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Edição: Dez 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um caso que tomou conta da política, da economia e, principalmente, dos media. Não obstante, tanto aparato mediático tem deixado de fora, por razões várias que o livro conduz o leitor a compreender, o mais importante desta história convenientemente mal contada. João Gabriel reconstitui a história dos dias que conduziram ao afundamento do BES. Um relato feito de dentro do furacão, suportado em documentos inéditos e testemunhos únicos, incluindo o papel do Governador do Banco de Portugal, dos auditores da KPMG e do próprio Ricardo Salgado. Como até hoje nunca alguém teve a coragem de fazer.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um caso que tomou conta da política, da economia e, principalmente, dos media. Não obstante, tanto aparato mediático tem deixado de fora, por razões várias que o livro conduz o leitor a compreender, o mais importante desta história convenientemente mal contada. João Gabriel reconstitui a história dos dias que conduziram ao afundamento do BES. Um relato feito de dentro do furacão, suportado em documentos inéditos e testemunhos únicos, incluindo o papel do Governador do Banco de Portugal, dos auditores da KPMG e do próprio Ricardo Salgado. Como até hoje nunca alguém teve a coragem de fazer.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Todos os segredos e todas as faces escondidas da Lua O mais antigo calendário lunar foi pintado há 18 mil anos, pelos primeiros artistas do Paleolítico, nas cavernas de Lascaux. Até onde a memória escrita do Homem nos permite conhecer, a Lua esteve sempre presente. Uma cientista, a astrónoma francesa Fatoumata Kebe, tão apaixonada pela Lua que espera a sua vez de integrar uma viagem espacial, revisita todos os mitos e narrativas e mostra-nos como a Lua continua a acompanhar a Humanidade, a Lua muda de forma, de cor, faz subir o oceano, crescer as plantas e dançar os diabretes. Deusa ou deus, desde sempre que a veneramos e escutamos. A Lua fala. Ela dita o tempo. O tempo que passa, o tempo que faz. Ela ritma e conduz a vida da humanidade. Neste livro, com ajuda da ciência, a Lua ganha ainda mais em beleza, esplendor e lenda. A Lua é mesmo um romance. Ou de como, falando da Lua, também se fala de tartarugas bebés, das marés, do nosso corpo e do nosso espírito.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Todos os segredos e todas as faces escondidas da Lua O mais antigo calendário lunar foi pintado há 18 mil anos, pelos primeiros artistas do Paleolítico, nas cavernas de Lascaux. Até onde a memória escrita do Homem nos permite conhecer, a Lua esteve sempre presente. Uma cientista, a astrónoma francesa Fatoumata Kebe, tão apaixonada pela Lua que espera a sua vez de integrar uma viagem espacial, revisita todos os mitos e narrativas e mostra-nos como a Lua continua a acompanhar a Humanidade, a Lua muda de forma, de cor, faz subir o oceano, crescer as plantas e dançar os diabretes. Deusa ou deus, desde sempre que a veneramos e escutamos. A Lua fala. Ela dita o tempo. O tempo que passa, o tempo que faz. Ela ritma e conduz a vida da humanidade. Neste livro, com ajuda da ciência, a Lua ganha ainda mais em beleza, esplendor e lenda. A Lua é mesmo um romance. Ou de como, falando da Lua, também se fala de tartarugas bebés, das marés, do nosso corpo e do nosso espírito.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 545
Sinopse:
Nesta excecional obra de divulgação científica, Daniel E. Lieberman relata-nos de modo lúcido e empolgante a evolução do corpo humano ao longo de milhões de anos, ao mesmo tempo que nos mostra como a crescente disparidade entre as inúmeras adaptações do nosso corpo da Idade da Pedra e os avanços do mundo moderno estão a dar origem a um paradoxo: uma maior longevidade com doenças crónicas cada vez mais comuns.
Nº Páginas: 545
Sinopse:
Nesta excecional obra de divulgação científica, Daniel E. Lieberman relata-nos de modo lúcido e empolgante a evolução do corpo humano ao longo de milhões de anos, ao mesmo tempo que nos mostra como a crescente disparidade entre as inúmeras adaptações do nosso corpo da Idade da Pedra e os avanços do mundo moderno estão a dar origem a um paradoxo: uma maior longevidade com doenças crónicas cada vez mais comuns.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A ferramenta de tomada de decisões para todos os negócios (incluindo o seu). Este inovador livro do premiado autor Matt Watkinson desvenda os elementos fundamentais e inseparáveis por detrás do êxito de qualquer negócio. "Se você só lesse um livro de gestão na vida, esse livro deveria ser A Grelha." Philip Rowley, director financeiro da Sony Pictures Entertainment.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A ferramenta de tomada de decisões para todos os negócios (incluindo o seu). Este inovador livro do premiado autor Matt Watkinson desvenda os elementos fundamentais e inseparáveis por detrás do êxito de qualquer negócio. "Se você só lesse um livro de gestão na vida, esse livro deveria ser A Grelha." Philip Rowley, director financeiro da Sony Pictures Entertainment.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O que é que têm em comum músicos, matemáticos, arquitetos, pintores, desenhadores, engenheiros, biólogos, filólogos, geólogos, sacerdotes e místicos? O facto de todos quer o saibam, quer não serem geómetras. Que sentido têm os números? Em que é que consiste a proporção áurea? E o número Phi? E as séries de Fibonacci? Qual é a origem da escala musical? Que conhecimento se oculta por detrás da construção das pirâmides do Egito, dos templos gregos ou das basílicas cristãs? O que é que simboliza o famoso "Homem de Vitrúvio" de Leonardo da Vinci? Jaime Buhigas inicia-nos de forma singela e amena à divina geometria, e ajuda-nos a responder a todas estas interrogações e a diversos enigmas-históricos de grande interesse. "Não entre aqui quem ignore a geometria", podia ler-se na porta da Academia de Platão. Para aceder a este livro não é preciso saber o que quer que seja. Basta ter vontade de aprender.