2110 produtos
Ordenar por:
2110 produtos
Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um livro de retratos, este trabalho é, em si mesmo, um retrato da Mulher enquanto elemento essencial na criação de um Portugal melhor. Em "Portuguesas", Veríssimo Dias regista em foto 150 mulheres notáveis e inspiradoras - porque um livro precisa de um limite de páginas - que, sendo ou não figuras públicas, são marcos nos respetivos campos de atuação. Assim se elogia a igualdade de género e se regista o agradecimento pelo papel de cada uma destas pessoas na construção do nosso país.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um livro de retratos, este trabalho é, em si mesmo, um retrato da Mulher enquanto elemento essencial na criação de um Portugal melhor. Em "Portuguesas", Veríssimo Dias regista em foto 150 mulheres notáveis e inspiradoras - porque um livro precisa de um limite de páginas - que, sendo ou não figuras públicas, são marcos nos respetivos campos de atuação. Assim se elogia a igualdade de género e se regista o agradecimento pelo papel de cada uma destas pessoas na construção do nosso país.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/portuguesas-de-verissimo-dias-7066879');
});">
Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 848
Sinopse:
"A presente obra não visa constituir mais uma contribuição erudita ou edificante de retrospetiva histórica; pretende, antes, traduzir-se num fundamentado quadro da condição atual do catolicismo em Portugal. Tem, pois, por intuito primordial pôr em evidência, com visão realista dos sinais de vitalidade e das limitações, as múltiplas facetas e as dinâmicas contemporâneas da comunidade católica nos vários domínios da vida da sociedade portuguesa. Enfim, trata-se de fazer o ponto da situação das presenças e ausências, dos acertos e desacertos, das forças e fraquezas das perspetivas cristãs, através de um discurso de rigor e numa escrita capaz de chegar a um vasto público de leitores católicos e não católicos, de vários estratos socioculturais. Graças a colaboração de dezenas de autores, vindos de diferentes gerações e sectores, com distintas formações e opções entre os leigos, com várias sensibilidades espirituais entre os consagrados, esta obra constitui-se em polifonia sobre as mais representativas faces do catolicismo em Portugal no século XXI - vozes condensadas na dicção de duas centenas de textos breves, intercalados com larga componente imagética."
Nº Páginas: 848
Sinopse:
"A presente obra não visa constituir mais uma contribuição erudita ou edificante de retrospetiva histórica; pretende, antes, traduzir-se num fundamentado quadro da condição atual do catolicismo em Portugal. Tem, pois, por intuito primordial pôr em evidência, com visão realista dos sinais de vitalidade e das limitações, as múltiplas facetas e as dinâmicas contemporâneas da comunidade católica nos vários domínios da vida da sociedade portuguesa. Enfim, trata-se de fazer o ponto da situação das presenças e ausências, dos acertos e desacertos, das forças e fraquezas das perspetivas cristãs, através de um discurso de rigor e numa escrita capaz de chegar a um vasto público de leitores católicos e não católicos, de vários estratos socioculturais. Graças a colaboração de dezenas de autores, vindos de diferentes gerações e sectores, com distintas formações e opções entre os leigos, com várias sensibilidades espirituais entre os consagrados, esta obra constitui-se em polifonia sobre as mais representativas faces do catolicismo em Portugal no século XXI - vozes condensadas na dicção de duas centenas de textos breves, intercalados com larga componente imagética."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/portugal-catolico-de-jose-eduardo-franco-e-jose-carlos-seabra-pereira-6401814');
});">
Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o "meu" peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos. Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o "meu" peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos. Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/portugal-o-melhor-peixe-do-mundo-de-jose-bento-dos-santos-4871815');
});">
Edição: Jun 2003
