelaria, reuniu elevados níveis de consenso, em particular pela sua capacidade de gerir momentos de crise. O dom político que os alemães lhe reconhecem é o pragmatismo: uma qualidade que Helmut Schmidt gostaria, de bom grado, possuir. Ideologias, visões do mundo e questões de princípio nunca lhe despertaram particular interesse: ela deitou por terra várias bandeiras sagradas dos democratas-cristãos como a energia nuclear ou o serviço militar obrigatório. Por isso, os críticos argumentam que ser chancelar era o seu único programa político. E, no entanto, apesar de "tão antiideológica, tão desprovida de visão", Merkel acabou por forjar uma época. Os anos de 2005 a 2021 são, sem dúvida, os seus anos. Agora que a era Merkel findou, é tempo de olhar para trás e perguntar: o que resta do proverbial pragmatismo da chanceler? A sua estratégia de hesitação, as suas decisões de última hora só deram frutos no imediato, ou foram ponto de partida para processos de mais longo prazo, cujos resultados só veremos após o fim do mandato? A resposta de Ursula Weidenfeld é sim, Merkel será fundamental muito além do fim de sua carreira política. E os efeitos de seu governo serão sentidos nos anos mais próximos.
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Edição: Fevereiro 2022
Sinopse:
Quando, no final de 2019, entrou numa sala cheia no Terreiro do Paço, José Roquette sabia que à sua frente estava o culminar de uma carreira. Celebrava-se o vigésimo aniversário da inauguração do Hospital da Luz e, igualmente, os seus esforços enquanto diretor clínico. Contudo, no seu íntimo a celebração tinha ainda mais significado. Festejava a sua vitória sobre o cancro. E com ela, todos os profissionais que tinha conhecido nesse caminho, a sua família e todos quantos o haviam acompanhado. Festejava ainda uma vida dedicada à medicina. Vida essa que o levou dos mares gelados da Terra Nova aos corredores estreitos do Hospital de Santa Marta. Dos estaleiros da Docapesca às clínicas privadas da Suíça. No seu caminho de vida já soma centenas de doentes, famílias, vidas e sonhos. Um legado que se reflete diariamente naqueles que foi privilegiado o suficiente para conseguir ajudar. A pandemia trouxe-lhe tempo. Tempo para recordar as histórias da infância passada no Alentejo, a família que foi, e que continua a ser, tão importante, e o Sporting do seu avô (seu fundador). Mais ainda trouxe-lhe à memória o seu mentor, o grande Prof. Dr. Manuel Eugénio Machado Macedo, e tantos outros momentos marcantes da sua vida e da sua carreira.
Sinopse:
Quando, no final de 2019, entrou numa sala cheia no Terreiro do Paço, José Roquette sabia que à sua frente estava o culminar de uma carreira. Celebrava-se o vigésimo aniversário da inauguração do Hospital da Luz e, igualmente, os seus esforços enquanto diretor clínico. Contudo, no seu íntimo a celebração tinha ainda mais significado. Festejava a sua vitória sobre o cancro. E com ela, todos os profissionais que tinha conhecido nesse caminho, a sua família e todos quantos o haviam acompanhado. Festejava ainda uma vida dedicada à medicina. Vida essa que o levou dos mares gelados da Terra Nova aos corredores estreitos do Hospital de Santa Marta. Dos estaleiros da Docapesca às clínicas privadas da Suíça. No seu caminho de vida já soma centenas de doentes, famílias, vidas e sonhos. Um legado que se reflete diariamente naqueles que foi privilegiado o suficiente para conseguir ajudar. A pandemia trouxe-lhe tempo. Tempo para recordar as histórias da infância passada no Alentejo, a família que foi, e que continua a ser, tão importante, e o Sporting do seu avô (seu fundador). Mais ainda trouxe-lhe à memória o seu mentor, o grande Prof. Dr. Manuel Eugénio Machado Macedo, e tantos outros momentos marcantes da sua vida e da sua carreira.
