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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mrs. McGinty está morta. Como é que ela morreu? De joelhos como eu. Assim reza um jogo infantil… infelizmente para a verdadeira Mrs. McGinty, o que deveria ser apenas uma brincadeira de crianças assumiu contornos bem reais. Foi encontrada morta, os seus aposentos destruídos. O assassino procurava algo com tal desespero que chegou a levantar as tábuas do soalho. O que terá motivado tão bárbaras acções? Poderá a resposta estar num recorte de jornal que a vítima guardara dois dias antes da sua morte? Com um assassino desesperado à solta, Hercule Poirot terá de se manter vivo a todo o custo para descobrir… Mrs. McGinty Está Morta (Mrs. McGinty’s Dead) foi originalmente publicado em 1952 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mrs. McGinty está morta. Como é que ela morreu? De joelhos como eu. Assim reza um jogo infantil… infelizmente para a verdadeira Mrs. McGinty, o que deveria ser apenas uma brincadeira de crianças assumiu contornos bem reais. Foi encontrada morta, os seus aposentos destruídos. O assassino procurava algo com tal desespero que chegou a levantar as tábuas do soalho. O que terá motivado tão bárbaras acções? Poderá a resposta estar num recorte de jornal que a vítima guardara dois dias antes da sua morte? Com um assassino desesperado à solta, Hercule Poirot terá de se manter vivo a todo o custo para descobrir… Mrs. McGinty Está Morta (Mrs. McGinty’s Dead) foi originalmente publicado em 1952 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Nove casos, nove mistérios aparentemente fáceis de resolver: o caso insólito de um homem ferido que procura a igreja como refúgio; a enigmática charada que um velho excêntrico decide deixar como herança; uma criada cuja extrema eficiência levanta suspeitas; uma sinistra premonição que muda o rumo de várias vidas… e, é claro, Miss Marple, que - para estupefacção geral - resolve tudo aparentemente num piscar de olhos. "Miss Marple Investiga (Miss Marple’s Final Cases)" foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1979, ano em que seria igualmente editado nos Estados Unidos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Nove casos, nove mistérios aparentemente fáceis de resolver: o caso insólito de um homem ferido que procura a igreja como refúgio; a enigmática charada que um velho excêntrico decide deixar como herança; uma criada cuja extrema eficiência levanta suspeitas; uma sinistra premonição que muda o rumo de várias vidas… e, é claro, Miss Marple, que - para estupefacção geral - resolve tudo aparentemente num piscar de olhos. "Miss Marple Investiga (Miss Marple’s Final Cases)" foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1979, ano em que seria igualmente editado nos Estados Unidos.
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Edição: Ago 2008
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Doze casos irresistíveis pela mão da Rainha do Crime… O misterioso desaparecimento de Lord Listerdale; o medo que um recém-casado tem da sua antiga noiva; um estranho encontro num comboio; uma investigação de um homicídio doméstico; a súbita mudança de personalidade de um homem selvagem; a perseguição que um inspector reformado move a uma assassina; uma jovem que se faz passar por duquesa; um colar escondido num cesto de cerejas; a detenção de um escritor de policiais por homicídio; um surpreendente pedido de casamento; o ódio de um soprano por um barítono; o caso da esmeralda do rajá… Todos estes casos têm algo em comum: a pena talentosa e inigualável de Agatha Christie.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Doze casos irresistíveis pela mão da Rainha do Crime… O misterioso desaparecimento de Lord Listerdale; o medo que um recém-casado tem da sua antiga noiva; um estranho encontro num comboio; uma investigação de um homicídio doméstico; a súbita mudança de personalidade de um homem selvagem; a perseguição que um inspector reformado move a uma assassina; uma jovem que se faz passar por duquesa; um colar escondido num cesto de cerejas; a detenção de um escritor de policiais por homicídio; um surpreendente pedido de casamento; o ódio de um soprano por um barítono; o caso da esmeralda do rajá… Todos estes casos têm algo em comum: a pena talentosa e inigualável de Agatha Christie.
