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Alt.9 X Larg.6 X Comp.6
Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 256
Sinopse: Por ser considerada vulgar e demasiado rude para casar ou usufruir de uma vida mais sofisticada, Marie de França, com apenas dezassete anos, é excomungada da corte real por Leonor da Aquitânia e recambiada para Inglaterra. Aí irá desempenhar a função de prioresa numa abadia empobrecida cujas freiras estão assoladas por doenças. Abalada pela dureza da sua nova vida, Marie encontra ânimo na existência coletiva com as suas irmãs, ao lado de quem substitui o seu desejo por constituir família, as saudades da sua terra natal e as suas paixões enquanto adolescente por algo que lhe é inteiramente novo: uma convicção nas suas próprias visões divinas.
Alt.4.9 X Larg.30.5 X Comp.10.2
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 64
Sinopse: marigold estava absorta no seu livro; já chegara ao v. comeca assim marigold e rose, a surpreendente crónica que louise glück faz do primeiro ano de vida de duas gémeas. imagine-se um conto de fadas que é também uma saga multigeracional; uma peca para duas mãos que é também uma sinfonia; um poema que é também, à semelhanca de a metamorfose, de kafka, um incandescente gesto autobiográfico. estão presentes os elementos que se esperaria encontrar numa história de bebés gémeas: o pai e a mãe, a avó e a outra avó, a hora do banho e a hora da sesta mas, acima de tudo, marigold e rose é uma investigacão do grande mistério da linguagem e do próprio tempo, do que existe e já existiu e existirá ainda. simultaneamente triste e engracado, e imbuído de uma sensacão estóica de assombro, este pequeno livro miraculoso, que se segue a treze livros de poesia e duas reuniões de ensaios, é diferente de tudo o que glück já escreveu, ao mesmo tempo que é inevitável, transcendente.
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 368
Sinopse: «Madame Bovary sou eu», disse uma vez Flaubert, a quem o êxito do seu romance publicado em 1857 acabou por irritar, de tal modo eclipsou os seus outros livros. Emma Bovary persegue a imagem do mundo que lhe é dada por uma certa literatura desligada da realidade. Arrastada pelas suas ilusões, a mulher do prosaico Charles Bovary imagina-se uma grande amorosa. A realidade revela-se impiedosa. E, no entanto, Madame Bovary, na época judicialmente perseguido devido à sua «cor sensual» e «à beleza provocadora de Emma», está longe de ser uma simples lição de realismo. Esta edição inclui agora uma Introdução de Lydia Davis.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 216
Sinopse: Aos olhos de Hua Hsu, de dezoito anos, o problema de Ken é que é igual a todas as outras pessoas. Ken é convencional e representa tudo aquilo de que Hua Hsu não gosta. Apesar das contrariedades, Hua e Ken travam amizade, feita de conversas noturnas acompanhadas de cigarros, longas viagens ao longo da costa da Califórnia e dos sucessos e humilhações da vida universitária. Até que, de forma repentina e violenta, Ken é morto num assalto a um carro, pouco antes de a sua amizade completar três anos. Determinado a manter a memória de um dos melhores amigos, Hua Hsu volta-se para a escrita. Lealdade, livro sobre amizade, luto, a busca de si mesmo e o consolo que pode ser encontrado através da arte, é o resultado dessa determinação. Vencedor do Prémio Pulitzer 2023 na categoria de Memórias ou Autobiografia / Vencedor do National Book Critics Circle Award
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 208
Sinopse: Zuhour, uma estudante omanense numa universidade britânica, encontra-se entre o passado e o presente. Tenta fazer amizades e assimilar a cultura britânica, mas não consegue esquecer as relações que foram centrais na sua vida, sendo a mais importante a que manteve com Bint Aamir, mulher que sempre considerara sua avó, e que morreu assim que Zuhour abandonou a Península Arábica. À medida que a narrativa acompanha as dificuldades por que Bint Aamir passou, entrelaça-se com o presente isolado e insatisfatório de Zuhour, numa combinação de sonhos e memórias. Laranjeira-Amarga é uma exploração sobre estatuto social, desejo e o lugar da mulher na sociedade, feita através de um retrato em mosaico da vida de uma jovem mulher que procura entender as suas origens enquanto imagina uma idade adulta em que o seu poder e a sua felicidade consigam encontrar a liberdade necessária para florescerem.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 392
Sinopse: Uma recriação imaginativa de 1984, de George Orwell, do ponto de vista de Julia, amante de Winston Smith. Julia leva-nos numa jornada surpreendente pelo universo distópico de Orwell, com reviravoltas que revelam lados inesperados não apenas de Julia, mas de outras guras familiares no universo de 1984. Uma perspetiva única, que expõe o nosso próprio mundo de maneiras assustadoras, tal como o romance original fez em 1949.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 308
Sinopse: «Personagens invulgares, recortadas, que jamais lembram outras antes vistas, como a de Vanessa, sensual cortesã feita empresária, António Clara, débil joguete do mundo, Touro Azul, cuja máscula beleza o ajuda a ascender a salões de que desconhece as regras que depois o perdem, Roper, homossexual culpabilizado e culto a esconder-se em encenações várias, Camila, a jóia de família, ou a sinistra Celsa Adelaide, centrais a toda a intriga de que nasce o romance. Todas giram cedendo-se a vez entre si, ora distraídas ora cobiçando o que outras têm, levadas quais marionetas para abismos que não sabem evitar, movidas por forças de que raramente detêm o comando. O que as precipita numa espécie de hybris que desfila com a cadência de um tango triste, quando os corpos já estão exaustos, mas que nem por isso as arrasta menos para a perda, a dissolução e o vazio.» [Do Prefácio de Bernardo Pinto de Almeida]
