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Nº Páginas: 852
Sinopse:
Depois do extraordinário êxito de repercussão internacional alcançado pelo primeiro livro desta trilogia, A Queda dos Gigantes, retomamos a história no ponto onde a deixámos. A segunda geração das cinco famílias cujas vidas acompanhámos no primeiro volume assume pouco a pouco o protagonismo, a par de figuras históricas e no contexto das situações reais, desde a ascensão do Terceiro Reich, através da Guerra Civil de Espanha, durante a luta feroz entre os Aliados e as potências do Eixo, o Holocausto, o começo da era atómica inaugurada em Hiroxima e Nagasáqui, até ao início da Guerra Fria. Como no volume anterior, a totalidade do quadro é-nos oferecido como um vasto fresco que evolui a um ritmo de complexidade sempre crescente.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Prisioneiras dos seus casamentos, cansadas de sofrer e com vontade de se vingar, três mulheres que não se conhecem trocam confidências num fórum da Internet. Ingrid, esposa de um famoso editor de jornal que sacrificou a sua carreira de jornalista em benefício do marido, descobre que este a está a trair sem escrúpulos. Birgitta, a doce professora apreciada por toda a comunidade, sabe que está doente há vários meses, mas continua a adiar a consulta ao médico. As contusões que cobrem o seu corpo podem trair a violência que ela sofre em silêncio. Victoria deixou a sua Rússia natal para se estabelecer na Suécia com um homem que conheceu num site de encontros. Mas ele não é de forma alguma o marido que ela imaginou e a sua nova vida é um pesadelo. É prisioneira de um bêbado obeso que a trata «como uma boneca inflável capaz de cozinhar e manter a casa limpa». Um dia, levadas ao limite, planeiam, mesmo sem se conhecerem, o crime perfeito.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Quando, aos dezoito anos, Vitória sobe ao trono, recai sobre si a esperança de que, após muitos anos de excessos e hábitos dissolutos dos monarcas que a antecederam, restitua a respeitabilidade e o decoro que há muito abandonaram a coroa inglesa. Sob o manto de perfeição e virtude da rainha, porém, esconde-se uma mulher com as emoções à flor da pele, explosiva e egocêntrica, mas também sensível e sensual. A rainha tem de casar, mas Vitória fá-lo nos seus próprios termos, por amor. A escolha recai no primo Alberto Saxe-Coburgo-Gotha, por quem nutre uma paixão intensa e obsessiva. Dotada de um aguçado sentido político, Vitória pretende manter as convulsões do continente fora do reino e continuar a expandir o seu poder pelo mundo. Mas os fortes laços familiares e de afecto com Portugal vão criar-lhe alguns dos momentos mais difíceis do seu longo reinado. Não hesita em enfrentar os políticos britânicos para ajudar os portugueses, mas quando os interesses dos dois reinos se cruzam, Vitória não tem dúvidas sobre o que deve prevalecer. E a sua decisão vai fazer tremer uma aliança de tão longa data. * Vitória de Inglaterra, de aparência casta e austera, reinou durante seis décadas - dando, inclusivamente, nome a uma era. Com base numa intensa pesquisa histórica, Isabel Machado traz-nos o lado menos conhecido, com todas as suas contradições, de uma das figuras mais marcantes da História da Europa e a sua surpreendente ligação a Portugal.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Com o seu indomável cabelo encaracolado, a mente povoada por ideias selvagens e um ousado amor por experiências e explosivos, Lady Imogen Loveless é vista pela alta sociedade londrina como alguém muito... particular — e isto sem se saber que faz parte das Hell’s Belles, um grupo de mulheres que tentam corrigir pelas próprias mãos as injustiças que as rodeiam. Thomas Peck, por sua vez, não faz parte dessa alta sociedade. Vindo de um contexto difícil, alcançou uma promissora carreira de investigador criminal unicamente graças à sua força de vontade e capacidade de ver o que escapa aos outros, tal como o facto de Imogen não ser muito particular, mas sim o caos total. Um caos que necessita de alguém que o vigie, algo com que a família dela concorda plenamente. E ainda que Thomas não tenha grande interesse em assumir esse papel, existem, no entanto, trabalhos demasiado explosivos para serem ignorados, e não tardará até que o investigador se veja envolvido pelo mundo de Imogen, pelo seu sorriso audaz, segredos ardentes… e uma paixão fogosa que ameaça consumi-los a ambos.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 656
