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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Os sucessivos aparecimentos e desaparecimentos dos "maquis" que vêm do outro lado da fronteira são a única coisa que anima a vida cinzenta de um bairro de Barcelona na época mais dura do pós-guerra. Este romance é o relato da aventura de um desses heróis míticos, que embarca rumo a Xangai para cumprir uma missão perigosíssima entre pistoleiros, ex-nazis, belas mulheres e sinistros clubes nocturnos; é ainda a história do efeito que tal relato provoca num grupo de jovens que se encontra sem rumo na vida. Daí que o feitiço deste romance não esteja tanto na apresentação da vida real quanto na da imaginada, provavelmente a única verdadeira. "O Feitiço de Xangai", um dos mais significativos romances de Juan Marsé, é uma lufada de ar fresco num tempo morto de um país morto e, ao mesmo tempo, um magistral romance dentro do romance.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Os sucessivos aparecimentos e desaparecimentos dos "maquis" que vêm do outro lado da fronteira são a única coisa que anima a vida cinzenta de um bairro de Barcelona na época mais dura do pós-guerra. Este romance é o relato da aventura de um desses heróis míticos, que embarca rumo a Xangai para cumprir uma missão perigosíssima entre pistoleiros, ex-nazis, belas mulheres e sinistros clubes nocturnos; é ainda a história do efeito que tal relato provoca num grupo de jovens que se encontra sem rumo na vida. Daí que o feitiço deste romance não esteja tanto na apresentação da vida real quanto na da imaginada, provavelmente a única verdadeira. "O Feitiço de Xangai", um dos mais significativos romances de Juan Marsé, é uma lufada de ar fresco num tempo morto de um país morto e, ao mesmo tempo, um magistral romance dentro do romance.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 28
Sinopse:
Pela tarde, de regresso a casa, descobrimos uma enorme serpente marinha com a garganta entalada na nossa porta, e a serpente era florescente e negra, dir-se-ia um malefício de ciganos, com os olhos ainda vivos e os dentes de serrilha nas mandíbulas escancaradas. Eu andava então pelos nove anos, e senti um terror tão intenso ante aquela aparição de delírio que a voz me ficou estrangulada. Mas o meu irmão, que era dois anos mais novo do que eu, largou as garrafas de oxigénio, as máscaras e as barbatanas e desatou a fugir com grito de pavor. A senhora Forbes ouviu- o a meio das tortuosas escadas de pedra que trepavam dos recifes do embarcadouro até casa, e correu até nos alcançar, arquejante e lívida, tendo-lhe porém bastado ver o animal crucificado na porta para compreender a causa do nosso horror.
Nº Páginas: 28
Sinopse:
Pela tarde, de regresso a casa, descobrimos uma enorme serpente marinha com a garganta entalada na nossa porta, e a serpente era florescente e negra, dir-se-ia um malefício de ciganos, com os olhos ainda vivos e os dentes de serrilha nas mandíbulas escancaradas. Eu andava então pelos nove anos, e senti um terror tão intenso ante aquela aparição de delírio que a voz me ficou estrangulada. Mas o meu irmão, que era dois anos mais novo do que eu, largou as garrafas de oxigénio, as máscaras e as barbatanas e desatou a fugir com grito de pavor. A senhora Forbes ouviu- o a meio das tortuosas escadas de pedra que trepavam dos recifes do embarcadouro até casa, e correu até nos alcançar, arquejante e lívida, tendo-lhe porém bastado ver o animal crucificado na porta para compreender a causa do nosso horror.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Antes de ser condenado, Sonny era um adolescente exemplar, campeão de luta livre, e tinha um futuro brilhante pela frente. Até saber que o pai, o seu ídolo, era afinal um polícia corrupto que preferiu o suicídio a ser exposto. Agora, Sonny é um prisioneiro modelo. Metade da sua vida foi passada como recluso, cumprindo penas por crimes que não cometeu. Como compensação, nunca lhe falta heroína. É o centro de um núcleo de corrupção: guardas prisionais, polícias, advogados, e até um capelão desesperado, todos empenhados em mantê-lo drogado na prisão. Mas quando Sonny descobre a chocante verdade por detrás do suicídio do pai, planeia uma engenhosa fuga e começa a perseguir os responsáveis. Contudo, ao mesmo tempo que faz justiça pelas próprias mãos, é também perseguido por criminosos e pelas forças da lei. Com destaque para Simon, um inspetor prestes a reformar-se, e antigo amigo do pai. A questão é quem conseguirá chegar a ele primeiro, e o que fará Sonny quando se sentir encurralado? Mais uma narrativa, fora da série Harry Hole, em que Nesbø prova, uma vez mais, ser exímio em criar personagens marcantes e merecer a distinção de mestre do suspense.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Antes de ser condenado, Sonny era um adolescente exemplar, campeão de luta livre, e tinha um futuro brilhante pela frente. Até saber que o pai, o seu ídolo, era afinal um polícia corrupto que preferiu o suicídio a ser exposto. Agora, Sonny é um prisioneiro modelo. Metade da sua vida foi passada como recluso, cumprindo penas por crimes que não cometeu. Como compensação, nunca lhe falta heroína. É o centro de um núcleo de corrupção: guardas prisionais, polícias, advogados, e até um capelão desesperado, todos empenhados em mantê-lo drogado na prisão. Mas quando Sonny descobre a chocante verdade por detrás do suicídio do pai, planeia uma engenhosa fuga e começa a perseguir os responsáveis. Contudo, ao mesmo tempo que faz justiça pelas próprias mãos, é também perseguido por criminosos e pelas forças da lei. Com destaque para Simon, um inspetor prestes a reformar-se, e antigo amigo do pai. A questão é quem conseguirá chegar a ele primeiro, e o que fará Sonny quando se sentir encurralado? Mais uma narrativa, fora da série Harry Hole, em que Nesbø prova, uma vez mais, ser exímio em criar personagens marcantes e merecer a distinção de mestre do suspense.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 688
