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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Através do relato da profunda e tumultuosa experiência de viver um relacionamento abusivo, Inês Teixeira Pinheiro traz-nos um importante testemunho de resiliência e coragem, que pretende dar voz a mulheres que enfrentam ou testemunham situações semelhantes, ao revelar não só o impacto da violência emocional, mas também a caminhada dolorosa, porém necessária, até à libertação.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Através do relato da profunda e tumultuosa experiência de viver um relacionamento abusivo, Inês Teixeira Pinheiro traz-nos um importante testemunho de resiliência e coragem, que pretende dar voz a mulheres que enfrentam ou testemunham situações semelhantes, ao revelar não só o impacto da violência emocional, mas também a caminhada dolorosa, porém necessária, até à libertação.
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Edição: Jul 25
Nº Páginas: 170
Sinopse:
EIS-ME AQUI. SUSPENSA. NÃO HÁ CHÃO NEM CÉU OU TELHADO, E NÃO FAÇO IDEIA PORQUE NÃO TOMBO. TENHO NO MEU CORPO AS MESMAS ROUPAS QUE VESTI NAQUELE DIA TRÁGICO, MAS NÃO CHEIRO A NADA. HÁ EM MIM APENAS UMA SENSAÇÃO DE EXISTÊNCIA, COMO NOS SONHOS. AQUI NÃO HÁ NADA ALÉM DA MESTRE DE CERIMÓNIAS OFÉLIA, UMA ANÃ GORDA E PESPINETA DE CABELO GRISALHO, E UMA PORTA MÍNGUA DE MADEIRA ESCURA. MORRI. TENHO UM PORTÁTIL AMARELO. AINDA NÃO VOS TINHA DITO, POIS NÃO? PARA A FRENTE COM A PELÍCULA AUTOBIOGRÁFICA! EU GOSTAVA DA MINHA VIDA COM O DUARTE NO GRANDE HOTEL LINDO DE PARIS. SIM. SIM. SIM. MAS MORRI. OH!, JÁ MORRI. ACEITA, REGINA. ACEITA ESTA CASA DA TUA MORTE. ACEITA O TEU PORTÁTIL AMARELO. ATRAVÉS DE UM ENREDO NÃO-LINEAR E PSICOLÓGICO, SALTAMOS DO PURGATÓRIO PARA A TERRA E DA TERRA PARA O PURGATÓRIO. NESTE PINGUE-PONGUE ACOMPANHAMOS REGIME E FICAMOS A CONHECER TODAS AS PERSONAGENS QUE CONTRIBUÍRAM DIRETA OU INDIRETAMENTE PARA A SUA MORTE. OU DEVEMOS DIZER VIDA? FICA DO SEU LADO A DECISÃO.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
EIS-ME AQUI. SUSPENSA. NÃO HÁ CHÃO NEM CÉU OU TELHADO, E NÃO FAÇO IDEIA PORQUE NÃO TOMBO. TENHO NO MEU CORPO AS MESMAS ROUPAS QUE VESTI NAQUELE DIA TRÁGICO, MAS NÃO CHEIRO A NADA. HÁ EM MIM APENAS UMA SENSAÇÃO DE EXISTÊNCIA, COMO NOS SONHOS. AQUI NÃO HÁ NADA ALÉM DA MESTRE DE CERIMÓNIAS OFÉLIA, UMA ANÃ GORDA E PESPINETA DE CABELO GRISALHO, E UMA PORTA MÍNGUA DE MADEIRA ESCURA. MORRI. TENHO UM PORTÁTIL AMARELO. AINDA NÃO VOS TINHA DITO, POIS NÃO? PARA A FRENTE COM A PELÍCULA AUTOBIOGRÁFICA! EU GOSTAVA DA MINHA VIDA COM O DUARTE NO GRANDE HOTEL LINDO DE PARIS. SIM. SIM. SIM. MAS MORRI. OH!, JÁ MORRI. ACEITA, REGINA. ACEITA ESTA CASA DA TUA MORTE. ACEITA O TEU PORTÁTIL AMARELO. ATRAVÉS DE UM ENREDO NÃO-LINEAR E PSICOLÓGICO, SALTAMOS DO PURGATÓRIO PARA A TERRA E DA TERRA PARA O PURGATÓRIO. NESTE PINGUE-PONGUE ACOMPANHAMOS REGIME E FICAMOS A CONHECER TODAS AS PERSONAGENS QUE CONTRIBUÍRAM DIRETA OU INDIRETAMENTE PARA A SUA MORTE. OU DEVEMOS DIZER VIDA? FICA DO SEU LADO A DECISÃO.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Num prédio consumido pelas chamas, Amélia perde mais do que um lar: perde o refúgio onde guardava as memórias de uma vida marcada por silêncios e dores. Desse momento em diante, a sua existência solitária cruza-se com a pequena Sofia e com Alzira, uma vizinha idosa que insiste em cuidar dela. Enquanto Amélia tenta reconstruir-se, as sessões de terapia com Joana revelam camadas profundas de um passado que teima em não desaparecer. Sofia, inicialmente uma presença reconfortante, torna-se um espelho dos traumas e desejos não realizados de Amélia, levando-a a questionar a própria realidade. Senhora de Si é um livro sobre perda, cura e a coragem de enfrentar os fantasmas do passado para encontrar um novo sentido na vida.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Num prédio consumido pelas chamas, Amélia perde mais do que um lar: perde o refúgio onde guardava as memórias de uma vida marcada por silêncios e dores. Desse momento em diante, a sua existência solitária cruza-se com a pequena Sofia e com Alzira, uma vizinha idosa que insiste em cuidar dela. Enquanto Amélia tenta reconstruir-se, as sessões de terapia com Joana revelam camadas profundas de um passado que teima em não desaparecer. Sofia, inicialmente uma presença reconfortante, torna-se um espelho dos traumas e desejos não realizados de Amélia, levando-a a questionar a própria realidade. Senhora de Si é um livro sobre perda, cura e a coragem de enfrentar os fantasmas do passado para encontrar um novo sentido na vida.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Edição comemorativa 10 anos Há muito que a Grande Sinagoga e a Igreja da Virgem Maria se olhavam com complacência por cima dos telhados de Oshpitzin. Era ali que Sarah Gross aprendera a ser feliz. Mas eles chegaram e mudaram tudo. Até o nome da cidade. Auschwitz? Que raio era Auschwitz? Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald¿s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador. Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia, à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou. Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do Prémio LeYa em 2014.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Edição comemorativa 10 anos Há muito que a Grande Sinagoga e a Igreja da Virgem Maria se olhavam com complacência por cima dos telhados de Oshpitzin. Era ali que Sarah Gross aprendera a ser feliz. Mas eles chegaram e mudaram tudo. Até o nome da cidade. Auschwitz? Que raio era Auschwitz? Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald¿s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador. Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia, à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou. Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do Prémio LeYa em 2014.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A família Viaforte, nome consolidado da burguesia industrial do Norte do país, perde o seu patriarca, Henrique Viaforte, homem temido e reverenciado em igual medida. A sua morte repentina deixa o seu império familiar e empresarial ao desgoverno. À família tenta adaptar-se à sua ausência e regressar a uma qualquer normalidade possível, mas a sua morte traz ao de cima segredos antigos, e em breve ninguém estará a salvo das suas consequências, por mais infernais que sejam. Numa história sobre trauma, fé e redenção, Coisas Ruins entrelaça folk horror com mística religiosa num cenário familiar português, servindo-se de seres ainda bem presentes nas crenças populares portuguesas, cujas manifestações aterrorizam tanto crentes como não crentes."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A família Viaforte, nome consolidado da burguesia industrial do Norte do país, perde o seu patriarca, Henrique Viaforte, homem temido e reverenciado em igual medida. A sua morte repentina deixa o seu império familiar e empresarial ao desgoverno. À família tenta adaptar-se à sua ausência e regressar a uma qualquer normalidade possível, mas a sua morte traz ao de cima segredos antigos, e em breve ninguém estará a salvo das suas consequências, por mais infernais que sejam. Numa história sobre trauma, fé e redenção, Coisas Ruins entrelaça folk horror com mística religiosa num cenário familiar português, servindo-se de seres ainda bem presentes nas crenças populares portuguesas, cujas manifestações aterrorizam tanto crentes como não crentes."
