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Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Dá largas à tua imaginação nestes livros de colorir cheios de autocolantes. Os contornos largos ajudam-te a pintar dentro das linhas e estimulam a tua motricidade fina. Vais melhorar a tua concentração, aprender números e cores. Vai ser muito divertido!
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 10
Sinopse: Esta coleção foi projetada para aumentar o vocabulário e estimular o desenvolvimento sensorial de bebés e crianças pequenas, permitindo-lhes descobrir diversos animais enquanto tocam no feltro macio. A alça elástica permite que o livro seja fixado a carrinhos de bebés para fácil acesso.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: É verdade que usamos apenas 10% do cérebro? Ouvir Mozart torna-nos mais inteligentes? O pensamento positivo é a chave para o sucesso? Se está inclinado para responder afirmativamente a alguma destas questões, deixe-nos desde já informá-lo de que não vale a pena: são todas falsas. Apesar de repetidas vezes sem conta, estas ideias não passam de fábulas sobre o comportamento humano. São os chamados mitos da psicologia, e estão longe de ser os únicos. Neste livro, Francisco Miranda Rodrigues, psicólogo e ex-bastonário da Ordem dos Psicólogos, desmonta algumas crenças persistentes sobre a mente e o comportamento. Com base na evidência científica mais recente, mas recorrendo a uma linguagem simples e acessível, o autor mostra-nos como o pensamento crítico pode ser uma ferramenta essencial para compreender melhor os outros, as suas decisões, e até nós próprios. UM LIVRO INDISPENSÁVEL PARA PERCEBER O QUE A PSICOLOGIA REALMENTE SABE SOBRE NÓS.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 184
Sinopse: Depois dos livros que deslumbraram milhares de leitores. O génio de Juan José Millás e a sabedoria de Juan Luis Arsuaga voltam a juntar-se para desvendar o grande mistério da natureza humana: o cérebro. Num diálogo fascinante entre escritor e paleontólogo, literatura e ciência dançam juntas, explorando os recantos mais íntimos do nosso cérebro e da mente humana. Millás questiona, Arsuaga esclarece. Millás sente-se desafiado pelo mundo invisível, Arsuaga desconstrói a complexidade da vida e dos sistemas. E é assim que ambos mergulham nos meandros da identidade, da memória, da inteligência natural e artificial e no surgimento da consciência que nos distingue como espécie. Com sabedoria e humor, os autores relembram que, na natureza, nada é feito por acaso, tudo é fruto de instinto, esforço e interação. Numa conversa em que a ciência revela a poesia oculta da vida, percorrem-se os territórios do desconhecido e traça-se o retrato profundo da nossa evolução.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Um dia, o nosso filho doce, meigo e delicado revira-nos os olhos. No seguinte, dá-nos uma resposta torta. Depois, vêm os suspiros teatrais, os bufares zangados e o olhar eternamente aborrecido. Cada diálogo passa a ser uma luta. A porta do quarto agora parece ser um muro. É oficial: a adolescência chegou. É uma das fases mais assustadoras para os pais, mas não deve ser encarada como uma tempestade que só termina quando os miúdos saem de casa. A adolescência é um período intenso, sim, mas também um tempo de descoberta, de aprendizagem e de ligação. Para todos! Neste livro, a psicóloga Inês Afonso Marques oferece aos pais e educadores um mapa para compreender, comunicar e educar com confiança. Depois de perceber o que se passa no cérebro do seu filho adolescente, a autora mostra-lhe quais são os grandes desafios e as melhores estratégias para os ultrapassar. Acredite: a adolescência é uma fase de oportunidades para os filhos crescerem e para os pais aprenderem a confiar.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 72
Sinopse: Queres viver mais uma jornada emocionante no teu mundo em blocos favorito? Há desafios de construção e de sobrevivência incríveis, megacuriosidades sobre Um Filme Minecraft, biomas bem diferentes, novas atualizações do jogo e ainda várias atividades criativas para elevares os teus limites! Ah, e até terás direito a uns pósteres bem giros. Entra já nesta aventura Não te vais arrepender, explorador ao cubo! O videojogo líder de mercado há mais de 10 anos, Minecraft é um sucesso de vendas em todo o mundo e conquista fãs diariamente.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Leva este livro com lápis de cera para todo lado e torna-te um verdadeiro artista em pouco tempo. Os 4 lápis de cera coloridos são fáceis de manusear e permitem uma longa diversão de pintura.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Dá largas à tua imaginação nestes livros de colorir cheios de autocolantes. Os contornos largos ajudam-te a pintar dentro das linhas e estimulam a tua motricidade fina. Vais melhorar a tua concentração, aprender números e cores. Vai ser muito divertido!
