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Edição: Abr 1989
Nº Páginas: 76
Sinopse:
Uma rapariguinha conhece a solidão dentro de relações humanas nada edificantes. Não obtém da mãe as respostas às suas inúmeras interrogações. E, por isso, dialoga com o seu piano. Este é também um livro acerca da falta do pai e do modo como uma criança consegue construir o seu próprio eu e o seu círculo de afectos apesar dos mistérios opressivos e das agressões verbais de adultos insensíveis. (A partir dos 11/12 anos.)
Nº Páginas: 76
Sinopse:
Uma rapariguinha conhece a solidão dentro de relações humanas nada edificantes. Não obtém da mãe as respostas às suas inúmeras interrogações. E, por isso, dialoga com o seu piano. Este é também um livro acerca da falta do pai e do modo como uma criança consegue construir o seu próprio eu e o seu círculo de afectos apesar dos mistérios opressivos e das agressões verbais de adultos insensíveis. (A partir dos 11/12 anos.)
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
Quando Ethel Rosenberg foi condenada à morte por espionagem a favor da União Soviética, eu nasci. Meus pais, indignados com a barbárie da sentença, batizaram-me de Ethel. Tinha quatro anos quando entrei para o Scholen, escola judia não sionista, onde aprendi yiddish e hebraico que vim a esquecer poucos anos depois. Tinha cinco anos quando o meu pai me mostrou a sua fotografia no jornal. Uma cena de pugilato entre antifascistas e polícia brasileira no final de um jogo internacional de hóquei onde Portugal era finalista. Os portugueses exilados no Brasil invadiram o campo exigindo a libertação das ex-colónias. Tinha dez anos quando aconteceu o golpe militar no Brasil e dezasseis quando vim morar para Portugal. Matemática, designer, desenhista, comunicadora e documentalista foram as minhas paragens profissionais.
Sinopse:
Quando Ethel Rosenberg foi condenada à morte por espionagem a favor da União Soviética, eu nasci. Meus pais, indignados com a barbárie da sentença, batizaram-me de Ethel. Tinha quatro anos quando entrei para o Scholen, escola judia não sionista, onde aprendi yiddish e hebraico que vim a esquecer poucos anos depois. Tinha cinco anos quando o meu pai me mostrou a sua fotografia no jornal. Uma cena de pugilato entre antifascistas e polícia brasileira no final de um jogo internacional de hóquei onde Portugal era finalista. Os portugueses exilados no Brasil invadiram o campo exigindo a libertação das ex-colónias. Tinha dez anos quando aconteceu o golpe militar no Brasil e dezasseis quando vim morar para Portugal. Matemática, designer, desenhista, comunicadora e documentalista foram as minhas paragens profissionais.
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Edição: Ago 2014
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Originalmente concebidos como artigos para revista, estes textos ganham autonomia e atuam como breves mas indeléveis peças literárias. Um reencontro com a escrita de Mia Couto num livro que se abre como uma aguarela das terras e das gentes de Moçambique.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Originalmente concebidos como artigos para revista, estes textos ganham autonomia e atuam como breves mas indeléveis peças literárias. Um reencontro com a escrita de Mia Couto num livro que se abre como uma aguarela das terras e das gentes de Moçambique.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 56
Sinopse:
As coisas não passam de coisas? Ou são coisas e alguma coisa mais? Cada coisa tem sua causa. E, por vezes, uma voz. Com queixas, alegrias, pensamentos ou histórias para contar… Este livro convida a ver cada coisa com olhos de ver, ou a escutar a sua voz com ouvidos de ouvir..
Nº Páginas: 56
Sinopse:
As coisas não passam de coisas? Ou são coisas e alguma coisa mais? Cada coisa tem sua causa. E, por vezes, uma voz. Com queixas, alegrias, pensamentos ou histórias para contar… Este livro convida a ver cada coisa com olhos de ver, ou a escutar a sua voz com ouvidos de ouvir..
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Edição: Jan 1995
Nº Páginas: 68
Sinopse:
Histórias e biografias de alguns dos grandes aventureiros dos mares, num pequeno álbum ilustrado a cores.
Nº Páginas: 68
Sinopse:
Histórias e biografias de alguns dos grandes aventureiros dos mares, num pequeno álbum ilustrado a cores.