Sinopse:
No final do Verão de 1913, nas vésperas da Grande Guerra, o jovem poeta aristocrata Cecil Valance passa um fim-de-semana em "Dois Acres", a casa da família do seu amigo e colega de Cambridge, George Sawle. São dias intensos para todos, mas é em Daphne, irmã de George, que o seu impacto será mais duradouro, pois Cecil escreve-lhe um poema que virá a tornar-se num marco para toda uma geração. As intimidades partilhadas nesse fim-de-semana vão transcender os limites do tempo e dar origem a um mito - e a um segredo de família - que atravessa o século XX.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
No final do Verão de 1913, nas vésperas da Grande Guerra, o jovem poeta aristocrata Cecil Valance passa um fim-de-semana em "Dois Acres", a casa da família do seu amigo e colega de Cambridge, George Sawle. São dias intensos para todos, mas é em Daphne, irmã de George, que o seu impacto será mais duradouro, pois Cecil escreve-lhe um poema que virá a tornar-se num marco para toda uma geração. As intimidades partilhadas nesse fim-de-semana vão transcender os limites do tempo e dar origem a um mito - e a um segredo de família - que atravessa o século XX.
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 10
Sinopse:
Junta-te ao Faísca, acelera com ele na corrida de desempate da Taça Pistão e deixa-te surpreender pelos seus progressos! Depois, utiliza os autocolantes para marcares as etapas do teu crescimento no medidor de altura.
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Sinopse:
Junta-te ao Faísca, acelera com ele na corrida de desempate da Taça Pistão e deixa-te surpreender pelos seus progressos! Depois, utiliza os autocolantes para marcares as etapas do teu crescimento no medidor de altura.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com "O Fotógrafo e a Rapariga", conclui Mário Cláudio uma trilogia dedicada às relações entre pessoas de idades muito diferentes, iniciada em 2008 com "Boa Noite, Senhor Soares" - que recria o microcosmo do "Livro do Desassossego", trazendo para a cena um aprendiz que trabalha no mesmo escritório de Bernardo Soares - e continuada em 2014 com "Retrato de Rapaz" - fascinante relato da vida atribulada de um discípulo no estúdio do grande Leonardo da Vinci. No presente volume, os protagonistas são o britânico Charles Dodgson, que se celebrizou com o pseudónimo Lewis Carroll com que assinou, entre outros, o clássico "Alice no País de Maravilhas", e Alice Lidell, a rapariga que o inspirou, posando provocadoramente para os seus retratos e alimentando as suas fantasias.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com "O Fotógrafo e a Rapariga", conclui Mário Cláudio uma trilogia dedicada às relações entre pessoas de idades muito diferentes, iniciada em 2008 com "Boa Noite, Senhor Soares" - que recria o microcosmo do "Livro do Desassossego", trazendo para a cena um aprendiz que trabalha no mesmo escritório de Bernardo Soares - e continuada em 2014 com "Retrato de Rapaz" - fascinante relato da vida atribulada de um discípulo no estúdio do grande Leonardo da Vinci. No presente volume, os protagonistas são o britânico Charles Dodgson, que se celebrizou com o pseudónimo Lewis Carroll com que assinou, entre outros, o clássico "Alice no País de Maravilhas", e Alice Lidell, a rapariga que o inspirou, posando provocadoramente para os seus retratos e alimentando as suas fantasias.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza".Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994).Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza".Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994).Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
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Edição: Nov 2006
Nº Páginas: 106
Sinopse:
De caneta em punho, joguei ao lado de Figo, de Deco, de Rui Costa, de Ronaldo. Defendi, com Ricardo, sem luvas, o último pontapé dos ingleses e, com ele, corri para a bola e marquei o golo que desempatou e mandou os ingleses de volta para a sua ilha. Na final, confesso, senti-me mais no banco do que em campo. Creio que houve um excesso de mobilização, de tensão, de barcos, de motos, de buzinas. Os gregos cantavam a plenos pulmões e os portugueses estavam cansados, tinham a boca seca ou um nó na garganta. E eu no banco [...]. Fosse como fosse, meio século depois dos golos marcados no Largo do Botaréu, em Águeda, eu tinha chegado pela prosa a um campeonato da Europa de futebol.
