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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Como se sente o pequeno tigre? Estará feliz, triste ou apenas com sono? Gira a roda e vais descobrir! Um livro que ajuda os mais pequenos a reconhecer as emoções, enquanto se divertem a fazer girar a roda com os sons de clique-claque, uma e outra vez!
Sinopse:
Como se sente o pequeno tigre? Estará feliz, triste ou apenas com sono? Gira a roda e vais descobrir! Um livro que ajuda os mais pequenos a reconhecer as emoções, enquanto se divertem a fazer girar a roda com os sons de clique-claque, uma e outra vez!
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Durante uma viagem de carro realizada no final das férias de Verão, o médico psiquiatra, que viaja sozinho, ocupa o tempo que medeia entre a partida de Albufeira e a chegada à Praia das Maçãs (uma tarde e parte de uma noite) na observação do espaço percorrido, em considerações sobre a sua vida presente, e na rememoração de momentos marcantes da sua existência. Apresentando-se inicialmente como um longo monólogo interior (numa oscilação constante entre a primeira e terceira pessoas gramaticais), ganha contornos de diálogo quando o narrador enceta uma conversa fantasmática com a sua filha Joana.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Durante uma viagem de carro realizada no final das férias de Verão, o médico psiquiatra, que viaja sozinho, ocupa o tempo que medeia entre a partida de Albufeira e a chegada à Praia das Maçãs (uma tarde e parte de uma noite) na observação do espaço percorrido, em considerações sobre a sua vida presente, e na rememoração de momentos marcantes da sua existência. Apresentando-se inicialmente como um longo monólogo interior (numa oscilação constante entre a primeira e terceira pessoas gramaticais), ganha contornos de diálogo quando o narrador enceta uma conversa fantasmática com a sua filha Joana.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 712
Sinopse:
Este volume reúne os contos escritos por Gabriel García Márquez desde os finais dos anos 1940, até meados dos anos 1990. Um conjunto de 41 histórias que nos permite desfrutar de todo o encanto e mestria do genial escritor colombiano, e que nos leva a um mundo inesquecível cuja realidade se expressa mediante fórmulas mágicas e lendárias.Histórias fantásticas que reflectem a cultura sul-americana, misturando acontecimentos surreais e detalhes do quotidiano, escritas com o estilo que caracteriza a obra de García Márquez, em que os milagres se inserem na vida quotidiana e a prosa se aproxima inevitavelmente do seu destino fatal: a poesia.
Nº Páginas: 712
Sinopse:
Este volume reúne os contos escritos por Gabriel García Márquez desde os finais dos anos 1940, até meados dos anos 1990. Um conjunto de 41 histórias que nos permite desfrutar de todo o encanto e mestria do genial escritor colombiano, e que nos leva a um mundo inesquecível cuja realidade se expressa mediante fórmulas mágicas e lendárias.Histórias fantásticas que reflectem a cultura sul-americana, misturando acontecimentos surreais e detalhes do quotidiano, escritas com o estilo que caracteriza a obra de García Márquez, em que os milagres se inserem na vida quotidiana e a prosa se aproxima inevitavelmente do seu destino fatal: a poesia.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Na presente edição reúne-se uma selecção de contos daquele que é considerado o grande mestre do conto francês, e um dos seus maiores expoentes na história da literatura: Guy de Maupassant.A escolha dos contos deve-se a uma estreita colaboração entre Miguel Viqueira e Pedro Tamen, que os traduz, com a mão do grande poeta que é, de forma soberba.Da vasta obra literária que o autor nos deixou, foram escolhidos quarenta e dois contos, divididos em três partes: "Contos mundanos, amorosos, eróticos e galantes", "Contos inquietantes, de horror e de mistério" e "Contos exemplares".Esta recolha procura dar a conhecer aos leitores portugueses a maravilha que é a prosa deste grande escritor do século XIX.