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Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Este livro reúne a poesia de Paula Tavares publicada nos seus anteriores livros e acrescenta ainda um de originais: Água Selvagem. Curva a tua cabeça, irmã Sobre o horizonte que habitas andaste montes e vales para agora teres o rio só para ti Dorme então entre o som e o mistério.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
É a primeira e mais persistente lembrança: a água como substância da cidade. Uma água quieta, no mangal como nos capinzais, nos tandos de arroz e nos baldios urbanos cuja noite o monótono som dos grilos trespassava; insidiosa também, na onda paciente que escavava a areia grossa e se espraiava até lamber a raiz torturada das casuarinas, enchendo os corvos de maus presságios e de indignação; e avassaladora, nas chuvadas súbitas e no ar carregado que toldava o horizonte e nos pesava, derrotados, sobre os ombros. Uma água cálida onde nadam todos, aqueles de cujo rasto ainda a espaços me vou apercebendo, e os outros, os que vogam em círculos como peixes aprisionados no aquário do esquecimento.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
É a primeira e mais persistente lembrança: a água como substância da cidade. Uma água quieta, no mangal como nos capinzais, nos tandos de arroz e nos baldios urbanos cuja noite o monótono som dos grilos trespassava; insidiosa também, na onda paciente que escavava a areia grossa e se espraiava até lamber a raiz torturada das casuarinas, enchendo os corvos de maus presságios e de indignação; e avassaladora, nas chuvadas súbitas e no ar carregado que toldava o horizonte e nos pesava, derrotados, sobre os ombros. Uma água cálida onde nadam todos, aqueles de cujo rasto ainda a espaços me vou apercebendo, e os outros, os que vogam em círculos como peixes aprisionados no aquário do esquecimento.
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 226
Sinopse:
A História de Portugal num volume! Além dos principais acontecimentos históricos apresentados cronologicamente (dos homens de Foz Côa ao 25 de Abril), minibiografias dos maiores escritores, obras de arte antigas e modernas, pormenores da vida de homens e mulheres que por algum motivo se distinguiram. E tudo contado de forma agradável e cativante, com inúmeras ilustrações a cores.
Nº Páginas: 226
Sinopse:
A História de Portugal num volume! Além dos principais acontecimentos históricos apresentados cronologicamente (dos homens de Foz Côa ao 25 de Abril), minibiografias dos maiores escritores, obras de arte antigas e modernas, pormenores da vida de homens e mulheres que por algum motivo se distinguiram. E tudo contado de forma agradável e cativante, com inúmeras ilustrações a cores.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
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Edição: Mai 2006
Nº Páginas: 516
Sinopse:
Este livro cristaliza a longa experiência de ensino do português da Professora Doutora Maria Raquel Delgado-Martins, documentada em grande número de publicações de que é autora ou colaboradora. Essa experiência abrangeu todos os níveis de ensino, do primário ao pós-universitário, passando pelo ensino especial, e fornece o esqueleto conceptual e pedagógico do livro. Associa a perspectiva de um biofísico, Professor Doutor Hugo Gil Ferreira, e do seu conhecimento do rigor da escrita das "ciências" e da sua capacidade e prazer na leitura de "todos os livros". Os Autores apresentam sugestões para a criação de um grande número de situações em que, ajudados pelos professores, os alunos são levados a participar activamento no uso da língua portuguesa, quer se trate da leitura, da escrita ou da expressão oral. A estratégia básica consiste em admitir que com mais ou menos vicissitudes os alunos já aprenderam o essencial da língua portuguesa e que a partir daqui a aprendizagem consiste no aperfeiçoamento do que já sabem, na correcção de erros, na aquisição de práticas de auto-correcção, e no contacto com aspectos da língua que transcendem a gramática convencional e o português literário. Esta orientação é parcialmente motivada pelos resultados dos inquéritos à literacia que vieram mostrar que entre nós (como em grau maior ou menor noutros países) há dificuldades no uso da língua materna em contextos muito concretos: participação em grupos de discussão, compreensão e elaboração de materiais diversos - técnicos, jornalísticos, didácticos, etc., - para além de contextos ligados à aprendizagem do português literário. O sucesso do programa que se propõe depende