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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 416
Sinopse: Em 1965, o Governo dos EUA ajudou as forças militares indonésias a matarem cerca de um milhão de civis inocentes. Este foi um dos mais importantes pontos de viragem na história do século XX.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse: Durante grande parte da sua existência, a Terra foi um astro inóspito em constante fluxo químico, com mares revoltos, atividade vulcânica de proporções planetárias e uma atmosfera em permanente transformação.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 232
Sinopse: Os Bourbons, a família que chegou a Espanha no ano de 1700, é a dinastia mais antiga da Europa. Se por alguma razão se distinguiu a maioria dos descendentes de Hugo Capeto, foi pela sua paixão desmedida pela prática do sexo, com uma desenvoltura e um interesse que chamaram a atenção de historiadores e romancistas de todas as épocas. Marta Cibelina, com o seu brilhantismo e a sua ousadia, inventou com este livro um novo género, o do ensaio histórico-sexual, no qual nos são descritos os gostos reais na cama, os seus desejos, os seus vícios, as suas histórias mais apaixonadas e escatológicas, as suas fantasias¿ Um périplo lúdico e rigoroso pelo submundo dos Bourbons, repleto de histórias divertidas e desconhecidas.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 832
Sinopse: a história de jerusalém é a história do mundo. jerusalém é capital de dois povos, lugar santo para três religiões, é o cenário destinado ao dia do juízo final, o campo de batalha do atual choque de civilizacões. como foi que esta pequena e longínq
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 488
Sinopse: A magia de Pompeia redescoberta ¿ pela mão do principal arqueólogo. Com fotografias a cores e cerca de 200 imagens inéditas que revelam pela primeira vez essas descobertas recentes. Soterrada sob três camadas de lava, Pompeia só foi descoberta em 1748 ¿ ou seja, 1600 anos depois da erupção do Vesúvio ¿ durante uma escavação fortuita.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse: «Daniel Sokatch fez um trabalho notável nesta história do conflito, usando uma linguagem clara e acessível. Nenhum leitor concordará com tudo o que ele escreve. Isso é bom! Mas todos os leitores serão capazes de reconhecer a sua honestidade, paixão, inteligência e humanidade.»
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse: um retrato vivo e profusamente ilustrado da mais louca e veloz época de que há memória.entre os novos eletrodomésticos que agilizavam a vida doméstica, aos automóveis mais modernos, à frenética vida noturna, dos clubes e cabarets, dos c o mundo respirava de alivio.saida da grande guerra, ao ritmo de charlestons e foxtrots, a europa vivia um periodo de otimismo, esperanca, progresso e de alguma excentricidade.e portugal nao queria ficar de fora destes loucos anos 20.o p
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: 29 510 PRESOS POLÍTICOS DEVIAM FALAR POR SI. MAS ESTAS HISTÓRIAS NÃO NOS DEIXAM ESQUECER A PRINCIPAL GUARDIÃ DA MAIS LONGA DITADURA PESSOAL DO SÉCULO XX. Reunião de investigações feitas pelo jornalista José Pedro Castanheira ao longo dos anos para o Expresso. Este primeiro volume reporta ao período de Salazar, o segundo incidirá sobre a época de Marcello Caetano. Em 1965, o general Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá-la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar-se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial. Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de acção da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex-presidente da República marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas interceptadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar. «A PIDE foi, antes de tudo o mais, o principal guardião da mais longa ditadura pessoal do século XX e um inimigo jurado da liberdade. Ao longo dos seus 41 anos de existência, sob as designações de PVDE, PIDE ou DGS, fez dezenas de milhares de vítimas. Só presos políticos nominais foram 29 510, o que dava para encher um estádio de futebol de média dimensão. E isto apenas em Portugal, já que nas colónias se ignora o seu número, mas que é seguramente muito superior, atendendo designadamente à extensão, violência e duração das três guerras coloniais.»