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Dá largas à tua imaginação nestes livros de colorir cheios de autocolantes. Os contornos largos ajudam-te a pintar dentro das linhas e estimulam a tua motricidade fina. Vais melhorar a tua concentração, aprender números e cores. Vai ser muito divertido!
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Dá largas à tua imaginação nestes livros de colorir cheios de autocolantes. Os contornos largos ajudam-te a pintar dentro das linhas e estimulam a tua motricidade fina. Vais melhorar a tua concentração, aprender números e cores. Vai ser muito divertido!
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 112
Sinopse: Ultimamente, a Milena tem-se comportado de forma um pouco estranha... Quase nem a vemos desde que inventou uma caneta mágica que é super criativa. Contudo, ela não parece feliz. Porque será que passa os dias a competir com uma caneta mágica, para ver qual delas cria as obras mais incríveis? O que é que nós, as Bruxas Prisma, podemos fazer? É claro: para problemas de criatividade, soluções criativas!
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse: «A história de Harry Potter é sobre o triunfo da luz sobre a escuridão, e esse é um ótimo lema pelo qual viver. Mas dá trabalho. Trabalho a sério. Vamos deparar-nos com momentos difíceis em diferentes alturas, mas cabe-nos a nós tentar encontrar a luz nessas situações ou contentarmo-nos em sentarmo-nos no escuro. Aprendi rapidamente que sentarmo-nos no escuro só traz mais escuridão. Mas, felizmente, o mesmo se aplica à luz; se procurarem por ela, ela vai encontrar-vos.» David Holmes Como duplo do ator britânico Daniel Radcliffe durante as gravações dos filmes Harry Potter, o ginasta e também ator David Holmes desempenhou um papel fundamental na adaptação da história da escritora J. K. Rowling ao cinema, saga que deixou marcas indeléveis em toda uma geração de fãs. O trabalho de Holmes deu vida a algumas das sequências de ação mais memoráveis do mundo de Potter, entre as quais a famosa e arriscada competição de Quidditch. Parecia-lhe um mundo de sonho, até que um acidente durante as filmagens de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 lhe mudou a vida. Num ensaio de acrobacia, Holmes partiu o pescoço e ficou paralisado. De prodigioso ginasta júnior e prodígio das acrobacias a duplo de cinema extraordinariamente qualificado, a sua história transformou-se num retrato brutalmente honesto de um homem que perdeu tudo, e que teve de encontrar formas de reconstruir a vida centrando-se no amor, na amizade e no otimismo. David Holmes viria a criar um documentário autobiográfico, que foi nomeado para um BAFTA. Este relato é uma comovente história de vulnerabilidade e esperança, uma mágica homenagem à força necessária para que alguém se torne O Rapaz Que Sobreviveu.
