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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Esta é a história do amor de duas mães pelos seus filhos. O filho de uma morreu para honrar os valores do pai, a outra morreu para que o seu filho pudesse viver. As duas mulheres, uma portuguesa e uma angolana, são a avó e a mãe deste neto, órfão-feiticeiro, que nasceu já com dentes, um sinal que levou a prever que seria dotado de poderes extraordinários. A sua mãe temeu que ele tivesse o destino das kindoki, as crianças-feiticeiras de África, abandonadas pelas famílias que as julgam responsáveis pelas desgraças que caem sobre elas e por isso o defendeu até à morte. A história deste órfão-feiticeiro atravessa o fim do regime de Salazar e da guerra colonial, a independência e a guerra civil de Angola, os prodigiosos anos 80 e 90 em que surgiram os computadores, Portugal aderiu à Comunidade Europeia, aboliu o papel selado e saiu da administração do inqualificável território de Macau, capital mundial do jogo, encerrando o seu ciclo do império. O órfão que nos narra a história através da conversa com o seu tio Ernesto, na varanda de uma casa no bairro Sambizanga, em Luanda, é o neto rejeitado quer pela família da mãe, a poderosa família Gonzaga, uma das grandes famílias crioulas de Angola, quer pela família do pai, um jovem piloto-aviador português, filho de Augusto Torres, um político salazarista. É alguém que, sem merecer o sacrifício dos pais, se furtou a seguir o rasto de muito poder e pouco escrúpulo dos avós, que cumpre a vida como o pagamento de uma promessa feita, não por ele, mas pelos que morreram para ele viver.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Esta é a história do amor de duas mães pelos seus filhos. O filho de uma morreu para honrar os valores do pai, a outra morreu para que o seu filho pudesse viver. As duas mulheres, uma portuguesa e uma angolana, são a avó e a mãe deste neto, órfão-feiticeiro, que nasceu já com dentes, um sinal que levou a prever que seria dotado de poderes extraordinários. A sua mãe temeu que ele tivesse o destino das kindoki, as crianças-feiticeiras de África, abandonadas pelas famílias que as julgam responsáveis pelas desgraças que caem sobre elas e por isso o defendeu até à morte. A história deste órfão-feiticeiro atravessa o fim do regime de Salazar e da guerra colonial, a independência e a guerra civil de Angola, os prodigiosos anos 80 e 90 em que surgiram os computadores, Portugal aderiu à Comunidade Europeia, aboliu o papel selado e saiu da administração do inqualificável território de Macau, capital mundial do jogo, encerrando o seu ciclo do império. O órfão que nos narra a história através da conversa com o seu tio Ernesto, na varanda de uma casa no bairro Sambizanga, em Luanda, é o neto rejeitado quer pela família da mãe, a poderosa família Gonzaga, uma das grandes famílias crioulas de Angola, quer pela família do pai, um jovem piloto-aviador português, filho de Augusto Torres, um político salazarista. É alguém que, sem merecer o sacrifício dos pais, se furtou a seguir o rasto de muito poder e pouco escrúpulo dos avós, que cumpre a vida como o pagamento de uma promessa feita, não por ele, mas pelos que morreram para ele viver.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Não presto." "Sou um inútil." "Não sei fazer nada." "Não sou capaz." "Sou horrível." "Sou burro." Quantos de nós ouvem repetidamente frases deste género dentro das suas cabeças? E que dizer da sensação constante de que, por mais que façamos, nunca é o suficiente, que somos uns impostores e que, mais cedo ou mais tarde, seremos desmascarados e todos verão que afinal não valemos nada? E o pior é que, na maioria das vezes, esta autocrítica exagerada nem sequer tem qualquer fundamento e apenas nos leva a estados de ansiedade, depressão e a outros problemas de saúde mental. Neste novo livro, a psicóloga Sophie Seromenho, autora do êxito Não É Loucura, É Ansiedade, não mostra como calar esse nosso crítico interno que destrói a nossa autoestima, mas sim como mudar o seu discurso e, sobretudo, como conviver com ele. Recorrendo a técnicas e exercícios assentes numa sólida base científica, a autora mostra-nos como podemos cultivar a autocompaixão como antídoto para a autocrítica e para promover uma melhor relação com nós próprios.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Não presto." "Sou um inútil." "Não sei fazer nada." "Não sou capaz." "Sou horrível." "Sou burro." Quantos de nós ouvem repetidamente frases deste género dentro das suas cabeças? E que dizer da sensação constante de que, por mais que façamos, nunca é o suficiente, que somos uns impostores e que, mais cedo ou mais tarde, seremos desmascarados e todos verão que afinal não valemos nada? E o pior é que, na maioria das vezes, esta autocrítica exagerada nem sequer tem qualquer fundamento e apenas nos leva a estados de ansiedade, depressão e a outros problemas de saúde mental. Neste novo livro, a psicóloga Sophie Seromenho, autora do êxito Não É Loucura, É Ansiedade, não mostra como calar esse nosso crítico interno que destrói a nossa autoestima, mas sim como mudar o seu discurso e, sobretudo, como conviver com ele. Recorrendo a técnicas e exercícios assentes numa sólida base científica, a autora mostra-nos como podemos cultivar a autocompaixão como antídoto para a autocrítica e para promover uma melhor relação com nós próprios.