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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Escrito em 1929, "O Mendel dos Livros" narra a história de um espantoso alfarrabista que passa os dias sentado na mesma mesa de um dos cafés de Viena. Com a sua memória enciclopédica e a generosa disponibilidade, este judeu russo é admirado pelo dono do café Gluck e pela clientela culta que recorre aos seus serviços. No entanto, em 1915, em plena Primeira Guerra Mundial, quando o Império Austro-Húngaro e a Rússia se encontravam em campos opostos, Jakob Mendel é enviado para um campo de prisioneiros, injustamente acusado de colaborar com os inimigos da Áustria. "A Viagem ao Passado" mostra-nos como uma relação amorosa pode ser interrompida e até desfeita pelas contingências da guerra, um tema que Zweig abordou sob diversas formas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Escrito em 1929, "O Mendel dos Livros" narra a história de um espantoso alfarrabista que passa os dias sentado na mesma mesa de um dos cafés de Viena. Com a sua memória enciclopédica e a generosa disponibilidade, este judeu russo é admirado pelo dono do café Gluck e pela clientela culta que recorre aos seus serviços. No entanto, em 1915, em plena Primeira Guerra Mundial, quando o Império Austro-Húngaro e a Rússia se encontravam em campos opostos, Jakob Mendel é enviado para um campo de prisioneiros, injustamente acusado de colaborar com os inimigos da Áustria. "A Viagem ao Passado" mostra-nos como uma relação amorosa pode ser interrompida e até desfeita pelas contingências da guerra, um tema que Zweig abordou sob diversas formas.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Eric Lax é o autor da mais conhecida biografia de Woody Allen. Neste livro divulga as mais reveladoras e divertidas entrevistas feitas ao realizador de Manhattan e Annie Hall. Ao longo de mais de três décadas, Woody Allen conversou regularmente com Eric Lax, permitindo-lhe um acesso sem precedentes aos seus locais de filmagens, pensamentos e observações. Em conversas entre 1971 e 2007, Allen discutiu sobre produção cinematográfica - os seus próprios filmes e o trabalho de realizadores que admira. Assim, este livro mostra a evolução de Woody Allen até aos dias de hoje (de escritor de comédia e comediante de stand-up a realizador famoso). Conversas com Woody Allen é, por isso, uma leitura essencial para quem se interessa por realização cinematográfica e para todos os que apreciam os seus filmes.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Eric Lax é o autor da mais conhecida biografia de Woody Allen. Neste livro divulga as mais reveladoras e divertidas entrevistas feitas ao realizador de Manhattan e Annie Hall. Ao longo de mais de três décadas, Woody Allen conversou regularmente com Eric Lax, permitindo-lhe um acesso sem precedentes aos seus locais de filmagens, pensamentos e observações. Em conversas entre 1971 e 2007, Allen discutiu sobre produção cinematográfica - os seus próprios filmes e o trabalho de realizadores que admira. Assim, este livro mostra a evolução de Woody Allen até aos dias de hoje (de escritor de comédia e comediante de stand-up a realizador famoso). Conversas com Woody Allen é, por isso, uma leitura essencial para quem se interessa por realização cinematográfica e para todos os que apreciam os seus filmes.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 52
Sinopse:
Entusiasmada com o seu gato branco e preto, Mati parece esquecer-se da sua boneca na praia. É assim que Celina vai passar uma interminável noite sob as ameaças do Banheiro Cruel do Sol-Posto e do seu amigo Grande Ancinho. À luz das chamas de um incêndio, a noite transforma-se numa aventura fantástica e terrível que só termina ao nascer do Sol. A história é acompanhada pelas magníficas ilustrações a cores de Mara Cerri.