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 184
Sinopse: Com prefácio de Afonso Reis Cabral, Jogos de Azar reúne nove contos de José Cardoso Pires. «Dom Quixote, as Velhas Viúvas e a Rapariga dos Fósforos» foi adaptado ao cinema por Luís Galvão Teles, em 1978, com o título A Rapariga dos Fósforos. «Uma Simples Flor nos Teus Cabelos Claros» foi filmado por Álvaro Belo Marques, em 1974. De «Ritual dos Pequenos Vampiros», Eduardo Geada realizou um filme em 1984. «Jogos de Azar dão-nos três ou quatro das mais bem escritas short-stories do nosso pós-guerra [].» [Fernando Assis Pacheco]
Alt.7 X Larg.16 X Comp.7
Alt.3.5 X Larg.16.5 X Comp.13.5
Alt.8.8 X Larg.15.9 X Comp.11.5
Alt.8.8 X Larg.15.9 X Comp.11.5
Alt.8.8 X Larg.15.9 X Comp.11.5
Alt.8.8 X Larg.15.9 X Comp.11.5
Alt.8.8 X Larg.15.9 X Comp.11.5
Alt.8.8 X Larg.15.9 X Comp.11.5
Alt.8.8 X Larg.15.9 X Comp.11.5
Edição: Out 2022
Nº Páginas: 256
Sinopse: Flores para Algernon narra a história de um homem com dificuldades mentais que por via experimental procura adquirir o mesmo quociente de inteligência que Algernon, um sobredotado rato de laboratório. Através de entradas de diário, Charlie documenta o modo como uma operação melhorou a sua inteligência e, por consequência, a sua vida. E, à medida que os procedimentos decorrem, a sua inteligência expande-se até ultrapassar a dos médicos que projectaram a sua metamorfose. A experiência parece representar um enorme avanço científico, até que Algernon entra numa deterioração súbita e profunda. Poderá o mesmo acontecer a Charlie?
Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 492
Sinopse: Os Filhos de Duna são os irmãos gémeos Leto e Ghanima Atreides, cujo pai, o Imperador Paul MuadDib, desapareceu nos terrenos baldios do deserto de Arrakis há nove anos atrás. Tal como o pai, os gémeos possuem habilidades excecionais, que os tornam valiosos para a sua tia Alia, uma mulher manipuladora que governa o Império em nome da Casa Atreides. Enfrentando uma traição e rebeliões em duas frentes, o poder de Alia não é absoluto, e a excomungada Casa Corrino planeia uma forma de reconquistar o trono enquanto os Fremen são incitados à revolta pela enigmática figura conhecida apenas como O Pregador. Alia acredita que só acedendo à visão profética dos gémeos poderá manter o controlo sobre a sua dinastia. Mas Leto e Ghanima têm os seus próprios planos, tanto para as suas visões, como para os seus destinos.
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 324
Sinopse: Escrita a partir de mais de quarenta horas de conversas íntimas com o jornalista Seán OHagan, esta é uma profunda exploração, através das palavras do próprio Nick Cave, sobre o que realmente dirige a sua vida e criatividade. O livro examina questões de crença, arte, música, liberdade, sofrimento e amor. Mostra com singeleza a vida de Nick Cave desde criança até aos dias de hoje, os seus amores, o seu trabalho ético e a sua dramática transformação em anos recentes.
Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse: Eugénie Grandet foi escrito por Balzac em 1833como parte do monumental projeto A Comédia Humana. Eugénie Grandet é uma jovem que vive com os pais em Saumur, nas margens do rio Loire, filha de um vinhateiro que construiu a sua fortuna a golpes de avareza e trabalho. as famílias mais importantes da região disputam a mão de eugénie, mas a chegada de um primo parisiense, charles grandet, altera os dados da situacão. eugénie apaixona-se pelo seu elegante e indolente primo, que surge envolto na recente tragédia do suicídio do pai arruinado. O livro foi traduzido para russo por Fiódor Dostoievski.
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 280
Sinopse: Publicado em 1950, Eu, Robô tornou-se um clássico da ficção científica. Nesta obra, Isaac Asimov fala-nos do desenvolvimento de robôs, começando com a relação entre um deles e uma rapariga que o trata como um companheiro de brincadeiras. Mas é aqui que enuncia aquelas que ainda hoje são consideradas as três leis fundamentais da robótica do ponto de vista humano. Essas normas são: um robô não pode ferir um ser humano ou permitir que ele sofra; deve obedecer às ordens que lhes são dadas por seres humanos, exceto nos casos em que entram em conflito com a necessidade de não lhes causar qualquer mal; um robô deve proteger a sua própria existência, desde que não entre em conflito as duas primeiras leis.
Alt.23 X Larg.3.5 X Comp.17
Alt.11 X Larg.24 X Comp.1
Alt.9 X Larg.5 X Comp.22
Alt.6 X Larg.7.5 X Comp.20.5
Alt.6 X Larg.7.5 X Comp.20.5
Edição: Ago 2023
Nº Páginas: 336
Sinopse: Estado de Vigilância é uma absorvente, preocupante e pormenorizada história do modo como o Partido Comunista da China construiu uma nova espécie de controlo político, procurando moldar a vontade do povo através de um sofisticado e muitas vezes brutal recurso aos dados digitais. Trata-se de um Estado policial distópico, que mantém minorias étnicas sob o olhar vigilante das forças de segurança com utilização de inteligência artificial e recorre a uma política de pontos que abrange praticamente toda a população. Os autores contam-nos histórias de famílias afetadas pela vigilância do Partido Comunista Chinês e falam do processo de criação de uma nova sociedade organizada em torno da vigilância digital.