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Barroco Tropical é uma fantasia que trata das mazelas da sociedade de Luanda no ano de 2020. Não fala da fome, nem da má rede pública de saúde ou da má qualidade da educação oferecida pelo Estado - um caos já conhecido hoje. O seu objeto de reflexão são as fraquezas humanas, no centro das quais está o Medo, que permite a violência, a corrupção, a traição, os assassinatos e o interesse por assuntos sobrenaturais que fazem esquecer a realidade. A história - dividida entre África, Europa e América - começa quando uma mulher cai do céu diante de duas testemunhas singulares: o escritor Bartolomeu Falcato e sua amante, a famosa cantora Kianda. Depois aparecem Tata Ambroise, curandeiro que quer ser psiquiatra, Mãe Mocinha, mãe-de-santo baiana, Núbia, ex-Miss Angola, ou o Rato Mickey, sapador de rosto desfigurado.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Barroco Tropical é uma fantasia que trata das mazelas da sociedade de Luanda no ano de 2020. Não fala da fome, nem da má rede pública de saúde ou da má qualidade da educação oferecida pelo Estado - um caos já conhecido hoje. O seu objeto de reflexão são as fraquezas humanas, no centro das quais está o Medo, que permite a violência, a corrupção, a traição, os assassinatos e o interesse por assuntos sobrenaturais que fazem esquecer a realidade. A história - dividida entre África, Europa e América - começa quando uma mulher cai do céu diante de duas testemunhas singulares: o escritor Bartolomeu Falcato e sua amante, a famosa cantora Kianda. Depois aparecem Tata Ambroise, curandeiro que quer ser psiquiatra, Mãe Mocinha, mãe-de-santo baiana, Núbia, ex-Miss Angola, ou o Rato Mickey, sapador de rosto desfigurado.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Como "chef "profissional, Tara Desmond, sabe bem o que cozinhar (e comer). Mas quando ficou grávida, tudo mudou e toda a comida se tornou perigosa. Desde a carne mal passada, a saladas e álcool, tudo se tornou proibido. Afinal o que é que era bom para uma grávida? Existiam listas de alimentos que devia comer. Mas receitas para refeições saudáveis a pensar nos apetites de uma grávida e no que é melhor para o seu bebé, não havia nenhuma. Foi então que decidiu juntar-se a Shirley Fan para fazer um livro de culinária que pudesse ajudar todas as grávidas que sofriam do mesmo problema. A seleção inclui preocupações como: "O que comer quando não lhe apetece comer" para aquele primeiro trimestre mais difícil! O ciclo completa-se com seis capítulos de receitas acompanhadas de informação nutricional que a vai ajudar a passar os nove meses de gravidez de uma forma saudável e deliciosa. Um batido espesso de café e umas papas de aveia no forno com nectarinas e nozes-pecãs podem fazer-nos começar bem a manhã, enquanto umas barras de mistura de frutos secos são perfeitas para um snack rápido. Opções como salada de arandos vermelhos e pistácio com vinagrete de cebolinho, "noodles "de porco e amendoins, e lasanha de ragu e abóbora-menina preenchem o almoço e jantar. Todas as receitas beneficiam também o seu corpo no período pós-gravidez (e alimentam o resto da família) focando-se em comidas saborosas, com pouca gordura, açúcar e calorias desnecessárias. "Barriga Feliz" é um livro para uma gravidez feliz e saudável. Mas garantidamente vai voltar a usar estas receitas por vários anos depois de o bebé chegar.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Como "chef "profissional, Tara Desmond, sabe bem o que cozinhar (e comer). Mas quando ficou grávida, tudo mudou e toda a comida se tornou perigosa. Desde a carne mal passada, a saladas e álcool, tudo se tornou proibido. Afinal o que é que era bom para uma grávida? Existiam listas de alimentos que devia comer. Mas receitas para refeições saudáveis a pensar nos apetites de uma grávida e no que é melhor para o seu bebé, não havia nenhuma. Foi então que decidiu juntar-se a Shirley Fan para fazer um livro de culinária que pudesse ajudar todas as grávidas que sofriam do mesmo problema. A seleção inclui preocupações como: "O que comer quando não lhe apetece comer" para aquele primeiro trimestre mais difícil! O ciclo completa-se com seis capítulos de receitas acompanhadas de informação nutricional que a vai ajudar a passar os nove meses de gravidez de uma forma saudável e deliciosa. Um batido espesso de café e umas papas de aveia no forno com nectarinas e nozes-pecãs podem fazer-nos começar bem a manhã, enquanto umas barras de mistura de frutos secos são perfeitas para um snack rápido. Opções como salada de arandos vermelhos e pistácio com vinagrete de cebolinho, "noodles "de porco e amendoins, e lasanha de ragu e abóbora-menina preenchem o almoço e jantar. Todas as receitas beneficiam também o seu corpo no período pós-gravidez (e alimentam o resto da família) focando-se em comidas saborosas, com pouca gordura, açúcar e calorias desnecessárias. "Barriga Feliz" é um livro para uma gravidez feliz e saudável. Mas garantidamente vai voltar a usar estas receitas por vários anos depois de o bebé chegar.