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse: Albert Speer, arquiteto, confidente e ministro do Armamento e da Indústria de Guerra de Adolf Hitler - o favorito do Führer, o mais poderoso -, publica as suas memórias em 1969. Revisitando o seu passado, desde as grandiosas encenações dos comícios do Partido Nazi até à queda do Reich, completa a derradeira metamorfose que lhe salvou a vida no Processo de Nuremberga, cidade onde anos antes havia erguido a sua catedral de luz, e que o tornará a estrela da culpabilidade alemã. Afirmando nada saber sobre a Solução Final, declara-se «inocente a título individual, culpado a título coletivo». Os historiadores demonstrarão para lá de qualquer dúvida que mentiu: Speer sabia, sim, dos campos de concentração, sabia do extermínio de milhões de judeus, das câmaras de gás, dos crematórios, sabia dos deportados e do trabalho escravo. Speer sabia de tudo e para tudo contribuiu diretamente. Não obstante, a sua versão de si próprio prevalecerá sempre. O bom nazi. Como escrever sobre um homem que tornou a ficção mais sedutora do que a verdade? Na era das notícias falsas e da guerra de narrativas, este é o livro que arrasa uma das maiores fraudes da História. Percorrendo cenas da vida de Speer, questionando a sua verossimilhança, esclarecendo aspetos concretos, indo até ao fim da dúvida e da certeza e convocando protagonistas capitais da guerra e do pós-guerra, Jean-Noël Orengo oferece-nos uma leitura vertiginosa, provocadora e reveladora, que desmascara o homem a quem um dos seus colaboradores, oficial das SS, disse um dia: «Sabe o que é que você é, Speer? Você é o amor não correspondido de Hitler.»
Edição: Dez 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Uma entrevista sobre o percurso de vida de Luís Marques Mendes. Um imprescindível contributo de aprofundamento da memória coletiva do país, e o testemunho essencial do político que quer ser Presidente da República conduzido pelo jornalista Luís Rosa, autor do best seller O Governador. «Quem é Luís Marques Mendes? O que defende para o País e quais são seus princípios e valores? Como se propõe desempenhar o papel de moderador e de árbitro que a Constituição atribui ao Presidente da República? Que visão concreta tem dos poderes presidenciais? Como olha para a Europa e para o mundo e qual o papel que Portugal pode desempenhar num cenário global mais complexo e polarizador? As respostas a estas e a outras perguntas ajudarão o leitor a conhecer melhor Luís Marques Mendes e a formar a sua opinião sobre o candidato à Presidência da República.»
Edição: Dez 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse: Um retrato intimista e empático da vida de Henrique Gouveia e Melo, da autoria de Isabel de Santiago. Nas palavras de José Miguel Júdice, um livro de «leitura essencial, pelo retrato, bem informado e argumentado, do percurso do Almirante.» «Por ser mulher, e não ser jornalista, escolhi seguir outra abordagem, mais sensível e mais próxima da escuta, fazendo perguntas, insistindo. Procurei pelos meus próprios meios encontrar pessoas que o conhecem no mundo civil e que o marcaram. Tudo isso fez com que passasse a olhar para o Almirante Gouveia e Melo de maneira diferente. [] Descrever Henrique Eduardo para mim ou o Almirante Gouveia e Melo para a maioria , hoje candidato a Chefe de Estado da República Portuguesa, é o resultado de uma análise atenta, de uma leitura pessoal que fui construindo ao longo do tempo. Um retrato moldado não apenas pela convivência direta, mas também pelo reforço dos mais variados testemunhos e entrevistas.»
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 1072
Sinopse: Os diários de Conta-Corrente constituem um dos documentos mais impressionantes da vida cultural dos anos setenta e oitenta (cobrindo os anos de 1969 a 1992). A importância documental e literária deve-se à qualidade dos textos do autor e à natureza das suas confissões e reflexões sendo uma extraordinária fonte de dados para o conhecimento da vida e da história portuguesas desses anos. Tal como os grandes diários de autores como Franz Kafka, Lev Tolstoi, Raul Brandão, Miguel Torga, Thomas Mann ou Virginia Woolf, Conta-Corrente não é importante apenas do ponto de vista literário. Pela abundância de pequenas histórias sobre o meio literário e político português da época, bem como pela acuidade, autenticidade e profundidade das suas opiniões, a obra constitui um enorme espólio de testemunhos sobre o seu tempo real. A sua leitura é uma extraordinária fonte documental para compreender um período tão importante quanto decisivo na vida da sociedade portuguesa, além de nos dar uma imagem pessoal e geracional de um dos maiores autores portugueses do século xx. Este segundo volume termina desta forma belíssima: «Creio que de tudo o que me fascinou nada me fascinou mais do que a vida, o seu mistério inesgotável, a sua inesgotável maravilha. Foi bom ter nascido. Foi bom não ter acabado ainda de nascer.»