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O que é que têm em comum músicos, matemáticos, arquitetos, pintores, desenhadores, engenheiros, biólogos, filólogos, geólogos, sacerdotes e místicos? O facto de todos quer o saibam, quer não serem geómetras. Que sentido têm os números? Em que é que consiste a proporção áurea? E o número Phi? E as séries de Fibonacci? Qual é a origem da escala musical? Que conhecimento se oculta por detrás da construção das pirâmides do Egito, dos templos gregos ou das basílicas cristãs? O que é que simboliza o famoso "Homem de Vitrúvio" de Leonardo da Vinci? Jaime Buhigas inicia-nos de forma singela e amena à divina geometria, e ajuda-nos a responder a todas estas interrogações e a diversos enigmas-históricos de grande interesse. "Não entre aqui quem ignore a geometria", podia ler-se na porta da Academia de Platão. Para aceder a este livro não é preciso saber o que quer que seja. Basta ter vontade de aprender.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Alguma vez se perguntou porque conseguimos comprar mais bens do que os nossos avós alguma vez conseguiram… mas é menos provável que consigamos ter uma casa onde os guardar? Porque é que o preço de um litro de combustível duplica em poucos meses, mas nunca cai da mesma forma? Por detrás de tudo isto está a economia. O dólar é a alma da globalização e é ele que mantém a economia a funcionar. Metade das notas circulam fora dos EUA e muitos desses dólares estão na posse da China. Mas o que acontece quando o nosso dinheiro se movimenta à volta do mundo e como é que isso afeta as nossas vidas? Ao seguir a viagem de um dólar desde os subúrbios do Texas, através do banco central da China, pelos caminhos de ferro nigerianos e os oleodutos do Iraque, A Geografia do Dinheiro revela as verdades económicas que estão por detrás daquilo que vemos nas notícias todos os dias: • Porque é que a China é o maior produtor de bens e os EUA o maior consumidor? • O comércio justo é realmente uma coisa positiva? Nesta leitura reveladora, a economista Dharshini David expõe estas complexas relações para chegar ao âmago de como o mundo globalizado funciona, mostrando quem detém o poder e o que isso significa para todos nós.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Alguma vez se perguntou porque conseguimos comprar mais bens do que os nossos avós alguma vez conseguiram… mas é menos provável que consigamos ter uma casa onde os guardar? Porque é que o preço de um litro de combustível duplica em poucos meses, mas nunca cai da mesma forma? Por detrás de tudo isto está a economia. O dólar é a alma da globalização e é ele que mantém a economia a funcionar. Metade das notas circulam fora dos EUA e muitos desses dólares estão na posse da China. Mas o que acontece quando o nosso dinheiro se movimenta à volta do mundo e como é que isso afeta as nossas vidas? Ao seguir a viagem de um dólar desde os subúrbios do Texas, através do banco central da China, pelos caminhos de ferro nigerianos e os oleodutos do Iraque, A Geografia do Dinheiro revela as verdades económicas que estão por detrás daquilo que vemos nas notícias todos os dias: • Porque é que a China é o maior produtor de bens e os EUA o maior consumidor? • O comércio justo é realmente uma coisa positiva? Nesta leitura reveladora, a economista Dharshini David expõe estas complexas relações para chegar ao âmago de como o mundo globalizado funciona, mostrando quem detém o poder e o que isso significa para todos nós.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Os casos de fraude, a detenção de supostos gurus e a extrema volatilidade dos investimentos em criptomoedas infligiram graves danos à reputação do Bitcoin e do mundo cripto. Mas nem a Ethereum nem outras plataformas de blockchain são uma moda passageira. A nossa compreensão destas tecnologias seria demasiado superficial se nos ficássemos por estas más notícias. Como em qualquer época de mudanças profundas, os inescrupulosos aproveitam-se de muitas pessoas mal informadas, ávidas de prosperar com os novos avanços. Também padecemos com uma legislação mais preocupada em proteger o status quo do que em facilitar a adoção das novas tecnologias. A Fogueira do Futuro é um guia completo para entender o que está em jogo no blockchain, quais são as suas origens e qual é a ideologia dos principais nomes nele envolvidos. A descentralização e o consenso distribuído permitem criar e intercambiar valores, bens e ideias sem o controlo das autoridades centrais. Isto muda tudo. Juntamente com grandes avanços em energia, Inteligência Artificial e biotecnologia, tornarão possível um progresso exponencial, mas necessitamos de compreender estas transformações se queremos orientá-las.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Os casos de fraude, a detenção de supostos gurus e a extrema volatilidade dos investimentos em criptomoedas infligiram graves danos à reputação do Bitcoin e do mundo cripto. Mas nem a Ethereum nem outras plataformas de blockchain são uma moda passageira. A nossa compreensão destas tecnologias seria demasiado superficial se nos ficássemos por estas más notícias. Como em qualquer época de mudanças profundas, os inescrupulosos aproveitam-se de muitas pessoas mal informadas, ávidas de prosperar com os novos avanços. Também padecemos com uma legislação mais preocupada em proteger o status quo do que em facilitar a adoção das novas tecnologias. A Fogueira do Futuro é um guia completo para entender o que está em jogo no blockchain, quais são as suas origens e qual é a ideologia dos principais nomes nele envolvidos. A descentralização e o consenso distribuído permitem criar e intercambiar valores, bens e ideias sem o controlo das autoridades centrais. Isto muda tudo. Juntamente com grandes avanços em energia, Inteligência Artificial e biotecnologia, tornarão possível um progresso exponencial, mas necessitamos de compreender estas transformações se queremos orientá-las.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A filosofia é como uma grande farmácia que apresenta remédios específicos para dores e males." São inúmeras as aplicações práticas que a filosofia nos oferece para enfrentarmos os desafios da vida e apaziguarmos o sofrimento. Porque a filosofia não é apenas pensamento abstrato. É também cura e consolo. Afinal, os dramas humanos estão na origem desta ciência nascida na Antiguidade que, depois de séculos hibernada entre estudiosos, voltou nos últimos anos a despertar o interesse das pessoas comuns, tal como acontecia na Grécia há mais de dois milénios. O que é que a filosofia pode fazer por nós? Eis a pergunta a que este livro responde. Dividido em pequenos textos, numa linguagem simples e elucidativa, mostra-nos claramente como esta fascinante área do conhecimento nos pode ajudar a encarar, travar e resolver a esmagadora maioria dos problemas que nos afligem no quotidiano, estimulando-nos a abraçar virtudes como a coragem, a empatia, a resiliência e a esperança. a resposta vem de longe e está nos ensinamentos de Platão e Séneca, Nietzsche e Schopenhauer, entre tantos outros sábios aqui interpretados que nos apontam o caminho do equilíbrio e da paz interior.