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Numa Península Ibérica à beira da rutura, com movimentos de independência a desafiar o poder central, Portugal encontra-se numa encruzilhada diplomática. Inês Saldanha, diplomata de carreira, é enviada para Barcelona com a missão de mediar a crise. Mas o passado regressa para a assombrar: Eduard Raventós, seu amor de juventude e agora líder carismático da Catalunha, coloca-a perante um dilema entre o dever e a paixão. Enquanto Inês navega por negociações complexas e alianças incertas, descobre uma teia de segredos e conspirações que ameaça a estabilidade da região. Entre Lisboa e Barcelona, entre o presente e as memórias, ela terá de decidir onde reside a sua lealdade e até que ponto está disposta a ir para proteger aquilo em que acredita. Ibéria é um romance absorvente que pinta um retrato apaixonante da alma ibérica e dos desafios da Europa contemporânea.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Numa Península Ibérica à beira da rutura, com movimentos de independência a desafiar o poder central, Portugal encontra-se numa encruzilhada diplomática. Inês Saldanha, diplomata de carreira, é enviada para Barcelona com a missão de mediar a crise. Mas o passado regressa para a assombrar: Eduard Raventós, seu amor de juventude e agora líder carismático da Catalunha, coloca-a perante um dilema entre o dever e a paixão. Enquanto Inês navega por negociações complexas e alianças incertas, descobre uma teia de segredos e conspirações que ameaça a estabilidade da região. Entre Lisboa e Barcelona, entre o presente e as memórias, ela terá de decidir onde reside a sua lealdade e até que ponto está disposta a ir para proteger aquilo em que acredita. Ibéria é um romance absorvente que pinta um retrato apaixonante da alma ibérica e dos desafios da Europa contemporânea.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"«Filipe Bacelo tem aquilo que cada vez escasseia mais em quem escreve: a genuinidade que quem só escreve desde as entranhas consegue ter.» PEDRO CHAGAS FREITAS Sofia, uma jovem escritora que foge de um relacionamento abusivo, chega à Ilha Terceira à procura de cura para o seu passado doloroso e cruza-se com Pedro, um homem marcado pelas cicatrizes da guerra e atormentado pelo desaparecimento misterioso de Teresa, o grande amor da sua juventude. Não é por acaso que os seus caminhos se cruzam, dando início a uma jornada de memórias, segredos e redenção. À medida que Sofia mergulha na história de Pedro, descobre que algumas dores nunca se esquecem, mas podem ser compreendidas. No turbilhão das revelações do passado, nasce uma inesperada paixão entre ela e Miguel, filho de amigos de longa data de Pedro. Nenhum deles procurava esse amor, mas, tal como o passado, há sentimentos que não podem ser ignorados. Uma narrativa sobre o amor, a perda e a eterna busca pela
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"«Filipe Bacelo tem aquilo que cada vez escasseia mais em quem escreve: a genuinidade que quem só escreve desde as entranhas consegue ter.» PEDRO CHAGAS FREITAS Sofia, uma jovem escritora que foge de um relacionamento abusivo, chega à Ilha Terceira à procura de cura para o seu passado doloroso e cruza-se com Pedro, um homem marcado pelas cicatrizes da guerra e atormentado pelo desaparecimento misterioso de Teresa, o grande amor da sua juventude. Não é por acaso que os seus caminhos se cruzam, dando início a uma jornada de memórias, segredos e redenção. À medida que Sofia mergulha na história de Pedro, descobre que algumas dores nunca se esquecem, mas podem ser compreendidas. No turbilhão das revelações do passado, nasce uma inesperada paixão entre ela e Miguel, filho de amigos de longa data de Pedro. Nenhum deles procurava esse amor, mas, tal como o passado, há sentimentos que não podem ser ignorados. Uma narrativa sobre o amor, a perda e a eterna busca pela
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este é um livro sobre o fim dos tempos e um guia para o recomeço do mundo. Nas suas páginas irá encontrar personagens que como acontece consigo, querido leitor ¿, se sentem confusos, perdidos e assustados. Alguns veem chegar o anjo da morte, numa das suas muitas formas; um deles ludibria-o, contando histórias, porque se no princípio era o verbo, no fim será também a palavra, ou seja, a ficção, a reiniciar o mundo. Ou não. «Kâmia deixou-me um bilhete: ¿Quero ser os teus domingos, inclusive às segundas-feiras.Dias depois, desapareceu. Mandei emoldurar o bilhete. Coloquei-o na parede, diante da porta de entrada. Assim, vejo-o sempre que entro em casa e penso: ¿O amor é inconstante.¿» «Um mestre contador de histórias. É uma homenagem à narrativa de Agualusa que a redenção agridoce encontrada pelas suas personagens pareça autêntica; ele e elas mereceram-na.» Washington Review of Books «Cada página está repleta de imaginação.» The Irish Independent «Engenhoso, consistentemente tenso e espirituoso.» The Times Literary Supplement «Uma obra de feroz originalidade.» The Independent
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este é um livro sobre o fim dos tempos e um guia para o recomeço do mundo. Nas suas páginas irá encontrar personagens que como acontece consigo, querido leitor ¿, se sentem confusos, perdidos e assustados. Alguns veem chegar o anjo da morte, numa das suas muitas formas; um deles ludibria-o, contando histórias, porque se no princípio era o verbo, no fim será também a palavra, ou seja, a ficção, a reiniciar o mundo. Ou não. «Kâmia deixou-me um bilhete: ¿Quero ser os teus domingos, inclusive às segundas-feiras.Dias depois, desapareceu. Mandei emoldurar o bilhete. Coloquei-o na parede, diante da porta de entrada. Assim, vejo-o sempre que entro em casa e penso: ¿O amor é inconstante.¿» «Um mestre contador de histórias. É uma homenagem à narrativa de Agualusa que a redenção agridoce encontrada pelas suas personagens pareça autêntica; ele e elas mereceram-na.» Washington Review of Books «Cada página está repleta de imaginação.» The Irish Independent «Engenhoso, consistentemente tenso e espirituoso.» The Times Literary Supplement «Uma obra de feroz originalidade.» The Independent
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A nova certeza da literatura portuguesa. Depois de Apneia, o regresso de Tânia Ganho à ficção. Fedra passou mais de vinte anos nalguns dos piores lugares da Terra. Depois de ter estado no Ruanda, Kosovo, Iraque, Mali, a antropóloga forense regressa por fim a casa. O seu novo trabalho no Instituto de Medicina Legal obriga-a a mergulhar diariamente nas profundezas sórdidas da dark net, uma experiência irreparavelmente solitária. Stefan vive na cabana que construiu numa floresta. Após décadas de nomadismo, o antigo repórter de guerra alemão leva uma vida de eremita, procurando na sua relação com a natureza um contraponto à crueldade humana que testemunhou. Leonor, uma adolescente de 14 anos, isola-se no apartamento familiar, num bairro privilegiado de Lisboa, após ser vítima de um crime sexual. Helena, a mãe, revela-se incapaz de lidar com o trauma e refugia-se numa obsessão que ameaça destruí-la a ela e à filha. Nos bastidores destas vidas que se entrelaçam, Amélia, uma mulher no limite da memória e da sobrevivência, guarda a chave de um mistério que poderá nunca ser desvendado. O regresso de Tânia Ganho à ficção apresenta-nos pessoas que enfrentam os seus demónios num momento de viragem das suas vidas e do mundo.