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Na presente edição reúne-se uma selecção de contos daquele que é considerado o grande mestre do conto francês, e um dos seus maiores expoentes na história da literatura: Guy de Maupassant.A escolha dos contos deve-se a uma estreita colaboração entre Miguel Viqueira e Pedro Tamen, que os traduz, com a mão do grande poeta que é, de forma soberba.Da vasta obra literária que o autor nos deixou, foram escolhidos quarenta e dois contos, divididos em três partes: "Contos mundanos, amorosos, eróticos e galantes", "Contos inquietantes, de horror e de mistério" e "Contos exemplares".Esta recolha procura dar a conhecer aos leitores portugueses a maravilha que é a prosa deste grande escritor do século XIX.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Poucos leitores parecem estar cientes de que Hermann Hesse, o autor de romances épicos como "O Lobo das Estepes" ou "Siddharta", também escreveu magníficos textos de prosa poética. Esta coletânea reúne os contos mais emblemáticos da obra do autor, e nela se inclui "Os Dois Irmãos" (Die beiden Brüder), o seu primeiro trabalho em prosa, escrito quando Hesse tinha apenas dez anos, que é exemplo disso: imbuído de alguns dos imaginários e sentimentos típicos dos romances de Hesse, mas escrito com uma clareza e ressonância próprias, um sentimento de saudade para o amor e para a casa, é, simultaneamente, extremamente simples e profundamente poético. São pequenas histórias, em linguagem simples mas plenas de simbolismo e referências filosóficas que remetem para um mundo além da efabulação. A experiência como elemento unificador do homem e do universo, a busca de harmonia e unidade do indivíduo no seu confronto com o mundo são temas que perpassam estes contos onde habitam a fantasia e a visão mágica dos seres e da Natureza num registo poético singular.
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Poucos leitores parecem estar cientes de que Hermann Hesse, o autor de romances épicos como "O Lobo das Estepes" ou "Siddharta", também escreveu magníficos textos de prosa poética. Esta coletânea reúne os contos mais emblemáticos da obra do autor, e nela se inclui "Os Dois Irmãos" (Die beiden Brüder), o seu primeiro trabalho em prosa, escrito quando Hesse tinha apenas dez anos, que é exemplo disso: imbuído de alguns dos imaginários e sentimentos típicos dos romances de Hesse, mas escrito com uma clareza e ressonância próprias, um sentimento de saudade para o amor e para a casa, é, simultaneamente, extremamente simples e profundamente poético. São pequenas histórias, em linguagem simples mas plenas de simbolismo e referências filosóficas que remetem para um mundo além da efabulação. A experiência como elemento unificador do homem e do universo, a busca de harmonia e unidade do indivíduo no seu confronto com o mundo são temas que perpassam estes contos onde habitam a fantasia e a visão mágica dos seres e da Natureza num registo poético singular.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Uma mulher fica viúva com dois filhos. Alguns anos depois da morte do marido, a vida não se refez e o filho mais velho, agora adolescente, cresce contra a mãe, num silêncio obstinado que só quebra nas histórias que se conta para adormecer e nos desenhos que faz de forma compulsiva. Com o anúncio do chumbo escolar, a mãe decide, sem grandes reflexões, fazer uma viagem com este filho, deixando o pequeno com os avós. Não se trata de uma viagem com destino, mas antes uma procura. Contracorpo é um livro contra o silêncio e sobre o silêncio. É uma história de procura de identidades distintas - da mulher e do quase homem - e ainda de descobertas. Uma mãe nunca é o que se espera. Um filho é sempre uma surpresa. O encontro dá-se enquanto procuram caminhos, de Lisboa a Roma, num jogo de claro escuro. Como se tudo fosse uma imagem.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Uma mulher fica viúva com dois filhos. Alguns anos depois da morte do marido, a vida não se refez e o filho mais velho, agora adolescente, cresce contra a mãe, num silêncio obstinado que só quebra nas histórias que se conta para adormecer e nos desenhos que faz de forma compulsiva. Com o anúncio do chumbo escolar, a mãe decide, sem grandes reflexões, fazer uma viagem com este filho, deixando o pequeno com os avós. Não se trata de uma viagem com destino, mas antes uma procura. Contracorpo é um livro contra o silêncio e sobre o silêncio. É uma história de procura de identidades distintas - da mulher e do quase homem - e ainda de descobertas. Uma mãe nunca é o que se espera. Um filho é sempre uma surpresa. O encontro dá-se enquanto procuram caminhos, de Lisboa a Roma, num jogo de claro escuro. Como se tudo fosse uma imagem.