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Edição: Set 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Quando eu era criança, lembro-me de ver na minha casa e nas casas de pessoas de família ou amigas, normalmente na sala de visitas, um livro grande, encadernado, que se destacava de todos os outros. Nem sempre era da mesma cor, mas em todos eles havia o desenho de um homem com uma coroa de louros na cabeça e uma pala num olho. Um dia perguntei que livro era. - Este livro chama-se Os Lusíadas, é o nosso livro - disse meu pai - o livro dos portugueses. Foi escrito por Luís Vaz de Camões, o maior poeta português, acrescentou, apontando aquele homem de um só olho." Barbi-Ruivo: o Meu Primeiro Camões, dá a conhecer, aos mais jovens e não só, a vida e a obra do maior poeta português. Escrito de forma inconfundível por Manuel Alegre, e ilustrado por André Letria, este livro transporta-nos ao universo camoniano e desperta o nosso encanto para a beleza e sensibilidade das palavras do poeta.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Quando eu era criança, lembro-me de ver na minha casa e nas casas de pessoas de família ou amigas, normalmente na sala de visitas, um livro grande, encadernado, que se destacava de todos os outros. Nem sempre era da mesma cor, mas em todos eles havia o desenho de um homem com uma coroa de louros na cabeça e uma pala num olho. Um dia perguntei que livro era. - Este livro chama-se Os Lusíadas, é o nosso livro - disse meu pai - o livro dos portugueses. Foi escrito por Luís Vaz de Camões, o maior poeta português, acrescentou, apontando aquele homem de um só olho." Barbi-Ruivo: o Meu Primeiro Camões, dá a conhecer, aos mais jovens e não só, a vida e a obra do maior poeta português. Escrito de forma inconfundível por Manuel Alegre, e ilustrado por André Letria, este livro transporta-nos ao universo camoniano e desperta o nosso encanto para a beleza e sensibilidade das palavras do poeta.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ele poderá ser a ruína dela…. Hugh Redvers deveria estar morto. Por isso, quando o vê, Lady Daphne Davenport fica profundamente perturbada… Primeiro, porque a beleza daquele homem bronzeado - mesmo incluindo a pala de pirata! - é absolutamente estonteante; e depois porque a bela viúva é responsável por se ter apoderado indevidamente do seu título, das suas terras e da sua fortuna… Ela poderá ser a salvação dele… É difícil resistir à beleza intocável (e ao corpo apetecível) de Daphne Redvers. Para Hugh, esta poderá ser a mulher que o fará esquecer todas as outras. O único desafio? Descobrir o inimigo que a ameaça… bem como os segredos por detrás daqueles olhos azuis inescrutáveis… Depois do sucesso da sua estreia como romancista com "Perigoso", Minerva Spencer volta a encantar-nos com o sensualíssimo "Bárbaro"….
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ele poderá ser a ruína dela…. Hugh Redvers deveria estar morto. Por isso, quando o vê, Lady Daphne Davenport fica profundamente perturbada… Primeiro, porque a beleza daquele homem bronzeado - mesmo incluindo a pala de pirata! - é absolutamente estonteante; e depois porque a bela viúva é responsável por se ter apoderado indevidamente do seu título, das suas terras e da sua fortuna… Ela poderá ser a salvação dele… É difícil resistir à beleza intocável (e ao corpo apetecível) de Daphne Redvers. Para Hugh, esta poderá ser a mulher que o fará esquecer todas as outras. O único desafio? Descobrir o inimigo que a ameaça… bem como os segredos por detrás daqueles olhos azuis inescrutáveis… Depois do sucesso da sua estreia como romancista com "Perigoso", Minerva Spencer volta a encantar-nos com o sensualíssimo "Bárbaro"….