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse: Como o amor por um continente pode transformar tantas vidas Marta Martins Silva regressa a África e leva-nos numa viagem que se conta pelas histórias dos que lá nasceram ou viveram quando o «Império português» se estendia àquela terra que se pinta de tons ocre e onde o horizonte se mistura com um céu como não há igual. Num caleidoscópio emocional, portugueses de todas as geografias recordam o absoluto deslumbramento perante os costumes, as cores e a alegria exuberantes de um continente tão diferente da bafienta metrópole. Relembram também a vida que se fazia de misturas descomplexadas, de tempo e de liberdade, partilhando ainda a perda de quem deixou tudo de um dia para o outro e a resignação ¿ único caminho possível ¿ para tantos que tiveram de recomeçar num Portugal que lhes era estranho, sabendo-se «amputados» nas vistas e no coração. Revisitando marcos tão importantes da nossa História, como a Guerra Colonial e a Descolonização, a autora, num equilíbrio entre a acutilância experimentada do jornalismo e a sensibilidade da palavra literária, traz-nos relatos extraordinários de mulheres e homens que não resistiram ao apelo da terra-mãe e de outros que, passados tantos anos, continuam a alimentar a esperança de regressar a esta África-casa, um encontro, para muitos, continuamente adiado. Porém, quando a memória os convida, embarcam numa ponte aérea emocional que os leva a esta África (para sempre) deles e que agora partilham nestas páginas.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse: O 25 de Abril de 1974 desencadeou um processo revolucionário, que se concluiu, dois anos depois, com a vitória do modelo de democracia pluralista e forte dimensão social consagrado na Constituição. Esta revolução democrática acabou com o ciclo colonial, recentrou Portugal na Europa e abriu caminho a uma profunda transformação em todos os domínios, da demografia aos padrões de comportamento. Obrigou os portugueses a repensarem-se como comunidade, respondendo à pergunta: quem somos nós, quem queremos ser? Este ensaio procura interpretar o 25 de Abril e a Revolução a partir da literatura e do cinema produzidos durante ou logo após o seu curso. Para isso, explora o seguinte desafio: se olharmos a partir dos romances de Lobo Antunes, Saramago, Lídia Jorge, Olga Gonçalves, Almeida Faria, ou da poesia de Sophia, Sena, Ruy Belo, Knopfli, ou dos diários de Torga, Vergílio Ferreira e Natália Correia, ou dos filmes de António Reis, Seixas Santos, Fernando Lopes, Oliveira e tantos outros, que Revolução dos Cravos vemos? «Não trato da cultura como consequência da Revolução. \[¿] O que pretendo é outra coisa: é precisamente olhar para a Revolução a partir da cultura, é usar a cultura como um prisma que permita ver de certa maneira a Revolução. É que a perspetiva cultural, que projeta imagens de certa natureza e conformação, é elemento necessário e principal do que é uma revolução: não há revolução sem as imagens a seu propósito construídas.»
Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: Portugal foi pioneiro na abolição da escravatura? Olivença é mesmo nossa? Quando é que nasceram, de facto, os três grandes do futebol português? O 25 de Abril foi realmente uma revolução pacífica? «Fomos o primeiro país a acabar com a pena de morte!» Ora aqui está um bom exemplo de uma mentira repetida tantas vezes que acabou promovida a verdade absoluta. Infelizmente, este «orgulho nacional» não passa de um mito: não só não fomos os primeiros, como mantivemos a pena capital, em certos contextos, até bastante mais tarde do que outros países. A mentira tem perna curta, mas esta parece ter perdurado. Neste livro, Ricardo Raimundo, historiador e autor de referência na área da divulgação histórica, analisa as versões mais populares - e nem sempre verdadeiras - da nossa História. Com base numa investigação sólida, ele desmonta mitos, corrige falsidades repetidas ao longo de gerações e expõe manipulações de acontecimentos que marcaram os séculos XIX, XX e XXI. Um livro indispensável para repensar o que julgávamos saber sobre a História de Portugal.
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Cleópatra, uma das figuras mais icónicas da história, é justamente lembrada como uma governante inteligente e carismática. Mas poucos hoje sabem que ela foi a última de uma longa linha de rainhas egípcias conhecidas por esse nome.¿¿ ¿Em As Cleópatras, o historiador Lloyd Llewellyn-Jones conta a história dramática dessas sete mulheres incomparáveis, reconstituindo vividamente o mundo perdido do Egito helenístico e traçando os últimos séculos do reino antes da sua queda nas mãos de Roma. As Cleópatras eram descendentes de língua grega de Ptolomeu, o general que conquistou o Egito ao lado de Alexandre, o Grande. Eram muito próximas como mães, filhas, irmãs, meias-irmãs e sobrinhas. Cada uma exercia poder absoluto, ofuscando facilmente os seus maridos ou os seus filhos, e todas demonstraram ser líderes astutas e competentes. Assumindo-se como deusas-rainhas, as Cleópatras governaram através da implantação de rituais arcanos, espetáculos opulentos e riqueza incomparável. Governaram no meio de turbulências políticas e intrigas da corte, lideraram exércitos em batalhas e comandaram frotas de navios, e impiedosamente aniquilaram os seus rivais dinásticos.¿¿¿ As Cleópatras é uma biografia fascinante e de sete mulheres extraordinárias, devolvendo-lhes o seu merecido lugar entre os maiores governantes da História.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 296
Sinopse: um dos aspectos muito pouco conhecidos do 25 de abril português é a relacão que teve com os militares democratas espanhóis. cinquenta anos depois da revolucão dos cravos, é hora de revelar essa história com todos os detalhes e de homenagear aqueles homens que, de ambos os lados da fronteira, lutaram pela democratizacão da península ibérica e pela sua integracão numa europa que já acabara com as ditaduras décadas antes. enquanto no país vizinho triunfava um golpe protagonizado por capitães, em espanha perseguia-se ferozmente os homens agrupados sob a sigla da união militar democrática(umd). neste livro revisita-se a história comum desses militares espanhóis e portugueses, os seus contatos clandestinos, o apoio que os capitães de abril deram à umd, bem como as viagens de uns e de outros nessas datas. uma história até agora desconhecida. a espanha democrática ainda lhes deve uma homenagem e o reconhecimento público por terem «molhado a pólvora» do