do envolvimento de professores e alunos na criação de actividades que por um lado reflictam a vida e os problemas da sociedade circundante e por outro toquem o íntimo dos participantes e os seus anseios profissionais. Sugere-se, através dessas actividades, que o estudo da língua transcende os simples aspectos da gramática e da literatura. Revela facetas importantes da sociedade: migrações populacionais; exclusão ou estratificação social; existência de verdadeiros "territórios culturais" com o seu vocabulário e linguagem próprios (comunidades científicas, artísticas, profissionais e políticas); emergência de progressos científicos e tecnológicos, de modas, de movimentos sociais e políticos. Índice de conteúdos 1.- Introdução 2.- Avaliação 3.- A língua portuguesa 4.- Discurso oral espontâneo 5.- Discurso oral preparado 6.- Audição 7.- Leitura 8.- A escrita 9.- Gramática 10.- Escritas especializadas 11.- Inter-disciplinaridade 12.- Comunicação social 13.- Literacia 14.- Apêndice metodológico Índice remissivo de tópicos
Nº Páginas: 516
Sinopse:
Este livro cristaliza a longa experiência de ensino do português da Professora Doutora Maria Raquel Delgado-Martins, documentada em grande número de publicações de que é autora ou colaboradora. Essa experiência abrangeu todos os níveis de ensino, do primário ao pós-universitário, passando pelo ensino especial, e fornece o esqueleto conceptual e pedagógico do livro. Associa a perspectiva de um biofísico, Professor Doutor Hugo Gil Ferreira, e do seu conhecimento do rigor da escrita das "ciências" e da sua capacidade e prazer na leitura de "todos os livros". Os Autores apresentam sugestões para a criação de um grande número de situações em que, ajudados pelos professores, os alunos são levados a participar activamento no uso da língua portuguesa, quer se trate da leitura, da escrita ou da expressão oral. A estratégia básica consiste em admitir que com mais ou menos vicissitudes os alunos já aprenderam o essencial da língua portuguesa e que a partir daqui a aprendizagem consiste no aperfeiçoamento do que já sabem, na correcção de erros, na aquisição de práticas de auto-correcção, e no contacto com aspectos da língua que transcendem a gramática convencional e o português literário. Esta orientação é parcialmente motivada pelos resultados dos inquéritos à literacia que vieram mostrar que entre nós (como em grau maior ou menor noutros países) há dificuldades no uso da língua materna em contextos muito concretos: participação em grupos de discussão, compreensão e elaboração de materiais diversos - técnicos, jornalísticos, didácticos, etc., - para além de contextos ligados à aprendizagem do português literário. O sucesso do programa que se propõe depende do envolvimento de professores e alunos na criação de actividades que por um lado reflictam a vida e os problemas da sociedade circundante e por outro toquem o íntimo dos participantes e os seus anseios profissionais. Sugere-se, através dessas actividades, que o estudo da língua transcende os simples aspectos da gramática e da literatura. Revela facetas importantes da sociedade: migrações populacionais; exclusão ou estratificação social; existência de verdadeiros "territórios culturais" com o seu vocabulário e linguagem próprios (comunidades científicas, artísticas, profissionais e políticas); emergência de progressos científicos e tecnológicos, de modas, de movimentos sociais e políticos. Índice de conteúdos 1.- Introdução 2.- Avaliação 3.- A língua portuguesa 4.- Discurso oral espontâneo 5.- Discurso oral preparado 6.- Audição 7.- Leitura 8.- A escrita 9.- Gramática 10.- Escritas especializadas 11.- Inter-disciplinaridade 12.- Comunicação social 13.- Literacia 14.- Apêndice metodológico Índice remissivo de tópicos
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Uma árvore fala de si própria e das suas percepções. É uma palmeira. Sabe que dentro de pouco tempo será derrubada para dar lugar a uma estrada. Tem centenas de anos de idade. Ficamos a saber que foi plantada pelo árabe Mohamede, que a trouxe de África. Conversou muitas vezes com ele. Outros, tais como os participantes nas Cruzadas, descansaram à sua sombra, mas não compreendiam a sua língua. No longo e cativante monólogo da palmeira, tecido de recordações de frases de amigos e declarações de estranhos acerca do seu destino e do de Portugal, a autora ilumina 800 anos de história portuguesa e ocidental. Cascais é um lugar para meditar sobre a vida individual e a história mundial. Sem raiva, sem indignação, inquirindo. (A partir dos 12 anos.)