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O embaixador norueguês na Tailândia foi encontrado no quarto de um motel de beira de estrada com um punhal cravado nas costas. As suas estreitas ligações ao primeiro-ministro norueguês fazem com que o Ministério dos Negócios Estrangeiros em Oslo trace de imediato um plano para evitar um escândalo. Harry Hole, afogado em álcool e em vitamina B12, é metido num avião rumo a Banguecoque com instruções claras: ajudar a abafar o caso o mais discretamente possível. Porém, uma vez na Tailândia, Harry depressa descobre que não se trata de um simples assassínio aleatório. Há algo mais, algo mais perverso que se esconde nas sombras. Ou, dito de outra forma, por cada barata que vê no quarto de hotel há centenas que se escondem atrás das paredes. Com o zumbido do constante e intenso tráfego rodoviário nos ouvidos, Harry Hole mergulha no submundo de Banguecoque apinhado de clubes noturnos, templos, antros de ópio e anúncios turísticos, levando a cabo uma investigação que ninguém lhe pediu nem deseja. Nem sequer ele próprio, que, uma vez mais, é vítima dos seus instintos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O embaixador norueguês na Tailândia foi encontrado no quarto de um motel de beira de estrada com um punhal cravado nas costas. As suas estreitas ligações ao primeiro-ministro norueguês fazem com que o Ministério dos Negócios Estrangeiros em Oslo trace de imediato um plano para evitar um escândalo. Harry Hole, afogado em álcool e em vitamina B12, é metido num avião rumo a Banguecoque com instruções claras: ajudar a abafar o caso o mais discretamente possível. Porém, uma vez na Tailândia, Harry depressa descobre que não se trata de um simples assassínio aleatório. Há algo mais, algo mais perverso que se esconde nas sombras. Ou, dito de outra forma, por cada barata que vê no quarto de hotel há centenas que se escondem atrás das paredes. Com o zumbido do constante e intenso tráfego rodoviário nos ouvidos, Harry Hole mergulha no submundo de Banguecoque apinhado de clubes noturnos, templos, antros de ópio e anúncios turísticos, levando a cabo uma investigação que ninguém lhe pediu nem deseja. Nem sequer ele próprio, que, uma vez mais, é vítima dos seus instintos.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Amazônia Centro do Mundo é uma ideia viva e, portanto, livre. A experiência de viver na —— e com a —— floresta mudou radicalmente meu corpo e a experiência de corpo. E esta sou apenas eu. Amazônia Centro do Mundo é movimento poderoso, é ideia que age." Num tom literário inconfundível, Eliane Brum cruza narrativa pessoal e investigação jornalística, oferecendo-nos um livro de histórias da Amazónia: histórias de denúncia de atrocidades, da malha de ligações da natureza e seus povos, e do combate pela sobrevivência. Vivendo há anos nas margens do Rio Xingu, a escritora propõe "amazonizar-se": mergulha na grande floresta tropical e tece relações com os seus seres humanos e mais-que-humanos. Narrativa de destruição e resistência, de corrupção e cicatrizes, mas também de encontro e transformação, este livro defende uma mudança matricial face ao colapso climático e ao magnetismo de forças políticas e económicas que antagonizam a Amazónia e tudo o que este organismo vivo representa. Ao deslocar para aqui o centro do mundo, Eliane Brum funda uma nova linguagem, para que esta narrativa possa ir ao encontro de si mesma —- do banzeiro, lugar onde o rio se transforma em vórtice assustador, ao òkòtó, palavra iorubá que designa uma concha de espiral infinita. Ao buscar respostas sem se esquivar às questões incómodas, este é um livro feroz e inquietante, terno e inesquecível.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Amazônia Centro do Mundo é uma ideia viva e, portanto, livre. A experiência de viver na —— e com a —— floresta mudou radicalmente meu corpo e a experiência de corpo. E esta sou apenas eu. Amazônia Centro do Mundo é movimento poderoso, é ideia que age." Num tom literário inconfundível, Eliane Brum cruza narrativa pessoal e investigação jornalística, oferecendo-nos um livro de histórias da Amazónia: histórias de denúncia de atrocidades, da malha de ligações da natureza e seus povos, e do combate pela sobrevivência. Vivendo há anos nas margens do Rio Xingu, a escritora propõe "amazonizar-se": mergulha na grande floresta tropical e tece relações com os seus seres humanos e mais-que-humanos. Narrativa de destruição e resistência, de corrupção e cicatrizes, mas também de encontro e transformação, este livro defende uma mudança matricial face ao colapso climático e ao magnetismo de forças políticas e económicas que antagonizam a Amazónia e tudo o que este organismo vivo representa. Ao deslocar para aqui o centro do mundo, Eliane Brum funda uma nova linguagem, para que esta narrativa possa ir ao encontro de si mesma —- do banzeiro, lugar onde o rio se transforma em vórtice assustador, ao òkòtó, palavra iorubá que designa uma concha de espiral infinita. Ao buscar respostas sem se esquivar às questões incómodas, este é um livro feroz e inquietante, terno e inesquecível.