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Sentados a uma mesa da taberna A Catedral, o jornalista Santiago Zavala conversa com o seu amigo Ambrosio. Estamos em Lima, na época ditatorial do general Manuel A. Odría (1948-1956), e dessa conversa acompanhada de cerveja emerge um Peru cruel, corrupto, desesperançado, matéria-prima ideal, portanto, para um romance que só um grande jornalista e escritor como Vargas Llosa poderia ter produzido. Uma história esplêndida que reúne muitos dos ingredientes que fizeram a fama do autor peruano - as críticas ácidas, a irreverência, a rebeldia e o humor sarcástico. "Conversa n’A Catedral" é a crónica de uma ditadura e da resistência possível graças à palavra. Uma aguda reflexão sobre a identidade latino-americana e sobre a perda da liberdade. Um romance que, mais do que um marco na carreira literária do autor, é um ponto de referência inevitável na história da literatura universal.
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Sentados a uma mesa da taberna A Catedral, o jornalista Santiago Zavala conversa com o seu amigo Ambrosio. Estamos em Lima, na época ditatorial do general Manuel A. Odría (1948-1956), e dessa conversa acompanhada de cerveja emerge um Peru cruel, corrupto, desesperançado, matéria-prima ideal, portanto, para um romance que só um grande jornalista e escritor como Vargas Llosa poderia ter produzido. Uma história esplêndida que reúne muitos dos ingredientes que fizeram a fama do autor peruano - as críticas ácidas, a irreverência, a rebeldia e o humor sarcástico. "Conversa n’A Catedral" é a crónica de uma ditadura e da resistência possível graças à palavra. Uma aguda reflexão sobre a identidade latino-americana e sobre a perda da liberdade. Um romance que, mais do que um marco na carreira literária do autor, é um ponto de referência inevitável na história da literatura universal.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Esta é a história dos Lambert, uma família normal: Alfred, um engenheiro reformado à beira do caos mental e físico devido à doença de Parkinson; Enid, a sua mulher, obcecada em reunir em casa os três filhos numa última ceia de Natal; Chip, um ex-professor, despedido por dormir com uma aluna, que tem negócios sujos na Lituânia; Denise, fria e racional chef de um restaurante da moda, ligada sentimentalmente ao seu patrão, e Gary, um banqueiro snobe e paranóico, preso a um casamento de pesadelo. O prodígio deste romance é a secreta ligação entre o universo dos Lambert e o resto do mundo, os Estados Unidos da América no fim dos anos 90, um país irascível a caminho de um novo milénio. "Correcções" é um grandioso romance tragicómico sobre o início de um novo século, uma obra-prima sobre uma família que se desmembra numa época em que tudo tem arranjo, tudo se pode corrigir. Um romance divertido, corrosivo e profundamente humano, que confirma Jonathan Franzen como um dos mais brilhantes intérpretes da sociedade contemporânea.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Esta é a história dos Lambert, uma família normal: Alfred, um engenheiro reformado à beira do caos mental e físico devido à doença de Parkinson; Enid, a sua mulher, obcecada em reunir em casa os três filhos numa última ceia de Natal; Chip, um ex-professor, despedido por dormir com uma aluna, que tem negócios sujos na Lituânia; Denise, fria e racional chef de um restaurante da moda, ligada sentimentalmente ao seu patrão, e Gary, um banqueiro snobe e paranóico, preso a um casamento de pesadelo. O prodígio deste romance é a secreta ligação entre o universo dos Lambert e o resto do mundo, os Estados Unidos da América no fim dos anos 90, um país irascível a caminho de um novo milénio. "Correcções" é um grandioso romance tragicómico sobre o início de um novo século, uma obra-prima sobre uma família que se desmembra numa época em que tudo tem arranjo, tudo se pode corrigir. Um romance divertido, corrosivo e profundamente humano, que confirma Jonathan Franzen como um dos mais brilhantes intérpretes da sociedade contemporânea.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 516