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A nova certeza da literatura portuguesa. Depois de Apneia, o regresso de Tânia Ganho à ficção. Fedra passou mais de vinte anos nalguns dos piores lugares da Terra. Depois de ter estado no Ruanda, Kosovo, Iraque, Mali, a antropóloga forense regressa por fim a casa. O seu novo trabalho no Instituto de Medicina Legal obriga-a a mergulhar diariamente nas profundezas sórdidas da dark net, uma experiência irreparavelmente solitária. Stefan vive na cabana que construiu numa floresta. Após décadas de nomadismo, o antigo repórter de guerra alemão leva uma vida de eremita, procurando na sua relação com a natureza um contraponto à crueldade humana que testemunhou. Leonor, uma adolescente de 14 anos, isola-se no apartamento familiar, num bairro privilegiado de Lisboa, após ser vítima de um crime sexual. Helena, a mãe, revela-se incapaz de lidar com o trauma e refugia-se numa obsessão que ameaça destruí-la a ela e à filha. Nos bastidores destas vidas que se entrelaçam, Amélia, uma mulher no limite da memória e da sobrevivência, guarda a chave de um mistério que poderá nunca ser desvendado. O regresso de Tânia Ganho à ficção apresenta-nos pessoas que enfrentam os seus demónios num momento de viragem das suas vidas e do mundo.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Sócrates não deixou escrita uma linha que fosse para a posteridade, Charles Darwin não suportava a poesia, Henry David Thoreau acreditava que a leitura de um livro marcava o início de uma era para cada leitor, Fernando Namora dizia que não escrevia para agradar a ninguém e Julian Green fazia-o para não sufocar. Tudo isto e muito mais ficamos a conhecer neste segundo volume de O vício dos livros, onde Afonso Cruz - ciente de que os vícios são difíceis de matar, mas que ao contrário de outros este tem tanto de prazer quanto de benefício - alimenta o leitor com um sem-número de curiosidades literárias, reflexões e memórias, provando que é possível, sim, compreender a vida através da literatura.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Sócrates não deixou escrita uma linha que fosse para a posteridade, Charles Darwin não suportava a poesia, Henry David Thoreau acreditava que a leitura de um livro marcava o início de uma era para cada leitor, Fernando Namora dizia que não escrevia para agradar a ninguém e Julian Green fazia-o para não sufocar. Tudo isto e muito mais ficamos a conhecer neste segundo volume de O vício dos livros, onde Afonso Cruz - ciente de que os vícios são difíceis de matar, mas que ao contrário de outros este tem tanto de prazer quanto de benefício - alimenta o leitor com um sem-número de curiosidades literárias, reflexões e memórias, provando que é possível, sim, compreender a vida através da literatura.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Prémio Literário Cidade de Almada 2024 Na manhã do dia 21 de janeiro de 1971, o guarda-marinha Jacinto da Silva Fernandes não comparece à chamada do navio-patrulha Flamínio, pronto a largar do porto de Ponta Delgada. O jovem oficial será encontrado na casa que arrendava na cidade, deitado por terra, inanimado. O trágico e misterioso incidente suspende o percurso de um jovem cujas qualidades e aspirações pareciam talhá-lo para a carreira dos mares. Ao mesmo tempo, marca o início de uma investigação, conduzida por Eduardo, médico e familiar dos Silva Fernandes, que traçará a história de Jacinto, desde a sua infância até à sua sobrevivência arrastada como deficiente, passando pelos dias anteriores ao incidente. Revolvendo os rastos e os indícios deixados pelo jovem (fotografias, cartas, livros, amigos), na ânsia de encontrar respostas, Eduardo confrontar-se-á com segredos abafados e revelações dolorosas, que expõem hipocrisias que são, também, as de Portugal nas décadas de 60 e 70 do século passado. E compreenderá que, mais do que a procura da verdade sobre Jacinto, está no fundo a conduzir uma pesquisa existencial. «Obra de um notável fôlego narrativo», servida por «uma linguagem apuradíssima», segundo o júri que o premiou, o romance A Matéria das Estrelas traz o registo inconfundível de uma das grandes vozes da literatura portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Prémio Literário Cidade de Almada 2024 Na manhã do dia 21 de janeiro de 1971, o guarda-marinha Jacinto da Silva Fernandes não comparece à chamada do navio-patrulha Flamínio, pronto a largar do porto de Ponta Delgada. O jovem oficial será encontrado na casa que arrendava na cidade, deitado por terra, inanimado. O trágico e misterioso incidente suspende o percurso de um jovem cujas qualidades e aspirações pareciam talhá-lo para a carreira dos mares. Ao mesmo tempo, marca o início de uma investigação, conduzida por Eduardo, médico e familiar dos Silva Fernandes, que traçará a história de Jacinto, desde a sua infância até à sua sobrevivência arrastada como deficiente, passando pelos dias anteriores ao incidente. Revolvendo os rastos e os indícios deixados pelo jovem (fotografias, cartas, livros, amigos), na ânsia de encontrar respostas, Eduardo confrontar-se-á com segredos abafados e revelações dolorosas, que expõem hipocrisias que são, também, as de Portugal nas décadas de 60 e 70 do século passado. E compreenderá que, mais do que a procura da verdade sobre Jacinto, está no fundo a conduzir uma pesquisa existencial. «Obra de um notável fôlego narrativo», servida por «uma linguagem apuradíssima», segundo o júri que o premiou, o romance A Matéria das Estrelas traz o registo inconfundível de uma das grandes vozes da literatura portuguesa contemporânea.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Ainda bebé, Formiga foi deixado nos degraus da Herdade do Lago. O mistério da sua chegada é apenas mais um na longa história da herdade e das várias gerações da família Vaz. Criado entre lendas, segredos e maldições que atravessam o tempo pela memória do povo, cresce deslumbrado por aquela família que nunca chega a ser a sua, e que venera de forma atrapalhada. Formiga corre, trepa às árvores, escuta às escondidas, procura segredos, inventa um pouco de tudo para tentar perceber o que não entende. Até que, um dia, descobre um segredo que se revela demasiado grande para a curiosidade bem-intencionada de uma criança cabeça de vento, e um erro seu destrói o único mundo que conhece, pondo fim à sua infância. Vinte anos depois, Formiga escreve. Para lembrar. Para confessar. Para se tentar perdoar. "
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Ainda bebé, Formiga foi deixado nos degraus da Herdade do Lago. O mistério da sua chegada é apenas mais um na longa história da herdade e das várias gerações da família Vaz. Criado entre lendas, segredos e maldições que atravessam o tempo pela memória do povo, cresce deslumbrado por aquela família que nunca chega a ser a sua, e que venera de forma atrapalhada. Formiga corre, trepa às árvores, escuta às escondidas, procura segredos, inventa um pouco de tudo para tentar perceber o que não entende. Até que, um dia, descobre um segredo que se revela demasiado grande para a curiosidade bem-intencionada de uma criança cabeça de vento, e um erro seu destrói o único mundo que conhece, pondo fim à sua infância. Vinte anos depois, Formiga escreve. Para lembrar. Para confessar. Para se tentar perdoar. "