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este livro apresenta um conto de Fernando Pessoa em confronto com um manifesto de Oscar Wilde.É um livro atravessado por duas ideias de anarquismo. No conto de Fernando Pessoa, o anarquismo é o espantalho que um banqueiro atira ao ar e volta a apanhar. No manifesto de Oscar Wilde, o anarquismo é a nuvem de harmonia que conduz ao Individualismo no qual o homem atinge a perfeição.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este livro apresenta um conto de Fernando Pessoa em confronto com um manifesto de Oscar Wilde.É um livro atravessado por duas ideias de anarquismo. No conto de Fernando Pessoa, o anarquismo é o espantalho que um banqueiro atira ao ar e volta a apanhar. No manifesto de Oscar Wilde, o anarquismo é a nuvem de harmonia que conduz ao Individualismo no qual o homem atinge a perfeição.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Por que é tão difícil a reforma do sistema financeiro? É esta a questão central deste livro. O mundo mudou a 15 de setembro de 2008, com o colapso do banco Lehman Brothers. Desde esse momento, os governos, os reguladores, bem como os meios financeiros, repetem como um mantra: "Nunca mais". As autoridades dispõem agora de mecanismos para descobrir e punir os abusos. Pelo menos do exterior. Porque no fundo, muito poucas coisas mudaram. Continuamos a caminhar sobre um vulcão que pode entrar de novo em erupção apesar das medidas para o impedir. Marc Roche, jornalista de economia na City em Londres, conversou com alguns dos grandes responsáveis económicos mundiais. À primeira vista, pareciam conscientes e preocupados em moralizar o mundo financeiro. Mas a ausência de sentido das responsabilidades é chocante. Alguns dos grandes banqueiros assumiram riscos insensatos ao perseguir o seu interesse pessoal em vez do interesse do seu empregador, para não falar do interesse da sociedade. Um grande número de banksters continua onde sempre esteve: na cúpula. E aparentemente não manifesta nenhum remorso. Depois do bestseller O Banco, Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo, com mais de 10 mil exemplares vendidos, Marc Roche traz-nos um livro revelador que responde a questões fundamentais e que até hoje têm ficado sem resposta: - Como se passaram realmente as coisas? - Como se pôde chegar aqui? - Por que razão a desregulamentação, que foi excelente num primeiro momento, pôde transformar-se numa engrenagem assustadora? Ao identificar os principais intervenientes e as suas motivações, os factos e especialmente os erros, Marc Roche atribui rostos a acontecimentos e momentos decisivos, analisando o jogo perigoso em que o mundo financeiro se tornou, um autêntico casino onde os jogadores podem levar um banco à falência a qualquer momento.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Por que é tão difícil a reforma do sistema financeiro? É esta a questão central deste livro. O mundo mudou a 15 de setembro de 2008, com o colapso do banco Lehman Brothers. Desde esse momento, os governos, os reguladores, bem como os meios financeiros, repetem como um mantra: "Nunca mais". As autoridades dispõem agora de mecanismos para descobrir e punir os abusos. Pelo menos do exterior. Porque no fundo, muito poucas coisas mudaram. Continuamos a caminhar sobre um vulcão que pode entrar de novo em erupção apesar das medidas para o impedir. Marc Roche, jornalista de economia na City em Londres, conversou com alguns dos grandes responsáveis económicos mundiais. À primeira vista, pareciam conscientes e preocupados em moralizar o mundo financeiro. Mas a ausência de sentido das responsabilidades é chocante. Alguns dos grandes banqueiros assumiram riscos insensatos ao perseguir o seu interesse pessoal em vez do interesse do seu empregador, para não falar do interesse da sociedade. Um grande número de banksters continua onde sempre esteve: na cúpula. E aparentemente não manifesta nenhum remorso. Depois do bestseller O Banco, Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo, com mais de 10 mil exemplares vendidos, Marc Roche traz-nos um livro revelador que responde a questões fundamentais e que até hoje têm ficado sem resposta: - Como se passaram realmente as coisas? - Como se pôde chegar aqui? - Por que razão a desregulamentação, que foi excelente num primeiro momento, pôde transformar-se numa engrenagem assustadora? Ao identificar os principais intervenientes e as suas motivações, os factos e especialmente os erros, Marc Roche atribui rostos a acontecimentos e momentos decisivos, analisando o jogo perigoso em que o mundo financeiro se tornou, um autêntico casino onde os jogadores podem levar um banco à falência a qualquer momento.