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A filosofia é como uma grande farmácia que apresenta remédios específicos para dores e males." São inúmeras as aplicações práticas que a filosofia nos oferece para enfrentarmos os desafios da vida e apaziguarmos o sofrimento. Porque a filosofia não é apenas pensamento abstrato. É também cura e consolo. Afinal, os dramas humanos estão na origem desta ciência nascida na Antiguidade que, depois de séculos hibernada entre estudiosos, voltou nos últimos anos a despertar o interesse das pessoas comuns, tal como acontecia na Grécia há mais de dois milénios. O que é que a filosofia pode fazer por nós? Eis a pergunta a que este livro responde. Dividido em pequenos textos, numa linguagem simples e elucidativa, mostra-nos claramente como esta fascinante área do conhecimento nos pode ajudar a encarar, travar e resolver a esmagadora maioria dos problemas que nos afligem no quotidiano, estimulando-nos a abraçar virtudes como a coragem, a empatia, a resiliência e a esperança. a resposta vem de longe e está nos ensinamentos de Platão e Séneca, Nietzsche e Schopenhauer, entre tantos outros sábios aqui interpretados que nos apontam o caminho do equilíbrio e da paz interior.
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Neste segundo livro da coleção Impacto Educacional pretende-se abordar as ideias base associadas ao movimento da inclusão e aos serviços de educação especial, dando ao leitor a oportunidade de melhor compreender os conceitos de necessidades especiais e de necessidades educativas especiais, tendo por base as problemáticas que os integram.O livro apresenta, ainda, um modelo de atendimento - Modelo de Atendimento à Diversidade - que permite a implementação de programas educativos eficazes para os alunos com necessidades especiais, designadamente para os alunos com necessidades educativas especiais.Dada a atualidade das temáticas tratadas nesta obra, ela pode constituir-se num valioso recurso para os pais e para todos os profissionais que, de algum modo, trabalham com alunos com necessidades especiais.Coleção Impacto EducacionalFoi criada com o intuito de fornecer a educadores, professores, psicólogos, terapeutas, outros profissionais envolvidos na educação e pais um conjunto de temas, abordados de uma forma simples e sucinta, destinados a promover a aquisição ou aprofundamento de conhecimentos nas matérias que se propõem abordar. Para além deste objetivo, é ainda intenção da coleção divulgar textos cujo impacto se faça sentir nos meios académicos, educacionais, sociais e políticos, que permitam originar ou relançar debates em prol do sucesso escolar de todos os alunos, designadamente dos alunos com necessidades educativas especiais.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Neste segundo livro da coleção Impacto Educacional pretende-se abordar as ideias base associadas ao movimento da inclusão e aos serviços de educação especial, dando ao leitor a oportunidade de melhor compreender os conceitos de necessidades especiais e de necessidades educativas especiais, tendo por base as problemáticas que os integram.O livro apresenta, ainda, um modelo de atendimento - Modelo de Atendimento à Diversidade - que permite a implementação de programas educativos eficazes para os alunos com necessidades especiais, designadamente para os alunos com necessidades educativas especiais.Dada a atualidade das temáticas tratadas nesta obra, ela pode constituir-se num valioso recurso para os pais e para todos os profissionais que, de algum modo, trabalham com alunos com necessidades especiais.Coleção Impacto EducacionalFoi criada com o intuito de fornecer a educadores, professores, psicólogos, terapeutas, outros profissionais envolvidos na educação e pais um conjunto de temas, abordados de uma forma simples e sucinta, destinados a promover a aquisição ou aprofundamento de conhecimentos nas matérias que se propõem abordar. Para além deste objetivo, é ainda intenção da coleção divulgar textos cujo impacto se faça sentir nos meios académicos, educacionais, sociais e políticos, que permitam originar ou relançar debates em prol do sucesso escolar de todos os alunos, designadamente dos alunos com necessidades educativas especiais.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Existem cooperativas, mutualidades, misericórdias, casas do povo e até grupos excursionistas, alguns desde a monarquia, mas como é que chegaram até aqui? O Estado Novo atacou o associativismo, mas com que consequências? E, do 25 de Abril até agora, que papel assumiram todos estes organismos na sociedade portuguesa? Com o objectivo de responder a perguntas assim, A Economia Social em Movimento olha para estas organizações nos terrenos onde actuam, analisando as suas relações institucionais e jurídicas, sem ignorar tensões e ingerências ideológicas partidárias, para tentar encontrar a raiz identitária que as pode unir e fortalecer. Depois do sucesso de Uma História da Economia Social, que fixou pela primeira vez a história da Economia Social em Portugal, este livro dá continuidade a esse trabalho que estava por fazer na historiografia nacional, mudando o foco do curso das ideias para se centrar nas organizações que compõem este sector no nosso país.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Existem cooperativas, mutualidades, misericórdias, casas do povo e até grupos excursionistas, alguns desde a monarquia, mas como é que chegaram até aqui? O Estado Novo atacou o associativismo, mas com que consequências? E, do 25 de Abril até agora, que papel assumiram todos estes organismos na sociedade portuguesa? Com o objectivo de responder a perguntas assim, A Economia Social em Movimento olha para estas organizações nos terrenos onde actuam, analisando as suas relações institucionais e jurídicas, sem ignorar tensões e ingerências ideológicas partidárias, para tentar encontrar a raiz identitária que as pode unir e fortalecer. Depois do sucesso de Uma História da Economia Social, que fixou pela primeira vez a história da Economia Social em Portugal, este livro dá continuidade a esse trabalho que estava por fazer na historiografia nacional, mudando o foco do curso das ideias para se centrar nas organizações que compõem este sector no nosso país.