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Elaborada no âmbito do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura, a obra Porto Monumental e Artístico - Património da Humanidade destina-se a todos os que se interessam pelo património monumental e artístico portuense e, desta forma, pela história da cidade, das suas gentes e do seu legado.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Elaborada no âmbito do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura, a obra Porto Monumental e Artístico - Património da Humanidade destina-se a todos os que se interessam pelo património monumental e artístico portuense e, desta forma, pela história da cidade, das suas gentes e do seu legado.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/porto-monumental-e-artistico-patrimonio-da-humanidade-de-m%C2%AA-conceicao-cabecas-concha-dara-2551606');
});">
Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poesia-de-mario-cesariny-6387664');
});">
Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Encontra-se reunida, neste volume, toda a poesia de António Botto — não só as célebres Canções (um conjunto de quinze livros) mas também outros sete livros, sendo um deles a sequência de poemas em prosa Cartas Que Me Foram Devolvidas. Eduardo Pitta é o responsável pela edição, que inclui uma extensa cronologia da vida de Botto, de cuja poesia Fernando Cabral Martins disse: "É preciso hoje ir ler os seus poemas, sobretudo, sem excessivo apelo ao seu ademane de personagem pública. E descobrir neles uma das irrupções mais nítidas de uma estranha qualidade de música ligeira: a que é capaz de cantar a pele e os seus arrepios de desejo, a pequena experiência de esquina do corpo casual, estilhaçando desde o primeiro sopro de voz o etéreo desinteresse pela sexualidade que o lirismo português vinha afectando, de Patrício a Pascoaes, de Pessoa a Pessanha, de Nobre a Roberto de Mesquita, de Antero a João de Deus. […] A poesia de António Botto é água transparente onde os outros destilam os seus álcoois, é um passeio embalado pelos bairros da noite onde os outros nos propõem um passo no abismo ou a dobra alucinada do mundo."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Encontra-se reunida, neste volume, toda a poesia de António Botto — não só as célebres Canções (um conjunto de quinze livros) mas também outros sete livros, sendo um deles a sequência de poemas em prosa Cartas Que Me Foram Devolvidas. Eduardo Pitta é o responsável pela edição, que inclui uma extensa cronologia da vida de Botto, de cuja poesia Fernando Cabral Martins disse: "É preciso hoje ir ler os seus poemas, sobretudo, sem excessivo apelo ao seu ademane de personagem pública. E descobrir neles uma das irrupções mais nítidas de uma estranha qualidade de música ligeira: a que é capaz de cantar a pele e os seus arrepios de desejo, a pequena experiência de esquina do corpo casual, estilhaçando desde o primeiro sopro de voz o etéreo desinteresse pela sexualidade que o lirismo português vinha afectando, de Patrício a Pascoaes, de Pessoa a Pessanha, de Nobre a Roberto de Mesquita, de Antero a João de Deus. […] A poesia de António Botto é água transparente onde os outros destilam os seus álcoois, é um passeio embalado pelos bairros da noite onde os outros nos propõem um passo no abismo ou a dobra alucinada do mundo."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poesia-de-antonio-botto-6779756');
});">
Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 696
Sinopse:
FINALMENTE, A EDIÇÃO DE REFERÊNCIA DA POESIA COMPLETA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. Primeira edição crítica e anotada da obra de um dos maiores vultos a literatura portuguesa, desde a juvenília até à obra adulta. Cem anos passados sobre a morte do escritor, Poesia Completa de Mário de Sá-Carneiro reúne pela primeira vez toda a sua obra poética. Inclui: A juvenília poética, com os poemas escritos entre 1902 e 1913; A obra entre 1913 e 1916, data da sua morte; Um apreciável conjunto de fac-símiles a cores, muitos deles inéditos; Cartas inéditas (de autoria diversa) enviadas a Fernando Pessoa depois da morte de Sá-Carneiro, revelando novos dados sobre os poemas encontrados no quarto de Paris. "Quem nunca se sentiu um "dúbio mascarado", ou nunca temeu passar "na vida incógnito", que atire a Sá-Carneiro a primeira pedra, ou aproveite a sua ajuda para se sentir mais humano." Ricardo Vasconcelos, Apresentação.