Sinopse:
Com a primeira edição datada de 1998, "Costa Gomes - O Último Marechal" foi, ao longo destes anos, não só obra de consulta obrigatória para estudiosos e investigadores da nossa história recente, como também uma leitura fascinante para um público mais vasto eabrangente.Sendo o ano de 2014 a conjugação de duas efemérides, os 40 anos do 25 de Abril e o centenário do Marechal Costa Gomes, este é o momento oportuno para uma nova edição desta obra. Assim, o reaparecimento das memórias de Costa Gomes contribuirá para o esforço colectivo de preservação deste acontecimento central da nossa contemporaneidade, mas também para resgatar a figura de um dos protagonistas da Revolução, que não tendo sido um militar vulgar, um político vulgar nem um católico vulgar, não foi um herói falhado, mas também não foi um herói de Abril. Costa Gomes devido ao seu perfil enigmático, indecifrável, quase esfíngico, que tanto perturbou os portugueses no tempo revolucionário e que ainda hoje continua a perturbar os estudiosos e o público em geral, pode ser qualificado como o representante do princípio da realidade contra o princípio do prazer - é aquele que apelidamos de anti-herói da Revolução de Abril e a quem hoje homenageamos com esta nova edição.
Nº Páginas: 516
Sinopse:
Com a primeira edição datada de 1998, "Costa Gomes - O Último Marechal" foi, ao longo destes anos, não só obra de consulta obrigatória para estudiosos e investigadores da nossa história recente, como também uma leitura fascinante para um público mais vasto eabrangente.Sendo o ano de 2014 a conjugação de duas efemérides, os 40 anos do 25 de Abril e o centenário do Marechal Costa Gomes, este é o momento oportuno para uma nova edição desta obra. Assim, o reaparecimento das memórias de Costa Gomes contribuirá para o esforço colectivo de preservação deste acontecimento central da nossa contemporaneidade, mas também para resgatar a figura de um dos protagonistas da Revolução, que não tendo sido um militar vulgar, um político vulgar nem um católico vulgar, não foi um herói falhado, mas também não foi um herói de Abril. Costa Gomes devido ao seu perfil enigmático, indecifrável, quase esfíngico, que tanto perturbou os portugueses no tempo revolucionário e que ainda hoje continua a perturbar os estudiosos e o público em geral, pode ser qualificado como o representante do princípio da realidade contra o princípio do prazer - é aquele que apelidamos de anti-herói da Revolução de Abril e a quem hoje homenageamos com esta nova edição.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Criar Modelos de Negócio é um manual prático e inspirador para quem procura melhorar um modelo de negócio - ou conceber um novo. Mude a forma como pensa os modelos de negócio. Criar Modelos de Negócio ensina-lhe técnicas inovadoras, eficazes e poderosas praticadas por algumas das empresas mais prestigiadas da actualidade. Aprenderá de forma sistemática a compreender, conceber e implementar novos modelos de negócio - ou a analisar ou renovar os antigos. Criar Modelos de Negócio pratica o que defende. Da autoria de 470 profissionais especialistas em modelos de negócio, este livro foi financiado e produzido sem o apoio da indústria editorial tradicional. Tem um design integrado e inovador que permite encontrar facilmente a informação relevante. Criar Modelos de Negócio destina-se a todos os que estão preparados para abandonar formas de pensamento ultrapassadas e abraçar novos modelos de criação de valor: empresários, executivos, consultores - e líderes de todas as organizações.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Criar Modelos de Negócio é um manual prático e inspirador para quem procura melhorar um modelo de negócio - ou conceber um novo. Mude a forma como pensa os modelos de negócio. Criar Modelos de Negócio ensina-lhe técnicas inovadoras, eficazes e poderosas praticadas por algumas das empresas mais prestigiadas da actualidade. Aprenderá de forma sistemática a compreender, conceber e implementar novos modelos de negócio - ou a analisar ou renovar os antigos. Criar Modelos de Negócio pratica o que defende. Da autoria de 470 profissionais especialistas em modelos de negócio, este livro foi financiado e produzido sem o apoio da indústria editorial tradicional. Tem um design integrado e inovador que permite encontrar facilmente a informação relevante. Criar Modelos de Negócio destina-se a todos os que estão preparados para abandonar formas de pensamento ultrapassadas e abraçar novos modelos de criação de valor: empresários, executivos, consultores - e líderes de todas as organizações.