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Numa escrita cadenciada ao ritmo dos silêncios, um homem invariavelmente só, como a casa branca que se ergue sempre no cimo de uma colina, tudo espiando. As mulheres, as de toda a vida, e as outras, incapazes de preencher um vazio que se preenche a si mesmo, num mosaico de histórias densas, concisas e intensas, de um escritor que prefere desarticular a realidade, dizendo menos e sugerindo mais. Nelas se vê a clara influência do universo literário latino-americano, a única e verdadeira geografia de Eric Nepomuceno.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Numa escrita cadenciada ao ritmo dos silêncios, um homem invariavelmente só, como a casa branca que se ergue sempre no cimo de uma colina, tudo espiando. As mulheres, as de toda a vida, e as outras, incapazes de preencher um vazio que se preenche a si mesmo, num mosaico de histórias densas, concisas e intensas, de um escritor que prefere desarticular a realidade, dizendo menos e sugerindo mais. Nelas se vê a clara influência do universo literário latino-americano, a única e verdadeira geografia de Eric Nepomuceno.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. "Bandolim" é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema: < MODUS OPERANDI Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. "Bandolim" é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema: < MODUS OPERANDI Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 80
Sinopse:
" Julgo que não é inexacto afirmarmos que a poesia portuguesa tem dado a conhecer regularmente autores mais jovens que prolongam sem dificuldade o nível de qualidade a que anteriores gerações nos haviam habituado. Um deles é simultaneamente um ensaísta e crítico, um tradutor e um poeta notável: José Tolentino Mendonça. " Eduardo Prado Coelho escrevia estas linhas no jornal "Público" (19.09.98) aquando da publicação de "A Que Distância Deixaste o Coração", anterior livro de poesia de J.T. Mendonça, cujos poemas estão incluídos nesta edição de "Baldios", embora sem as fotografias de Vicente Moreira Rato que os acompanhavam. "Baldios" vem confirmar estas palavras e revelou-se como um dos grandes livros de poesia publicados em 1999. Uma poesia feita de alegrias e tristezas, comunhão e abandono, segredos, viagens, errâncias, atenta ao que a rodeia, tensa e de simplicidade extrema, ao mesmo tempo íntima e exterior. Fica-lhe aqui o poema "Duas cidades, S. Paulo", cortesia do editor.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
" Julgo que não é inexacto afirmarmos que a poesia portuguesa tem dado a conhecer regularmente autores mais jovens que prolongam sem dificuldade o nível de qualidade a que anteriores gerações nos haviam habituado. Um deles é simultaneamente um ensaísta e crítico, um tradutor e um poeta notável: José Tolentino Mendonça. " Eduardo Prado Coelho escrevia estas linhas no jornal "Público" (19.09.98) aquando da publicação de "A Que Distância Deixaste o Coração", anterior livro de poesia de J.T. Mendonça, cujos poemas estão incluídos nesta edição de "Baldios", embora sem as fotografias de Vicente Moreira Rato que os acompanhavam. "Baldios" vem confirmar estas palavras e revelou-se como um dos grandes livros de poesia publicados em 1999. Uma poesia feita de alegrias e tristezas, comunhão e abandono, segredos, viagens, errâncias, atenta ao que a rodeia, tensa e de simplicidade extrema, ao mesmo tempo íntima e exterior. Fica-lhe aqui o poema "Duas cidades, S. Paulo", cortesia do editor.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Sarnau e Mwando protagonizam esta estória de amor. Da juventude à idade madura, com eles percorremos os dias, os meses, os anos, os encontros e os desencontros, a dolorosa separação, o desespero, o sofrimento e a alegria, as lágrimas e os sorrisos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Sarnau e Mwando protagonizam esta estória de amor. Da juventude à idade madura, com eles percorremos os dias, os meses, os anos, os encontros e os desencontros, a dolorosa separação, o desespero, o sofrimento e a alegria, as lágrimas e os sorrisos.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Mais um livro da coleção A Bíblia, desta vez com alimentos baixos em hidratos de carbono, que ajuda a saber o que comer para emagrecer. Refeições equilibradas e saudáveis à base de carnes variadas, marisco, ovos e vegetais frescos. Benefícios de uma alimentação pobre em glícidos: diminuição da sensação de fome, controlo do nível de insulina e perda de peso. Receitas variadas, saborosas e fáceis de preparar. Sugestões de ementas para ajudar a iniciar um novo tipo de alimentação.