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A nossa vida reduziu-se a números e modelos económicos, que os economistas aplicam sem piedade, pondo o pé na argola com uma frequência assombrosa. Com humor (do mais negro) António Baños Boncompain faz uma leitura transversal dos clássicos e neoclássicos, dos progressistas e reaccionários, e mostra que a economia não passa de um sistema de crenças disfarçado de ciência e que os seus profetas falidos são os verdadeiros responsáveis pelo fiasco.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A nossa vida reduziu-se a números e modelos económicos, que os economistas aplicam sem piedade, pondo o pé na argola com uma frequência assombrosa. Com humor (do mais negro) António Baños Boncompain faz uma leitura transversal dos clássicos e neoclássicos, dos progressistas e reaccionários, e mostra que a economia não passa de um sistema de crenças disfarçado de ciência e que os seus profetas falidos são os verdadeiros responsáveis pelo fiasco.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No actual cenário de crise, é fundamental percebermos como podemos livrar-nos das dívidas e aumentar o nosso património financeiro. A crise financeira tem vindo a acentuar a tendência de sobreendividamento das famílias portuguesas. Para fazer face a esta situação, é fundamental conhecer em profundidade alguns conceitos essenciais e a forma como as instituições bancárias funcionam. Neste livro, saberá qual a melhor forma de pagar uma divida e até como ter um plano de poupança.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No actual cenário de crise, é fundamental percebermos como podemos livrar-nos das dívidas e aumentar o nosso património financeiro. A crise financeira tem vindo a acentuar a tendência de sobreendividamento das famílias portuguesas. Para fazer face a esta situação, é fundamental conhecer em profundidade alguns conceitos essenciais e a forma como as instituições bancárias funcionam. Neste livro, saberá qual a melhor forma de pagar uma divida e até como ter um plano de poupança.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O autor deste livro reprovou à disciplina de Economia no primeiro ano de Faculdade, no curso de Ciências da Comunicação. Hoje, porém, é jornalista especializado em economia, tem uma pós-graduação em Investimento e Mercados Financeiros e um mestrado em Economia e Políticas Públicas. O que terá motivado tamanha reviravolta nos interesses de Paulo Pinto? Que visão distinta da Economia tê-lo-á motivado? Provavelmente, o mesmo que o poderá entusiasmar a si e que pode encontrar neste livro. Em "A Economia das Coisas", Paulo Pinto apresenta ideias e conceitos económicos presentes no dia-a-dia e explica-os de forma simples, através de pequenas histórias e curiosidades. Sabe o que é que uma vaga de frio pode fazer ao preço dos ingredientes da sua sopa? Que em Inglaterra já houve um imposto sobre as janelas como exemplo de equidade fiscal? E que esse imposto causou centenas de mortes? E ainda que, hoje, nesse mesmo país, o estado recorre à psicologia para incentivar os contribuintes a pagarem os seus impostos? Ou que a invenção dos contentores é considerada mais importante do que muitos tratados internacionais? Que há uma teoria económica chamada Teoria dos Jogos, que tem aplicação tanto na crise dos mísseis de Cuba como no atravessar da Ponte 25 de Abril? Que as trufas não podem ser cultivadas, são procuradas com a ajuda de porcos, são exemplos daquilo a que a economia chama elasticidade rígida e que o chef Ljubomir Stanisic, em 2016, comprou a maior e mais cara do mundo para a comer com os amigos? A outro nível, já pensou porque é que o preço dos bilhetes dos concertos não aumenta quando estão prestes a esgotar? E sabia que quando Adam Smith, o pai da economia moderna, escreveu a sua obra de referência, A Riqueza das Nações, o termo economia nem existia? Sabe a origem da expressão "não há almoços grátis"? E a origem das black fridays? Conhece a relação entre produto interno bruto e felicidade interna bruta? E quanto estaria disposto a pagar por um litro de água no deserto do Saara? Através destas e de outras histórias, Paulo Pinto ensina Economia mesmo a quem não percebia nada de Economia.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O autor deste livro reprovou à disciplina de Economia no primeiro ano de Faculdade, no curso de Ciências da Comunicação. Hoje, porém, é jornalista especializado em economia, tem uma pós-graduação em Investimento e Mercados Financeiros e um mestrado em Economia e Políticas Públicas. O que terá motivado tamanha reviravolta nos interesses de Paulo Pinto? Que visão distinta da Economia tê-lo-á motivado? Provavelmente, o mesmo que o poderá entusiasmar a si e que pode encontrar neste livro. Em "A Economia das Coisas", Paulo Pinto apresenta ideias e conceitos económicos presentes no dia-a-dia e explica-os de forma simples, através de pequenas histórias e curiosidades. Sabe o que é que uma vaga de frio pode fazer ao preço dos ingredientes da sua sopa? Que em Inglaterra já houve um imposto sobre as janelas como exemplo de equidade fiscal? E que esse imposto causou centenas de mortes? E ainda que, hoje, nesse mesmo país, o estado recorre à psicologia para incentivar os contribuintes a pagarem os seus impostos? Ou que a invenção dos contentores é considerada mais importante do que muitos tratados internacionais? Que há uma teoria económica chamada Teoria dos Jogos, que tem aplicação tanto na crise dos mísseis de Cuba como no atravessar da Ponte 25 de Abril? Que as trufas não podem ser cultivadas, são procuradas com a ajuda de porcos, são exemplos daquilo a que a economia chama elasticidade rígida e que o chef Ljubomir Stanisic, em 2016, comprou a maior e mais cara do mundo para a comer com os amigos? A outro nível, já pensou porque é que o preço dos bilhetes dos concertos não aumenta quando estão prestes a esgotar? E sabia que quando Adam Smith, o pai da economia moderna, escreveu a sua obra de referência, A Riqueza das Nações, o termo economia nem existia? Sabe a origem da expressão "não há almoços grátis"? E a origem das black fridays? Conhece a relação entre produto interno bruto e felicidade interna bruta? E quanto estaria disposto a pagar por um litro de água no deserto do Saara? Através destas e de outras histórias, Paulo Pinto ensina Economia mesmo a quem não percebia nada de Economia.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 178
Sinopse:
"A Dívida e a Culpa ", jogo de palavras com o duplo significado do termo alemão "Shuld", oferece aos leitores uma análise comparada das crises financeiras de Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia, os quatro países da periferia do euro que foram salvos do default com a ajuda de resgates externos. Rui Cartaxo, um economista de formação com a perspetiva pragmática de um gestor profissional, argumenta que a EU errou na abordagem que fez à crise da área do euro, ao passar ao lado da correção dos desequilíbrios externos, para se focar apenas na disciplina das finanças públicas. Esse erro de perspetiva penalizou fortemente os países da periferia, deixando fora da agenda do combate à crise a correção dos gigantescos excedentes externos de países como a Holanda e a Alemanha. Apesar desse erro da política europeia, o livro explica as razões pelas quais a Irlanda, e em certa medida a Espanha, conseguiram ter algum sucesso com o resgate, enquanto a Grécia continua no fundo do abismo. Portugal é um caso intermédio, que está numa espécie de limbo: conseguimos concluir o programa de assistência financeira e voltar aos mercados, mas não afastamos em definitivo o espetro de novas crises. Rui Cartaxo argumenta que uma das razões para o relativo sucesso da Irlanda e de Espanha foi terem identificado e corrigido a tempo o impacto do rebentamento da bolha imobiliária sobre o setor financeiro, coisa que os programas de assistência à Grécia e Portugal não fizeram. Ao focarem-se demasiado na redução dos défices públicos, com metas e prazos irrealistas num contexto externo desfavorável, a Grácia e Portugal sujeitaram-se a execuções acidentadas dos seus programas, com múltiplas revisões de objetivos e medidas, criando insegurança e incerteza aos agentes económicos. Segundo Rui Cartaxo, só atraindo mais investimento externo para capitalizar as empresas e os bancos, promovendo a mobilidade de recursos do setor público para o privado e das atividades protegidas para as transacionáveis, e saneando e reestruturando o setor bancário, Portugal poderá voltar a ter um crescimento sustentável e afastar o espetro de mais resgates.
Nº Páginas: 178
Sinopse:
"A Dívida e a Culpa ", jogo de palavras com o duplo significado do termo alemão "Shuld", oferece aos leitores uma análise comparada das crises financeiras de Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia, os quatro países da periferia do euro que foram salvos do default com a ajuda de resgates externos. Rui Cartaxo, um economista de formação com a perspetiva pragmática de um gestor profissional, argumenta que a EU errou na abordagem que fez à crise da área do euro, ao passar ao lado da correção dos desequilíbrios externos, para se focar apenas na disciplina das finanças públicas. Esse erro de perspetiva penalizou fortemente os países da periferia, deixando fora da agenda do combate à crise a correção dos gigantescos excedentes externos de países como a Holanda e a Alemanha. Apesar desse erro da política europeia, o livro explica as razões pelas quais a Irlanda, e em certa medida a Espanha, conseguiram ter algum sucesso com o resgate, enquanto a Grécia continua no fundo do abismo. Portugal é um caso intermédio, que está numa espécie de limbo: conseguimos concluir o programa de assistência financeira e voltar aos mercados, mas não afastamos em definitivo o espetro de novas crises. Rui Cartaxo argumenta que uma das razões para o relativo sucesso da Irlanda e de Espanha foi terem identificado e corrigido a tempo o impacto do rebentamento da bolha imobiliária sobre o setor financeiro, coisa que os programas de assistência à Grécia e Portugal não fizeram. Ao focarem-se demasiado na redução dos défices públicos, com metas e prazos irrealistas num contexto externo desfavorável, a Grácia e Portugal sujeitaram-se a execuções acidentadas dos seus programas, com múltiplas revisões de objetivos e medidas, criando insegurança e incerteza aos agentes económicos. Segundo Rui Cartaxo, só atraindo mais investimento externo para capitalizar as empresas e os bancos, promovendo a mobilidade de recursos do setor público para o privado e das atividades protegidas para as transacionáveis, e saneando e reestruturando o setor bancário, Portugal poderá voltar a ter um crescimento sustentável e afastar o espetro de mais resgates.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Olhar o mundo a partir da cultura e a cultura a partir do mundo; perceber o papel da cultura na organização pessoal e social; refletir sobre o quanto têm de culturais muitos dos antagonismos mais graves do nosso tempo. Numa época perturbada pela dificuldade de orientação para valores pessoais e coletivos, a cultura é um elemento-chave para a construção de um mundo melhor para todos e não só para alguns. Estas convicções atravessam o conjunto dos textos deste livro, que procura contribuir para a demonstração de como a cultura é um elemento essencial na vida de todos os dias.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Olhar o mundo a partir da cultura e a cultura a partir do mundo; perceber o papel da cultura na organização pessoal e social; refletir sobre o quanto têm de culturais muitos dos antagonismos mais graves do nosso tempo. Numa época perturbada pela dificuldade de orientação para valores pessoais e coletivos, a cultura é um elemento-chave para a construção de um mundo melhor para todos e não só para alguns. Estas convicções atravessam o conjunto dos textos deste livro, que procura contribuir para a demonstração de como a cultura é um elemento essencial na vida de todos os dias.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Um magnífico balanço sobre como e porquê está a desmoronar o casamento entre a democracia e o capitalismo. E a defesa do que pode ser feito para inverter esta dinâmica, pois, para Martin Wolf, apesar de todos os seus defeitos, o capitalismo democrático continua a ser o melhor sistema para o desenvolvimento. Mas o que vemos hoje é que a democracia liberal está em crise e o autoritarismo está a crescer. Além disso, os laços que deveriam ligar os mercados abertos a eleições livres e justas estão ameaçados. As vozes dividem-se: de um lado, as que defendem que o capitalismo é melhor sem democracia; do outro, as que defendem que a democracia é melhor sem capitalismo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Um magnífico balanço sobre como e porquê está a desmoronar o casamento entre a democracia e o capitalismo. E a defesa do que pode ser feito para inverter esta dinâmica, pois, para Martin Wolf, apesar de todos os seus defeitos, o capitalismo democrático continua a ser o melhor sistema para o desenvolvimento. Mas o que vemos hoje é que a democracia liberal está em crise e o autoritarismo está a crescer. Além disso, os laços que deveriam ligar os mercados abertos a eleições livres e justas estão ameaçados. As vozes dividem-se: de um lado, as que defendem que o capitalismo é melhor sem democracia; do outro, as que defendem que a democracia é melhor sem capitalismo.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 150