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Vítima da denúncia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de núpcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado à morte pelos irmãos da sua hipotética amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar cúmplice ou impotente da população expectante de uma aldeia colombiana: é esta a história verídica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, é enunciada. A capacidade de Gabriel García Márquez em reconstruir um universo possuído pela nostalgia, mágica e encantatória da infância e a sua genial mestria em contar histórias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Vítima da denúncia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de núpcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado à morte pelos irmãos da sua hipotética amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar cúmplice ou impotente da população expectante de uma aldeia colombiana: é esta a história verídica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, é enunciada. A capacidade de Gabriel García Márquez em reconstruir um universo possuído pela nostalgia, mágica e encantatória da infância e a sua genial mestria em contar histórias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Livro de viagem, autobiografia e romance, "Crónica de Uma Travessia" transmite o encanto exótico de um lugar remoto e desconhecido, um pedaço da Ásia que teimosamente quer preservar as características essenciais da cultura europeia com a qual esteve em contacto, apesar da enorme distância e do massacre que dura desde a invasão indonésia de 1975. Com uma escrita lírica, fluida, rica em imagens poéticas, capaz de transmitir sensações, cores e situações melhor do que qualquer reportagem de viagens, "Crónica de Uma Travessia" é uma leitura inesquecível.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Livro de viagem, autobiografia e romance, "Crónica de Uma Travessia" transmite o encanto exótico de um lugar remoto e desconhecido, um pedaço da Ásia que teimosamente quer preservar as características essenciais da cultura europeia com a qual esteve em contacto, apesar da enorme distância e do massacre que dura desde a invasão indonésia de 1975. Com uma escrita lírica, fluida, rica em imagens poéticas, capaz de transmitir sensações, cores e situações melhor do que qualquer reportagem de viagens, "Crónica de Uma Travessia" é uma leitura inesquecível.
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Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um homem recebe no Natal uma dentadura nova, em vez de cumprir uma pena de prisão. Um rapaz é torturado quase até à morte em nome dos Illuminati. Os nove "cidadãos respeitáveis" de uma banda de metais destroem a vida de uma jovem, e nenhum deles tem de expiar o crime… Ferdinand von Schirach transformou meros processos penais em literatura de qualidade, com uma intensidade penetrante, de uma forma discreta mas sempre assertiva, num estilo entre o lírico e o lacónico. São as questões intemporais como o bem e o mal, a culpa, a inocência e a responsabilidade que cada um de nós tem de assumir que se destacam.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um homem recebe no Natal uma dentadura nova, em vez de cumprir uma pena de prisão. Um rapaz é torturado quase até à morte em nome dos Illuminati. Os nove "cidadãos respeitáveis" de uma banda de metais destroem a vida de uma jovem, e nenhum deles tem de expiar o crime… Ferdinand von Schirach transformou meros processos penais em literatura de qualidade, com uma intensidade penetrante, de uma forma discreta mas sempre assertiva, num estilo entre o lírico e o lacónico. São as questões intemporais como o bem e o mal, a culpa, a inocência e a responsabilidade que cada um de nós tem de assumir que se destacam.