Nº Páginas: 106
Sinopse:
De caneta em punho, joguei ao lado de Figo, de Deco, de Rui Costa, de Ronaldo. Defendi, com Ricardo, sem luvas, o último pontapé dos ingleses e, com ele, corri para a bola e marquei o golo que desempatou e mandou os ingleses de volta para a sua ilha. Na final, confesso, senti-me mais no banco do que em campo. Creio que houve um excesso de mobilização, de tensão, de barcos, de motos, de buzinas. Os gregos cantavam a plenos pulmões e os portugueses estavam cansados, tinham a boca seca ou um nó na garganta. E eu no banco [...]. Fosse como fosse, meio século depois dos golos marcados no Largo do Botaréu, em Águeda, eu tinha chegado pela prosa a um campeonato da Europa de futebol.
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Edição: Jan 2009
Nº Páginas: 12
Sinopse:
Era uma vez um rei, uma princesa, um falso marquês , um ogre esfomeado…E sobretudo, um gato muito bem calçado! Com texturas novas para tocar, esta éuma história para ler com a ponta dos dedos. Na mesma colecção: - Os 3 Porquinhos - A Galinha Ruiva - O Capuchinho Vermelho
Nº Páginas: 12
Sinopse:
Era uma vez um rei, uma princesa, um falso marquês , um ogre esfomeado…E sobretudo, um gato muito bem calçado! Com texturas novas para tocar, esta éuma história para ler com a ponta dos dedos. Na mesma colecção: - Os 3 Porquinhos - A Galinha Ruiva - O Capuchinho Vermelho
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Edição: Abr 1990
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Aclamado pelo povo como Libertador, protagonista de numerosas conjuras políticas e militares, herói romântico e até libertino para os seus detractores e os seus partidários, idealista íntegro e abandonado por muitos, que contempla as ruínas do seu sonho de unidade dos povos americanos, após a independência do domínio espanhol, Bolívar empreende - já doente e com um séquito diminuto - aquela que será a sua última viagem. Parte de Bogotá para seguir o curso do rio Magdalena. A sua viagem será derradeira num duplo sentido: proporcionar-lhe-á oportunidades para reconsiderar os vários momentos da sua vida agitada e, ao mesmo tempo, a gravidade dos seus padecimentos apressar-lhe-á em poucos meses o encontro com a morte. Gabriel García Márquez retrata magistralmente a imensa aventura que, impulsionada pela vontade de Bolívar, transfigurou o destino da América. Reconstituindo um tempo crucial da história do continente americano, o autor enriquece um mundo onde a tragédia do real e a magia do maravilhoso atingem os seus pontos culminantes.
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Aclamado pelo povo como Libertador, protagonista de numerosas conjuras políticas e militares, herói romântico e até libertino para os seus detractores e os seus partidários, idealista íntegro e abandonado por muitos, que contempla as ruínas do seu sonho de unidade dos povos americanos, após a independência do domínio espanhol, Bolívar empreende - já doente e com um séquito diminuto - aquela que será a sua última viagem. Parte de Bogotá para seguir o curso do rio Magdalena. A sua viagem será derradeira num duplo sentido: proporcionar-lhe-á oportunidades para reconsiderar os vários momentos da sua vida agitada e, ao mesmo tempo, a gravidade dos seus padecimentos apressar-lhe-á em poucos meses o encontro com a morte. Gabriel García Márquez retrata magistralmente a imensa aventura que, impulsionada pela vontade de Bolívar, transfigurou o destino da América. Reconstituindo um tempo crucial da história do continente americano, o autor enriquece um mundo onde a tragédia do real e a magia do maravilhoso atingem os seus pontos culminantes.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 32
Sinopse:
"Henrique Gaspar possuía a casa mais linda das redondezas. Ninguém sabia onde ele ia buscar aquilo - árvores com flores cheirosas, relva lisa como carpete, uma piscina que parecia um espelho. [...] Ora certo dia de Primavera, estava ele precisamente a podar uns arbustos, quando reparou num pequeno molho de penas que se movia. Era um molhinho cinzento pousado no chão, que parecia respirar, ali mesmo junto a uma aba de roseira. [...]" Esta é uma história, simples e bela, onde a escrita elegante e poderosa se manifesta desde as primeiras linhas. Uma pequena jóia literária com alusão a alguns dos temas que se encontram nos grandes clássicos: a amizade, a compaixão e a liberdade.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