Nº Páginas: 52
Sinopse:
Entusiasmada com o seu gato branco e preto, Mati parece esquecer-se da sua boneca na praia. É assim que Celina vai passar uma interminável noite sob as ameaças do Banheiro Cruel do Sol-Posto e do seu amigo Grande Ancinho. À luz das chamas de um incêndio, a noite transforma-se numa aventura fantástica e terrível que só termina ao nascer do Sol. A história é acompanhada pelas magníficas ilustrações a cores de Mara Cerri.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Entre os Actos é um inovador romance em que as "correntes de consciência" de diferentes personagens se entrecruzam em torno de uma peça teatral representada ao ar livre num dia de 1939, e que acaba por devolver aos que a ela assistem o espectáculo que eles próprios representam. O centro é ocupado por Isa e Giles, um casal reunido pelo amor e o ódio dos gestos de infidelidade. O livro, que ficaria sem uma revisão final da autora e seria publicado por Leonard Woolf alguns meses depois da morte de Virginia, revela uma escritora em plena posse das suas capacidades criativas. A sua atmosfera é a da incerta claridade, ou como diria Jorge de Sena, "de uma luz acesa dentro do nevoeiro do tempo".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Entre os Actos é um inovador romance em que as "correntes de consciência" de diferentes personagens se entrecruzam em torno de uma peça teatral representada ao ar livre num dia de 1939, e que acaba por devolver aos que a ela assistem o espectáculo que eles próprios representam. O centro é ocupado por Isa e Giles, um casal reunido pelo amor e o ódio dos gestos de infidelidade. O livro, que ficaria sem uma revisão final da autora e seria publicado por Leonard Woolf alguns meses depois da morte de Virginia, revela uma escritora em plena posse das suas capacidades criativas. A sua atmosfera é a da incerta claridade, ou como diria Jorge de Sena, "de uma luz acesa dentro do nevoeiro do tempo".
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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Enquanto foge da Federação Galáctica, a nave espacial do Stitch avaria e ele faz uma aterragem de emergência… não no Havai, mas no Japão da era Sengoku! Descoberto pelo temível senhor da guerra, Lorde Yamato, e pelo seu clã, a incomparável fofura do Stitch parece não impressionar um samurai cansado de batalhas. Mesmo assim, este decide levar o "tanuki azul" para casa. Será que o gosto do Stitch pelo caos se vai tornar uma poderosa vantagem para o samurai? Ou será que a sua aparência fofa e felpuda vai acabar por quebrar a postura austera do nobre senhor?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Enquanto foge da Federação Galáctica, a nave espacial do Stitch avaria e ele faz uma aterragem de emergência… não no Havai, mas no Japão da era Sengoku! Descoberto pelo temível senhor da guerra, Lorde Yamato, e pelo seu clã, a incomparável fofura do Stitch parece não impressionar um samurai cansado de batalhas. Mesmo assim, este decide levar o "tanuki azul" para casa. Será que o gosto do Stitch pelo caos se vai tornar uma poderosa vantagem para o samurai? Ou será que a sua aparência fofa e felpuda vai acabar por quebrar a postura austera do nobre senhor?
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Em Reino Transcendente, o romance que se segue a Rumo a Casa, Yaa Gyasi traça um retrato íntimo e profundo de uma família oriunda do Gana que se mudou para o estado do Alabama, nos EUA. Gifty está a fazer um doutoramento em Neurociências na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, onde estuda circuitos neuronais do comportamento de procura de recompensa em ratos, assim como circuitos neuronais relacionados com depressão e vício. O irmão, Nana, que fora um promissor basquetebolista na escola, morrera com uma overdose de heroína depois de uma lesão no tornozelo o deixar viciado em OxyContin. E a mãe, deprimida com o regresso do marido ao Gana e a morte do filho, não sai da cama. Gifty está decidida a descobrir uma base científica que justifique o sofrimento que a rodeia. Mas quando entra no mundo das ciências exatas, tentando entender o mistério da sua família, acaba por redescobrir a ânsia espiritual que mantinha desde criança, primeiro na igreja evangélica e depois em rutura com ela.