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Uma árvore fala de si própria e das suas percepções. É uma palmeira. Sabe que dentro de pouco tempo será derrubada para dar lugar a uma estrada. Tem centenas de anos de idade. Ficamos a saber que foi plantada pelo árabe Mohamede, que a trouxe de África. Conversou muitas vezes com ele. Outros, tais como os participantes nas Cruzadas, descansaram à sua sombra, mas não compreendiam a sua língua. No longo e cativante monólogo da palmeira, tecido de recordações de frases de amigos e declarações de estranhos acerca do seu destino e do de Portugal, a autora ilumina 800 anos de história portuguesa e ocidental. Cascais é um lugar para meditar sobre a vida individual e a história mundial. Sem raiva, sem indignação, inquirindo. (A partir dos 12 anos.)
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A mulher gorda gosta de comprar jacintos, o desempregado sonha com um prato de goulash e há duas irmãs que andam a costurar linhas complicadas entre elas. De vez em quando, nos intervalos dos barulhos da cidade, ouve-se pelas paredes uma música de Brel, rosas a crescer ou um programa sobre a vida animal - como é que a cabeça das girafas não rebenta se está tão longe do coração? Em comum, entre os pés que fazem barulho em cima da cabeça e os pés que incomodam quem está em baixo, só a gaiola de cimento onde se tentam arrumar as vidinhas e, ainda assim, aquela vontade de ser pássaro. Sandro William Junqueira continua a construir, agora em altura, um território literário de desconfortos e pulsões que estava ainda por cartografar, e volta à ficção com um livro feito de penas e betão.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A mulher gorda gosta de comprar jacintos, o desempregado sonha com um prato de goulash e há duas irmãs que andam a costurar linhas complicadas entre elas. De vez em quando, nos intervalos dos barulhos da cidade, ouve-se pelas paredes uma música de Brel, rosas a crescer ou um programa sobre a vida animal - como é que a cabeça das girafas não rebenta se está tão longe do coração? Em comum, entre os pés que fazem barulho em cima da cabeça e os pés que incomodam quem está em baixo, só a gaiola de cimento onde se tentam arrumar as vidinhas e, ainda assim, aquela vontade de ser pássaro. Sandro William Junqueira continua a construir, agora em altura, um território literário de desconfortos e pulsões que estava ainda por cartografar, e volta à ficção com um livro feito de penas e betão.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As façanhas da manhosa tartaruga ou de Sun Tatalúgua, o Senhor Tartaruga, povoam, desde tempos remotos, o imaginário dos são-tomenses. É a personagem dominante de um fabulário sobretudo oral, com alguns registos escritos pontuais. Em alguns casos, as suas manhas e artimanhas culminam em merecida reprovação e castigo. Outras há em que prevalece a impunidade e, até, o triunfo. Habitualmente, como acontece um pouco em todo o mundo, as fábulas são-tomenses são curtas e não é de se excluir que a origem longínqua de algumas seja externa ao arquipélago, tendo sido, eventualmente, adaptadas à cultura local, através de um processo de nativização. A decisão de as revisitar, agora como narradora, não já como ávida ouvinte, surgiu da aguda consciência de que muitas estavam a desaparecer com as nossas anciãs e anciãos e que, cada vez vão sendo menos familiares às gerações mais jovens.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As façanhas da manhosa tartaruga ou de Sun Tatalúgua, o Senhor Tartaruga, povoam, desde tempos remotos, o imaginário dos são-tomenses. É a personagem dominante de um fabulário sobretudo oral, com alguns registos escritos pontuais. Em alguns casos, as suas manhas e artimanhas culminam em merecida reprovação e castigo. Outras há em que prevalece a impunidade e, até, o triunfo. Habitualmente, como acontece um pouco em todo o mundo, as fábulas são-tomenses são curtas e não é de se excluir que a origem longínqua de algumas seja externa ao arquipélago, tendo sido, eventualmente, adaptadas à cultura local, através de um processo de nativização. A decisão de as revisitar, agora como narradora, não já como ávida ouvinte, surgiu da aguda consciência de que muitas estavam a desaparecer com as nossas anciãs e anciãos e que, cada vez vão sendo menos familiares às gerações mais jovens.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 204
Sinopse:
"Quantas Madrugadas Tem a Noite" está destinado a ser um marco na literatura angolana e na literatura de língua portuguesa em geral. Com uma extraordinária mestria narrativa, Ondjaki conta aqui uma história em que não se sabe o que admirar mais, se a fulgurante imaginação do autor, se a sua capacidade para a criação de tipos e situações carregados de significado, se a sua capacidade para elevar a linguagem coloquial a um altíssimo nível literário. O humor, a farsa, o lirismo, a tragédia, o horror, todos estes sentimentos são aqui convocados e expostos, com a fluência de quem conta, simplesmente, uma história, na Luanda dos dias de hoje. Assim: "Num tenho dinheiro, num vale a pena te baldar. Mas, epá, vamos só desequilibrar umas birras; sentas aí, nas calmas, eu te pago em estória, isso mesmo, uma pura estória daquelas com peso de antigamente, nada de invencionices de baixa categoria, estorietas, coisas dos artistas: pura verdade, só acontecimentos factuais mesmo. A vida não é um carnaval? Vou te mostrar alguns dançarinos, damos e damas, diabo e Deus, a maka da existência. Transformo só o material pra lhe dar forma, utilidade. O artista molha as mãos pra trabalhar o destino do barro? Eu molho o coração no álcool pra fazer castelo das areias em cima das estórias... Uma noite, quantas madrugadas tem?"