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Edição: Fevereiro 2022
Sinopse:
Um dos grandes méritos desta autobiografia, "Um Judeu de Lisboa", reside na ausência de literatura. É uma descida às raízes, sem quaisquer limitações convencionais, para nos transmitir o que se acumulara nos espaços invisíveis do universo mais íntimo. Faz um balanço à vida. Apresenta-nos a realidade quotidiana, nos seus múltiplos aspetos, através de uma comunicação frontal, numa linguagem direta, persuasiva e imediata com os leitores.
Sinopse:
Um dos grandes méritos desta autobiografia, "Um Judeu de Lisboa", reside na ausência de literatura. É uma descida às raízes, sem quaisquer limitações convencionais, para nos transmitir o que se acumulara nos espaços invisíveis do universo mais íntimo. Faz um balanço à vida. Apresenta-nos a realidade quotidiana, nos seus múltiplos aspetos, através de uma comunicação frontal, numa linguagem direta, persuasiva e imediata com os leitores.
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Edição: Outubro 2021
Sinopse:
Naquele ano, o mundo parecia sorrir a Suleika. Tinha acabado o curso e ia começar uma nova vida em Paris, ao lado de Will, por quem se tinha apaixonado perdidamente. Podia ser um conto de fadas, não fosse aquela comichão que crescia de dia para dia, o cansaço, a falta de força. No meio do sonho em construção, e aos 23 anos, chegou o diagnóstico: leucemia. Suleika regressou aos EUA sem emprego, casa ou liberdade. E começou a sua longa caminhada contra um monstro invisível: passaria os anos seguintes no hospital, fechada entre quatro paredes, e começou a relatar o seu dia a dia num diário publicado pelo New York Times. A coluna, que lhe valeu um Emmy, tornou-se viral. Recebeu cartas e e-mails de milhares de pessoas que se reviam nela ou admiravam a sua infinita resiliência. Quando a deram como curada, Suleika tentou voltar ao reino que abandonara, mas descobriu que era agora outra pessoa. À procura de si e de uma casa que fosse sua, fez-se à estrada, acompanhada pelo seu rafeiro, chamado Oscar. Percorreu os EUA, conheceu as pessoas com quem se correspondera: desde uma adolescente com cancro a um prisioneiro no corredor da morte.
Sinopse:
Naquele ano, o mundo parecia sorrir a Suleika. Tinha acabado o curso e ia começar uma nova vida em Paris, ao lado de Will, por quem se tinha apaixonado perdidamente. Podia ser um conto de fadas, não fosse aquela comichão que crescia de dia para dia, o cansaço, a falta de força. No meio do sonho em construção, e aos 23 anos, chegou o diagnóstico: leucemia. Suleika regressou aos EUA sem emprego, casa ou liberdade. E começou a sua longa caminhada contra um monstro invisível: passaria os anos seguintes no hospital, fechada entre quatro paredes, e começou a relatar o seu dia a dia num diário publicado pelo New York Times. A coluna, que lhe valeu um Emmy, tornou-se viral. Recebeu cartas e e-mails de milhares de pessoas que se reviam nela ou admiravam a sua infinita resiliência. Quando a deram como curada, Suleika tentou voltar ao reino que abandonara, mas descobriu que era agora outra pessoa. À procura de si e de uma casa que fosse sua, fez-se à estrada, acompanhada pelo seu rafeiro, chamado Oscar. Percorreu os EUA, conheceu as pessoas com quem se correspondera: desde uma adolescente com cancro a um prisioneiro no corredor da morte.
