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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 624
Sinopse: Estendendo-se da Idade do Bronze à Era da Exploração, este livro apresenta uma narrativa nova: a que reconstitui os milénios de encontros e trocas globais que construíram aquilo a que chamamos Ocidente, conforme as sociedades se conheciam, enredavam e, por vezes, se afastaram. Da criação do alfabeto por trabalhadores levantinos no Egito, que em terra estranha foram levados a escrever na sua língua pela primeira vez, à chegada de artigos indianos à Europa por intermédio do mundo árabe, Quinn demonstra que interpretar as sociedades como ilhas isoladas está desatualizada duzentos anos, além de estar comprovada e historicamente errado. O contacto e as conexões, e não as civilizações solitárias, impulsionam a mudança histórica. Não são os povos que fazem a história, mas as pessoas e as ligações que criam umas com as outras. «Uma argumentação deslumbrante, arrebatadora e inovadora de uma historiadora preparada para causar polémica.» Lucy Worsley, historiadora «Ousado, muito bem escrito e repleto de ideias, este livro exige que desafiemos as visões tradicionais sobre o passado. Um feito extraordinário.» Peter Frankopan, historiador, Universidade de Oxford «Só Josephine Quinn poderia ter escrito um livro como este: um livro de tremenda erudição e curiosidade; um livro que nos ensina algo novo em quase todas as páginas.» Merve Emre, autora e crítica literária
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse: O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos , sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar. «Astuto, bastante espirituoso e muito inteligente: uma meditação elegante sobre os mistérios da Arte e da Vida.» Kirkus Review «Esplêndido híbrido de um romance, parte biografia, parte ficção, parte crítica literária o todo realizado com grande brio. É um grande divertimento literário.» The New York Times «Este é o livro que realmente fez o nome de Barnes uma mistura incrivelmente imaginativa de factos e invenções, a história inventada de um médico obcecado por Flaubert e um emaranhado de trechos da vida do grande escritor francês.» The Guardian «É um livro humano e generoso, cheio de sensibilidade e sagacidade, rico e pródigo em inventividade verbal. Um livro que Flaubert teria recusado escrever. Um livro que valeu a pena ser escrito.» The New York Times
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 96
Sinopse: Acordo do embalo de contos já olvidados, Penso então nos meus dias de pequenino, Os sinos dobram e, em sapatos prateados, Avança pela noite alva o Jesus Menino. Para o poeta Hermann Hesse, o Natal está sobretudo associado às memórias da infância. Mas, à medida que foi envelhecendo, Hesse começou, progressivamente, a distanciar-se do sentimentalismo comercial e pagão que passou a dominar a «festa do amor». As reflexões e os poemas sobre esta celebração reunidos neste pequeno livro, na sua maioria organizados pela ordem cronológica do seu surgimento, traduzem uma dicotomia de reverência e distanciamento trocista sobre esta «festa sempre maravilhosa, apesar de toda a vertigem». Ilustrado com aguarelas do autor.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 32
Sinopse: Ter 20 anos em Paris, em 1871, significa ter vivido os terríveis combates da Semana Sangrenta e os massacres ordenados por Adolphe Thiers. Mais de 15.000 homens, mulheres e crianças foram mortos pelas balas e baionetas das tropas do executivo. Os Versalhes precisaram de sete dias, de 21 a 28 de maio, para reconquistar Paris e pôr fim à Comuna. No dia 27 de maio de 1871, penúltimo dia da insurreição, os comunistas foram encurralados no nordeste de Paris e desencadearamse terríveis combates no cemitério de PèreLachaise. Os combates são ferozes, com facas e combates corpo a corpo entre os túmulos. No final do dia, os Versalhes tomaram o controlo do PèreLachaise e mataram 147 federais contra o muro do cemitério, que hoje tem o seu nome e se tornará o local emblemático da celebração da Comuna.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 96