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Em Reino Transcendente, o romance que se segue a Rumo a Casa, Yaa Gyasi traça um retrato íntimo e profundo de uma família oriunda do Gana que se mudou para o estado do Alabama, nos EUA. Gifty está a fazer um doutoramento em Neurociências na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, onde estuda circuitos neuronais do comportamento de procura de recompensa em ratos, assim como circuitos neuronais relacionados com depressão e vício. O irmão, Nana, que fora um promissor basquetebolista na escola, morrera com uma overdose de heroína depois de uma lesão no tornozelo o deixar viciado em OxyContin. E a mãe, deprimida com o regresso do marido ao Gana e a morte do filho, não sai da cama. Gifty está decidida a descobrir uma base científica que justifique o sofrimento que a rodeia. Mas quando entra no mundo das ciências exatas, tentando entender o mistério da sua família, acaba por redescobrir a ânsia espiritual que mantinha desde criança, primeiro na igreja evangélica e depois em rutura com ela.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em poucos meses, cinco mulheres solitárias foram assassinadas em Montmartre. Maigret decide anunciar a prisão de um falso culpado para levar o assassino a manifestar-se de novo. A armadilha resulta, mas mesmo assim é preciso compreender os motivos do assassino.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em poucos meses, cinco mulheres solitárias foram assassinadas em Montmartre. Maigret decide anunciar a prisão de um falso culpado para levar o assassino a manifestar-se de novo. A armadilha resulta, mas mesmo assim é preciso compreender os motivos do assassino.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 274
Sinopse:
Em Porque Amamos, a conhecida antropóloga Helen Fisher oferece-nos um novo estudo sobre o fenómeno do amor - desde as suas origens no cérebro ao estimulante caos que provoca nos corpos e comportamentos. Trabalhando com uma equipa de cientistas que examinaram os cérebros de pessoas que acabaram de se apaixonar, Fisher prova o que psicólogos apenas suspeitavam: quando nos apaixonamos, áreas específicas do cérebro "acendem-se" com o aumento de fluxo sanguíneo. O estudo de Helen Fisher serve-se destes dados para provar que a paixão romântica é um poderoso e complexo desejo. Provocador, esclarecedor, estimulante e persuasivo, Porque Amamos procura responder, de um novo ângulo de abordagem, a questões tão antigas como "O que é o amor?", "Quem amamos?" e "Como manter o amor vivo?".
Nº Páginas: 274
Sinopse:
Em Porque Amamos, a conhecida antropóloga Helen Fisher oferece-nos um novo estudo sobre o fenómeno do amor - desde as suas origens no cérebro ao estimulante caos que provoca nos corpos e comportamentos. Trabalhando com uma equipa de cientistas que examinaram os cérebros de pessoas que acabaram de se apaixonar, Fisher prova o que psicólogos apenas suspeitavam: quando nos apaixonamos, áreas específicas do cérebro "acendem-se" com o aumento de fluxo sanguíneo. O estudo de Helen Fisher serve-se destes dados para provar que a paixão romântica é um poderoso e complexo desejo. Provocador, esclarecedor, estimulante e persuasivo, Porque Amamos procura responder, de um novo ângulo de abordagem, a questões tão antigas como "O que é o amor?", "Quem amamos?" e "Como manter o amor vivo?".
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em março de 1926, verificou-se em Lisboa o assassínio da atriz Maria Alves, estrangulada num táxi com o número 9297 e lançada para a valeta. Investigando por conta própria e baseando-se em anteriores crimes semelhantes, o jornalista Reinaldo Ferreira, conhecido como Repórter X, sugere, nos jornais, que o culpado é o ex-empresário da vítima, Augusto Gomes. Posteriores investigações policiais confirmam a hipótese. No ano seguinte, Reinaldo Ferreira aluga os estúdios Invicta Film, no Porto, para realizar o filme "O Táxi N.º 9297", que tem como ponto de partida a morte de Maria Alves e vai obter os elogios da crítica e a adesão do público. Entre os atores, está a já então famosa Maria Emília Castelo Branco no papel de Raquel de Monteverde. Aproveitando o êxito do filme, Reinaldo Ferreira adaptou o enredo ao teatro, escrevendo a peça que agora se reedita como novela policial. Trata-se de um dos primeiros "policiais" escritos por um autor português, onde um enigma surge envolto num enredo de estranhas personagens e uma conspiração internacional que tem Lisboa como cenário.