Sinopse: Os Navegadores é o relato da viagem da antropóloga norueguesa Erika Fatland pelas rotas do antigo império colonial português. O livro, que se tornou de imediato um bestseller na Noruega, revela os vestígios materiais e imateriais dos portugueses nesses vastos territórios, e a sua influência mundial, que permanece até hoje.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: A chegada de riquezas do Brasil a Lisboa em 1742 marcou o auge do império português. A corrida ao ouro e aos diamantes sustentou o luxo no reinado de D. João V. Legiões de pessoas abandonaram as casas em Portugal e no litoral do Brasil, partindo em busca de riqueza na exploração mineira, gerando uma onda de fome, violência e criminalidade.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 456
Sinopse: Breve História da Cultura Ocidental é uma obra que abarca desde a Grécia Antiga à atualidade, apresentando a cultura não como uma sucessão de factos e datas, mas como a herança viva que molda a nossa forma de ser e de ver o mundo. Um guia indispensável para leitores curiosos que querem compreender, num só livro, séculos de criação e de pensamento.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 164
Sinopse: A HISTÓRIA SILENCIADA DA VIOLÊNCIA COLONIAL EM MOÇAMBIQUE ENCAPSULADA NUMA DÚZIA DE CAIXAS DE PAPELÃO. Um livro que reúne os artigos de investigação que desvendaram as provas documentais de homicídios, tortura, violações dos direitos humanos e crimes cometidos pela PIDE/DGS entre 1964 e 1974. Entre Maio e Agosto de 1974, uma comissão de inquérito criminal formada pelo exército português em Moçambique ouviu milhares de vítimas, testemunhas, funcionários da PIDE, da PSP e de vários órgãos da administração colonial sobre a violência sistemática e discricionária exercida pela polícia política contra civis na antiga colónia. Ao longo desses meses, a Comissão abriu inúmeros processoscrime por homicídio e ofensas corporais e comprovou a prática quotidiana de tortura, violações dos direitos humanos e crimes de guerra cometidos nas instalações da polícia e nas cadeias oficiais e clandestinas. Até que, em Setembro de 1974, os trabalhos foram abruptamente encerrados e os processos documentais tiveram destino incerto. O livro Casa dos Mortos, que nasceu como um conjunto de artigos de investigação jornalística e arquivística, desvenda pela primeira vez as provas documentais desta violência silenciada. Isso foi possível graças à descoberta, em finais de 2024, de uma Comissão de Verdade cuja existência nunca fora tornada pública e cujo trabalho estava guardado em 12 caixas no Arquivo PIDE/DGS, à guarda da Torre do Tombo.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Fiéis de outras religiões ou ateus, os Portugueses permanecem, em boa parte, filhos do Cristianismo. Portugal nasceu no contexto da Reconquista Cristã, com a ajuda de cruzados e templários. Teve por primeira bandeira uma cruz e por rei-fundador um homem que, por pouco, não foi considerado santo. No entanto, a história do Cristianismo no nosso país começa muito antes de Portugal e vai muito para lá da nação. Recua à Antiguidade e chega aos confins do mundo. Começa como desafio ao Império Romano e acaba seguida e perseguida na Índia ou no Japão. O Cristianismo contribuiu, como muito poucos factores, para fazer Portugal; os Portugueses contribuíram, como muito poucos povos, para espalhar a fé cristã. Aqui estão dezasseis histórias extraordinárias de homens e mulheres que foram considerados santos e de acontecimentos que foram entendidos como milagres. Une-as terem acontecido em Portugal, ou no território que um dia seria Portugal, ou serem protagonizadas por portugueses. Não importa como aconteceram; importa como as pessoas acreditaram terem acontecido e como isso influenciou e determinou o devir. Este não é, portanto, bem um livro sobre santos e milagres. É um livro sobre o país que lhes rezou.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Poder, Solidão, Amargura é um livro feito com as palavras de Salazar, da juventude até à morte. Vamos vê-lo no auge do poder, vamos entrar na solidão em que viveu, vamos, à beira do fim, tocar a sua amargura. Que Salazar nos mostram os discursos, entrevistas, confissões e os seus desabafos íntimos? Salazar foi pródigo nas palavras: falou com abundância e até com exuberância. Escreveu cuidadosamente, para o futuro e para o mito, discursos políticos, sociais, ideológicos e económicos. Revelou, em entrevistas rigorosamente controladas, um calculado lado humano. Uma ou outra vez, escapou-lhe o seu fundo íntimo, sobretudo nos momentos de fragilidade para que a velhice e a doença o empurraram. Este livro de citações de Salazar é original: o primeiro em que as citações surgem ano a ano, de 1926 a 1970, com indicação da data e da circunstância em que Salazar falou. E cada década é precedida de um contexto histórico, da autoria do organizador, Manuel S. Fonseca, permitindo ao leitor uma clara percepção das razões, conflitos e pressões que cercavam Salazar quando disse o que disse e este livro transcreve.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