Sinopse: César é um escritor que ganha (mal) a vida a fazer traduções e, secretamente, um cientista louco. Pouco depois de resolver um enigma secular e de deitar as mãos a um antigo tesouro de piratas que o torna rico e famoso, César parte para um congresso de literatura na pequena cidade de Mérida, na Venezuela. Aí, disfarçado de inofensivo escritor, pretende levar a cabo um plano diabólico e delirante para dominar o mundo: clonar Carlos Fuentes e criar um exército imbatível de génios intelectuais. Mas, por obra do destino - ou do azar -, esse plano abre caminho a uma catástrofe de dimensões inesperadas... Divertimento, sonho infantil, jogo literário que funde cultura popular e ars narrativa, no qual há lugar para instrumentos de clonagem, antigos amores, teatro, filosofia, teoria da literatura ou colossais lagartas azuis, O Congresso de Literatura constitui umas das obras mais lidas e celebradas do «laboratório» César Aira.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse: Depois da morte da mãe e com um pai quase sempre ausente, o pequeno Péter Simon é confiado aos avós. Os seus dias são passados a brincar aos pais e às mães com Gábor e Éva, os filhos dos vizinhos, no labiríntico jardim da casa do lado ou a ouvir as histórias que o avô lhe conta retiradas da Bíblia, do Talmude ou da imaginação. Aos seus olhos, o mundo misterioso dos adultos vai assumindo contornos irreais, à medida que imagens dolorosas e incompreensíveis se sucedem: a condenação do pai por traição, a morte dos avós, o desaparecimento inesperado dos vizinhos ou o seu ingresso numa instituição para filhos desviados do regime. Escrito em 1972, mas apenas publicado cinco anos depois, devido à censura do regime estalinista de Kádár, O Fim de um Romance Familiar é uma das obras mais famosas de Péter Nádas que o confirmou como um dos nomes cimeiros da literatura europeia.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse: António Prata é um presidente da câmara pequenino, com uma voz fininha, que quer vender Lisboa aos ricos. O seu sonho são unicórnios e estacionamento privado em Campo de Ourique. Soa-vos familiar? Neste cenário que todos conhecemos bem, é-nos apresentado um novo reality show, Capital da Arte, que quer eleger o melhor artista português, premiando-o com um dos ateliês dos Coruchéus, em Alvalade, que deviam ser do povo mas não são. Na verdade, este reality show esconde uma realidade muito mais sinistra que assenta na especulação imobiliária e na perda da essência artística. Escrito com humor, irreverência, asneiras e calão, como o autor já nos habituou, este livro é uma ode e, simultaneamente, uma crítica a Lisboa e à forma como tem vindo a tratar os seus habitantes.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse: «Porque noutros lados, sempre que se fala do interesse público, é do privado que cuidam. Aqui, onde nada é privado, conduzem com seriedade os assuntos públicos.» No início do século XVI, em Antuérpia, Thomas More é apresentado ao navegador português Rafael Hitlodeu, que lhe relata a existência de um lugar extraordinário: uma ilha - Utopia - onde impera a ordem e a justiça, onde a propriedade é comum e os cidadãos coabitam em harmonia. Partindo da noção platónica de uma cidade dirigida por filósofos - e, portanto, pela razão -, More descreve este mundo ideal, conferindo-lhe leis, uma organização social, política e religiosa e até um alfabeto próprio, e tece uma crítica velada à ambição e corrupção da classe dirigente da época e dos valores que a orientavam. Publicado em 1516, Utopia constitui um dos textos fundacionais do pensamento político moderno e do humanismo, assinalando o momento em que, livre da conceção medieval de um Deus todo-poderoso, o Homem toma consciência de que é dono e senhor do seu destino.