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em março de 1926, verificou-se em Lisboa o assassínio da atriz Maria Alves, estrangulada num táxi com o número 9297 e lançada para a valeta. Investigando por conta própria e baseando-se em anteriores crimes semelhantes, o jornalista Reinaldo Ferreira, conhecido como Repórter X, sugere, nos jornais, que o culpado é o ex-empresário da vítima, Augusto Gomes. Posteriores investigações policiais confirmam a hipótese. No ano seguinte, Reinaldo Ferreira aluga os estúdios Invicta Film, no Porto, para realizar o filme "O Táxi N.º 9297", que tem como ponto de partida a morte de Maria Alves e vai obter os elogios da crítica e a adesão do público. Entre os atores, está a já então famosa Maria Emília Castelo Branco no papel de Raquel de Monteverde. Aproveitando o êxito do filme, Reinaldo Ferreira adaptou o enredo ao teatro, escrevendo a peça que agora se reedita como novela policial. Trata-se de um dos primeiros "policiais" escritos por um autor português, onde um enigma surge envolto num enredo de estranhas personagens e uma conspiração internacional que tem Lisboa como cenário.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em Marca de Água, Joseph Brodsky apresenta-nos um gracioso, inteligente e variado retrato de Veneza. Observando os mais diversos aspetos da cidade, os canais, as ruas, a arquitetura, as pessoas e a gastronomia, Brodsky capta a magnificência, a fragilidade e a beleza da cidade. Ao mesmo tempo, desfilam as próprias memórias que Brodsky tem de Veneza, que foi a sua morada de muitos invernos, dos seus amigos, inimigos e amantes. O livro reflete, com enorme força poética, sobre o modo como a passagem do tempo afeta Veneza, alterando a relação entre a água e a terra, a luz e a escuridão, a vida e a morte.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em Marca de Água, Joseph Brodsky apresenta-nos um gracioso, inteligente e variado retrato de Veneza. Observando os mais diversos aspetos da cidade, os canais, as ruas, a arquitetura, as pessoas e a gastronomia, Brodsky capta a magnificência, a fragilidade e a beleza da cidade. Ao mesmo tempo, desfilam as próprias memórias que Brodsky tem de Veneza, que foi a sua morada de muitos invernos, dos seus amigos, inimigos e amantes. O livro reflete, com enorme força poética, sobre o modo como a passagem do tempo afeta Veneza, alterando a relação entre a água e a terra, a luz e a escuridão, a vida e a morte.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Em finais do século XXI, num mundo superlotado e repleto de colónias espaciais, o tédio pode ser ultrapassado recorrendo à droga Can-D, que permite aos seus utilizadores habitar um mundo ilusório partilhado. "Para toda a gente que se sente perdida nas múltiplas realidade do mundo moderno lembrem-se que Philip K. Dick foi o primeiro a chegar a elas." Terry Gilliam
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Em finais do século XXI, num mundo superlotado e repleto de colónias espaciais, o tédio pode ser ultrapassado recorrendo à droga Can-D, que permite aos seus utilizadores habitar um mundo ilusório partilhado. "Para toda a gente que se sente perdida nas múltiplas realidade do mundo moderno lembrem-se que Philip K. Dick foi o primeiro a chegar a elas." Terry Gilliam
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em dez breves diálogos, A Ronda apresenta-nos, com perspicaz desenvoltura, o essencial da magia do coração e dos sentidos. Desde 1905 que circulavam rumores em Viena sobre uma obra "licenciosa" que Arthur Schnitzler teria escrito. Era A Ronda, que nenhum teatro se atreveu a encenar e começou por ser divulgada em edição de autor. Foi preciso esperar por 1921, depois do colapso do Império Austro-Húngaro, para que a peça pudesse ser representada em Viena, causando grande escândalo
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em dez breves diálogos, A Ronda apresenta-nos, com perspicaz desenvoltura, o essencial da magia do coração e dos sentidos. Desde 1905 que circulavam rumores em Viena sobre uma obra "licenciosa" que Arthur Schnitzler teria escrito. Era A Ronda, que nenhum teatro se atreveu a encenar e começou por ser divulgada em edição de autor. Foi preciso esperar por 1921, depois do colapso do Império Austro-Húngaro, para que a peça pudesse ser representada em Viena, causando grande escândalo