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse: Talvez um dia, nos manuais e tratados de história da cultura e da literatura portuguesas, exista um espaço consagrado aos editores ou seja, aos que dedicaram a sua vida à vida dos livros e à sua relação com os autores. As suas memórias são raramente reunidas, mas, quando isso acontece, resultam num misterioso e fascinante encontro em que participam todos eles e se fazem revelações deliciosas que tanto divertem como comovem os amantes de livros. Em textos curtos, de fácil leitura (publicados anteriormente no semanário Expresso), Manuel Alberto Valente fala desses encontros com livros e autores como John Le Carré e Lobo Antunes, Milan Kundera e Paul Auster, José Saramago e Isabel Allende, Alona Kimchi ou Manuel Vilas, Pérez-Reverte e Svetlana Aleksievitch, Lídia Jorge e Luis Sepúlveda, Luísa Costa Gomes, Lygia Fagundes Telles e Erik Orsenna, Maria Velho da Costa, Mário Cláudio, Mário de Carvalho ou Javier Cercas. «A vida de um editor faz-se sempre desse duplo movimento: o luto por aqueles que partiram e a alegria por receber os novos, os que começam, carregados de sonhos que muitas vezes não se chegam a cumprir, ou que se cumprem já noutro lado, quando, por um qualquer (humano) desentendimento, as partes se separam e o autor escolhe outro catálogo para se acolher.»
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse: As personagens a que se refere o título deste livro são pessoas reais com que o autor contactou como leitor, cidadão ou militar na «Metrópole» e na Guiné: Luís de Sttau Monteiro, do domínio da literatura e também da política; Santos Simões, da política mas também da cultura; Mário de Oliveira, da religião mas também da política; e Carlos Fabião, da área militar e política, que o autor seguiu nos caminhos infindáveis da Descolonização e da construção da Democracia. São personalidades por vezes esquecidas ou só episodicamente lembradas, porque acompanharam a vitória de Abril, mas também foram, de modo diferente em cada caso, vencidas, pelos princípios que assumiram, pelo seu carácter e temperamento, pelas circunstâncias e pelo tempo.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 536
Sinopse: No Museu do Prado, um cientista contempla a escultura de Diadúmeno, de Policleto; na sua anatomia pode ler uma história evolutiva com sete milhões de anos. Na sala contígua há outra escultura, mais tardia, que mostra a figura nua da Vénus do Golfinho, o cânone helenístico da beleza feminina. O cientista aprecia as diferenças entre as duas e interroga-se sobre o significado delas. O Nosso Corpo é ilustrado magnificamente pela artista Susana Cid, com imagens conceptuais que realçam os pormenores anatómicos. Estas ilustrações foram inspiradas pelas mais variadas obras de arte, permitindo ao leitor aprender sobre o corpo humano através de representações escultóricas de Posídon ou de pinturas como As Três Graças, de Rubens, ou Adão e Eva, de Dürer.
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse: O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos , sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar. «Astuto, bastante espirituoso e muito inteligente: uma meditação elegante sobre os mistérios da Arte e da Vida.» Kirkus Review «Esplêndido híbrido de um romance, parte biografia, parte ficção, parte crítica literária o todo realizado com grande brio. É um grande divertimento literário.» The New York Times «Este é o livro que realmente fez o nome de Barnes uma mistura incrivelmente imaginativa de factos e invenções, a história inventada de um médico obcecado por Flaubert e um emaranhado de trechos da vida do grande escritor francês.» The Guardian «É um livro humano e generoso, cheio de sensibilidade e sagacidade, rico e pródigo em inventividade verbal. Um livro que Flaubert teria recusado escrever. Um livro que valeu a pena ser escrito.» The New York Times
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: No seu segundo volume de Lendas e Narrativas, Alexandre Herculano apresenta-nos alguns dos seus textos mais representativos na área da ficção. Uma coletânea que revive lendas antigas envoltas em narrativas cativantes, onde se entrelaçam histórias de mistério e de heroísmo num ambiente matizado por tons que marcam o imaginário português. Textos emblemáticos como A Dama Pé de Cabra, O Bispo Negro ou A Morte do Lidador, destacam-se, mas a obra completa-se com outras narrativas tais como Destruição de Áuria, O Emprazado, O Mestre Assassinado, Mestre Gil, Três Meses em Calecut e O Cronista.