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 392
Sinopse: no ano que se assinalam 80 anos sobre o desembarque da normandia, este livro é uma oportunidade única para os leitores viverem a invasão. uma história viva do dia d. ao romper da aurora de 6 de junho de 1944, inicia-se o desembarque da maior armada alguma vez reunida. durante a noite, os paraquedistas da 6.ª divisão aerotransportada britânica asseguram o flanco oriental da zona de desembarque, enquanto as 82.ª e 101.ª divisões aerotransportadas dos estados unidos da américa asseguram o flanco ocidental, para evitar os contra-ataques alemães. a batalha, com o nome de código operacão overlord, comecava assim a tomar forma. quando a grã-bretanha acorda com a notícia do desembarque, é sobre os ombros do primeiro-ministro, winston churchill, que recai a expetativa de uma declaracão formal à câmara dos comuns. churchill tem consciência da sua responsabilidade para com os soldados britânicos e os civis franceses, sabe que os opositores políticos irão questionar
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 698
Sinopse: do autor best-seller chega uma história original que revela como as mudancas climáticas moldaram dramaticamente o desenvolvimento e o desaparecimento das civilizacões ao longo dos tempos. o aquecimento global é uma das grandes ameacas que a humanidade enfrenta atualmente. mas a crise climática e os seus efeitos não são algo novo. numa narrativa ousada, que percorre continentes e séculos, o prestigiado historiador peter frankopan argumenta que a natureza e as suas manifestacões sempre tiveram um papel crucial - senão mesmo definidor - na nossa história. frankopan traz para a discussão, o desenvolvimento da religião e da linguagem e as suas relacões com o ambiente; traca a forma como as crescentes exigências de colheitas resultaram no aumento do embarque de povos escravizados; analisa a forma como o desejo de centralizar os excedentes agrícolas formou as origens do estado burocrático, abordando a forma como os esforcos para compreender e manipular o clima têm uma longa e profunda história. numa escrita brilhante e baseado numa investigacão rigorosa, frankopan traz-nos um livro essencial para compreender a forma como as mudancas do passado nos padrões naturais moldaram a história e como a nossa própria espécie moldou as condicões terrestres, oceânicas e atmosféricas. levando-nos do big bang até aos dias de hoje, este livro reformula radicalmente a nossa forma de vermos o mundo e o nosso futuro.
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 576
Sinopse: «a descoberta de quem ordenou o regicídio de 1908 constituiu a principal motivacão para esta investigacão. foi o seu leitmotiv. mas depois afigurou se me necessário enquadrar o acontecimento, contextualizá lo, inscrevê lo na sua época. saber quem era d. carlos, como foi educado, como reinou e acabou por tecer os fios que o conduziram à morte. assim, este livro é também uma biografia do rei assassinado. na qual estão presentes os seus pais, d. luiz e d. maria pia, unidos por uma ligacão sui generis. em que se fala do casamento com d. amélia, do ambiente na corte e do relacionamento com os políticos. e onde resulta claro que o regicídio não foi um impulso de momento, nem o trabalho de dois homens, tendo sido laboriosamente preparado durante nove meses.» do intróito
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 1296
Sinopse: do mestre contador de histórias e autor best-sellersimon sebag montefiore, a história da humanidade, desde a pré-história até aos dias de hoje, explicada através da única coisa que todos os humanos têm em comum: a família. uma viagem épica e emocionante através das famílias que moldaram o nosso mundo: os césares, os médicis e os zulus, os otomanos e os ughals, os bonapartes, os habsburgos e os incas, os rothschilds, os rockefellers e os krupps, os churchills, os kennedys, os castros, entre outras. esta é a história mundial à escala mais vasta e íntima ¿abrangendo séculos, continentes e culturas, e ligando temas de guerra, migracão, epidemias, religião, medicina e tecnologia às pessoas no centro do drama humano. tão fascinante como a ficcão, o mundo capta a história da humanidade em toda a sua alegria, mágoa, romantismo, engenho e crueldade, numa narrativa única e inovadora, que irá alterar para sempre os limites do que a história pode alcancar.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 464
Sinopse: Cristóvão Colombo, o seu filho e a aventura para criar a maior biblioteca do mundo. A extraordinária história do filho ilegítimo de Cristóvão Colombo, Hernando Colón, um visionário singular da era da difusão da imprensa. No auge da era da exploração marítima, Hernando viajou com Colombo na sua última viagem ao Novo Mundo, uma viagem que terminou em desastre, motim sangrento e naufrágio. Após a morte de Colombo em 1506, Hernando, de 18 anos, procurou continuar ¿ e superar ¿ a campanha do seu pai para explorar as fronteiras do mundo conhecido, construindo uma biblioteca que recolheria tudo o que fora impresso até então: uma vasta exploração organizada por resumos e catálogos, o primeiro motor de busca para a diversidade explosiva de matéria escrita à medida que a imprensa proliferava por toda a Europa.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: Uma análise apaixonada e historicamente rigorosa dos códigos secretos que alteraram o curso da História
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 168
Sinopse: Hitler Não Usurpou o Poder, Foi Eleito Pelo Povo Alemão. Será que os apoiantes de Hitler, que causaram tanto sofrimento a outros povos, sentiram culpa e vergonha?