Nº Páginas: 204
Sinopse:
"Quantas Madrugadas Tem a Noite" está destinado a ser um marco na literatura angolana e na literatura de língua portuguesa em geral. Com uma extraordinária mestria narrativa, Ondjaki conta aqui uma história em que não se sabe o que admirar mais, se a fulgurante imaginação do autor, se a sua capacidade para a criação de tipos e situações carregados de significado, se a sua capacidade para elevar a linguagem coloquial a um altíssimo nível literário. O humor, a farsa, o lirismo, a tragédia, o horror, todos estes sentimentos são aqui convocados e expostos, com a fluência de quem conta, simplesmente, uma história, na Luanda dos dias de hoje. Assim: "Num tenho dinheiro, num vale a pena te baldar. Mas, epá, vamos só desequilibrar umas birras; sentas aí, nas calmas, eu te pago em estória, isso mesmo, uma pura estória daquelas com peso de antigamente, nada de invencionices de baixa categoria, estorietas, coisas dos artistas: pura verdade, só acontecimentos factuais mesmo. A vida não é um carnaval? Vou te mostrar alguns dançarinos, damos e damas, diabo e Deus, a maka da existência. Transformo só o material pra lhe dar forma, utilidade. O artista molha as mãos pra trabalhar o destino do barro? Eu molho o coração no álcool pra fazer castelo das areias em cima das estórias... Uma noite, quantas madrugadas tem?"
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Esta é a história de um menino aventureiro e sonhador. Onde os adultos veem perigo, ele só vê diversão e alegria. É a imaginação que lhe permite voar e sonhar, mas sem exagero
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Esta é a história de um menino aventureiro e sonhador. Onde os adultos veem perigo, ele só vê diversão e alegria. É a imaginação que lhe permite voar e sonhar, mas sem exagero
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 34
Sinopse:
Que Há por Baixo da Cama? viaja para o mundo misterioso que existe por baixo dos nossos pés. O livro segue as aventuras subterrâneas de duas crianças e do seu gato, explorando cavernas secretas, fósseis, e até prata, oiro e diamantes, antes de acabar por descobrir o que realmente está por baixo da cama.
Nº Páginas: 34
Sinopse:
Que Há por Baixo da Cama? viaja para o mundo misterioso que existe por baixo dos nossos pés. O livro segue as aventuras subterrâneas de duas crianças e do seu gato, explorando cavernas secretas, fósseis, e até prata, oiro e diamantes, antes de acabar por descobrir o que realmente está por baixo da cama.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Podem o Estado e os profissionais de saúde transigir com quem recusa cuidados de eficácia e segurança comprovadas, colocando em risco a saúde e a vida dos mais desprotegidos? Com grávidas que escolhem o parto em casa, pais de crianças não vacinadas, doentes psiquiátricos incapazes e que recusam internamento, publicidade enganosa sobre terapêuticas não convencionais e com pessoas em processo de mudança de género sem consulta médica, quando o diálogo falha ou é impossível, quando argumentos científicos nem sempre são suficientes para modificar comportamentos irracionais e emocionais, como devem actuar os profissionais de saúde? Estando em causa a defesa da saúde e da vida dos mais vulneráveis e desprotegidos, o Estado e os profissionais de saúde têm eticamente o direito e o dever de intervir de forma eficaz e pedagógica.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Podem o Estado e os profissionais de saúde transigir com quem recusa cuidados de eficácia e segurança comprovadas, colocando em risco a saúde e a vida dos mais desprotegidos? Com grávidas que escolhem o parto em casa, pais de crianças não vacinadas, doentes psiquiátricos incapazes e que recusam internamento, publicidade enganosa sobre terapêuticas não convencionais e com pessoas em processo de mudança de género sem consulta médica, quando o diálogo falha ou é impossível, quando argumentos científicos nem sempre são suficientes para modificar comportamentos irracionais e emocionais, como devem actuar os profissionais de saúde? Estando em causa a defesa da saúde e da vida dos mais vulneráveis e desprotegidos, o Estado e os profissionais de saúde têm eticamente o direito e o dever de intervir de forma eficaz e pedagógica.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Aqui está o ponto de partida deste livro. Um livro em movimento. Em viagem. Onde uma história, como uma paisagem, é atravessada de uma ponta à outra. Do início ao fim. Mas e se, por descuido, sem querer (ou por querer muito), espreitarmos para o lado de lá do fim de uma história? Será que do lado de lá está outra história, à nossa espera (coitadinha, há quanto tempo?) pronta para partir?