HISTÓRIAS REAIS DO PORTUGAL RACISTA QUE AINDA VIVE NO MITO DO NÃO-RACISMO Um homem quer alugar uma casa, mas assim que diz o seu nome africano deixa de receber respostas. Uma avó da Cova da Moura é atirada ao chão por um polícia quando pergunta pelo neto. Uma mulher negra com formação superior vai ao hospital e perguntam-lhe se sabe ler as placas informativas. Por causa da cor da pele. Tudo isto acontece em Portugal, a portugueses negros, e é contado na primeira pessoa no livro No País dos Brancos Costumes, que dá continuidade à investigação de Racismo em Português. Assim se completa o retrato de um país que em 1982 deixou de atribuir a nacionalidade portuguesa aos filhos de imigrantes nascidos em Portugal, e onde ainda há quem encontre listas de escravos (com os respectivos preços) nos baús dos avós, entre outros brandos - brancos - costumes. "Vês casos de futebolistas que facilmente tiveram a nacionalidade, isso cria-te uma revolta. Vês alguns que chegam a Portugal e passados três anos têm a nacionalidade, e tu que nasceste cá... Não podes estudar, não podes jogar à bola, então o que podes fazer?" "Se a Câmara vier aqui pôr-me na rua, da maneira que eu vejo fazer, que vida é a minha? Para onde vou? Para debaixo da ponte? Sou negro, mas sou português de nascimento. Andei a dar a minha vida pela pátria portuguesa. E agora: sou um cão?" "Devíamos contar com a polícia. Mas eu quero é estar longe deles. Mesmo que fosse culpado, não deviam agir assim, eu não devia apanhar aquela porrada. Se fosse com um ‘tuga’ não tinha acontecido." "Quantos professores universitários negros existem nas universidades? Não é estranho num país que se orgulha da sua ‘experiência’ africana? Quantos deputados? Quantos directores de serviços públicos? Quantos ministros não-brancos teve este país?" Inclui dvd de oferta, com as reportagens feitas para o jornal Público.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Tendo como pano de fundo as tensões políticas no dealbar da Guerra Fria, a Cidade Luz, foco geográfico onde estas tensões diplomáticas primeiro tomaram corpo, é aqui retratada de modo vívido em todas as suas vertentes: social, política, histórica. Paris entre 1944 e 1949 é uma cidade entregue a ajustes de contas de justiça duvidosa, a negociantes do mercado negro que enriquecem à custa de uma população miserável e, redentoramente, a um número crescente de intelectuais e artistas - incluindo Hemingway, Beckett, Camus, Sartre, Beauvoir, Cocteau e Picasso - que se revelar essenciais na sua revitalização e afirmação como capital cultural da Europa. Um retrato fascinante e muito bem documentado dos inúmeros mundos que Paris contém: dos bordéis aos clubes de jazz, dos tribunais aos vetustos castelos da vieille France no rescaldo da humilhação causada pela derrocada da França e pela Ocupação.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Um almanaque que lhe permitirá mergulhar na criatividade e curiosidades da criminalidade portuguesa. Do homicídio de Inês de Castro ao de Carlos Castro, recorde crimes de ontem e de hoje. Mês a mês, decifre os mistérios e desmascare mulheres fascinantes e homens fatais. Dos crimes mais tenebrosos aos mais insólitos, as figuras, os cenários e os momentos que marcam a história do crime português.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisboa, cidade banhada por uma luz mágica, tão clara e tão límpida. Todos conhecem esta faceta da cidade, poucos conhecem as sombras misteriosas que essa luz projeta. As histórias que aqui vai encontrar iluminam um pouco dessas sombras que escondem episódios por vezes rocambolescos, outros de um realismo cru, outros ainda envoltos numa ironia hilariante e ainda alguns que lhe poderão causar arrepios. Múmias conservadas em criptas, cidades sepultadas, freiras que viveram como princesas, museus esquecidos no tempo, estátuas que não ficam quietas, um enigmático castelo, serpentes que guardam o futuro rei… são apenas alguns dos episódios escolhidos ao acaso das muitas histórias misteriosas que se poderiam contar sobre Lisboa. É uma Lisboa desconhecida e insólita aquela que o leitor irá descobrir nas páginas deste livro.