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse: Esta obra de Aquilino Ribeiro, prefaciada por D. Joaquim Proença Dionísio, Bispo Auxiliar do Porto, é constituída por catorze histórias que têm como elo o Menino-Deus e que capturam aspetos essenciais da cultura popular portuguesa. Numa fecunda análise etnográfica, que a história religiosa sugere, Aquilino não só reconstitui pormenorizadamente «A Legenda Bíblica» em torno do nascimento de Jesus, mas também nos introduz naquilo que o antecede e sucede, ou seja, na sua «Irradiação». Por ser uma narrativa aquiliniana em que o nascimento do Menino-Deus também perpassa, o editor entendeu apresentar nesta edição um conto que Aquilino Ribeiro escreveu autonomamente a propósito de um sonho de uma noite de Natal.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 1168
Sinopse: Os diários de Conta-Corrente constituem um dos documentos mais impressionantes da vida cultural dos anos setenta e oitenta (cobrindo os anos de 1969 a 1992), com especial destaque para os anos da resistência e os da revolução. A importância documental e literária deve-se quer à qualidade dos textos do autor, quer à natureza das suas confissões, reflexões e revelações sendo uma extraordinária fonte de dados para o conhecimento da vida e história portuguesas desses anos. Tal como os grandes diários de autores como Franz Kafka, Lev Tolstoi, Raul Brandão, Miguel Torga, Thomas Mann ou Virginia Woolf, Conta-Corrente não é importante apenas do ponto de vista literário. Pela abundância de pequenas histórias sobre o meio literário e político português da época, bem como pela acuidade, autenticidade e profundidade das suas opiniões, a obra constitui um enorme espólio de testemunhos sobre o seu tempo real. A sua leitura é uma extraordinária fonte documental para compreender um período tão importante como decisivo na vida da sociedade portuguesa, além de nos dar uma imagem íntima pessoal, familiar, geracional de um dos maiores autores portugueses do século XX.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Julião Sarmento, artista plástico de renome internacional, morreu em 2021. Helena Vasconcelos, escritora, crítica literária e dinamizadora de comunidades de leitura, foi a sua companheira durante mais de uma década, nos anos em que a obra de Sarmento conquistava espaço e celebridade em Portugal, e dava os primeiros passos além-fronteiras. Esse foi também o período em que o nosso país se libertava dos espartilhos da ditadura a todos os níveis. Com a liberalização dos costumes, do pensamento e do gosto, este período entre 1974 e o fim dos anos 1980 foi particularmente prolífico nas artes, na cultura urbana e boémia. Além de uma história de amor e de comunhão de interesses, O Que Está Para Vir é um relato muito pessoal de uma época que ficou para a história como A Idade da Prata, o título do álbum fotográfico de Mário Cabrita Gil um tempo de mudança, descoberta e exploração: as pessoas, a sexualidade, os locais noturnos, a moda, as exposições, a música, em suma, a vida a organizar-se em torno de comunidades alternativas à estrutura familiar burguesa. Este é um relato sobre essa época.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 96
Sinopse: Desde a sua descoberta por Fernão de Magalhães, em 1520, a Patagónia era descrita como um país de neblinas negras e redemoinhos no fim do mundo. Este desconhecido e longínquo território fixou-se na imaginação europeia como uma metáfora para o limite, o fim de tudo, o abismo além do qual não se pode ir. Nestas páginas, Chatwin e Theroux exploram os momentos em que os «destinos finais do exílio» afetaram a imaginação literária sobre a Patagónia e para relembrar alguns dos seus viajantes extraordinários, passados e presentes de W.H. Hudson ao Capitão Joshua Slocum e Butch Cassidy. Trata-se de um pequeno e raro livro de culto onde se cruzam dois dos mais importantes autores de literatura de viagens. Bruce Chatwin escreveu a obra de referência Na Patagónia, que Theroux levava no espírito e na bagagem quando partiu para a viagem que deu origem a O Velho Expresso da Patagónia. Dois dos maiores escritores de viagens reunidos num pequeno e belo livro sobre a Patagónia. Uma visita ao fim do mundo.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 624