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse: «Eras de uma realidade paralela à minha, e eu assimilara o facto de duas paralelas não poderem encontrar-se.» Cairo, anos 1960. Tarek, ainda rapaz, vê o seu destino traçado: será médico, tal como o pai, e há de casar e ter filhos. Sob o olhar atento da família, este trilho não sofre desvios. Até que Tarek conhece Ali, e tudo muda. O relacionamento interdito entre os dois homens, separados por todas as convenções sociais e de classe, deixará um rasto de destruição. Anos depois, encontramos Tarek sozinho, do outro lado do mundo. Alguém começa a escrever sobre ele e para ele, reconstituindo em detalhe um passado que Tarek preferia esquecer. O que não sei de ti transporta-nos para um momento histórico irrepetível, numa sociedade fraturada e desigual, e põe a nu as feridas de quem não pode viver livremente. No final, quando descobrirmos quem escreve esta história, descobriremos também se é possível evitar um desenlace trágico para uma desolada história de amor. Romance multipremiado: Prix Femina des Lyceens | Prix des Libraires de France | Prix France Quebec | Prix des Cinq Continents | Prix Libraires en Seine | Prix Premiere Plume | Prix Evok Finalista do Giller Prize e Atwood Gibson Fiction Prize Selecionado para o Prix Femina e o Prix Renaudot
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse: Em 2023, a recuperar ainda de uma cirurgia cardíaca, Faciolince aceitou o convite para participar numa feira do livro na Ucrânia. Cumpridos os compromissos literários, o grupo com que seguia decidiu deslocar-se a uma das cidades mais próximas da linha da frente, para testemunhar em primeira mão os horrores da invasão russa. Não imaginavam, então, quão de perto iriam viver a tragédia da guerra. Na véspera do regresso, num restaurante em Kramatorsk, Faciolince e os seus companheiros de viagem sofreram um golpe inominável: um míssil russo com seiscentos quilos de explosivos caiu no centro da cidade, matando treze pessoas e ferindo mais de sessenta. Uma das vítimas mortais foi a escritora ucraniana Victoria Amélina, guia e companheira da incursão ucraniana que terminou em tragédia. Minutos antes, Faciolince acabara de trocar de lugar à mesa com ela. Este livro é o relato dessa história, no tom pungente e brutalmente honesto que caracteriza o melhor da literatura deste autor: a indignação diante da morte de um inocente; a culpa e o espanto dos sobreviventes; e o incómodo e fortuito acaso de escapar à morte uma vez mais. Um relato que se transforma numa reflexão desarmante sobre a fragilidade da vida.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: Este livro reúne treze contos e mais de uma centena de crónicas, ensaios, textos híbridos. Sob o holofote da escrita inigualável de Clarice Lispector, desfilam o aborrecimento quotidiano, o estranhamento do mundo, o enigma da criação artística e uma fundacional solidão. De «Os desastres de Sofia» ou «O ovo e a galinha» a «Instantâneo de uma senhora» ou «Uma imagem de prazer», A legião estrangeira reconstrói ideias sobre erotismo, velhice, laços de amizade, preceitos sociais, valores de família, ligações perigosas. Com este volume, recuperamos a edição original de A legião estrangeira, conforme organizada pela autora em 1964, e até agora inédita em Portugal. Aqui encontramos a escrita vívida de Clarice, infundida de alguma tristeza e algum humor, que diverte e perturba, mas que sobretudo espanta. «Esta é a escrita de uma transgressora. Lispector escreve o que sente, mesmo que o sentimento não tenha nome, e legitima temas historicamente marginalizados nos discursos literários e jornalísticos. Não explica, não ilustra. Escolhe aproximar-se perigosamente.» Isabel Lucas
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 260
Sinopse: Quando um pequeno avião é sequestrado e se despenha no coração dos Himalaias, os passageiros entre eles Hugh Conway, um diplomata britânico acreditam estar condenados. No entanto, em vez da morte, os sobrevivente encontram refúgio em Shangri-La: um mosteiro secreto num vale intocado, onde reina uma serenidade imutável e a promessa de uma vida longa e plena. Mas conseguirá alguém abandonar esse refúgio idílico e regressar ao caos do mundo moderno?