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Mais um livro da coleção A Bíblia, desta vez com alimentos baixos em hidratos de carbono, que ajuda a saber o que comer para emagrecer. Refeições equilibradas e saudáveis à base de carnes variadas, marisco, ovos e vegetais frescos. Benefícios de uma alimentação pobre em glícidos: diminuição da sensação de fome, controlo do nível de insulina e perda de peso. Receitas variadas, saborosas e fáceis de preparar. Sugestões de ementas para ajudar a iniciar um novo tipo de alimentação.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A Lisboa de Henrique Dinis da Gama rejeita a evidência e a tentação dos efeitos, porque parte do olhar subjectivo com que interpreta a paisagem. Percorre-a como que casualmente e, no entanto, ao menor sobressalto descobre no real imediato o mistério dum apontamento que transfigura a leitura. [...] "José Cardoso Pires" É esta luz inclusa nas coisas o que um poeta da câmara mágica nos dá a ver. Como se precisássemos da duplicação, da imagem, para ver o que sem ela é só mancha e caos. Henrique Dinis da Gama não olha apenas Lisboa coalhando o seu silêncio luminoso. Revela-a como uma floresta de olhares. Dela, não nossos. Janelas como olhos em toda a parte. Olhos como janelas. Incólume, o mistério de uma cidade solar por fora, secreta por dentro. "Eduardo Lourenço"
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A Lisboa de Henrique Dinis da Gama rejeita a evidência e a tentação dos efeitos, porque parte do olhar subjectivo com que interpreta a paisagem. Percorre-a como que casualmente e, no entanto, ao menor sobressalto descobre no real imediato o mistério dum apontamento que transfigura a leitura. [...] "José Cardoso Pires" É esta luz inclusa nas coisas o que um poeta da câmara mágica nos dá a ver. Como se precisássemos da duplicação, da imagem, para ver o que sem ela é só mancha e caos. Henrique Dinis da Gama não olha apenas Lisboa coalhando o seu silêncio luminoso. Revela-a como uma floresta de olhares. Dela, não nossos. Janelas como olhos em toda a parte. Olhos como janelas. Incólume, o mistério de uma cidade solar por fora, secreta por dentro. "Eduardo Lourenço"
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A acção situa-se no Bairro mais clandestino da Europa durante os anos 70 e 80: a Brandoa e é narrada por Rogério Paulo, nascido durante o terramoto de 28 de Fevereiro de 1969. O narrador cresce marcado pela morte do seu primo Fernando dois dias antes de nascer, acompanhado pelas personagens fantásticas do Bairro sem Saída: o seu amigo e Mário, diabético que vai desaparecendo; a cigana Zíngara e suas maldições; o monstruoso ser de duas cabeças que lhe ensombra a infância; a Noiva de Branco, que se atira da janela do quarto andar. Um livro com os batimentos rápidos do heavy metal e a melancolia escura do gótico, sem esquecer uma boa dose de humor, apresentando a eterna guerra entre ricos e pobres. Este é o primeiro romance de Fernando Ribeiro, que aqui apresenta a sua outra voz, tão forte e ousada como na sua banda, mas, agora, traduzida nas palavras de um livro que grita, emociona, entretém e encanta.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A acção situa-se no Bairro mais clandestino da Europa durante os anos 70 e 80: a Brandoa e é narrada por Rogério Paulo, nascido durante o terramoto de 28 de Fevereiro de 1969. O narrador cresce marcado pela morte do seu primo Fernando dois dias antes de nascer, acompanhado pelas personagens fantásticas do Bairro sem Saída: o seu amigo e Mário, diabético que vai desaparecendo; a cigana Zíngara e suas maldições; o monstruoso ser de duas cabeças que lhe ensombra a infância; a Noiva de Branco, que se atira da janela do quarto andar. Um livro com os batimentos rápidos do heavy metal e a melancolia escura do gótico, sem esquecer uma boa dose de humor, apresentando a eterna guerra entre ricos e pobres. Este é o primeiro romance de Fernando Ribeiro, que aqui apresenta a sua outra voz, tão forte e ousada como na sua banda, mas, agora, traduzida nas palavras de um livro que grita, emociona, entretém e encanta.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 56
Sinopse:
No ano em que celebram os 50 anos daquele que é provavelmente o livro de poesia mais lido e cantado, Praça da Canção, Manuel Alegre publica um novo livro de poesia que é um Praça da Canção dos nossos dias. Uma voz de protesto e de indignação, um retrato inconformado da Pátria e das ditaduras que nos governam, nomeadamente a dos mercados, são temas presentes neste poderoso Bairro Ocidental. Como se pode ler neste poema, "Pátria Minha":Entre nós e o futuro há arame farpadolevaram o que se via além de nósnão resta mais que a ponta do narizcomo esperar agora o inesperado?Somos do Sul e o saldo somos nóscontra o bezerro de oiro o teu quadradoo poema tem de ser o teu país.Entre nós e amanhã há uma taxa de jurouma empresa de rating Bruxelas Berlimentre hoje e o futuro há outra vez um muroresgate é a palavra que nos diztens de explodir o não dentro do simnão te feches em torres de marfimo poema tem de ser o teu país.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