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Jorge Salavisa é a maior figura da dança contemporânea em Portugal. Homem de perfil reservado, tímido até, soube sempre fazer a sua brilhante carreira longe dos holofotes da fama fácil. Todavia, faltava uma obra biográfica que trouxesse luz sobre esta personagem impar da cultura portuguesa. Dançar a Vida é o livro imprevisto que transporta o leitor ao topo do mundo da dança, que o leva ao palco e o faz girar sobre si mesmo. Repleto de histórias assombrosas, das mais surpreendentes às mais trágicas, este livro espelha como poucos o quão humano e sensível pode ser um génio da arte e da dança.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Jorge Salavisa é a maior figura da dança contemporânea em Portugal. Homem de perfil reservado, tímido até, soube sempre fazer a sua brilhante carreira longe dos holofotes da fama fácil. Todavia, faltava uma obra biográfica que trouxesse luz sobre esta personagem impar da cultura portuguesa. Dançar a Vida é o livro imprevisto que transporta o leitor ao topo do mundo da dança, que o leva ao palco e o faz girar sobre si mesmo. Repleto de histórias assombrosas, das mais surpreendentes às mais trágicas, este livro espelha como poucos o quão humano e sensível pode ser um génio da arte e da dança.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em David e Golias, Malcolm Gladwell questiona a forma como encaramos as nossas limitações e desvantagens. Propõe uma nova interpretação sobre o que significa ser-se discriminado, ter incapacidades pessoais, perder o pai ou a mãe ou frequentar uma escola medíocre são revezes que causam sofrimento, mas podem ser ultrapassados.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em David e Golias, Malcolm Gladwell questiona a forma como encaramos as nossas limitações e desvantagens. Propõe uma nova interpretação sobre o que significa ser-se discriminado, ter incapacidades pessoais, perder o pai ou a mãe ou frequentar uma escola medíocre são revezes que causam sofrimento, mas podem ser ultrapassados.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Júlia nunca contou toda a verdade sobre o que lhe aconteceu. Nem aos pais, que a sentem cada vez mais distante; nem às amigas, que não vê há meses. Acreditou que dessa forma seria possível esquecer tudo; mas a memória que o seu corpo guarda não pode ser apagada, e por isso, apesar dos seus dezanove anos, Júlia só deseja ficar quieta, encolhida numa vida vazia, longe de tudo e de todos. No prédio onde mora, vive Catarina, uma menina de quatro ou cinco anos, filha de uns vizinhos cujas discussões violentas Júlia escuta através das paredes. Salvar essa criança torna-se então essencial à sua própria salvação. Mas será possível fugir do passado quando ele permanece debaixo da pele? Eis o ponto de partida deste romance fascinante e profundamente actual, que acompanhará os momentos cruciais das vidas de Júlia e Catarina ao longo de mais de trinta anos, nos quais as suas histórias ora se entretecem, ora se afastam.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Júlia nunca contou toda a verdade sobre o que lhe aconteceu. Nem aos pais, que a sentem cada vez mais distante; nem às amigas, que não vê há meses. Acreditou que dessa forma seria possível esquecer tudo; mas a memória que o seu corpo guarda não pode ser apagada, e por isso, apesar dos seus dezanove anos, Júlia só deseja ficar quieta, encolhida numa vida vazia, longe de tudo e de todos. No prédio onde mora, vive Catarina, uma menina de quatro ou cinco anos, filha de uns vizinhos cujas discussões violentas Júlia escuta através das paredes. Salvar essa criança torna-se então essencial à sua própria salvação. Mas será possível fugir do passado quando ele permanece debaixo da pele? Eis o ponto de partida deste romance fascinante e profundamente actual, que acompanhará os momentos cruciais das vidas de Júlia e Catarina ao longo de mais de trinta anos, nos quais as suas histórias ora se entretecem, ora se afastam.