Nº Páginas: 696
Sinopse:
FINALMENTE, A EDIÇÃO DE REFERÊNCIA DA POESIA COMPLETA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. Primeira edição crítica e anotada da obra de um dos maiores vultos a literatura portuguesa, desde a juvenília até à obra adulta. Cem anos passados sobre a morte do escritor, Poesia Completa de Mário de Sá-Carneiro reúne pela primeira vez toda a sua obra poética. Inclui: A juvenília poética, com os poemas escritos entre 1902 e 1913; A obra entre 1913 e 1916, data da sua morte; Um apreciável conjunto de fac-símiles a cores, muitos deles inéditos; Cartas inéditas (de autoria diversa) enviadas a Fernando Pessoa depois da morte de Sá-Carneiro, revelando novos dados sobre os poemas encontrados no quarto de Paris. "Quem nunca se sentiu um "dúbio mascarado", ou nunca temeu passar "na vida incógnito", que atire a Sá-Carneiro a primeira pedra, ou aproveite a sua ajuda para se sentir mais humano." Ricardo Vasconcelos, Apresentação.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poesia-completa-de-mario-de-sa-carneiro-de-ricardo-vasconcelos-6178760');
});">
Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A enorme reputação de Maria Alberta Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir. Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo, Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: "O melhor é ler e reler, quantas vezes for necessário..."
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A enorme reputação de Maria Alberta Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir. Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo, Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: "O melhor é ler e reler, quantas vezes for necessário..."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poesia-completa-de-maria-alberta-meneres-7178800');
});">
Edição: Set 2006
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Reúnem-se neste terceiro volume os poemas em português, datados entre 1931 e 1935, bem como poemas não datados, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias. À semelhança do que acontece com os dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas inéditos.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Reúnem-se neste terceiro volume os poemas em português, datados entre 1931 e 1935, bem como poemas não datados, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias. À semelhança do que acontece com os dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas inéditos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poesia-1931-1935-e-nao-datada-de-fernando-pessoa-4709197');
});">
Edição: Dez 2005
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poesia-1902-1917-de-fernando-pessoa-4709168');
});">
Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poemas-reunidos-de-luis-filipe-castro-mendes-6472129');
});">
Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poemas-portugueses-4369732');
});">
Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poemas-de-mario-cesariny-4708380');
});">
Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/poemas-completos-de-herberto-helder-5445956');
});">
Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Caixa especial fac-similada com todos os números da revista que se dedicou exclusivamente a Fernando Pessoa. Durante quase dez anos, de 1977 a 1985, a Persona foi uma espécie de antecâmara da dimensão nacional e internacional que a obra de Fernando Pessoa viria a ter. Em 12 números, a revista reuniu notícias pessoanas, ensaios, inéditos, acompanhou o complexo processo de edição do Livro do Desassossego e publicou textos de Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Maria de Fátima Marinho, Arnaldo Saraiva, Jacinto do Prado Coelho ou Agustina Bessa-Luís, entre muitos outros. Agora, a Persona volta a estar disponível para os pessoanos amadores ou profissionais de todo o mundo.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Caixa especial fac-similada com todos os números da revista que se dedicou exclusivamente a Fernando Pessoa. Durante quase dez anos, de 1977 a 1985, a Persona foi uma espécie de antecâmara da dimensão nacional e internacional que a obra de Fernando Pessoa viria a ter. Em 12 números, a revista reuniu notícias pessoanas, ensaios, inéditos, acompanhou o complexo processo de edição do Livro do Desassossego e publicou textos de Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Maria de Fátima Marinho, Arnaldo Saraiva, Jacinto do Prado Coelho ou Agustina Bessa-Luís, entre muitos outros. Agora, a Persona volta a estar disponível para os pessoanos amadores ou profissionais de todo o mundo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/persona-6849967');