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Edição: Jul 2008
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Todos os grandes detectives têm os seus métodos de dedução preferidos. Veja-se o caso de Parker Pyne, que confia no seu conhecimento intuitivo da natureza humana para resolver "O Caso da Baía de Pollensa"; ou Mr. Satterthwaite, cuja inspiração advém da sua colaboração com o enigmático Mr. Quin em "O Serviço de Chá Arlequim". E depois, é claro, temos o excêntrico Hercule Poirot, cujos métodos são testados ao máximo em "Íris Amarelas", quando recebe uma chamada anónima sobre um assunto de vida ou morte. Do crime mais sinistro à história de amor mais tocante, as histórias de "O Caso da Baía de Pollensa" revelam uma Agatha Christie mais versátil do que nunca.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Todos os grandes detectives têm os seus métodos de dedução preferidos. Veja-se o caso de Parker Pyne, que confia no seu conhecimento intuitivo da natureza humana para resolver "O Caso da Baía de Pollensa"; ou Mr. Satterthwaite, cuja inspiração advém da sua colaboração com o enigmático Mr. Quin em "O Serviço de Chá Arlequim". E depois, é claro, temos o excêntrico Hercule Poirot, cujos métodos são testados ao máximo em "Íris Amarelas", quando recebe uma chamada anónima sobre um assunto de vida ou morte. Do crime mais sinistro à história de amor mais tocante, as histórias de "O Caso da Baía de Pollensa" revelam uma Agatha Christie mais versátil do que nunca.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Gwenda mudara-se há pouco tempo para uma nova casa quando estranhos e inexplicáveis incidentes começaram a acontecer. Apesar dos seus esforços para modernizar a casa, ela apenas consegue desenterrar o passado. Pior ainda, o seu pavor é tanto que se sente aterrorizada pela simples ideia de subir as escadas. Desesperada, Gwenda recorre a Jane Marple para exorcizar os seus fantasmas. Juntas, vão ter de resolver um crime "perfeito" cometido muitos anos antes…
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Gwenda mudara-se há pouco tempo para uma nova casa quando estranhos e inexplicáveis incidentes começaram a acontecer. Apesar dos seus esforços para modernizar a casa, ela apenas consegue desenterrar o passado. Pior ainda, o seu pavor é tanto que se sente aterrorizada pela simples ideia de subir as escadas. Desesperada, Gwenda recorre a Jane Marple para exorcizar os seus fantasmas. Juntas, vão ter de resolver um crime "perfeito" cometido muitos anos antes…
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Há uma maré nos negócios dos homens, Que, apanhada na subida, conduz à fortuna…" Mais precisamente à fortuna do desafortunado Gordon Cloade. Morto num bombardeamento nazi durante a Segunda Guerra Mundial, todos os seus bens passaram para as mãos da sua jovem mulher, a ex-Mrs. Underhay. No entanto, a família está tudo menos satisfeita. Apanhado entre uma fortuna e relações difíceis, Poirot tem de fazer os possíveis para evitar que Rosaleen Cloade se junte ao seu marido no Além… "Maré de Sorte" (Taken at the Flood) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1948, ano em que seria igualmente editado nos Estados Unidos com o título There is a Tide. Foi adaptado para a televisão em 2006, contando com David Suchet no papel de Hercule Poirot.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Há uma maré nos negócios dos homens, Que, apanhada na subida, conduz à fortuna…" Mais precisamente à fortuna do desafortunado Gordon Cloade. Morto num bombardeamento nazi durante a Segunda Guerra Mundial, todos os seus bens passaram para as mãos da sua jovem mulher, a ex-Mrs. Underhay. No entanto, a família está tudo menos satisfeita. Apanhado entre uma fortuna e relações difíceis, Poirot tem de fazer os possíveis para evitar que Rosaleen Cloade se junte ao seu marido no Além… "Maré de Sorte" (Taken at the Flood) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1948, ano em que seria igualmente editado nos Estados Unidos com o título There is a Tide. Foi adaptado para a televisão em 2006, contando com David Suchet no papel de Hercule Poirot.