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Há uma arquiteta que quer matar o seu chefe e que acaba por, em simultâneo, procurar o suicídio. Amantes que veem o tempo esgotar-se e resolvem apostar tudo num último lance, perigoso e desinteressado. Atores que querem representar o derradeiro papel de glória, consagração e celebridade. Um rapaz que miraculosamente se transforma em anjo para enfrentar o vazio. Duas mulheres que se amam para lá da morte e da solidão. Um homem que quer experimentar o auge do prazer em jogos sadomasoquistas. Mas também antigos amantes que se reencontram para se salvarem e perderem num só dia fatal. Um surfista que fica tetraplégico a quem a namorada encontra um sentido para a vida e para fugir da morte. Uma solitária que vive numa cidade de província e se prepara em silêncio para a última jornada. Noctívagos que acabam por não resistir ao cansaço e à exaustão final. Um camionista que deixa para trás a amante numa cidade longínqua. Almas devoradas pela doença do ciúme e não encontram cura. Voadores de parapente que experimentam a vertigem de ver a Terra a partir de um céu luminoso demais. Estas personagens enfrentam o desalento e a dificuldade de viver em circunstâncias singulares, a quem sempre se exigem decisões difíceis. São almas que esvoaçam como borboletas diante do fogo.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Há uma arquiteta que quer matar o seu chefe e que acaba por, em simultâneo, procurar o suicídio. Amantes que veem o tempo esgotar-se e resolvem apostar tudo num último lance, perigoso e desinteressado. Atores que querem representar o derradeiro papel de glória, consagração e celebridade. Um rapaz que miraculosamente se transforma em anjo para enfrentar o vazio. Duas mulheres que se amam para lá da morte e da solidão. Um homem que quer experimentar o auge do prazer em jogos sadomasoquistas. Mas também antigos amantes que se reencontram para se salvarem e perderem num só dia fatal. Um surfista que fica tetraplégico a quem a namorada encontra um sentido para a vida e para fugir da morte. Uma solitária que vive numa cidade de província e se prepara em silêncio para a última jornada. Noctívagos que acabam por não resistir ao cansaço e à exaustão final. Um camionista que deixa para trás a amante numa cidade longínqua. Almas devoradas pela doença do ciúme e não encontram cura. Voadores de parapente que experimentam a vertigem de ver a Terra a partir de um céu luminoso demais. Estas personagens enfrentam o desalento e a dificuldade de viver em circunstâncias singulares, a quem sempre se exigem decisões difíceis. São almas que esvoaçam como borboletas diante do fogo.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Romance vencedor do Prémio LeYa 2014 Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão um professor universitário divorciado e misantropo surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados e o maior de todos chama-se Luciana. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. O Meu Irmão, vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Romance vencedor do Prémio LeYa 2014 Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão um professor universitário divorciado e misantropo surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados e o maior de todos chama-se Luciana. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. O Meu Irmão, vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Como podem os livros ensinar-nos sobre o mundo, as pessoas que nos rodeiam e sobre nós mesmos? Como são eles capazes de nos resgatar de momentos difíceis? Ao combinar memórias pessoais e reflexões sobre as suas leituras, Pedro Pacífico conta como os livros tiveram papel crucial na construção da sua identidade. A sua trajetória desde criança, os seus primeiros passos como leitor, o processo de criação do perfil nas redes sociais, a sua relação com a família e os amigos. Além disso, o autor revela detalhadamente como as pressões para que se enquadrasse num modelo de vida que não lhe agradava acabaram por desencadear uma onda de sofrimento e ansiedade, posteriormente aplacada, entre outros cuidados, pela literatura e pelo exercício de alteridade que esta proporciona. Contador de histórias nato, Pacífico entremeia relatos de como conseguiu sentir-se mais confortável com a sua sexualidade com observações perspicazes sobre algumas das obras com as quais teve contacto ao longo do caminho. Uma história emocionante e inteligente sobre um processo longo e doloroso de autoaceitação, permeado em grande parte pela relação do autor com a literatura. «Trinta Segundos sem Pensar no Medo é um livro de uma sinceridade comovente. Com uma narrativa envolvente, Pedro Pacífico fala de si enquanto ouvimos um pouco sobre todos nós e o mundo que precisamos de mudar. Vemos um menino acuado na sua sexualidade transformar-se num homem potente na reescrita da própria história. É uma travessia corajosa de mãos dadas com a literatura, essa incansável ¿reiniciadorade universos.» Carla Madeira, autora bestseller de Tudo É Rio
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Como podem os livros ensinar-nos sobre o mundo, as pessoas que nos rodeiam e sobre nós mesmos? Como são eles capazes de nos resgatar de momentos difíceis? Ao combinar memórias pessoais e reflexões sobre as suas leituras, Pedro Pacífico conta como os livros tiveram papel crucial na construção da sua identidade. A sua trajetória desde criança, os seus primeiros passos como leitor, o processo de criação do perfil nas redes sociais, a sua relação com a família e os amigos. Além disso, o autor revela detalhadamente como as pressões para que se enquadrasse num modelo de vida que não lhe agradava acabaram por desencadear uma onda de sofrimento e ansiedade, posteriormente aplacada, entre outros cuidados, pela literatura e pelo exercício de alteridade que esta proporciona. Contador de histórias nato, Pacífico entremeia relatos de como conseguiu sentir-se mais confortável com a sua sexualidade com observações perspicazes sobre algumas das obras com as quais teve contacto ao longo do caminho. Uma história emocionante e inteligente sobre um processo longo e doloroso de autoaceitação, permeado em grande parte pela relação do autor com a literatura. «Trinta Segundos sem Pensar no Medo é um livro de uma sinceridade comovente. Com uma narrativa envolvente, Pedro Pacífico fala de si enquanto ouvimos um pouco sobre todos nós e o mundo que precisamos de mudar. Vemos um menino acuado na sua sexualidade transformar-se num homem potente na reescrita da própria história. É uma travessia corajosa de mãos dadas com a literatura, essa incansável ¿reiniciadorade universos.» Carla Madeira, autora bestseller de Tudo É Rio
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Num universo onde a fantasia e o mistério se cruzam, as histórias de Kenji Miyazawa, um dos maiores nomes da literatura japonesa, possuem o encanto das fábulas, mas, na verdade, revelam dramas intensos. Miyazawa explora temas como o desapego, a aceitação do destino e a transitoriedade da vida utilizando personagens frágeis, que tanto podem ser crianças, como animais, plantas e até estrelas. Nesta coletânea de contos inéditos, o humor e o maravilhoso entrelaçam-se de forma única, criando uma ressonância profunda e comovente. Cinco contos que, embora aparentemente simples, carregam lições de vida profundas e convidam o leitor a refletir sobre o sofrimento, a resiliência e a busca pela paz interior. "
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Num universo onde a fantasia e o mistério se cruzam, as histórias de Kenji Miyazawa, um dos maiores nomes da literatura japonesa, possuem o encanto das fábulas, mas, na verdade, revelam dramas intensos. Miyazawa explora temas como o desapego, a aceitação do destino e a transitoriedade da vida utilizando personagens frágeis, que tanto podem ser crianças, como animais, plantas e até estrelas. Nesta coletânea de contos inéditos, o humor e o maravilhoso entrelaçam-se de forma única, criando uma ressonância profunda e comovente. Cinco contos que, embora aparentemente simples, carregam lições de vida profundas e convidam o leitor a refletir sobre o sofrimento, a resiliência e a busca pela paz interior. "