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 176
Sinopse: Este é, duplamente, um livro de intervenção. Por apresentar o texto integral, em nova tradução, de O Manifesto Comunista, que Marx e Engels escreveram em 1848, para oferecerem um corpo teórico, um guia, às fogueiras da revolução que ardiam por todas as nações da Europa. Mas é também um livro de intervenção por apresentar, a preceder o Manifesto, 56 páginas que revisitam a história do comunismo europeu. O comunismo nasceu nas bocas da fome e no peito da revolta: era o sonho de um homem novo. Mas a utopia acabou num mar de tortura, gulags e sangue. Com fotografias e um grafismo ousado, é esse périplo que se esboça na primeira parte deste livro. Na segunda, o histórico texto de Marx e Engels.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 432
Sinopse: Este livro apresenta um esboço histórico dos maiores casos de democídio: assassínios em massa em que mais de um milhão de pessoas foram mortas por um regime. O poder mata; o poder absoluto mata absolutamente. Quanto mais poder tem um governo, mais age arbitrariamente de acordo com os caprichos e desejos da elite, mais guerra fará contra outros e mais indivíduos matará.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 386
Sinopse: Quando se assinalam os 70 anos da morte de Estaline, uma obra que permitem mergulhar na mente de um dos mais sanguinários tiranos do século XX.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse: Os gregos antigos inventaram a democracia, mas às mulheres desse tempo não foi permitido deliberar, dirigir ou defender o Estado.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 728
Sinopse: No final da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética controlava um vastíssimo território na Europa de Leste. Estaline e a sua polícia secreta estavam determinados em transformar doze países radicalmente diferentes num novo sistema político e moral: o comunismo.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 192
Sinopse: A melhor prova de quanto nos podemos amar está nas cartas Cartas de amor escreveram-nas reis e escravos, romancistas e comerciantes. Até ditadores. Este livro reúne 51 cartas comoventes, eufóricas, apaixonadas e sofridas. Foram escritas por grandes figuras, de Virginia Woolf a Beethoven, de Napoleão a Karl Marx. Estas cartas ensinam-nos a amar. Dão-nos lições de dignidade, de paixão, de amorosa resignação. Ensinam-nos os caminhos da alegria, do desejo e da perda. Às grandes figuras da História juntam-se figuras da nossa História recente. Primeiro, as cartas que Maria Barroso escreveu a Mário Soares, nos anos da ditadura de Salazar, cartas ditadas pela separação que a prisão e o exílio forçaram. A seguir, cartas de amor de António José Saraiva, escritor e historiador. A fechar, a escritora Rita Ferro e o jornalista Fernando Correia escrevem cartas ao Amor Eterno, a esse amor perene que enche a nossa vida de esperança.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 440
Sinopse: Marco António, Cleópatra e Octaviano em Áccio Após a morte de César, e depois de Marco António ter derrotado os conspiradores que o assassinaram, restavam apenas dois homens fortes em Roma: o próprio Marco António e o jovem Octaviano, herdeiro de César. Embora fossem cunhados ¿ Marco António era casado com uma irmã de Octaviano ¿, os dois homens ver-se-iam em lados opostos de uma nova guerra civil: Marco António apaixonara-se por Cleópatra, a mulher mais poderosa do mundo antigo, e juntos conspiraram para tomar o poder.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 392
Sinopse: Antony Beevor escreveu um relato completamente atualizado e revisto de uma das guerras mais amargas e duras do século XX.