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esqueça tudo o que aprendeu sobre a História de Portugal. O melhor da nossa História está na "sabedoria" e na imaginação louca dos nossos estudantes. Afinal, dizem eles, "a Pré-História é a evolução do macaco até ao homem" e "as pessoas eram macacos e, a partir de então, foram-se desenvolvendo, dando origem a novos macacos". É com citações como estas, rigorosamente recolhidas nos testes de História dos nossos alunos, que se faz esta novíssima História de Portugal em Disparates, livro essencial para professores e alunos, historiadores e ratos de biblioteca, políticos e deputados, ministros da Educação e presidentes da República. É que a História só se tornou possível como disciplina científica "por intermédio da Pré-História" e "através das bíblias que contavam o passado dos reis e das ruínas dos povos antigos" até hoje. Uma obra para rir, mas também para pensar sobre a educação em Portugal.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Longe das imponentes estátuas de mármore, dos grandes feitos dos imperadores e das batalhas épicas,a vida dos romanos era feita de hábitos e rotinas como as nossas. André Simões, professor e investigador em Estudos Clássicos, convida-nos a fazer uma viagem extraordinária até à Olisipo do início do século II d. C. Ao longo destas páginas vamos conhecer Marco Cássio Arriano, a sua mulher Árria Avita e os seus filhos, uma família a viver na Lisboa romana. Vamos acompanhar Marco Cássio no seu dia de trabalho, entrar na sua casa e jantar com a sua família no triclínio, acompanhar Quinto, Cássia e Gaio à escola e ver com que brincavam, além de visitarmos as termas e os tempos e assistirmos aos rituais religiosos, numa reconstituição rigorosa, viva e envolvente do quotidiano romano. Com base em fontes literárias, arqueológicas e epigráficas, esta obra mostra que o Império Romano não foi apenas feito de imperadores e grandes monumentos, mas sobretudo de pessoas
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: A Tragédia da Partida dos Colonos de Angola, de Xavier de Figueiredo, dá-nos uma visão ampla do fenómeno da debandada dos colonos de Angola, como fruto do trágico processo de descolonização do território. É, porém, nas consequências da debandada que o livro se concentra, revelando aspectos até agora desconhecidos ou aprofundando outros já do conhecimento geral. Neste livro, Xavier de Figueiredo defende que os «colonos» não o eram no sentido pejorativo que o termo adquiriu, fustigado por ideologias às quais importou estigmatizá-los, mas sim gente, na sua imensa maioria, deveras afeiçoada a Angola e com a terra identificada, seja por laços de natalidade ou de adopção, e cujas imperfeições não excediam as imperfeições de todos os agrupamentos de seres humanos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 480
Sinopse: (Nenhuma outra força moldou o nosso mundo de forma tão poderosa e tão secreta quanto o crime organizado.) La Cosa Nostra (Itália), Cartel de Medellín (Colômbia), Cinco Famílias de Nova Iorque (EUA), yakuza (Japão), vory (Rússia). Todos sabemos da existência destes grupos e do tipo de atividades que exercem, mas poucos conseguem imaginar até que ponto foram determinantes na formação de nações, na organização de sociedades e no crescimento de economias. Máfia: Uma História Global reconstitui as circunstâncias culturais e sociais em que as grandes organizações criminosas floresceram na Europa, na América e na Ásia, testando os limites legais dos Estados até se tornarem verdadeiros arquitetos dos tempos modernos. Com recurso a uma notável habilidade narrativa e a uma investigação meticulosa de mais de uma década, este é um retrato completo e elucidativo de gangues e gângsters, sindicatos insidiosos e reis do crime, que acompanha a sofisticação dos marginais ao longo dos tempos como resposta aos desafios da industrialização, da globalização ou da digitalização, e que hoje se manifesta, entre outros fenómenos alarmantes, na sobreposição entre crime organizado, corporações empresariais e lideranças políticas. Mais do que uma narrativa apaixonante, que nos convida a entrar nas mentes de Al Capone, Pablo Escobar, El Chapo, Du Yuesheng ou Dawood Ibrahim, entre muitas outras lendas do crime, Máfia: Uma História Global é uma demonstração cabal da enorme influência daqueles que operam nas sombras do mundo que hoje somos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Bucéfalo, um cavalo negro, de proporções incomuns, aparentemente indomável, ajudou Alexandre, o Grande, a construir o seu vasto império. O cão Alão foi determinante para a conquista de Alenquer por D. Afonso Henriques. Merengo, o cavalo preferido de Napoleão Bonaparte, conferiu-lhe uma grandeza física que foi muito além do seu pequeno porte. Portugal do século XVI deixou-se maravilhar com a chegada de um soberbo rinoceronte que não teve um final feliz. Stubby e Chips conquistaram o respeito dos