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Grande Prémio de Romance da Academia Francesa 2024 Prémio Femina 2024 Finalista do Prémio Médicis 2024 Finalista do Prémio Renaudot 2024 Finalista do Prémio Jean Giono 2024 Três gerações, cem anos de revoluções, mil histórias de amor. Quando uma pedinte muda de Maracaíbo, na Venezuela, encontra um recém-nascido abandonado nos degraus de uma igreja, nem imagina o destino invulgar que o pequeno órfão virá a ter. Criado na miséria, Antonio será sucessivamente vendedor de cigarros, carregador nos cais, empregado num bordel, até se tornar, graças à sua fervilhante energia, um dos mais ilustres cirurgiões do seu país. Uma companheira excecional será a sua inspiração. Ana Maria irá ficar conhecida como a primeira médica da região. Terão uma filha, a quem darão o nome do próprio país: Venezuela. Ligada tanto pelo nome como pelas suas origens à América do Sul, só pensa, porém, em ir para Paris. Mas ninguém consegue alguma vez deixar verdadeiramente os seus. E será nos cadernos de Cristóbal, o último elo da corrente familiar, que as mil histórias desta espantosa linhagem poderão finalmente ancorar. Nesta vibrante saga de personagens inesquecíveis, com um estilo flamejante, Miguel Bonnefoy pinta o retrato, inspirado nos seus próprios antepassados, de uma família extraordinária cuja história se entrelaça com a da Venezuela.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Grande Prémio de Romance da Academia Francesa 2024 Prémio Femina 2024 Finalista do Prémio Médicis 2024 Finalista do Prémio Renaudot 2024 Finalista do Prémio Jean Giono 2024 Três gerações, cem anos de revoluções, mil histórias de amor. Quando uma pedinte muda de Maracaíbo, na Venezuela, encontra um recém-nascido abandonado nos degraus de uma igreja, nem imagina o destino invulgar que o pequeno órfão virá a ter. Criado na miséria, Antonio será sucessivamente vendedor de cigarros, carregador nos cais, empregado num bordel, até se tornar, graças à sua fervilhante energia, um dos mais ilustres cirurgiões do seu país. Uma companheira excecional será a sua inspiração. Ana Maria irá ficar conhecida como a primeira médica da região. Terão uma filha, a quem darão o nome do próprio país: Venezuela. Ligada tanto pelo nome como pelas suas origens à América do Sul, só pensa, porém, em ir para Paris. Mas ninguém consegue alguma vez deixar verdadeiramente os seus. E será nos cadernos de Cristóbal, o último elo da corrente familiar, que as mil histórias desta espantosa linhagem poderão finalmente ancorar. Nesta vibrante saga de personagens inesquecíveis, com um estilo flamejante, Miguel Bonnefoy pinta o retrato, inspirado nos seus próprios antepassados, de uma família extraordinária cuja história se entrelaça com a da Venezuela.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Orán, Argélia francesa, finais da década de 1920. Ana Cecilia Belmonte, uma jovem espanhola de apenas 17 anos, foge de casa após um episódio traumático. Sem documentos nem destino, atravessa o mar Mediterrâneo e refugia-se numa terra estranha. Num ambiente hostil, onde imperam a desigualdade, o colonialismo e a opressão, Cecilia encontra trabalho nas fábricas de tabaco, nos campos e nos bairros mais esquecidos de Orán. A cada passo, enfrenta humilhações, perigos e perdas. Mas é também aí, na margem da sociedade, que descobrirá alianças inesperadas, redes de apoio e de solidariedade feminina, vínculos e paixões que, aliados à sua coragem e resiliência, acabarão por conduzi-la por um caminho repleto de reviravoltas, conquistas e desafios. A Guerra Civil Espanhola, o avanço nazi no Norte de África e o conflito pela independência da Argélia marcam o contexto desta poderosa história de resistência, que é também uma reflexão sobre identidade, pertença
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Orán, Argélia francesa, finais da década de 1920. Ana Cecilia Belmonte, uma jovem espanhola de apenas 17 anos, foge de casa após um episódio traumático. Sem documentos nem destino, atravessa o mar Mediterrâneo e refugia-se numa terra estranha. Num ambiente hostil, onde imperam a desigualdade, o colonialismo e a opressão, Cecilia encontra trabalho nas fábricas de tabaco, nos campos e nos bairros mais esquecidos de Orán. A cada passo, enfrenta humilhações, perigos e perdas. Mas é também aí, na margem da sociedade, que descobrirá alianças inesperadas, redes de apoio e de solidariedade feminina, vínculos e paixões que, aliados à sua coragem e resiliência, acabarão por conduzi-la por um caminho repleto de reviravoltas, conquistas e desafios. A Guerra Civil Espanhola, o avanço nazi no Norte de África e o conflito pela independência da Argélia marcam o contexto desta poderosa história de resistência, que é também uma reflexão sobre identidade, pertença
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O fenómeno literário que já se tornou um bestseller em dezenas de países Na esplêndida e perigosa paisagem do Lago Léman, à sombra das montanhas circundantes, um escritor de renome morre, deixando um manuscrito. O seu nome é Marceau Miller. A sua vida foi construída sobre uma mentira. O seu último romance será a sua confissão. Existem homens que arriscam constantemente a vida. Marceau Miller é um deles. Assombrado pela memória da sua irmã, desaparecida vinte anos antes, tornou-se um escritor de sucesso, com uma vida aparentemente perfeita. Porém, seja a pilotar o seu Savage Bobber ou a escalar de mãos nuas as montanhas que rodeiam o Lago Léman, o escritor não para de desafiar o perigo até à queda fatídica. Do cume do Dent du Vélan, uma silhueta contempla o seu corpo esmagado no chão.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O fenómeno literário que já se tornou um bestseller em dezenas de países Na esplêndida e perigosa paisagem do Lago Léman, à sombra das montanhas circundantes, um escritor de renome morre, deixando um manuscrito. O seu nome é Marceau Miller. A sua vida foi construída sobre uma mentira. O seu último romance será a sua confissão. Existem homens que arriscam constantemente a vida. Marceau Miller é um deles. Assombrado pela memória da sua irmã, desaparecida vinte anos antes, tornou-se um escritor de sucesso, com uma vida aparentemente perfeita. Porém, seja a pilotar o seu Savage Bobber ou a escalar de mãos nuas as montanhas que rodeiam o Lago Léman, o escritor não para de desafiar o perigo até à queda fatídica. Do cume do Dent du Vélan, uma silhueta contempla o seu corpo esmagado no chão.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Seis décadas, seis livros, seis edições especiais. O quarto livro de uma coleção de tiragem única que celebra os 60 anos das Publicações Dom Quixote. Nascido precisamente ao bater da meia-noite, no exato momento em que a Índia se tornava independente, Saleem Sinai é uma criança especial. No entanto, esta simultaneidade de nascimento tem consequências para as quais ele não está preparado: poderes telepáticos ligam-no a outros 1000 «filhos da meia-noite», todos eles dotados de dons extraordinários. Indissociavelmente ligada à sua nação, a história de Saleem é um turbilhão de desastres e triunfos que espelha o percurso da Índia moderna na sua forma mais impossível e gloriosa. Publicado em 1981, Os Filhos da Meia-Noite, segundo romance de Rushdie, não só deu notoriedade ao seu autor como se tornou num fenómeno literário, tendo conquistado o Prémio Booker em 1981, o Booker dos Bookers em 1993 e, em 2008, o Melhor do Booker.