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Aqui está o ponto de partida deste livro. Um livro em movimento. Em viagem. Onde uma história, como uma paisagem, é atravessada de uma ponta à outra. Do início ao fim. Mas e se, por descuido, sem querer (ou por querer muito), espreitarmos para o lado de lá do fim de uma história? Será que do lado de lá está outra história, à nossa espera (coitadinha, há quanto tempo?) pronta para partir?
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Quem sonha ser actor também sonha com palmas, sucesso, êxito, desafios permanentes, vida trepidante. Mas as oportunidades não caem pela chaminé. É preciso vocação, talento, trabalho e coragem. E é preciso procurar o caminho certo para um dia subir ao palco ou enfrentar as câmaras. Foi isso que fizeram o Manel, a Raquel, a Cristina quando se inscreveram no grupo de teatro da escola dirigido pelo professor a quem todos chamam em segredo "Bolhas". O ambiente despoletou rivalidades e paixões cruzadas, extremadas numa visita ao Teatro Aberto que lhes reservava várias surpresas.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Quem sonha ser actor também sonha com palmas, sucesso, êxito, desafios permanentes, vida trepidante. Mas as oportunidades não caem pela chaminé. É preciso vocação, talento, trabalho e coragem. E é preciso procurar o caminho certo para um dia subir ao palco ou enfrentar as câmaras. Foi isso que fizeram o Manel, a Raquel, a Cristina quando se inscreveram no grupo de teatro da escola dirigido pelo professor a quem todos chamam em segredo "Bolhas". O ambiente despoletou rivalidades e paixões cruzadas, extremadas numa visita ao Teatro Aberto que lhes reservava várias surpresas.
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Edição: Mai 2006
Nº Páginas: 148
Sinopse:
Alexandre estava farto da escola, farto da família, farto da rapariga que o persegue e de quem não gosta, farto da paixão pela rapariga de quem gosta e que não gosta dele, farto de si próprio. Uma noite, nas Docas, encontra um rapaz muito parecido com ele que lhe diz andar embarcado ao serviço de um milionário e estar farto do patrão, das viagens constantes e de ver só mar dias seguidos. Resolvem então trocar de identidades por um mês e partem para a grande aventura de ser outro.
Nº Páginas: 148
Sinopse:
Alexandre estava farto da escola, farto da família, farto da rapariga que o persegue e de quem não gosta, farto da paixão pela rapariga de quem gosta e que não gosta dele, farto de si próprio. Uma noite, nas Docas, encontra um rapaz muito parecido com ele que lhe diz andar embarcado ao serviço de um milionário e estar farto do patrão, das viagens constantes e de ver só mar dias seguidos. Resolvem então trocar de identidades por um mês e partem para a grande aventura de ser outro.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 36
Sinopse:
O menino está zangado. Quero, Quero, Quero! Tem as meias em baixo, as calças num remoinho… E quer, quer, QUER UM BOLINHO! Esperneia, grita e faz cara má. Quer bolos, e é… já, já, já! Felizmente, a mãe tem o antídoto perfeito para um dia mau e uma birra… Primeiro o 1, depois o 2, a seguir o 3. E agora é a tua vez.