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Em Bergen, Karl Ove é o mais jovem aluno da Academia de Escrita da cidade. Começa repleto de entusiasmo, mas os fracassos literários, amorosos e sociais vão-se sucedendo. Apesar disso, persiste, descobre talento para a crítica literária, apaixona-se. Mas, como não podia deixar de ser, em breve lhes surge o homem atormentado e imperfeito, a caminho de uma autoanálise impiedosa.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Em Bergen, Karl Ove é o mais jovem aluno da Academia de Escrita da cidade. Começa repleto de entusiasmo, mas os fracassos literários, amorosos e sociais vão-se sucedendo. Apesar disso, persiste, descobre talento para a crítica literária, apaixona-se. Mas, como não podia deixar de ser, em breve lhes surge o homem atormentado e imperfeito, a caminho de uma autoanálise impiedosa.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 1936, Keynes publicou o livro mais provocador da sua geração. "Teoria Geral", como é conhecido por todos os economistas, solucionou vários nós górdios da discussão pré-keynesiana do ciclo comercial e propôs uma nova abordagem para a determinação do nível de actividade económica, os problemas do emprego e as causas da inflação. Os debates acerca do livro prolongaram-se até à morte do autor em 1946 e continuam nos dias de hoje. Apesar de tudo o que foi escrito nos anos posteriores, Keynes e o seu livro ainda representam a ruptura decisiva entre a velha e a nova economia, de onde cada geração de economistas retira inspiração para novas tentativas de desenvolver o seu trabalho. Esta edição contém uma introdução de Paul Krugman, que discute o significado e actualidade da Teoria Geral.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 1936, Keynes publicou o livro mais provocador da sua geração. "Teoria Geral", como é conhecido por todos os economistas, solucionou vários nós górdios da discussão pré-keynesiana do ciclo comercial e propôs uma nova abordagem para a determinação do nível de actividade económica, os problemas do emprego e as causas da inflação. Os debates acerca do livro prolongaram-se até à morte do autor em 1946 e continuam nos dias de hoje. Apesar de tudo o que foi escrito nos anos posteriores, Keynes e o seu livro ainda representam a ruptura decisiva entre a velha e a nova economia, de onde cada geração de economistas retira inspiração para novas tentativas de desenvolver o seu trabalho. Esta edição contém uma introdução de Paul Krugman, que discute o significado e actualidade da Teoria Geral.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em 1927, Nabokov dava grandes passeios solitários pelos bosques da ilha de Rugen. Foi então que lhe surgiu o enredo de um romance que reuniria marido, mulher e amante numa praia do Báltico. Franz instala-se em Berlim em casa do tio Dreyer para trabalhar nos seus armazéns. Mas Martha, a esposa, decide seduzi-lo, acabando por o envolver num projecto de assassínio, num enredo que conhece um desenlace imprevisto. "Rei, Dama, Valete" é, segundo o autor afirma no prólogo à edição inglesa de 1967, um tributo a Flaubert. Mas as referências à bíblica mulher de Putifar ou a Lady Macbeth são evidentes. "De todos os meus romances, esta fera rutilante é a mais alegre. A expatriação, a pobreza, a nostalgia não influenciaram a sua composição refinada e exultante. Concebida nas areias costeiras da baía da Pomerânia no Verão de 1927, construída ao longo do Inverno seguinte, em Berlim, e concluída no Verão de 1928, foi publicada nos começos de Outubro pela editora russa emigrada Slovo, com o título "Karol', Dama, Valet". Era o meu segundo romance russo. Eu tinha vinte e oito anos."Do prólogo de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em 1927, Nabokov dava grandes passeios solitários pelos bosques da ilha de Rugen. Foi então que lhe surgiu o enredo de um romance que reuniria marido, mulher e amante numa praia do Báltico. Franz instala-se em Berlim em casa do tio Dreyer para trabalhar nos seus armazéns. Mas Martha, a esposa, decide seduzi-lo, acabando por o envolver num projecto de assassínio, num enredo que conhece um desenlace imprevisto. "Rei, Dama, Valete" é, segundo o autor afirma no prólogo à edição inglesa de 1967, um tributo a Flaubert. Mas as referências à bíblica mulher de Putifar ou a Lady Macbeth são evidentes. "De todos os meus romances, esta fera rutilante é a mais alegre. A expatriação, a pobreza, a nostalgia não influenciaram a sua composição refinada e exultante. Concebida nas areias costeiras da baía da Pomerânia no Verão de 1927, construída ao longo do Inverno seguinte, em Berlim, e concluída no Verão de 1928, foi publicada nos começos de Outubro pela editora russa emigrada Slovo, com o título "Karol', Dama, Valet". Era o meu segundo romance russo. Eu tinha vinte e oito anos."Do prólogo de Vladimir Nabokov