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Seis décadas, seis livros, seis edições especiais. O quarto livro de uma coleção de tiragem única que celebra os 60 anos das Publicações Dom Quixote. Nascido precisamente ao bater da meia-noite, no exato momento em que a Índia se tornava independente, Saleem Sinai é uma criança especial. No entanto, esta simultaneidade de nascimento tem consequências para as quais ele não está preparado: poderes telepáticos ligam-no a outros 1000 «filhos da meia-noite», todos eles dotados de dons extraordinários. Indissociavelmente ligada à sua nação, a história de Saleem é um turbilhão de desastres e triunfos que espelha o percurso da Índia moderna na sua forma mais impossível e gloriosa. Publicado em 1981, Os Filhos da Meia-Noite, segundo romance de Rushdie, não só deu notoriedade ao seu autor como se tornou num fenómeno literário, tendo conquistado o Prémio Booker em 1981, o Booker dos Bookers em 1993 e, em 2008, o Melhor do Booker.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
ÀS VEZES, PRECISAMOS DE NOS PERDER PARA ENCONTRAR O CAMINHO. Michael está perdido, completamente à deriva. Com quarenta e dois anos e após o divórcio, começou a fazer longos e solitários passeios a pé, fazendo de tudo para evitar a casa vazia. Marnie, por outro lado, está presa. Escondida sozinha no seu apartamento em Londres, evita os velhos amigos e qualquer recordação do seu ex-marido. Prefere manter-se enrolada numa manta, na companhia de um bom livro, lutando contra as longas tardes de uma vida que parece estar a passar-lhe ao lado. Até que Cleo, uma amiga comum, organiza uma caminhada por Inglaterra, durante dez dias, e, após muitas tentativas, consegue Michael e Marnie façam parte do grupo. Entre mergulhos em lagos gelados, subidas desafiantes à chuva, paisagens românticas e playlists improváveis, Marnie e Michael irão viver a mais inesperada das aventurasaté descobrirem exatamente o caminho de que andavam à procura. David Nicholls, autor bestseller internacional e finalista do Booker Prize, regressa com uma história comovente sobre segundas oportunidades, sobre perdermo-nos para nos encontrarmos e, acima de tudo, sobre o poder da vida capaz de nos surpreender mesmo nos momentos mais inesperados.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
ÀS VEZES, PRECISAMOS DE NOS PERDER PARA ENCONTRAR O CAMINHO. Michael está perdido, completamente à deriva. Com quarenta e dois anos e após o divórcio, começou a fazer longos e solitários passeios a pé, fazendo de tudo para evitar a casa vazia. Marnie, por outro lado, está presa. Escondida sozinha no seu apartamento em Londres, evita os velhos amigos e qualquer recordação do seu ex-marido. Prefere manter-se enrolada numa manta, na companhia de um bom livro, lutando contra as longas tardes de uma vida que parece estar a passar-lhe ao lado. Até que Cleo, uma amiga comum, organiza uma caminhada por Inglaterra, durante dez dias, e, após muitas tentativas, consegue Michael e Marnie façam parte do grupo. Entre mergulhos em lagos gelados, subidas desafiantes à chuva, paisagens românticas e playlists improváveis, Marnie e Michael irão viver a mais inesperada das aventurasaté descobrirem exatamente o caminho de que andavam à procura. David Nicholls, autor bestseller internacional e finalista do Booker Prize, regressa com uma história comovente sobre segundas oportunidades, sobre perdermo-nos para nos encontrarmos e, acima de tudo, sobre o poder da vida capaz de nos surpreender mesmo nos momentos mais inesperados.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1974, um retiro artístico numa villa resultou num livro brilhante, num disco épico e num crime. Agora, duas amigas vão lá de férias. Em crianças, Emily e Chess eram inseparáveis, mas, aos trinta anos, a ligação entre elas foi afetada pelas exigências da vida adulta. Por isso, quando Chess lhe sugere uma viagem a Itália, Emily aproveita a oportunidade para se reaproximar da melhor amiga. A Villa Aestas, em Orvieto, é agora uma luxuosa casa de férias. Porém, em 1974, era conhecida como Villa Rosato, e fora alugada para o verão por Noel Gordon, estrela de rock, que, a fim de reacender a chama criativa, convidara o músico em ascensão Pierce Sheldon para se juntar a ele, bem como a namorada de Pierce, Mari, e a meia-irmã desta, Lara. Até ao desse verão, Mari escreverá um dos maiores romances de terror de todos os tempos, Lara irá compor um álbum épico e Pierce será brutalmente assassinado. À medida que Emily investiga a complicada história daquela moradia, começa a acreditar que talvez o assassinato de Pierce em 1974 não tenha sido apenas uma infeliz história de sexo, drogas e rock & roll, mas que algo sinistro possa ter acontecido e que talvez haja pistas escondidas nas obras agora icónicas que Mari e Lara deixaram para trás. No entanto, quanto mais Emily se aproxima da verdade, assim também cresce a tensão entre ela e Chess. Enquanto segredos do passado vêm à tona, emergem também traições perigosas do presente e a villa talvez faça outra vítima antes do fim do verão. Inspirada nos Fleetwood Mac, nos assassinatos de Manson e no infame verão que Percy e Mary Shelley passaram com Lord Byron num castelo do lago Genebra, na Suíça o local de nascimento de Frankenstein ¿, Crime na Villa dá-lhe as boas-vindas a um legado mortalO passado nunca vai de férias. Dura para sempre.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1974, um retiro artístico numa villa resultou num livro brilhante, num disco épico e num crime. Agora, duas amigas vão lá de férias. Em crianças, Emily e Chess eram inseparáveis, mas, aos trinta anos, a ligação entre elas foi afetada pelas exigências da vida adulta. Por isso, quando Chess lhe sugere uma viagem a Itália, Emily aproveita a oportunidade para se reaproximar da melhor amiga. A Villa Aestas, em Orvieto, é agora uma luxuosa casa de férias. Porém, em 1974, era conhecida como Villa Rosato, e fora alugada para o verão por Noel Gordon, estrela de rock, que, a fim de reacender a chama criativa, convidara o músico em ascensão Pierce Sheldon para se juntar a ele, bem como a namorada de Pierce, Mari, e a meia-irmã desta, Lara. Até ao desse verão, Mari escreverá um dos maiores romances de terror de todos os tempos, Lara irá compor um álbum épico e Pierce será brutalmente assassinado. À medida que Emily investiga a complicada história daquela moradia, começa a acreditar que talvez o assassinato de Pierce em 1974 não tenha sido apenas uma infeliz história de sexo, drogas e rock & roll, mas que algo sinistro possa ter acontecido e que talvez haja pistas escondidas nas obras agora icónicas que Mari e Lara deixaram para trás. No entanto, quanto mais Emily se aproxima da verdade, assim também cresce a tensão entre ela e Chess. Enquanto segredos do passado vêm à tona, emergem também traições perigosas do presente e a villa talvez faça outra vítima antes do fim do verão. Inspirada nos Fleetwood Mac, nos assassinatos de Manson e no infame verão que Percy e Mary Shelley passaram com Lord Byron num castelo do lago Genebra, na Suíça o local de nascimento de Frankenstein ¿, Crime na Villa dá-lhe as boas-vindas a um legado mortalO passado nunca vai de férias. Dura para sempre.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Seis décadas, seis livros, seis edições especiais. O terceiro livro de uma coleção de tiragem única que celebra os 60 anos das Publicações Dom Quixote. Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam com a música de Chopin, mudou radicalmente de aspeto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta e um anos sem se verem. Um passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular... «Um romance notável... com uma poderosa atmosfera de suspense e uma estrutura elegantemente tecida de argumentos morais e metafísicos... Triunfante.» The New York Times Book Review