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse: Quando Vera era criança, um demónio assombrava a sua casa e atormentava a sua mãe, fustigando-lhe os nervos até ela ficar de cama durante dias. Entre sessões de exorcismo e consultas com o psiquiatra, a superstição vai-se desvanecendo ano após ano para dar lugar ao diagnóstico. Mas apesar da doença e das excentricidades, o amor entre Vera e a mãe é mais forte do que qualquer outra coisa, capaz de sobreviver à passagem do tempo, às tormentas e ao estigma da sociedade. Combinando desenhos delicados com bordados feitos à mão pela autora, Corpo de Cristo relata com uma ternura crua o tabu da doença mental e o papel de cuidador sempre imposto às mulheres. É também o retrato trágico e universal de uma mulher presa ao seu papel de filha, mãe e esposa numa sociedade patriarcal, pobre e católica.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse: Desde a infância, Kusama sofre de uma condição que a faz ver manchas, o que significa que vê o mundo de uma forma surreal, quase alucinogénica, que se enquadra muito bem no País das Maravilhas de Alice. Ela é fascinada pela infância e pela forma como os adultos têm a capacidade, no seu momento mais criativo, de ver as coisas como as crianças, uma preocupação central dos livros de Alice. As imagens de Kusama são intercaladas ao longo do texto.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse: Carmen Maria Machado irrompeu na cena literária norte-americana como um furacão, combinando a tradição folclórica com a modernidade, para sondar terrenos minados como a violência doméstica, o patriarcado e o amor tóxico. Se no elogiadíssimo volume de contos O corpo dela e outras partes o fez no campo da ficção, neste livro bastou-lhe escavar na memória. Partindo da experiência de uma relação asfixiante com uma mulher carismática, porém, volátil, a autora faz uma dissecação inédita dos mecanismos do abuso psicológico, analisando como ela própria se foi transformando nas garras da violência. E deixa um aviso: quem julga entrar na casa dos sonhos pode, afinal, estar a entrar numa casa assombrada. Da adolescência religiosa aos estereótipos dos relacionamentos lésbicos, dos cânones da sexualidade à violência das relações amorosas, esta narrativa pungente estilhaça todas as ideias sobre o que pode ser um livro de memórias. Com uma honestidade e humanidade desarmantes, Carmen Maria Machado desfia uma história que se entranha na nossa pele e passa a ser também a nossa.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 608
Sinopse: Um Homem em Declínio, romance semiautobiográfico de Osamu Dazai, considerado o Dostoiévski japonês, troca o seu cenário original pré-guerra pelo admirável mundo novo dos anos 1920 nesta adaptação do enfant terrible da manga. Descubra como um autoproclamado palhaço desperta para o seu génio sombrio. Retratando-se como um fracasso, o protagonista desta obra narra uma vida aparentemente normal, apesar de se sentir incapaz de compreender os seres humanos. As tentativas de Oba Yozo de se reconciliar com o mundo ao seu redor começam na infância, continuam na adolescência, em que se torna um «palhaço» para mascarar a sua alienação, e eventualmente levam a uma tentativa frustrada de suicídio na idade adulta. Sem sentimentalismos, Yozo regista as crueldades casuais da vida e os seus momentos fugazes de conexão humana e ternura.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse: A batalha Toman vs. Valhalla começa, naquele que será o «Halloween Sangrento»! Os principais membros de ambos os gangues entram em combate repentinamente - Mikey x Kazutora, Draken x Hanma! No presente, Takemichi descobre uma verdade chocante: Mikey mata Kazutora nesta luta. Mas será que desta vez Takemichi conseguirá mudar o passado?!