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, Debaixo de Algum Céu retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, Debaixo de Algum Céu retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No dia em que se ia casar, Nicolau Manuel foi levado pela Guarda para um interrogatório e já não voltou. Viveu, assim, quase toda a vida na urgência de contar a verdade a Graça dos Penedo, a noiva que mais tarde lhe seria arrebatada pelo alfaiate que lhe fizera o fato do casamento. Porém, sempre que se abria uma possibilidade, uma ameaça desviava-o dramaticamente do seu destino - e agora, meio século volvido, está velho de mais para querer mudar as coisas, gastando os dias com telenovelas. De tanto ter ouvido ao avô a sua história rocambolesca, Valdemar - um rapaz violento e obeso apaixonado pela vizinha anoréctica - não desistiu, mesmo assim, de fazer justiça por ele. E, ao encontrar casualmente a notícia da morte do alfaiate, sabe que chegou a hora de ir falar com a viúva: até porque essa será a única forma de resgatar Nicolau Manuel da modorra em que se deixou afundar. Alternando a narrativa dos sucessivos infortúnios de Nicolau Manuel - que é também a história de Portugal sob a ditadura, com os seus enganos, perseguições e injustiças - com a de um adolescente que mantém um diário com numerosas passagens rasuradas como instrumento de luta contra o mundo -, "Deixem Falar as Pedras" é um romance maduro e fascinante sobre a transmissão das memórias de geração em geração, nunca isenta de cortes e acrescentos que fazem da verdade não o que aconteceu, mas o que recordamos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No dia em que se ia casar, Nicolau Manuel foi levado pela Guarda para um interrogatório e já não voltou. Viveu, assim, quase toda a vida na urgência de contar a verdade a Graça dos Penedo, a noiva que mais tarde lhe seria arrebatada pelo alfaiate que lhe fizera o fato do casamento. Porém, sempre que se abria uma possibilidade, uma ameaça desviava-o dramaticamente do seu destino - e agora, meio século volvido, está velho de mais para querer mudar as coisas, gastando os dias com telenovelas. De tanto ter ouvido ao avô a sua história rocambolesca, Valdemar - um rapaz violento e obeso apaixonado pela vizinha anoréctica - não desistiu, mesmo assim, de fazer justiça por ele. E, ao encontrar casualmente a notícia da morte do alfaiate, sabe que chegou a hora de ir falar com a viúva: até porque essa será a única forma de resgatar Nicolau Manuel da modorra em que se deixou afundar. Alternando a narrativa dos sucessivos infortúnios de Nicolau Manuel - que é também a história de Portugal sob a ditadura, com os seus enganos, perseguições e injustiças - com a de um adolescente que mantém um diário com numerosas passagens rasuradas como instrumento de luta contra o mundo -, "Deixem Falar as Pedras" é um romance maduro e fascinante sobre a transmissão das memórias de geração em geração, nunca isenta de cortes e acrescentos que fazem da verdade não o que aconteceu, mas o que recordamos.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 244
Sinopse:
"Desculpe lá, Mãe!" é o livro que Rita Ferro escreveu em parceria com a filha, Marta Gautier, a partir de cartas verdadeiras, partilhando dificul- dades de relacionamento, de diálogo e de aceitação, com uma abordagem leiga e uma clara intenção pedagógica.À data, nem a Autora previu que este livro pudesse tornar-se, também ele, um best-seller, e muito menos um SOS para mães e filhas. Mas a procura que obteve junto de um público exigente, prova-nos que Rita Ferro, além de cronista, além de romancista, está também habilitada, pela sua própria experiência de mãe e de mulher, a falar em nome da sua geração.Um livro que dá uma resposta sensível aos problemas que atormentam, isolam e revoltam os jovens.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