humanos graças à coragem demonstrada nas duas guerras mundiais. Por causa disso, os seus pequenos corpos caninos ficaram cobertos de medalhas. Na ciência, há nomes incontornáveis como o de Dolly ou Laika, a primeira cosmonauta canina. Nas artes do espetáculo seria injusto esquecermos a Lassie ou o Chico, o papagaio da fadista Amália Rodrigues. Já na literatura, a relação entre autores e gatos é conhecida, mas nada iguala o envolvimento de Hemingway com as suas máquinas de ronronar. E na política há muitos exemplos inspiradores: Nelson e Jock, os gatos de Winston Churchill, Bo, o cão de água português que viveu na Casa Branca, ou Charlie, o surpreendente sharpei que ocupou o Palácio de São Bento enquanto Aníbal Cavaco Silva foi primeiro-ministro. Estas são algumas das histórias que encontra nas páginas deste livro, onde os animais que ficaram para a história são os verdadeiros protagonistas.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse: Um ano após a revolução do 25 de abril de 1974, que restituiu a liberdade e a democracia a Portugal após 48 anos de ditadura, o país estava à beira da guerra civil. Os interesses geopolíticos antagónicos entre os dois blocos ideológicos dominantes dividiam a população. Vivia-se um clima de tensão permanente, alicerçado na certeza da derrota de quem disparasse a primeira bala. Na madrugada de 24 para 25 de novembro, várias bases aéreas nacionais foram ocupadas por paraquedistas, numa tentativa de golpe a que imediatamente se opôs um grupo de militares dirigido por Vasco Lourenço e Ramalho Eanes e apoiado pelos principais partidos moderados. A dúvida sobre quem teria dado a ordem para a ocupação das bases militares persiste desde então. Sabe-se, porém, que a cisão que culminou nas ações daquele 25 de novembro não nasceu nem desapareceu com uma sublevação de paraquedistas. Representa uma fratura antiga e complexa da sociedade portuguesa, que não só permanece, como parece ter-se aprofundado. Numa investigação reflexiva às origens de um país dividido, Paulo Moura falou com historiadores, politólogos, sociólogos, políticos, sindicalistas, jornalistas, e com quem viveu aquele dia junto às movimentações populares, para compreender que parte do país de hoje é devedora daquela madrugada que, cinquenta anos volvidos, tantos querem celebrar.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Este companheiro do popular podcast de história aborda tudo, desde Alexandre, o Grande, até Agatha Christie, das Guerras das Rosas a Watergate, com uma mistura única de sagacidade, sabedoria e diversão à moda antiga. Tom Holland e Dominic Sandbrook trazem-nos um livro que é uma autêntica viagem pelo que verdadeiramente marcou a Humanidade, sempre com as revelações mais sui generis, e respondendo às perguntas que nem sequer pensávamos em fazer: A Guerra de Troia realmente aconteceu? Qual foi a festa mais desastrosa? Como é que uma ida ao cabeleireiro quase revelou o disfarce de Churchill? Como se comparam D. Pedro II do Brasil e Maximiliano Ido México? Quais são os dez cães mais importantes da História? Do pequeno ao gigantesco, do normal ao insólito, os autores não deixam passar nada. Prepare-se para uma viagem pelas estradas e caminhos do passado humano.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse: Lisboa afundou-se num turbilhão de água, fogo e devastação. O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. Incendiou as ideias dos filósofos e colocou a Ciência nos carris do progresso. E da resposta ao Terramoto saiu uma das mais controversas figuras da história europeia, o Marquês de Pombal. Entre a grande catástrofe de 1755 e o questionar do mito dos grandes homens, Mariana, a narradora desta visita ao Quake ¿ Museu do Terramoto de Lisboa, retoma as pistas deixadas pelo avô. E o fascínio por esse momento terrível e traumático do passado transforma-se numa luta contra o tempo. Recordar 1755 conta a história do Terramoto como nunca foi contada, num panorama total: os vestígios da cidade antiga; o quotidiano dos lisboetas, das peixeiras às rainhas; a mais atualizada ciência sismológica; a polémica sobre as perdas e os impactos; as intrigas entre aristocratas, empenhados em salvar Lisboa projetando as suas carreiras políticas; os debates científicos do século XVIII e a épica e atribulada decisão de reconstruir Lisboa. Mas é também a crónica comovente de uma vocação, um ensaio sobre os limites da historiografia e a memória de uma cientista, Mariana, a contas com o seu próprio passado. Dos terrores da infância aos mistérios das grandes questões da História, nasce o sonho de um lugar onde seja possível conhecer, experimentar e questionar o grande Terramoto de Lisboa.