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Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Quer ver a fotografia de alguém que cometeu um crime?", pergunta um desconhecido a Jane Marple, de férias nas exóticas ilhas das Caraíbas. Mas antes mesmo de lhe dar qualquer oportunidade de responder, o homem muda abruptamente de assunto. No dia seguinte, Miss Marple descobre que o seu interlocutor está… morto! Mas o que terá acontecido à fotografia? E o que causará os persistentes pesadelos da proprietária do hotel? Será Miss Marple capaz de impedir o próximo homicídio? Num hotel cheio de hóspedes, alguém esconde segredos do passado ou não está a ser honesto quanto à sua identidade… "O Mistério das Caraíbas" (A Caribbean Mystery) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1964, tendo sido editado no ano seguinte nos Estados Unidos. Foi adaptado para a televisão nos Estados Unidos em 1983, com Helen Hayes no papel de Miss Marple, e no Reino Unido em 1989, desta vez com Joan Hickson como protagonista.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Quer ver a fotografia de alguém que cometeu um crime?", pergunta um desconhecido a Jane Marple, de férias nas exóticas ilhas das Caraíbas. Mas antes mesmo de lhe dar qualquer oportunidade de responder, o homem muda abruptamente de assunto. No dia seguinte, Miss Marple descobre que o seu interlocutor está… morto! Mas o que terá acontecido à fotografia? E o que causará os persistentes pesadelos da proprietária do hotel? Será Miss Marple capaz de impedir o próximo homicídio? Num hotel cheio de hóspedes, alguém esconde segredos do passado ou não está a ser honesto quanto à sua identidade… "O Mistério das Caraíbas" (A Caribbean Mystery) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1964, tendo sido editado no ano seguinte nos Estados Unidos. Foi adaptado para a televisão nos Estados Unidos em 1983, com Helen Hayes no papel de Miss Marple, e no Reino Unido em 1989, desta vez com Joan Hickson como protagonista.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma casa de campo inglesa durante o período natalício, com a crepitação da lareira e a excelente comida, não parece ser o local mais indicado para um crime, mas um bilhete sinistro deixado na almofada de Hercule Poirot diz-lhe que nem tudo é o que parece ser. Há ainda a terrível descoberta de um corpo num local inusitado, uma discussão que acaba numa morte, o estranho caso do morto que alterou os seus hábitos alimentares ou o enigma da vítima que sonhou com o seu próprio suicídio. Uma sucessão de casos que, em comum, têm apenas o mistério e nos quais os poderes de dedução de Hercule Poirot e Miss Marple são a cereja em cima do bolo… A Aventura do Bolo de Natal (The Adventure of the Christmas Pudding) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1960. Todos os seus contos, com a excepção de "O Desvario de Greenshaw", foram adaptados para televisão em 1991, com David Suchet no papel de Poirot.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma casa de campo inglesa durante o período natalício, com a crepitação da lareira e a excelente comida, não parece ser o local mais indicado para um crime, mas um bilhete sinistro deixado na almofada de Hercule Poirot diz-lhe que nem tudo é o que parece ser. Há ainda a terrível descoberta de um corpo num local inusitado, uma discussão que acaba numa morte, o estranho caso do morto que alterou os seus hábitos alimentares ou o enigma da vítima que sonhou com o seu próprio suicídio. Uma sucessão de casos que, em comum, têm apenas o mistério e nos quais os poderes de dedução de Hercule Poirot e Miss Marple são a cereja em cima do bolo… A Aventura do Bolo de Natal (The Adventure of the Christmas Pudding) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1960. Todos os seus contos, com a excepção de "O Desvario de Greenshaw", foram adaptados para televisão em 1991, com David Suchet no papel de Poirot.