Sinopse: Estendendo-se da Idade do Bronze à Era da Exploração, este livro apresenta uma narrativa nova: a que reconstitui os milénios de encontros e trocas globais que construíram aquilo a que chamamos Ocidente, conforme as sociedades se conheciam, enredavam e, por vezes, se afastaram. Da criação do alfabeto por trabalhadores levantinos no Egito, que em terra estranha foram levados a escrever na sua língua pela primeira vez, à chegada de artigos indianos à Europa por intermédio do mundo árabe, Quinn demonstra que interpretar as sociedades como ilhas isoladas está desatualizada duzentos anos, além de estar comprovada e historicamente errado. O contacto e as conexões, e não as civilizações solitárias, impulsionam a mudança histórica. Não são os povos que fazem a história, mas as pessoas e as ligações que criam umas com as outras. «Uma argumentação deslumbrante, arrebatadora e inovadora de uma historiadora preparada para causar polémica.» Lucy Worsley, historiadora «Ousado, muito bem escrito e repleto de ideias, este livro exige que desafiemos as visões tradicionais sobre o passado. Um feito extraordinário.» Peter Frankopan, historiador, Universidade de Oxford «Só Josephine Quinn poderia ter escrito um livro como este: um livro de tremenda erudição e curiosidade; um livro que nos ensina algo novo em quase todas as páginas.» Merve Emre, autora e crítica literária
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 1096
Sinopse: Os diários de Vergílio Ferreira, agora publicados em 3 volumes, são um dos testemunhos mais impressionantes da literatura portuguesa do século xx. Este terceiro volume corresponde aos anos de 1989 a 1992. Os diários de Conta-Corrente constituem um dos documentos mais impressionantes da vida cultural dos anos setenta e oitenta (cobrindo os anos de 1969 a 1992). A importância documental e literária deve-se à qualidade dos textos do autor e à natureza das suas confissões e reflexões sendo uma extraordinária fonte de dados para o conhecimento da vida e história portuguesas desses anos. Tal como os grandes diários de autores como Franz Kafka, Lev Tolstoi, Raul Brandão, Miguel Torga, Thomas Mann ou Virginia Woolf, Conta Corrente não é importante apenas do ponto de vista literário. Pela abundância de pequenas histórias sobre o meio literário e político português da época, bem como pela acuidade, autenticidade e profundidade das suas opiniões, a obra constitui um enorme espólio de testemunhos sobre o seu tempo real. A sua leitura é uma extraordinária fonte documental para compreender um período tão importante como decisivo na vida da sociedade portuguesa, além de nos dar uma imagem pessoal e geracional de um dos maiores autores portugueses do século xx.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 168
Sinopse: A 15 de fevereiro de 1937, Pascual Duarte, condenado à morte por matricídio, envia um manuscrito a um conhecido, relatando a sua vida e os seus feitos criminosos. Trata-se de uma confissão pública, mas, acima de tudo, uma tentativa de justificar tanta crueldade. As violências de Pascual Duarte foram, por ordem cronológica, o ter ferido Zacarias numa disputa, morto à navalhada a égua que arreou na sua própria mulher, morto a tiro a cadela Chispa porque incomodava a sua vista, morto «El Estirao» a golpes, morto a sua mãe à navalhada e assassinado o Conde de Torremejía. Pascual apenas se diz verdadeiramente culpado de dois destes crimes porque o que o enfurece verdadeiramente, diz, são as vicissitudes