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 592
Sinopse: Esta obra analisa o modo como o regime ditatorial português do Estado Novo e a sua polícia política contaram com portugueses para denunciar outros
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 576
Sinopse: Um verdadeiro tratado sobre a importância da imaginação e do imaginário na história da humanidade. Poder-se-ia perguntar, como Shakespeare sugeriu em Sonho de Uma Noite de Verão, se a vida é uma tensão entre o que imaginamos com a nossa cultura e as nossas paixões e o que entendemos. Tem havido quem argumente que a imaginação é um voo condenável, um devaneio; outras opiniões concluem, pelo contrário, que não se pensa, sente ou aprende sem imaginar. Haverá, então, além da fria razão a que o Sonho se referia, uma essência humana que nasce do impulso da criatividade? Francisco Louçã procura responder a essa questão através de uma viagem pela cultura humana. Partindo do conceito de que a imaginação é a essência humana, o autor leva-nos numa jornada multidisciplinar pelas realizações da humanidade que têm na sua génese a imaginação, que é, por sua vez, produtora de imaginário (o conjunto de imagens que a nossa imaginação gera e projeta). Nesta viagem visitamos o desejo das cores imaginadas por artistas como Bosch, Gauguin, Van Gogh, Manet, e escritores como Shakespeare ou Cervantes, entre muitos outros, e o seu impacto artístico, social, político, histórico Encontramos a imaginação no cerne da cosmogonia, da visão do Além, da experiência de Deus; vemos a imaginação na base da criação de outros mundos e dos seus habitantes, o que levou o ser humano em busca de novas terras. Por fim, vemos o desejo como o resultado de uma projeção, uma imaginação de prazer, do corpo do outro, do amor e também da culpa. Um verdadeiro tratado sobre a importância da imaginação e do imaginário na história da humanidade.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse: No verão de 1941, quando Hitler invadiu a União Soviética, as forças de Estaline enfrentaram a possibilidade de uma derrota catastrófica, o que tornaria praticamente impossível a libertação da Europa pelos Aliados. Para evitar este desastre, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos mobilizaram uma equipa de elite composta por diplomatas notáveis com a missão de manter o Exército Vermelho na guerra. Para o coração da Moscovo de Estaline, Roosevelt enviou Averell Harriman, o quarto homem mais rico da América, e a sua brilhante filha Kathy. Churchill enviou o imprudente, mas criativo bon vivant Archie Clark Kerr - e, ocasionalmente, ele próprio - para negociar com os operadores mais astutos do Kremlin. Juntos, este grupo improvável lutou contra o engenhoso e temperamental Estaline para tornar a vitória possível. Do autor bestseller Giles Milton, e baseado em diários, cartas e relatórios secretos surpreendentes e inéditos, O Caso Estaline põe a descoberto aquela que é a coligação mais improvável da História moderna.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"o mein kampf é um livro de ódio. adolf hitler comecou a escrevê-lo, em 1924, na prisão, na sequência da condenacão pela tentativa de golpe para derrubar o governo do estado da baviera. este livro é imprescindível para a compreensão da utopia racial nazi, que é parte dos movimentos utópicos e revolucionários do comeco do século xx. livro maldito, a sua publicacão exige uma contextualizacão histórica. é o que esta edicão proporciona, fazendo-o preceder de um conjunto de textos e notas que dão ao leitor uma síntese do que foi a ascensão, poder e crime do nazismo. ensaia-se também uma breve análise dos principais tracos da personalidade de adolf hitler. "
Nº Páginas: 912
Sinopse:
Os Romanov governaram a Rússia como czares e imperadores durante trezentos anos. Através da força implacável das suas personalidades, esta família de autocratas peculiares, mas brilhantes, transformou um reino fraco e arruinado pela guerra civil num império que dominou a Europa. Pedro, o Grande, tirano bêbedo e assassino, e Catarina, a Grande, a apaixonada princesa alemã que destronou o próprio marido para se tornar a estadista mais notável de uma época de ouro, foram os dois maiores governantes da Rússia. Isabel, que tinha tanto de promíscua como de glamorosa, continuou a ascensão da Rússia como potência europeia; mais tarde, Pedro III e Paulo I, impotentes e desequilibrados, foram assassinados. Nicolau I censurou Pushkin e travou a Guerra da Crimeia com a Grã-Bretanha. Finalmente, Nicolau II e Alexandra, apesar do seu casamento feliz e da tragédia do seu filho hemofílico, revelaram-se demasiado ineptos para salvar a Rússia da Grande Guerra e da Revolução.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A História de Portugal está recheada de personagens que mais parecem de ficção, desde os nomes aos cognomes, dos feitos aos feitios. Ou não fosse a nossa História construída sobre sangue (dos outros), suor (dos nossos heróis e heroínas) e vinho (de todas as castas)! Este livro alia o rigor histórico (rigor mortis) à boa disposição de uma certa cusquice (merecida) sobre uma mão-cheia de verdadeiras personagens, todas conhecidas (e algumas até da polícia), e inclui expressões populares e eruditas, pratos, moda e outras curiosidades. Escrito sob uma luz mais intimista e pessoal, divertida e desarmante, mas sempre interessante, promete entreter curiosos e estudiosos - afinal, as autoras são especialistas na matéria, como se pode comprovar através do seu podcast de Maneiras que É Assim¿
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O segredo mais bem guardado da Guerra Fria No confronto silencioso da Guerra Fria, travado em grande parte nos campos da mente e do intelecto, uma arma insuspeita foi fulcral: o livro. O Clube de Leitura da CIA revela a extraordinária história verídica de um programa secreto da inteligência dos EUA que conseguiu contrabandear dez milhões de volumes através da vastíssima e fortemente vigiada Cortina de Ferro. A missão, de um alcance e audácia sem precedentes, visava minar diretamente a sufocante censura imposta pelo regime soviético e levar visões políticas e culturais alternativas a um povo privado de acesso à informação livre. Liderado por George Minden a partir dos escritórios da CIA em Manhattan, um homem nascido em Bucareste que compreendia profundamente as realidades e necessidades culturais do Leste, o programa enviava uma diversificada seleção de literatura para a Europa de Leste ¿ de clássicos subversivos como George Orwell a autores populares como Agatha Christie. Estes livros, que funcionavam como faróis de esperança e ar fresco intelectual, eram transportados através de todos os meios imagináveis de contrabando: a bordo de camiões e iates, enviados por balões, escondidos em compartimentos secretos de comboios, ou dissimulados na bagagem de viajantes comuns. A operação não só desafiava as autoridades comunistas, como procurava estabelecer uma ligação genuína com os leitores no Leste, reconhecendo a sua inteligência e a sua sede por diversidade cultural e dignidade humana. O impacto desta torrente clandestina de literatura foi particularmente forte na Polónia, onde os livros circularam avidamente e inspiraram dissidentes a iniciar operações de impressão subterrâneas, arriscando espancamentos, prisão e exílio. A disseminação da literatura ilícita tornou-se tão massiva que, no final dos anos 1980, a censura na Polónia colapsou, um fator crucial que ajudou a pavimentar o caminho para a eventual queda da própria Cortina de Ferro. Narrada em detalhe cativante pelo jornalista Charlie English, esta é uma saga real de espionagem, sobrevivência e resistência, uma prova arrebatadora do poder inabalável da palavra escrita como força de libertação e de mudança histórica.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Gareth Harney conta a história da Roma Antiga, desde a fundação ao colapso, através da sua coleção de moedas. Doze capítulos, cada um dedicado a uma moeda e a uma época específica, com informação bem fundamentada e pequenas narrativas ficionadas a partir dos textos históricos conhecidos, com fotografias ilustrativas, a que acresce um extratexto a cores.