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse: A Chefe dos Maus é uma viagem pelo submundo de Shinjuku, onde o autor de Tóquio vive longe da Terra revela outra face de uma cidade tão fascinante como ambígua.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse: Os Krull são uma família de imigrantes alemães que vive há gerações na última casa junto ao canal de uma localidade do interior de França. Procuram manter-se discretos e integrar-se, vão ao templo ao domingo, ganham a vida com a sua pequena mercearia, o filho estuda Medicina, mas aos olhos da vizinhança continuam estrangeiros, merecendo tão-só desconfiança e hostilidade. À medida que o cerco à família aperta quando um terrível crime abala a comunidade, os Krull têm eles próprios de lidar com um hóspede inesperado, de intolerável estranheza e conduta, também ele estrangeiro aos seus olhos, o jovem primo Hans, o verdadeiro Krull da Alemanha. Roman dur sombriamente profético sobre a intolerância e o medo, a culpa e a vergonha, escrito num crescendo magistral de tensão, A Casa dos Krull foi publicado em 1939, em vésperas da Segunda Guerra Mundial.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 416
Sinopse: «Trinta anos mais tarde, ainda se censuraria por ter mostrado a Ladivine, nas primeiras semanas da sua existência, a inquietante figura da melancolia.» Todos os meses, há um dia em que Clarisse Rivière ¿ ou melhor, Malinka ¿ deixa o marido e a filha, apanha um comboio em segredo e vai visitar a mãe ¿ Ladivine ¿, que a criou sozinha, na periferia de Paris, quando não estava a trabalhar nas limpezas. Anos antes, Malinka mudara de cidade e de nome e, durante muito tempo, manteve um jogo duplo: a sua nova família desconhecia a existência de Ladivine. Até que, abandonada pelo marido, Malinka/Clarisse procura conforto num homem perigoso, que precipitará uma tragédia. Será a filha de Clarisse ¿ de nome Ladivine ¿ quem virá juntar os despojos destas muitas vidas. Sobre ela, contudo, paira também um mistério, talvez uma maldição. De férias num país longínquo, é confundida, na rua, com outra mulher. Sucedem-se episódios violentos, inverosímeis. Haverá redenção para os fantasmas do passado? Narrativa magistral sobre um legado de vergonha transmitido entre mulheres da mesma desafortunada família, a malha apertada de Ladivine oscila entre uma realidade crua e um plano quase mitológico, profundamente inquietante. ROMANCE FINALISTA DO BOOKER PRIZE E DO INTERNATIONAL DUBLIN LITERARY AWARD AUTORA VENCEDORA DO PRÉMIO GONCOURT
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse: Chegou o quinto volume do maior fenómeno manhua do momento, campeão de vendas em todo o mundo. Quando dois homens poderosos se encontram na vida e na morte, o resultado é¿ explosivo. Na busca implacável pela verdadeira causa da morte de Xiao Xingchen, Wei Wuxian recorre ao perigoso poder da «Empatia» e mergulha no passado. Assim, descobre que, anos antes, Xiao Xingchen encontrou refúgio no campo, onde se uniu a uma jovem chamada A-Jing, com quem partilhou uma paz efémera. A tranquilidade desfez-se quando salvaram um homem gravemente ferido. Esse homem era Xue Yang, um vilão encantador, mas com um coração gelado, que, tecendo uma rede de mentiras e manipulações, se infiltrou na vida deles para planear um confronto sangrento entre velhos amigos e inimigos. Com texto de Mo Xiang Tong Xiu, baseado no romance original, e ilustrada pelos Luo Di Cheng Qiu, esta é a série de manhua que já tem milhões de leitores em todo o mundo. És o próximo?
Nº Páginas: 52
Sinopse:
"45 jogos num livro com um formato prático para levares sempre contigo para te entreteres. Contém 15 jogos de observação, 15 enigmas, 15 labirintos e um marcador apagável. Este livro de atividades, edição dedicada a jogos para passar tempo, promove o controlo da caneta e a concentração."