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Seis décadas, seis livros, seis edições especiais. O terceiro livro de uma coleção de tiragem única que celebra os 60 anos das Publicações Dom Quixote. Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam com a música de Chopin, mudou radicalmente de aspeto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta e um anos sem se verem. Um passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular... «Um romance notável... com uma poderosa atmosfera de suspense e uma estrutura elegantemente tecida de argumentos morais e metafísicos... Triunfante.» The New York Times Book Review
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse:
«Chorava porque hoje o seu coração voltara a bater, quando não acreditava que tal ainda fosse possível. Chora por tantas razões que nem quer pensar. É toda a sua vida que lhe volta à ideia. Então, para se proteger um pouco, diz que chora pelo prazer de chorar, e nada mais.» «ANNA GAVALDA DÁ SENTIDO À IDEIA DE QUE, EM CADA DIA NORMAL, ESTÁ ESCONDIDO UM ROMANCE.» Público Já todos desejámos, em silêncio, que alguém estivesse à nossa espera num sítio qualquer. Mesmo sabendo que, provavelmente, isso não acontecerá. Neste livro, Anna Gavalda dá vida a personagens comuns, confrontadas com momentos que revelam as suas fragilidades, esperanças e contradições. Pequenas tragédias quotidianas, encontros fugazes, gestos silenciosos que escondem emoções universais. Amores desajeitados, encontros improváveis, solidões compartilhadas... pequenas histórias que nos tocam porque falam de nós, e demonstram que, nas rotinas mais banais, se escondem alguns dos grandes momentos da vida. Com uma escrita imensamente delicada, repleta de humor subtil e uma melancolia serena, Anna Gavalda apresenta-nos personagens tão reais que podíamos cruzar-nos com elas enquanto bebemos um café na pastelaria da esquina ou enquanto atravessamos a cidade sentados num banco do metro. «ANNA GAVALDA DÁ SENTIDO À IDEIA DE QUE, EM CADA DIA NORMAL, ESTÁ ESCONDIDO UM ROMANCE.» Público «UMA DAS VOZES MAIS AUTÊNTICAS E SENSÍVEIS DA LITERATURA CONTEMPORÂNEA.» Critiqueslibres.com «AS OBRAS DE ANNA GAVALDA SÃO CELEBRADAS POR LEITORES EM TODO O MUNDO, PELA FORMA COMO FALAM DE SOLIDÃO, DE TERNURA, E DA PROCURA DE SENTIDO NA SIMPLICIDADE DA VIDA.» Goodreads
Nº Páginas: 176
Sinopse:
«Chorava porque hoje o seu coração voltara a bater, quando não acreditava que tal ainda fosse possível. Chora por tantas razões que nem quer pensar. É toda a sua vida que lhe volta à ideia. Então, para se proteger um pouco, diz que chora pelo prazer de chorar, e nada mais.» «ANNA GAVALDA DÁ SENTIDO À IDEIA DE QUE, EM CADA DIA NORMAL, ESTÁ ESCONDIDO UM ROMANCE.» Público Já todos desejámos, em silêncio, que alguém estivesse à nossa espera num sítio qualquer. Mesmo sabendo que, provavelmente, isso não acontecerá. Neste livro, Anna Gavalda dá vida a personagens comuns, confrontadas com momentos que revelam as suas fragilidades, esperanças e contradições. Pequenas tragédias quotidianas, encontros fugazes, gestos silenciosos que escondem emoções universais. Amores desajeitados, encontros improváveis, solidões compartilhadas... pequenas histórias que nos tocam porque falam de nós, e demonstram que, nas rotinas mais banais, se escondem alguns dos grandes momentos da vida. Com uma escrita imensamente delicada, repleta de humor subtil e uma melancolia serena, Anna Gavalda apresenta-nos personagens tão reais que podíamos cruzar-nos com elas enquanto bebemos um café na pastelaria da esquina ou enquanto atravessamos a cidade sentados num banco do metro. «ANNA GAVALDA DÁ SENTIDO À IDEIA DE QUE, EM CADA DIA NORMAL, ESTÁ ESCONDIDO UM ROMANCE.» Público «UMA DAS VOZES MAIS AUTÊNTICAS E SENSÍVEIS DA LITERATURA CONTEMPORÂNEA.» Critiqueslibres.com «AS OBRAS DE ANNA GAVALDA SÃO CELEBRADAS POR LEITORES EM TODO O MUNDO, PELA FORMA COMO FALAM DE SOLIDÃO, DE TERNURA, E DA PROCURA DE SENTIDO NA SIMPLICIDADE DA VIDA.» Goodreads
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Há cinco anos que Alice Storm não é convidada a regressar à ilha privada da família, na costa de Rhode Island, desde que decidiu construir a vida longe da sombra dos milhões e da influência do seu apelido. A morte trágica do pai, o genial e excêntrico Franklin Storm, porém, muda tudo. O plano de Alice era deixar as suas condolências e partir assim que o funeral terminasse, mas o seu pai teve outra ideia. Após a morte, o manipulador patriarca deixou à família um último desafio: um jogo pela herança. As regras são simples: passem uma semana na ilha, realizem as tarefas que vos são atribuídas, e recebam a herança. Para Alice, contudo, passar uma semana em Storm Island é mais difícil do que possa parecer. Cada canto da velha casa está repleto de caos. O caso amoroso secreto da irmã mais velha. A arrogância infinita do irmão. A constante análise das vibrações feita pela irmã mais nova. O temperamento frio e crítico da mãe. Tudo sob o olhar severo e atento de Jack Dean, o enigmático (e irritantemente atraente) braço-direito do pai. Será um milagre se Alice conseguir escapar ilesa desta semana.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Há cinco anos que Alice Storm não é convidada a regressar à ilha privada da família, na costa de Rhode Island, desde que decidiu construir a vida longe da sombra dos milhões e da influência do seu apelido. A morte trágica do pai, o genial e excêntrico Franklin Storm, porém, muda tudo. O plano de Alice era deixar as suas condolências e partir assim que o funeral terminasse, mas o seu pai teve outra ideia. Após a morte, o manipulador patriarca deixou à família um último desafio: um jogo pela herança. As regras são simples: passem uma semana na ilha, realizem as tarefas que vos são atribuídas, e recebam a herança. Para Alice, contudo, passar uma semana em Storm Island é mais difícil do que possa parecer. Cada canto da velha casa está repleto de caos. O caso amoroso secreto da irmã mais velha. A arrogância infinita do irmão. A constante análise das vibrações feita pela irmã mais nova. O temperamento frio e crítico da mãe. Tudo sob o olhar severo e atento de Jack Dean, o enigmático (e irritantemente atraente) braço-direito do pai. Será um milagre se Alice conseguir escapar ilesa desta semana.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. Publicado originalmente há 40 anos, A História de Uma Serva, protagonizado pela personagem de Defred, tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo. O livro de cabeceira de uma nova geração. «Adaptado a uma série de televisão de enorme sucesso, o livro tornou-se um êxito de vendas mundial, traduzido em mais de quarenta línguas. A sequela, Os Testamentos, torna a explorar a questão da identidade: como é que alguém se vira contra os seus e se transforma em agressor? Atwood teima em explorar o mal. A História de Uma Serva é hoje tido como um espelho das injustiças das nossas sociedades doentes, nos Estados Unidos, no Afeganistão, na Argentina, na Hungria e em tantos outros regimes totalitários. Em Portugal, apareceu um grafito numa parede de Lisboa que dizia: CHEGA = GILEAD. Começaram a surgir mulheres vestidas com o icónico traje das servas da sociedade misógina de Gileade em manifestações anti-Trump. Defred tornou-se uma heroína lendária do nosso tempo.» Do Prefácio de Alberto Manguel
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. Publicado originalmente há 40 anos, A História de Uma Serva, protagonizado pela personagem de Defred, tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo. O livro de cabeceira de uma nova geração. «Adaptado a uma série de televisão de enorme sucesso, o livro tornou-se um êxito de vendas mundial, traduzido em mais de quarenta línguas. A sequela, Os Testamentos, torna a explorar a questão da identidade: como é que alguém se vira contra os seus e se transforma em agressor? Atwood teima em explorar o mal. A História de Uma Serva é hoje tido como um espelho das injustiças das nossas sociedades doentes, nos Estados Unidos, no Afeganistão, na Argentina, na Hungria e em tantos outros regimes totalitários. Em Portugal, apareceu um grafito numa parede de Lisboa que dizia: CHEGA = GILEAD. Começaram a surgir mulheres vestidas com o icónico traje das servas da sociedade misógina de Gileade em manifestações anti-Trump. Defred tornou-se uma heroína lendária do nosso tempo.» Do Prefácio de Alberto Manguel