"Henrique Gaspar possuía a casa mais linda das redondezas. Ninguém sabia onde ele ia buscar aquilo - árvores com flores cheirosas, relva lisa como carpete, uma piscina que parecia um espelho. [...] Ora certo dia de Primavera, estava ele precisamente a podar uns arbustos, quando reparou num pequeno molho de penas que se movia. Era um molhinho cinzento pousado no chão, que parecia respirar, ali mesmo junto a uma aba de roseira. [...]" Esta é uma história, simples e bela, onde a escrita elegante e poderosa se manifesta desde as primeiras linhas. Uma pequena jóia literária com alusão a alguns dos temas que se encontram nos grandes clássicos: a amizade, a compaixão e a liberdade.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Alex-Li Tandem vende autógrafos. O seu negócio, uma gota de água numa gigantesca rede mundial de desejos, consiste em procurar nomes escritos sobre papel, coleccioná-los, vendê-los e uma vez por outra falsificá-los - tudo isto para dar às pessoas o que elas desejam: um pedaço de fama. Mas o que deseja Alex? Afinal apenas o regresso do seu pai, o restabelecimento de um certo tipo de imagem divinizada toda-poderosa e benévola, o fim da religião, qualquer coisa para tirar a dor de cabeça, três raparigas diferentes, virtudes infinitas e o autógrafo raro da actriz de cinema dos anos quarenta Kitty Alexander.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Alex-Li Tandem vende autógrafos. O seu negócio, uma gota de água numa gigantesca rede mundial de desejos, consiste em procurar nomes escritos sobre papel, coleccioná-los, vendê-los e uma vez por outra falsificá-los - tudo isto para dar às pessoas o que elas desejam: um pedaço de fama. Mas o que deseja Alex? Afinal apenas o regresso do seu pai, o restabelecimento de um certo tipo de imagem divinizada toda-poderosa e benévola, o fim da religião, qualquer coisa para tirar a dor de cabeça, três raparigas diferentes, virtudes infinitas e o autógrafo raro da actriz de cinema dos anos quarenta Kitty Alexander.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades" é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades" é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades" será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades" é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades" é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades" será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 656
Sinopse:
A toupeira foi eliminada, mas a devastação que deixou na sua esteira depauperou gravemente os serviços secretos britânicos. Investido da chefia do Circus, numa altura em que a organização se encontra altamente comprometida, George Smiley lança-se numa campanha que visa pôr a descoberto aquilo que o Centro de Moscovo mais deseja ocultar, obstinando-se em reunir provas de que Karla prepara uma grande operação no Extremo Oriente. Talvez por aí se pudesse iniciar a reconstrução do Circus. Mas, para isso, são necessários agentes livres de qualquer suspeita, indivíduos que a toupeira não tenha detetado ou conhecido. E Smiley acredita ter encontrado o homem certo: um aristocrata tão digno e frustrado como a própria Grã- Bretanha; um ilustre colegial cuja respeitabilidade poderá ser arruinada por uma contraoperação que se revela pouco ética, como todas as operações de espionagem, mas na qual reside a grande oportunidade de o Circus renascer das cinzas. Brilhantemente urdido e moralmente complexo, O Ilustre Colegial não só constitui um fascinante retrato da espionagem pós-colonial como nos revela um mundo dilacerado pela guerra onde as fidelidades - e as vidas - são objeto de compra e venda.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
A toupeira foi eliminada, mas a devastação que deixou na sua esteira depauperou gravemente os serviços secretos britânicos. Investido da chefia do Circus, numa altura em que a organização se encontra altamente comprometida, George Smiley lança-se numa campanha que visa pôr a descoberto aquilo que o Centro de Moscovo mais deseja ocultar, obstinando-se em reunir provas de que Karla prepara uma grande operação no Extremo Oriente. Talvez por aí se pudesse iniciar a reconstrução do Circus. Mas, para isso, são necessários agentes livres de qualquer suspeita, indivíduos que a toupeira não tenha detetado ou conhecido. E Smiley acredita ter encontrado o homem certo: um aristocrata tão digno e frustrado como a própria Grã- Bretanha; um ilustre colegial cuja respeitabilidade poderá ser arruinada por uma contraoperação que se revela pouco ética, como todas as operações de espionagem, mas na qual reside a grande oportunidade de o Circus renascer das cinzas. Brilhantemente urdido e moralmente complexo, O Ilustre Colegial não só constitui um fascinante retrato da espionagem pós-colonial como nos revela um mundo dilacerado pela guerra onde as fidelidades - e as vidas - são objeto de compra e venda.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"O Imperador das Mentiras" é um romance sobre o gueto judaico que foi criado pelos nazis na cidade polaca de Lodz. É a história de Mordechai Chaim Rumkowski, o chefe judeu deste campo nomeado pelos nazis, e do seu ambíguo e obscuro papel no extermínio dos judeus polacos. Ao mesmo tempo, descreve a vida na cidade selada, fala da disciplina mortal, do terrível trabalho escravo, da fome e das inúteis tentativas de fuga, mas também da arte da sobrevivência e da notável vontade do homem em viver. Um comovente romance sobre o sofrimento e a extrema maldade, transformado com o talento de Sem-Sandberg num irresistível trabalho de ficção, arrebatador da primeira à última página. Ao mostrar o que o romance pode explicar do Holocausto, o autor apresenta-se como herdeiro de outra forma de cumprir o dever de lembrar: ele não é uma testemunha, mas é um passador. Sem testemunhas a história perde o seu sentido; sem passadores, ela apaga-se.