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, um bebé nasce e morre sem que tenha tempo de respirar. Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, o mesmo bebé nasce e vive para poder contar a aventura. E se existissem segundas oportunidades? E terceiras? E se tivéssemos um número infinito de possibilidades para viver?""Vida após Vida", de Kate Atkinson, é um romance de absoluta beleza, e a sua estrutura é das mais originais e subtis que li em muitos anos. Um romance brilhante, afável e audacioso, cujo futuro, suspeito, inclui palavras como acessível e clássico. (...)"[Ali Smith, The Observer "Best Books of 2013"]
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, um bebé nasce e morre sem que tenha tempo de respirar. Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, o mesmo bebé nasce e vive para poder contar a aventura. E se existissem segundas oportunidades? E terceiras? E se tivéssemos um número infinito de possibilidades para viver?""Vida após Vida", de Kate Atkinson, é um romance de absoluta beleza, e a sua estrutura é das mais originais e subtis que li em muitos anos. Um romance brilhante, afável e audacioso, cujo futuro, suspeito, inclui palavras como acessível e clássico. (...)"[Ali Smith, The Observer "Best Books of 2013"]
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra. Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído por uma jovem cossaca, Mariana. O Nobel Ivan Búnin considerou os Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página de Cossacos sem recordar Homero.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra. Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído por uma jovem cossaca, Mariana. O Nobel Ivan Búnin considerou os Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página de Cossacos sem recordar Homero.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "Um Adeus Mais-Que-Perfeito" Peter Handke narra-nos o que sabe, ou o que julga saber, sobre a vida e a morte da mãe, antes que, nas suas palavras, "a mudez apática, a extrema mudez" da tristeza se apodere dele para sempre. Ainda assim, a experiência da mudez, que marca por igual o sofrimento e o amor, reside no coração da breve mas inesquecível elegia do autor, que nos dá um livro severo, escrupuloso e comovente. Uma obra singular, de um dos maiores escritores contemporâneos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "Um Adeus Mais-Que-Perfeito" Peter Handke narra-nos o que sabe, ou o que julga saber, sobre a vida e a morte da mãe, antes que, nas suas palavras, "a mudez apática, a extrema mudez" da tristeza se apodere dele para sempre. Ainda assim, a experiência da mudez, que marca por igual o sofrimento e o amor, reside no coração da breve mas inesquecível elegia do autor, que nos dá um livro severo, escrupuloso e comovente. Uma obra singular, de um dos maiores escritores contemporâneos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em "Sapatos de Corda - Agustina", Mónica Baldaque, filha única de Agustina Bessa-Luís, conta-nos as impressões da sua vida. a autora fala-nos do tempo passado com os seus pais em Coimbra, no Porto, em Vila do Conde e na região do Douro. A sua narrativa é feita com delicadeza, evitando o sentimentalismo, revelando aspectos inéditos de Agustina, mas preservando o mistério que foi a vida e a criação da escritora de "A Sibila" e "Fanny Owen". O livro é ilustrado com várias fotografias.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em "Sapatos de Corda - Agustina", Mónica Baldaque, filha única de Agustina Bessa-Luís, conta-nos as impressões da sua vida. a autora fala-nos do tempo passado com os seus pais em Coimbra, no Porto, em Vila do Conde e na região do Douro. A sua narrativa é feita com delicadeza, evitando o sentimentalismo, revelando aspectos inéditos de Agustina, mas preservando o mistério que foi a vida e a criação da escritora de "A Sibila" e "Fanny Owen". O livro é ilustrado com várias fotografias.
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