Nº Páginas: 32
Sinopse:
"A Coelhinha olha para o Cão. O Cão olha para a Coelhinha. Ninguém diz «olá». Nem «bom dia». Mas, na noite da estrela-cadente, duas portas abrem-se¿"
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A Última Feiticeira passa-se num tempo em que os sábios Druidas se recolhiam nas florestas para perpetuar o Conhecimento que, em eras passadas, lhes fora transmitido pelos Seres Mágicos, mais precisamente depois de a feiticeira Aranwen ter renunciado aos poderes mágicos para se casar com um mortal por quem se apaixonara. Para que esses poderes não se perdessem, ela guardou-os dentro de sete lindíssimas pedras, formando um colar que viria a ser muito cobiçado. O berço da heroína desta história, Catelyn, e dos seus cinco irmãos varões situa-se na Grande Ilha, cada vez mais fustigada pelos ataques dos Viquingues, nas suas estranhas embarcações mais velozes do que o vento. Os senhores locais formaram uma Aliança para os repelirem, consolidando essa política através de casamentos combinados entre os herdeiros das grandes famílias. Depois de uma infância paradisíaca, Catelyn destinou casá-la. Só a Pedra do Tempo, que se ergue imponente sobre o Norte do mundo, guarda o segredo de um poderoso pacto de amor e sangue. Este é o primeiro volume da Saga das Pedras Mágicas, uma aventura épica passada num mundo repleto de magia e romance. Saiba mais sobre a autora em sandracarvalho-autora.blogspot.com
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Oláamigos! O meu nome é Teresatenho sete anos e adoro inventar históriasbrincar com o meu irmão João e passar tempo com a minha família. Sou uma menina muito feliz: crescer é mesmo uma aventura e todos os dias descubro uma coisa nova! Quando algo não está bemtenho a Doutora Rita para cuidar de mim: é a melhor pediatra do mundo e sabe sempre como me ajudar. Quem diria que as ervilhas têm superpoderes? Pois étêm! Aprendi isto com a Doutora Rita. Andavem daí! Quero contar-te tudo o que a minha pediatra me ensinou nos últimos tempos! Rita Sousa Gomes é mãepediatra e cofundadora da página @be.a.ba.da.pediatria. Neste livroapresenta-nos três contos muito divertidos e didáticos sobre algumas das questões que mais preocupam os pais: alimentaçãosono e tempo de ecrã.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Bem-vindos a uma realidade alternativa onde Lisboa é a maior metrópole do mundo e capital da poderosa União Ibérica. Os seus arranha-céus envergonham os de Nova Iorque, as avenidas parecem passerelles para as limousines e dirigíveis luxuosos flutuam sobre as sete colinas. Nesta nova Babilónia, cujo império se estende pelos cinco continentes, há vigilantes mascarados a patrulhar as noites, detetives a resolver casos rocambolescos, jornalistas intrépidas com alvos nas costas e um poderoso sindicato que controla o crime nos clubes e casinos desta gigantesca floresta de betão. Do outro lado do Tejo está o reflexo negro e distorcido de Lisboa: Lismá. É a maior favela do mundo, onde coabitam aqueles a quem o sonho português trocou as voltas: macaenses, filipinos, africanos, sul-americanos, e os refugiados que as misérias trouxeram para o Quinto Império. O que terá acontecido para que o rei seja um descendente de D. Miguel I e não de D. Pedro IV? E haverá alguma verdade nos rumores de que a riqueza de Portugal se deve aos segredos escondidos em ruínas milenares nos Açores? Mas, cuidado, este é um tema perigoso… quem ousa falar nele acaba degolado num beco ou afogado nas águas do rio. Lisboa Noir, o Ano Negro de 1929 é uma homenagem divertida e emocionante à ficção pulp dos anos 30, aos policiais dos anos 40, ao cinema noir dos anos 50 e à era dourada dos comics dos anos 60.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Antes de ser um cómico que faz stand-up um pouco por todo o mundo, o Dr. Brian King formou-se em Psicologia. Tanto na Psicologia, como no humor, reparou que as pessoas sofrem de um grande problema: gostar de sofrer. Bom, na verdade não é que gostemos todos de sofrer… mas o stresse oferece-nos recompensas neurológicas, e somos utilizadores tão frequentes dessa forma de ver o mundo que, passado algum tempo, é difícil fazer uma desabituação. É isso precisamente que este livro oferece: uma forma diferente de lidar com situações difíceis. Em vez de recorrermos ao stresse e ao seu leque de comportamentos associados (ansiedade, insegurança, repressão e negatividade), podemos resolver os nossos problemas com humor, resiliência, descontração, otimismo, gratidão e aceitação. Com dicas simples e histórias divertidas, A Arte de Levar a Vida na Boa demonstra como ser mais positivo e livrar-se realmente do stresse (quando o trânsito e os ursos não puderem ser eliminados).