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 224
Sinopse:
St. Mary Mead encheu-se de glamour quando a estrela de cinema Marina Gregg escolheu viver na, até então, pacata aldeia. Mas quando uma fã local é envenenada, Marina dá por si a protagonizar um mistério da vida real - secundada por uma performance arrebatadora de Miss Marple, que suspeita que o cocktail letal estava destinado a outra pessoa. Mas quem? E, se estava de facto destinado a Marina, qual era o motivo? "O Espelho Quebrado" (The Mirror Crack’d from Side to Side) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1962, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos sob o título "The Mirror Crack’d". Foi adaptado ao cinema em 1980, com Angela Lansbury no papel de Miss Marple, contando ainda com as interpretações de Elizabeth Taylor e Kim Novak. 1992 seria o ano da sua adaptação à televisão, com Joan Hickson como Miss Marple.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
St. Mary Mead encheu-se de glamour quando a estrela de cinema Marina Gregg escolheu viver na, até então, pacata aldeia. Mas quando uma fã local é envenenada, Marina dá por si a protagonizar um mistério da vida real - secundada por uma performance arrebatadora de Miss Marple, que suspeita que o cocktail letal estava destinado a outra pessoa. Mas quem? E, se estava de facto destinado a Marina, qual era o motivo? "O Espelho Quebrado" (The Mirror Crack’d from Side to Side) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1962, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos sob o título "The Mirror Crack’d". Foi adaptado ao cinema em 1980, com Angela Lansbury no papel de Miss Marple, contando ainda com as interpretações de Elizabeth Taylor e Kim Novak. 1992 seria o ano da sua adaptação à televisão, com Joan Hickson como Miss Marple.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O ENIGMA DAS CARTAS ANÓNIMAS AGATHA CHRISTIE OBRAS AGATHA CHRISTIE NR.4 MISS MARPLE ENTRA DE NOVA EM CENA... Após um acidente grave, Jerry Burton escolhe a aldeia de Lymstock para convalescer sob os cuidados da irmã, Joanna. Mas a tranquilidade da aldeia vai ser abalada por uma sucessão de cartas anónimas. Afinal, em Lymstock a calma é apenas aparente – a povoação está cheia de intrigas e mistérios – e o caso das cartas, inicialmente pouco perturbador, acaba por assumir contornos de tragédia quando uma das destinatárias aparentemente se suicida. E enquanto o caos, o pânico e a desconfiança se instalam, surge a dúvida: estarão os habitantes a ser vítimas de um psicopata ou de si próprios, dos seus segredos, erros e pequenas infâmias, cuidadosamente guardados ao longo dos anos? A ajuda chegará de onde menos se espera: de uma velha senhora, de visita à aldeia e hospedada em caso do vigário. Nem mais nem menos que Miss Jane Marple.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O ENIGMA DAS CARTAS ANÓNIMAS AGATHA CHRISTIE OBRAS AGATHA CHRISTIE NR.4 MISS MARPLE ENTRA DE NOVA EM CENA... Após um acidente grave, Jerry Burton escolhe a aldeia de Lymstock para convalescer sob os cuidados da irmã, Joanna. Mas a tranquilidade da aldeia vai ser abalada por uma sucessão de cartas anónimas. Afinal, em Lymstock a calma é apenas aparente – a povoação está cheia de intrigas e mistérios – e o caso das cartas, inicialmente pouco perturbador, acaba por assumir contornos de tragédia quando uma das destinatárias aparentemente se suicida. E enquanto o caos, o pânico e a desconfiança se instalam, surge a dúvida: estarão os habitantes a ser vítimas de um psicopata ou de si próprios, dos seus segredos, erros e pequenas infâmias, cuidadosamente guardados ao longo dos anos? A ajuda chegará de onde menos se espera: de uma velha senhora, de visita à aldeia e hospedada em caso do vigário. Nem mais nem menos que Miss Jane Marple.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Bagdade é a cidade escolhida para levar a cabo uma secretíssima cimeira entre super-potências mundiais, preocupadas - mas não totalmente convencidas – com a invenção de uma arma secreta ainda não totalmente identificada. Apenas um homem tem provas capazes de confirmar a existência e natureza desta fantástica arma: um agente britânico chamado Carmichael. Infelizmente, a organização criminosa responsável pelo desenvolvimento da arma não se deterá perante nada para impedir a sua entrada em Bagdade. Face a estas circunstâncias, conseguirá Carmichael entrar na cidade? É nesta conjuntura explosiva que aparece Victoria Jones, uma rapariga cuja sede de aventura vai ser largamente ultrapassada pelos acontecimentos quando Carmichael morre nos seus braços. Se ela pelo menos conseguisse perceber o sentido das suas últimas palavras: “...Lucifer ...Basrah ...Lefarge...” "Intriga em Bagdade" ("They Came to Baghdad") foi publicado no Reino Unido e nos Estados Unidos em 1951.