No ano em que celebram os 50 anos daquele que é provavelmente o livro de poesia mais lido e cantado, Praça da Canção, Manuel Alegre publica um novo livro de poesia que é um Praça da Canção dos nossos dias. Uma voz de protesto e de indignação, um retrato inconformado da Pátria e das ditaduras que nos governam, nomeadamente a dos mercados, são temas presentes neste poderoso Bairro Ocidental. Como se pode ler neste poema, "Pátria Minha":Entre nós e o futuro há arame farpadolevaram o que se via além de nósnão resta mais que a ponta do narizcomo esperar agora o inesperado?Somos do Sul e o saldo somos nóscontra o bezerro de oiro o teu quadradoo poema tem de ser o teu país.Entre nós e amanhã há uma taxa de jurouma empresa de rating Bruxelas Berlimentre hoje e o futuro há outra vez um muroresgate é a palavra que nos diztens de explodir o não dentro do simnão te feches em torres de marfimo poema tem de ser o teu país.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 328
Sinopse:
1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas. Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher. Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida... e do amor.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas. Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher. Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida... e do amor.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Pedro Rosa Mendes, repórter galardoado do "Público", partiu em Junho de 1997, com uma bolsa de criação literária do Centro Nacional de Cultura, mochila às costas, máquina fotográfica e gravador, para uma viagem de Namibe, ao sul de Angola, onde se situa a Baía dos Tigres, a Quelimane, Moçambique, atravessando o continente Africano de costa a costa, à semelhança de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, por picadas, rios e caminhos de ferro. Regressaria três meses e meio depois desta viagem, carregado de histórias bastantes diferentes das que aqueles exploradores certamente encontraram. Histórias de ódio e de horror, de crueldade, num continente onde uma guerra sem fim à vista, tem vindo a aniquilar cada vez mais gente. Em mais de quatrocentas páginas, "Baía dos Tigres" é um relato dessas histórias, como diz Alexandra Lucas Coelho no suplemento Leituras, do "Público", "barroco, denso, infernal. Fino, claro, transparente. Como acontece aos homens ser."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Pedro Rosa Mendes, repórter galardoado do "Público", partiu em Junho de 1997, com uma bolsa de criação literária do Centro Nacional de Cultura, mochila às costas, máquina fotográfica e gravador, para uma viagem de Namibe, ao sul de Angola, onde se situa a Baía dos Tigres, a Quelimane, Moçambique, atravessando o continente Africano de costa a costa, à semelhança de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, por picadas, rios e caminhos de ferro. Regressaria três meses e meio depois desta viagem, carregado de histórias bastantes diferentes das que aqueles exploradores certamente encontraram. Histórias de ódio e de horror, de crueldade, num continente onde uma guerra sem fim à vista, tem vindo a aniquilar cada vez mais gente. Em mais de quatrocentas páginas, "Baía dos Tigres" é um relato dessas histórias, como diz Alexandra Lucas Coelho no suplemento Leituras, do "Público", "barroco, denso, infernal. Fino, claro, transparente. Como acontece aos homens ser."
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Quando chega o Natal a Vila Frutinha, todos os habitantes se preparam para receberem da melhor forma esta quadra tão especial. A Docinho de Morango e as suas amigas decidem jogar ao "Amiga Oculta" e esforçam-se por escolher o presente perfeito para a menina que lhes calha em sorte. Mas, na noite de Natal, há alguma tristeza e desilusão entre as amigas. Será este Natal "baga-da-feliz" para toda a gente?
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Quando chega o Natal a Vila Frutinha, todos os habitantes se preparam para receberem da melhor forma esta quadra tão especial. A Docinho de Morango e as suas amigas decidem jogar ao "Amiga Oculta" e esforçam-se por escolher o presente perfeito para a menina que lhes calha em sorte. Mas, na noite de Natal, há alguma tristeza e desilusão entre as amigas. Será este Natal "baga-da-feliz" para toda a gente?
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