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"O Imperador das Mentiras" é um romance sobre o gueto judaico que foi criado pelos nazis na cidade polaca de Lodz. É a história de Mordechai Chaim Rumkowski, o chefe judeu deste campo nomeado pelos nazis, e do seu ambíguo e obscuro papel no extermínio dos judeus polacos. Ao mesmo tempo, descreve a vida na cidade selada, fala da disciplina mortal, do terrível trabalho escravo, da fome e das inúteis tentativas de fuga, mas também da arte da sobrevivência e da notável vontade do homem em viver. Um comovente romance sobre o sofrimento e a extrema maldade, transformado com o talento de Sem-Sandberg num irresistível trabalho de ficção, arrebatador da primeira à última página. Ao mostrar o que o romance pode explicar do Holocausto, o autor apresenta-se como herdeiro de outra forma de cumprir o dever de lembrar: ele não é uma testemunha, mas é um passador. Sem testemunhas a história perde o seu sentido; sem passadores, ela apaga-se.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Nova Iorque, década de 1960. Vincent Giordano foi admitido na máfia italiana, na infame família Locatelli, e é submetido ao seu batismo de fogo: executar um informador. Fredrikstad, na atualidade. Wilhelm Martiniussen, dono de uma petrolífera norueguesa, é assassinado logo após ter anunciado uma mudança inesperada na política da sua empresa. Motivado por preocupações ambientais, havia decidido abandonar um projeto bastante lucrativo e investir nas energias renováveis, o que traria grandes perdas aos membros da direção. Há, por isso, razões para acreditar que o seu assassinato teve motivos financeiros. Anton Brekke, famoso detetive do departamento de homicídios da Kripos, irá liderar a investigação. Brekke é um homem de contrastes, com uma paixão secreta pelo póquer. Sem grande jeito para lidar com pessoas, a sua personalidade provocadora e rude rendeu-lhe poucos amigos na polícia. No entanto, as suas competências são inegáveis e, por baixo da fachada, tem um coração bondoso. Acompanhado pelo diligente cadete da polícia Magnus Torp, para resolver este caso, Brekke terá de trazer à tona uma série de eventos do passado e encontrar os pontos que unem um número desconcertante de pessoas muito diferentes, de diferentes épocas e lugares.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Nova Iorque, década de 1960. Vincent Giordano foi admitido na máfia italiana, na infame família Locatelli, e é submetido ao seu batismo de fogo: executar um informador. Fredrikstad, na atualidade. Wilhelm Martiniussen, dono de uma petrolífera norueguesa, é assassinado logo após ter anunciado uma mudança inesperada na política da sua empresa. Motivado por preocupações ambientais, havia decidido abandonar um projeto bastante lucrativo e investir nas energias renováveis, o que traria grandes perdas aos membros da direção. Há, por isso, razões para acreditar que o seu assassinato teve motivos financeiros. Anton Brekke, famoso detetive do departamento de homicídios da Kripos, irá liderar a investigação. Brekke é um homem de contrastes, com uma paixão secreta pelo póquer. Sem grande jeito para lidar com pessoas, a sua personalidade provocadora e rude rendeu-lhe poucos amigos na polícia. No entanto, as suas competências são inegáveis e, por baixo da fachada, tem um coração bondoso. Acompanhado pelo diligente cadete da polícia Magnus Torp, para resolver este caso, Brekke terá de trazer à tona uma série de eventos do passado e encontrar os pontos que unem um número desconcertante de pessoas muito diferentes, de diferentes épocas e lugares.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O ataque ao semanário Charlie Hebdo, em 7 de Janeiro de 2015, moveu e comoveu mais os europeus do que as mulheres escravizadas ou massacradas do Boko Haram na Nigéria, do que os egípcios coptas decapitados ritualmente, do que os cristãos crucificados às centenas no Iraque e na Síria. De onde vem toda esta desalmada violência, esta orgia de sangue e exibicionismo, a lembrar cenas da Antiguidade, limites da perversidade humana? Quem são os seus autores? Em que acreditam, o que querem e a que reagem? Alguém os comanda? De que fundas histórias e raízes vêm tão complexas divisões e seitas? Onde está a realidade e onde está o mito? Onde está a verdade e onde está o cliché?
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O ataque ao semanário Charlie Hebdo, em 7 de Janeiro de 2015, moveu e comoveu mais os europeus do que as mulheres escravizadas ou massacradas do Boko Haram na Nigéria, do que os egípcios coptas decapitados ritualmente, do que os cristãos crucificados às centenas no Iraque e na Síria. De onde vem toda esta desalmada violência, esta orgia de sangue e exibicionismo, a lembrar cenas da Antiguidade, limites da perversidade humana? Quem são os seus autores? Em que acreditam, o que querem e a que reagem? Alguém os comanda? De que fundas histórias e raízes vêm tão complexas divisões e seitas? Onde está a realidade e onde está o mito? Onde está a verdade e onde está o cliché?