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Bagdade é a cidade escolhida para levar a cabo uma secretíssima cimeira entre super-potências mundiais, preocupadas - mas não totalmente convencidas – com a invenção de uma arma secreta ainda não totalmente identificada. Apenas um homem tem provas capazes de confirmar a existência e natureza desta fantástica arma: um agente britânico chamado Carmichael. Infelizmente, a organização criminosa responsável pelo desenvolvimento da arma não se deterá perante nada para impedir a sua entrada em Bagdade. Face a estas circunstâncias, conseguirá Carmichael entrar na cidade? É nesta conjuntura explosiva que aparece Victoria Jones, uma rapariga cuja sede de aventura vai ser largamente ultrapassada pelos acontecimentos quando Carmichael morre nos seus braços. Se ela pelo menos conseguisse perceber o sentido das suas últimas palavras: “...Lucifer ...Basrah ...Lefarge...” "Intriga em Bagdade" ("They Came to Baghdad") foi publicado no Reino Unido e nos Estados Unidos em 1951.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma nova história de Poirot no terceiro título das Obras de Agatha Christie. Poirot estava presente quando Jane Wilkinson manifestou o desejo de se livrar do marido, o aristocrata Lorde Edgware, e terminar um casamento há muito fracassado. Foi também na presença de Poirot, que o próprio confirmou o desejo de conceder o divórcio a Jane. Tudo isto não passaria de um episódio meramente passional se não envolvesse um homicídio. Agora que o corpo de Edgware é encontrado sem vida na sua própria biblioteca, todos os olhares recaem sobre a viúva e a "Scotland Yard" não vai descansar enquanto não resolver a questão. Mas, para Poirot, os factos não são assim tão fáceis de explicar e, por uma só vez, o detective belga sente-se ludibriado. Afinal, como poderia Jane ter assassinado Lorde Edgware e, ao mesmo tempo, jantar com amigos? E qual poderia ser o seu motivo, já que o aristocrata concordara finalmente com o divórcio?
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma nova história de Poirot no terceiro título das Obras de Agatha Christie. Poirot estava presente quando Jane Wilkinson manifestou o desejo de se livrar do marido, o aristocrata Lorde Edgware, e terminar um casamento há muito fracassado. Foi também na presença de Poirot, que o próprio confirmou o desejo de conceder o divórcio a Jane. Tudo isto não passaria de um episódio meramente passional se não envolvesse um homicídio. Agora que o corpo de Edgware é encontrado sem vida na sua própria biblioteca, todos os olhares recaem sobre a viúva e a "Scotland Yard" não vai descansar enquanto não resolver a questão. Mas, para Poirot, os factos não são assim tão fáceis de explicar e, por uma só vez, o detective belga sente-se ludibriado. Afinal, como poderia Jane ter assassinado Lorde Edgware e, ao mesmo tempo, jantar com amigos? E qual poderia ser o seu motivo, já que o aristocrata concordara finalmente com o divórcio?
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa casa de campo isolada, seis pessoas preparam-se para uma sessão de espiritismo. À volta da mesa, a tensão aumenta quando os apelos são atendidos e os espíritos se fazem ouvir através de uma mensagem arrepiante: “O capitão Trevelyan… morto… crime.” Terá isto sido fruto de magia negra ou poderá não ter passado de uma piada macabra? A única forma de esclarecer a situação é localizar o visado. Infelizmente, Trevelyan mora a alguns quilómetros de distância. Com a neve a bloquear as estradas, alguém terá de enfrentar o temporal e a escuridão da noite, e fazer o percurso a pé… Para encontrar Trevelyan assassinado. "O Mistério de Sittaford" ("The Sittaford Mystery") foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1931. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa casa de campo isolada, seis pessoas preparam-se para uma sessão de espiritismo. À volta da mesa, a tensão aumenta quando os apelos são atendidos e os espíritos se fazem ouvir através de uma mensagem arrepiante: “O capitão Trevelyan… morto… crime.” Terá isto sido fruto de magia negra ou poderá não ter passado de uma piada macabra? A única forma de esclarecer a situação é localizar o visado. Infelizmente, Trevelyan mora a alguns quilómetros de distância. Com a neve a bloquear as estradas, alguém terá de enfrentar o temporal e a escuridão da noite, e fazer o percurso a pé… Para encontrar Trevelyan assassinado. "O Mistério de Sittaford" ("The Sittaford Mystery") foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1931. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 226