da vida e os infortúnios absurdos. Procura alguém a quem culpar, alguém em quem se possa vingar das injustiças do destino. Atormentado pelas mulheres que o rodeiam, Pascual não só demonstra intolerância quando a má sorte se revela de uma crueza extrema ao tirar-lhe os dois filhos, a primeira mulher e o irmão , como vê nos seus crimes uma forma de repor a ordem na vida. «Existe um espaço secreto para Cela no seu melhor, como um dos grandes estilistas da prosa plural de Espanha um homem que escreve perigosamente.» Roberto Bolaño «Se há algum romancista espanhol que merece o Prémio Nobel apenas pelo mérito da experimentação narrativa, é sem dúvida Camilo José Cela.» The Nation «Não é de admirar que a censura francesa desaprove os romances de Cela. As suas filiações literárias são as mais radicais; eles estão com Camus e Sartre, com Morávia, com Zola e o naturalismo francês.» Saul Bellow
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: «Esta leitura de Marcel Proust parte do pressuposto de que, apesar de a sua obra se debruçar sobre uma vasta gama de tópicos (aristocracia, homossexualidade, judaísmo, guerra, sadomasoquismo, tempo, etc.), não precisamos nem devemos analisar cada um deles de uma perspectiva diferente, mas antes encará-los como variações de um único tema: Marcel Proust. Assim, embora cada capítulo possa ser lido isoladamente, a leitura integral do livro (seja por que ordem for) oferece uma perspectiva ao mesmo tempo unificada e caleidoscópica da vida e obra do é bom esclarecer isto ainda antes de passarem a porta meu escritor favorito. () Um livro que pudesse interessar a todas estas pessoas, permitindo a quem leu aprofundar a sua leitura e a quem nunca leu desejar fazê-lo e ficar com uma ideia mais ou menos clara da importância de Proust para a literatura e, mais importante, para o deciframento do enigma que é estarmos vivos.»
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 600
Sinopse: A grande biografia de Camilo Castelo Branco, escrita por Aquilino Ribeiro, pela primeira vez num só volume. Aqui está o que pretendi fazer escrevendo O Romance de Camilo: procurar o homem picado do génio e das bexigas, que até à idade madura passou as passas do Algarve, foi pai de dois filhos loucos, brigou, confessando-se plebeu, a coroa de visconde, matrimoniou-se no tarde com a pobre matrona desencaminhada do lar, era desdenhado das mulheres, contemptor de Deus, e do seu semelhante, animal de nervos, irregular em tudo. Pela primeira vez publicada num só volume, aclamada pela crítica e pelos leitores de várias gerações, esta é a grande biografia de Camilo Castelo Branco, romanceada por Aquilino Ribeiro. Acontecimento literário que marcou a época da sua primeira edição pela Bertrand, em 1961, a existência deste texto prova-nos quão rara, raríssima é a boa sorte de vermos dois génios juntos num só livro. Dele, emerge um extraordinário e singular retrato de espírito, corpo e o mais que aqui não havemos de revelar de um dos nomes maiores da literatura portuguesa. «A prosa de Camilo, como a prosa de Aquilino, são as grandes criações destes dois génios típicos, destes dois grandes expoentes de uma nacionalidade que há-de subsistir.» João Gaspar Simões «E, na verdade, não só a sua obra no-lo impõe como o nosso primeiro prosador contemporâneo, como a sua indefesa aplicação à mesa de trabalho o tornou no homem de letras português que mais intimamente vive da pena e para a pena.» Vitorino Nemésio «Se muitos escritores são fiéis ao seu etos, nenhum o tem sido mais e melhor que Aquilino Ribeiro. Um dia, daqui a uma vintena de anos, quando o escritor já estiver adormecido, sob a lousa da glória como é rijo e fero pode dizer-se isto à vontade sem choque psicológico , ao relerem-se os milhares de laudas que vem escrevendo, encontrar-se-á vivo, nítido na sua corografia pitoresca, o retrato da nossa terra.» Artur Portela