});">
Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pepe-mujica-e-as-flores-da-guerrilha-parte-2-de-matias-castro-8583058');
});">
Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
José Mujica, mais conhecido por "Pepe Mujica", foi símbolo da esquerda latino-americana foi guerrilheiro, refém, filósofo, Presidente humanista apelidado de "o Presidente mais pobre do Mundo", por ter entregue a quase totalidade dos rendimentos de chefe de Estado a um programa de habitação social, José Mujica fez do Uruguai um Estado pioneiro na adoção de medidas progressistas. O escritor Matías Castro e o ilustrador Leo Trinidad apresentam esta obra como sendo, na opinião de Alfonso Zapico, "Um relato envolvente e construtivo, uma narrativa original e inteligente". Para Paco Roca, a quem os autores agradecem no início do livro, "Esta história é uma complexa teia de perguntas sem resposta, um retrato fiel de Pepe Mujica que também desenha o Uruguai da segunda metade do século XX e esboça o rosto do novo país. Aqui estão os dilemas e as contradições do antigo presidente, mas também a sua grandeza e humanidade."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
José Mujica, mais conhecido por "Pepe Mujica", foi símbolo da esquerda latino-americana foi guerrilheiro, refém, filósofo, Presidente humanista apelidado de "o Presidente mais pobre do Mundo", por ter entregue a quase totalidade dos rendimentos de chefe de Estado a um programa de habitação social, José Mujica fez do Uruguai um Estado pioneiro na adoção de medidas progressistas. O escritor Matías Castro e o ilustrador Leo Trinidad apresentam esta obra como sendo, na opinião de Alfonso Zapico, "Um relato envolvente e construtivo, uma narrativa original e inteligente". Para Paco Roca, a quem os autores agradecem no início do livro, "Esta história é uma complexa teia de perguntas sem resposta, um retrato fiel de Pepe Mujica que também desenha o Uruguai da segunda metade do século XX e esboça o rosto do novo país. Aqui estão os dilemas e as contradições do antigo presidente, mas também a sua grandeza e humanidade."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pepe-mujica-e-as-flores-da-guerrilha-parte-1-de-matias-castro-8582922');
});">
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
Subsecretário de Estado, ministro e embaixador de qualidade excecional, Pedro Theotónio Pereira foi um dos vultos maiores do Estado Novo. Conhecer o percurso deste homem e político que atingiu o estatuto de sucessor de Salazar é fundamental para perceber o salazarismo e o contexto internacional português em meados do século xx. Uma biografia notável do governante e diplomata, Pedro Theotónio Pereira - O Outro Delfim de Salazar é uma obra de grande fôlego da autoria do historiador Fernando Martins.
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
Subsecretário de Estado, ministro e embaixador de qualidade excecional, Pedro Theotónio Pereira foi um dos vultos maiores do Estado Novo. Conhecer o percurso deste homem e político que atingiu o estatuto de sucessor de Salazar é fundamental para perceber o salazarismo e o contexto internacional português em meados do século xx. Uma biografia notável do governante e diplomata, Pedro Theotónio Pereira - O Outro Delfim de Salazar é uma obra de grande fôlego da autoria do historiador Fernando Martins.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pedro-theotonio-pereira-o-outro-delfim-de-salazar-de-fernando-martins-7295160');
});">
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Patrick Monteiro de Barros é um homem invulgar. A sua dedicação e empenho levaram-no aos patamares mais altos da vida empresarial e desportiva. A sua história cruza-se a cada momento com a história de Portugal e do mundo. Na esfera dos negócios, manteve relações com presidentes, primeiros-ministros, reis, sheiks, diplomatas, grandes empresários, agentes secretos e até com mercenários. Depois da Revolução de Abril, foi forçado a sair do País, para não ser preso pelo COPCON. Foi obrigado a começar uma vida nova. Primeiro em França, depois nos Estados Unidos, onde chegou a ser um dos sócios maioritários da maior empresa independente de refinação de petróleo. Em Portugal, foi accionista do grupo de referência do Grupo Espírito Santo, da Petrogal e da Portugal Telecom. No campo desportivo, velejou ao lado dos melhores do mundo. Foi campeão nacional, da Europa e do Mundo em diversas classes na Vela, e conseguiu o apuramento para três edições dos Jogos Olímpicos (México, 1968; Los Angeles, 1984; e Seul, 1988). Prefácio de Jaime Nogueira Pinto