Sinopse:
Luke Fitzwilliam não deu qualquer importância àquilo que, para ele, não passava de um fantasioso produto da imaginação de Miss Lavinia Pinkerton, a quem acabara de conhecer no comboio e cuja teoria a levava a dirigirse à Scoland Yard. Segundo a velhinha, as mortes que assolaram a pacata aldeia onde vivia deviam-se à acção de um assassino em série. Mas Lavinia não se ficava por aqui e acreditava conhecer a identidade da próxima vítima: Dr. Humbleby, o médico local. Algumas horas depois, Misss Pinkerton morre vítima de atropelamento. Mera Coincidência? Luke sentia-se inclinado a acreditar que sim… até que ao ler o The Times se depara com a notícia da inesperada morte do Dr. Humbleby… "Matar é Fácil" ("Murder is Easy") foi originalmente publicado na Grã-bretanha em 1939, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos, com o título "Easy to Kill". O romance foi, em 1981, adaptado para televisão. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
Nº Páginas: 226
Sinopse:
Luke Fitzwilliam não deu qualquer importância àquilo que, para ele, não passava de um fantasioso produto da imaginação de Miss Lavinia Pinkerton, a quem acabara de conhecer no comboio e cuja teoria a levava a dirigirse à Scoland Yard. Segundo a velhinha, as mortes que assolaram a pacata aldeia onde vivia deviam-se à acção de um assassino em série. Mas Lavinia não se ficava por aqui e acreditava conhecer a identidade da próxima vítima: Dr. Humbleby, o médico local. Algumas horas depois, Misss Pinkerton morre vítima de atropelamento. Mera Coincidência? Luke sentia-se inclinado a acreditar que sim… até que ao ler o The Times se depara com a notícia da inesperada morte do Dr. Humbleby… "Matar é Fácil" ("Murder is Easy") foi originalmente publicado na Grã-bretanha em 1939, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos, com o título "Easy to Kill". O romance foi, em 1981, adaptado para televisão. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A jovem Elinor Carlisle é acusada da morte de Mary Gerrard, sua rival, e levada por isso a juízo. As provas são esmagadoras: apenas Elinor tinha o motivo, a oportunidade e os meios para administrar o veneno fatal. Na sala de audiências o ambiente é hostil e só uma pessoa acredita ainda na presumível inocência de Elinor: Hercule Poirot. Ele é tudo o que resta entre Elinor e a forca.<><> As Aparências Iludem (Sad Cypress) foi publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1940.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A jovem Elinor Carlisle é acusada da morte de Mary Gerrard, sua rival, e levada por isso a juízo. As provas são esmagadoras: apenas Elinor tinha o motivo, a oportunidade e os meios para administrar o veneno fatal. Na sala de audiências o ambiente é hostil e só uma pessoa acredita ainda na presumível inocência de Elinor: Hercule Poirot. Ele é tudo o que resta entre Elinor e a forca.<><> As Aparências Iludem (Sad Cypress) foi publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1940.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O jovem Anthony Cade não podia suspeitar que, ao fazer um favor a um amigo, se transformaria na peça-chave de uma temível conspiração internacional capaz de tudo para impedir que a monarquia fosse restaurada na distante Herzoslováquia. A Scotland Yard e a French Sûreté não conseguem mais do que andar em círculos – até que se dá o fatídico assassínio em Chimneys, uma mansão onde se esconde um extraordinário segredo… O Segredo de Chimneys (The Secret of Chimneys) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1925.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O jovem Anthony Cade não podia suspeitar que, ao fazer um favor a um amigo, se transformaria na peça-chave de uma temível conspiração internacional capaz de tudo para impedir que a monarquia fosse restaurada na distante Herzoslováquia. A Scotland Yard e a French Sûreté não conseguem mais do que andar em círculos – até que se dá o fatídico assassínio em Chimneys, uma mansão onde se esconde um extraordinário segredo… O Segredo de Chimneys (The Secret of Chimneys) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1925.