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Utopia situada no século XXIII, "O Jogo das Contas de Vidro" descreve uma comunidade mítica em que uma elite intelectual condensa todo o conhecimento disponível da matemática, música, ciência e arte num jogo elaboradamente codificado que define os valores da sociedade: o Jogo das Contas de Vidro. Joseph Knecht, chefe supremo desta Ordem espiritual dedicada à procura do saber e do conhecimento absolutos, leva uma vida de constante autoconhecimento e de boas ações baseadas na negação dos excessos. Ao fim de anos, no entanto, acabará por notar a contradição existente entre a imobilidade do mundo que conhece e a fluidez do universo exterior. E a contradição resolver-se-á mediante uma decisão em que ele joga, de forma radical, a sua própria vida.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Utopia situada no século XXIII, "O Jogo das Contas de Vidro" descreve uma comunidade mítica em que uma elite intelectual condensa todo o conhecimento disponível da matemática, música, ciência e arte num jogo elaboradamente codificado que define os valores da sociedade: o Jogo das Contas de Vidro. Joseph Knecht, chefe supremo desta Ordem espiritual dedicada à procura do saber e do conhecimento absolutos, leva uma vida de constante autoconhecimento e de boas ações baseadas na negação dos excessos. Ao fim de anos, no entanto, acabará por notar a contradição existente entre a imobilidade do mundo que conhece e a fluidez do universo exterior. E a contradição resolver-se-á mediante uma decisão em que ele joga, de forma radical, a sua própria vida.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Os seus contos parecem, a uma primeira leitura, pequenos fragmentos de vida, encruzilhadas existenciais, retratos de viajantes irónicos e desesperados. Mas uma turbulência instala-se. E as histórias de Tabucchi transformam-se numa reflexão sobre o acaso e a escolha, como uma tentativa de observar os interstícios que atravessam a trama dos destinos" - Bernard Comment, Le Figaro.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Os seus contos parecem, a uma primeira leitura, pequenos fragmentos de vida, encruzilhadas existenciais, retratos de viajantes irónicos e desesperados. Mas uma turbulência instala-se. E as histórias de Tabucchi transformam-se numa reflexão sobre o acaso e a escolha, como uma tentativa de observar os interstícios que atravessam a trama dos destinos" - Bernard Comment, Le Figaro.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O Leopardo" leva-nos de Hong-Kong a Oslo, da Suíça à República Democrática do Congo, da brancura gelada de uma avalanche ao inferno escaldante de um vulcão. É nestes cenários que Harry Hole enfrenta os demónios mais sinistros da Noruega e, pior do que isso, os que se debatem dentro de si próprio.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O Leopardo" leva-nos de Hong-Kong a Oslo, da Suíça à República Democrática do Congo, da brancura gelada de uma avalanche ao inferno escaldante de um vulcão. É nestes cenários que Harry Hole enfrenta os demónios mais sinistros da Noruega e, pior do que isso, os que se debatem dentro de si próprio.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Originalmente publicado em 1929, "O Lobo das Estepes" continua a marcar a nossa alma como um clássico da literatura moderna. Harry Haller é o lobo das estepes: selvagem, estranho, tímido e alienado da sociedade. O seu desespero e desejo pela morte atraem-no para um submundo encantado e sombrio. Através de uma série de encontros obscuros - alternadamente românticos, bizarros e selvagens - o misantropo Haller começa gradualmente a redescobrir os sonhos perdidos da sua juventude. Este retrato acelerado de um homem que se sente ele próprio meiohumano, meio-lobo tornou-se a bíblia da contracultura da década de 1960, capturando o humor de uma geração descontente e continua, até hoje, a ser uma história de alienação e redenção humana.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Originalmente publicado em 1929, "O Lobo das Estepes" continua a marcar a nossa alma como um clássico da literatura moderna. Harry Haller é o lobo das estepes: selvagem, estranho, tímido e alienado da sociedade. O seu desespero e desejo pela morte atraem-no para um submundo encantado e sombrio. Através de uma série de encontros obscuros - alternadamente românticos, bizarros e selvagens - o misantropo Haller começa gradualmente a redescobrir os sonhos perdidos da sua juventude. Este retrato acelerado de um homem que se sente ele próprio meiohumano, meio-lobo tornou-se a bíblia da contracultura da década de 1960, capturando o humor de uma geração descontente e continua, até hoje, a ser uma história de alienação e redenção humana.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Após muitos anos, surge agora com um novo romance. A primeira vez em que viajou até ao país vizinho, Francisco Bravo Mamede, o senhor poeta, viu que as cidades de Espanha ficavam no fim de todos os caminhos. Para se ir de uma para a outra, e não havendo passagem para a cidade seguinte, andava-se por ali ao deus-dará, às voltas e mais voltas para não se enredar a gente no fio de orientação que levava para fora do emaranhado urbano, como quem procura e finalmente encontra a porta de saída de uma casa desconhecida. Ia-se então adiante, sem rumo nem certeza alguma sobre a hora de chegada ao destino que se havia traçado (se haciendo el camino al andar, como no verso do querido mestre Antonio Machado) - e logo toda ela se recortava ao longe, muito nítida de luz, como um baixo-relevo que emergisse do fundo da paisagem.