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Patrick Monteiro de Barros é um homem invulgar. A sua dedicação e empenho levaram-no aos patamares mais altos da vida empresarial e desportiva. A sua história cruza-se a cada momento com a história de Portugal e do mundo. Na esfera dos negócios, manteve relações com presidentes, primeiros-ministros, reis, sheiks, diplomatas, grandes empresários, agentes secretos e até com mercenários. Depois da Revolução de Abril, foi forçado a sair do País, para não ser preso pelo COPCON. Foi obrigado a começar uma vida nova. Primeiro em França, depois nos Estados Unidos, onde chegou a ser um dos sócios maioritários da maior empresa independente de refinação de petróleo. Em Portugal, foi accionista do grupo de referência do Grupo Espírito Santo, da Petrogal e da Portugal Telecom. No campo desportivo, velejou ao lado dos melhores do mundo. Foi campeão nacional, da Europa e do Mundo em diversas classes na Vela, e conseguiu o apuramento para três edições dos Jogos Olímpicos (México, 1968; Los Angeles, 1984; e Seul, 1988). Prefácio de Jaime Nogueira Pinto
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/patrick-monteiro-de-barros-uma-vida-a-bolina-de-jorge-almeida-6186442');
});">
Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/patria-de-fernando-aramburu-6507052');
});">
Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Durante os 12 anos de cárcere efetivo, José Luandino Vieira coligiu um acervo considerável que agora publicamos, graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e à investigação realizada no Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra, sempre em estreita colaboração com o autor. O processo de escrita destes Papéis tem como termos cronológicos e fronteiras espaciais a entrada do escritor no Pavilhão Prisional da PIDE de São Paulo de Luanda (1961) e a sua saída do Tarrafal (1972). A materialidade destes cadernos é composta por aproximadamente 2000 frágeis folhas manuscritas onde José Luandino Vieira anotou a sua visão do cárcere como observatório excecional da nação angolana, manifestou os seus projetos políticos e literários, evidenciou o projeto comunitário de Angola como o veículo da união e resistência coletiva e expressou as angústias e sonhos pessoais. Os cadernos estão datados e apresentam um assinalável valor humano, literário e político no que diz respeito às lutas de libertação, José Luandino Vieira à nação angolana, ao projeto literário de José Luandino Vieira, a questões de história e literatura angolana.
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Durante os 12 anos de cárcere efetivo, José Luandino Vieira coligiu um acervo considerável que agora publicamos, graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e à investigação realizada no Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra, sempre em estreita colaboração com o autor. O processo de escrita destes Papéis tem como termos cronológicos e fronteiras espaciais a entrada do escritor no Pavilhão Prisional da PIDE de São Paulo de Luanda (1961) e a sua saída do Tarrafal (1972). A materialidade destes cadernos é composta por aproximadamente 2000 frágeis folhas manuscritas onde José Luandino Vieira anotou a sua visão do cárcere como observatório excecional da nação angolana, manifestou os seus projetos políticos e literários, evidenciou o projeto comunitário de Angola como o veículo da união e resistência coletiva e expressou as angústias e sonhos pessoais. Os cadernos estão datados e apresentam um assinalável valor humano, literário e político no que diz respeito às lutas de libertação, José Luandino Vieira à nação angolana, ao projeto literário de José Luandino Vieira, a questões de história e literatura angolana.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/papeis-da-prisao-de-jose-luandino-vieira-5694820');
});">
Edição: Set 2011
Nº Páginas: 840
Sinopse:
A obra de referência de Henrique Paiva Couceiro. Através da sua correspondência, artigos de sua autoria escritos para jornais portugueses e estrangeiros e mesmo de livro escritos sobre Paiva Couceiro, ficamos a conhecer os seus feitos heróicos, políticos e mesmo literários, além da sua personalidade carismática.O livro conta ainda com o prefácio extenso de Miguel de Paiva Couceiro sobre Paiva Couceiro e a sua importância na política portuguesa no final da Monarquia e inicia da República.