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A jovem Anne vai para Londres em busca de aventura. E encontra-a rapidamente: na plataforma de embarque do metro de Hyde Park Corner, onde um homem perde o equilíbrio e morre electrocutado nos carris. O veredicto da Scotland Yard aponta para morte acidental. Mas Anne não fica satisfeita. Afinal, quem era o homem de fato castanho que examinou o corpo fazendo-se passar por médico? De que forma é que este assassinato pode estar relacionado com a morte da misteriosa Nadina? Determinada a resolver o mistério, Anne parte num cruzeiro com destino à Cidade do Cabo, na África do Sul. Mas esta poderá vir a ser a sua derradeira viagem…
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A jovem Anne vai para Londres em busca de aventura. E encontra-a rapidamente: na plataforma de embarque do metro de Hyde Park Corner, onde um homem perde o equilíbrio e morre electrocutado nos carris. O veredicto da Scotland Yard aponta para morte acidental. Mas Anne não fica satisfeita. Afinal, quem era o homem de fato castanho que examinou o corpo fazendo-se passar por médico? De que forma é que este assassinato pode estar relacionado com a morte da misteriosa Nadina? Determinada a resolver o mistério, Anne parte num cruzeiro com destino à Cidade do Cabo, na África do Sul. Mas esta poderá vir a ser a sua derradeira viagem…
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Publicado em 1930, este conjunto de histórias de Agatha Christie (com um personagem que não voltaria a aparecer na sua obra) marca o início da sua relação com a 7ª arte: a primeira das histórias do livro foi o primeiro trabalho da autora a ser adaptado ao cinema.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Publicado em 1930, este conjunto de histórias de Agatha Christie (com um personagem que não voltaria a aparecer na sua obra) marca o início da sua relação com a 7ª arte: a primeira das histórias do livro foi o primeiro trabalho da autora a ser adaptado ao cinema.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um policial de Natal. Na noite de consoada, a família Lee está reunida. Subitamente ouve-se um enorme barulho de mobília que se parte. Segue-se um grito de agonia. No andar de cima, Simeon Lee, pai tirano, jaz morto, num lago de sangue, a garganta cortada. Chega o inspector Hercule Poirot para desvendar o caso e encontra uma família cheia de mútuas suspeitas. Para ler nestes dias de frio e chuva, no aconchego da casa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um policial de Natal. Na noite de consoada, a família Lee está reunida. Subitamente ouve-se um enorme barulho de mobília que se parte. Segue-se um grito de agonia. No andar de cima, Simeon Lee, pai tirano, jaz morto, num lago de sangue, a garganta cortada. Chega o inspector Hercule Poirot para desvendar o caso e encontra uma família cheia de mútuas suspeitas. Para ler nestes dias de frio e chuva, no aconchego da casa.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 238
Sinopse:
Roger Ackroyd sabia de mais. Sabia que a mulher que amava envenenera o primeiro marido, um homem extremamente violento, e suspeitava que ela era vítima de chantagem. Agora, que as trágicas notícias sobre a sua morte apontavam para um suícidio por overdose, eram muitas as perguntas que pareciam não ter resposta. Mas quando pensava estar perante as primeiras pistas sobre o caso, Ackroyd ver-se-ía envolvido num homicídio brutal: o seu! O Dr. Sheppard, médico da aldeia, fala então com o vizinho, um detective reformado que escolhera o campo para passar tranquilamente os seus últimos anos de vida. A escolha não podia ser mais acertada pois o pacato vizinho era nem mais nem menos que o belga Hercule Poirot...
Nº Páginas: 238
Sinopse:
Roger Ackroyd sabia de mais. Sabia que a mulher que amava envenenera o primeiro marido, um homem extremamente violento, e suspeitava que ela era vítima de chantagem. Agora, que as trágicas notícias sobre a sua morte apontavam para um suícidio por overdose, eram muitas as perguntas que pareciam não ter resposta. Mas quando pensava estar perante as primeiras pistas sobre o caso, Ackroyd ver-se-ía envolvido num homicídio brutal: o seu! O Dr. Sheppard, médico da aldeia, fala então com o vizinho, um detective reformado que escolhera o campo para passar tranquilamente os seus últimos anos de vida. A escolha não podia ser mais acertada pois o pacato vizinho era nem mais nem menos que o belga Hercule Poirot...