Sinopse:
O que é que define o ser humano? Não os instintos ou a nossa dotação genética, tão semelhante aos dos outros animais, mas a nossa capacidade de decidir e inventar acções que transformam a realidade (...) e a nós mesmos. Essa disposição, chamada "liberdade", é a nossa condenação e também o fundamento do que consideramos a nossa dignidade racional. Nas suas origens gregas, o termo não se referia a nenhuma condição metafísica oposta ao determinismo natural, mas designava a situação social de quem não era escravo e, por isso, podia movimentar-se ou actuar segundo a sua vontade sem obedecer a um amo: ou seja, desfrutava da possibilidade de escolher.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
O que é que define o ser humano? Não os instintos ou a nossa dotação genética, tão semelhante aos dos outros animais, mas a nossa capacidade de decidir e inventar acções que transformam a realidade (...) e a nós mesmos. Essa disposição, chamada "liberdade", é a nossa condenação e também o fundamento do que consideramos a nossa dignidade racional. Nas suas origens gregas, o termo não se referia a nenhuma condição metafísica oposta ao determinismo natural, mas designava a situação social de quem não era escravo e, por isso, podia movimentar-se ou actuar segundo a sua vontade sem obedecer a um amo: ou seja, desfrutava da possibilidade de escolher.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um negociador profissional de grande sucesso, e um professor universitário especialista em negociação, conversam sobre esta arte tão essencial no mundo da política e dos negócios. De forma descontraída e informal, José Miguel Júdice e Pedro Fontes Falcão abordam neste livro episódios da história de Portugal, a presidência de Trump, a Gerigonça e a Uber para daí se retirarem ilações e aprendizagens sobre Negociação.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um negociador profissional de grande sucesso, e um professor universitário especialista em negociação, conversam sobre esta arte tão essencial no mundo da política e dos negócios. De forma descontraída e informal, José Miguel Júdice e Pedro Fontes Falcão abordam neste livro episódios da história de Portugal, a presidência de Trump, a Gerigonça e a Uber para daí se retirarem ilações e aprendizagens sobre Negociação.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Cinza do Tempo reúne cerca de 60 crónicas publicadas pelo autor na imprensa entre 1993 e 1997. Nelas encontra o leitor uma reflexão serena e segura sobre alguns dos problemas centrais do nosso quotidiano — o ensino, a família, a droga, o suicídio juvenil, a adolescência.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Cinza do Tempo reúne cerca de 60 crónicas publicadas pelo autor na imprensa entre 1993 e 1997. Nelas encontra o leitor uma reflexão serena e segura sobre alguns dos problemas centrais do nosso quotidiano — o ensino, a família, a droga, o suicídio juvenil, a adolescência.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Com um investimento próprio de apenas 1125 €, e em plena crise económica, Miguel Pina Martins transformou uma ideia de que poucos acreditaram numa empresa que fatura mais de 22 milhões (a passos largos dos 60 milhões) com vendas em mais de 50 países e com 20 mil pontos de venda. A chave? Persistência, ousadia, motivação, estratégia, inovação, investimento, financiamento, negociação, liderança, versatilidade e muito, muito… mas mesmo muito trabalho. Passados dez anos de atividade, a Science4You é atualmente é a maior empresa de brinquedos em Portugal e uma das maiores da Europa. Com um crescimento de 50 a 60% ao ano, arrisca-se a tornar-se numa Lego do Sul da Europa. Uma das startups portuguesas de maior sucesso, a Science4You é o resultado de iniciativas que combinam iniciativa, coragem de errar, determinação e resiliência. Uma história de empreendedorismo que ultrapassou todas as barreiras e que caminha a passos largos para se consolidar como uma companhia global. Conheça e inspire-se neste caso de sucesso.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Com um investimento próprio de apenas 1125 €, e em plena crise económica, Miguel Pina Martins transformou uma ideia de que poucos acreditaram numa empresa que fatura mais de 22 milhões (a passos largos dos 60 milhões) com vendas em mais de 50 países e com 20 mil pontos de venda. A chave? Persistência, ousadia, motivação, estratégia, inovação, investimento, financiamento, negociação, liderança, versatilidade e muito, muito… mas mesmo muito trabalho. Passados dez anos de atividade, a Science4You é atualmente é a maior empresa de brinquedos em Portugal e uma das maiores da Europa. Com um crescimento de 50 a 60% ao ano, arrisca-se a tornar-se numa Lego do Sul da Europa. Uma das startups portuguesas de maior sucesso, a Science4You é o resultado de iniciativas que combinam iniciativa, coragem de errar, determinação e resiliência. Uma história de empreendedorismo que ultrapassou todas as barreiras e que caminha a passos largos para se consolidar como uma companhia global. Conheça e inspire-se neste caso de sucesso.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Divertidos e irreverentes, estes aforismos surpreenderão o leitor por exporem as autoilusões em que tem vivido sem nunca as reconhecer. Com uma rara combinação de ironia mordaz e forte sabedoria, Nassim Taleb examina as ilusões humanas, constrastando os valores clássicos da coragem, elegância e erudição contra as doenças modernas da teorização estéril, do filistinismo e da impostura.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Divertidos e irreverentes, estes aforismos surpreenderão o leitor por exporem as autoilusões em que tem vivido sem nunca as reconhecer. Com uma rara combinação de ironia mordaz e forte sabedoria, Nassim Taleb examina as ilusões humanas, constrastando os valores clássicos da coragem, elegância e erudição contra as doenças modernas da teorização estéril, do filistinismo e da impostura.