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Após muitos anos, surge agora com um novo romance. A primeira vez em que viajou até ao país vizinho, Francisco Bravo Mamede, o senhor poeta, viu que as cidades de Espanha ficavam no fim de todos os caminhos. Para se ir de uma para a outra, e não havendo passagem para a cidade seguinte, andava-se por ali ao deus-dará, às voltas e mais voltas para não se enredar a gente no fio de orientação que levava para fora do emaranhado urbano, como quem procura e finalmente encontra a porta de saída de uma casa desconhecida. Ia-se então adiante, sem rumo nem certeza alguma sobre a hora de chegada ao destino que se havia traçado (se haciendo el camino al andar, como no verso do querido mestre Antonio Machado) - e logo toda ela se recortava ao longe, muito nítida de luz, como um baixo-relevo que emergisse do fundo da paisagem.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este dicionário é fruto de uma visão pessoal, não de um trabalho académico ou erudito: não é um livro para consultar, mas para ler. Ainda que inclua muitos temas oficialmente filosóficos, como a natureza, a morte, a justiça ou o ser, não rejeita outros que raras vezes figuram em dicionários de Filosofia, como o dinheiro, a doença, os sonhos, o erotismo ou a estupidez. E ainda que tome partido em diversas polémicas contemporâneas (a confusão entre ética e política, a distribuição da riqueza, a egolatria mística ou revolucionária...), prefere ocupar-se mais dos problemas dos homens do que das querelas dos filósofos.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este dicionário é fruto de uma visão pessoal, não de um trabalho académico ou erudito: não é um livro para consultar, mas para ler. Ainda que inclua muitos temas oficialmente filosóficos, como a natureza, a morte, a justiça ou o ser, não rejeita outros que raras vezes figuram em dicionários de Filosofia, como o dinheiro, a doença, os sonhos, o erotismo ou a estupidez. E ainda que tome partido em diversas polémicas contemporâneas (a confusão entre ética e política, a distribuição da riqueza, a egolatria mística ou revolucionária...), prefere ocupar-se mais dos problemas dos homens do que das querelas dos filósofos.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Frédéric Chopin nasceu em 1810, na Polónia. Conhecido como virtuoso pianista e compositor inspirado, Chopin deixou uma magnífica herança musical. Tal como o fez na obra O MEU PRIMEIRO MOZART, Rosa Salvado Mesquita conta quem foi este artista e como era a época em que ele viveu. Um texto contagiado pelo espírito da obra de Chopin, tal como as ilustrações de Carlos Martins Pereira. O CD que acompanha esta obra tem o cunho singular de António Cartaxo. À sua leitura acrescentou-se uma belíssima interpretação das obras de Chopin pelas mãos de António Milicém. A participação deste jovem e talentoso pianista é uma boa homenagem ao legado de Frédéric Chopin.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Frédéric Chopin nasceu em 1810, na Polónia. Conhecido como virtuoso pianista e compositor inspirado, Chopin deixou uma magnífica herança musical. Tal como o fez na obra O MEU PRIMEIRO MOZART, Rosa Salvado Mesquita conta quem foi este artista e como era a época em que ele viveu. Um texto contagiado pelo espírito da obra de Chopin, tal como as ilustrações de Carlos Martins Pereira. O CD que acompanha esta obra tem o cunho singular de António Cartaxo. À sua leitura acrescentou-se uma belíssima interpretação das obras de Chopin pelas mãos de António Milicém. A participação deste jovem e talentoso pianista é uma boa homenagem ao legado de Frédéric Chopin.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Jesus Cristo é uma das figuras mais marcantes da história da humanidade. Mas como era ele? Que efeito teve sobre quem com ele se cruzava? Que semente lançou que ainda germina e cresce por toda a parte, em todo o Mundo? O Padre Peter Stilwell apresenta Jesus de uma forma original e arriscada: partindo de um personagem misterioso do Evangelho de S. Marcos e tecendo ligações inesperadas entre episódios da vida de Jesus. As belíssimas aguarelas de José Miguel Ribeiro ilustram delicadamente o texto.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Jesus Cristo é uma das figuras mais marcantes da história da humanidade. Mas como era ele? Que efeito teve sobre quem com ele se cruzava? Que semente lançou que ainda germina e cresce por toda a parte, em todo o Mundo? O Padre Peter Stilwell apresenta Jesus de uma forma original e arriscada: partindo de um personagem misterioso do Evangelho de S. Marcos e tecendo ligações inesperadas entre episódios da vida de Jesus. As belíssimas aguarelas de José Miguel Ribeiro ilustram delicadamente o texto.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 46
Sinopse:
Miguel Torga (1907-1995) foi um admirável escritor da literatura portuguesa, com uma maneira única de contar, de falar de si e de captar, em verso e em prosa, os pequenos e grandes momentos da vida. E a sua foi uma vida invulgar. Neste livro, a escrita de João Pedro Mésseder e as imagens de Inês de Oliveira dão a conhecer o fascínio que Torga sentia pelas palavras, pelo país, pelos bichos, pelas crianças e pelos seus semelhantes. E também pelo "reino maravilhoso" onde nasceu.