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Publicados entre 1961 e 1964, nos livros aqui reunidos sobressai o escritor de resistência dos anos sessenta e setenta que, regressado a Portugal, se empenha a fundo na denúncia do sistema, tornando a sua ficção grito de revolta. "Os Insubmissos" é disso exemplo. Nele, um grupo de jornalistas conscientes e inconformados com o estado do país une-se para criar uma publicação - "Acção Cultural" - escrita "sem conivência com a mentira, sem louvaminhices, sem transigências, sem favores pessoais", destinada a esclarecer o povo e a tornar a cultura acessível. Este romance, acabado em 1959, revelar-se-ia profético nas palavras de uma das suas personagens, Lício, que, referindo-se à situação que então vivem, declara que ainda terão de esperar pelo menos quinze anos para que tudo mude. E, até ao 25 e Abril de 1974, foram de facto quinze anos. É de salientar ainda que "Terra Ocupada" marca um ponto de viragem na obra de Urbano. Os textos que o compõem apresentam-nos alegorias sociais cujo tom dominante é a esperança num futuro melhor e a crença numa acção colectiva. Como o próprio autor destaca na sua Nota Prévia ao livro: "os anos sessenta impunham-nos a dimensão do testemunho e do protesto, a que não me furtei. "Terra Ocupada", obra de interrogações e dilucidações psicológicas, é também um livro de combate".
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Publicados entre 1961 e 1964, nos livros aqui reunidos sobressai o escritor de resistência dos anos sessenta e setenta que, regressado a Portugal, se empenha a fundo na denúncia do sistema, tornando a sua ficção grito de revolta. "Os Insubmissos" é disso exemplo. Nele, um grupo de jornalistas conscientes e inconformados com o estado do país une-se para criar uma publicação - "Acção Cultural" - escrita "sem conivência com a mentira, sem louvaminhices, sem transigências, sem favores pessoais", destinada a esclarecer o povo e a tornar a cultura acessível. Este romance, acabado em 1959, revelar-se-ia profético nas palavras de uma das suas personagens, Lício, que, referindo-se à situação que então vivem, declara que ainda terão de esperar pelo menos quinze anos para que tudo mude. E, até ao 25 e Abril de 1974, foram de facto quinze anos. É de salientar ainda que "Terra Ocupada" marca um ponto de viragem na obra de Urbano. Os textos que o compõem apresentam-nos alegorias sociais cujo tom dominante é a esperança num futuro melhor e a crença numa acção colectiva. Como o próprio autor destaca na sua Nota Prévia ao livro: "os anos sessenta impunham-nos a dimensão do testemunho e do protesto, a que não me furtei. "Terra Ocupada", obra de interrogações e dilucidações psicológicas, é também um livro de combate".
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 1408
Sinopse:
Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: "Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer: ""Sou feliz! Hoje vibra a poesia até ao fim."" A presente edição, organizada e revista por Luis Manuel Gaspar com a colaboração de Joana Matos Frias e Peter Stilwell, reúne toda a poesia publicada em vida do autor. Será posteriormente publicado um segundo volume, onde se reunirá toda a sua poesia póstuma ou inédita.
Nº Páginas: 1408
Sinopse:
Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: "Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer: ""Sou feliz! Hoje vibra a poesia até ao fim."" A presente edição, organizada e revista por Luis Manuel Gaspar com a colaboração de Joana Matos Frias e Peter Stilwell, reúne toda a poesia publicada em vida do autor. Será posteriormente publicado um segundo volume, onde se reunirá toda a sua poesia póstuma ou inédita.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Parece um paradoxo, mas muitos objectivos têm maiores probabilidades de serem alcançados quando são abordados de forma indirecta; as empresas mais lucrativas não são as mais agressivas a perseguir os lucros, os homens e mulheres mais ricos não são os mais materialistas e as pessoas mas felizes não correm atrás da felicidade. É este o conceito da "obliquidade". O economista John Kay aplica a sua teoria provocadora a tudo, desde os negócios à guerra e desde o futebol ao combate dos fogos florestais. Revela-nos como ela é tão surpreendentemente universal e por que razão as abordagens oblíquas são, com tanta frequência, as mais bem sucedidas - e como compreendê-lo conduz a melhores tomadas de decisão.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Parece um paradoxo, mas muitos objectivos têm maiores probabilidades de serem alcançados quando são abordados de forma indirecta; as empresas mais lucrativas não são as mais agressivas a perseguir os lucros, os homens e mulheres mais ricos não são os mais materialistas e as pessoas mas felizes não correm atrás da felicidade. É este o conceito da "obliquidade". O economista John Kay aplica a sua teoria provocadora a tudo, desde os negócios à guerra e desde o futebol ao combate dos fogos florestais. Revela-nos como ela é tão surpreendentemente universal e por que razão as abordagens oblíquas são, com tanta frequência, as mais bem sucedidas - e como compreendê-lo conduz a melhores tomadas de decisão.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.
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