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Edição: Jan 2006
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Dos autores de "Gestão para Totós", chega-nos um manual para gestores menos "totós"! "Quer seja novo na área da gestão ou um profissional experiente, encontrará neste livro todos os tópicos necessários para se tornar um gestor excepcional - como contratar os melhores funcionários e motivá-los, dar-lhes formação e orientação; como definir objectivos, executá-los e responsabilizar os funcionários; como trabalhar com equipas e disciplinar os funcionários. Resumindo, este é um dos guias mais abrangentes e, simultaneamente, mais actualizados e acessíveis sobre o tema da gestão."
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Dos autores de "Gestão para Totós", chega-nos um manual para gestores menos "totós"! "Quer seja novo na área da gestão ou um profissional experiente, encontrará neste livro todos os tópicos necessários para se tornar um gestor excepcional - como contratar os melhores funcionários e motivá-los, dar-lhes formação e orientação; como definir objectivos, executá-los e responsabilizar os funcionários; como trabalhar com equipas e disciplinar os funcionários. Resumindo, este é um dos guias mais abrangentes e, simultaneamente, mais actualizados e acessíveis sobre o tema da gestão."
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Dias antes do colapso do BES, cerca de 55% dos portugueses já não confiavam na honestidade dos Bancos. Depois veio colapso do BES. Será possível recuperar a confiança na Banca? Querem os jovens fazer carreira na banca? Nesta banca? Que tipo de banca desejam os Portugueses ter? Quais serão as práticas de gestão necessárias para a banca do futuro? As universidades de gestão e de economia estão a educar para esta nova realidade? Haverá espaço para a banca ética? Para uma banca verde? Para a existência de Fundos Socialmente Responsáveis?
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Dias antes do colapso do BES, cerca de 55% dos portugueses já não confiavam na honestidade dos Bancos. Depois veio colapso do BES. Será possível recuperar a confiança na Banca? Querem os jovens fazer carreira na banca? Nesta banca? Que tipo de banca desejam os Portugueses ter? Quais serão as práticas de gestão necessárias para a banca do futuro? As universidades de gestão e de economia estão a educar para esta nova realidade? Haverá espaço para a banca ética? Para uma banca verde? Para a existência de Fundos Socialmente Responsáveis?
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A ideia de que os bancos podem ser éticos ou que podem promover o ambiente, parece ser uma ideia estranha à maioria dos cidadãos. Na realidade, as palavras "ética" e "banca" parecem não fazer sentido juntas.Uma banca promotora do desenvolvimento sustentável não é uma utopia. É já hoje uma realidade em alguns países. Alguns bancos internacionais têm vindo a incluir nas suas análises de risco certos critérios ambientais; em alguns países tem-se assistido à criação dos chamados bancos éticos, cuja missão é promover o bem-estar social e ambiental das comunidades.Chegou a altura do cidadão ter consciência de que os bancos só existem porque nós depositamos as nossas poupanças nessas instituições. Por isso, temos todo o direito em saber como é que o banco utiliza o nosso dinheiro e exigir que ele o utilize de forma ética em prol de uma economia assente na equidade e no bem-estar ambiental e social.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A ideia de que os bancos podem ser éticos ou que podem promover o ambiente, parece ser uma ideia estranha à maioria dos cidadãos. Na realidade, as palavras "ética" e "banca" parecem não fazer sentido juntas.Uma banca promotora do desenvolvimento sustentável não é uma utopia. É já hoje uma realidade em alguns países. Alguns bancos internacionais têm vindo a incluir nas suas análises de risco certos critérios ambientais; em alguns países tem-se assistido à criação dos chamados bancos éticos, cuja missão é promover o bem-estar social e ambiental das comunidades.Chegou a altura do cidadão ter consciência de que os bancos só existem porque nós depositamos as nossas poupanças nessas instituições. Por isso, temos todo o direito em saber como é que o banco utiliza o nosso dinheiro e exigir que ele o utilize de forma ética em prol de uma economia assente na equidade e no bem-estar ambiental e social.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os factos, as causas e as consequências do percurso da banca nos últimos 20 anos. Nos últimos 20 anos o sistema bancário português expandiu-se a um ritmo muito superior ao da economia. Essa expansão assentou num significativo alargamento da rede de balcões tradicionais, ao mesmo tempo que investia nos meios automáticos e de banca à distância.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os factos, as causas e as consequências do percurso da banca nos últimos 20 anos. Nos últimos 20 anos o sistema bancário português expandiu-se a um ritmo muito superior ao da economia. Essa expansão assentou num significativo alargamento da rede de balcões tradicionais, ao mesmo tempo que investia nos meios automáticos e de banca à distância.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"A arte no Ocidente" apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional. Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas. De fácil consulta, é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"A arte no Ocidente" apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional. Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas. De fácil consulta, é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Aulas sobrelotadas. Alunos desinteressados. Falta de reconhecimento por parte dos pais e da sociedade. Mais trabalho burocrático e menos qualidade de vida. Não é de admirar que os professores estejam desmotivados e desapaixonados da sua profissão. Recorrendo a técnicas de comunicação, de "coaching" e de programação neurolinguística aplicadas à educação, este livro sugere estratégias motivacionais, de desenvolvimento pessoal e de influência que o vão ajudar a obter melhores resultados dos seus lunos, a conquistar o reconhecimento dos pais e a reacender a paixão pelo ensino - em suma, a despertar o professor extraordinário que há em si.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Aulas sobrelotadas. Alunos desinteressados. Falta de reconhecimento por parte dos pais e da sociedade. Mais trabalho burocrático e menos qualidade de vida. Não é de admirar que os professores estejam desmotivados e desapaixonados da sua profissão. Recorrendo a técnicas de comunicação, de "coaching" e de programação neurolinguística aplicadas à educação, este livro sugere estratégias motivacionais, de desenvolvimento pessoal e de influência que o vão ajudar a obter melhores resultados dos seus lunos, a conquistar o reconhecimento dos pais e a reacender a paixão pelo ensino - em suma, a despertar o professor extraordinário que há em si.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas enganam-se facilmente. Quem souber isto está mais bem preparado. Rolf Dobelli examina os erros de raciocínio mais traiçoeiros e mais comuns para nos ajudar a perceber: · porque sobrevalorizamos sistematicamente os nossos próprios conhecimentos (e tomamos os outros por mais parvos do que são); · por que motivo há coisas que não estão certas apesar de milhões de pessoas acharem que sim; · porque nos agarramos a teorias que estão comprovadamente erradas. A leitura deste livro não nos enriquece apenas pelo seu conteúdo mas também proporciona um verdadeiro prazer.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas enganam-se facilmente. Quem souber isto está mais bem preparado. Rolf Dobelli examina os erros de raciocínio mais traiçoeiros e mais comuns para nos ajudar a perceber: · porque sobrevalorizamos sistematicamente os nossos próprios conhecimentos (e tomamos os outros por mais parvos do que são); · por que motivo há coisas que não estão certas apesar de milhões de pessoas acharem que sim; · porque nos agarramos a teorias que estão comprovadamente erradas. A leitura deste livro não nos enriquece apenas pelo seu conteúdo mas também proporciona um verdadeiro prazer.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Todos os anos, milhares de professores se debatem com as mesmas dúvidas: Como manter os alunos atentos e concentrados nas aulas? Como lidar com diferentes tipos de comportamento? De que forma podemos transmitir, de forma mais clara e eficaz, os conhecimentos? É possível criar e incentivar nos alunos uma atitude mais criativa e inquisitiva, face ao que lhes é ensinado? Alan Haigh, professor britânico com mais de 30 anos de experiência, revela neste livro como conseguir atingir todos estes objectivos de forma prática e concisa. Explora ainda técnicas de aquisição de competências, métodos de avaliação e de auto-avaliação, aplicação de conhecimentos e bem-estar de cada aluno na sala de aula. Verdadeiramente inspirador, A Arte de Ensinar conduz o professor desde o primeiro dia de aulas, levando-o a descobrir, passo a passo, as grandes ideias por detrás de um ensino exigente e de qualidade.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Todos os anos, milhares de professores se debatem com as mesmas dúvidas: Como manter os alunos atentos e concentrados nas aulas? Como lidar com diferentes tipos de comportamento? De que forma podemos transmitir, de forma mais clara e eficaz, os conhecimentos? É possível criar e incentivar nos alunos uma atitude mais criativa e inquisitiva, face ao que lhes é ensinado? Alan Haigh, professor britânico com mais de 30 anos de experiência, revela neste livro como conseguir atingir todos estes objectivos de forma prática e concisa. Explora ainda técnicas de aquisição de competências, métodos de avaliação e de auto-avaliação, aplicação de conhecimentos e bem-estar de cada aluno na sala de aula. Verdadeiramente inspirador, A Arte de Ensinar conduz o professor desde o primeiro dia de aulas, levando-o a descobrir, passo a passo, as grandes ideias por detrás de um ensino exigente e de qualidade.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Sun Tzu, um dos maiores pensadores da guerra de todos os tempos, viveu há mais de 23 séculos, combatendo e vencendo numerosas batalhas e foi capaz de retirar da sua experiência e da sua inteligência os princípios enunciados no livro "A Arte da Guerra", que surpreendem e impressionam pela sua actualidade e modernidade. Embora concebidos tendo em vista a guerra - luta entre actores políticos, estatais ou não estatais, na defesa dos respectivos interesses -, constituem regras de actuação que se podem aplicar em outros contextos conflituais, como entre partidos políticos, na disputa dos eleitores e entre empresas, na conquista de mercados". "in" Prefácio
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Sun Tzu, um dos maiores pensadores da guerra de todos os tempos, viveu há mais de 23 séculos, combatendo e vencendo numerosas batalhas e foi capaz de retirar da sua experiência e da sua inteligência os princípios enunciados no livro "A Arte da Guerra", que surpreendem e impressionam pela sua actualidade e modernidade. Embora concebidos tendo em vista a guerra - luta entre actores políticos, estatais ou não estatais, na defesa dos respectivos interesses -, constituem regras de actuação que se podem aplicar em outros contextos conflituais, como entre partidos políticos, na disputa dos eleitores e entre empresas, na conquista de mercados". "in" Prefácio
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