Nº Páginas: 46
Sinopse:
Miguel Torga (1907-1995) foi um admirável escritor da literatura portuguesa, com uma maneira única de contar, de falar de si e de captar, em verso e em prosa, os pequenos e grandes momentos da vida. E a sua foi uma vida invulgar. Neste livro, a escrita de João Pedro Mésseder e as imagens de Inês de Oliveira dão a conhecer o fascínio que Torga sentia pelas palavras, pelo país, pelos bichos, pelas crianças e pelos seus semelhantes. E também pelo "reino maravilhoso" onde nasceu.
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Edição: Abr 2006
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Wolfang Amadeus Mozart nasceu em 1750, na Áustria. Há muitos anos e bem longe do nosso país, portanto. Não falava português, mas a música que escreveu dispensa todas as línguas. Com ela chegou até nós, hoje, aqui, e não há quem não se sinta tocado por ela. Mas como foi a vida deste génio? Rosa Salvado Mesquita conta às crianças e adultos que a queiram ler quem foi este homem e como era a época em que viveu. De forma esclarecida e com uma mestria envolvente, dá a conhecer a vida de Mozart. As divertidas aguarelas de Pedro Machado são o elemento ideal para ilustrar o seu maravilhoso mundo interior e exterior. O CD que acompanha este livro é belo e inesquecível. Vai ser imprescindível repetir a sua audição. António Cartaxo deu a voz e concebeu a ilustração sonora, mas vários foram os participantes notáveis nesta obra única sobre Mozart, para ler e ouvir, com o coração.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Wolfang Amadeus Mozart nasceu em 1750, na Áustria. Há muitos anos e bem longe do nosso país, portanto. Não falava português, mas a música que escreveu dispensa todas as línguas. Com ela chegou até nós, hoje, aqui, e não há quem não se sinta tocado por ela. Mas como foi a vida deste génio? Rosa Salvado Mesquita conta às crianças e adultos que a queiram ler quem foi este homem e como era a época em que viveu. De forma esclarecida e com uma mestria envolvente, dá a conhecer a vida de Mozart. As divertidas aguarelas de Pedro Machado são o elemento ideal para ilustrar o seu maravilhoso mundo interior e exterior. O CD que acompanha este livro é belo e inesquecível. Vai ser imprescindível repetir a sua audição. António Cartaxo deu a voz e concebeu a ilustração sonora, mas vários foram os participantes notáveis nesta obra única sobre Mozart, para ler e ouvir, com o coração.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Pensado e feito para que se goste a SÉRIO de Portugal! Contar Portugal aos mais pequenos é um desafio de peso, sobretudo porque se trata de um exercício de memória projectado para o futuro e de lançar à terra uma semente que pode levar, os que ainda há pouco chegaram, a conviver com os conceitos de "pátria", "saudade", "povo", "passado" e "destino". José Jorge Letria, no texto, e Henrique Cayatte, nas ilustrações, aceitaram esse desafio e dele nasceu O Meu Primeiro Portugal, livro de afectos partilhados, de memórias sensíveis e de sonhos que nunca prescreveram. Este é um livro para crianças de que os mais crescidos também podem e devem gostar. Este é um livro onde se fala do passado com os olhos postos no futuro. Este é um livro onde se fala do orgulho de se pertencer a uma pátria com muita História, com muitas histórias para contar, de uma pátria que andou nas errâncias do mundo sem nunca perder o desejo de regressar às fontes e à raiz. O Meu Primeiro Portugal, tendo em fundo o Hino Nacional, é um livro pensado e feito para que se goste a sério de Portugal. Porque ele merece. Porque todos nós merecemos. E não há amor como o primeiro.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Pensado e feito para que se goste a SÉRIO de Portugal! Contar Portugal aos mais pequenos é um desafio de peso, sobretudo porque se trata de um exercício de memória projectado para o futuro e de lançar à terra uma semente que pode levar, os que ainda há pouco chegaram, a conviver com os conceitos de "pátria", "saudade", "povo", "passado" e "destino". José Jorge Letria, no texto, e Henrique Cayatte, nas ilustrações, aceitaram esse desafio e dele nasceu O Meu Primeiro Portugal, livro de afectos partilhados, de memórias sensíveis e de sonhos que nunca prescreveram. Este é um livro para crianças de que os mais crescidos também podem e devem gostar. Este é um livro onde se fala do passado com os olhos postos no futuro. Este é um livro onde se fala do orgulho de se pertencer a uma pátria com muita História, com muitas histórias para contar, de uma pátria que andou nas errâncias do mundo sem nunca perder o desejo de regressar às fontes e à raiz. O Meu Primeiro Portugal, tendo em fundo o Hino Nacional, é um livro pensado e feito para que se goste a sério de Portugal. Porque ele merece. Porque todos nós merecemos. E não há amor como o primeiro.
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