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Da serenidade a condizer com um lindo nascer do Sol, ao entusiasmo ruidoso capaz de acordar uma floresta tropical, à paciência glacial ou coragem para trepar aos mais altos penhascos, este livro convida os leitores a explorar todas as suas diferentes facetas e celebrar a sua própria singularidade. Um livro com recortes e que mostra a profundeza escondida dentro de cada um de nós.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell revela o mistério por detrás da jornada do herói, um ciclo épico de aventura, superação e transformação que ressoa em todas as culturas e épocas. Explora também o ciclo cosmogónico, o padrão mítico de criação e destruição do mundo, trazendo uma nova perspetiva sobre como as histórias moldam a nossa compreensão da vida. Ao estudar as grandes mitologias do mundo, Campbell verificou que muitas histórias seguiam um padrão comum. Esse padrão ficou conhecido como a «jornada do herói», e é dividido em três atos principais: - Partida (ou separação): o herói recebe um chamamento para a aventura, deixa o seu mundo comum e entra no desconhecido. - Iniciação: ele enfrenta provações, recebe auxílio de ajudantes, enfrenta monstros e perigos e passa por uma grande transformação. - Retorno: o herói volta ao seu mundo original, agora mais forte e sábio, muitas vezes trazendo algo valioso para a sua comunidade. Desde o seu lançamento, O Herói de Mil Faces influenciou milhões de leitores ao combinar os conhecimentos da psicologia moderna com a compreensão revolucionária de Joseph Campbell sobre a mitologia comparada.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Durante séculos, fraudes, encobrimentos e distorções da verdade foram usados para manipular sociedades, justificar guerras e até reescrever o passado. Algumas dessas mentiras foram desmascaradas. Outras ainda estão por aí, escondidas sob a aparência de «factos históricos». Se acha que conhece a história do mundo… pense de novo. Este livro desmonta narrativas falsas, revela conspirações históricas e mostra que, às vezes, a verdade foi apagada, manipulada e reinventada. Desde a Roma Antiga até aos dias de hoje, de Júlio César a Chernobyl, das Cruzadas à Guerra Fria, descubra como a verdade foi manipulada para atender aos interesses dos mais fortes. Entre as histórias que vai poder conhecer neste livro, contam-se, por exemplo: - Um golpe medieval que fortaleceu o poder do Vaticano: a «doação de Constantino», um documento fraudulento que mudou a história da Igreja. - Quando a imprensa ajudou a esconder genocídios: como a fome na Ucrânia foi abafada e ainda rendeu um Prémio Pulitzer ao jornalista que encobriu os factos. - As distorções que mancharam reputações: a imperatriz Wu Zetian foi realmente um monstro, ou a sua história foi manipulada para apagar o legado de uma mulher no poder? - As mentiras que ainda ecoam no presente: a experiência Tuskegee e como ajudou a alimentar desconfianças na ciência e na medicina até hoje. SE A HISTÓRIA É ESCRITA PELOS VENCEDORES… EM QUANTAS MENTIRAS A HUMANIDADE JÁ ACREDITOU? Este livro leva os leitores numa viagem global pela História humana, ao longo da qual a historiadora Natasha Tidd examina como as mentiras podem mudar o mundo ao nosso redor, desde a máquina de relações públicas enganosa de Júlio César até aos encobrimentos que causaram Chernobyl. Uma Breve História do Mundo em 50 Mentiras detalha o impacto profundo deste lado secreto da História e mostra que a verdade é realmente mais estranha - e muito mais perigosa - do que qualquer ficção.