Nº Páginas: 36
Sinopse:
O menino está zangado. Quero, Quero, Quero! Tem as meias em baixo, as calças num remoinho… E quer, quer, QUER UM BOLINHO! Esperneia, grita e faz cara má. Quer bolos, e é… já, já, já! Felizmente, a mãe tem o antídoto perfeito para um dia mau e uma birra… Primeiro o 1, depois o 2, a seguir o 3. E agora é a tua vez.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Um caderno achado num mercado de rua em Maputo transporta-nos para a pequena vila de Moatize, no centro de Moçambique, e para o tempo recuado em que uma empresa belga ali explorava uma mina de carvão. Sob o olhar atento de um polícia, Annemarie estende a sua rede de espiões, Agnès necessita desesperadamente de um piano, Suzanne deixa-se enlouquecer aos poucos e Maria Eugénia não sabe o que fazer. Tudo isso num tempo em que, embora brilhando no alto, o sol não ilumina. Entretanto, nos dias enevoados de Maputo, num futuro distante, um velho faz o que pode para se libertar da carga que esse passado lhe depositou nos ombros magros. Conta para tal com uma inesperada ajuda.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Um caderno achado num mercado de rua em Maputo transporta-nos para a pequena vila de Moatize, no centro de Moçambique, e para o tempo recuado em que uma empresa belga ali explorava uma mina de carvão. Sob o olhar atento de um polícia, Annemarie estende a sua rede de espiões, Agnès necessita desesperadamente de um piano, Suzanne deixa-se enlouquecer aos poucos e Maria Eugénia não sabe o que fazer. Tudo isso num tempo em que, embora brilhando no alto, o sol não ilumina. Entretanto, nos dias enevoados de Maputo, num futuro distante, um velho faz o que pode para se libertar da carga que esse passado lhe depositou nos ombros magros. Conta para tal com uma inesperada ajuda.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 42
Sinopse:
A tradição oral ganha forma escrita neste fantástico livro, composto por histórias tradicionais, lendas e contos dos oito países que, no mundo, falam a língua portuguesa, e por ilustrações magníficas.
Nº Páginas: 42
Sinopse:
A tradição oral ganha forma escrita neste fantástico livro, composto por histórias tradicionais, lendas e contos dos oito países que, no mundo, falam a língua portuguesa, e por ilustrações magníficas.
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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 32
Sinopse:
"Duas histórias muito antigas... Numa delas pretende-se provar que, grandes ou pequenos, todos têm lugar e préstimo nesta vida. Na outra fala-se sobretudo do lugar onde vivemos e de que conhecemos todos os cantos. Viajar é muito bom - mas o regresso é, às vezes, bem melhor."
Nº Páginas: 32
Sinopse:
"Duas histórias muito antigas... Numa delas pretende-se provar que, grandes ou pequenos, todos têm lugar e préstimo nesta vida. Na outra fala-se sobretudo do lugar onde vivemos e de que conhecemos todos os cantos. Viajar é muito bom - mas o regresso é, às vezes, bem melhor."
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"De modo que da Boa Vista da minha infânciapouco mais já resta que o prazer de usar o tempo.É uma noção do tempo em que o hoje e o amanhã,o agora e o mais daqui a bocado, continuam significando a mesmíssima coisa. E quando para lá ia em férias,ia sobretudo em busca desse tempo sem relógio,que é nosso e está por nossa conta.""O quebranto era suspeitado quando uma criança ficava de repente com o corpo esmorecido, sobretudo se era uma criança no geral irrequieta ou traquinas. Mas de repente ficava calada, ensimesmada, quase a querer esconder-se pelos cantos da casa, perdida a vivacidade e a capacidade de fazer terribezas. Nesses casos […] decidia-se que a criança tinha sido quebrantada […].
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"De modo que da Boa Vista da minha infânciapouco mais já resta que o prazer de usar o tempo.É uma noção do tempo em que o hoje e o amanhã,o agora e o mais daqui a bocado, continuam significando a mesmíssima coisa. E quando para lá ia em férias,ia sobretudo em busca desse tempo sem relógio,que é nosso e está por nossa conta.""O quebranto era suspeitado quando uma criança ficava de repente com o corpo esmorecido, sobretudo se era uma criança no geral irrequieta ou traquinas. Mas de repente ficava calada, ensimesmada, quase a querer esconder-se pelos cantos da casa, perdida a vivacidade e a capacidade de fazer terribezas. Nesses casos […] decidia-se que a criança tinha sido quebrantada […].
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