"Desculpe lá, Mãe!" é o livro que Rita Ferro escreveu em parceria com a filha, Marta Gautier, a partir de cartas verdadeiras, partilhando dificul- dades de relacionamento, de diálogo e de aceitação, com uma abordagem leiga e uma clara intenção pedagógica.À data, nem a Autora previu que este livro pudesse tornar-se, também ele, um best-seller, e muito menos um SOS para mães e filhas. Mas a procura que obteve junto de um público exigente, prova-nos que Rita Ferro, além de cronista, além de romancista, está também habilitada, pela sua própria experiência de mãe e de mulher, a falar em nome da sua geração.Um livro que dá uma resposta sensível aos problemas que atormentam, isolam e revoltam os jovens.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Um esforço colectivo para dar a conhecer os compositores portugueses que marcaram o horizonte estético. Panorâmica da escrita musical em Portugal no século XX escrita por alguns dos mais reputados musicólogos nacionais do momento. A vida e a obra dos dez compositores portugueses mais relevantes do século passado: Emmanuel Nunes, Joly Braga Santos, Jorge Peixinho, Luís de Freitas Branco, entre outros.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Um esforço colectivo para dar a conhecer os compositores portugueses que marcaram o horizonte estético. Panorâmica da escrita musical em Portugal no século XX escrita por alguns dos mais reputados musicólogos nacionais do momento. A vida e a obra dos dez compositores portugueses mais relevantes do século passado: Emmanuel Nunes, Joly Braga Santos, Jorge Peixinho, Luís de Freitas Branco, entre outros.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Usar a língua é transformá-la e este processo de transformação, como bem sabemos, não tem paragem. É lícito, porém, que sintamos a responsabilidade de observar, de estudar as práticas dos falantes e, confrontadas com as suas dificuldades, dúvidas, problemas actuais, queiramos contribuir para evitar o erro, fornecendo os elementos necessários a uma melhor compreensão do correcto uso da língua. Assim, no início do século XXI, conscientes de sermos herdeiras desta nossa língua quase milenar, mas também elos da cadeia que a há-de deixar em herança, dedicámos o nosso interesse e esforço à realização de um trabalho que, pensamos, contribuirá para introduzir maior clareza e certeza na distinção da fronteira entre o erro e as formas legítimas e admissíveis. É este o objectivo fundamental do Dicionário de dúvidas, dificuldades e problemas da língua portuguesa. Com base no estudo, na experiência e na observação dos casos frequentes e reincidentes de atropelos ao carácter e à identidade da nossa língua, constituímos um corpus de 1385 entradas que tratámos numa perspectiva de rigor mas também de acessibilidade.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Usar a língua é transformá-la e este processo de transformação, como bem sabemos, não tem paragem. É lícito, porém, que sintamos a responsabilidade de observar, de estudar as práticas dos falantes e, confrontadas com as suas dificuldades, dúvidas, problemas actuais, queiramos contribuir para evitar o erro, fornecendo os elementos necessários a uma melhor compreensão do correcto uso da língua. Assim, no início do século XXI, conscientes de sermos herdeiras desta nossa língua quase milenar, mas também elos da cadeia que a há-de deixar em herança, dedicámos o nosso interesse e esforço à realização de um trabalho que, pensamos, contribuirá para introduzir maior clareza e certeza na distinção da fronteira entre o erro e as formas legítimas e admissíveis. É este o objectivo fundamental do Dicionário de dúvidas, dificuldades e problemas da língua portuguesa. Com base no estudo, na experiência e na observação dos casos frequentes e reincidentes de atropelos ao carácter e à identidade da nossa língua, constituímos um corpus de 1385 entradas que tratámos numa perspectiva de rigor mas também de acessibilidade.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 36
Sinopse:
Espalha pó mágico por cima de ti e voa até ao mundo encantado das fadas da Disney. Este fascinante livro está repleto de actividades divertidas e histórias mágicas de fadas. Usa os teus autocolantes com brilhantes e enfeita cenários das histórias mágicas! Também os podes usar para transformares os teus livros escolares e paredes do quarto num derradeiro universo de fadas!
Nº Páginas: 36
Sinopse:
Espalha pó mágico por cima de ti e voa até ao mundo encantado das fadas da Disney. Este fascinante livro está repleto de actividades divertidas e histórias mágicas de fadas. Usa os teus autocolantes com brilhantes e enfeita cenários das histórias mágicas! Também os podes usar para transformares os teus livros escolares e paredes do quarto num derradeiro universo de fadas!
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