Nº Páginas: 840
Sinopse:
A obra de referência de Henrique Paiva Couceiro. Através da sua correspondência, artigos de sua autoria escritos para jornais portugueses e estrangeiros e mesmo de livro escritos sobre Paiva Couceiro, ficamos a conhecer os seus feitos heróicos, políticos e mesmo literários, além da sua personalidade carismática.O livro conta ainda com o prefácio extenso de Miguel de Paiva Couceiro sobre Paiva Couceiro e a sua importância na política portuguesa no final da Monarquia e inicia da República.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/paiva-couceiro-de-filipe-ribeiro-de-meneses-4777157');
});">
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Uma coleção única para os fãs de um doce. Um doce ou uma compota, um bom gelado ou simplesmente a escolha da sobremesa ideal para cada dia é o que vai obter com este volume. Um conjunto único de receitas para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Uma coleção única para os fãs de um doce. Um doce ou uma compota, um bom gelado ou simplesmente a escolha da sobremesa ideal para cada dia é o que vai obter com este volume. Um conjunto único de receitas para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pack-sobremesas-caseiras-7642013');
});">
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Receitas simples, que pode fazer e saborear na hora ou guardar e levar na sua marmita para o trabalho. Todas fáceis de preparar. Um pack recheado de receitas fáceis de Tartes e Quiches, uma seleção cuidada dos melhores petiscos e ainda mais de 80 receitas, mesmo fáceis de preparar. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Receitas simples, que pode fazer e saborear na hora ou guardar e levar na sua marmita para o trabalho. Todas fáceis de preparar. Um pack recheado de receitas fáceis de Tartes e Quiches, uma seleção cuidada dos melhores petiscos e ainda mais de 80 receitas, mesmo fáceis de preparar. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pack-receitas-faceis-7642017');
});">
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Na TeleCulinária conhecemos bem o gosto dos portugueses. Há mais de 45 anos que os nossos Chefs se dedicam a cozinhar o que de melhor se saboreia em Portugal. Este volume de 3 livros dedicados à gastronomia portuguesa vai levá-lo numa viagem de sabores, que lhe vão trazer memórias dos sítios que visitou e de outros, que vai certamente visitar para saborear estas iguarias no local. Receitas tradicionais de peixe, o fiel amigo bacalhau e ainda um livro surpreendente com receitas de marisco.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Na TeleCulinária conhecemos bem o gosto dos portugueses. Há mais de 45 anos que os nossos Chefs se dedicam a cozinhar o que de melhor se saboreia em Portugal. Este volume de 3 livros dedicados à gastronomia portuguesa vai levá-lo numa viagem de sabores, que lhe vão trazer memórias dos sítios que visitou e de outros, que vai certamente visitar para saborear estas iguarias no local. Receitas tradicionais de peixe, o fiel amigo bacalhau e ainda um livro surpreendente com receitas de marisco.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pack-gastronomia-portuguesa-7642014');
});">
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Descubra 3 livros muito doces, uma oportunidade única para cozinhar mais de 250 deliciosas sobremesas num abrir e fechar de olhos. Uma coleção única para os amantes da doçaria. Receitas doces… com chocolate, com os mais icónicos doces da doçaria popular portuguesa, e com os melhores pudins. Um conjunto único de receitas, para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Descubra 3 livros muito doces, uma oportunidade única para cozinhar mais de 250 deliciosas sobremesas num abrir e fechar de olhos. Uma coleção única para os amantes da doçaria. Receitas doces… com chocolate, com os mais icónicos doces da doçaria popular portuguesa, e com os melhores pudins. Um conjunto único de receitas, para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pack-docaria-tradicional-7680199');
});">
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Os sabores saudáveis e tão saborosos da reconhecida dieta mediterrânica, as receitas intemporais que fazem parte das nossas memórias gastronómicas e que afinal são fáceis de preparar e ainda receitas ideais para saborear em qualquer estação do ano, destacando os ingredientes de época, tornando as suas refeições mais saborosas e económicas. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Os sabores saudáveis e tão saborosos da reconhecida dieta mediterrânica, as receitas intemporais que fazem parte das nossas memórias gastronómicas e que afinal são fáceis de preparar e ainda receitas ideais para saborear em qualquer estação do ano, destacando os ingredientes de época, tornando as suas refeições mais saborosas e económicas. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pack-cozinha-do-dia-a-dia-7642012');
});">
Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-monarquia-constitucional-dos-bragancas-em-portugal-e-no-brasil-1822-1910-de-rui-ramos-isabel-correa-da-silva-e-jose-murilo-de-carvalho-6685922');
});">