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Na antiga cidade de Nínive, nas margens do rio Tigre, o rei Assurbanípal da Mesopotâmia construiu uma grande biblioteca que se desmoronaria com o fim do seu reinado. Das suas ruínas, no entanto, surgiu um poema, a Épica de Gilgame¿. Em 1840, em Londres, Arthur nasce junto ao rio Tamisa. A trabalhar como aprendiz numa das principais editoras e tipografias de Inglaterra, há um livro que desperta o seu interesse: Nínive e as Suas Ruínas. Em 2014, na Turquia, Narin, uma menina yazidi de dez anos, é diagnosticada com uma doença rara que a fará perder a audição. Antes que isso aconteça, a sua avó está determinada a batizá-la com água sagrada no Iraque. Em 2018, em Londres, Zaleekhah tinha decidido acabar com a própria vida dentro de um mês, até que um livro curioso sobre a sua terra natal muda tudo. Da autora finalista do Booker Prize, um conto encantador sobre o poder eterno da literatura. Uma verdadeira viagem no tempo e no espaço, entre Londres e a Mesopotâmia, mostra como um poema milenar consegue transformer a vida de três pessoas separadas por séculos, mas unidas por um destino comum.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Na antiga cidade de Nínive, nas margens do rio Tigre, o rei Assurbanípal da Mesopotâmia construiu uma grande biblioteca que se desmoronaria com o fim do seu reinado. Das suas ruínas, no entanto, surgiu um poema, a Épica de Gilgame¿. Em 1840, em Londres, Arthur nasce junto ao rio Tamisa. A trabalhar como aprendiz numa das principais editoras e tipografias de Inglaterra, há um livro que desperta o seu interesse: Nínive e as Suas Ruínas. Em 2014, na Turquia, Narin, uma menina yazidi de dez anos, é diagnosticada com uma doença rara que a fará perder a audição. Antes que isso aconteça, a sua avó está determinada a batizá-la com água sagrada no Iraque. Em 2018, em Londres, Zaleekhah tinha decidido acabar com a própria vida dentro de um mês, até que um livro curioso sobre a sua terra natal muda tudo. Da autora finalista do Booker Prize, um conto encantador sobre o poder eterno da literatura. Uma verdadeira viagem no tempo e no espaço, entre Londres e a Mesopotâmia, mostra como um poema milenar consegue transformer a vida de três pessoas separadas por séculos, mas unidas por um destino comum.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1947, Nada Cresce ao Luar é um grande clássico feminista e uma obra-prima da literatura nórdica, de uma das mais importantes escritoras norueguesas do século xx. No crepúsculo azul de uma noite de primavera, um homem sente-se atraído por uma bela e solitária desconhecida que vê no átrio de uma estação ferroviária, e a quem oferece ajuda. Ela acompanha-o até casa e, durante uma noite inebriante de vinho e cigarros, conta-lhe a história devastadora da sua vida. Ela precisa desesperadamente de alguém com quem falar. Ele ouve-a, fascinado, e a partir dessa noite será assombrado para sempre pela revelação clara e honesta de uma alma despedaçada tal como o leitor o será. Aos dezassete anos, ela torna-se amante do professor de liceu, e a sua vida fica fora de controlo, dando lugar à gravidez, à pobreza e à alienação. Aqui, a escuridão e a luz convergem, e o amor não correspondido floresce no meio das sombras das injustiças sociais, enquanto ela luta pela autonomia: da sua vida, da sua mente e do seu corpo. Consumida por uma paixão obsessiva, regressa continuamente a situações em que é abusada. Por fim, ao confrontar o seu passado sem autocomiseração, sem negar a sua responsabilidade pessoal, apercebe-se do quanto o seu comportamento autodestrutivo se deve a um sistema capitalista e patriarcal que obriga as mulheres a desempenhar papéis que as tornam emocional e economicamente dependentes. Cativante, visceral e repleto de emoções, Nada Cresce ao Luar é uma obra imprescindível sobre o que significa navegar numa sociedade opressiva feita para homens, mas também uma ode intransigente ao amor, à saudade e ao desejo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1947, Nada Cresce ao Luar é um grande clássico feminista e uma obra-prima da literatura nórdica, de uma das mais importantes escritoras norueguesas do século xx. No crepúsculo azul de uma noite de primavera, um homem sente-se atraído por uma bela e solitária desconhecida que vê no átrio de uma estação ferroviária, e a quem oferece ajuda. Ela acompanha-o até casa e, durante uma noite inebriante de vinho e cigarros, conta-lhe a história devastadora da sua vida. Ela precisa desesperadamente de alguém com quem falar. Ele ouve-a, fascinado, e a partir dessa noite será assombrado para sempre pela revelação clara e honesta de uma alma despedaçada tal como o leitor o será. Aos dezassete anos, ela torna-se amante do professor de liceu, e a sua vida fica fora de controlo, dando lugar à gravidez, à pobreza e à alienação. Aqui, a escuridão e a luz convergem, e o amor não correspondido floresce no meio das sombras das injustiças sociais, enquanto ela luta pela autonomia: da sua vida, da sua mente e do seu corpo. Consumida por uma paixão obsessiva, regressa continuamente a situações em que é abusada. Por fim, ao confrontar o seu passado sem autocomiseração, sem negar a sua responsabilidade pessoal, apercebe-se do quanto o seu comportamento autodestrutivo se deve a um sistema capitalista e patriarcal que obriga as mulheres a desempenhar papéis que as tornam emocional e economicamente dependentes. Cativante, visceral e repleto de emoções, Nada Cresce ao Luar é uma obra imprescindível sobre o que significa navegar numa sociedade opressiva feita para homens, mas também uma ode intransigente ao amor, à saudade e ao desejo.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Um relato viciante e brutal na primeira pessoa sobre a importância de mudar de ideias em relação a assuntos pertinentes na atualidade e na própria vida. Um livro fundamental. Prestes a completar trinta anos, Aixa de la Cruz começa a escrever um livro que aborda alguns dos momentos mais significativos da sua vida, desde o dia em que uma das suas melhores amigas quase morreu num acidente de viação até ao seu próprio divórcio, passando pela ressaca de escrever uma tese de doutoramento e pelos seus relacionamentos sexuais com homens e mulheres; um relato desassombrado que começa na infância sem «pai biológico» e vai até à sua descoberta do feminismo, em que se confronta com casos polémicos de violência contra as mulheres. Mudar de Ideias é percorrido por uma escrita hipnótica que é muito mais do que uma simples narrativa confessional: serve para transmitir reflexões acutilantes sobre vários temas de importância social e para desenvolver um estilo literário rico e combativo, que posiciona Aixa de la Cruz não só como uma das melhores escritoras da sua geração, mas também e acima de tudo como uma pensadora absolutamente brilhante.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Um relato viciante e brutal na primeira pessoa sobre a importância de mudar de ideias em relação a assuntos pertinentes na atualidade e na própria vida. Um livro fundamental. Prestes a completar trinta anos, Aixa de la Cruz começa a escrever um livro que aborda alguns dos momentos mais significativos da sua vida, desde o dia em que uma das suas melhores amigas quase morreu num acidente de viação até ao seu próprio divórcio, passando pela ressaca de escrever uma tese de doutoramento e pelos seus relacionamentos sexuais com homens e mulheres; um relato desassombrado que começa na infância sem «pai biológico» e vai até à sua descoberta do feminismo, em que se confronta com casos polémicos de violência contra as mulheres. Mudar de Ideias é percorrido por uma escrita hipnótica que é muito mais do que uma simples narrativa confessional: serve para transmitir reflexões acutilantes sobre vários temas de importância social e para desenvolver um estilo literário rico e combativo, que posiciona Aixa de la Cruz não só como uma das melhores escritoras da sua geração, mas também e acima de tudo como uma pensadora absolutamente brilhante.
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