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Edição: Setembro 2021
Sinopse:
No dia 5 de Março de 1934, aterrava em Goa, vindo de Lisboa, o mais aguardado dos visitantes. Carlos Bleck, a bordo de um pequeno monomotor, fazia-se à pista, depois de mais de 50 horas a voar. Foi recebido por uma multidão eufórica: pela primeira vez na história um aviador concluía a travessia entre Portugal e a Índia, um extraordinário feito aeronáutico. Descendente de uma família judaica da Polónia, que a diáspora fixou em Portugal, o piloto crescera com a febre da velocidade. Foi corredor de automóveis e velejador olímpico, antes de abraçar a sua maior paixão: voar. Bleck, o primeiro português a ter um brevet de piloto civil, distinguiu-se também como empresário, fundando uma companhia de aviação, a CTA, que antecedeu a TAP. O que o imortalizou, porém, foram as viagens aéreas. Para além da viagem à Índia, fez a primeira ligação aérea Lisboa / Angola / Lisboa. Atravessou mares e desertos, enfrentou tempestades de areia, trovoadas tropicais, fogo inimigo. A História, no entanto, acabou por o ignorar. Ainda durante o Estado Novo, protagonizou um acidente aparatoso, a bordo de um avião chamado Salazar, que ditou o fim dos seus voos pioneiros. O Portugal pós-25 de Abril não lhe perdoou ter sido membro da Legião Portuguesa e fervoroso defensor do regime anterior. Permaneceu uma nota de rodapé na história da aviação portuguesa. Até ao dia em que o comandante José Correia Guedes (autor de O Aviador) decidiu resgatá-lo do esquecimento.
Sinopse:
No dia 5 de Março de 1934, aterrava em Goa, vindo de Lisboa, o mais aguardado dos visitantes. Carlos Bleck, a bordo de um pequeno monomotor, fazia-se à pista, depois de mais de 50 horas a voar. Foi recebido por uma multidão eufórica: pela primeira vez na história um aviador concluía a travessia entre Portugal e a Índia, um extraordinário feito aeronáutico. Descendente de uma família judaica da Polónia, que a diáspora fixou em Portugal, o piloto crescera com a febre da velocidade. Foi corredor de automóveis e velejador olímpico, antes de abraçar a sua maior paixão: voar. Bleck, o primeiro português a ter um brevet de piloto civil, distinguiu-se também como empresário, fundando uma companhia de aviação, a CTA, que antecedeu a TAP. O que o imortalizou, porém, foram as viagens aéreas. Para além da viagem à Índia, fez a primeira ligação aérea Lisboa / Angola / Lisboa. Atravessou mares e desertos, enfrentou tempestades de areia, trovoadas tropicais, fogo inimigo. A História, no entanto, acabou por o ignorar. Ainda durante o Estado Novo, protagonizou um acidente aparatoso, a bordo de um avião chamado Salazar, que ditou o fim dos seus voos pioneiros. O Portugal pós-25 de Abril não lhe perdoou ter sido membro da Legião Portuguesa e fervoroso defensor do regime anterior. Permaneceu uma nota de rodapé na história da aviação portuguesa. Até ao dia em que o comandante José Correia Guedes (autor de O Aviador) decidiu resgatá-lo do esquecimento.
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Edição: Setembro 2021
Sinopse:
O diário começa a 17 de janeiro de 2021, há pouco mais de meio ano, dia em que pela primeira vez Daniel Sampaio desconfia de que está infetado pelo coronavírus. Nos dias que se seguiram viveu esta incerteza na companhia de sua mulher, Maria José, receando mais por ela que por si próprio. A 28 de janeiro é ele próprio internado, e nesse mesmo dia "pelas 14.30h, disseram-me que o meu estado se tinha agravado e que iria ser transferido para os cuidados intensivos. Senti uma enorme angústia e pela primeira vez pensei a sério que poderia morrer". E é com este tom, coloquial e familiar, que Daniel Sampaio nos relata esta sua terrível experiência, que durou dois meses, a experiência de quem, de alguma maneira, "foi e voltou" para contar o que viu.
Sinopse:
O diário começa a 17 de janeiro de 2021, há pouco mais de meio ano, dia em que pela primeira vez Daniel Sampaio desconfia de que está infetado pelo coronavírus. Nos dias que se seguiram viveu esta incerteza na companhia de sua mulher, Maria José, receando mais por ela que por si próprio. A 28 de janeiro é ele próprio internado, e nesse mesmo dia "pelas 14.30h, disseram-me que o meu estado se tinha agravado e que iria ser transferido para os cuidados intensivos. Senti uma enorme angústia e pela primeira vez pensei a sério que poderia morrer". E é com este tom, coloquial e familiar, que Daniel Sampaio nos relata esta sua terrível experiência, que durou dois meses, a experiência de quem, de alguma maneira, "foi e voltou" para contar o que viu.
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